SlideShare uma empresa Scribd logo
O PENSAMENTO E A VONTADE
Aula 75
INTRODUÇÃO
 Para estudarmos o pensamento e a vontade como forças, nada mais
propício do que inicialmente definirmos o que vem ser a força.
 Entendemos por força tudo aquilo que seja capaz de provocar
deformações num sistema material ou causar alterações no seu
movimento (tirá-lo do repouso, acelerá-lo, desacelerá-lo, etc.)
 Pode um pensamento concretizar-se em materialização plástica?
 Pode ser fotografado?
PENSAMENTO E VONTADE
 O pensamento e a vontade são forças do Espirito que agem sobre o
meio ambiente dando forma e propriedade à matéria e interagem com
outros Espíritos encarnado ou desencarnados.
 Em geral o pensamento vem acompanhado de um determinado
sentimento; a qualidade do pensamento lhe determina a cor, por
exemplo: o pensamento de devoção tem cor azulada, o de cólera é
avermelhado; a natureza do mesmo lhe determina a forma, vejamos:
um pensamento de avareza tem forma de garras, o de cólera, forma
de relâmpago.
 Pela observação direta dos videntes as imagens criadas pelo
pensamento podem permanecer no local onde foram engendradas
por muito tempo, conforme a intensidade das emoções sentidas no
momento em que, inconscientemente foram criadas, dando a
impressão de se tratar de Espíritos verdadeiros (casas mal-
assombradas, às vezes) quando não passam de formas-
pensamento.
IDEOPLASTIA
 É moldagem da matéria viva feita pela ideia.
 A ideia não é um atributo, um produto da matéria; ao contrário, ela é
que modela a matéria e lhe confere a forma e seus atributos.
 Emitindo uma ideia, passamos a refletir as que se lhe assemelham,
ideia esse que para logo se corporifica, com intensidade
correspondente à nossa insistência em sustentá-la, mantendo-nos,
assim, espontaneamente em comunicação com todos os que nos
esposem o modo de sentir.
FOTOGRAFIA DO PENSAMENTO
 Acabamos de ver no ensinamento de André Luiz já a primeira
consequência de elevada profundidade moral, decorrente de um estudo
científico.
 A chapa fotográfica pode, muitas vezes, ser impressionada pelo
pensamento, na luz (fotografia) ou na obscuridade (skonografia).
 Um dos pioneiros desses trabalhos foi o comandante Darget com o qual
se passou um fato curioso; ele projetou, com o pensamento, a imagem de
uma garrafa; acontece que, na revelação da chapa, além da garrafa
surgiu um rosto nítido de mulher, em que não havia pensado;
posteriormente essa mulher se manifestou em uma sessão em casa de
Léon Denis, dizendo-se mercadora ou feirante em Amiens, o que as
investigações posteriores confirmaram.
 Inúmeros outros casos a respeito da fotografia
do pensamento podemos consultar o
livro Pensamento e Vontade.
FORMAS E PENSAMENTOS
 Além dessas formas de pessoas de objetos, os pensamentos podem ser
bizarros, relacionando-se a elas, alias, mais com os sentimentos que,
propriamente, com os pensamentos.
 Os videntes as veem como garras (avareza),
 como relâmpago em ziguezague (cólera, ódio),
 Como figuras geométricas (ordem cosmogônica e conceitos
metafísicos), pétalas (oração), com cores as mais variadas, cada cor
com sua significação; assim amarelo indica intelectualidade, raciocínio;
azul, devoção, religiosidade; cor de rosa amor ou afeição; vermelho,
cólera, violência; preto, maldade, perversidade. As cores puras são
mais raras; em geral ha mistura de cores com certa predominância de
uma delas.
 Nessa questão de cores existe oculta uma verdadeira ciência. Nossos
mentores espirituais conhecem bem e num relance, analisando as
cores da nossa aura, sabem logo da nossa verdadeira situação
intelectual ou afetiva, sem perigo algum de engano, pois jamais
poderemos ocultar realidade nesse piano.
 Sugerimos ao prezado Aprendiz que
nos acompanha leitura do opúsculo
publicado pela Editora Aliança sobre
"Cromoterapia" de autoria do
Cmt. Edgard Armond.
QUALIDADE DE UM PENSAMENTO
 Devoção / religiosidade: COR AZUL
 Cólera / ódio: COR VERMELHA ZIGUEZAGUEADA
 Raciocínio: AZUL
 Violência / rancor: RELÂMPAGOS
 Maldade: PRETO
 Intelectualidade: AMARELO
 Amor / afeição: ROSA
 Oração / meditação: PÉTALAS GEOMETRICAS
CONCLUSÕES
 Inúmeras são as consequentes morais que deduzimos desse capitulo, começar
pela maledicência. Vejamos: ao comentarmos o lado menos feliz de um
companheiro de Trabalho, nós estaremos descarregando sobre ele cargas maciças
de forças negativas que conforme seu estado espiritual poderá prejudicá-lo
enormemente.
 Assim lembramos valorizamos os ensinamentos de André Luiz:
 “O mal não merece comentário em tempo algum”.
 “Comentar mal dar forças a ele”.
 O ensinamento do Mestre que bondosamente nos advertia “em verdade vos digo,
ao pensardes em cometer erro já cometeste”.
 Alerta-nos lição desse capítulo a respeito das nossas conversações, leituras,
filmes, programas de TV, etc., que devem ser selecionados. Isto não quer dizer que
devamos viver num alheamento total do mundo, mas sim sermos vigilantes.
 Por exemplo, diante dos livros fúteis até pornográficos que ocasionalmente caem
em nossas mãos não podemos nos deixar envolver pela mensagem deletéria, mas
sim examiná-lo tecnicamente “a distância”, como diz povo.
 Trecho de André Luiz extraído do livro “Mecanismos da Mediunidade”:
 “O comprazimento nessa ou naquela espécie de atitude ou companhia, leitura ou
conversação me nos edificantes, estabelece em nos reflexo condicionado pelo qual
inconscientemente nos voltamos para as correntes invisíveis que representam”.
 Desse modo que formamos hábitos indesejáveis pelos quais nos fazemos pasto de
entidades vampirizantes, acabando na afeição de arcabouços vivos para moléstias
fantasmas.
 E mais adiante lição prossegue soando para todos nos como um grito de alerta:
 Suponhamos, porém, que leitor se decida pelos fatos policiais escolherá o mais
impressionante aos próprios olhos, para nele concentrar a atenção, começara
exteriorizando na onda mental característica os quadros terrificantes que lhe nascem
do cérebro, plasmando sua própria versão, ao redor dos fatos ocorridos.
 Nesse estado de animo, atrairá companhias simpáticas que, em lhe escutando as
conjeturas, passarão cunhar pensamentos da mesma natureza, associando-se lhe
maneira intima de ver, não obstante cada um se mostre em campo pessoal de
interpretação.
 Dai instantes se as formas pensamento fossem visíveis ao olhar humano, fluxo tóxico
de imagens deploráveis, em torno da tragédia, lhe brotar na mente, no regime das
reações em cadeia espraiando-se no rumo de outras mentes interessadas no
acontecimento infeliz.
LEI DO PENSAMENTO
 Semelhante, atraí semelhante, pensamentos na mesma vibração.
 Lei básica do pensamento:
Você se torna o que você pensa. O que mais pensar se manifestará na
sua vida. Você atrai para si o que estiver penando.
Você só pode senti o que você pensa se tiver um pensamento negativo,
vais se sentir triste e deprimido;
Se tiver pensamento positivo vai se sentir alegre.(falar sobre o poder da
oração, Dependendo do que você vive pensando, do que deseja, do que pede.)
A AURA
 Além da superfície do corpo físico, pode ser vista uma espécie de nevoa leitosa,
emanação deste que se denomina Duplo Etéreo; mas, sobrepondo-se a este,
existe outro elemento, ligado diretamente ao Períspirito que se chama Aura,
ambos com mesma forma ovalada do corpo físico.
 Os pensamentos vêm do Espírito através da Mente, para o cérebro (físico,
enquanto os sentimentos, as emoções, tudo quanto for do campo moral, vem do
Períspirito diretamente para Aura projetando-se sobre essa película evolvente,
na forma de imagens, como na TV em cores.)
BIBLIOGRAFIA
 Iniciação Espírita – Pág. 115 a 118 – Ed. Aliança
 A Gênese – Cap. 13 a 21 – Allan Kardec – FEB
 Pensamento e Vontade – Ernesto Bozzano – FEB
 Depois da Morte – Leòn Denis – FEB
 Pensamento e Vida – Cap. 1 e 2 - Emmanuel / Chico Xavier – FEB
 Evolução para o Terceiro Milênio – Cap. III - Carlos Toledo Rizzini – Edicel
 O Livro dos Espíritos – Parte III Cap. 10 – Allan Kardec – FEB
 Formas de Pensamento – Annie Besant / C.W. Leadbeater – Ed. Pensamento
 O Homem Visível e Invisível – C.W. Leadbeater – Ed. Pensamento
 O Espiritismo Aplicado – Pág. 55 a 70 – Eliseu Rigonatti – Ed. Pensamento
 O Problema do Ser, do Destino e da Dor – Parte I cap. 1, parte III cap. 13 – Leòn Denis – FEB
 Obras Póstumas – Parte I – Allan Kardec
 Mecanismos da Mediunidade – Cap. II e XI - André Luiz / Chico Xavier – FEB
 http://semeandoconhecimento.com.br/natureza-e-efeito-dos-pensamentos-henrique-jose-
de-souza/

