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ETAPA 1
EMPREGO DE PLANTAS
MEDICINAIS NO
CUIDADO EM SAÚDE
Este material trata do emprego das plantas medicinais no cuidado em
saúde com ênfase na MedicinaTradicionalChinesa, Medicina
Antroposófica, Homeopatia e Ayurveda.
ETAPA 1
APRESENTAÇÃO
Sobre o emprego de plantas medicinais no cuidado em saúde no texto-base da Etapa 1.
Conceito segundo a Organização Mundial da Saúde:
A medicina tradicional tem uma longa história. É a soma total dos
conhecimentos, habilidades e práticas baseadas em teorias, crenças
e experiências indígenas de diferentes culturas, explicáveis ou não,
utilizados na manutenção da saúde, bem como na prevenção,
diagnóstico, melhoria ou tratamento de doenças físicas e mentais.
Os termos complementar / alternativa / medicinas não convencionais
são usados alternativamente à medicina tradicional em alguns países.
Fonte: OMS. Estrategia de la OMS sobre medicina tradicional 2014-2023. Genebra: OMS, 2014. Disponível em:
<http://apps.who.int/medicinedocs/documents/s21201es/s21201es.pdf>. Acesso em: 08 jul. 2016.
ETAPA 1
MEDICINA TRADICIONAL
Durante a evolução da humanidade, as mais diferentes populações
empregaram plantas medicinais no tratamento e prevenção das
doenças.
A observação do comportamento dos animais, tentativas, erros
e inspiração foram maneiras pelas quais os seres humanos aprenderam
a identificar as espécies que poderiam ser usadas como medicinais e
em que situações.
Algumas civilizações sistematizaram o uso das plantas medicinais
de acordo com aspectos filosóficos e culturais e conseguiram, assim,
desenvolver suas medicinas tradicionais com eficiência.
ETAPA 1
AS PLANTAS NA FORMAÇÃO DAS
MEDICINAS TRADICIONAIS
ETAPA 1
DIVERSOS EMPREGOS DAS
PLANTAS MEDICINAIS
O nome deriva do grego, em que Anthropos
significa homem e Sofia, sabedoria.
Surgiu na Europa no início do século XX a
partir de fundamentos desenvolvidos por Rudolf
Steiner e aplicados à medicina com a participação
da Dra. ItaWegman.
Imagem 01 Rudolf Steiner [1]
ETAPA 1
ANTROPOSOFIA
É uma doutrina filosófica definida como ciência espiritual, que no
ser humano leva em conta os aspectos físico, etérico, anímico e
espiritual.
Pode ser aplicada aos campos da educação (pedagogiaWaldorf),
arquitetura, arte, agricultura (agricultura biodinâmica) e terapêutica.
ETAPA 1
ANTROPOSOFIA
Quadrimembração
O homem na visão antroposófica
Trimembração
Corpo físico / Corpo denso: estrutura sólida.
Corpo etéreo / Corpo vital: dá a vida e está
presente em todos os organismos vivos.
Corpo astral / Corpo anímico: relacionado
ao sistema nervoso e à vida psíquica.
Espírito / Organização do Eu: relacionado
com a capacidade de andar ereto, falar e
pensar.
Sistema neurosensorial:
O pensar
Sistema rítmico:
O sentir
Sistema metabólico:
O querer, o agir
ETAPA 1
O diagnóstico pela MedicinaAntroposófica
utiliza os preceitos da medicina acadêmica em
associação com conceitos de metodologia própria
que levam em conta a relação entre os corpos e
sistemas descritos anteriormente.
ETAPA 1
Imagem 02 Dra. Ita Wegman [2]
Antroposofia aplicada à saúde
A terapêutica utiliza medicamentos feitos a partir de elementos
dos reinos animal, vegetal e mineral, além de outras práticas, tais
como: artística, massagem rítmica, euritmia, quirofonética, terapia
biográfica, musicoterapia, dietética e orientações sobre estilo de vida.
A Antroposofia aplicada à saúde pode tratar ou auxiliar no
tratamento de muitas doenças e já está inserida no SUS, em
municípios como Belo Horizonte e São Paulo.
ETAPA 1
Antroposofia aplicada à saúde
Amplie seus estudos
Consulte a referência sobre Antroposofia no Curso Introdutório em Práticas Integrativas
e Complementares - AntroposofiaAplicada à Saúde (Clique aqui).
Os medicamentos são obtidos de vegetais, minerais ou animais,
podendo ser utilizados isolados ou em combinações mineral/animal,
vegetal/animal ou vegetal/mineral.
As plantas utilizadas no preparo dos medicamentos são cultivadas
segundo os preceitos da agricultura orgânica e/ou biodinâmica.
Os metais são submetidos a processos de sublimação e
condensação, sendo denominados de preparatum.
ETAPA 1
Medicamentos antroposóficos
Muitos medicamentos são preparados de forma semelhante à
homeopatia, com diluições e agitações: a chamada dinamização.
Vegetabilização dos metais é uma maneira de incorporar os metais às plantas.
Cultiva-se a planta em presença de determinados metais em um longo processo
desde a semente.
ETAPA 1
Medicamentos antroposóficos
Relações da trimembração do vegetal e do ser humano:
ETAPA 1
O vegetal na visão antroposófica
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FARMÁCIAANTROPOSÓFICA (FARMANTROPO). Disponível em:
˂http://www.farmantropo.com.br˃. Acesso em 05 nov. 2015.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MEDICINAANTROPOSÓFICA. Disponível em:
˂http://www.abmanacional.com.br˃. Acesso em: 05 nov. 2015.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MEDICINAANTROPOSÓFICA REGIONAL RIO DE JANEIRO
(ABMARJ). Disponível em: ˂http://www.abmarj.com.br˃. Acesso em: 05 nov. 2015.
Plantas e Ervas Medicinais. Catálogo. Disponível em:
˂https://fitoenergia.files.wordpress.com/2012/03/copy-of-plantas-medicinais-i.pdf˃. Acesso em:
05 nov. 2015.
ETAPA 1
Referências sobre
Antroposofia aplicada à saúde
Para ampliar seus estudos, consulte as referências sobreAntroposofia aplicada à saúde:
Foi criada e desenvolvida por Samuel Hahnemann
e tem como pilares:
Experimento do medicamento no homem são
Princípio da semelhança
Medicamento único e dinamizado
Imagem 03 Samuel Hahnemann [3]
ETAPA 1
HOMEOPATIA
Tem como base uma das três afirmações de
Hipócrates quanto à maneira de tratar: similia
similibus curantur (semelhantes são curados pelos
semelhantes).
ETAPA 1
HOMEOPATIA
Imagem 04 Hipócrates [4]
Uma substância é capaz de provocar sintomas de doença no indivíduo saudável.
Lei ou Princípio da semelhança
A substância que provoca a doença pode curá-la. Por exemplo, o Arsenicum album
(arsênico) é um veneno que sabidamente causa náuseas e vômitos. Dentro desse
princípio, é usado na homeopatia para tratar esses sintomas.
