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INFÂNCIA E JUVENTUDE DO MESSIAS
AULA 16 - EAE
OBJETIVOS
Um breve relato de:
 Como era a Cidade de Nazaré, a mentalidade da época.
 Como foi a infância de Jesus.
 A proteção que teve.
 Como foi a criação de Jesus
NAZARÉ
 População de aproximadamente
5.000 habitantes.
 Pouso obrigatório de caravanas
que vinham de Damasco ou de
Jerusalém e, por isso mesmo,
lugar mal frequentado e de má
fama. Da onde se vem: pode vir
alguma coisa boa de Nazaré?
 Região desprezada pelos
Judeus por ser habitada por
homens rústicos, poucos fiéis as
leis e ritos judaicos.
 Na cidadezinha todos se dedicavam ao trabalho, sol a sol, pois
eram pobres, quase que sem exceção.
 Aliás todo israelita que se presava aprendia um ofício.
 Havia um refrão dizendo. “Aquele que não ensina um ofício a
seu filho, prepara-o para salteador de estrada”.
 Paulo de Tarso: tecelão
 Nicodemos: barbeiro
 Judas: oleiro
 José: carpinteiro
 Jesus: após a morte de José usou o ofício de carpinteiro.
 A rota de Nazaré a Jerusalém tinha 140 quilômetros e era percorrida
em 3 dias.
 Era um aglomerado de casinhas baixas, na maior parte encravadas
nas encostas dos morros, casas rústicas mal ventiladas, escuras,
porém frescas no verão e bem protegidas no inverno.
 Era rodeada de oliveiras e vinhedos, que desciam das encostas
formando degraus.
 Nazaré fica perto de Serofis a capital da província, cidade
importante, onde havia escolas, academias e inúmeras sinagogas,
letrados...
 Possuía vários poços de água e albergues para os caravaneiros,
floresciam ali as tendas de ferreiros, carpinteiros e outros artífices
que trabalhavam para atender às necessidades das caravanas.
 Nazaré ficava bem no centro da Galileia que, por sua vez, era
habitada por uma mistura de raças, sírios, fenícios, babilônicos e
gregos.
 Seus vestuários simples, túnicas de lã fina, amarrada a cintura com
cadarço de linho, descalços ou com sola de madeira aos pés.
 Palestina era dividida por homens:
Puros: cultos, cumpridores com exatidão da Lei.
Impuros: rústicos, homens da terra, mistura de raças.
 Sendo Simão Pedro palestino foi reconhecido pela sua voz quando
negou o mestre na noite do julgamento, foi desmascarado quando
a funcionária da casa disse: “Tú és também dessa gente, te
reconheço pela fala”.
A INFÂNCIA E JUVENTUDE DO MESSIAS
 Após seu nascimento e o encantamento que Jesus causou, a vida
de Maria foi voltando ao normal seu casamento com José havia
trazido outras 05 crianças para cuidar.
 José enaltecido com seu primeiro filho com Maria tiveram muitos
momentos felizes, visitas de todos os amigos e parentes.
 Jesus cresceu radiante de beleza, amor e paz que se sentia estando
próximo a Ele.
 Jesus aos seus 10 anos ajudava a mãe e sempre foi atencioso com
os velhos e doentes prestava auxilio junto ao poço quando iam
buscar água, era nesse momento à tardezinha que as famílias se
encontravam, as crianças brincavam, mulheres conversavam, era
um momento de descanso para os trabalhos do dia.
 Jesus jamais carregava a jarra da moça sem antes servir à idosa.
 Iam ao Templo, mas suas qualidades o colocaram em evidência,
assim seus estudos foram em casa com José e Maria com o auxílio
do Hanzan da sinagoga local.
 Era uma criança muito sincera. O que causava espanto devido a
pouca idade.
 Fugia do balburdio dos companheiros, caia na relva macia
debaixo das figueiras para refrigerar a mente...
 Jesus era divertido, espontâneo em suas travessuras, sem
humilhar ou maltratar companheiros ou animais.
