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NORMAS DA VIDA ESPIRITUAL
AULA 91
APRESENTAÇÃO
 A verdadeira vida, para a qual todos, indistintamente, nos
encaminhamos, é a vida espiritual e suas normas são uma
consequência das Leis que a regem. Vamos abordá-las
resumidamente, nas mesma ordem em que essas Leis foram
por nós estudadas.
PLANO DIVINO E A LEI DA EVOLUÇÃO
 O Plano Divino sintetiza o conjunto de Leis Naturais, eternas, perfeitas e imutáveis e
que, pela Lei de Evolução, o Espirito caminha para a perfeição.
 Consequentemente, com relação ao Plano Divino e à Lei da Evolução, nossa norma
deve ser a de procurar compreender a razão de ser da vida e as Leis que regem essa
evolução.
 E daí decorre as seguintes conclusões da mais alta importância:
 Como não se pode conceber a eternidade da vida sem progresso e sem
responsabilidades, admitidas à existência e a sobrevivência do Espírito, logicamente se
conclui sobre a existência da evolução.
 Sem o princípio das reencarnações, a filosofia da vida não consegue as causas do
passado, que se refletem no presente, tornando-se confusa e impotente perante a
lógica e a razão, levando o homem a descambar para o materialismo. Com a aceitação
de reencarnação, tudo se modifica e o homem, percebendo sua responsabilidade e
sentindo sempre presente a lei da causalidade, conduz de forma diversa sua vida e
começa a perceber a grandeza de perfeição do Plano Divino. E assim procura viver
dentro desse plano, esforçando-se para se adaptar a ele de forma lógica, consciente e
permanente. Portanto, a felicidade do Espirito consiste em enquadrar-se no Plano
Divino e obedecer conscientemente as suas leis.
PERANTE AS LEIS DO TRABALHO E DA JUSTIÇA
 A evolução do homem depende de seus pensamentos, de suas palavras e de
suas ações. A vontade de Deus vem em seu auxílio na sua marcha evolutiva
de tal forma que, ao procurar caminhar no sentido das leis naturais, sua
evolução se torne mais suave e rápida.
 Perante a lei da justiça, que orienta as atividades humanas, dentro da lei do
trabalho, conduzindo-as para a meta final da evolução, o trabalho do homem
deve ser:
 Honesto: Para não prejudicar a ninguém;
 Fraterno: Para auxiliar a todos;
 Coletivo: Pois sozinhos não poderemos realizar as grandes obras da
edificação social;
 Útil: objetivando a evolução espiritual individual e coletiva;
 Perseverante: Porque a perfeição jamais será atingida sem a perseverança;
 Temos um poderoso fator de edificação espiritual: a fé.
 A fé concorre para aumentar à vontade do homem na luta evolutiva
e para lhe trazer a certeza de vitória final, pois quem procurar estar
com Deus, vencerá sempre, ainda que muitas vezes as aparências
mostrem o contrário. Deus é tudo e tudo pode!
 Trabalharemos, pois, que o céu te ajudará.
 Finalmente devemos aceitar pacificamente e procurar realizar com
esmero, todo o trabalho que a vida nos oferecer, lembrando que, se
é errado cruzar os braços, é imprudente e contraproducente
procurar tarefas acima de nossa própria capacidade, acima
daquelas que a vida ou o destino nos oferecer. Aliás, nunca nos é
dada pelo alto, carga maior do que podemos suportar.
PERANTE A LEI DO AMOR
 Diante da lei do amor devemos pensar e agir
sempre no sentido de fazer o bem,
procurando ajudar para marcha evolutiva.
Agir sempre pelo bem é a forma ideal
de se realizar o preceito evangélico profundo
e imperioso do “amai-vos uns aos outros”.
 Procuremos desenvolver em nós, um progressivo espírito de humildade, a fim de
termos coragem de voltar atrás em nossos desatinos, reconhecendo nossa culpa e
pedindo perdão aos ofendidos e prejudicados. Por ouro lado perdoemos sempre aos
que nos ofenderem ou nos prejudicarem.