Medicamento único e dinamizado
Medicamento homeopático é aquele no qual a substância foi submetida à
dinamização, isto é, passou por diluição e sucussão (agitação vigorosa), e é capaz de
curar o paciente segundo a Lei dos Semelhantes, por meio da mobilização da energia
vital.
ETAPA 1
Pilares da Homeopatia
Aplicação do medicamento em indivíduos saudáveis
O processo de fabricação do medicamento depende da origem da
matéria-prima – animal, mineral ou vegetal. As espécies vegetais são
a maior fonte de medicamentos homeopáticos.
Qualquer parte da planta fresca ou seca pode ser utilizada, sendo
importante que o vegetal não esteja deteriorado, seja livre de
contaminantes microbiológicos e de impurezas.
Podem ser usados produtos extrativos ou de transformação, como
suco, resina, essência.
ETAPA 1
Medicamentos homeopáticos
A tintura-mãe, a partir das plantas, é produzida pela extração dos
princípios ativos em contato com solução hidroalcoólica.
Uma parte dessa tintura é reservada e diluída em escala decimal,
centesimal ou cinquenta milesimal.
A tintura não pode ser considerada um processo homeopático, pois
não sofreu dinamização.
ETAPA 1
Medicamentos homeopáticos
As plantas na homeopatia são usadas no contexto da diluição e
dinamização com sucussão para romper e atomizar a molécula e
alcançar a menor estrutura e, assim, atuar na energia vital, na emoção
e no sentimento mais profundo da pessoa.
Mesmo as plantas consideradas tóxicas ou venenosas, como
beladona (Atropa belladonna) e acônito (Aconitum napellus), podem
ser usadas na homeopatia sem nenhuma restrição em relação à
toxicidade.
ETAPA 1
Plantas homeopáticas
BRASIL. Ministério da Saúde.Agência Nacional deVigilância Sanitária. Farmacopeia Homeopática
Brasileira. 3. ed. Brasília: Anvisa, 2011. Disponível em:
<http://www.anvisa.gov.br/hotsite/farmacopeiabrasileira/conteudo/3a_edicao.pdf>. Acesso em: 08
jul. 2016.
HAHNEMANN, S. Exposição da Doutrina Homeopática ou, Organon da Arte de Curar. 5. ed. São
Paulo: GEHSP, 2013. Disponível em: http://www.bentomure.com.br/revistasimilia/organon.pdf.
Acesso em: 08 jul. 2016.
ETAPA 1
Referências sobre Homeopatia
Para ampliar seus estudos, consulte as referências sobre Homeopatia:
É um conjunto de práticas terapêuticas desenvolvidas em
consonância com a filosofia chinesa do TAO, que é a fonte da vida.
Essas práticas englobam a dietética, exercícios, massagem,
acupuntura e Fitoterapia.
Se baseiam nos princípios Yin eYang, que simbolizam os ciclos e
mutações do universo e são princípios opostos, complementares,
interdependentes e que estão em constante intertransformação.
ETAPA 1
MEDICINA TRADICIONAL
CHINESA (MTC)
Amplie seus estudos
Consulte as referências sobre MedicinaTradicional Chinesa no Curso Introdutório em
Práticas Integrativas e Complementares: MedicinaTradicionalChinesa (Acesse aqui) e
no Curso Introdutório em Práticas Integrativas e Complementares: Práticas Corporais e
Mentais da MedicinaTradicionalChinesa (Acesse aqui).
ETAPA 1
MEDICINA TRADICIONAL
CHINESA (MTC)
ETAPA 1
MTC e suas práticas terapêuticas
Chi ou Qi: é a energia vital.
Essência: é a energia herdada e que é estocada nos rins.Ajuda a
formar as medulas e o cérebro.
Sangue: é a substância que nutre e umedece os tecidos.
Líquidos orgânicos: são as substâncias que banham os órgãos e
tecidos. Se exterioriza sob a forma de saliva, suor e lágrima.
Shen: é a mente ou espírito e se relaciona com o coração.
ETAPA 1
Constituintes fisiológicos
básicos do corpo
Qi ou EnergiaVital ou Sopro é constituído por diversas energias
recebidas pelo indivíduo.
ETAPA 1
Qi ou Energia Vital ou Sopro
Os elementos presentes na natureza (madeira, fogo, terra, metal
e água) se inter-relacionam permanentemente e agem influenciando a
fisiologia dos seres humanos.A MedicinaTradicionalChinesa, por meio
daTeoria dos 5 Elementos, analisa essas relações a partir do surgimento
dos desequilíbrios que serão geradores das doenças. Os elementos
também se relacionam aos sabores.
ETAPA 1
Os 5 elementos na MTC
RELAÇÕES ENERGÉTICAS ENTRE OS
ÓRGÃOS E SUAS CORRESPONDÊNCIAS
COM OS 5 ELEMENTOS
ETAPA 1
ETAPA 1
Os 5 elementos, ciclo de geração
e ciclo de dominância
O ciclo de geração forma uma sequência em que cada elemento dá
origem ou gera o seguinte, assim como é gerado da mesma forma.
A madeira (fígado) dá origem (gera) ao fogo (coração), que dá
origem à terra (baço), que dá origem ao metal (pulmão), que dá origem
à água (rim) que origina a madeira (fígado) fechando o ciclo.
Simbolicamente, dizemos que a madeira ao ser queimada gera o
fogo, a cinza da madeira se transforma em terra, o metal é gerado
dentro da terra, a água brota das profundezas da terra, onde estão os
metais, e rega a madeira, nutrindo e promovendo seu crescimento.
ETAPA 1
Entendendo o ciclo de geração
No ciclo de dominância, cada elemento controla o outro, ao passo
em que é controlado também, formando uma relação de controle e
restrição mútua entre as fases.
A madeira (fígado) domina a terra (baço), que domina a água (rim),
que domina o fogo (coração), que domina o metal (pulmão), que
domina a madeira (fígado) fechando o ciclo.
Podemos imaginar a madeira penetrando a terra, a terra contendo
a água como nas margens de um rio, a água apagando o fogo, o fogo
derretendo o metal e o metal cortando a madeira.
ETAPA 1
Entendendo o ciclo de geração
Cada órgão contém uma parteYin e uma parteYang.O predomínio
ou deficiência de uma dessas energias em um dos órgãos geradores irá
determinar alteração energética no órgão gerado e assim
sucessivamente. O mesmo acontece no ciclo de dominância.
As plantas usadas de acordo com suas propriedades organolépticas
podem colaborar no equilíbrio energético dos órgãos a elas
relacionadas, como exemplificado no slide 27 “Os 5 elementos, ciclo
de geração e ciclo de dominância”.
ETAPA 1
OYin, oYang e as plantas
no equilíbrio dos órgãos
O Yin e o Yang em equilíbrio correspondem à saúde. Os exemplos
de desequilíbrios, com excesso ou deficiência, estão relacionados às
possibilidades de desenvolvimento de doenças.