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Espirito perispírito-corpo
Espirito perispírito-corpoEspirito perispírito-corpo
Espirito perispírito-corpo
Ailton Guimaraes
 
Pensamento
PensamentoPensamento
Pensamento
Fórum Espírita
 
Ensaio teórico das sensações e percepções dos Espíritos.
Ensaio teórico das sensações e percepções dos Espíritos.Ensaio teórico das sensações e percepções dos Espíritos.
Ensaio teórico das sensações e percepções dos Espíritos.
Denise Aguiar
 
Cap 12 Amar os vossos Inimigos
Cap 12 Amar os vossos InimigosCap 12 Amar os vossos Inimigos
Cap 12 Amar os vossos Inimigos
gmo1973
 
Transição planetária
Transição planetáriaTransição planetária
Transição planetária
Levi Antonio Amancio
 
AULA 008 EAE DM - INTRODUÇÃO AO PROCESSO DE REFORMA ÍNTIMA
AULA 008 EAE DM - INTRODUÇÃO AO PROCESSO DE REFORMA ÍNTIMAAULA 008 EAE DM - INTRODUÇÃO AO PROCESSO DE REFORMA ÍNTIMA
AULA 008 EAE DM - INTRODUÇÃO AO PROCESSO DE REFORMA ÍNTIMA
Daniel de Melo
 
Bem aventurados os que são misericordiosos
Bem aventurados os que são misericordiososBem aventurados os que são misericordiosos
Bem aventurados os que são misericordiosos
Eduardo Ottonelli Pithan
 
Sócrates e platão prec. espiritismo
Sócrates e platão prec. espiritismoSócrates e platão prec. espiritismo
Sócrates e platão prec. espiritismo
Vera Apolinario
 
A força do pensamento
A força do pensamentoA força do pensamento
A força do pensamento
Erik Gabriel Thomazi
 
Esperança (Palestra Espirita)
Esperança (Palestra Espirita)Esperança (Palestra Espirita)
Esperança (Palestra Espirita)
Marcos Antônio Alves
 
Pedi e Obtereis 2016
Pedi e Obtereis 2016Pedi e Obtereis 2016
Pedi e Obtereis 2016
Ricardo Azevedo
 
Aula 90 a filosofia da dor
Aula 90 a filosofia da dorAula 90 a filosofia da dor
Aula 90 a filosofia da dor
Luiz Henrique Faleiros
 
Roteiro 1 influência dos espíritos
Roteiro 1   influência dos espíritosRoteiro 1   influência dos espíritos
Roteiro 1 influência dos espíritos
Bruno Cechinel Filho
 
Atmosfera espiritual do carnaval
Atmosfera espiritual do carnavalAtmosfera espiritual do carnaval
Atmosfera espiritual do carnaval
Graça Maciel
 