 De conduta angélica prematura entre os demais seres e, por
isso semeava constrangimentos nos hipócritas, atemorizava os
cruéis, que o censuravam, zombando das suas comiserações
pelos insetos, vermes ou répteis.
 As trevas vigiavam-no incessantemente para desfechar o ataque
perigoso a sua delicadíssima rede neurocerebral, a fim de lesá-
lo no contato sadio com a matéria e, isto só era impedido graças
aos seus fieis amigos desencarnados.
 Jamais alguém, no Espaço ou na Terra, poderia ofender ou lesar
a contextura espiritual de Jesus, tal a sua integridade sideral,
mas não seria impossível atingis o seu equipo carnal.
 Pergunta: Quais outros detalhes que ainda nos podeis oferecer sobre a
vida do menino Jesus, pois tem sido tão contraditória a narrativa de sua
infância?
 Ramatís:
Em resumo: Era um menino que jamais guardava ressentimento de alguém,
mostrando-se absolutamente imune as ofensas e aos insultos alheios.
Imparcial e sincero em suas amizades, ele não diferenciava nenhum
companheiro, por mais deserdado ou subversivo; não traia, não intrigava,
não zombava e nem humilhava.
Ninguém o viu usar qualquer meio para ferir um pássaro, destruir um réptil,
inseto ou batráquio (sapos).
Curvava-se no solo e colhia o verme repelente na folha do vegetal, pondo-o
fora do alcance das pisaduras humanas.
Sob o espanto dos próprios adultos, ele deliciava-se com a carreira de
formigas supercarregadas de partículas de alimentos ou folhas tenras, com
os retalhos de madeira da carpintaria de José, construía túneis para livrá-las
de serem esmagadas pelas criaturas que ali cruzassem os caminhos.
 Certas vezes, Maria e José mortificavam-se dolorosamente, ao
encontrar Jesus conversando animadamente com as aves e os
animais que, em verdade, pareciam entendê-lo.
 Advertia, censurava e aconselhava patos, cães, marrecos,
galinhas, cordeiros e cabritos, apontando-lhes a imprudência e os
perigos do mundo.
 Curtiu noites de insônia, depois que viu, estarrecido, os bois
tombarem um atrás do outro pela goela vomitando sangue feridos
mortalmente pela lança dos magarefes (carniceiros, açougueiros).
 Mesmo depois de adulto, ele custava a se dominar diante dos
quadros lúgubres do Templo de Jerusalém, onde os sacerdotes
oficiavam a Jeová, respingado o sangue dos animais e das aves
inocentes.
JERUSALÉM
 Jerusalém era a capital nacional, famosa em todo o mundo
antigo, centro da vida religiosa, sede do governo nacional,
situada sobre um altiplano de quase mil metros de altitude,
defendida por 5 quilômetros de muralhas e profundo vales e
montes, num dos quais estava localizado o Grande Templo.
 Possuía 03 bairros: Cidade Alta (ricos), Cidade Baixa (pobres),
Bairro do Templo.
 Normalmente, sua população era entre 65 a 70 mil habitantes,
numero este permanentemente multiplicado pelo movimento
intenso de forasteiro e peregrinos.
O TEMPLO
JESUS NO TEMPLO
 Pela páscoa do ano 12, tendo atingindo idade legal, que lhe
permitia certa independência, Jesus, pela primeira vez
acompanhou sua família na peregrinação de costume, no mês do
Nizan ou seja Março. Quando foi o episódio de seu sumiço.
 Nessa época todos os pontos da Palestina e de países vizinhos,
reuniam-se na capital judaica, caravanas inumeráveis de
peregrinos que se reuniam segundo as procedências, interesses,
amizades, laços de família, por onde passavam mais agregados se
juntavam, de acordo com o guia e com a segurança do viajante que
tinham com eles seguranças armados.
 A caminho de Nazaré à Jerusalém, após a cidade de Siquém,
tornava-se perigosa por causa dos bandos de malfeitores romanos,
heroidianos e mesmo judeus, que infestavam a ermos.
