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O Redentor – Capítulo 26 e 27
 As pregações aconteciam nas sinagogas ou tribunais sendo ouvidas em silêncio pelos
assistentes;
 Qualquer assistente podia interpelar o orador;
 Era comum, tumultos devido às opiniões divergentes e contrárias a Tora;
 Jesus começou nessas sinagogas nas cidades do interior na beira dos rios a fazer suas
pregações;
 Somente após a sua fama de profeta e curador é que passou a pregar em praças
públicas e ao ar livre.
 Chegava-se com discípulos, pegava o rolo de escrituras na parte marcada com o texto
do dia e interpretava o assunto.
 Vimos que nessas interpretações Ele oferecia o Reinos de Deus, harmonia, paz e
justiça.
 Perceberam que Ele era um pregador perigoso, falava de forma revolucionária, com
autoridade e possuía profundo conhecimento das Leis.
 Em um país de povo escravo, Ele pregava libertação e igualdade
espiritual em relação aos poderosos.
 Com sua fama de ser Ele o Messias, sendo seguido pelos miseráveis
o seu prestígio aumentava cada vez mais, baseado em que Ele traria
a libertação de Israel, acabaria com a miséria, a doença e a
escravidão...
 Até os próprios discípulos pensavam assim e quando Jesus disse:
“Meu reino não é deste mundo.” As decepções ocorreram, mas a
maior foi de Judas Kerioth.
 Jesus pregava a religião sem sacerdotes e ritos exteriores. Não
aceitava intermediário entre criatura e criador. Diferente dos
sacerdotes, sempre ensinavam que somente os filhos de Abraão
mereciam as graças do céu e Jesus dizia que todos os homens são
filhos de Abraão. (De um lado egoísmo e privilégio do outro a
fraternidade universal)
 Na sua primeira visita a Sinagoga de Carfanaum impressionou a
todos não desprezou o primeiro convite e dirigiu-se a tribuna, fez a
prece “Bendito sejas, senhor, dono do universo, criador da luz e das
trevas, da paz e do amor.” Todos se espantaram, quando um
presente tomado pelo espírito gritou: “eu sei quem tu és rabi de
Nazaré, és o santo de Deus”.
 E Jesus seguro e sereno, diz afasta-se do homem, sendo obedecido
pelo espírito e todos perceberam que ali estava o profeta legítimo.
ENTENDENDO AS CURASENTENDENDO AS CURAS
Para que possamos entender as curas de Jesus é
necessário compreender quem é Jesus; só assim
poderemos saber por qual meio agia, que autoridade tinha
e qual seu conhecimento sobre as Leis Imutáveis que
regem a Criação.
São os Espíritos quem afirmam: é o guia e modelo da humanidade. É
segundo Allan Kardec o tipo mais perfeito em que podemos nos mirar para
realização da reforma moral de que necessitamos.
No livro “A Gênese” temos: É um Médium de Deus; um Messias divino;
um Espírito Superior, Puro; realizava prodígios não pela natureza de Seu corpo,
mas pela superioridade de seu Espírito. ”Assim Jesus, por ser Espírito Superior,
conhece leis que desconhecemos, podendo assim agir modificando processos
químicos, físicos, biológicos, e sem alterar o andamento da Lei Universal
aliviava as criaturas dando a cada um a oportunidade de corrigir-se através de
uma vivenciação renovada em bases de amor.
Era um médium comum?
-Não, pois não sofria influência dos Espíritos.
Na verdade ele é que os dirigia por sua condição superior. Era um
médium de Deus, pois trazia para todos a Lei do Criador em sua mais nobre
manifestação. Concluindo, temos: Jesus jamais alterou o andamento da Lei,
porém, conhecendo seus mecanismos de atuação agia oportunizando à criatura
sua libertação através de uma conduta superior.
DOENÇADOENÇA
É a falta de saúde, não é a perda da compreensão da “verdade”, é a rebeldia de não
vivê-la ou de querer ignorá-la. Portanto, adoecer não é uma tendência normal da Criatura,
mas um fato que se dá devido ao afastamento do Ser das Leis naturais que o dirigem. Este
afastamento gera em nosso psiquismo uma perturbação, que associada ao arrependimento e
às vibrações daqueles a quem prejudicamos, instala em nossa intimidade desarmonias de
longo alcance, conforme nos alerta Emmanuel: A cólera e o desespero, a crueldade e a
intemperança criam zonas mórbidas de natureza particular no cosmo orgânico, impondo às
células a distonia pela qual se anulam quase todos os recursos de defesa, abrindo-se leira
fértil à cultura de micróbios patogênicos nos órgãos menos habilitados à resistência mas não
é somente aí, no domínio das causas visíveis, que se originam os processos patológicos
multiformes.