 Lembremo-nos, contudo, que perdoar não é deixar de reconhecer um determinado
erro, é não guardar ressentimento e não tomar represália de violência: é esquecer a
ofensa e abrir os brações ao ofensor se ele vier nos procurar; ter boa vontade para
com ele, tentando elevar o seu nível de conhecimento e de sentimento, e favorecendo
a sua evolução.
LÁZARO NOS DIZ:
 O amor resume toda a Doutrina de Jesus, porque é o sentimento por
excelência, e os sentimentos são os instintos elevados à altura do
progresso realizado. No seu ponto de partida, o homem só tem
instintos; mais avançado e corrompido, só tem sensações; mais
instruído e purificado, tem sentimentos”.
 Nessas frases, Lázaro resume de uma forma simples e sábia, toda a
lei de evolução espiritual do homem, que muitos e muitos, instruídos e
ignorantes, ainda não a aceitam.
 O homem primitivo, Espírito encarnado, também primitivo, vindo dos
chamados reinos inferiores, iniciando o desenvolvimento da razão e
da sensibilidade, traz em si, todos os instintos básicos, necessários
ao seu processo evolutivo.
 À medida que vai evoluindo, através dos milênios, esses instintos vão
se manifestando, juntamente com a inteligência, com a vontade e
com a liberdade.
 O homem passa a viver na busca das sensações que lhe trazem
prazer, desprezando as que lhe são desagradáveis, ainda presos às
percepções físicas.
 E só bem mais tarde, começa a desenvolver uma sensibilidade
espiritual, que lhe permite desenvolver sentimentos em relação ao
próximo, não mais só em busca do prazer, dos seus interesses,
mas também desejando oferecer algo bom e prazeroso ao outro.
 Assim, os instintos, no decorrer de um longo processo evolutivo,
atingirão um ponto em que estarão, nos Espíritos puros, totalmente
sublimados, porque o Amor pleno, “o requinte do sentimento” se
constituirá no Guia racional e sensível de todas as suas
capacidades intelectuais e morais.
 O homem caminha da animalidade para a angelitude, no
“autoburilamento, libertando-se das paixões e adquirindo
experiências superiores, sublimando as expressões do instinto no
tempo em que desenvolve a inteligência e penetra nas
potencialidades transcendentes da intuição.”
 O amor, não no sentido vulgar do termo, “esse sol interior, que
reúne e condensa, em seu foco ardente, todas as aspirações e
todas as revelações sobre-humanas substitui a personalidade pela
fusão dos seres e extingue as misérias sociais.”
 A expressão “substitui a personalidade” deve ser entendida pela
substituição do “eu” para “nós”, do egoísmo para o altruísmo, pelo
“querer aos outro, somente o que se quer para si”, numa “fusão”,
integração, que levam os seres que amam a sentir as
necessidades e os valores dos outros, dos amados.
 Esse amor, que é a marca dos Espíritos puros, o qual está
desenvolvendo em nós, ainda numa fase muito incipiente, quando
estiver mais presente em maior número de pessoas da
humanidade terrena, transformará a Terra em um mundo melhor,
sem misérias, sem exclusão social, econômica, educacional e
moral.
 O autor escreve sobre a felicidade do que ama, verdadeiramente,
“porque não conhece as angústias da alma, nem as do corpo”,
visto que não pensa em si, mas nos que ama. “Seus pés são leves,
e ele vive como transportado fora de si mesmo.”
 “Quando Jesus pronunciou essa palavra divina – amor – fez
estremecer os povos, e os mártires, ébrios de esperança, desceram
ao circo”.
 Não fomos criados ao nascer, nem herdamos dos pais o patrimônio
intelectual e moral. Renascemos como nos fizemos em vidas
passadas, e aqui estamos, para continuar nossa evolução
espiritual, retificando nossos erros, burilando-nos, reeducando
nossos sentimentos, nossas emoções, aprendendo a usar no bem a
nós, aos que conosco convivem e aos demais, essas qualificações
intelectuais e morais, que estamos desenvolvendo.
 Tudo isso - e muito mais - podemos fazer, graças à lei divina das
vidas sucessivas, que evidencia e prova o amor, a justiça e a
misericórdia de Deus.
