Alessandro Almeida | www.alessandroalmeida.com
Relembrando aulas passadas...
   Modelos de maturidade mantidos pelo SEI
    (Software Engineering Institute)
     http://www.sei.cmu.edu/cmmi
   Abrangem todo ciclo de vida para o
    desenvolvimento (CMMI-DEV) e operação de
    software (CMMI-SVC)
   Também aborda projetos de aquisição
    (CMMI-ACQ)
   Melhoria de processo do software brasileiro
     www.softex.br/mpsbr
   Criado no final de 2003
   Foco em micro, pequenas e médias empresas
     Custo de implementação e avaliação menor
     Aproximadamente, 380 empresas já foram
     avaliadas no modelo (mais de 70% são PME)
   Níveis:
     G (Parcialmente Gerenciado) até A (Em
     otimização)
   Reconhecido internacionalmente
   Consolidado (quase 20 anos)
   Dois tipos de abordagens para
    implementação
     Contínua
     Estágio
   Empresas no mundo inteiro utilizam
   Modelo abrangente
     DEV, SVC e ACQ
   Modelo brasileiro
     A questão do idioma influencia muito
   7 níveis de maturidade
     Os resultados podem ser visualizados no “curto
     prazo”
   Custo baixo
     Comparado com o CMMI
   Foca a realidade brasileira
     Micros, pequenas e médias empresas
   Não se esqueçam que ....
     são compilação de “boas práticas”
     mostram O QUÊ fazer, e não COMO fazer
   “Depende...”
   Tudo depende da MOTIVAÇÃO.
     Qual é o nosso objetivo?
     Quem é o nosso cliente?
     Qual é a cultura da empresa?
     Etc...
   Mito!
   Processos não são (e nunca serão) a solução
    dos seus problemas!
   Um processo sozinho (mesmo aderente ao CMMI ou
    afins) nunca será a solução; mas, sozinho, ele
    pode representar todo o problema
   Mito!
   Se o trabalho com os processos for feito da
    forma correta, o herói “estilo Jack Bauer”
    deixar de existir...
   Herói potencializado
   Consegue planejar seus projetos
   Tem os recursos definidos, de acordo com o
    projeto
   Tem tempo para estudar e utilizar novas
    tecnologias
   Tem tempo para os amigos
   Consegue se divertir e até namorar...
   Herói potencializado
   Consegue planejar seus projetos
   Tem os recursos definidos, de acordo com o
    projeto
   Tem tempo para estudar e utilizar novas
    tecnologias
   Tem tempo para os amigos
   Consegue se divertir e até namorar...
   Depende...
   Os benefícios quando a empresa reflete sobre
    seus processos já foram apresentados
   Mas há muitas empresas que buscam
    somente passar em alguma auditoria ou
    obter uma certificação, fazendo com que
    seus processos sejam somente para “inglês
    ver”
   Depende...
   Se os envolvidos na execução do processo
    participarem da definição, a tendência é que
    o jogo combinado atenda todas as partes,
    evitando atividades desnecessárias
   Depende...
   O processo criou uma burocracia? Há
    punições para quem não segue?
   O diagnóstico deve ser muito bem feito
     Foto da situação atual
     Cada doença com o seu remédio...
   Saiba onde você deseja chegar
     Quais são as metas?
     “Por que estamos iniciando esta empreitada?”
   A iniciativa deve estar alinhada com a
    estratégia da empresa
   Alguém “forte” na organização deve ser o
    padrinho do projeto
   Normalmente envolve mudança cultural
     Traga o pessoal de RH para o projeto
   Conte com os “integradores”
   TODOS devem participar (desde analistas até
    diretores)
     Alguém deve gerenciar a iniciativa
   Seja “subversivo”
     Sempre questionem!
     “Por que fazer assim se podemos fazer diferente?”
   Seja um “herege”
     Cuidado com os “religiosos”!
     “Misture” práticas, metodologias, ferramentas e
     etc.
   Comunique!
   Cuidado com aqueles que só estão
    preocupados com o “diploma” na parede
   Cuidado com as "melhores práticas"
     "Melhor" para quem?
   Não queremos uma ditadura!
     Mas ninguém deseja viver em uma anarquia...
   Não se esqueçam: Os processos sempre
    estarão lá, mesmo que a empresa não os
    controle
1.   Falta do senso de urgência
2.   Falhar na criação de uma coalizão
     administrativa forte
3.   Subestimar o poder da visão
4.   Comunicar a visão de forma ineficiente
5.   Permitir que obstáculos bloqueiem a nova
     visão
6.   Falhar na criação de vitórias a curto prazo
7.   Declarar vitória prematuramente
8.   Negligenciar a incorporação sólida de
     mudanças à cultura corporativa
Benefícios de se preocupar com a Engenharia de Software
1.       Leiam o Estudo de Caso
2.       Em grupos de até 5 alunos discutam como
         um processo que contemple a Engenharia
         de Software poderia ser útil no caso da
         DevOne
         Procurem considerar também a aplicação dos
          modelos CMMI e / ou mps.Br
3.       Documentem o consenso do grupo
         Não se esqueçam: “Nome + Prontuário”
alessandro.almeida@uol.com.br
www.slideshare.net/alessandroalmeida

Engenharia de Software I - Aula 5

  • 1.