Nossas emoções doentias mais profundas, quaisquer que sejam, geram estados
enfermiços.
Dor; A dor não é a doença, é antes uma manifestação desta... Funciona como um sinal
de que algo não vai bem, e, portanto, a rota deve ser alterada. Jesus não visava tirar a dor
física dos enfermos, buscando o alívio momentâneo; mas conscientizá-lo a trabalhar as
causas como forma de extirpar verdadeiramente a doença… não peques mais, para que te
não suceda alguma coisa pior.
SAÚDESAÚDE
É o estado do indivíduo cujas funções orgânicas, físicas e mentais se
acham em situação normal.
Assim podemos dizer que o trinômio “evolução-saúde-felicidade”, passa
a ser o objetivo fundamental da encarnação do Espírito e que o cumprimento
de tal meta se dá à medida que o Espírito entra e se mantém em sintonia com
Deus.
Aí podemos precisar a
importância do Cristo em
nossas vidas.
CURACURA
“E percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas suas sinagogas, e
pregando o evangelho do reino, e curando todas as enfermidades e moléstias no meio
do povo...” (Mateus 4: 23).
Se analisarmos a postura terapêutica do Cristo e suas curas, encontraremos
farto material simbólico e arquetípico a nos direcionar o pensamento e o sentimento
para a consciência de nosso papel co-criador e auto-curativo. Ora impunha as mãos
sobre os doentes, ora apelava para sua fé, ora utilizava o Verbo Divino, dizendo
simplesmente: “estás curado”, ou “tua fé te curou”, ou “vai e não peques mais”. Pedia
para pensarem nos entes queridos para que fossem curados também. Ou curava pela
distancia usando da palavra, como há vários exemplos nos evangelhos.
Por onde passava o povo saía às portas e as mulheres levantavam nos
braços os filhos pequenos para que o olhar dor Rabi pousasse sobre eles e assim foi
com a miséria, sofrimento, lamentos triste tinha o alívio e halos de luz e felicidade
cheio de esperança.
Nunca negou ajuda, sempre edificando almas. Transgredia as normas
hábitos e costumes ex.: curava aos sábados, desprezava o exagero das regras sobre a
pureza, para demonstrar que a caridade estava acima dos formalismos.
OUTROS LUGARESOUTROS LUGARES
Em Cafarnaum e seus arredores, efetuou inúmeras curas e beneficiou multidões
de suplicantes. Diz o evangelho que efetuou muitos “milagres” como, por
exemplo, A Pesca Maravilhosa em que faz segura demonstração dos eu poder
de vidência o qual na certa possuiria em imensa amplitude; e as multiplicações
de pães, que o espiritismo também explica como condensações fluídicas,
multiplicadas em cadeia, o que, para o Divino Mestre, era natural.
Ele disse:
“Lancem a rede do lado direito do
barco e vocês encontrarão”.
Eles a lançaram, e não conseguiam
recolher a rede, tal era a quantidade
de peixes.
(João 21:6)
 A primeira multiplicação dos pães foi realizada ao nordeste do lago da Galiléia ou de
Tiberíades em Betsaida (Tabgha), região que predominava o povo de Israel, onde
foram alimentados cinco mil pessoas além das mulheres e crianças (MT 14:20-21).
 A interpretação da passagem é que Jesus usou 7 pães para multiplicar e sobraram 7
cestos. Ele ordenou à multidão que se assentasse no chão. Depois de tomar os sete
pães e dar graças, partiu-os e os entregou aos seus discípulos, para que os servissem
à multidão; e eles o fizeram. Tinham também alguns peixes pequenos; ele deu graças
igualmente por eles e disse aos discípulos que os distribuíssem. O povo comeu até se
fartar. E ajuntaram sete cestos cheios de pedaços que sobraram. (Marcos 8: 6-8).
 O publicano Levi mesmo dentro de sua guarita, no cabeço da ponte
do porto, de cujos impostos era arrendatário sempre que podia ouvia
as pregações, todas as vezes que Jesus passava ele saía da guarita
e inclinava-se respeitosamente.