ETAPA 1
MTC e o universo em equilíbrio
Os diagnósticos pela MTC são realizados dentro dos conceitos
filosóficos dos ciclos de geração e dominância observados naTeoria
dos 5 elementos. A deficiência e o excesso doYin e doYang e as
alterações dos constituintes fisiológicos presentes no organismo dão
origem às síndromes dos órgãos e vísceras que passam a apresentar
desequilíbrios (calor, frio, estagnação, secura, acúmulo de umidade e
fleuma).
Trazendo isso para a prática médica, observa-se que cada um dos
desequilíbrios descritos acima fornece sinais e sintomas que permitem
pensar em um diagnóstico pela MTC.
ETAPA 1
As plantas medicinais na MTC
Os tratamentos com as plantas medicinais seguem essa lógica do
(des)equilíbrio dos elementos, visto que são estruturados dentro
destes mesmos princípios, como, por exemplo, plantas tônicas doYin
ou doYang, antiestagnantes, que eliminam o calor, que aquecem, que
drenam umidade e assim por diante.
Os medicamentos podem ser prescritos por meio de Fórmulas
Magistrais, que são formulações prontas e testadas há séculos pelos
prescritores orientais, ou formulações manipuladas e individualizadas
para cada paciente.
ETAPA 1
As plantas medicinais na MTC
De uma forma geral, a energia (Qi), o sangue, os líquidos corporais,
os órgãos e vísceras podem apresentar tipos de condições: excesso
(acúmulo), deficiência ou estagnação, gerando as doenças.
Os tratamentos com as plantas medicinais pela MTC são
estruturados a partir de sintomas e sinais clínicos associados à análise
do pulso e da língua, exames esses fundamentais para o diagnóstico
sindrômico correto.
ETAPA 1
Diagnóstico e tratamento
Diagnóstico pela MTC Princípio de tratamento
Deficiência de sangue Tonificar o sangue – Angelica sinensis
Deficiência do Qi Tonificar o Qi – Panax ginseng
Estagnação do Qi do fígado Circular a energia do fígado – Citrus aurantium
Acúmulo de umidade no fígado Drenar a umidade – Poria cocos
Deficiência doYin do rim Tonificar oYin do rim – Cornus officinalis
ETAPA 1
Diagnóstico e tratamento
O conhecimento aprofundado das espécies medicinais permite ao
profissional habilitado associar várias plantas em formulações
manipuladas individuais.
No slide a seguir, há alguns exemplos de plantas usadas segundo
suas funções tradicionais.
ETAPA 1
Diagnóstico e tratamento
Funções tradicionais das plantas Plantas indicadas
Plantas que eliminam o vento e umidade
Ação anti-reumática
Angelica pubescens - raiz
Erythrina variegata - casca do caule
Plantas que drenam a umidade
Eliminam o edema, promovem diurese
Plantago major - semente
Zea mays - estigma
Plantas que drenam por via baixa
Ação Laxativa
Aloe vera - resina
Cassia angustifolia - folha
Plantas que aquecem o interior e expulsam o frio
Ajudam nos resfriados comuns
Cinnamomum cassia - casca do caule
Zingiber officinale - rizoma
Plantas tônicas do Qi
Melhoram a energia
Panax ginseng - raiz
Glycyrrhiza uralensis - raiz
Plantas que nutrem o coração e acalmam a mente
Ação calmante
Valeriana officinalis - raiz
Ziziphus jujuba var. spinosa - semente
ETAPA 1
Diagnóstico e tratamento
São antigas fórmulas tradicionais chinesas com composição e
dosagem pré-estabelecidas desenvolvidas por herbalistas, que, por
sua eficácia para o tratamento das desarmonias, são usadas até os
dias de hoje.
ETAPA 1
Fórmulas magistrais
LiuWei Di HuangWan: nutre oYin, tonifica oYin do rim e do fígado.
ETAPA 1
Exemplo de fórmula magistral
(com seu nome tradicional)
ALGUMAS INDICAÇÕES: Arterioesclerose, hipertensão , infecção urinária
crônica, disfunção cognitiva, ejaculação precoce, enurese noturna, fraqueza nas
pernas, lombalgia.
COMPOSIÇÃO: Rehmannia Preparata, Fructus Corni, Rhizoma Dioscoreae,
Sclerotium Poriae Cocos, Cortex Moutan Radicis, Rhizoma Alismatis.
SiWuTang: harmoniza oYin (nutrição) eWei (defesa), nutre e
tonifica o sangue.
ETAPA 1
Exemplo de fórmula magistral
(com seu nome tradicional)
COMPOSIÇÃO: Rehmannia Preparata, Angelica sinensis, Paeonia alba, Ligustici
wallichi.
ALGUMAS INDICAÇÕES: Anemia, hipertensão, palpitação, alterações
menstruais, cólicas menstruais, infertilidade.
Gui PiTang: tonifica o Qi do baço e o sangue do coração.
ETAPA 1
Exemplo de fórmula magistral
(com seu nome tradicional)
COMPOSIÇÃO: Panax ginseng, Angelica sinensis, Glycyrrhiza uralensis, Poria
cocos, Polygala tenuifolia, Ziziphus spinosa, Saussurea lappa, Atractylodes
macrocephala, Euphoria longan
ALGUMAS INDICAÇÕES: Anemia, trombocitopenia, ansiedade, medo,
taquicardia, insônia
As propriedades organolépticas das plantas são aquelas que
podem ser percebidas pelos órgãos sensoriais do ser humano, isto é,
o odor, o sabor, a textura, o brilho e a cor.
Na MTC, as plantas, de acordo com suas propriedades
organolépticas, possuem afinidade por meridianos específicos e são
utilizadas para tratar os desequilíbrios predominantes em cada órgão.
Outras medicinas tradicionais também valorizam esse tipo de
conhecimento.
ETAPA 1
Propriedades organolépticas
Propriedade Ação Planta Medicinal
Ácido Harmoniza e movimenta Citrus aurantium
Amargo Reagrupante Coleus barbatus
Doce Suavizante, tônico Glycyrrhiza glabra
Picante Dispersante Capsicum sp., Rosmarinus officinalis
Salgado Tônico Equisetum arvense, Fucus vesiculosus
Fria Esfria Mentha sp.,Taraxacum officinale
Quente Aquece Zingiber officinale, Cinamommum cassia
Amornante Amorna Allium fistulosum, Matricaria chamomilla
Refrescante Refresca Salvia officinalis, Mentha sp.
Neutra Indiferente Ginkgo biloba, Glycyrrhiza glabra
ETAPA 1
Propriedades organolépticas
Para ampliar seus estudos, consulte as referências sobre MTC:
AUTEROCHE, B.; NAVAILH, P. O diagnóstico na Medicina Chinesa. Tradução Zilda Barbosa
Antony. 1. ed. São Paulo: Organização Andrei, 1992.