A06 CBE DM - DIFERENÇAS ENTRE ESPIRITISMO UMBANDA E RELIGIÕES AFRO - 20180318
A06 CBE DM - DIFERENÇAS ENTRE ESPIRITISMO UMBANDA E RELIGIÕES AFRO - 20180318A06 CBE DM - DIFERENÇAS ENTRE ESPIRITISMO UMBANDA E RELIGIÕES AFRO - 20180318
A06 CBE DM - DIFERENÇAS ENTRE ESPIRITISMO UMBANDA E RELIGIÕES AFRO - 20180318
Daniel de Melo
 
DOLOROSO REMÉDIO (O MAL E O REMÉDIO)
DOLOROSO REMÉDIO (O MAL E O REMÉDIO)DOLOROSO REMÉDIO (O MAL E O REMÉDIO)
DOLOROSO REMÉDIO (O MAL E O REMÉDIO)
Jorge Luiz dos Santos
 
Dia De Finados
Dia De FinadosDia De Finados
Dia De Finados
Semente de Esperança
 
Centros de Força
Centros de ForçaCentros de Força
Centros de Força
Marcelo Gomez Brito Junior
 
A verdadeira Pureza mãos não lavadas .
A verdadeira Pureza mãos não lavadas . A verdadeira Pureza mãos não lavadas .
A verdadeira Pureza mãos não lavadas .
Vanda Machado
 
INFLUENCIA DOS ESPIRITOS EM NOSSAS VIDAS
INFLUENCIA DOS ESPIRITOS EM NOSSAS VIDASINFLUENCIA DOS ESPIRITOS EM NOSSAS VIDAS
INFLUENCIA DOS ESPIRITOS EM NOSSAS VIDAS
Rodrigo Leite
 

Mais procurados (20)

Espirito perispírito-corpo
Espirito perispírito-corpoEspirito perispírito-corpo
Espirito perispírito-corpo
 
Pensamento
PensamentoPensamento
Pensamento
 
Ensaio teórico das sensações e percepções dos Espíritos.
Ensaio teórico das sensações e percepções dos Espíritos.Ensaio teórico das sensações e percepções dos Espíritos.
Ensaio teórico das sensações e percepções dos Espíritos.
 
Cap 12 Amar os vossos Inimigos
Cap 12 Amar os vossos InimigosCap 12 Amar os vossos Inimigos
Cap 12 Amar os vossos Inimigos
 
Transição planetária
Transição planetáriaTransição planetária
Transição planetária
 
AULA 008 EAE DM - INTRODUÇÃO AO PROCESSO DE REFORMA ÍNTIMA
AULA 008 EAE DM - INTRODUÇÃO AO PROCESSO DE REFORMA ÍNTIMAAULA 008 EAE DM - INTRODUÇÃO AO PROCESSO DE REFORMA ÍNTIMA
AULA 008 EAE DM - INTRODUÇÃO AO PROCESSO DE REFORMA ÍNTIMA
 
Bem aventurados os que são misericordiosos
Bem aventurados os que são misericordiososBem aventurados os que são misericordiosos
Bem aventurados os que são misericordiosos
 
Sócrates e platão prec. espiritismo
Sócrates e platão prec. espiritismoSócrates e platão prec. espiritismo
Sócrates e platão prec. espiritismo
 
A força do pensamento
A força do pensamentoA força do pensamento
A força do pensamento
 
Esperança (Palestra Espirita)
Esperança (Palestra Espirita)Esperança (Palestra Espirita)
Esperança (Palestra Espirita)
 
Pedi e Obtereis 2016
Pedi e Obtereis 2016Pedi e Obtereis 2016
Pedi e Obtereis 2016
 
Aula 90 a filosofia da dor
Aula 90 a filosofia da dorAula 90 a filosofia da dor
Aula 90 a filosofia da dor
 
Roteiro 1 influência dos espíritos
Roteiro 1   influência dos espíritosRoteiro 1   influência dos espíritos
Roteiro 1 influência dos espíritos
 
Atmosfera espiritual do carnaval
Atmosfera espiritual do carnavalAtmosfera espiritual do carnaval
Atmosfera espiritual do carnaval
 
A06 CBE DM - DIFERENÇAS ENTRE ESPIRITISMO UMBANDA E RELIGIÕES AFRO - 20180318
A06 CBE DM - DIFERENÇAS ENTRE ESPIRITISMO UMBANDA E RELIGIÕES AFRO - 20180318A06 CBE DM - DIFERENÇAS ENTRE ESPIRITISMO UMBANDA E RELIGIÕES AFRO - 20180318
A06 CBE DM - DIFERENÇAS ENTRE ESPIRITISMO UMBANDA E RELIGIÕES AFRO - 20180318
 
DOLOROSO REMÉDIO (O MAL E O REMÉDIO)
DOLOROSO REMÉDIO (O MAL E O REMÉDIO)DOLOROSO REMÉDIO (O MAL E O REMÉDIO)
DOLOROSO REMÉDIO (O MAL E O REMÉDIO)
 
Dia De Finados
Dia De FinadosDia De Finados
Dia De Finados
 
Centros de Força
Centros de ForçaCentros de Força
Centros de Força
 
A verdadeira Pureza mãos não lavadas .
A verdadeira Pureza mãos não lavadas . A verdadeira Pureza mãos não lavadas .
A verdadeira Pureza mãos não lavadas .
 
INFLUENCIA DOS ESPIRITOS EM NOSSAS VIDAS
INFLUENCIA DOS ESPIRITOS EM NOSSAS VIDASINFLUENCIA DOS ESPIRITOS EM NOSSAS VIDAS
INFLUENCIA DOS ESPIRITOS EM NOSSAS VIDAS
 

Semelhante a Eae 75 O pensamento e a vontade

Formas pensamento
Formas pensamentoFormas pensamento
Formas pensamento
Wagner Júnior
 
CONHECE A TI MESMO E COCRIE TUA REALIDADE
CONHECE A TI MESMO E COCRIE TUA REALIDADECONHECE A TI MESMO E COCRIE TUA REALIDADE
CONHECE A TI MESMO E COCRIE TUA REALIDADE
Ailane Araujo
 
dinamica_espirita_73.pdf
dinamica_espirita_73.pdfdinamica_espirita_73.pdf
dinamica_espirita_73.pdf
CESARSOMMER2
 