 Todos nós, habitantes da Terra, encarnados e desencarnados,
estamos distantes do alvo a ser atingido, que é conquistar em si, o
amor, o “requinte do sentimento”, mas estamos indo, em direção a
essa conquista.
 Os homens que agem dominados pelos instintos, estão mais
próximos do ponto de partida do que do de chegada.
 Para prosseguir em direção ao alvo determinado por Deus, mas, de
responsabilidade de cada um, segundo seu livre-arbítrio, necessário
é vencer os instintos em favor dos sentimentos, ou seja,
"aperfeiçoar estes, sufocando os germes latentes da matéria.”
 Não é tarefa fácil, mas necessária, intransferível a outros,
imprescindível à paz, à felicidade e ao progresso do ser.
 “Os instintos são a germinação e os embriões dos sentimentos.
Trazem consigo o progresso, assim como a bolota oculta o
carvalho. Os seres menos adiantados são os que, libertando-se,
lentamente, de sua crisálida, permanecem subjugados pelos
instintos”.
 Desenvolver os sentimentos nobres deve ser o objetivo de todo
espiritualista, que confia na lei da evolução intelectual e moral,
compreendendo que esse alvo depende do esforço atual, no
aproveitamento maior que se possa fazer nesta existência.
 Assim, o momento melhor para iniciar ou continuar nosso
desenvolvimento moral, que é o crescimento do sentimento do amor
em nós, é agora, é o momento presente, sempre.
 Bibliografia:
 Iniciação Espírita – Pág. 164 a 166 – Ed. Aliança
 Psicologia Espírita – Jorge Andréa dos Santos – Ed. Fon-Fon
 O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. 17 – Allan Kardec – FEB
 O Livro dos Espíritos – Parte III cap. 1, 6 e 10 – Allan Kardec – FEB
 Conduta Espírita – André Luiz / Chico Xavier – FEB
 http://cebatuira.org.br/estudos_detalhes.asp?estudoid=460
 http://espnetjovem.blogspot.com/2017/04/espiritirinha-nos.html
 http://www.espitirinhas.com.br/

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Eae 91 NORMAS DA VIDA ESPIRITUAL

  • 1. NORMAS DA VIDA ESPIRITUAL AULA 91
  • 2. APRESENTAÇÃO  A verdadeira vida, para a qual todos, indistintamente, nos encaminhamos, é a vida espiritual e suas normas são uma consequência das Leis que a regem. Vamos abordá-las resumidamente, nas mesma ordem em que essas Leis foram por nós estudadas.
  • 3. PLANO DIVINO E A LEI DA EVOLUÇÃO  O Plano Divino sintetiza o conjunto de Leis Naturais, eternas, perfeitas e imutáveis e que, pela Lei de Evolução, o Espirito caminha para a perfeição.  Consequentemente, com relação ao Plano Divino e à Lei da Evolução, nossa norma deve ser a de procurar compreender a razão de ser da vida e as Leis que regem essa evolução.  E daí decorre as seguintes conclusões da mais alta importância:  Como não se pode conceber a eternidade da vida sem progresso e sem responsabilidades, admitidas à existência e a sobrevivência do Espírito, logicamente se conclui sobre a existência da evolução.  Sem o princípio das reencarnações, a filosofia da vida não consegue as causas do passado, que se refletem no presente, tornando-se confusa e impotente perante a lógica e a razão, levando o homem a descambar para o materialismo. Com a aceitação de reencarnação, tudo se modifica e o homem, percebendo sua responsabilidade e sentindo sempre presente a lei da causalidade, conduz de forma diversa sua vida e começa a perceber a grandeza de perfeição do Plano Divino. E assim procura viver dentro desse plano, esforçando-se para se adaptar a ele de forma lógica, consciente e permanente. Portanto, a felicidade do Espirito consiste em enquadrar-se no Plano Divino e obedecer conscientemente as suas leis.
