Cadeira : sistema Gastrointestinal
Discente:
Amélia Dinis Bernardo
Marlene Julião Mimbirre
Mariamo Yuzma Abdul baraca
Míria Bernardo Cossa
Nicole Daniela Daniel Belengueze
Tema: Hipertensao portal
Docente: Edna Vanessa
Introdução
 O sistema venoso portal é responsável por coletar o sangue da parte abdominal do
tratogastrointestinal e por transportalo ao fígado, onde será filtrado. Antes de ser enviado a
circulação sistémica. Este sistema é composto por uma serie de veias que recolhem o
sangue dos orgaos do tratodigestivo e desembocam nas veias explinicas e mesenterica
superior, estas por sua vez se unem para formar a veia porta.
 A veia porta penetra no fígado pelo ilo e divide-se em dois ramos: direito e esquerdo. Uma
vez no fígado, o sangue portal ee levado ate as sinosoides (capilares epaticos) pelos ramos
terminais da veia porta e destes ate as veias centrolobulares que dreinam para as veias
epaticas e posteriorimente pela veia cava inferior, o sangue metabolizado no fígado.
Continuação
 A hipertensão portal é frequentemente associada à cirrose hepática, uma das
causas mais comuns nos países ocidentais, embora outras condições, como
hepatite viral, consumo crônico de álcool e trombose venosa, também
desempenhem papéis significativos.
 Este trabalho explora profundamente não apenas as causas e sintomas da
hipertensão portal, mas também sua fisiopatologia, factores de risco e
métodos de diagnóstico e tratamento, oferecendo uma visão abrangente e
esclarecedora sobre essa condição médica desafiadora.
Hipertensão
◦ A hipertensão portal é uma condição complexa que envolve
um aumento sustentado da pressão venosa portal,
desencadeado pela obstrução do fluxo sanguíneo em qualquer
ponto do circuito portal.
◦ Este fenômeno, que pode ser pré-hepático, intra-hepático ou
pós-hepático, é crucial para compreender as múltiplas facetas
dessa condição.
Causas
A hipertensão portal é uma condição complexa que pode surgir de várias causas,
sendo a cirrose hepática a mais comum nos países ocidentais. A cirrose hepática, por
sua vez, pode ter origem nas hepatites virais B e C, consumo crônico de álcool ao
longo da vida e esteatose hepática (acúmulo de gordura no fígado). A cirrose cria um
aumento na resistência ao fluxo sanguíneo no fígado, contribuindo para a
hipertensão portal.
Além da cirrose, existem outras causas para a hipertensão portal, tais como:
 Doença hepática policística, que envolve o crescimento anormal de cistos no
fígado;
 Fibrose hepática congênita, uma condição de formação anormal do fígado desde o
nascimento;
 Insuficiência cardíaca direita;
Cont…
 Sindrome de Budd-Chiari, uma doença que envolve a obstrução das veias
hepáticas;
 Trombose nas veias do fígado e baço.
Sintomas
 Os sintomas da hipertensão portal podem variar e, em muitos casos, eles
podem não ser imediatamente aparentes. No entanto, indivíduos que
possuem uma condição hepática que aumenta o risco de cirrose estão mais
suscetíveis a desenvolver hipertensão portal.
 Quando ela se manifesta com sintomas visíveis, é possível causar:
 Ascite (acúmulo de fluído no espaço intersticial);
 Edema nos membros inferiores;
Cont…
 Hematêmese que é vômito com presença de sangue;
 Melena, que são fezes escuras devido ao sangramento
gastrointestinal;
 Varizes esofágicas, que são veias dilatadas no esôfago.
Fisiopatologia
 A fisiopatologia da hipertensão portal esta diretamente
relacionada ao aumento da pressão sanguínea na veia porta
normalmente varia de 5 a 10 mmHg e pode aumentar
significativamente na hipertensão portal devido as varias
alterações fisiopatológicas.