    Alessandro Almeida |www.alessandroalmeida.com
  • 2.
  • 4.
    Modelos de maturidade mantidos pelo SEI (Software Engineering Institute)  http://www.sei.cmu.edu/cmmi  Abrangem todo ciclo de vida para o desenvolvimento (CMMI-DEV) e operação de software (CMMI-SVC)  Também aborda projetos de aquisição (CMMI-ACQ)
  • 6.
    Melhoria de processo do software brasileiro  www.softex.br/mpsbr  Criado no final de 2003  Foco em micro, pequenas e médias empresas  Custo de implementação e avaliação menor  Aproximadamente, 380 empresas já foram avaliadas no modelo (mais de 70% são PME)  Níveis:  G (Parcialmente Gerenciado) até A (Em otimização)
  • 8.
    Reconhecido internacionalmente  Consolidado (quase 20 anos)  Dois tipos de abordagens para implementação  Contínua  Estágio  Empresas no mundo inteiro utilizam  Modelo abrangente  DEV, SVC e ACQ
  • 9.
    Modelo brasileiro  A questão do idioma influencia muito  7 níveis de maturidade  Os resultados podem ser visualizados no “curto prazo”  Custo baixo  Comparado com o CMMI  Foca a realidade brasileira  Micros, pequenas e médias empresas
  • 10.
    Não se esqueçam que ....  são compilação de “boas práticas”  mostram O QUÊ fazer, e não COMO fazer
  • 11.
    “Depende...”  Tudo depende da MOTIVAÇÃO.  Qual é o nosso objetivo?  Quem é o nosso cliente?  Qual é a cultura da empresa?  Etc...
  • 13.
    Mito!  Processos não são (e nunca serão) a solução dos seus problemas!  Um processo sozinho (mesmo aderente ao CMMI ou afins) nunca será a solução; mas, sozinho, ele pode representar todo o problema
  • 14.
    Mito!  Se o trabalho com os processos for feito da forma correta, o herói “estilo Jack Bauer” deixar de existir...
  • 16.
    Herói potencializado  Consegue planejar seus projetos  Tem os recursos definidos, de acordo com o projeto  Tem tempo para estudar e utilizar novas tecnologias  Tem tempo para os amigos  Consegue se divertir e até namorar...
  • 17.
    Herói potencializado  Consegue planejar seus projetos  Tem os recursos definidos, de acordo com o projeto  Tem tempo para estudar e utilizar novas tecnologias  Tem tempo para os amigos  Consegue se divertir e até namorar...
  • 18.
    Depende...  Os benefícios quando a empresa reflete sobre seus processos já foram apresentados  Mas há muitas empresas que buscam somente passar em alguma auditoria ou obter uma certificação, fazendo com que seus processos sejam somente para “inglês ver”
  • 19.
    Depende...  Se os envolvidos na execução do processo participarem da definição, a tendência é que o jogo combinado atenda todas as partes, evitando atividades desnecessárias
  • 20.
    Depende...  O processo criou uma burocracia? Há punições para quem não segue?
  • 21.
    O diagnóstico deve ser muito bem feito  Foto da situação atual  Cada doença com o seu remédio...  Saiba onde você deseja chegar  Quais são as metas?  “Por que estamos iniciando esta empreitada?”
  • 22.
    A iniciativa deve estar alinhada com a estratégia da empresa  Alguém “forte” na organização deve ser o padrinho do projeto  Normalmente envolve mudança cultural  Traga o pessoal de RH para o projeto
  • 23.
    Conte com os “integradores”  TODOS devem participar (desde analistas até diretores)  Alguém deve gerenciar a iniciativa  Seja “subversivo”  Sempre questionem!  “Por que fazer assim se podemos fazer diferente?”
  • 24.
    Seja um “herege”  Cuidado com os “religiosos”!  “Misture” práticas, metodologias, ferramentas e etc.  Comunique!
  • 25.
    Cuidado com aqueles que só estão preocupados com o “diploma” na parede  Cuidado com as "melhores práticas"  "Melhor" para quem?  Não queremos uma ditadura!  Mas ninguém deseja viver em uma anarquia...  Não se esqueçam: Os processos sempre estarão lá, mesmo que a empresa não os controle
  • 27.
    1. Falta do senso de urgência 2. Falhar na criação de uma coalizão administrativa forte 3. Subestimar o poder da visão 4. Comunicar a visão de forma ineficiente
  • 28.
    5. Permitir que obstáculos bloqueiem a nova visão 6. Falhar na criação de vitórias a curto prazo 7. Declarar vitória prematuramente 8. Negligenciar a incorporação sólida de mudanças à cultura corporativa
  • 29.
    Benefícios de sepreocupar com a Engenharia de Software
  • 30.
    1. Leiam o Estudo de Caso 2. Em grupos de até 5 alunos discutam como um processo que contemple a Engenharia de Software poderia ser útil no caso da DevOne  Procurem considerar também a aplicação dos modelos CMMI e / ou mps.Br 3. Documentem o consenso do grupo  Não se esqueçam: “Nome + Prontuário”
  • 32.