BOTSARIS,A. S. Fitoterapia chinesa e plantas brasileiras. 2. ed. São Paulo: Ícone, 1995.
ENQIN, Z. (Ed.). A practical english-chinese library of traditional chinese medicine (I). Shanghai:
Shanghai College ofTraditional Chinese Medicine, 1988.
ENQIN, Z. (Ed.). A practical english-chinese library of traditional chinese medicine (II). Shanghai:
Shanghai College ofTraditional Chinese Medicine, 1990.
MACIOCIA, G. The foundations of Chinese medicine. 1. ed. UK: Churchill Livingstone, 1989.
ETAPA 1
Referênciassobre MCT
SAAD, G. et al. Fitoterapia contemporânea: tradição e ciência na prática clínica. 1. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2009.
YAMAMURA,Y. Tratado de medicina chinesa. 1. ed. São Paulo: Roca,1993.
ETAPA 1
Referênciassobre MCT
Para ampliar seus estudos, consulte as referências sobre MTC:
Ayur = vida | Veda = conhecimento.
Ayurveda é um corpo de conhecimentos muito antigo desenvolvido
na Índia, onde é utilizado até os dias de hoje e de onde se espalhou
para muitos lugares do ocidente.
Procura harmonizar o indivíduo utilizando yoga, massagens,
dietética e Fitoterapia. Busca a saúde física e mental, a vitalidade e a
longevidade. Métodos de limpeza do intestino com ervas e/ou jejum
são frequentemente utilizados para eliminar as toxinas do organismo.
ETAPA 1
AYURVEDA
A Ayurveda diz que tudo no universo é formado
por cinco elementos (terra, água, fogo, ar, éter)
e que existem três forças primordiais:
Prana:O sopro da vida
Agni:O espírito da luz
Soma: Manifestação da harmonia e do amor
ETAPA 1
Forças primordiais da Ayurveda
Imagem 05 Forças primordiais [5]
Os elementos se unem dois a dois ativados pelo fogo digestivo, o Adni,
para formar os três doshas, que podem ser vistos como humores
biológicos:
ETAPA 1
Doshas: humores biológicos
As pessoas com predominânciaVata costumam ser criativas,
agitadas e dispersas. Quando em desequilíbrio, tendem à ansiedade.
Para harmonizar os desequilíbrios emVata usamos plantas
amornantes e calmantes como: camomila, angélica chinesa, jasmim e
cevada. Hortelã, gengibre, cravo, canela, alho, erva doce, cardamomo,
noz moscada e mostarda também são indicados.
Os alimentos devem ser bem cozidos e se recomendam óleos como
azeite e guee (manteiga clarificada).
ETAPA 1
Vata
As pessoas com predomínio Pitta costumam ser determinadas
e focadas.Quando em desequilíbrio, podem ficar bravas e até
agressivas.
Para harmonizar os desequilíbrios Pitta, usamos plantas
frescas como a bardana, o aspargo e o coentro. E damos ênfase a
vegetais crus, maçã e mel. Camomila, dente de leão, hortelã, erva
doce, neem, carqueja e capim limão são utilizados.
ETAPA 1
Pitta
As pessoas com predominância Kapha costumam ser afetuosas,
pacientes e estáveis. Quando em desequilíbrio, tendem à teimosia.
Para harmonizar desequilíbrios Kapha usamos plantas picantes,
como pimentas, canela, cúrcuma e noz de cola.
Deve-se priorizar alimentos crus, leves e secos com sabores
picantes, amargos e adstringentes, além de evitar bebidas geladas e
comidas oleosas.
ETAPA 1
Kapha
Elementos Sabores Ações
Terra e água Doce Nutre os tecidos e aumenta a força
Terra e fogo Ácido Estimula a digestão
Fogo e ar Picante Melhora a digestão e absorção
Ar e éter Amargo Estimula os outros sabores
Água e fogo Salgado Mantem o equilíbrio hidroeletrolítico
Ar e terra Adstringente Ajuda na absorção
ETAPA 1
Os elementos na formação
dos sabores e suas ações
Sabores Alimentos
Doce açúcar, mel, arroz, leite
Ácido limão, iogurte, vinagre
Salgado sal, algas
Picante pimenta vermelha, pimenta do reino, gengibre
Amargo folhas verdes, cúrcuma, alface
Adstringente feijões, lentilha, romã
ETAPA 1
Os sabores na Ayurveda e os alimentos
para o equilíbrio dos doshas
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AYURVEDA. Disponível em: ˂http://www.ayurveda.org.br˃. Acesso
em: 12 nov. 2015.
CHOPRA, D.; DAVID, S. O guia Deepak Chopra de ervas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2001.
ODY, P. Las plantas medicinales. Barcelona: Ediciones B, 2001.
ETAPA 1
Referências sobre Ayurveda
Para ampliar seus estudos, consulte as referências sobre Ayurveda :
Foi apresentada uma síntese do uso das plantas medicinais de
algumas medicinas tradicionais.
Todas estão presentes na Política Nacional de Práticas Integrativas
e Complementares, com exceção da Ayurveda, que, no entanto, não
pode deixar de ser apresentada em razão da forte influência como
sólida medicina tradicional.
Todo esse conhecimento nos permite ver o indivíduo de modo
holístico, não permitindo que haja dissociação corpo-mente e, assim,
enfatizando a inter-relação entre a origem da doença e a forma como
ela se manifesta.
ETAPA 1
PARA FINALIZAR
Os resultados dos tratamentos realizados dependem de fatores como:
O conhecimento acerca das práticas integrativas e
complementares escolhidas.
A correta abordagem do profissional em relação ao indivíduo.
A escolha final das plantas medicinais para cada caso.
A decisão de que, num determinado caso, não se aplica o uso de
plantas medicinais nas práticas apresentadas.
ETAPA 1
PARA FINALIZAR
[1] Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rudolf_Steiner#/media/File:Steiner_Berlin_1900_big.jpg.
[2] Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Ita_Wegman#/media/File:Ita_Wegman_1899.jpg.
[3] Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Samuel_Hahnemann#/media/File:Hahnemann.jpg.
[4] Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hip%C3%B3crates#/media/File:Hippocrates.jpg.
[5] Fonte: http://marylandhealthandwellness.com/
ETAPA 1
REFERÊNCIAS DAS IMAGENS
ETAPA 1
Estes slides integram os recursos didáticos elaborados para o Curso de Qualificação em Plantas
Medicinais e Fitoterápicos na Atenção Básica, concebido, desenvolvido e ofertado pela parceria entre
o Ministério da Saúde, a FundaçãoOswaldo Cruz e a Universidade Federal do Pará.