 Além disso, Siquém ficava na Samaria, região detestada e proibida.
 Por esta rota, ao terceiro dia, os peregrinos atingiam a Capital,
passando, ao chegar, pela via das rochas vermelhas que
chamavam de caminho de sangue.
 Por fim subiam ao Monte das Oliveiras, do cimo do qual avistava-
se as cúpulas douradas do Grande Templo.
 Agitavam então as palmas, arrancadas do arvoredo rasteiro e
entoavam o “cântico dos degraus”, de Davi: “Hallel! Hallel!!
Haleluia!
 Nossos passos se detêm às tuas portas, oh! Jerusalém. Esse
canto bem representava a alegria intensa da chegada em
Jerusalém.
BIBLIOGRAFIA
 O Redentor - Cap. 7 a 10 - Edgard Armond - Ed. Aliança
 Boa Nova - Cap. 2 - Humberto de Campos / Chico Xavier - FEB
 O Sublime Peregrino - Cap. 11, 12 e 20 - Ramatis / Hercílio Maes - Ed. Freitas
Bastos
 Maria - Parte II cap. 6 a 16, parte III cap. 1 a 3 - Scholem Asch - Ed. Nacional
 Filosofia Cósmica do Evangelho - Huberto Rohden - Ed. Alvorada
 Jesus Nazareno - Parte I pág. 54 a 58 - Huberto Rohden - Ed. Alvorada
 E a Bíblia Tinha Razão - Werner Keller - Círculo do Livro
 A Gênese - Cap. 17 – Allan Kardec - FEB
 A Vida Cotidiana na Palestina no tempo de Jesus - Daniel Pops - Ed. Liv. Bras.-
Lisboa
 Ave Luz - Miramez / João Nunes Maia - Ed. Fonte Viva
 Maria de Nazaré – Cap. 9 a 20 – Roque Jacinto – Ed. Luz no Lar
 Harpas Eternas – Josefa Rosalia Luque Alvarez – Vol. I e II
 https://www.youtube.com/watch?v=_a3InzLEMbQ&list=PL31F32E21D67DE8AE&
index=10

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EAE 16 - Infância e Juventude do Messias

  • 1. INFÂNCIA E JUVENTUDE DO MESSIAS AULA 16 - EAE
  • 2. OBJETIVOS Um breve relato de:  Como era a Cidade de Nazaré, a mentalidade da época.  Como foi a infância de Jesus.  A proteção que teve.  Como foi a criação de Jesus
  • 3. NAZARÉ  População de aproximadamente 5.000 habitantes.  Pouso obrigatório de caravanas que vinham de Damasco ou de Jerusalém e, por isso mesmo, lugar mal frequentado e de má fama. Da onde se vem: pode vir alguma coisa boa de Nazaré?  Região desprezada pelos Judeus por ser habitada por homens rústicos, poucos fiéis as leis e ritos judaicos.
  • 4.  Na cidadezinha todos se dedicavam ao trabalho, sol a sol, pois eram pobres, quase que sem exceção.  Aliás todo israelita que se presava aprendia um ofício.  Havia um refrão dizendo. “Aquele que não ensina um ofício a seu filho, prepara-o para salteador de estrada”.  Paulo de Tarso: tecelão  Nicodemos: barbeiro  Judas: oleiro  José: carpinteiro  Jesus: após a morte de José usou o ofício de carpinteiro.
  • 5.  A rota de Nazaré a Jerusalém tinha 140 quilômetros e era percorrida em 3 dias.  Era um aglomerado de casinhas baixas, na maior parte encravadas nas encostas dos morros, casas rústicas mal ventiladas, escuras, porém frescas no verão e bem protegidas no inverno.  Era rodeada de oliveiras e vinhedos, que desciam das encostas formando degraus.  Nazaré fica perto de Serofis a capital da província, cidade importante, onde havia escolas, academias e inúmeras sinagogas, letrados...  Possuía vários poços de água e albergues para os caravaneiros, floresciam ali as tendas de ferreiros, carpinteiros e outros artífices que trabalhavam para atender às necessidades das caravanas.