Aura
AuraAura
Obsessão
ObsessãoObsessão
Obsessão
Ceile Bernardo
 
Chnotícias4
Chnotícias4Chnotícias4
Mecanismo das comunicações - Afinidade - Sintonia
Mecanismo das comunicações - Afinidade  - SintoniaMecanismo das comunicações - Afinidade  - Sintonia
Mecanismo das comunicações - Afinidade - Sintonia
jcevadro
 
A Arte de Ler (Vanderlei Miranda) - Cidadão do Futuro 2010
A Arte de Ler (Vanderlei Miranda) - Cidadão do Futuro 2010A Arte de Ler (Vanderlei Miranda) - Cidadão do Futuro 2010
A Arte de Ler (Vanderlei Miranda) - Cidadão do Futuro 2010
Smar Brasil
 
Libertação da sombra (Joanna de Ângelis)
Libertação da sombra (Joanna de Ângelis)Libertação da sombra (Joanna de Ângelis)
Libertação da sombra (Joanna de Ângelis)
Fatima Carvalho
 
Rudolf steiner a eterização do sangue
Rudolf steiner   a eterização do sangueRudolf steiner   a eterização do sangue
Rudolf steiner a eterização do sangue
Lukas Vidal
 
Aula intervencao dos espiritos no mundo fisico
Aula   intervencao dos espiritos no mundo fisicoAula   intervencao dos espiritos no mundo fisico
Aula intervencao dos espiritos no mundo fisico
Ceile Bernardo
 
O que são emoções- António Damásio.pdf
O que são emoções- António Damásio.pdfO que são emoções- António Damásio.pdf
O que são emoções- António Damásio.pdf
RuiNabais6
 
Rudolf steiner o limiar do mundo espiritual
Rudolf steiner   o limiar do mundo espiritualRudolf steiner   o limiar do mundo espiritual
Rudolf steiner o limiar do mundo espiritual
Instituto de Psicobiofísica Rama Schain
 
Palestra Espírita - Suicidio e loucura
Palestra Espírita - Suicidio e loucuraPalestra Espírita - Suicidio e loucura
Palestra Espírita - Suicidio e loucura
Divulgador do Espiritismo
 
PROJEÇÕES e a LEI DO ESPELHO .
PROJEÇÕES e a  LEI DO ESPELHO . PROJEÇÕES e a  LEI DO ESPELHO .
PROJEÇÕES e a LEI DO ESPELHO .
ARMAZÉM DE ARTES TANIA PAUPITZ
 
Sintonia e vibração
Sintonia e vibraçãoSintonia e vibração
Sintonia e vibração
Louis Oliver
 
Mediunidade o que é isso apostila 031
Mediunidade o que é isso   apostila 031Mediunidade o que é isso   apostila 031
Mediunidade o que é isso apostila 031
Instituto de Psicobiofísica Rama Schain
 
Regressão terapêutica espirita
Regressão terapêutica espiritaRegressão terapêutica espirita
Regressão terapêutica espirita
Anselmo Heib
 
Influência dos espíritos em nossas vidas berimbau 2017
Influência dos espíritos em nossas vidas berimbau 2017Influência dos espíritos em nossas vidas berimbau 2017
Influência dos espíritos em nossas vidas berimbau 2017
Euzebio Raimundo da Silva
 
Obsessão e influenciação espiritual
Obsessão e influenciação espiritualObsessão e influenciação espiritual
Obsessão e influenciação espiritual
grupodepaisceb
 

Semelhante a Eae 75 O pensamento e a vontade (20)

Formas pensamento
Formas pensamentoFormas pensamento
Formas pensamento
 
CONHECE A TI MESMO E COCRIE TUA REALIDADE
CONHECE A TI MESMO E COCRIE TUA REALIDADECONHECE A TI MESMO E COCRIE TUA REALIDADE
CONHECE A TI MESMO E COCRIE TUA REALIDADE
 
dinamica_espirita_73.pdf
dinamica_espirita_73.pdfdinamica_espirita_73.pdf
dinamica_espirita_73.pdf
 
Aura
AuraAura
Aura
 
Obsessão
ObsessãoObsessão
Obsessão
 
Chnotícias4
Chnotícias4Chnotícias4
Chnotícias4
 
Mecanismo das comunicações - Afinidade - Sintonia
Mecanismo das comunicações - Afinidade  - SintoniaMecanismo das comunicações - Afinidade  - Sintonia
Mecanismo das comunicações - Afinidade - Sintonia
 
A Arte de Ler (Vanderlei Miranda) - Cidadão do Futuro 2010
A Arte de Ler (Vanderlei Miranda) - Cidadão do Futuro 2010A Arte de Ler (Vanderlei Miranda) - Cidadão do Futuro 2010
A Arte de Ler (Vanderlei Miranda) - Cidadão do Futuro 2010
 
Libertação da sombra (Joanna de Ângelis)
Libertação da sombra (Joanna de Ângelis)Libertação da sombra (Joanna de Ângelis)
Libertação da sombra (Joanna de Ângelis)
 
Rudolf steiner a eterização do sangue
Rudolf steiner   a eterização do sangueRudolf steiner   a eterização do sangue
Rudolf steiner a eterização do sangue
 
Aula intervencao dos espiritos no mundo fisico
Aula   intervencao dos espiritos no mundo fisicoAula   intervencao dos espiritos no mundo fisico
Aula intervencao dos espiritos no mundo fisico
 
O que são emoções- António Damásio.pdf
O que são emoções- António Damásio.pdfO que são emoções- António Damásio.pdf
O que são emoções- António Damásio.pdf
 
Rudolf steiner o limiar do mundo espiritual
Rudolf steiner   o limiar do mundo espiritualRudolf steiner   o limiar do mundo espiritual
Rudolf steiner o limiar do mundo espiritual
 
Palestra Espírita - Suicidio e loucura
Palestra Espírita - Suicidio e loucuraPalestra Espírita - Suicidio e loucura
Palestra Espírita - Suicidio e loucura
 
PROJEÇÕES e a LEI DO ESPELHO .
PROJEÇÕES e a  LEI DO ESPELHO . PROJEÇÕES e a  LEI DO ESPELHO .
PROJEÇÕES e a LEI DO ESPELHO .
 