 Principais aspectos da fisiopatologia da hipertensão portal:
 Resistência do fluxo sanguíneo
 Formatação de colaterais portos sistémicos;
Cont…
 Vasodilatação;
 Distúrbios hemodinâmicas;
 Complicações hemorrágicas.
Factores de riscos
De entre vários factores de rico que podemos encontrar,
destacamos os seguintes:
 Cirrose hepática;
 Consumo excessivo de álcool;
 Hepatite crónica;
 Trombose da veia porta;
 Doença cardíaca congestiva;
 Doença hepática policistica;
 Síndrome de budal-chiari.
Complicações
 A Hipertensão portal tem várias complicações que são resultado da
congestão venosa portal e da formação de circulação colateral. As
complicações são:
 Varizes GE: O aumento da pressão portal contribui para aumento do
tamanho da veia e redução na espessura da parede da veia,
provocando o aumento da tensão da parede das varizes. A ruptura
ocorre quando a tensão da parede excede o limite elástico da parede.
 Nota: Varizes são mais superficiais na junção gastroesofágicas e a
hemorragia varicosa invariavelmente ocorre nesta região.
Manifesta-se com HDA.
Cont..
 Varizes rectais: as varizes rectais que também são descritas como
hemorróides, surgem no âmbito do surgimento da circulação colateral, pode
evoluir com HDB.
 Ascite: define-se como acúmulo de fluido na cavidade peritoneal. Isto é
resultado do desequilíbrio de produção de albumina (diminuição da pressão
oncótica) e aumento da pressão hidrostática (aumento do fluxo sanguíneo e
aumento da resistência vascular) consequente do dano hepático.
 Esplenomegalia: manifestada por dor ou desconforto no quadrante superior
esquerdo. Pode cursar com Hiperesplenismo (agravamento das funções do
Baço) e resultar em distúrbios hematológicos como anemia, leucopenia,
trombocitopenia e icterícia do tipo hemolítico (aumento da função
depuradora do baço).
Cont…
 Encefalopatia hepática: manifestada por alterações do sistema
nervoso central como letargia, irritabilidade, coma.
Como é feito diagnóstico?
 O diagnóstico da hipertensão portal envolve várias abordagens,
começando pela avaliação médica detalhada. O médico vai examinar o
histórico do paciente, prestando atenção a qualquer doença hepática
pré-existente, e também vai observar sinais físicos, como inchaço
abdominal e veias dilatadas.
 A endoscopia digestiva alta deve ser sempre realizada para
investigação de variz de esôfago ou estômago.
 Exames laboratoriais desempenham um papel essencial no diagnóstico,
e eles podem incluir um hemograma completo, coagulograma, análise
de creatinina, bilirrubinas, eletrólitos, além das enzimas hepáticas AST
e ALT.
Cont…
 Para pacientes com cirrose hepática avançada, a elastografia
hepática é uma ferramenta útil para identificar a presença de
hipertensão portal clinicamente significativa, e os resultados são
interpretados juntamente com a contagem de plaquetas no sangue.
 Além disso, exames de imagem, como ressonância magnética,
ultrassonografia doppler e tomografia computadorizada, podem ser
solicitados para examinar a presença de vários indicadores, como
aumento do baço (esplenomegalia), circulação colateral, alterações
na morfologia do fígado, acúmulo de líquido no abdômen (ascite) e
modificações no fluxo sanguíneo no sistema portal.
Tratamento
 Possíveis tratamentos, o tratamento pode ter duas formas:
 Conduta não medicamentosa
 Restrição de sódio;
 Repouso e actividades físicas moderadas;
 Dieta balanceada;
 Evitar álcool e substancias hepatotoxicas;
 Monitoramento regular;
 Controle de sangramento.
Cont…
Conduta medicamentosa
 (3) 3-E-1 VASOPRESSINA Inj. 10 U.I. de Lisina-Vasopressina/mL - Amp.
 VIA DE ADMINISTRAÇÃO: Perfusão E.V., I.M.
 INDICAÇÕES:(1) Fármaco de 1 linha no tratamento médico da ruptura de
varizes esofágicas em doentes com hipertensão portal.
