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Curso para Jornalistas O perfil do jornalista na era  das redes sociais Clayton Melo Editor-executivo do IDG Now!
O mundo está conectado
*  Globalização *  Fim do isolamento  *  Interconexões (econômica, política, cultural)  * Sociedade espera que organizações (públicas, privadas ou da sociedade civil)  dialoguem.  *  Multiculturalismo, diversidade O cenário
Comunicação: fragmentação + excesso + convergência  Onde foi que nos metemos!
* Audiência fragmentada e multicanais (TV, rádio, web, impressos, celular) * Mídias sociais fazem parte do dia-a-dia de  72%  dos jovens paulistanos (18-24) * Média da população paulistana:  45%   * Entre os homens:  49%   *  Conversas pelo PC :  16%  preferem contatos por meio de computador, índice que aumenta para  29%  quando o foco são aqueles que têm entre 10 e 17 anos.  Fonte:Pesquisa Conectmídia: hábitos de consumo de mídia (Ibope Mídia, outubro 2009) Tudo ao mesmo tempo agora: a disputa pela atenção
E como fica o jornalista no meio do furacão?
Um pouco sobre o jornalismo:  * Primeiros jornais circulavam, a partir de 1609, em centros de comércio burgueses da Europa * Aristocracia também editava periódicos    Jornalista era um publicista *Jornais propagavam ideias burguesas  * Leitores esperavam que jornalista desse orientação política  * Linguagem: discursos e proclamações Fonte: A Reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística (Nilson Lage, Editora Record) Para entender o hoje, relembremos a história
Ô, língua afiada! Carlos Lacerda, o nosso publicista
Revolução Industrial   *Expansão das cidades, alfabetização,   ampliação do público leitor * Tiragens crescem *O estilo muda: fim do publicismo (impenetrável para os novos leitores); entra no lugar o  jornalismo educador  – indica o que ler, ver, vestir.  *Críticas de literatura, teatro * Custos de produção  sobem, mercado publicitário começa a se formar – imprensa se integra à economia Século XIX muda o jornalismo
* É nesse contexto que se consolida a figura do repórter. * Repórter se torna figura relevante na sociedade * Repórter como Testemunha dos fatos * E o furo : luta para dar notícia primeiro – disputa de mercado. * O jornalismo como técnica – campanha contra a linguagem retórica, valorização do lead.    * Informação torna-se fundamental para as pessoas – ela auxilia a seguir nos caminhos da vida    * Indústria de jornais se fortalece, surgem os magnatas da mídia – Joseph Pulitzer (1847-1911) e William Randolph Hearst (1863-1951) – cinema Cidadão Kane A vez do repórter
O século XX –  a era da mídia de massa e do jornalismo-testemunho. O jornalismo como fiscal do poder –  Watergate   (ícone do jornalismo investigativo)
Dois repórteres derrubam um presidente
A força da imprensa  *Caso Watergate –  Bob Woodward & Carl Bernstein (Washington Post) * Império da mídia de massa: jornais e TV têm força como agentes da sociedade. * O Quarto Poder   *As armas do jornalista: bloquinho, telefone e sola de sapato ( http://www.youtube.com/watch ?v=pDvD1tbPfiA  )
O Rubro Zorro e o Brasil ............ http://www.youtube.com/watch?v=DLivLshU8QU
E a internet bagunça o coreto
WEB 2.0 -  Paradigma da comunicação muda – deixa de ser de um para muitos para ser de muitos para muitos.   * Leitor/ cidadão virou mídia  - ele consume, produz e distribui conteúdo como quiser. *Não aceita apenas assistir ao jogo; quer ser protagonista Web 2.0 – O leitor virou mídia
O jornalista nas redes sociais
* As redes sociais -  diálogo com o público, novas fontes para buscar a informação, rastrear tendências * Não é mais o senhor da palavra: deve abrir-se para o diálogo, ouvir, compartilhar com o público   * Novo patamar de relacionamento entre jornalistas e público    * No novo ambiente, jornalistas informa, mas também  conecta pessoas e ideias e faz a mediação do debate nas redes O jornalista vai conectar pessoas e ideias
A nova cultura da mídia
Henry Jenkins e a Cultura da Convergência:  * Mídias tradicionais são passivas. As atuais, participativas e interativas. Elas coexistem, mas estão em rota de colisão  * Convergência: fluxo de conteúdo por meio de múltiplos suportes midiáticos e comportamento migratório do público diante dos meios de comunicação * Altera a lógica pela qual a indústria da comunicação opera * Também muda o modo como os consumidores processam a informação  * Exemplo: um garoto que, simultaneamente, faz lição de casa, navega na web, baixa música, conversa pelo MSN, vê TV e conversa ao celular  * Convergência exige que veículos repensem o que se imagina saber sobre o consumo de mídias das pessoas *A cultura do fã: Matrix, Star Wars, Harry Potter Convergência de mídias http://www.youtube.com/watch ?v=yyXFegTQq8s
Afinal, qual é o perfil?