Sintonia e vibração
Sintonia e vibraçãoSintonia e vibração
Sintonia e vibração
 
Mediunidade o que é isso apostila 031
Mediunidade o que é isso   apostila 031Mediunidade o que é isso   apostila 031
Mediunidade o que é isso apostila 031
 
Regressão terapêutica espirita
Regressão terapêutica espiritaRegressão terapêutica espirita
Regressão terapêutica espirita
 
Influência dos espíritos em nossas vidas berimbau 2017
Influência dos espíritos em nossas vidas berimbau 2017Influência dos espíritos em nossas vidas berimbau 2017
Influência dos espíritos em nossas vidas berimbau 2017
 
Obsessão e influenciação espiritual
Obsessão e influenciação espiritualObsessão e influenciação espiritual
Obsessão e influenciação espiritual
 

Mais de PatiSousa1

Aula 15 Reis Magos.ppt
Aula 15 Reis Magos.pptAula 15 Reis Magos.ppt
Aula 15 Reis Magos.ppt
PatiSousa1
 
EAE Os recursos do Cristão
EAE Os recursos do CristãoEAE Os recursos do Cristão
EAE Os recursos do Cristão
PatiSousa1
 
Basico aula 6.pptx
Basico aula 6.pptxBasico aula 6.pptx
Basico aula 6.pptx
PatiSousa1
 
AULA 30.pptx
AULA 30.pptxAULA 30.pptx
AULA 30.pptx
PatiSousa1
 
Aula 105 EAE Regras para a educação. Conduta e aperfeiçoamento dos seres (III)
Aula 105 EAE Regras para a educação.  Conduta e aperfeiçoamento dos seres (III)Aula 105 EAE Regras para a educação.  Conduta e aperfeiçoamento dos seres (III)
Aula 105 EAE Regras para a educação. Conduta e aperfeiçoamento dos seres (III)
PatiSousa1
 
Aula 104
Aula 104Aula 104
Aula 104
PatiSousa1
 
Eae 77 - AMOR COMO LEI SOBERANA E O VALOR CIENTIFICO DA PRECE, LEI DA SOLIDAR...
Eae 77 - AMOR COMO LEI SOBERANA E O VALOR CIENTIFICO DA PRECE, LEI DA SOLIDAR...Eae 77 - AMOR COMO LEI SOBERANA E O VALOR CIENTIFICO DA PRECE, LEI DA SOLIDAR...
Eae 77 - AMOR COMO LEI SOBERANA E O VALOR CIENTIFICO DA PRECE, LEI DA SOLIDAR...
PatiSousa1
 
EAE 16 - Infância e Juventude do Messias
EAE 16 -  Infância e Juventude do MessiasEAE 16 -  Infância e Juventude do Messias
EAE 16 - Infância e Juventude do Messias
PatiSousa1
 
Eae 18 As Seitas Nacionais - Costumes da Época
Eae 18 As Seitas Nacionais - Costumes da ÉpocaEae 18 As Seitas Nacionais - Costumes da Época
Eae 18 As Seitas Nacionais - Costumes da Época
PatiSousa1
 
Eae 19 Os Essênios
Eae 19  Os EssêniosEae 19  Os Essênios
Eae 19 Os Essênios
PatiSousa1
 
Eae 105 Regras para a educação. Conduta e aperfeiçoamento dos seres ( III )
Eae 105 Regras para a educação. Conduta e aperfeiçoamento dos seres ( III )Eae 105 Regras para a educação. Conduta e aperfeiçoamento dos seres ( III )
Eae 105 Regras para a educação. Conduta e aperfeiçoamento dos seres ( III )
PatiSousa1
 
Eae 22 À volta a Jerusalém e as escolas rabínicas.
Eae 22  À volta a Jerusalém e as escolas rabínicas.Eae 22  À volta a Jerusalém e as escolas rabínicas.
Eae 22 À volta a Jerusalém e as escolas rabínicas.
PatiSousa1
 
Eae 108 O Cristão no meio religioso e no meio profano
Eae 108 O Cristão no meio religioso e no meio profanoEae 108 O Cristão no meio religioso e no meio profano
Eae 108 O Cristão no meio religioso e no meio profano
PatiSousa1
 
Eae 91 NORMAS DA VIDA ESPIRITUAL
Eae 91 NORMAS DA VIDA ESPIRITUALEae 91 NORMAS DA VIDA ESPIRITUAL
Eae 91 NORMAS DA VIDA ESPIRITUAL
PatiSousa1
 
Eae 67 Continuação das Epístolas
Eae 67 Continuação das EpístolasEae 67 Continuação das Epístolas
Eae 67 Continuação das Epístolas
PatiSousa1
 
Eae 87 A Lei do Trabalho / A Lei da Justiça
Eae 87 A Lei do Trabalho / A Lei da Justiça Eae 87 A Lei do Trabalho / A Lei da Justiça
Eae 87 A Lei do Trabalho / A Lei da Justiça
PatiSousa1
 
Eae 53 Interpretação do sermão do monte IV.
Eae 53 Interpretação do sermão do monte IV. Eae 53 Interpretação do sermão do monte IV.
Eae 53 Interpretação do sermão do monte IV.
PatiSousa1
 
Eae 107 O Cristão no lar
Eae 107 O Cristão no lar Eae 107 O Cristão no lar
Eae 107 O Cristão no lar
PatiSousa1
 
Eae 89 Amor a Deus, ao próximo e aos inimigos
Eae 89 Amor a Deus, ao próximo e aos inimigosEae 89 Amor a Deus, ao próximo e aos inimigos
Eae 89 Amor a Deus, ao próximo e aos inimigos
PatiSousa1
 
Eae 70 Doutrinas de Pedro, João e Judas
Eae 70 Doutrinas de Pedro, João e JudasEae 70 Doutrinas de Pedro, João e Judas
Eae 70 Doutrinas de Pedro, João e Judas
PatiSousa1
 

Mais de PatiSousa1 (20)

Aula 15 Reis Magos.ppt
Aula 15 Reis Magos.pptAula 15 Reis Magos.ppt
Aula 15 Reis Magos.ppt
 
EAE Os recursos do Cristão
EAE Os recursos do CristãoEAE Os recursos do Cristão
EAE Os recursos do Cristão
 