  • 6.
  • 7.  Nazaré ficava bem no centro da Galileia que, por sua vez, era habitada por uma mistura de raças, sírios, fenícios, babilônicos e gregos.  Seus vestuários simples, túnicas de lã fina, amarrada a cintura com cadarço de linho, descalços ou com sola de madeira aos pés.  Palestina era dividida por homens: Puros: cultos, cumpridores com exatidão da Lei. Impuros: rústicos, homens da terra, mistura de raças.  Sendo Simão Pedro palestino foi reconhecido pela sua voz quando negou o mestre na noite do julgamento, foi desmascarado quando a funcionária da casa disse: “Tú és também dessa gente, te reconheço pela fala”.
  • 8. A INFÂNCIA E JUVENTUDE DO MESSIAS  Após seu nascimento e o encantamento que Jesus causou, a vida de Maria foi voltando ao normal seu casamento com José havia trazido outras 05 crianças para cuidar.  José enaltecido com seu primeiro filho com Maria tiveram muitos momentos felizes, visitas de todos os amigos e parentes.  Jesus cresceu radiante de beleza, amor e paz que se sentia estando próximo a Ele.
  • 9.  Jesus aos seus 10 anos ajudava a mãe e sempre foi atencioso com os velhos e doentes prestava auxilio junto ao poço quando iam buscar água, era nesse momento à tardezinha que as famílias se encontravam, as crianças brincavam, mulheres conversavam, era um momento de descanso para os trabalhos do dia.  Jesus jamais carregava a jarra da moça sem antes servir à idosa.  Iam ao Templo, mas suas qualidades o colocaram em evidência, assim seus estudos foram em casa com José e Maria com o auxílio do Hanzan da sinagoga local.  Era uma criança muito sincera. O que causava espanto devido a pouca idade.
  • 10.  Fugia do balburdio dos companheiros, caia na relva macia debaixo das figueiras para refrigerar a mente...  Jesus era divertido, espontâneo em suas travessuras, sem humilhar ou maltratar companheiros ou animais.  De conduta angélica prematura entre os demais seres e, por isso semeava constrangimentos nos hipócritas, atemorizava os cruéis, que o censuravam, zombando das suas comiserações pelos insetos, vermes ou répteis.
  • 11.  As trevas vigiavam-no incessantemente para desfechar o ataque perigoso a sua delicadíssima rede neurocerebral, a fim de lesá- lo no contato sadio com a matéria e, isto só era impedido graças aos seus fieis amigos desencarnados.  Jamais alguém, no Espaço ou na Terra, poderia ofender ou lesar a contextura espiritual de Jesus, tal a sua integridade sideral, mas não seria impossível atingis o seu equipo carnal.
  • 12.  Pergunta: Quais outros detalhes que ainda nos podeis oferecer sobre a vida do menino Jesus, pois tem sido tão contraditória a narrativa de sua infância?  Ramatís: Em resumo: Era um menino que jamais guardava ressentimento de alguém, mostrando-se absolutamente imune as ofensas e aos insultos alheios. Imparcial e sincero em suas amizades, ele não diferenciava nenhum companheiro, por mais deserdado ou subversivo; não traia, não intrigava, não zombava e nem humilhava. Ninguém o viu usar qualquer meio para ferir um pássaro, destruir um réptil, inseto ou batráquio (sapos). Curvava-se no solo e colhia o verme repelente na folha do vegetal, pondo-o fora do alcance das pisaduras humanas. Sob o espanto dos próprios adultos, ele deliciava-se com a carreira de formigas supercarregadas de partículas de alimentos ou folhas tenras, com os retalhos de madeira da carpintaria de José, construía túneis para livrá-las de serem esmagadas pelas criaturas que ali cruzassem os caminhos.
