Fígado Localização. CIRROSE Fonte: www.catalog.nucleusinc.com
Peso No homem pesa cerca de 1,4 à 1,8 kg; Na mulher pesa cerca de 1,3 `a 1,5 kg. Fonte:www.portalsaofrancisco.com.br CIRROSE
FUNÇÕES Secretar a Bile; Remover  moléculas  de glicose; Armazenar Ferro; Sintetizar diversas proteínas presentes no sangue; Degradar  álcool ; Destruir hemácias. CIRROSE
Suprimento  sanguíneo : Aferente Artéria Hepática Arteríolas interlobulares Espaço Porta  Capilares Sinusóides CIRROSE
Suprimento sanguíneo: Eferente Veia Porta Vênulas Distribuidoras Capilares sinusóides Veia Central Veia Sublobular Veias Hepáticas CIRROSE
Suprimento sanguíneo aferente e eferente Fonte: ROLIM, Andrea. CIRROSE
Lóbulos   Hepáticos O componente estrutural básico do fígado é o hepatócito; CIRROSE Fonte: JUNQUEIRA, L.C; CARNEIRO, José; Histologia Básica, 8 ed., Guanabara Koogan, 2004.
Os capilares sinusóides; Células de Kuppfer. Fun çã o:  Metabolizar; Digerir; Secretar; Destruir. CIRROSE
Fonte: JUNQUEIRA, L.C; CARNEIRO, José; Histologia Básica, 8 ed., Guanabara Koogan, 2004. CIRROSE
Veia centro lobular É o ramo inicial da veia hepática. Capilares sinusoides -> veia centro lobular-> ramo inicial da veia hepática ↓ Veias hepáticas ← veias sublobulares Parede delgada. Constituída praticamente apenas de endotélio apoiado em fibras reticulares. CIRROSE
Espaço Porta S uprimento sanguíneos : veia porta 70% a 80% e artéria hepática. Metaboliza, acumula nutrientes, neutraliza e elimina substancias tóxicas absorvidas. vênula Espaço porta  arteríola  Ducto biliar Vasos linfáticos e nervos O espaço porta também é chamado de tríade porta.  A tríade é cercada por uma cápsula  de tec. Conjuntivo, contínua com a cápsula de Glisson, que recebe o nome de placa limitante. CIRROSE
Espaço porta CIRROSE
Espaço Porta. CIRROSE
Hepatócitos Constituem cerca de 80% do fígado. Se distribuem em trabéculas . São cel. epiteliais homogêneas. Possui duas faces funcionalmente distintas: sinusoidal e canalicular. Os Hepatócitos que circundam o espaço –porta compõe a chamada placa limitante. A predominância de hepatócitos confere ao fígado certa consistência e pouca resistência a traumatismo, que pode resultar de lacerações CIRROSE
Hepatócitos CIRROSE
CIRROSE CIRROSE
Definição Sob o ponto de vista anátomo-patológico é uma doença hepática caracterizada pela formação de nódulos de hepatócitos envoltos por fibrose difusa . CIRROSE
Características Fibrose Difusa Nódulos parenquimatosos Rotura da arquitetura de todo o fígado CIRROSE
Etiologia Alcoólica Hepatite Biliar CIRROSE
Cirrose Hepática Alcoólica Aspecto Macroscópico  Aspecto Microscópico CIRROSE
Patogênese Fibrose Progressiva Reorganização da Microestrutura Vascular do Fígado CIRROSE
CIRROSE
CIRROSE
CIRROSE
CONSEQUÊNCIAS DA CIRROSE Insuficiência Hepática Progressiva Hipertensão Portal Carcinoma Hepatocelular CIRROSE
INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA Causas: Necrose hepática maciça  (drogas ou toxinas :direto / destruição imunomediada) Doença hepática crônica Disfunção hepática sem necrose franca(toxicidade) Pode ser viáveis, mas não desempenham função metabólica normal CIRROSE
INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA Complicações: Icterícia; Hipoalbuminemia; Hiperamoniemia; Diminuição da síntese dos fatores do complexo protrombínico (II,VII,IX e X); Síndrome hepatorrenal. CIRROSE
INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA Origem endógena Origem exógena Amoníaco FÍGADO E RINS PARA INATIVAÇÃO Inibição da transmissão cerebral normal; Edema cerebral. Amônia Amônia Encefalopatia hepática: CIRROSE
INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA Encefalopatia hepática: Consequências:  Distúrbios no sistema nervoso central e sistema neuromuscular. Consciência(desorientação,confusão,sonolência,coma) Hipertonia e Hiper-reflexia CIRROSE
INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA  Síndrome hepatorrenal: Retenção de sódio (excreção de água) Perfusão renal diminuída ( vasodilatadores) Uréia e creatinina (sangue) CIRROSE