Basico aula 6.pptx
Basico aula 6.pptxBasico aula 6.pptx
Basico aula 6.pptx
 
AULA 30.pptx
AULA 30.pptxAULA 30.pptx
AULA 30.pptx
 
Aula 105 EAE Regras para a educação. Conduta e aperfeiçoamento dos seres (III)
Aula 105 EAE Regras para a educação.  Conduta e aperfeiçoamento dos seres (III)Aula 105 EAE Regras para a educação.  Conduta e aperfeiçoamento dos seres (III)
Aula 105 EAE Regras para a educação. Conduta e aperfeiçoamento dos seres (III)
 
Aula 104
Aula 104Aula 104
Aula 104
 
Eae 77 - AMOR COMO LEI SOBERANA E O VALOR CIENTIFICO DA PRECE, LEI DA SOLIDAR...
Eae 77 - AMOR COMO LEI SOBERANA E O VALOR CIENTIFICO DA PRECE, LEI DA SOLIDAR...Eae 77 - AMOR COMO LEI SOBERANA E O VALOR CIENTIFICO DA PRECE, LEI DA SOLIDAR...
Eae 77 - AMOR COMO LEI SOBERANA E O VALOR CIENTIFICO DA PRECE, LEI DA SOLIDAR...
 
EAE 16 - Infância e Juventude do Messias
EAE 16 -  Infância e Juventude do MessiasEAE 16 -  Infância e Juventude do Messias
EAE 16 - Infância e Juventude do Messias
 
Eae 18 As Seitas Nacionais - Costumes da Época
Eae 18 As Seitas Nacionais - Costumes da ÉpocaEae 18 As Seitas Nacionais - Costumes da Época
Eae 18 As Seitas Nacionais - Costumes da Época
 
Eae 19 Os Essênios
Eae 19  Os EssêniosEae 19  Os Essênios
Eae 19 Os Essênios
 
Eae 105 Regras para a educação. Conduta e aperfeiçoamento dos seres ( III )
Eae 105 Regras para a educação. Conduta e aperfeiçoamento dos seres ( III )Eae 105 Regras para a educação. Conduta e aperfeiçoamento dos seres ( III )
Eae 105 Regras para a educação. Conduta e aperfeiçoamento dos seres ( III )
 
Eae 22 À volta a Jerusalém e as escolas rabínicas.
Eae 22  À volta a Jerusalém e as escolas rabínicas.Eae 22  À volta a Jerusalém e as escolas rabínicas.
Eae 22 À volta a Jerusalém e as escolas rabínicas.
 
Eae 108 O Cristão no meio religioso e no meio profano
Eae 108 O Cristão no meio religioso e no meio profanoEae 108 O Cristão no meio religioso e no meio profano
Eae 108 O Cristão no meio religioso e no meio profano
 
Eae 91 NORMAS DA VIDA ESPIRITUAL
Eae 91 NORMAS DA VIDA ESPIRITUALEae 91 NORMAS DA VIDA ESPIRITUAL
Eae 91 NORMAS DA VIDA ESPIRITUAL
 
Eae 67 Continuação das Epístolas
Eae 67 Continuação das EpístolasEae 67 Continuação das Epístolas
Eae 67 Continuação das Epístolas
 
Eae 87 A Lei do Trabalho / A Lei da Justiça
Eae 87 A Lei do Trabalho / A Lei da Justiça Eae 87 A Lei do Trabalho / A Lei da Justiça
Eae 87 A Lei do Trabalho / A Lei da Justiça
 
Eae 53 Interpretação do sermão do monte IV.
Eae 53 Interpretação do sermão do monte IV. Eae 53 Interpretação do sermão do monte IV.
Eae 53 Interpretação do sermão do monte IV.
 
Eae 107 O Cristão no lar
Eae 107 O Cristão no lar Eae 107 O Cristão no lar
Eae 107 O Cristão no lar
 
Eae 89 Amor a Deus, ao próximo e aos inimigos
Eae 89 Amor a Deus, ao próximo e aos inimigosEae 89 Amor a Deus, ao próximo e aos inimigos
Eae 89 Amor a Deus, ao próximo e aos inimigos
 
Eae 70 Doutrinas de Pedro, João e Judas
Eae 70 Doutrinas de Pedro, João e JudasEae 70 Doutrinas de Pedro, João e Judas
Eae 70 Doutrinas de Pedro, João e Judas
 

Último

Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptxLição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Celso Napoleon
 
A CRUZ DE CRISTO- ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
A CRUZ DE CRISTO-  ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptxA CRUZ DE CRISTO-  ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
A CRUZ DE CRISTO- ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
JonasRibeiro61
 
MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO [MUSEOLOGIA]
MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO      [MUSEOLOGIA]MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO      [MUSEOLOGIA]
MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO [MUSEOLOGIA]
ESCRIBA DE CRISTO
 
PROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdf
PROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdfPROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdf
PROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdf
Nelson Pereira
 
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdfO-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
WELITONNOGUEIRA3
 
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Nilson Almeida
 
PEDRO NUNCA FOI PAPA [COM COMENTÁRIOS]
PEDRO NUNCA FOI PAPA   [COM COMENTÁRIOS]PEDRO NUNCA FOI PAPA   [COM COMENTÁRIOS]
PEDRO NUNCA FOI PAPA [COM COMENTÁRIOS]
ESCRIBA DE CRISTO
 
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOSDIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
ESCRIBA DE CRISTO
 
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptxLição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Celso Napoleon
 
1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO
1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO
1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO
ESCRIBA DE CRISTO
 
Bíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptx
Bíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptxBíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptx
Bíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptx
Igreja Jesus é o Verbo
 
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimentoHabacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
ayronleonardo
 
PONTOS PRINCIPAIS DA VIDA DE ZAQUEU O SERMÃO.docx
PONTOS PRINCIPAIS DA VIDA DE ZAQUEU O SERMÃO.docxPONTOS PRINCIPAIS DA VIDA DE ZAQUEU O SERMÃO.docx
PONTOS PRINCIPAIS DA VIDA DE ZAQUEU O SERMÃO.docx
ElijainaVelozoGonalv
 
Tornar se Como Deus - A Cabala E Nosso Destino Final
Tornar se Como Deus - A Cabala E Nosso Destino FinalTornar se Como Deus - A Cabala E Nosso Destino Final
Tornar se Como Deus - A Cabala E Nosso Destino Final
André Ricardo Marcondes
 