O jornalista na era das redes sociais:   * Continua vital como produtor de informação de qualidade, mas deve reforçar seu caráter analítico e interpretativo – faz ver, iluminar o debate * No dilúvio informacional, ele terá o papel de organizar a informação para o leitor  * Conectará pessoas e ideias (diálogo nas redes sociais, compartilhamento) * Orientador de redes sociais  
Espero que tenham gostado!
Obrigado! 11-9610-3280 11-3049-2096 Twitter: @clayton_melo Facebook:  clayton.melo Email: clayton.melo@nowdigital.com.br Site: www.idgnow.com.br  Clayton Melo Editor-executivo do IDG Now
Relações Públicas Digitais Eduardo Vasques Líder de RP Digital da TV1 RP Jornalista 2.0: novas ferramentas de comunicação na era digital
Grupo TV1 Agências especializadas em comunicação e marketing, posicionadas para o mundo multiplataforma.  Nacional / +20 anos de mercado / 500 colaboradores / 6 unidades
Viver em sociedade Possuir  vínculos  diversos, com diversas pessoas: família amigos escola trabalho religião espaços públicos etc.
Com o avanço da  tecnologia , o que acontecia apenas de forma  presencial  ganha novos formatos e características. O foco continua nos  vínculos , a tecnologia apenas os torna mais  fáceis  e mais  ricos . (e não substituem os vínculos off-line!)
Trocas de informações, comunicação, compartilhamento, colaboração, participação, relacionamento... Encontros de pessoas com interesses comuns e complementares Papel da tecnologia: agenciar e potencializar esses encontros Independente da tecnologia, as pessoas sempre terão a necessidade de se comunicar.
Redes sociais offline 10 Redes sociais online 40 contatos ativos por pessoa
novas e diversas possibilidades
Comunicação instantânea Webmails também são redes  sociais
Redes de relacionamento Redes de conteúdo
Fotos e imagens Vídeos
Notícias e  bookmarks Música
Conteúdo colaborativo Outras redes
Usuário para tudo isso?
Importante: essas redes  não são terra de ninguém . Pertencem a seus usuários  e eles estão de olho em tudo o que acontece nelas! Possuem características e  códigos de conduta   próprios.
Marcas Nas redes
Pessoas buscam, em geral, a  manutenção de seus contatos . Empresas buscam  vender mais , direta ou indiretamente.
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Para entrar nesse universo, é  necessário : O que define a qualidade do diálogo é o  grau de interesse  dos públicos pelo que as empresas dizem.
Características da rede Transparência : novo pilar dos negócios, baseado em uma comunicação íntegra e franca. Relacionamento : mais do que apenas informações, as empresas precisam se relacionar constantemente com seus stakeholders. Diálogo : as audiências não são mais meras receptoras de conteúdo. Elas são formadoras de opinião seja no meio digital, seja no boca a boca.
Vale lembrar que, independente da plataforma,  comunicação corporativa   envolve: Reputação Todos os aspectos e conceitos relacionados a uma marca Percepção dos diversos  públicos quanto a empresa O que ela é vs. o que diz ser Manutenção da comunicação transparente Credibilidade “ Acúmulo” de percepção positiva Proteção à marca e imagem da instituição Imagem Identidade Redes sociais =  Reputação
O consumidor quer Diálogo Essencial Transparência Integridade Franqueza Relacionamento contínuo Abertura para o diálogo Respeito A dificuldade está em... Nicho ainda voltado para o B2C Compreensão dos conceitos de comunicação Métricas e mensuração de resultados Profissionalismo?
Referências Redes sociais nas internet são um fenômeno extremamente recente. Não são exatamente mídia comercial, não possuem uma regulamentação definida, não estão saturadas por publicidade. Mas nem por isso são espaços abertos para que isso aconteça da mesma forma como já acontece fora delas. E as pessoas que “povoam” essas redes reagem.
Usuários atentos e ativos
Mas o mercado de comunicação é o mesmo! RP é RP e ponto.  O que muda neste novo cenário?
