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LINGUAGEM JURÍDICA
PROFª MSc. ZILDA M. FANTIN
UNIDADE II
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compreender o seu sentido.
Assim, fica evidente que precisamos
ter domínio sobre os recursos que
os usuários da língua empregam
para atingir seus objetivos
comunicativos.
“Pela linguagem, o homem
transforma tudo em matéria de
pensamento. Só ele é capaz de
promover a circulação de
significações, pois procura, cria,
armazena, transforma e transmite
significação pela linguagem”.
Portanto, a comunicação só se
realiza porque o homem possui a
capacidade da linguagem. A
comunicação é um processo social e
sem ela, a sociedade dificilmente
existiria, pois, a todo instante, o
homem sofre impacto desse
processo, por meio de símbolos,
gestos e sinais presentes em seu
cotidiano.
Ao transmitir uma informação,
notícia ou qualquer mensagem é de
fundamental importância “[...] que
haja, de um lado, quem formule a
mensagem para enviar a notícia e de
outro, quem a receba e a decifre”.
2.1 ELEMENTOS DO PROCESSO DA
COMUNICAÇÃO
Segundo Vanoye (1998, p. 1), o
processo de comunicação pode ser
representado pelo seguinte
esquema:
Elementos da Comunicação
CANAL DE COMUNICAÇÃO
REFERENTE
Emissor
ou
Destinador
Receptor
ou
Destinatário
MENSAGEM
CÓDIGO
Locutor (emissor) – aquele que diz
algo a alguém, que emite a mensagem.
A partir de uma situação de
comunicação, caberá ao emissor
escolher, entre as possibilidades que
os códigos colocam à sua disposição,
os enunciados que melhor se ajustem
aos seus propósitos interacionais.
 Interlocutor (receptor) – aquele com
quem o locutor se comunica, quem
recebe a mensagem. O destinatário
traduz os códigos (decodifica), entende
(faz o trabalho de intelecção), interpreta.
Em todo processo de comunicação há
uma troca de papéis, assim, no momento
em que produz a sua mensagem, o
destinatário passa a desempenhar o papel
de emissor.
Note-se que o fato de
receber a mensagem não
implica necessariamente,
decodificá-la e
compreendê-la.
Para não ocorrer nenhuma
interferência no ato da transmissão
da mensagem, cada elemento
comunicativo tem que respeitar seu
próprio papel.
Como emissor, o indivíduo deve
estar sempre aperfeiçoando seus
meios de comunicação e como
receptor, deve estar sempre atento
para defeitos de recepções como
incorreções, má-interpretações,
truncamento de mensagem etc.
Mensagem – é o texto, o que foi
transmitido, é a informação que se
quer transmitir. É concretizada por
alguma materialidade (grafia, som,
imagem, gestos etc.)
A mensagem é produzida por alguém
numa situação concreta (contexto)
com alguma finalidade. Pode ser um
questionamento, um aviso, uma
advertência etc.
 Código – a convenção social, um contrato
que permite ao interlocutor compreender
a mensagem, que controla a relação entre
aquilo que se pode perceber por meio dos
sentidos (significante) e o seu significado.
Essa relação constitui uma unidade
abstrata: o signo - uma unidade abstrata
constituída pela relação entre o plano da
expressão (significante) e o plano do
conteúdo (significado). No momento do ato
de linguagem, o signo será concretizado
por alguma materialidade (visual, sonora,
tátil etc.).
O papel desempenhado pelo código
no processo comunicativo tem
grande relevância, pois o emissor e
o receptor devem possuir
conhecimento dele para que a
comunicação se realize, caso
contrário, a comunicação será
apenas parcial ou nula.
Canal (meio, veículo, mídia) – é o
meio físico que conduz a mensagem
ao receptor. Há o canal natural (ar) e o
tecnológico (TV, telefone, microfone,
rádio, impressos etc.).
Os dois tipos de canal, se necessário,
complementam-se. Quando a
comunicação é feita somente com o
canal natural, é denominada de
comunicação direta; se realizada com o
canal tecnológico, chama-se
comunicação indireta.
“Tudo o que prejudica a transmissão
de uma mensagem é considerado
ruído: a má transmissão do emissor,
a falta de atenção do receptor, o
conhecimento insatisfatório do
código etc.”.
Assim, o canal precisa estar
ajustado, caso contrário poderá
causar vários tipos de interferências.
“Tudo que prejudica a qualidade da
comunicação dá-se o nome técnico
de ruído”.
Referente (ou contexto) – o assunto
da mensagem, a situação que
envolve o emissor e o receptor e o
contexto linguístico que envolve a
mensagem.
O contexto é fundamental:
dependendo dele, uma frase pode
adquirir significados diferentes.
Portanto, para a mensagem
alcançar os objetivos desejados,
todos os elementos têm que,
efetivamente, estar sintonizados
com o processo.