 DOSES:
 (1) Para controlo inicial da hemorragia por ruptura de varizes esofágicas:
Perfundir 20 U.I. (2 Amp.) diluídas em 200 mL de soro fisiológico a correr
em 20 minutos. Pode-se repetir esta dose se a hemorragia persistir ou
recorrer. Agitar a solução antes e durante a perfusão para garantir a sua
homogeneidade.
Cont…
 Beta-bloqueadores;
 (3) 10-A-2 ESPIRONOLACTONA Comp. 25 mg
 VIA DE ADMINISTRAÇÃO: Oral
 INDICAÇÕES:Diurético poupador de potássio, antagonista da aldosterona,
particularmente indicado: (1) no tratamento de edemas e ascite associados ao
hiperaldosteronismo secundário (cirrose, síndrome nefrótico ou insuficiência
cardíaca, refractárias a outros diuréticos);
 DOSES:
 (1) Adultos:
 a) Nos edemas e ascite de início: 1 a 2 comp. 4 x/dia (pode ser dado numa dose
única matinal de 4-8 comp.); ajustar depois a dose até se encontrar a dose de
manutenção (geralmente 1-4 comp./dia).
Considerações finais
O tratamento da hipertensão portal é focado na prevenção de danos adicionais
ao fígado e no manejo de complicações, como sangramentos de vasos
sanguíneos rompidos. Ruptura dos vasos sanguíneos, embora seja importante
notar que eles podem causar vários efeitos colaterais e nem todas as pessoas
toleram seu uso.
 Quando ocorre o sangramento de vasos, a ligadura elástica das varizes no
esófago através de endoscopia é frequentemente a escolha de tratamento para
interromper o sangramento e prevenir futuros episódios. Esse procedimento
também é utilizado como medida preventiva para evitar rupturas vasculares e
hemorragias. Em situações em que o sangramento não está relacionado a
varizes no esófago e sim no estômago, o tratamento endoscópico pode
envolver a injecção de uma cola biológica directamente nos vasos afectados
no estômago.

hipertensãoooooo portallllllllllllllllll

  • 1.
    Cadeira : sistemaGastrointestinal Discente: Amélia Dinis Bernardo Marlene Julião Mimbirre Mariamo Yuzma Abdul baraca Míria Bernardo Cossa Nicole Daniela Daniel Belengueze Tema: Hipertensao portal Docente: Edna Vanessa
  • 2.
    Introdução  O sistemavenoso portal é responsável por coletar o sangue da parte abdominal do tratogastrointestinal e por transportalo ao fígado, onde será filtrado. Antes de ser enviado a circulação sistémica. Este sistema é composto por uma serie de veias que recolhem o sangue dos orgaos do tratodigestivo e desembocam nas veias explinicas e mesenterica superior, estas por sua vez se unem para formar a veia porta.  A veia porta penetra no fígado pelo ilo e divide-se em dois ramos: direito e esquerdo. Uma vez no fígado, o sangue portal ee levado ate as sinosoides (capilares epaticos) pelos ramos terminais da veia porta e destes ate as veias centrolobulares que dreinam para as veias epaticas e posteriorimente pela veia cava inferior, o sangue metabolizado no fígado.
  • 3.
    Continuação  A hipertensãoportal é frequentemente associada à cirrose hepática, uma das causas mais comuns nos países ocidentais, embora outras condições, como hepatite viral, consumo crônico de álcool e trombose venosa, também desempenhem papéis significativos.  Este trabalho explora profundamente não apenas as causas e sintomas da hipertensão portal, mas também sua fisiopatologia, factores de risco e métodos de diagnóstico e tratamento, oferecendo uma visão abrangente e esclarecedora sobre essa condição médica desafiadora.
  • 5.
    Hipertensão ◦ A hipertensãoportal é uma condição complexa que envolve um aumento sustentado da pressão venosa portal, desencadeado pela obstrução do fluxo sanguíneo em qualquer ponto do circuito portal. ◦ Este fenômeno, que pode ser pré-hepático, intra-hepático ou pós-hepático, é crucial para compreender as múltiplas facetas dessa condição.