HIPERTENSÃO PORTAL A hipertensão portal é um distúrbio hemodinâmico, na maioria das vezes decorrente de hepatopatia crônica, esquistossomose ou cirrose hepática. Resistência aumentada ao fluxo sanguíneo portal. (Robbins, 1999)  CIRROSE
HIPERTENSÃO PORTAL Fígado Baço Veia porta Veia mesentérica inferior Cólon esquerdo Intestino delgado Cólon direito Veia mesentérica superior Veia  esplênica CIRROSE
HIPERTENSÃO   PORTAL Classificação:  O local de resistência é a base para a classificação. HP intra-hepática (predominante a cirrose) HP  pré-hepática (trombose e estreitamento da VP) HP  pós-hepática (ICD, pericardite constritiva) CIRROSE
HIPERTENSÃO PORTAL O local de resistência é a base para a classificação. Veia porta Veia  esplênica CIRROSE
HIPERTENSÃO PORTAL Resistência  do fluxo portal (sinusóides) Compressão das veias hepáticas(fibrose, nódulos) Consequências: Ascite Shunts portossistêmicos Esplenomegalia congestiva Intra-hepático: CIRROSE
HIPERTENSÃO PORTAL  Coleção de líquido em excesso na cavidade peritoneal, provocado por uma somatória de fatores. Fatores: HP sinusoidal Pressão oncótica Retenção de sódio e água Ascite  CIRROSE
HIPERTENSÃO PORTAL  HP sinusoidal  desorganização estrutural dos sinusóides  contração dos sinusóides CIRROSE
HIPERTENSÃO PORTAL Pressão oncótica Hipoalbuminemia Desnutrição Extravasamento  do plasma CIRROSE
HIPERTENSÃO PORTAL Retenção de Na + e H2O Hipertensão P  (Vasodilatadores = aumento do calibre) Pressão sanguínea em todo corpo  Rins  na filtração (renina, angiotensina, aldosterona) CIRROSE
HIPERTENSÃO PORTAL Shunts portossistêmicos É uma anormalidade da veia porta em que ocorre a anastomose desta ou de uma de sua tributárias com a veia cava caudal de modo que o sangue destinado ao fígado retorne,em grande parte, á circulação sistêmica. CIRROSE
HIPERTENSÃO PORTAL Complicações: Colaterais gastro-esofágicas(varizes) Hemorragia das varizes Shunts portossistêmicos CIRROSE
HIPERTENSÃO PORTAL Varizes gástricas Hemorragia das varizes Shunts portossistêmicos CIRROSE
HIPERTENSÃO PORTAL Colaterais  umbilicais Shunts portossistêmicos CIRROSE
Esplenomegalia Congestão de longa duração pode causar esplenomegalia congestiva. COMPLICAÇÕES: Alterações hematológicas HIPERTENSÃO PORTAL CIRROSE
HIPERTENSÃO PORTAL Colarerais hemorroidários Shunts portossistêmicos CIRROSE
CARCINOMAS HEPATOCELULARES É o câncer primário, ou seja, câncer derivado das principais células do fígado, os hepatócitos. CIRROSE
CARCINOMAS HEPATOCELULARES FARTORES DE RISCO MAIS COMUNS: Cirrose (fibrose e morte em resposta a uma agressão contínua) Hepatite (HBV e HCV) Aflotoxinas (substâncias de grãos e nozes, estocado inadequado) Alcoolismo crônico Doenças associados : hemocromatose deficiência de alfa 1 antitripsina(elastase) CIRROSE
CARCINOMAS HEPATOCELULARES PATOGENESE Ciclos de morte celular e regeneração (de qualquer tipo). Alterações  pré-neoplásicas  com displasias dos hepatócitos(proteínas virais HGF e TGF-alfa). Aflatoxina liga-se ao DNA(mutações em proto-oncogenes e genes supressores tumorais p53). Ciclo ativo. Aflatoxina: derivada do fungo  Aspergillus flavus. CIRROSE
CARCINOMAS HEPATOCELULARES HBV  ou  HCV Resposta imune Hepatite crônica mutageneses mitogeneses Evento secundário Danos no DNA celular Anormalidades cromossômicas Mutações genéticas Danos no DNA viral (HBV) Interação no genoma do hospedeiro Genes ontogênicos virais Perda do controle do crescimento celular Carcinoma hepatocelular CIRROSE
CARCINOMAS HEPATOCELULARES http://pathwiki.pbworks.com/w/page/14673982/GITSlide33 http://www.scielo.org.pe/scielo.php?pid=S1022-51292008000100011&script=sci_arttext http://radiology.uchc.edu/eAtlas/GI/763.htm MACROSCOPICAMENTE CIRROSE
Referências Fígado, Disponível em: www.portalsaofrancisco.com.br, Acessado em: 14/10/2011. Fígado, Disponível em:  www.catalog.nucleusinc.com , Acessado em: 14/10/2011. BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo Patologia. 7 ed., Guanabara Koogan, 2006. JUNQUEIRA, L.C; CARNEIRO, José;  Histologia Básica , 8 ed., Guanabara Koogan, 2004.