Além disso, outros aspectos
merecem atenção:
1. “O sucesso de nossas interações
verbais, seja na condição de locutor,
seja na de interlocutor, depende
muito de nossa capacidade de lidar
com a intencionalidade.
Intencionalidade discursiva são as
intenções, explícitas ou implícitas,
existentes na linguagem dos
interlocutores que participam de
uma situação comunicativa”.
Ex.: - Por favor! Me joga uma corda
que eu estou me afogando!
- E, além disso, ainda quer se
enforcar? (Piada de Jô Soares)
2. No ato de comunicação, a
linguagem desempenha uma
determinada função, dependendo da
intencionalidade do emissor em
focalizar um ou outro elemento da
comunicação.
Portanto, é preciso que se observe,
com atenção, também as funções
presentes nos textos lidos.
2.2 FUNÇÕES DA LINGUAGEM
“A linguagem desempenha
determinada função, de acordo com
a ênfase que se queira dar a cada um
dos componentes do ato de
comunicação. Assim, como são seis
os componentes do ato de
comunicação, seis são as funções
que a linguagem pode assumir:
emotiva, conativa, referencial,
metalinguística, fática, poética”.
Emotiva (ou expressiva) – o emissor
é posto em destaque, veicula seus
sentimentos, emoções e
julgamentos.
Ex.: “Eu sem você / Não tenho porquê
Porque sem você / Não sei nem chorar
Sou chama sem luz / Jardim sem luar
Luar sem amor / Amor sem se dar”
(Baden Power e Vinícius de Moraes)
Conativa (ou apelativa) – o receptor é posto
em destaque e é estimulado pela
mensagem, visa a uma atitude ou tomada
de posição por parte do interlocutor. O
remetente quer influenciar o
comportamento do destinatário.
Ex.: “Compre batom”. “Use Rexona”.
“Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
- em que espelho ficou perdida
- a minha face?” (Cecília Meireles,
Retrato).
Referencial (informativa ou
cognitiva) – o referente ou contexto é
posto em destaque, é a comunicação
pura e simples, o emissor se limita a
informar de modo objetivo.
Ex.: “Entre as coisas que sabemos, a
nossa língua é a que devemos saber
melhor” (Rui Barbosa).
Metalinguística – o código é posto em
destaque, traz sempre uma explicação,
procurando definir o que não está claro. O
emissor quer explicar alguma palavra que
faz parte da mensagem, isto é, usa o código
para falar do próprio código.
Ex.: Quadrinhos: narração de uma história
por meio de desenhos e legendas dispostos
numa série de quadros.
- André, o que significa “inquirir”? (função
conativa)
- Significa “indagar, perguntar”. (função
metalinguística)
Fática – o canal é posto em destaque,
caracteriza-se pelo uso de certas expressões
visando a esclarecer e manter o contato com o
interlocutor. O remetente testa se o destinatário
está recebendo bem a mensagem.
Ex.: Hem? Alô, alô, não desligue, não, ouviu?
“Alô! Alô! Marciano / Aqui quem fala é da
Terra...” (Rita Lee)
“-Olá, como vai?
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Poética – a própria mensagem é posta em
destaque, valoriza a informação pela forma
como é veiculada. O ritmo, a sonoridade e a
estrutura da mensagem têm importância
igual à do conteúdo das informações. O
remetente se preocupa com a elaboração
da forma da mensagem.
Ex.: “Quem cabritos vende e cabras não
tem, de algum lugar lhe vêm.”
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REFERENTE
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Emissor
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Receptor
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Destinatário
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CÓDIGO
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III, IV, V, VI
"Cada um tem de mim exatamente o que
cativou, e cada um é responsável pelo que
cativou, não suporto falsidade e mentira, a
verdade pode machucar, mas é sempre
mais digna. Bom mesmo é ir a luta com
determinação, abraçar a vida e viver com
paixão. Perder com classe e vencer com
ousadia, pois o triunfo pertence a quem
mais se atreve e a vida é muito para ser
insignificante. Eu faço e abuso da
felicidade e não desisto dos meus sonhos.
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coragem de sonhar e correr o risco de viver
seus sonhos”.
(CHARLIE CHAPLIN)

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Funções da Linguagem e Elementos da Comunicação

  • 2. UNIDADE II O PROCESSO DA COMUNICAÇÃO HUMANA
  • 3. Questões para reflexão sobre os textos abaixo: Texto 1: “Herrar é umano” (frase de um grafiteiro). Há erro no texto 1? Justificar.
  • 4. Questões para reflexão sobre os textos abaixo: Texto 2: “É melhor morrer de pé do que viver de joelhos” (Franklin Roosevelt). O que significa o texto 2?