  • 7.
    Causas A hipertensão portalé uma condição complexa que pode surgir de várias causas, sendo a cirrose hepática a mais comum nos países ocidentais. A cirrose hepática, por sua vez, pode ter origem nas hepatites virais B e C, consumo crônico de álcool ao longo da vida e esteatose hepática (acúmulo de gordura no fígado). A cirrose cria um aumento na resistência ao fluxo sanguíneo no fígado, contribuindo para a hipertensão portal. Além da cirrose, existem outras causas para a hipertensão portal, tais como:  Doença hepática policística, que envolve o crescimento anormal de cistos no fígado;  Fibrose hepática congênita, uma condição de formação anormal do fígado desde o nascimento;  Insuficiência cardíaca direita;
  • 9.
    Cont…  Sindrome deBudd-Chiari, uma doença que envolve a obstrução das veias hepáticas;  Trombose nas veias do fígado e baço. Sintomas  Os sintomas da hipertensão portal podem variar e, em muitos casos, eles podem não ser imediatamente aparentes. No entanto, indivíduos que possuem uma condição hepática que aumenta o risco de cirrose estão mais suscetíveis a desenvolver hipertensão portal.  Quando ela se manifesta com sintomas visíveis, é possível causar:  Ascite (acúmulo de fluído no espaço intersticial);  Edema nos membros inferiores;
  • 11.
    Cont…  Hematêmese queé vômito com presença de sangue;  Melena, que são fezes escuras devido ao sangramento gastrointestinal;  Varizes esofágicas, que são veias dilatadas no esôfago.
  • 12.
    Fisiopatologia  A fisiopatologiada hipertensão portal esta diretamente relacionada ao aumento da pressão sanguínea na veia porta normalmente varia de 5 a 10 mmHg e pode aumentar significativamente na hipertensão portal devido as varias alterações fisiopatológicas.  Principais aspectos da fisiopatologia da hipertensão portal:  Resistência do fluxo sanguíneo  Formatação de colaterais portos sistémicos;
  • 13.
    Cont…  Vasodilatação;  Distúrbioshemodinâmicas;  Complicações hemorrágicas.
  • 14.
    Factores de riscos Deentre vários factores de rico que podemos encontrar, destacamos os seguintes:  Cirrose hepática;  Consumo excessivo de álcool;  Hepatite crónica;  Trombose da veia porta;  Doença cardíaca congestiva;  Doença hepática policistica;  Síndrome de budal-chiari.
  • 15.
    Complicações  A Hipertensãoportal tem várias complicações que são resultado da congestão venosa portal e da formação de circulação colateral. As complicações são:  Varizes GE: O aumento da pressão portal contribui para aumento do tamanho da veia e redução na espessura da parede da veia, provocando o aumento da tensão da parede das varizes. A ruptura ocorre quando a tensão da parede excede o limite elástico da parede.  Nota: Varizes são mais superficiais na junção gastroesofágicas e a hemorragia varicosa invariavelmente ocorre nesta região. Manifesta-se com HDA.
  • 16.
    Cont..  Varizes rectais:as varizes rectais que também são descritas como hemorróides, surgem no âmbito do surgimento da circulação colateral, pode evoluir com HDB.  Ascite: define-se como acúmulo de fluido na cavidade peritoneal. Isto é resultado do desequilíbrio de produção de albumina (diminuição da pressão oncótica) e aumento da pressão hidrostática (aumento do fluxo sanguíneo e aumento da resistência vascular) consequente do dano hepático.  Esplenomegalia: manifestada por dor ou desconforto no quadrante superior esquerdo. Pode cursar com Hiperesplenismo (agravamento das funções do Baço) e resultar em distúrbios hematológicos como anemia, leucopenia, trombocitopenia e icterícia do tipo hemolítico (aumento da função depuradora do baço).
  • 17.
    Cont…  Encefalopatia hepática:manifestada por alterações do sistema nervoso central como letargia, irritabilidade, coma.