Cirrose

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    Fígado Localização. CIRROSEFonte: www.catalog.nucleusinc.com
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    Peso No homempesa cerca de 1,4 à 1,8 kg; Na mulher pesa cerca de 1,3 `a 1,5 kg. Fonte:www.portalsaofrancisco.com.br CIRROSE
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    FUNÇÕES Secretar aBile; Remover moléculas de glicose; Armazenar Ferro; Sintetizar diversas proteínas presentes no sangue; Degradar álcool ; Destruir hemácias. CIRROSE
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    Suprimento sanguíneo: Aferente Artéria Hepática Arteríolas interlobulares Espaço Porta Capilares Sinusóides CIRROSE
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    Suprimento sanguíneo: EferenteVeia Porta Vênulas Distribuidoras Capilares sinusóides Veia Central Veia Sublobular Veias Hepáticas CIRROSE
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    Suprimento sanguíneo aferentee eferente Fonte: ROLIM, Andrea. CIRROSE
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    Lóbulos Hepáticos O componente estrutural básico do fígado é o hepatócito; CIRROSE Fonte: JUNQUEIRA, L.C; CARNEIRO, José; Histologia Básica, 8 ed., Guanabara Koogan, 2004.
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    Os capilares sinusóides;Células de Kuppfer. Fun çã o: Metabolizar; Digerir; Secretar; Destruir. CIRROSE
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    Fonte: JUNQUEIRA, L.C;CARNEIRO, José; Histologia Básica, 8 ed., Guanabara Koogan, 2004. CIRROSE
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    Veia centro lobularÉ o ramo inicial da veia hepática. Capilares sinusoides -> veia centro lobular-> ramo inicial da veia hepática ↓ Veias hepáticas ← veias sublobulares Parede delgada. Constituída praticamente apenas de endotélio apoiado em fibras reticulares. CIRROSE
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    Espaço Porta Suprimento sanguíneos : veia porta 70% a 80% e artéria hepática. Metaboliza, acumula nutrientes, neutraliza e elimina substancias tóxicas absorvidas. vênula Espaço porta arteríola Ducto biliar Vasos linfáticos e nervos O espaço porta também é chamado de tríade porta. A tríade é cercada por uma cápsula de tec. Conjuntivo, contínua com a cápsula de Glisson, que recebe o nome de placa limitante. CIRROSE
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    Hepatócitos Constituem cercade 80% do fígado. Se distribuem em trabéculas . São cel. epiteliais homogêneas. Possui duas faces funcionalmente distintas: sinusoidal e canalicular. Os Hepatócitos que circundam o espaço –porta compõe a chamada placa limitante. A predominância de hepatócitos confere ao fígado certa consistência e pouca resistência a traumatismo, que pode resultar de lacerações CIRROSE
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    Definição Sob oponto de vista anátomo-patológico é uma doença hepática caracterizada pela formação de nódulos de hepatócitos envoltos por fibrose difusa . CIRROSE
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    Características Fibrose DifusaNódulos parenquimatosos Rotura da arquitetura de todo o fígado CIRROSE
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    Cirrose Hepática AlcoólicaAspecto Macroscópico Aspecto Microscópico CIRROSE
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    Patogênese Fibrose ProgressivaReorganização da Microestrutura Vascular do Fígado CIRROSE
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    CONSEQUÊNCIAS DA CIRROSEInsuficiência Hepática Progressiva Hipertensão Portal Carcinoma Hepatocelular CIRROSE
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    INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA Causas:Necrose hepática maciça (drogas ou toxinas :direto / destruição imunomediada) Doença hepática crônica Disfunção hepática sem necrose franca(toxicidade) Pode ser viáveis, mas não desempenham função metabólica normal CIRROSE
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    INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA Complicações:Icterícia; Hipoalbuminemia; Hiperamoniemia; Diminuição da síntese dos fatores do complexo protrombínico (II,VII,IX e X); Síndrome hepatorrenal. CIRROSE
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    INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA Origemendógena Origem exógena Amoníaco FÍGADO E RINS PARA INATIVAÇÃO Inibição da transmissão cerebral normal; Edema cerebral. Amônia Amônia Encefalopatia hepática: CIRROSE
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    INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA Encefalopatiahepática: Consequências: Distúrbios no sistema nervoso central e sistema neuromuscular. Consciência(desorientação,confusão,sonolência,coma) Hipertonia e Hiper-reflexia CIRROSE