O curso completo pode ser acessado em: www.avasus.ufrn.br
CRÉDITOS DO CURSO
ETAPA 1
Concepção e Desenvolvimento
Departamento de Atenção Básica - Ministério da Saúde
Vice-Presidência de Ambiente,Atenção e Promoção da Saúde - FundaçãoOswaldo Cruz
Assessoria de Educação a Distância - Universidade Federal do Pará
CRÉDITOS DO CURSO
ETAPA 1
Coordenação Geral
Daniel Mieli Amado - DAB | MS
Joseane Carvalho Costa -VPAAPS | Fiocruz
José Miguel MartinsVeloso - AEDi | UFPA
Coordenação Administrativa
Lairton Bueno Martins
Paulo Roberto Sousa Rocha
Coordenação de Conteúdo
Silvana Cappelleti Nagai
Coordenação Pedagógica
AndreaCristina Lovato Ribeiro
Nilva Lúcia Rech Stedile
Coordenação Pedagógica em EaD
Maria Ataide Malcher
Marianne Kogut Eliasquevici
Sônia Nazaré Fernandes Resque
Concepção e Avaliação de Recursos Multimídia em EaD
FernandaChocron Miranda
Suzana Cunha Lopes
Concepção e ComunicaçãoVisual
Rose Pepe
Roberto Eliasquevici
CRÉDITOS DO CURSO
ETAPA 1
Consultoria e Produção de Conteúdo
Antonio Carlos de Carvalho Seixlack
Daniel Miele Amado
Glaucia de Azevedo Saad
Lairton Bueno Martins
Paulo Roberto Sousa Rocha
Silvana Cappelleti Nagai
Revisão de Conteúdo
AndreaCristina Lovato Ribeiro
Daniel Miele Amado
Joseane Carvalho Costa
Lairton Bueno Martins
Paulo Roberto Sousa Rocha
Silvana Cappelleti Nagai
Consultoria e Revisão em EaD
Maria Ataide Malcher
Marianne Kogut Eliasquevici
Sônia Nazaré Fernandes Resque
Suzana Cunha Lopes
Direção de Arte
Acquerello Design
Ilustração e Grafismos
Andreza Jackson de Vasconcelos
Weverton Raiol Gomes de Souza
Diagramação e Editoração Eletrônica
Andreza Jackson de Vasconcelos
Weverton Raiol Gomes de Souza
William Teixeira Gonçalves
CRÉDITOS DESTE RECURSO DIDÁTICO
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MINISTÉRIO DA SAÚDE
Secretaria de Atenção à Saúde
Departamento de Atenção Básica
Coordenação Geral de ÁreasTécnicas
Secretaria de Gestão deTrabalho e da Educação na Saúde
Departamento de Gestão da Educação na Saúde
CRÉDITOS DO CURSO
ETAPA 1
FUNDAÇÃOOSWALDO CRUZ
Presidência
Paulo Ernani GadelhaVieira
Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde
Valcler Rangel Fernandes
Assessoria de Promoção da Saúde
Annibal Coelho de Amorim
Coordenação Geral
Joseane Carvalho Costa
CRÉDITOS DO CURSO
ETAPA 1
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Reitoria
Emmanuel ZaguryTourinho
Vice-Reitoria
Gilmar Pereira da Silva
Pró-Reitoria de Extensão
Nelson José de Souza Júnior
Assessoria de Educação a Distância
José Miguel MartinsVeloso
Coordenação Administrativa
Ivanete Guedes Pampolha
Coordenação Pedagógica
Marianne Kogut Eliasquevici
Coordenação de Meios e Ambientes de Aprendizagem
Dionne Cavalcante Monteiro
Laboratório de Pesquisa e Experimentação em Multimídia
Maria Ataide Malcher
Editora
Presidência
José Miguel MartinsVeloso
Diretoria
Cristina Lúcia DiasVaz
Conselho Editorial
Ana LygiaAlmeidaCunha
Dionne Cavalcante Monteiro
Maria Ataide Malcher
CRÉDITOS DO CURSO
ETAPA 1
MINISTÉRIO DA SAÚDE
Secretaria deAtenção à Saúde
Departamento de Atenção Básica
Edifício Premium, SAF Sul, Quadra 2
Lotes 5/6, Bloco II, Subsolo
CEP: 70070-600 – Brasília/DF
Fone: (61) 3315-9034/3315-9030
Site: http://dab.saude.gov.br
E-mail: pics@saude.gov.br
Este conteúdo está disponível em:
www.bvsms.saude.gov.br
FUNDAÇÃOOSWALDO CRUZ
Vice-Presidência de Ambiente,
Atenção e Promoção da Saúde
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C1 e1 ppt_emprego_de_plantas_medicinais (1)

  • 1. ETAPA 1 EMPREGO DE PLANTAS MEDICINAIS NO CUIDADO EM SAÚDE
  • 2. Este material trata do emprego das plantas medicinais no cuidado em saúde com ênfase na MedicinaTradicionalChinesa, Medicina Antroposófica, Homeopatia e Ayurveda. ETAPA 1 APRESENTAÇÃO Sobre o emprego de plantas medicinais no cuidado em saúde no texto-base da Etapa 1.
  • 3. Conceito segundo a Organização Mundial da Saúde: A medicina tradicional tem uma longa história. É a soma total dos conhecimentos, habilidades e práticas baseadas em teorias, crenças e experiências indígenas de diferentes culturas, explicáveis ou não, utilizados na manutenção da saúde, bem como na prevenção, diagnóstico, melhoria ou tratamento de doenças físicas e mentais. Os termos complementar / alternativa / medicinas não convencionais são usados alternativamente à medicina tradicional em alguns países. Fonte: OMS. Estrategia de la OMS sobre medicina tradicional 2014-2023. Genebra: OMS, 2014. Disponível em: <http://apps.who.int/medicinedocs/documents/s21201es/s21201es.pdf>. Acesso em: 08 jul. 2016. ETAPA 1 MEDICINA TRADICIONAL
  • 4. Durante a evolução da humanidade, as mais diferentes populações empregaram plantas medicinais no tratamento e prevenção das doenças. A observação do comportamento dos animais, tentativas, erros e inspiração foram maneiras pelas quais os seres humanos aprenderam a identificar as espécies que poderiam ser usadas como medicinais e em que situações. Algumas civilizações sistematizaram o uso das plantas medicinais de acordo com aspectos filosóficos e culturais e conseguiram, assim, desenvolver suas medicinas tradicionais com eficiência. ETAPA 1 AS PLANTAS NA FORMAÇÃO DAS MEDICINAS TRADICIONAIS
  • 5. ETAPA 1 DIVERSOS EMPREGOS DAS PLANTAS MEDICINAIS
  • 6. O nome deriva do grego, em que Anthropos significa homem e Sofia, sabedoria. Surgiu na Europa no início do século XX a partir de fundamentos desenvolvidos por Rudolf Steiner e aplicados à medicina com a participação da Dra. ItaWegman. Imagem 01 Rudolf Steiner [1] ETAPA 1 ANTROPOSOFIA
  • 7. É uma doutrina filosófica definida como ciência espiritual, que no ser humano leva em conta os aspectos físico, etérico, anímico e espiritual. Pode ser aplicada aos campos da educação (pedagogiaWaldorf), arquitetura, arte, agricultura (agricultura biodinâmica) e terapêutica. ETAPA 1 ANTROPOSOFIA
  • 8. Quadrimembração O homem na visão antroposófica Trimembração Corpo físico / Corpo denso: estrutura sólida. Corpo etéreo / Corpo vital: dá a vida e está presente em todos os organismos vivos. Corpo astral / Corpo anímico: relacionado ao sistema nervoso e à vida psíquica. Espírito / Organização do Eu: relacionado com a capacidade de andar ereto, falar e pensar. Sistema neurosensorial: O pensar Sistema rítmico: O sentir Sistema metabólico: O querer, o agir ETAPA 1
  • 9. O diagnóstico pela MedicinaAntroposófica utiliza os preceitos da medicina acadêmica em associação com conceitos de metodologia própria que levam em conta a relação entre os corpos e sistemas descritos anteriormente. ETAPA 1 Imagem 02 Dra. Ita Wegman [2] Antroposofia aplicada à saúde
  • 10. A terapêutica utiliza medicamentos feitos a partir de elementos dos reinos animal, vegetal e mineral, além de outras práticas, tais como: artística, massagem rítmica, euritmia, quirofonética, terapia biográfica, musicoterapia, dietética e orientações sobre estilo de vida. A Antroposofia aplicada à saúde pode tratar ou auxiliar no tratamento de muitas doenças e já está inserida no SUS, em municípios como Belo Horizonte e São Paulo. ETAPA 1 Antroposofia aplicada à saúde Amplie seus estudos Consulte a referência sobre Antroposofia no Curso Introdutório em Práticas Integrativas e Complementares - AntroposofiaAplicada à Saúde (Clique aqui).