  • 4. PERANTE AS LEIS DO TRABALHO E DA JUSTIÇA  A evolução do homem depende de seus pensamentos, de suas palavras e de suas ações. A vontade de Deus vem em seu auxílio na sua marcha evolutiva de tal forma que, ao procurar caminhar no sentido das leis naturais, sua evolução se torne mais suave e rápida.  Perante a lei da justiça, que orienta as atividades humanas, dentro da lei do trabalho, conduzindo-as para a meta final da evolução, o trabalho do homem deve ser:  Honesto: Para não prejudicar a ninguém;  Fraterno: Para auxiliar a todos;  Coletivo: Pois sozinhos não poderemos realizar as grandes obras da edificação social;  Útil: objetivando a evolução espiritual individual e coletiva;  Perseverante: Porque a perfeição jamais será atingida sem a perseverança;
  • 5.  Temos um poderoso fator de edificação espiritual: a fé.  A fé concorre para aumentar à vontade do homem na luta evolutiva e para lhe trazer a certeza de vitória final, pois quem procurar estar com Deus, vencerá sempre, ainda que muitas vezes as aparências mostrem o contrário. Deus é tudo e tudo pode!  Trabalharemos, pois, que o céu te ajudará.  Finalmente devemos aceitar pacificamente e procurar realizar com esmero, todo o trabalho que a vida nos oferecer, lembrando que, se é errado cruzar os braços, é imprudente e contraproducente procurar tarefas acima de nossa própria capacidade, acima daquelas que a vida ou o destino nos oferecer. Aliás, nunca nos é dada pelo alto, carga maior do que podemos suportar.
  • 6. PERANTE A LEI DO AMOR  Diante da lei do amor devemos pensar e agir sempre no sentido de fazer o bem, procurando ajudar para marcha evolutiva. Agir sempre pelo bem é a forma ideal de se realizar o preceito evangélico profundo e imperioso do “amai-vos uns aos outros”.  Procuremos desenvolver em nós, um progressivo espírito de humildade, a fim de termos coragem de voltar atrás em nossos desatinos, reconhecendo nossa culpa e pedindo perdão aos ofendidos e prejudicados. Por ouro lado perdoemos sempre aos que nos ofenderem ou nos prejudicarem.  Lembremo-nos, contudo, que perdoar não é deixar de reconhecer um determinado erro, é não guardar ressentimento e não tomar represália de violência: é esquecer a ofensa e abrir os brações ao ofensor se ele vier nos procurar; ter boa vontade para com ele, tentando elevar o seu nível de conhecimento e de sentimento, e favorecendo a sua evolução.
  • 7. LÁZARO NOS DIZ:  O amor resume toda a Doutrina de Jesus, porque é o sentimento por excelência, e os sentimentos são os instintos elevados à altura do progresso realizado. No seu ponto de partida, o homem só tem instintos; mais avançado e corrompido, só tem sensações; mais instruído e purificado, tem sentimentos”.  Nessas frases, Lázaro resume de uma forma simples e sábia, toda a lei de evolução espiritual do homem, que muitos e muitos, instruídos e ignorantes, ainda não a aceitam.  O homem primitivo, Espírito encarnado, também primitivo, vindo dos chamados reinos inferiores, iniciando o desenvolvimento da razão e da sensibilidade, traz em si, todos os instintos básicos, necessários ao seu processo evolutivo.  À medida que vai evoluindo, através dos milênios, esses instintos vão se manifestando, juntamente com a inteligência, com a vontade e com a liberdade.
  • 8.  O homem passa a viver na busca das sensações que lhe trazem prazer, desprezando as que lhe são desagradáveis, ainda presos às percepções físicas.  E só bem mais tarde, começa a desenvolver uma sensibilidade espiritual, que lhe permite desenvolver sentimentos em relação ao próximo, não mais só em busca do prazer, dos seus interesses, mas também desejando oferecer algo bom e prazeroso ao outro.  Assim, os instintos, no decorrer de um longo processo evolutivo, atingirão um ponto em que estarão, nos Espíritos puros, totalmente sublimados, porque o Amor pleno, “o requinte do sentimento” se constituirá no Guia racional e sensível de todas as suas capacidades intelectuais e morais.  O homem caminha da animalidade para a angelitude, no “autoburilamento, libertando-se das paixões e adquirindo experiências superiores, sublimando as expressões do instinto no tempo em que desenvolve a inteligência e penetra nas potencialidades transcendentes da intuição.”