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    INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA Síndrome hepatorrenal: Retenção de sódio (excreção de água) Perfusão renal diminuída ( vasodilatadores) Uréia e creatinina (sangue) CIRROSE
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    HIPERTENSÃO PORTAL Ahipertensão portal é um distúrbio hemodinâmico, na maioria das vezes decorrente de hepatopatia crônica, esquistossomose ou cirrose hepática. Resistência aumentada ao fluxo sanguíneo portal. (Robbins, 1999) CIRROSE
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    HIPERTENSÃO PORTAL FígadoBaço Veia porta Veia mesentérica inferior Cólon esquerdo Intestino delgado Cólon direito Veia mesentérica superior Veia esplênica CIRROSE
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    HIPERTENSÃO PORTAL Classificação: O local de resistência é a base para a classificação. HP intra-hepática (predominante a cirrose) HP pré-hepática (trombose e estreitamento da VP) HP pós-hepática (ICD, pericardite constritiva) CIRROSE
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    HIPERTENSÃO PORTAL Olocal de resistência é a base para a classificação. Veia porta Veia esplênica CIRROSE
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    HIPERTENSÃO PORTAL Resistência do fluxo portal (sinusóides) Compressão das veias hepáticas(fibrose, nódulos) Consequências: Ascite Shunts portossistêmicos Esplenomegalia congestiva Intra-hepático: CIRROSE
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    HIPERTENSÃO PORTAL Coleção de líquido em excesso na cavidade peritoneal, provocado por uma somatória de fatores. Fatores: HP sinusoidal Pressão oncótica Retenção de sódio e água Ascite CIRROSE
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    HIPERTENSÃO PORTAL HP sinusoidal desorganização estrutural dos sinusóides contração dos sinusóides CIRROSE
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    HIPERTENSÃO PORTAL Pressãooncótica Hipoalbuminemia Desnutrição Extravasamento do plasma CIRROSE
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    HIPERTENSÃO PORTAL Retençãode Na + e H2O Hipertensão P (Vasodilatadores = aumento do calibre) Pressão sanguínea em todo corpo Rins na filtração (renina, angiotensina, aldosterona) CIRROSE
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    HIPERTENSÃO PORTAL Shuntsportossistêmicos É uma anormalidade da veia porta em que ocorre a anastomose desta ou de uma de sua tributárias com a veia cava caudal de modo que o sangue destinado ao fígado retorne,em grande parte, á circulação sistêmica. CIRROSE
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    HIPERTENSÃO PORTAL Complicações:Colaterais gastro-esofágicas(varizes) Hemorragia das varizes Shunts portossistêmicos CIRROSE
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    HIPERTENSÃO PORTAL Varizesgástricas Hemorragia das varizes Shunts portossistêmicos CIRROSE
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    CARCINOMAS HEPATOCELULARES Éo câncer primário, ou seja, câncer derivado das principais células do fígado, os hepatócitos. CIRROSE
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    CARCINOMAS HEPATOCELULARES FARTORESDE RISCO MAIS COMUNS: Cirrose (fibrose e morte em resposta a uma agressão contínua) Hepatite (HBV e HCV) Aflotoxinas (substâncias de grãos e nozes, estocado inadequado) Alcoolismo crônico Doenças associados : hemocromatose deficiência de alfa 1 antitripsina(elastase) CIRROSE
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    CARCINOMAS HEPATOCELULARES PATOGENESECiclos de morte celular e regeneração (de qualquer tipo). Alterações pré-neoplásicas com displasias dos hepatócitos(proteínas virais HGF e TGF-alfa). Aflatoxina liga-se ao DNA(mutações em proto-oncogenes e genes supressores tumorais p53). Ciclo ativo. Aflatoxina: derivada do fungo Aspergillus flavus. CIRROSE
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    CARCINOMAS HEPATOCELULARES HBV ou HCV Resposta imune Hepatite crônica mutageneses mitogeneses Evento secundário Danos no DNA celular Anormalidades cromossômicas Mutações genéticas Danos no DNA viral (HBV) Interação no genoma do hospedeiro Genes ontogênicos virais Perda do controle do crescimento celular Carcinoma hepatocelular CIRROSE
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    CARCINOMAS HEPATOCELULARES http://pathwiki.pbworks.com/w/page/14673982/GITSlide33http://www.scielo.org.pe/scielo.php?pid=S1022-51292008000100011&script=sci_arttext http://radiology.uchc.edu/eAtlas/GI/763.htm MACROSCOPICAMENTE CIRROSE
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    Referências Fígado, Disponívelem: www.portalsaofrancisco.com.br, Acessado em: 14/10/2011. Fígado, Disponível em: www.catalog.nucleusinc.com , Acessado em: 14/10/2011. BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo Patologia. 7 ed., Guanabara Koogan, 2006. JUNQUEIRA, L.C; CARNEIRO, José; Histologia Básica , 8 ed., Guanabara Koogan, 2004.