Esperada ou não, houve reação! A história é a seguinte. Nesta segunda, dia 21, foi ao ar um  novo comercial  dos chinelos Havaianas, protagonizado pela avó do  filme anterior , em que uma simpática senhorinha demonstrava ainda ter alguma libido numa conversa com a neta. Você lembra: a avó reclama que a neta está de Havaianas no restaurante. Chega o galã Cauã Reymond. A avó comenta com a moça: "Você tinha que arrumar um rapaz assim". A neta responde: "Ah. deve ser muito chato casar com alguém famoso". A avó retruca: "Mas quem falou em casamento? Estou falando em sexo!" No novo comercial, a avó diz, com um notebook na mão: "Algumas pessoas reclamaram da propaganda das novas Havaianas Fit.
Publicidade velada ou aberta?
Transição entre mídias instantânea – repercussão imediata. http://migre.me/contar-cliques/ ? url=5IW1
Blogueiros não têm/são departamento de mídia...
Quanto maior a omissão, mais difícil reverter a situação.
E os riscos são permanentes.
Qual a utilização ideal das ferramentas?
Boas Práticas Referências Não definem, necessariamente, receitas de sucesso, mas apontam para análises: por quê deram certo? Logicamente, cada caso possui suas especificidades, mas no geral, boas práticas não são apenas sacadas geniais, mas exemplos de  etiqueta e bom comportamento  na rede.
Relacionamento e interação (também física)!
Ação da Olympikus para Olimpíada de 2016 no Rio de janeiro
Usuário para tudo isso?
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Características da rede Transparência : novo pilar dos negócios, baseado em uma comunicação íntegra e franca. Relacionamento : mais do que apenas informações, as empresas precisam se relacionar constantemente com seus stakeholders. Diálogo : as audiências não são mais meras receptoras de conteúdo. Elas são formadoras de opinião seja no meio digital, seja no boca a boca.
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Relacionamento e interação (também física)!
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Transparência é fundamental.
Monitoramento, relacionamento, satisfação.
Extra.com: ação promocional assumida, ninguém se sente enganado.
Blogs corporativos: linha tênue entre comunicação e call center virtual.
Mensagem auto-explicativa e relevante: ação não é “suporte”, é auto-suficiente.
Segmentação de steakholders.
Conteúdo, transparência, relacionamento real-time.
Para algumas marcas, a presença nas redes substitui até a necessidade de um site.
Os Veículos
 
 
E as Agências
Pesquisa Abracom ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Na rede...
Então, o que precisa ser considerado na hora de elaborar uma ação vencedora?
Alguns fatores são indispensáveis ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
+ monitoramento ativo contínuo: o que está acontecendo, do que estão todos falando, o que as marcas estão fazendo
Queremos começar já! #comofas?
Tudo depende, basicamente, de algumas  premissas  que precisam ser pensadas: ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Não existe uma solução mágica. Nem uma resposta pronta.
Obrigado! http://meadiciona.com/evasques [email_address] @evasques Eduardo Vasques Líder de RP Digital da TV1 RP

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Curso para Jornalistas - Jornalista 2.0: Novas ferramentas de comunicação na era digital

  • 1. Curso para Jornalistas O perfil do jornalista na era das redes sociais Clayton Melo Editor-executivo do IDG Now!
  • 2. O mundo está conectado
  • 3. * Globalização * Fim do isolamento * Interconexões (econômica, política, cultural) * Sociedade espera que organizações (públicas, privadas ou da sociedade civil) dialoguem. * Multiculturalismo, diversidade O cenário
  • 4. Comunicação: fragmentação + excesso + convergência Onde foi que nos metemos!
  • 5. * Audiência fragmentada e multicanais (TV, rádio, web, impressos, celular) * Mídias sociais fazem parte do dia-a-dia de 72% dos jovens paulistanos (18-24) * Média da população paulistana: 45% * Entre os homens: 49% * Conversas pelo PC : 16% preferem contatos por meio de computador, índice que aumenta para 29% quando o foco são aqueles que têm entre 10 e 17 anos. Fonte:Pesquisa Conectmídia: hábitos de consumo de mídia (Ibope Mídia, outubro 2009) Tudo ao mesmo tempo agora: a disputa pela atenção
  • 6. E como fica o jornalista no meio do furacão?