Aula02_Métodos de Interpretacao Bíblica_Prof. Gerson Willy.pdf
Aula02_Métodos de Interpretacao Bíblica_Prof. Gerson Willy.pdfAula02_Métodos de Interpretacao Bíblica_Prof. Gerson Willy.pdf
Aula02_Métodos de Interpretacao Bíblica_Prof. Gerson Willy.pdf
SrgioLinsPessoa
 
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxasMalleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Lourhana
 
Oração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Oração Para Pedir Bênçãos Aos AgricultoresOração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Oração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Nilson Almeida
 
Escola de A E Aula 96 Evolução Animica
Escola de A E Aula 96 Evolução AnimicaEscola de A E Aula 96 Evolução Animica
Escola de A E Aula 96 Evolução Animica
AlessandroSanches8
 

Último (18)

Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptxLição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
 
A CRUZ DE CRISTO- ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
A CRUZ DE CRISTO-  ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptxA CRUZ DE CRISTO-  ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
A CRUZ DE CRISTO- ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
 
MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO [MUSEOLOGIA]
MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO      [MUSEOLOGIA]MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO      [MUSEOLOGIA]
MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO [MUSEOLOGIA]
 
PROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdf
PROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdfPROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdf
PROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdf
 
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdfO-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
 
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
 
PEDRO NUNCA FOI PAPA [COM COMENTÁRIOS]
PEDRO NUNCA FOI PAPA   [COM COMENTÁRIOS]PEDRO NUNCA FOI PAPA   [COM COMENTÁRIOS]
PEDRO NUNCA FOI PAPA [COM COMENTÁRIOS]
 
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOSDIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
 
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptxLição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
 
1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO
1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO
1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO
 
Bíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptx
Bíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptxBíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptx
Bíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptx
 
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimentoHabacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
 
PONTOS PRINCIPAIS DA VIDA DE ZAQUEU O SERMÃO.docx
PONTOS PRINCIPAIS DA VIDA DE ZAQUEU O SERMÃO.docxPONTOS PRINCIPAIS DA VIDA DE ZAQUEU O SERMÃO.docx
PONTOS PRINCIPAIS DA VIDA DE ZAQUEU O SERMÃO.docx
 
Tornar se Como Deus - A Cabala E Nosso Destino Final
Tornar se Como Deus - A Cabala E Nosso Destino FinalTornar se Como Deus - A Cabala E Nosso Destino Final
Tornar se Como Deus - A Cabala E Nosso Destino Final
 
Aula02_Métodos de Interpretacao Bíblica_Prof. Gerson Willy.pdf
Aula02_Métodos de Interpretacao Bíblica_Prof. Gerson Willy.pdfAula02_Métodos de Interpretacao Bíblica_Prof. Gerson Willy.pdf
Aula02_Métodos de Interpretacao Bíblica_Prof. Gerson Willy.pdf
 
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxasMalleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxas
 
Oração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Oração Para Pedir Bênçãos Aos AgricultoresOração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Oração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
 
Escola de A E Aula 96 Evolução Animica
Escola de A E Aula 96 Evolução AnimicaEscola de A E Aula 96 Evolução Animica
Escola de A E Aula 96 Evolução Animica
 