  • 13.  Certas vezes, Maria e José mortificavam-se dolorosamente, ao encontrar Jesus conversando animadamente com as aves e os animais que, em verdade, pareciam entendê-lo.  Advertia, censurava e aconselhava patos, cães, marrecos, galinhas, cordeiros e cabritos, apontando-lhes a imprudência e os perigos do mundo.  Curtiu noites de insônia, depois que viu, estarrecido, os bois tombarem um atrás do outro pela goela vomitando sangue feridos mortalmente pela lança dos magarefes (carniceiros, açougueiros).  Mesmo depois de adulto, ele custava a se dominar diante dos quadros lúgubres do Templo de Jerusalém, onde os sacerdotes oficiavam a Jeová, respingado o sangue dos animais e das aves inocentes.
  • 14. JERUSALÉM  Jerusalém era a capital nacional, famosa em todo o mundo antigo, centro da vida religiosa, sede do governo nacional, situada sobre um altiplano de quase mil metros de altitude, defendida por 5 quilômetros de muralhas e profundo vales e montes, num dos quais estava localizado o Grande Templo.  Possuía 03 bairros: Cidade Alta (ricos), Cidade Baixa (pobres), Bairro do Templo.  Normalmente, sua população era entre 65 a 70 mil habitantes, numero este permanentemente multiplicado pelo movimento intenso de forasteiro e peregrinos.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19. JESUS NO TEMPLO  Pela páscoa do ano 12, tendo atingindo idade legal, que lhe permitia certa independência, Jesus, pela primeira vez acompanhou sua família na peregrinação de costume, no mês do Nizan ou seja Março. Quando foi o episódio de seu sumiço.  Nessa época todos os pontos da Palestina e de países vizinhos, reuniam-se na capital judaica, caravanas inumeráveis de peregrinos que se reuniam segundo as procedências, interesses, amizades, laços de família, por onde passavam mais agregados se juntavam, de acordo com o guia e com a segurança do viajante que tinham com eles seguranças armados.  A caminho de Nazaré à Jerusalém, após a cidade de Siquém, tornava-se perigosa por causa dos bandos de malfeitores romanos, heroidianos e mesmo judeus, que infestavam a ermos.  Além disso, Siquém ficava na Samaria, região detestada e proibida.
  • 20.  Por esta rota, ao terceiro dia, os peregrinos atingiam a Capital, passando, ao chegar, pela via das rochas vermelhas que chamavam de caminho de sangue.  Por fim subiam ao Monte das Oliveiras, do cimo do qual avistava- se as cúpulas douradas do Grande Templo.  Agitavam então as palmas, arrancadas do arvoredo rasteiro e entoavam o “cântico dos degraus”, de Davi: “Hallel! Hallel!! Haleluia!  Nossos passos se detêm às tuas portas, oh! Jerusalém. Esse canto bem representava a alegria intensa da chegada em Jerusalém.
  • 21.
  • 22. BIBLIOGRAFIA  O Redentor - Cap. 7 a 10 - Edgard Armond - Ed. Aliança  Boa Nova - Cap. 2 - Humberto de Campos / Chico Xavier - FEB  O Sublime Peregrino - Cap. 11, 12 e 20 - Ramatis / Hercílio Maes - Ed. Freitas Bastos  Maria - Parte II cap. 6 a 16, parte III cap. 1 a 3 - Scholem Asch - Ed. Nacional  Filosofia Cósmica do Evangelho - Huberto Rohden - Ed. Alvorada  Jesus Nazareno - Parte I pág. 54 a 58 - Huberto Rohden - Ed. Alvorada  E a Bíblia Tinha Razão - Werner Keller - Círculo do Livro  A Gênese - Cap. 17 – Allan Kardec - FEB  A Vida Cotidiana na Palestina no tempo de Jesus - Daniel Pops - Ed. Liv. Bras.- Lisboa  Ave Luz - Miramez / João Nunes Maia - Ed. Fonte Viva  Maria de Nazaré – Cap. 9 a 20 – Roque Jacinto – Ed. Luz no Lar  Harpas Eternas – Josefa Rosalia Luque Alvarez – Vol. I e II  https://www.youtube.com/watch?v=_a3InzLEMbQ&list=PL31F32E21D67DE8AE& index=10