  • 11. Os medicamentos são obtidos de vegetais, minerais ou animais, podendo ser utilizados isolados ou em combinações mineral/animal, vegetal/animal ou vegetal/mineral. As plantas utilizadas no preparo dos medicamentos são cultivadas segundo os preceitos da agricultura orgânica e/ou biodinâmica. Os metais são submetidos a processos de sublimação e condensação, sendo denominados de preparatum. ETAPA 1 Medicamentos antroposóficos
  • 12. Muitos medicamentos são preparados de forma semelhante à homeopatia, com diluições e agitações: a chamada dinamização. Vegetabilização dos metais é uma maneira de incorporar os metais às plantas. Cultiva-se a planta em presença de determinados metais em um longo processo desde a semente. ETAPA 1 Medicamentos antroposóficos
  • 13. Relações da trimembração do vegetal e do ser humano: ETAPA 1 O vegetal na visão antroposófica
  • 14. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FARMÁCIAANTROPOSÓFICA (FARMANTROPO). Disponível em: ˂http://www.farmantropo.com.br˃. Acesso em 05 nov. 2015. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MEDICINAANTROPOSÓFICA. Disponível em: ˂http://www.abmanacional.com.br˃. Acesso em: 05 nov. 2015. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MEDICINAANTROPOSÓFICA REGIONAL RIO DE JANEIRO (ABMARJ). Disponível em: ˂http://www.abmarj.com.br˃. Acesso em: 05 nov. 2015. Plantas e Ervas Medicinais. Catálogo. Disponível em: ˂https://fitoenergia.files.wordpress.com/2012/03/copy-of-plantas-medicinais-i.pdf˃. Acesso em: 05 nov. 2015. ETAPA 1 Referências sobre Antroposofia aplicada à saúde Para ampliar seus estudos, consulte as referências sobreAntroposofia aplicada à saúde:
  • 15. Foi criada e desenvolvida por Samuel Hahnemann e tem como pilares: Experimento do medicamento no homem são Princípio da semelhança Medicamento único e dinamizado Imagem 03 Samuel Hahnemann [3] ETAPA 1 HOMEOPATIA
  • 16. Tem como base uma das três afirmações de Hipócrates quanto à maneira de tratar: similia similibus curantur (semelhantes são curados pelos semelhantes). ETAPA 1 HOMEOPATIA Imagem 04 Hipócrates [4]
  • 17. Uma substância é capaz de provocar sintomas de doença no indivíduo saudável. Lei ou Princípio da semelhança A substância que provoca a doença pode curá-la. Por exemplo, o Arsenicum album (arsênico) é um veneno que sabidamente causa náuseas e vômitos. Dentro desse princípio, é usado na homeopatia para tratar esses sintomas. Medicamento único e dinamizado Medicamento homeopático é aquele no qual a substância foi submetida à dinamização, isto é, passou por diluição e sucussão (agitação vigorosa), e é capaz de curar o paciente segundo a Lei dos Semelhantes, por meio da mobilização da energia vital. ETAPA 1 Pilares da Homeopatia Aplicação do medicamento em indivíduos saudáveis
  • 18. O processo de fabricação do medicamento depende da origem da matéria-prima – animal, mineral ou vegetal. As espécies vegetais são a maior fonte de medicamentos homeopáticos. Qualquer parte da planta fresca ou seca pode ser utilizada, sendo importante que o vegetal não esteja deteriorado, seja livre de contaminantes microbiológicos e de impurezas. Podem ser usados produtos extrativos ou de transformação, como suco, resina, essência. ETAPA 1 Medicamentos homeopáticos
  • 19. A tintura-mãe, a partir das plantas, é produzida pela extração dos princípios ativos em contato com solução hidroalcoólica. Uma parte dessa tintura é reservada e diluída em escala decimal, centesimal ou cinquenta milesimal. A tintura não pode ser considerada um processo homeopático, pois não sofreu dinamização. ETAPA 1 Medicamentos homeopáticos
  • 20. As plantas na homeopatia são usadas no contexto da diluição e dinamização com sucussão para romper e atomizar a molécula e alcançar a menor estrutura e, assim, atuar na energia vital, na emoção e no sentimento mais profundo da pessoa. Mesmo as plantas consideradas tóxicas ou venenosas, como beladona (Atropa belladonna) e acônito (Aconitum napellus), podem ser usadas na homeopatia sem nenhuma restrição em relação à toxicidade. ETAPA 1 Plantas homeopáticas
  • 21. BRASIL. Ministério da Saúde.Agência Nacional deVigilância Sanitária. Farmacopeia Homeopática Brasileira. 3. ed. Brasília: Anvisa, 2011. Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br/hotsite/farmacopeiabrasileira/conteudo/3a_edicao.pdf>. Acesso em: 08 jul. 2016. HAHNEMANN, S. Exposição da Doutrina Homeopática ou, Organon da Arte de Curar. 5. ed. São Paulo: GEHSP, 2013. Disponível em: http://www.bentomure.com.br/revistasimilia/organon.pdf. Acesso em: 08 jul. 2016. ETAPA 1 Referências sobre Homeopatia Para ampliar seus estudos, consulte as referências sobre Homeopatia:
  • 22. É um conjunto de práticas terapêuticas desenvolvidas em consonância com a filosofia chinesa do TAO, que é a fonte da vida. Essas práticas englobam a dietética, exercícios, massagem, acupuntura e Fitoterapia. Se baseiam nos princípios Yin eYang, que simbolizam os ciclos e mutações do universo e são princípios opostos, complementares, interdependentes e que estão em constante intertransformação. ETAPA 1 MEDICINA TRADICIONAL CHINESA (MTC) Amplie seus estudos Consulte as referências sobre MedicinaTradicional Chinesa no Curso Introdutório em Práticas Integrativas e Complementares: MedicinaTradicionalChinesa (Acesse aqui) e no Curso Introdutório em Práticas Integrativas e Complementares: Práticas Corporais e Mentais da MedicinaTradicionalChinesa (Acesse aqui).