 Um dia disse-lhe: “creio que o dia da salvação vem, como Tu pregas,
Senhor, porém eu ficarei de fora, por ser um homem impuro e cheio
de imperfeições’, Jesus firmemente respondeu: “Deus anda sempre
junto daqueles que têm o coração humilde. Deixa a tentação dos bens
perecíveis e vem comigo”.
 Levi, exultante, e o abandou o posto e o seguiu, convidando-o a
repartir o pão em sua casa. Convidando vários colegas de profissão e
os discípulos do Mestre.
 O que causou grande escândalo entre os fariseus, porque era dia de
jejum e os cobradores de impostos eram gente impura; um rabi não
podia segunda Lei, sentar-se e comer com gente dessa espécie.
 No outro dia, em casa da sogra de Pedro, o povo se reuniu em volta
d’Ele, muitos ficando por fora devido a multidão de pessoas; estava
fazendo sua pregação de costume quando pelo forro da casa
começou a cair uma padiola com um paralitico deitado. Os homens
que conduziam o paralitico não conseguiam entrar pela porta...
 O doente aos pés de Jesus, com olhos tristes e macerados pede:
“Socorre-me Rabi estou cansado de sofrer” Jesus, então tomado de
compaixão diante daquela fé tão imensa diz: “Teus pecados te são
perdoados, meu filho”.
 Fariseus escandalizaram-se segundo a Lei somente Deus podia
perdoar os pecados e curar alguém.
 Jesus incisivo acrescentou “para que saibas que i Filho do Homem
tanto pode fazer uma coisa como outra, olhai e vede”.
 E ordenou o doente: “levanta-te, toma tua cama e vai para tua casa”.
Paralitico levantou e foi-se embora pelo corredor de multidão.
Assim com todo as notícias que o Rabi era um contraventor da Lei, começaram a se afastar
com isso Jesus passou a levar seus discípulos para os campos e pomares próximos, fora da
cidade para instruí-los.
Num sábado houve represália dos fariseus devido a estarem colhendo milho. Jesus os
questionou se no sábado os sacerdotes não faziam sacrifícios nos templos ou circuncisão,
nesse dia?
Ante o silêncio constrangido dos opositores Jesus disse o homem não foi feito para o
sábado, mas sim o sábado para o homem.
- Jesus entra no templo e encontra um homem que tinha a mão seca, isto
é, paralisada, e o convida a ir para o meio, a fim de que fosse visto por
todos. Vale lembrar que Jesus estava sendo observado para ver se curaria
em dia de sábado, o que era proibido pela lei de Moisés;
- Jesus não se intimida, porque sua fé é verdadeira e ativa; ele afronta os
fariseus, muito apegados à lei e cura os doentes aos sábados, mostrando
com isso que mais importante que o amor à lei é a lei de amor.
(CEGO DE BETSAIDA)(CEGO DE BETSAIDA)
Chegado a Betsaida, trouxeram-lhe um cego e lhe pediam que o tocasse.
Tomando o cego pela mão, ele o levou para fora do burgo, passou-lhe saliva nos
olhos e, havendo-lhe imposto as mãos, lhe perguntou se via alguma coisa.
- O homem, olhando, disse: Vejo a andar homens que me parecem árvores.
- Jesus lhe colocou de novo as mãos sobre os olhos e ele começou a ver
melhor. Afinal, ficou tão perfeitamente curado, que via distintamente todas as
coisas.
- Ele o mandou para casa, dizendo-lhe: Vai para tua casa; se entrares no burgo,
a ninguém digas o que se deu contigo. (S. Marcos, 8:22 a 26.)
Aqui, é evidente o efeito magnético; a cura não foi instantânea, porém gradual e
conseqüente a uma ação prolongada e reiterada, se bem que mais rápida do
que na magnetização ordinária. A primeira sensação que o homem teve foi
exatamente a que experimentam os cegos ao recobrarem a vista. Por um efeito
de óptica, os objetos lhes parecem de tamanho exagerado. (Cego de Betsaida - A
Gênese - Os milagres segundo o Espiritismo, cap. XV - Os milagres do Evangelho - Curas
- Cego de Betsaida, itens 12 e 13.)