  • 9.  O amor, não no sentido vulgar do termo, “esse sol interior, que reúne e condensa, em seu foco ardente, todas as aspirações e todas as revelações sobre-humanas substitui a personalidade pela fusão dos seres e extingue as misérias sociais.”  A expressão “substitui a personalidade” deve ser entendida pela substituição do “eu” para “nós”, do egoísmo para o altruísmo, pelo “querer aos outro, somente o que se quer para si”, numa “fusão”, integração, que levam os seres que amam a sentir as necessidades e os valores dos outros, dos amados.  Esse amor, que é a marca dos Espíritos puros, o qual está desenvolvendo em nós, ainda numa fase muito incipiente, quando estiver mais presente em maior número de pessoas da humanidade terrena, transformará a Terra em um mundo melhor, sem misérias, sem exclusão social, econômica, educacional e moral.  O autor escreve sobre a felicidade do que ama, verdadeiramente, “porque não conhece as angústias da alma, nem as do corpo”, visto que não pensa em si, mas nos que ama. “Seus pés são leves, e ele vive como transportado fora de si mesmo.”
  • 10.  “Quando Jesus pronunciou essa palavra divina – amor – fez estremecer os povos, e os mártires, ébrios de esperança, desceram ao circo”.  Não fomos criados ao nascer, nem herdamos dos pais o patrimônio intelectual e moral. Renascemos como nos fizemos em vidas passadas, e aqui estamos, para continuar nossa evolução espiritual, retificando nossos erros, burilando-nos, reeducando nossos sentimentos, nossas emoções, aprendendo a usar no bem a nós, aos que conosco convivem e aos demais, essas qualificações intelectuais e morais, que estamos desenvolvendo.  Tudo isso - e muito mais - podemos fazer, graças à lei divina das vidas sucessivas, que evidencia e prova o amor, a justiça e a misericórdia de Deus.  Todos nós, habitantes da Terra, encarnados e desencarnados, estamos distantes do alvo a ser atingido, que é conquistar em si, o amor, o “requinte do sentimento”, mas estamos indo, em direção a essa conquista.
  • 11.  Os homens que agem dominados pelos instintos, estão mais próximos do ponto de partida do que do de chegada.  Para prosseguir em direção ao alvo determinado por Deus, mas, de responsabilidade de cada um, segundo seu livre-arbítrio, necessário é vencer os instintos em favor dos sentimentos, ou seja, "aperfeiçoar estes, sufocando os germes latentes da matéria.”  Não é tarefa fácil, mas necessária, intransferível a outros, imprescindível à paz, à felicidade e ao progresso do ser.  “Os instintos são a germinação e os embriões dos sentimentos. Trazem consigo o progresso, assim como a bolota oculta o carvalho. Os seres menos adiantados são os que, libertando-se, lentamente, de sua crisálida, permanecem subjugados pelos instintos”.  Desenvolver os sentimentos nobres deve ser o objetivo de todo espiritualista, que confia na lei da evolução intelectual e moral, compreendendo que esse alvo depende do esforço atual, no aproveitamento maior que se possa fazer nesta existência.
  • 12.  Assim, o momento melhor para iniciar ou continuar nosso desenvolvimento moral, que é o crescimento do sentimento do amor em nós, é agora, é o momento presente, sempre.  Bibliografia:  Iniciação Espírita – Pág. 164 a 166 – Ed. Aliança  Psicologia Espírita – Jorge Andréa dos Santos – Ed. Fon-Fon  O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. 17 – Allan Kardec – FEB  O Livro dos Espíritos – Parte III cap. 1, 6 e 10 – Allan Kardec – FEB  Conduta Espírita – André Luiz / Chico Xavier – FEB  http://cebatuira.org.br/estudos_detalhes.asp?estudoid=460  http://espnetjovem.blogspot.com/2017/04/espiritirinha-nos.html  http://www.espitirinhas.com.br/