  • 24. ETAPA 1 MTC e suas práticas terapêuticas
  • 25. Chi ou Qi: é a energia vital. Essência: é a energia herdada e que é estocada nos rins.Ajuda a formar as medulas e o cérebro. Sangue: é a substância que nutre e umedece os tecidos. Líquidos orgânicos: são as substâncias que banham os órgãos e tecidos. Se exterioriza sob a forma de saliva, suor e lágrima. Shen: é a mente ou espírito e se relaciona com o coração. ETAPA 1 Constituintes fisiológicos básicos do corpo
  • 26. Qi ou EnergiaVital ou Sopro é constituído por diversas energias recebidas pelo indivíduo. ETAPA 1 Qi ou Energia Vital ou Sopro
  • 27. Os elementos presentes na natureza (madeira, fogo, terra, metal e água) se inter-relacionam permanentemente e agem influenciando a fisiologia dos seres humanos.A MedicinaTradicionalChinesa, por meio daTeoria dos 5 Elementos, analisa essas relações a partir do surgimento dos desequilíbrios que serão geradores das doenças. Os elementos também se relacionam aos sabores. ETAPA 1 Os 5 elementos na MTC
  • 28. RELAÇÕES ENERGÉTICAS ENTRE OS ÓRGÃOS E SUAS CORRESPONDÊNCIAS COM OS 5 ELEMENTOS ETAPA 1
  • 29. ETAPA 1 Os 5 elementos, ciclo de geração e ciclo de dominância
  • 30. O ciclo de geração forma uma sequência em que cada elemento dá origem ou gera o seguinte, assim como é gerado da mesma forma. A madeira (fígado) dá origem (gera) ao fogo (coração), que dá origem à terra (baço), que dá origem ao metal (pulmão), que dá origem à água (rim) que origina a madeira (fígado) fechando o ciclo. Simbolicamente, dizemos que a madeira ao ser queimada gera o fogo, a cinza da madeira se transforma em terra, o metal é gerado dentro da terra, a água brota das profundezas da terra, onde estão os metais, e rega a madeira, nutrindo e promovendo seu crescimento. ETAPA 1 Entendendo o ciclo de geração
  • 31. No ciclo de dominância, cada elemento controla o outro, ao passo em que é controlado também, formando uma relação de controle e restrição mútua entre as fases. A madeira (fígado) domina a terra (baço), que domina a água (rim), que domina o fogo (coração), que domina o metal (pulmão), que domina a madeira (fígado) fechando o ciclo. Podemos imaginar a madeira penetrando a terra, a terra contendo a água como nas margens de um rio, a água apagando o fogo, o fogo derretendo o metal e o metal cortando a madeira. ETAPA 1 Entendendo o ciclo de geração
  • 32. Cada órgão contém uma parteYin e uma parteYang.O predomínio ou deficiência de uma dessas energias em um dos órgãos geradores irá determinar alteração energética no órgão gerado e assim sucessivamente. O mesmo acontece no ciclo de dominância. As plantas usadas de acordo com suas propriedades organolépticas podem colaborar no equilíbrio energético dos órgãos a elas relacionadas, como exemplificado no slide 27 “Os 5 elementos, ciclo de geração e ciclo de dominância”. ETAPA 1 OYin, oYang e as plantas no equilíbrio dos órgãos
  • 33. O Yin e o Yang em equilíbrio correspondem à saúde. Os exemplos de desequilíbrios, com excesso ou deficiência, estão relacionados às possibilidades de desenvolvimento de doenças. ETAPA 1 MTC e o universo em equilíbrio
  • 34. Os diagnósticos pela MTC são realizados dentro dos conceitos filosóficos dos ciclos de geração e dominância observados naTeoria dos 5 elementos. A deficiência e o excesso doYin e doYang e as alterações dos constituintes fisiológicos presentes no organismo dão origem às síndromes dos órgãos e vísceras que passam a apresentar desequilíbrios (calor, frio, estagnação, secura, acúmulo de umidade e fleuma). Trazendo isso para a prática médica, observa-se que cada um dos desequilíbrios descritos acima fornece sinais e sintomas que permitem pensar em um diagnóstico pela MTC. ETAPA 1 As plantas medicinais na MTC
  • 35. Os tratamentos com as plantas medicinais seguem essa lógica do (des)equilíbrio dos elementos, visto que são estruturados dentro destes mesmos princípios, como, por exemplo, plantas tônicas doYin ou doYang, antiestagnantes, que eliminam o calor, que aquecem, que drenam umidade e assim por diante. Os medicamentos podem ser prescritos por meio de Fórmulas Magistrais, que são formulações prontas e testadas há séculos pelos prescritores orientais, ou formulações manipuladas e individualizadas para cada paciente. ETAPA 1 As plantas medicinais na MTC
  • 36. De uma forma geral, a energia (Qi), o sangue, os líquidos corporais, os órgãos e vísceras podem apresentar tipos de condições: excesso (acúmulo), deficiência ou estagnação, gerando as doenças. Os tratamentos com as plantas medicinais pela MTC são estruturados a partir de sintomas e sinais clínicos associados à análise do pulso e da língua, exames esses fundamentais para o diagnóstico sindrômico correto. ETAPA 1 Diagnóstico e tratamento
  • 37. Diagnóstico pela MTC Princípio de tratamento Deficiência de sangue Tonificar o sangue – Angelica sinensis Deficiência do Qi Tonificar o Qi – Panax ginseng Estagnação do Qi do fígado Circular a energia do fígado – Citrus aurantium Acúmulo de umidade no fígado Drenar a umidade – Poria cocos Deficiência doYin do rim Tonificar oYin do rim – Cornus officinalis ETAPA 1 Diagnóstico e tratamento
  • 38. O conhecimento aprofundado das espécies medicinais permite ao profissional habilitado associar várias plantas em formulações manipuladas individuais. No slide a seguir, há alguns exemplos de plantas usadas segundo suas funções tradicionais. ETAPA 1 Diagnóstico e tratamento
  • 39. Funções tradicionais das plantas Plantas indicadas Plantas que eliminam o vento e umidade Ação anti-reumática Angelica pubescens - raiz Erythrina variegata - casca do caule Plantas que drenam a umidade Eliminam o edema, promovem diurese Plantago major - semente Zea mays - estigma Plantas que drenam por via baixa Ação Laxativa Aloe vera - resina Cassia angustifolia - folha Plantas que aquecem o interior e expulsam o frio Ajudam nos resfriados comuns Cinnamomum cassia - casca do caule Zingiber officinale - rizoma Plantas tônicas do Qi Melhoram a energia Panax ginseng - raiz Glycyrrhiza uralensis - raiz Plantas que nutrem o coração e acalmam a mente Ação calmante Valeriana officinalis - raiz Ziziphus jujuba var. spinosa - semente ETAPA 1 Diagnóstico e tratamento
  • 40. São antigas fórmulas tradicionais chinesas com composição e dosagem pré-estabelecidas desenvolvidas por herbalistas, que, por sua eficácia para o tratamento das desarmonias, são usadas até os dias de hoje. ETAPA 1 Fórmulas magistrais
  • 41. LiuWei Di HuangWan: nutre oYin, tonifica oYin do rim e do fígado. ETAPA 1 Exemplo de fórmula magistral (com seu nome tradicional) ALGUMAS INDICAÇÕES: Arterioesclerose, hipertensão , infecção urinária crônica, disfunção cognitiva, ejaculação precoce, enurese noturna, fraqueza nas pernas, lombalgia. COMPOSIÇÃO: Rehmannia Preparata, Fructus Corni, Rhizoma Dioscoreae, Sclerotium Poriae Cocos, Cortex Moutan Radicis, Rhizoma Alismatis.