  • 7. Um pouco sobre o jornalismo: * Primeiros jornais circulavam, a partir de 1609, em centros de comércio burgueses da Europa * Aristocracia também editava periódicos   Jornalista era um publicista *Jornais propagavam ideias burguesas * Leitores esperavam que jornalista desse orientação política * Linguagem: discursos e proclamações Fonte: A Reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística (Nilson Lage, Editora Record) Para entender o hoje, relembremos a história
  • 8. Ô, língua afiada! Carlos Lacerda, o nosso publicista
  • 9. Revolução Industrial *Expansão das cidades, alfabetização, ampliação do público leitor * Tiragens crescem *O estilo muda: fim do publicismo (impenetrável para os novos leitores); entra no lugar o jornalismo educador – indica o que ler, ver, vestir. *Críticas de literatura, teatro * Custos de produção sobem, mercado publicitário começa a se formar – imprensa se integra à economia Século XIX muda o jornalismo
  • 10. * É nesse contexto que se consolida a figura do repórter. * Repórter se torna figura relevante na sociedade * Repórter como Testemunha dos fatos * E o furo : luta para dar notícia primeiro – disputa de mercado. * O jornalismo como técnica – campanha contra a linguagem retórica, valorização do lead.   * Informação torna-se fundamental para as pessoas – ela auxilia a seguir nos caminhos da vida    * Indústria de jornais se fortalece, surgem os magnatas da mídia – Joseph Pulitzer (1847-1911) e William Randolph Hearst (1863-1951) – cinema Cidadão Kane A vez do repórter
  • 11. O século XX – a era da mídia de massa e do jornalismo-testemunho. O jornalismo como fiscal do poder – Watergate (ícone do jornalismo investigativo)
  • 12. Dois repórteres derrubam um presidente
  • 13. A força da imprensa *Caso Watergate – Bob Woodward & Carl Bernstein (Washington Post) * Império da mídia de massa: jornais e TV têm força como agentes da sociedade. * O Quarto Poder   *As armas do jornalista: bloquinho, telefone e sola de sapato ( http://www.youtube.com/watch ?v=pDvD1tbPfiA )
  • 14. O Rubro Zorro e o Brasil ............ http://www.youtube.com/watch?v=DLivLshU8QU
  • 15. E a internet bagunça o coreto
  • 16. WEB 2.0 - Paradigma da comunicação muda – deixa de ser de um para muitos para ser de muitos para muitos.   * Leitor/ cidadão virou mídia - ele consume, produz e distribui conteúdo como quiser. *Não aceita apenas assistir ao jogo; quer ser protagonista Web 2.0 – O leitor virou mídia
  • 17. O jornalista nas redes sociais
  • 18. * As redes sociais - diálogo com o público, novas fontes para buscar a informação, rastrear tendências * Não é mais o senhor da palavra: deve abrir-se para o diálogo, ouvir, compartilhar com o público   * Novo patamar de relacionamento entre jornalistas e público   * No novo ambiente, jornalistas informa, mas também conecta pessoas e ideias e faz a mediação do debate nas redes O jornalista vai conectar pessoas e ideias
  • 19. A nova cultura da mídia
  • 20. Henry Jenkins e a Cultura da Convergência: * Mídias tradicionais são passivas. As atuais, participativas e interativas. Elas coexistem, mas estão em rota de colisão * Convergência: fluxo de conteúdo por meio de múltiplos suportes midiáticos e comportamento migratório do público diante dos meios de comunicação * Altera a lógica pela qual a indústria da comunicação opera * Também muda o modo como os consumidores processam a informação * Exemplo: um garoto que, simultaneamente, faz lição de casa, navega na web, baixa música, conversa pelo MSN, vê TV e conversa ao celular * Convergência exige que veículos repensem o que se imagina saber sobre o consumo de mídias das pessoas *A cultura do fã: Matrix, Star Wars, Harry Potter Convergência de mídias http://www.youtube.com/watch ?v=yyXFegTQq8s
  • 21. Afinal, qual é o perfil?
  • 22. O jornalista na era das redes sociais:   * Continua vital como produtor de informação de qualidade, mas deve reforçar seu caráter analítico e interpretativo – faz ver, iluminar o debate * No dilúvio informacional, ele terá o papel de organizar a informação para o leitor * Conectará pessoas e ideias (diálogo nas redes sociais, compartilhamento) * Orientador de redes sociais  
  • 23. Espero que tenham gostado!