É notável e comovente a solicitude de Jesus, tomando o cego pela mão e
o levando para fora do burgo; (designa geralmente uma cidade comercial, que se
desenvolvia fora das muralhas do núcleo urbano primitivo)
- Jesus passou saliva nos olhos do cego, não como um ritual sem sentido, mas por
conhecer os recursos do magnetismo aplicou-o com sucesso;
- Jesus o mandou para casa, dizendo-lhe: Vai para tua casa; se entrares no burgo,
a ninguém digas o que se deu contigo.
Aqui, é evidente o efeito magnético; a cura não foi
instantânea, porém gradual e conseqüente a uma
ação prolongada e reiterada, se bem que mais rápida
do que na magnetização ordinária. A primeira
sensação que o homem teve foi exatamente a que
experimentam os cegos ao recobrarem a vista. Por
um efeito de óptica, os objetos lhes parecem de
tamanho exagerado. (Cego de Betsaida - A Gênese - Os
milagres segundo o Espiritismo, cap. XV - Os milagres do
Evangelho - Curas - Cego de Betsaida, itens 12 e 13.)
(OS DEZ LEPROSOS)(OS DEZ LEPROSOS)
Um dia, indo ele para Jerusalém, passava pelos confins da Samaria e da Galileia
- e, estando prestes a entrar numa aldeia, dez leprosos vieram ao seu encontro e,
conservando-se afastados, clamaram em altas vozes: Jesus, Senhor nosso, tem
compaixão de nós. - Dando com eles, disse-lhes Jesus: Ide mostrar-vos aos
sacerdotes. Quando iam a caminho, ficaram curados.
Um deles, vendo-se curado, voltou sobre seus passos, glorificando a Deus em
altas vozes; - e foi lançar-se aos pés de Jesus, com o rosto em terra, a lhe render
graças. Esse era samaritano.
Disse então Jesus: Não foram curados todos dez? Onde estão os outros nove? -
Nenhum deles houve que voltasse e glorificasse a Deus, a não ser este estrangeiro? -
E disse a esse: Levanta-te; vai; tua fé te salvou. (S. Lucas, 17:11 a 19.)
Os samaritanos eram cismáticos, mais ou menos como os protestantes com
relação aos católicos, e os judeus os tinham em desprezo, como heréticos. Curando
indistintamente os judeus e os samaritanos, dava Jesus, ao mesmo tempo, uma lição e
um exemplo de tolerância; e fazendo ressaltar que só o samaritano voltara a glorificar a
Deus, mostrava que havia nele maior soma de verdadeira fé e de reconhecimento, do
que nos que se diziam ortodoxos. Acrescentando: “Tua fé te salvou”, fez ver que Deus
considera o que há no âmago do coração e não a forma exterior da adoração.
Entretanto, também os outros tinham sido curados. Fora que tal se verificasse, para que
ele pudesse dar a lição que tinha em vista e tornar-lhes evidente a ingratidão. Quem
sabe, porém, o que daí lhes haja resultado; quem sabe se eles terão se beneficiado da
graça que lhes foi concedida? Dizendo ao samaritano: “Tua fé te salvou”, dá Jesus a
entender que o mesmo não aconteceu aos outros. Os dez leprosos - A Gênese - Os
milagres segundo o Espiritismo, cap. XV - Os milagres do Evangelho - Curas - Os dez
leprosos, itens 16 e 17.
Jesus pode curar todas as enfermidadesJesus pode curar todas as enfermidades
existentes na Humanidade?existentes na Humanidade?
No primeiro caso, o de alívio de sintomas, Jesus
pode atuar curando-nos em qualquer momento que
deseje, pois tem total domínio sobre os processos
químicos da matéria. Não sabemos se o fará, por
questões de conveniência e porque só fará o que for
útil à economia de nossa alma imortal.
Quanto à cura definitiva, nada poderá fazer a não
ser indicar-nos o caminho, para que através de nossa
própria vontade e determinação possamos
conscientemente segui-lo em favor de nossa
libertação.
  
Pode qualquer um de nós realizar as curas quePode qualquer um de nós realizar as curas que
Jesus realizou?Jesus realizou?
Não podemos esquecer, como já dissemos várias
vezes, que Jesus é um Espírito Puro, já venceu etapas que
nós ainda temos de percorrer.
Porém, se não podemos hoje agir em igualdade de
condições, foi ele mesmo que afirmou:“Na verdade, na
verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará
as obras que eu faço e as fará maiores do que estas,
porque eu vou para meu Pai.”