Eae 75 O pensamento e a vontade

  • 1. O PENSAMENTO E A VONTADE Aula 75
  • 2. INTRODUÇÃO  Para estudarmos o pensamento e a vontade como forças, nada mais propício do que inicialmente definirmos o que vem ser a força.  Entendemos por força tudo aquilo que seja capaz de provocar deformações num sistema material ou causar alterações no seu movimento (tirá-lo do repouso, acelerá-lo, desacelerá-lo, etc.)  Pode um pensamento concretizar-se em materialização plástica?  Pode ser fotografado?
  • 3. PENSAMENTO E VONTADE  O pensamento e a vontade são forças do Espirito que agem sobre o meio ambiente dando forma e propriedade à matéria e interagem com outros Espíritos encarnado ou desencarnados.  Em geral o pensamento vem acompanhado de um determinado sentimento; a qualidade do pensamento lhe determina a cor, por exemplo: o pensamento de devoção tem cor azulada, o de cólera é avermelhado; a natureza do mesmo lhe determina a forma, vejamos: um pensamento de avareza tem forma de garras, o de cólera, forma de relâmpago.
  • 4.  Pela observação direta dos videntes as imagens criadas pelo pensamento podem permanecer no local onde foram engendradas por muito tempo, conforme a intensidade das emoções sentidas no momento em que, inconscientemente foram criadas, dando a impressão de se tratar de Espíritos verdadeiros (casas mal- assombradas, às vezes) quando não passam de formas- pensamento.
  • 5. IDEOPLASTIA  É moldagem da matéria viva feita pela ideia.  A ideia não é um atributo, um produto da matéria; ao contrário, ela é que modela a matéria e lhe confere a forma e seus atributos.  Emitindo uma ideia, passamos a refletir as que se lhe assemelham, ideia esse que para logo se corporifica, com intensidade correspondente à nossa insistência em sustentá-la, mantendo-nos, assim, espontaneamente em comunicação com todos os que nos esposem o modo de sentir.
  • 6. FOTOGRAFIA DO PENSAMENTO  Acabamos de ver no ensinamento de André Luiz já a primeira consequência de elevada profundidade moral, decorrente de um estudo científico.  A chapa fotográfica pode, muitas vezes, ser impressionada pelo pensamento, na luz (fotografia) ou na obscuridade (skonografia).  Um dos pioneiros desses trabalhos foi o comandante Darget com o qual se passou um fato curioso; ele projetou, com o pensamento, a imagem de uma garrafa; acontece que, na revelação da chapa, além da garrafa surgiu um rosto nítido de mulher, em que não havia pensado; posteriormente essa mulher se manifestou em uma sessão em casa de Léon Denis, dizendo-se mercadora ou feirante em Amiens, o que as investigações posteriores confirmaram.  Inúmeros outros casos a respeito da fotografia do pensamento podemos consultar o livro Pensamento e Vontade.
  • 7. FORMAS E PENSAMENTOS  Além dessas formas de pessoas de objetos, os pensamentos podem ser bizarros, relacionando-se a elas, alias, mais com os sentimentos que, propriamente, com os pensamentos.  Os videntes as veem como garras (avareza),  como relâmpago em ziguezague (cólera, ódio),
  • 8.  Como figuras geométricas (ordem cosmogônica e conceitos metafísicos), pétalas (oração), com cores as mais variadas, cada cor com sua significação; assim amarelo indica intelectualidade, raciocínio; azul, devoção, religiosidade; cor de rosa amor ou afeição; vermelho, cólera, violência; preto, maldade, perversidade. As cores puras são mais raras; em geral ha mistura de cores com certa predominância de uma delas.  Nessa questão de cores existe oculta uma verdadeira ciência. Nossos mentores espirituais conhecem bem e num relance, analisando as cores da nossa aura, sabem logo da nossa verdadeira situação intelectual ou afetiva, sem perigo algum de engano, pois jamais poderemos ocultar realidade nesse piano.  Sugerimos ao prezado Aprendiz que nos acompanha leitura do opúsculo publicado pela Editora Aliança sobre "Cromoterapia" de autoria do Cmt. Edgard Armond.
  • 9. QUALIDADE DE UM PENSAMENTO  Devoção / religiosidade: COR AZUL  Cólera / ódio: COR VERMELHA ZIGUEZAGUEADA  Raciocínio: AZUL  Violência / rancor: RELÂMPAGOS  Maldade: PRETO  Intelectualidade: AMARELO  Amor / afeição: ROSA  Oração / meditação: PÉTALAS GEOMETRICAS
  • 10.
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17. CONCLUSÕES  Inúmeras são as consequentes morais que deduzimos desse capitulo, começar pela maledicência. Vejamos: ao comentarmos o lado menos feliz de um companheiro de Trabalho, nós estaremos descarregando sobre ele cargas maciças de forças negativas que conforme seu estado espiritual poderá prejudicá-lo enormemente.  Assim lembramos valorizamos os ensinamentos de André Luiz:  “O mal não merece comentário em tempo algum”.  “Comentar mal dar forças a ele”.  O ensinamento do Mestre que bondosamente nos advertia “em verdade vos digo, ao pensardes em cometer erro já cometeste”.  Alerta-nos lição desse capítulo a respeito das nossas conversações, leituras, filmes, programas de TV, etc., que devem ser selecionados. Isto não quer dizer que devamos viver num alheamento total do mundo, mas sim sermos vigilantes.  Por exemplo, diante dos livros fúteis até pornográficos que ocasionalmente caem em nossas mãos não podemos nos deixar envolver pela mensagem deletéria, mas sim examiná-lo tecnicamente “a distância”, como diz povo.
  • 18.  Trecho de André Luiz extraído do livro “Mecanismos da Mediunidade”:  “O comprazimento nessa ou naquela espécie de atitude ou companhia, leitura ou conversação me nos edificantes, estabelece em nos reflexo condicionado pelo qual inconscientemente nos voltamos para as correntes invisíveis que representam”.  Desse modo que formamos hábitos indesejáveis pelos quais nos fazemos pasto de entidades vampirizantes, acabando na afeição de arcabouços vivos para moléstias fantasmas.  E mais adiante lição prossegue soando para todos nos como um grito de alerta:  Suponhamos, porém, que leitor se decida pelos fatos policiais escolherá o mais impressionante aos próprios olhos, para nele concentrar a atenção, começara exteriorizando na onda mental característica os quadros terrificantes que lhe nascem do cérebro, plasmando sua própria versão, ao redor dos fatos ocorridos.  Nesse estado de animo, atrairá companhias simpáticas que, em lhe escutando as conjeturas, passarão cunhar pensamentos da mesma natureza, associando-se lhe maneira intima de ver, não obstante cada um se mostre em campo pessoal de interpretação.  Dai instantes se as formas pensamento fossem visíveis ao olhar humano, fluxo tóxico de imagens deploráveis, em torno da tragédia, lhe brotar na mente, no regime das reações em cadeia espraiando-se no rumo de outras mentes interessadas no acontecimento infeliz.
  • 19. LEI DO PENSAMENTO  Semelhante, atraí semelhante, pensamentos na mesma vibração.  Lei básica do pensamento: Você se torna o que você pensa. O que mais pensar se manifestará na sua vida. Você atrai para si o que estiver penando. Você só pode senti o que você pensa se tiver um pensamento negativo, vais se sentir triste e deprimido; Se tiver pensamento positivo vai se sentir alegre.(falar sobre o poder da oração, Dependendo do que você vive pensando, do que deseja, do que pede.)
  • 20. A AURA  Além da superfície do corpo físico, pode ser vista uma espécie de nevoa leitosa, emanação deste que se denomina Duplo Etéreo; mas, sobrepondo-se a este, existe outro elemento, ligado diretamente ao Períspirito que se chama Aura, ambos com mesma forma ovalada do corpo físico.  Os pensamentos vêm do Espírito através da Mente, para o cérebro (físico, enquanto os sentimentos, as emoções, tudo quanto for do campo moral, vem do Períspirito diretamente para Aura projetando-se sobre essa película evolvente, na forma de imagens, como na TV em cores.)
  • 21. BIBLIOGRAFIA  Iniciação Espírita – Pág. 115 a 118 – Ed. Aliança  A Gênese – Cap. 13 a 21 – Allan Kardec – FEB  Pensamento e Vontade – Ernesto Bozzano – FEB  Depois da Morte – Leòn Denis – FEB  Pensamento e Vida – Cap. 1 e 2 - Emmanuel / Chico Xavier – FEB  Evolução para o Terceiro Milênio – Cap. III - Carlos Toledo Rizzini – Edicel  O Livro dos Espíritos – Parte III Cap. 10 – Allan Kardec – FEB  Formas de Pensamento – Annie Besant / C.W. Leadbeater – Ed. Pensamento  O Homem Visível e Invisível – C.W. Leadbeater – Ed. Pensamento  O Espiritismo Aplicado – Pág. 55 a 70 – Eliseu Rigonatti – Ed. Pensamento  O Problema do Ser, do Destino e da Dor – Parte I cap. 1, parte III cap. 13 – Leòn Denis – FEB  Obras Póstumas – Parte I – Allan Kardec  Mecanismos da Mediunidade – Cap. II e XI - André Luiz / Chico Xavier – FEB  http://semeandoconhecimento.com.br/natureza-e-efeito-dos-pensamentos-henrique-jose- de-souza/