  • 24. Obrigado! 11-9610-3280 11-3049-2096 Twitter: @clayton_melo Facebook: clayton.melo Email: clayton.melo@nowdigital.com.br Site: www.idgnow.com.br Clayton Melo Editor-executivo do IDG Now
  • 25. Relações Públicas Digitais Eduardo Vasques Líder de RP Digital da TV1 RP Jornalista 2.0: novas ferramentas de comunicação na era digital
  • 26. Grupo TV1 Agências especializadas em comunicação e marketing, posicionadas para o mundo multiplataforma. Nacional / +20 anos de mercado / 500 colaboradores / 6 unidades
  • 27. Viver em sociedade Possuir vínculos diversos, com diversas pessoas: família amigos escola trabalho religião espaços públicos etc.
  • 28. Com o avanço da tecnologia , o que acontecia apenas de forma presencial ganha novos formatos e características. O foco continua nos vínculos , a tecnologia apenas os torna mais fáceis e mais ricos . (e não substituem os vínculos off-line!)
  • 29. Trocas de informações, comunicação, compartilhamento, colaboração, participação, relacionamento... Encontros de pessoas com interesses comuns e complementares Papel da tecnologia: agenciar e potencializar esses encontros Independente da tecnologia, as pessoas sempre terão a necessidade de se comunicar.
  • 30. Redes sociais offline 10 Redes sociais online 40 contatos ativos por pessoa
  • 31. novas e diversas possibilidades
  • 32. Comunicação instantânea Webmails também são redes sociais
  • 33. Redes de relacionamento Redes de conteúdo
  • 34. Fotos e imagens Vídeos
  • 35. Notícias e bookmarks Música
  • 38. Importante: essas redes não são terra de ninguém . Pertencem a seus usuários e eles estão de olho em tudo o que acontece nelas! Possuem características e códigos de conduta próprios.
  • 40. Pessoas buscam, em geral, a manutenção de seus contatos . Empresas buscam vender mais , direta ou indiretamente.
  • 41.
  • 42. Características da rede Transparência : novo pilar dos negócios, baseado em uma comunicação íntegra e franca. Relacionamento : mais do que apenas informações, as empresas precisam se relacionar constantemente com seus stakeholders. Diálogo : as audiências não são mais meras receptoras de conteúdo. Elas são formadoras de opinião seja no meio digital, seja no boca a boca.
  • 43. Vale lembrar que, independente da plataforma, comunicação corporativa envolve: Reputação Todos os aspectos e conceitos relacionados a uma marca Percepção dos diversos públicos quanto a empresa O que ela é vs. o que diz ser Manutenção da comunicação transparente Credibilidade “ Acúmulo” de percepção positiva Proteção à marca e imagem da instituição Imagem Identidade Redes sociais = Reputação
  • 44. O consumidor quer Diálogo Essencial Transparência Integridade Franqueza Relacionamento contínuo Abertura para o diálogo Respeito A dificuldade está em... Nicho ainda voltado para o B2C Compreensão dos conceitos de comunicação Métricas e mensuração de resultados Profissionalismo?
  • 45. Referências Redes sociais nas internet são um fenômeno extremamente recente. Não são exatamente mídia comercial, não possuem uma regulamentação definida, não estão saturadas por publicidade. Mas nem por isso são espaços abertos para que isso aconteça da mesma forma como já acontece fora delas. E as pessoas que “povoam” essas redes reagem.
  • 47. Mas o mercado de comunicação é o mesmo! RP é RP e ponto. O que muda neste novo cenário?
  • 48. Esperada ou não, houve reação! A história é a seguinte. Nesta segunda, dia 21, foi ao ar um novo comercial dos chinelos Havaianas, protagonizado pela avó do filme anterior , em que uma simpática senhorinha demonstrava ainda ter alguma libido numa conversa com a neta. Você lembra: a avó reclama que a neta está de Havaianas no restaurante. Chega o galã Cauã Reymond. A avó comenta com a moça: "Você tinha que arrumar um rapaz assim". A neta responde: "Ah. deve ser muito chato casar com alguém famoso". A avó retruca: "Mas quem falou em casamento? Estou falando em sexo!" No novo comercial, a avó diz, com um notebook na mão: "Algumas pessoas reclamaram da propaganda das novas Havaianas Fit.
  • 50. Transição entre mídias instantânea – repercussão imediata. http://migre.me/contar-cliques/ ? url=5IW1
  • 51. Blogueiros não têm/são departamento de mídia...
  • 52. Quanto maior a omissão, mais difícil reverter a situação.
  • 53. E os riscos são permanentes.
  • 54. Qual a utilização ideal das ferramentas?
  • 55. Boas Práticas Referências Não definem, necessariamente, receitas de sucesso, mas apontam para análises: por quê deram certo? Logicamente, cada caso possui suas especificidades, mas no geral, boas práticas não são apenas sacadas geniais, mas exemplos de etiqueta e bom comportamento na rede.