Deixando claro que grandes coisas poderemos ainda
realizar se aderirmos à proposta do Evangelho, como assim
fizeram Pedro, Paulo, Francisco de Assis, Madre Teresa de
Calcutá, Chico Xavier, entre outros.
Eae 28 Pregações e curas

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Eae 28 Pregações e curas

  • 1. O Redentor – Capítulo 26 e 27
  • 2.  As pregações aconteciam nas sinagogas ou tribunais sendo ouvidas em silêncio pelos assistentes;  Qualquer assistente podia interpelar o orador;  Era comum, tumultos devido às opiniões divergentes e contrárias a Tora;  Jesus começou nessas sinagogas nas cidades do interior na beira dos rios a fazer suas pregações;  Somente após a sua fama de profeta e curador é que passou a pregar em praças públicas e ao ar livre.  Chegava-se com discípulos, pegava o rolo de escrituras na parte marcada com o texto do dia e interpretava o assunto.  Vimos que nessas interpretações Ele oferecia o Reinos de Deus, harmonia, paz e justiça.  Perceberam que Ele era um pregador perigoso, falava de forma revolucionária, com autoridade e possuía profundo conhecimento das Leis.
  • 3.  Em um país de povo escravo, Ele pregava libertação e igualdade espiritual em relação aos poderosos.  Com sua fama de ser Ele o Messias, sendo seguido pelos miseráveis o seu prestígio aumentava cada vez mais, baseado em que Ele traria a libertação de Israel, acabaria com a miséria, a doença e a escravidão...  Até os próprios discípulos pensavam assim e quando Jesus disse: “Meu reino não é deste mundo.” As decepções ocorreram, mas a maior foi de Judas Kerioth.  Jesus pregava a religião sem sacerdotes e ritos exteriores. Não aceitava intermediário entre criatura e criador. Diferente dos sacerdotes, sempre ensinavam que somente os filhos de Abraão mereciam as graças do céu e Jesus dizia que todos os homens são filhos de Abraão. (De um lado egoísmo e privilégio do outro a fraternidade universal)
  • 4.  Na sua primeira visita a Sinagoga de Carfanaum impressionou a todos não desprezou o primeiro convite e dirigiu-se a tribuna, fez a prece “Bendito sejas, senhor, dono do universo, criador da luz e das trevas, da paz e do amor.” Todos se espantaram, quando um presente tomado pelo espírito gritou: “eu sei quem tu és rabi de Nazaré, és o santo de Deus”.  E Jesus seguro e sereno, diz afasta-se do homem, sendo obedecido pelo espírito e todos perceberam que ali estava o profeta legítimo.
  • 5. ENTENDENDO AS CURASENTENDENDO AS CURAS Para que possamos entender as curas de Jesus é necessário compreender quem é Jesus; só assim poderemos saber por qual meio agia, que autoridade tinha e qual seu conhecimento sobre as Leis Imutáveis que regem a Criação.
  • 6. São os Espíritos quem afirmam: é o guia e modelo da humanidade. É segundo Allan Kardec o tipo mais perfeito em que podemos nos mirar para realização da reforma moral de que necessitamos. No livro “A Gênese” temos: É um Médium de Deus; um Messias divino; um Espírito Superior, Puro; realizava prodígios não pela natureza de Seu corpo, mas pela superioridade de seu Espírito. ”Assim Jesus, por ser Espírito Superior, conhece leis que desconhecemos, podendo assim agir modificando processos químicos, físicos, biológicos, e sem alterar o andamento da Lei Universal aliviava as criaturas dando a cada um a oportunidade de corrigir-se através de uma vivenciação renovada em bases de amor. Era um médium comum? -Não, pois não sofria influência dos Espíritos. Na verdade ele é que os dirigia por sua condição superior. Era um médium de Deus, pois trazia para todos a Lei do Criador em sua mais nobre manifestação. Concluindo, temos: Jesus jamais alterou o andamento da Lei, porém, conhecendo seus mecanismos de atuação agia oportunizando à criatura sua libertação através de uma conduta superior.