  • 5. Questões para reflexão sobre os textos abaixo: Texto 3: “Marcela amou-me durante onze meses e quinze contos de réis” (Machado de Assis, em Memórias Póstumas de Brás Cubas). O que significa a expressão “quinze contos de réis” no texto 3?
  • 6. Questões para reflexão sobre os textos abaixo: Texto 4: Qual é a intenção do autor do texto 4?
  • 7. A resposta das questões acima exige de nós um esforço, já que há uma intenção nos textos que precisa ser identificada para que possamos compreender o seu sentido. Assim, fica evidente que precisamos ter domínio sobre os recursos que os usuários da língua empregam para atingir seus objetivos comunicativos.
  • 8. “Pela linguagem, o homem transforma tudo em matéria de pensamento. Só ele é capaz de promover a circulação de significações, pois procura, cria, armazena, transforma e transmite significação pela linguagem”.
  • 9. Portanto, a comunicação só se realiza porque o homem possui a capacidade da linguagem. A comunicação é um processo social e sem ela, a sociedade dificilmente existiria, pois, a todo instante, o homem sofre impacto desse processo, por meio de símbolos, gestos e sinais presentes em seu cotidiano.
  • 10. Ao transmitir uma informação, notícia ou qualquer mensagem é de fundamental importância “[...] que haja, de um lado, quem formule a mensagem para enviar a notícia e de outro, quem a receba e a decifre”.
  • 11. 2.1 ELEMENTOS DO PROCESSO DA COMUNICAÇÃO Segundo Vanoye (1998, p. 1), o processo de comunicação pode ser representado pelo seguinte esquema:
  • 12. Elementos da Comunicação CANAL DE COMUNICAÇÃO REFERENTE Emissor ou Destinador Receptor ou Destinatário MENSAGEM CÓDIGO
  • 13. Locutor (emissor) – aquele que diz algo a alguém, que emite a mensagem. A partir de uma situação de comunicação, caberá ao emissor escolher, entre as possibilidades que os códigos colocam à sua disposição, os enunciados que melhor se ajustem aos seus propósitos interacionais.
  • 14.  Interlocutor (receptor) – aquele com quem o locutor se comunica, quem recebe a mensagem. O destinatário traduz os códigos (decodifica), entende (faz o trabalho de intelecção), interpreta. Em todo processo de comunicação há uma troca de papéis, assim, no momento em que produz a sua mensagem, o destinatário passa a desempenhar o papel de emissor.
  • 15. Note-se que o fato de receber a mensagem não implica necessariamente, decodificá-la e compreendê-la.
  • 16. Para não ocorrer nenhuma interferência no ato da transmissão da mensagem, cada elemento comunicativo tem que respeitar seu próprio papel.
  • 17. Como emissor, o indivíduo deve estar sempre aperfeiçoando seus meios de comunicação e como receptor, deve estar sempre atento para defeitos de recepções como incorreções, má-interpretações, truncamento de mensagem etc.
  • 18. Mensagem – é o texto, o que foi transmitido, é a informação que se quer transmitir. É concretizada por alguma materialidade (grafia, som, imagem, gestos etc.) A mensagem é produzida por alguém numa situação concreta (contexto) com alguma finalidade. Pode ser um questionamento, um aviso, uma advertência etc.
  • 19.  Código – a convenção social, um contrato que permite ao interlocutor compreender a mensagem, que controla a relação entre aquilo que se pode perceber por meio dos sentidos (significante) e o seu significado. Essa relação constitui uma unidade abstrata: o signo - uma unidade abstrata constituída pela relação entre o plano da expressão (significante) e o plano do conteúdo (significado). No momento do ato de linguagem, o signo será concretizado por alguma materialidade (visual, sonora, tátil etc.).
  • 20. O papel desempenhado pelo código no processo comunicativo tem grande relevância, pois o emissor e o receptor devem possuir conhecimento dele para que a comunicação se realize, caso contrário, a comunicação será apenas parcial ou nula.
  • 21. Canal (meio, veículo, mídia) – é o meio físico que conduz a mensagem ao receptor. Há o canal natural (ar) e o tecnológico (TV, telefone, microfone, rádio, impressos etc.). Os dois tipos de canal, se necessário, complementam-se. Quando a comunicação é feita somente com o canal natural, é denominada de comunicação direta; se realizada com o canal tecnológico, chama-se comunicação indireta.
  • 22. “Tudo o que prejudica a transmissão de uma mensagem é considerado ruído: a má transmissão do emissor, a falta de atenção do receptor, o conhecimento insatisfatório do código etc.”. Assim, o canal precisa estar ajustado, caso contrário poderá causar vários tipos de interferências. “Tudo que prejudica a qualidade da comunicação dá-se o nome técnico de ruído”.