  • 56. Relacionamento e interação (também física)!
  • 57. Ação da Olympikus para Olimpíada de 2016 no Rio de janeiro
  • 59. Importante: essas redes não são terra de ninguém . Pertencem a seus usuários e eles estão de olho em tudo o que acontece nelas! Possuem características e códigos de conduta próprios.
  • 61. Pessoas buscam, em geral, a manutenção de seus contatos . Empresas buscam vender mais , direta ou indiretamente.
  • 62.
  • 63. Características da rede Transparência : novo pilar dos negócios, baseado em uma comunicação íntegra e franca. Relacionamento : mais do que apenas informações, as empresas precisam se relacionar constantemente com seus stakeholders. Diálogo : as audiências não são mais meras receptoras de conteúdo. Elas são formadoras de opinião seja no meio digital, seja no boca a boca.
  • 64. Vale lembrar que, independente da plataforma, comunicação corporativa envolve: Reputação Todos os aspectos e conceitos relacionados a uma marca Percepção dos diversos públicos quanto a empresa O que ela é vs. o que diz ser Manutenção da comunicação transparente Credibilidade “ Acúmulo” de percepção positiva Proteção à marca e imagem da instituição Imagem Identidade Redes sociais = Reputação
  • 65. O consumidor quer Diálogo Essencial Transparência Integridade Franqueza Relacionamento contínuo Abertura para o diálogo Respeito A dificuldade está em... Nicho ainda voltado para o B2C Compreensão dos conceitos de comunicação Métricas e mensuração de resultados Profissionalismo?
  • 66. Referências Redes sociais nas internet são um fenômeno extremamente recente. Não são exatamente mídia comercial, não possuem uma regulamentação definida, não estão saturadas por publicidade. Mas nem por isso são espaços abertos para que isso aconteça da mesma forma como já acontece fora delas. E as pessoas que “povoam” essas redes reagem.
  • 68. Mas o mercado de comunicação é o mesmo! RP é RP e ponto. O que muda neste novo cenário?
  • 69. Esperada ou não, houve reação! A história é a seguinte. Nesta segunda, dia 21, foi ao ar um novo comercial dos chinelos Havaianas, protagonizado pela avó do filme anterior , em que uma simpática senhorinha demonstrava ainda ter alguma libido numa conversa com a neta. Você lembra: a avó reclama que a neta está de Havaianas no restaurante. Chega o galã Cauã Reymond. A avó comenta com a moça: "Você tinha que arrumar um rapaz assim". A neta responde: "Ah. deve ser muito chato casar com alguém famoso". A avó retruca: "Mas quem falou em casamento? Estou falando em sexo!" No novo comercial, a avó diz, com um notebook na mão: "Algumas pessoas reclamaram da propaganda das novas Havaianas Fit.
  • 71. Transição entre mídias instantânea – repercussão imediata. http://migre.me/contar-cliques/ ? url=5IW1
  • 72. Blogueiros não têm/são departamento de mídia...
  • 73. Quanto maior a omissão, mais difícil reverter a situação.
  • 74. E os riscos são permanentes.
  • 75. Qual a utilização ideal das ferramentas?
  • 76. Boas Práticas Referências Não definem, necessariamente, receitas de sucesso, mas apontam para análises: por quê deram certo? Logicamente, cada caso possui suas especificidades, mas no geral, boas práticas não são apenas sacadas geniais, mas exemplos de etiqueta e bom comportamento na rede.
  • 77. Relacionamento e interação (também física)!
  • 78. Ação da Olympikus para Olimpíada de 2016 no Rio de janeiro
  • 81. Extra.com: ação promocional assumida, ninguém se sente enganado.
  • 82. Blogs corporativos: linha tênue entre comunicação e call center virtual.
  • 83. Mensagem auto-explicativa e relevante: ação não é “suporte”, é auto-suficiente.
  • 86. Para algumas marcas, a presença nas redes substitui até a necessidade de um site.
  • 88.  
  • 89.  
  • 91.
  • 93. Então, o que precisa ser considerado na hora de elaborar uma ação vencedora?
  • 94.
  • 95. + monitoramento ativo contínuo: o que está acontecendo, do que estão todos falando, o que as marcas estão fazendo
  • 97.
  • 98. Obrigado! http://meadiciona.com/evasques [email_address] @evasques Eduardo Vasques Líder de RP Digital da TV1 RP