  • 7. DOENÇADOENÇA É a falta de saúde, não é a perda da compreensão da “verdade”, é a rebeldia de não vivê-la ou de querer ignorá-la. Portanto, adoecer não é uma tendência normal da Criatura, mas um fato que se dá devido ao afastamento do Ser das Leis naturais que o dirigem. Este afastamento gera em nosso psiquismo uma perturbação, que associada ao arrependimento e às vibrações daqueles a quem prejudicamos, instala em nossa intimidade desarmonias de longo alcance, conforme nos alerta Emmanuel: A cólera e o desespero, a crueldade e a intemperança criam zonas mórbidas de natureza particular no cosmo orgânico, impondo às células a distonia pela qual se anulam quase todos os recursos de defesa, abrindo-se leira fértil à cultura de micróbios patogênicos nos órgãos menos habilitados à resistência mas não é somente aí, no domínio das causas visíveis, que se originam os processos patológicos multiformes. Nossas emoções doentias mais profundas, quaisquer que sejam, geram estados enfermiços. Dor; A dor não é a doença, é antes uma manifestação desta... Funciona como um sinal de que algo não vai bem, e, portanto, a rota deve ser alterada. Jesus não visava tirar a dor física dos enfermos, buscando o alívio momentâneo; mas conscientizá-lo a trabalhar as causas como forma de extirpar verdadeiramente a doença… não peques mais, para que te não suceda alguma coisa pior.
  • 8. SAÚDESAÚDE É o estado do indivíduo cujas funções orgânicas, físicas e mentais se acham em situação normal. Assim podemos dizer que o trinômio “evolução-saúde-felicidade”, passa a ser o objetivo fundamental da encarnação do Espírito e que o cumprimento de tal meta se dá à medida que o Espírito entra e se mantém em sintonia com Deus. Aí podemos precisar a importância do Cristo em nossas vidas.
  • 9. CURACURA “E percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas suas sinagogas, e pregando o evangelho do reino, e curando todas as enfermidades e moléstias no meio do povo...” (Mateus 4: 23). Se analisarmos a postura terapêutica do Cristo e suas curas, encontraremos farto material simbólico e arquetípico a nos direcionar o pensamento e o sentimento para a consciência de nosso papel co-criador e auto-curativo. Ora impunha as mãos sobre os doentes, ora apelava para sua fé, ora utilizava o Verbo Divino, dizendo simplesmente: “estás curado”, ou “tua fé te curou”, ou “vai e não peques mais”. Pedia para pensarem nos entes queridos para que fossem curados também. Ou curava pela distancia usando da palavra, como há vários exemplos nos evangelhos. Por onde passava o povo saía às portas e as mulheres levantavam nos braços os filhos pequenos para que o olhar dor Rabi pousasse sobre eles e assim foi com a miséria, sofrimento, lamentos triste tinha o alívio e halos de luz e felicidade cheio de esperança. Nunca negou ajuda, sempre edificando almas. Transgredia as normas hábitos e costumes ex.: curava aos sábados, desprezava o exagero das regras sobre a pureza, para demonstrar que a caridade estava acima dos formalismos.
  • 10. OUTROS LUGARESOUTROS LUGARES Em Cafarnaum e seus arredores, efetuou inúmeras curas e beneficiou multidões de suplicantes. Diz o evangelho que efetuou muitos “milagres” como, por exemplo, A Pesca Maravilhosa em que faz segura demonstração dos eu poder de vidência o qual na certa possuiria em imensa amplitude; e as multiplicações de pães, que o espiritismo também explica como condensações fluídicas, multiplicadas em cadeia, o que, para o Divino Mestre, era natural. Ele disse: “Lancem a rede do lado direito do barco e vocês encontrarão”. Eles a lançaram, e não conseguiam recolher a rede, tal era a quantidade de peixes. (João 21:6)
  • 11.  A primeira multiplicação dos pães foi realizada ao nordeste do lago da Galiléia ou de Tiberíades em Betsaida (Tabgha), região que predominava o povo de Israel, onde foram alimentados cinco mil pessoas além das mulheres e crianças (MT 14:20-21).  A interpretação da passagem é que Jesus usou 7 pães para multiplicar e sobraram 7 cestos. Ele ordenou à multidão que se assentasse no chão. Depois de tomar os sete pães e dar graças, partiu-os e os entregou aos seus discípulos, para que os servissem à multidão; e eles o fizeram. Tinham também alguns peixes pequenos; ele deu graças igualmente por eles e disse aos discípulos que os distribuíssem. O povo comeu até se fartar. E ajuntaram sete cestos cheios de pedaços que sobraram. (Marcos 8: 6-8).