  • 23. Referente (ou contexto) – o assunto da mensagem, a situação que envolve o emissor e o receptor e o contexto linguístico que envolve a mensagem. O contexto é fundamental: dependendo dele, uma frase pode adquirir significados diferentes.
  • 24. Portanto, para a mensagem alcançar os objetivos desejados, todos os elementos têm que, efetivamente, estar sintonizados com o processo.
  • 25. Além disso, outros aspectos merecem atenção: 1. “O sucesso de nossas interações verbais, seja na condição de locutor, seja na de interlocutor, depende muito de nossa capacidade de lidar com a intencionalidade. Intencionalidade discursiva são as intenções, explícitas ou implícitas, existentes na linguagem dos interlocutores que participam de uma situação comunicativa”.
  • 26. Ex.: - Por favor! Me joga uma corda que eu estou me afogando! - E, além disso, ainda quer se enforcar? (Piada de Jô Soares) 2. No ato de comunicação, a linguagem desempenha uma determinada função, dependendo da intencionalidade do emissor em focalizar um ou outro elemento da comunicação. Portanto, é preciso que se observe, com atenção, também as funções presentes nos textos lidos.
  • 27. 2.2 FUNÇÕES DA LINGUAGEM “A linguagem desempenha determinada função, de acordo com a ênfase que se queira dar a cada um dos componentes do ato de comunicação. Assim, como são seis os componentes do ato de comunicação, seis são as funções que a linguagem pode assumir: emotiva, conativa, referencial, metalinguística, fática, poética”.
  • 28. Emotiva (ou expressiva) – o emissor é posto em destaque, veicula seus sentimentos, emoções e julgamentos. Ex.: “Eu sem você / Não tenho porquê Porque sem você / Não sei nem chorar Sou chama sem luz / Jardim sem luar Luar sem amor / Amor sem se dar” (Baden Power e Vinícius de Moraes)
  • 29. Conativa (ou apelativa) – o receptor é posto em destaque e é estimulado pela mensagem, visa a uma atitude ou tomada de posição por parte do interlocutor. O remetente quer influenciar o comportamento do destinatário. Ex.: “Compre batom”. “Use Rexona”. “Eu não dei por esta mudança, tão simples, tão certa, tão fácil: - em que espelho ficou perdida - a minha face?” (Cecília Meireles, Retrato).
  • 30. Referencial (informativa ou cognitiva) – o referente ou contexto é posto em destaque, é a comunicação pura e simples, o emissor se limita a informar de modo objetivo. Ex.: “Entre as coisas que sabemos, a nossa língua é a que devemos saber melhor” (Rui Barbosa).
  • 31. Metalinguística – o código é posto em destaque, traz sempre uma explicação, procurando definir o que não está claro. O emissor quer explicar alguma palavra que faz parte da mensagem, isto é, usa o código para falar do próprio código. Ex.: Quadrinhos: narração de uma história por meio de desenhos e legendas dispostos numa série de quadros. - André, o que significa “inquirir”? (função conativa) - Significa “indagar, perguntar”. (função metalinguística)
  • 32. Fática – o canal é posto em destaque, caracteriza-se pelo uso de certas expressões visando a esclarecer e manter o contato com o interlocutor. O remetente testa se o destinatário está recebendo bem a mensagem. Ex.: Hem? Alô, alô, não desligue, não, ouviu? “Alô! Alô! Marciano / Aqui quem fala é da Terra...” (Rita Lee) “-Olá, como vai? - Eu vou indo e você, tudo bem? - Tudo bem, eu vou indo...” (Paulinho da Viola)
  • 33. Poética – a própria mensagem é posta em destaque, valoriza a informação pela forma como é veiculada. O ritmo, a sonoridade e a estrutura da mensagem têm importância igual à do conteúdo das informações. O remetente se preocupa com a elaboração da forma da mensagem. Ex.: “Quem cabritos vende e cabras não tem, de algum lugar lhe vêm.” “Quem as suas mágoas canta, Quando acaso as canta bem Não canta só suas mágoas, Canta a de todos também” (Mário Quintana).
  • 34. Função Referencial Função Fática Função Poética Função Emotiva Função Metalinguística Função Conativa CANAL DE COMUNICAÇÃO (Contato) REFERENTE (Contexto) Emissor ou Destinador Receptor ou Destinatário MENSAGEM CÓDIGO
  • 36. "Cada um tem de mim exatamente o que cativou, e cada um é responsável pelo que cativou, não suporto falsidade e mentira, a verdade pode machucar, mas é sempre mais digna. Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão. Perder com classe e vencer com ousadia, pois o triunfo pertence a quem mais se atreve e a vida é muito para ser insignificante. Eu faço e abuso da felicidade e não desisto dos meus sonhos. O mundo está nas mãos daqueles que tem coragem de sonhar e correr o risco de viver seus sonhos”. (CHARLIE CHAPLIN)