  • 18.
    Como é feitodiagnóstico?  O diagnóstico da hipertensão portal envolve várias abordagens, começando pela avaliação médica detalhada. O médico vai examinar o histórico do paciente, prestando atenção a qualquer doença hepática pré-existente, e também vai observar sinais físicos, como inchaço abdominal e veias dilatadas.  A endoscopia digestiva alta deve ser sempre realizada para investigação de variz de esôfago ou estômago.  Exames laboratoriais desempenham um papel essencial no diagnóstico, e eles podem incluir um hemograma completo, coagulograma, análise de creatinina, bilirrubinas, eletrólitos, além das enzimas hepáticas AST e ALT.
  • 19.
    Cont…  Para pacientescom cirrose hepática avançada, a elastografia hepática é uma ferramenta útil para identificar a presença de hipertensão portal clinicamente significativa, e os resultados são interpretados juntamente com a contagem de plaquetas no sangue.  Além disso, exames de imagem, como ressonância magnética, ultrassonografia doppler e tomografia computadorizada, podem ser solicitados para examinar a presença de vários indicadores, como aumento do baço (esplenomegalia), circulação colateral, alterações na morfologia do fígado, acúmulo de líquido no abdômen (ascite) e modificações no fluxo sanguíneo no sistema portal.
  • 20.
    Tratamento  Possíveis tratamentos,o tratamento pode ter duas formas:  Conduta não medicamentosa  Restrição de sódio;  Repouso e actividades físicas moderadas;  Dieta balanceada;  Evitar álcool e substancias hepatotoxicas;  Monitoramento regular;  Controle de sangramento.
  • 21.
    Cont… Conduta medicamentosa  (3)3-E-1 VASOPRESSINA Inj. 10 U.I. de Lisina-Vasopressina/mL - Amp.  VIA DE ADMINISTRAÇÃO: Perfusão E.V., I.M.  INDICAÇÕES:(1) Fármaco de 1 linha no tratamento médico da ruptura de varizes esofágicas em doentes com hipertensão portal.  DOSES:  (1) Para controlo inicial da hemorragia por ruptura de varizes esofágicas: Perfundir 20 U.I. (2 Amp.) diluídas em 200 mL de soro fisiológico a correr em 20 minutos. Pode-se repetir esta dose se a hemorragia persistir ou recorrer. Agitar a solução antes e durante a perfusão para garantir a sua homogeneidade.
  • 22.
    Cont…  Beta-bloqueadores;  (3)10-A-2 ESPIRONOLACTONA Comp. 25 mg  VIA DE ADMINISTRAÇÃO: Oral  INDICAÇÕES:Diurético poupador de potássio, antagonista da aldosterona, particularmente indicado: (1) no tratamento de edemas e ascite associados ao hiperaldosteronismo secundário (cirrose, síndrome nefrótico ou insuficiência cardíaca, refractárias a outros diuréticos);  DOSES:  (1) Adultos:  a) Nos edemas e ascite de início: 1 a 2 comp. 4 x/dia (pode ser dado numa dose única matinal de 4-8 comp.); ajustar depois a dose até se encontrar a dose de manutenção (geralmente 1-4 comp./dia).
  • 23.
    Considerações finais O tratamentoda hipertensão portal é focado na prevenção de danos adicionais ao fígado e no manejo de complicações, como sangramentos de vasos sanguíneos rompidos. Ruptura dos vasos sanguíneos, embora seja importante notar que eles podem causar vários efeitos colaterais e nem todas as pessoas toleram seu uso.  Quando ocorre o sangramento de vasos, a ligadura elástica das varizes no esófago através de endoscopia é frequentemente a escolha de tratamento para interromper o sangramento e prevenir futuros episódios. Esse procedimento também é utilizado como medida preventiva para evitar rupturas vasculares e hemorragias. Em situações em que o sangramento não está relacionado a varizes no esófago e sim no estômago, o tratamento endoscópico pode envolver a injecção de uma cola biológica directamente nos vasos afectados no estômago.