  • 12.  O publicano Levi mesmo dentro de sua guarita, no cabeço da ponte do porto, de cujos impostos era arrendatário sempre que podia ouvia as pregações, todas as vezes que Jesus passava ele saía da guarita e inclinava-se respeitosamente.  Um dia disse-lhe: “creio que o dia da salvação vem, como Tu pregas, Senhor, porém eu ficarei de fora, por ser um homem impuro e cheio de imperfeições’, Jesus firmemente respondeu: “Deus anda sempre junto daqueles que têm o coração humilde. Deixa a tentação dos bens perecíveis e vem comigo”.  Levi, exultante, e o abandou o posto e o seguiu, convidando-o a repartir o pão em sua casa. Convidando vários colegas de profissão e os discípulos do Mestre.  O que causou grande escândalo entre os fariseus, porque era dia de jejum e os cobradores de impostos eram gente impura; um rabi não podia segunda Lei, sentar-se e comer com gente dessa espécie.
  • 13.  No outro dia, em casa da sogra de Pedro, o povo se reuniu em volta d’Ele, muitos ficando por fora devido a multidão de pessoas; estava fazendo sua pregação de costume quando pelo forro da casa começou a cair uma padiola com um paralitico deitado. Os homens que conduziam o paralitico não conseguiam entrar pela porta...  O doente aos pés de Jesus, com olhos tristes e macerados pede: “Socorre-me Rabi estou cansado de sofrer” Jesus, então tomado de compaixão diante daquela fé tão imensa diz: “Teus pecados te são perdoados, meu filho”.  Fariseus escandalizaram-se segundo a Lei somente Deus podia perdoar os pecados e curar alguém.  Jesus incisivo acrescentou “para que saibas que i Filho do Homem tanto pode fazer uma coisa como outra, olhai e vede”.  E ordenou o doente: “levanta-te, toma tua cama e vai para tua casa”. Paralitico levantou e foi-se embora pelo corredor de multidão.
  • 14. Assim com todo as notícias que o Rabi era um contraventor da Lei, começaram a se afastar com isso Jesus passou a levar seus discípulos para os campos e pomares próximos, fora da cidade para instruí-los. Num sábado houve represália dos fariseus devido a estarem colhendo milho. Jesus os questionou se no sábado os sacerdotes não faziam sacrifícios nos templos ou circuncisão, nesse dia? Ante o silêncio constrangido dos opositores Jesus disse o homem não foi feito para o sábado, mas sim o sábado para o homem.
  • 15. - Jesus entra no templo e encontra um homem que tinha a mão seca, isto é, paralisada, e o convida a ir para o meio, a fim de que fosse visto por todos. Vale lembrar que Jesus estava sendo observado para ver se curaria em dia de sábado, o que era proibido pela lei de Moisés; - Jesus não se intimida, porque sua fé é verdadeira e ativa; ele afronta os fariseus, muito apegados à lei e cura os doentes aos sábados, mostrando com isso que mais importante que o amor à lei é a lei de amor.
  • 16. (CEGO DE BETSAIDA)(CEGO DE BETSAIDA) Chegado a Betsaida, trouxeram-lhe um cego e lhe pediam que o tocasse. Tomando o cego pela mão, ele o levou para fora do burgo, passou-lhe saliva nos olhos e, havendo-lhe imposto as mãos, lhe perguntou se via alguma coisa. - O homem, olhando, disse: Vejo a andar homens que me parecem árvores. - Jesus lhe colocou de novo as mãos sobre os olhos e ele começou a ver melhor. Afinal, ficou tão perfeitamente curado, que via distintamente todas as coisas. - Ele o mandou para casa, dizendo-lhe: Vai para tua casa; se entrares no burgo, a ninguém digas o que se deu contigo. (S. Marcos, 8:22 a 26.) Aqui, é evidente o efeito magnético; a cura não foi instantânea, porém gradual e conseqüente a uma ação prolongada e reiterada, se bem que mais rápida do que na magnetização ordinária. A primeira sensação que o homem teve foi exatamente a que experimentam os cegos ao recobrarem a vista. Por um efeito de óptica, os objetos lhes parecem de tamanho exagerado. (Cego de Betsaida - A Gênese - Os milagres segundo o Espiritismo, cap. XV - Os milagres do Evangelho - Curas - Cego de Betsaida, itens 12 e 13.)
  • 17. É notável e comovente a solicitude de Jesus, tomando o cego pela mão e o levando para fora do burgo; (designa geralmente uma cidade comercial, que se desenvolvia fora das muralhas do núcleo urbano primitivo) - Jesus passou saliva nos olhos do cego, não como um ritual sem sentido, mas por conhecer os recursos do magnetismo aplicou-o com sucesso; - Jesus o mandou para casa, dizendo-lhe: Vai para tua casa; se entrares no burgo, a ninguém digas o que se deu contigo. Aqui, é evidente o efeito magnético; a cura não foi instantânea, porém gradual e conseqüente a uma ação prolongada e reiterada, se bem que mais rápida do que na magnetização ordinária. A primeira sensação que o homem teve foi exatamente a que experimentam os cegos ao recobrarem a vista. Por um efeito de óptica, os objetos lhes parecem de tamanho exagerado. (Cego de Betsaida - A Gênese - Os milagres segundo o Espiritismo, cap. XV - Os milagres do Evangelho - Curas - Cego de Betsaida, itens 12 e 13.)
  • 18. (OS DEZ LEPROSOS)(OS DEZ LEPROSOS) Um dia, indo ele para Jerusalém, passava pelos confins da Samaria e da Galileia - e, estando prestes a entrar numa aldeia, dez leprosos vieram ao seu encontro e, conservando-se afastados, clamaram em altas vozes: Jesus, Senhor nosso, tem compaixão de nós. - Dando com eles, disse-lhes Jesus: Ide mostrar-vos aos sacerdotes. Quando iam a caminho, ficaram curados. Um deles, vendo-se curado, voltou sobre seus passos, glorificando a Deus em altas vozes; - e foi lançar-se aos pés de Jesus, com o rosto em terra, a lhe render graças. Esse era samaritano. Disse então Jesus: Não foram curados todos dez? Onde estão os outros nove? - Nenhum deles houve que voltasse e glorificasse a Deus, a não ser este estrangeiro? - E disse a esse: Levanta-te; vai; tua fé te salvou. (S. Lucas, 17:11 a 19.) Os samaritanos eram cismáticos, mais ou menos como os protestantes com relação aos católicos, e os judeus os tinham em desprezo, como heréticos. Curando indistintamente os judeus e os samaritanos, dava Jesus, ao mesmo tempo, uma lição e um exemplo de tolerância; e fazendo ressaltar que só o samaritano voltara a glorificar a Deus, mostrava que havia nele maior soma de verdadeira fé e de reconhecimento, do que nos que se diziam ortodoxos. Acrescentando: “Tua fé te salvou”, fez ver que Deus considera o que há no âmago do coração e não a forma exterior da adoração. Entretanto, também os outros tinham sido curados. Fora que tal se verificasse, para que ele pudesse dar a lição que tinha em vista e tornar-lhes evidente a ingratidão. Quem sabe, porém, o que daí lhes haja resultado; quem sabe se eles terão se beneficiado da graça que lhes foi concedida? Dizendo ao samaritano: “Tua fé te salvou”, dá Jesus a entender que o mesmo não aconteceu aos outros. Os dez leprosos - A Gênese - Os milagres segundo o Espiritismo, cap. XV - Os milagres do Evangelho - Curas - Os dez leprosos, itens 16 e 17.
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  • 21. Jesus pode curar todas as enfermidadesJesus pode curar todas as enfermidades existentes na Humanidade?existentes na Humanidade? No primeiro caso, o de alívio de sintomas, Jesus pode atuar curando-nos em qualquer momento que deseje, pois tem total domínio sobre os processos químicos da matéria. Não sabemos se o fará, por questões de conveniência e porque só fará o que for útil à economia de nossa alma imortal. Quanto à cura definitiva, nada poderá fazer a não ser indicar-nos o caminho, para que através de nossa própria vontade e determinação possamos conscientemente segui-lo em favor de nossa libertação.
  • 22.    Pode qualquer um de nós realizar as curas quePode qualquer um de nós realizar as curas que Jesus realizou?Jesus realizou? Não podemos esquecer, como já dissemos várias vezes, que Jesus é um Espírito Puro, já venceu etapas que nós ainda temos de percorrer. Porém, se não podemos hoje agir em igualdade de condições, foi ele mesmo que afirmou:“Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.” Deixando claro que grandes coisas poderemos ainda realizar se aderirmos à proposta do Evangelho, como assim fizeram Pedro, Paulo, Francisco de Assis, Madre Teresa de Calcutá, Chico Xavier, entre outros.