  • 42. SiWuTang: harmoniza oYin (nutrição) eWei (defesa), nutre e tonifica o sangue. ETAPA 1 Exemplo de fórmula magistral (com seu nome tradicional) COMPOSIÇÃO: Rehmannia Preparata, Angelica sinensis, Paeonia alba, Ligustici wallichi. ALGUMAS INDICAÇÕES: Anemia, hipertensão, palpitação, alterações menstruais, cólicas menstruais, infertilidade.
  • 43. Gui PiTang: tonifica o Qi do baço e o sangue do coração. ETAPA 1 Exemplo de fórmula magistral (com seu nome tradicional) COMPOSIÇÃO: Panax ginseng, Angelica sinensis, Glycyrrhiza uralensis, Poria cocos, Polygala tenuifolia, Ziziphus spinosa, Saussurea lappa, Atractylodes macrocephala, Euphoria longan ALGUMAS INDICAÇÕES: Anemia, trombocitopenia, ansiedade, medo, taquicardia, insônia
  • 44. As propriedades organolépticas das plantas são aquelas que podem ser percebidas pelos órgãos sensoriais do ser humano, isto é, o odor, o sabor, a textura, o brilho e a cor. Na MTC, as plantas, de acordo com suas propriedades organolépticas, possuem afinidade por meridianos específicos e são utilizadas para tratar os desequilíbrios predominantes em cada órgão. Outras medicinas tradicionais também valorizam esse tipo de conhecimento. ETAPA 1 Propriedades organolépticas
  • 45. Propriedade Ação Planta Medicinal Ácido Harmoniza e movimenta Citrus aurantium Amargo Reagrupante Coleus barbatus Doce Suavizante, tônico Glycyrrhiza glabra Picante Dispersante Capsicum sp., Rosmarinus officinalis Salgado Tônico Equisetum arvense, Fucus vesiculosus Fria Esfria Mentha sp.,Taraxacum officinale Quente Aquece Zingiber officinale, Cinamommum cassia Amornante Amorna Allium fistulosum, Matricaria chamomilla Refrescante Refresca Salvia officinalis, Mentha sp. Neutra Indiferente Ginkgo biloba, Glycyrrhiza glabra ETAPA 1 Propriedades organolépticas
  • 46. Para ampliar seus estudos, consulte as referências sobre MTC: AUTEROCHE, B.; NAVAILH, P. O diagnóstico na Medicina Chinesa. Tradução Zilda Barbosa Antony. 1. ed. São Paulo: Organização Andrei, 1992. BOTSARIS,A. S. Fitoterapia chinesa e plantas brasileiras. 2. ed. São Paulo: Ícone, 1995. ENQIN, Z. (Ed.). A practical english-chinese library of traditional chinese medicine (I). Shanghai: Shanghai College ofTraditional Chinese Medicine, 1988. ENQIN, Z. (Ed.). A practical english-chinese library of traditional chinese medicine (II). Shanghai: Shanghai College ofTraditional Chinese Medicine, 1990. MACIOCIA, G. The foundations of Chinese medicine. 1. ed. UK: Churchill Livingstone, 1989. ETAPA 1 Referênciassobre MCT
  • 47. SAAD, G. et al. Fitoterapia contemporânea: tradição e ciência na prática clínica. 1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. YAMAMURA,Y. Tratado de medicina chinesa. 1. ed. São Paulo: Roca,1993. ETAPA 1 Referênciassobre MCT Para ampliar seus estudos, consulte as referências sobre MTC:
  • 48. Ayur = vida | Veda = conhecimento. Ayurveda é um corpo de conhecimentos muito antigo desenvolvido na Índia, onde é utilizado até os dias de hoje e de onde se espalhou para muitos lugares do ocidente. Procura harmonizar o indivíduo utilizando yoga, massagens, dietética e Fitoterapia. Busca a saúde física e mental, a vitalidade e a longevidade. Métodos de limpeza do intestino com ervas e/ou jejum são frequentemente utilizados para eliminar as toxinas do organismo. ETAPA 1 AYURVEDA
  • 49. A Ayurveda diz que tudo no universo é formado por cinco elementos (terra, água, fogo, ar, éter) e que existem três forças primordiais: Prana:O sopro da vida Agni:O espírito da luz Soma: Manifestação da harmonia e do amor ETAPA 1 Forças primordiais da Ayurveda Imagem 05 Forças primordiais [5]
  • 50. Os elementos se unem dois a dois ativados pelo fogo digestivo, o Adni, para formar os três doshas, que podem ser vistos como humores biológicos: ETAPA 1 Doshas: humores biológicos
  • 51. As pessoas com predominânciaVata costumam ser criativas, agitadas e dispersas. Quando em desequilíbrio, tendem à ansiedade. Para harmonizar os desequilíbrios emVata usamos plantas amornantes e calmantes como: camomila, angélica chinesa, jasmim e cevada. Hortelã, gengibre, cravo, canela, alho, erva doce, cardamomo, noz moscada e mostarda também são indicados. Os alimentos devem ser bem cozidos e se recomendam óleos como azeite e guee (manteiga clarificada). ETAPA 1 Vata
  • 52. As pessoas com predomínio Pitta costumam ser determinadas e focadas.Quando em desequilíbrio, podem ficar bravas e até agressivas. Para harmonizar os desequilíbrios Pitta, usamos plantas frescas como a bardana, o aspargo e o coentro. E damos ênfase a vegetais crus, maçã e mel. Camomila, dente de leão, hortelã, erva doce, neem, carqueja e capim limão são utilizados. ETAPA 1 Pitta
  • 53. As pessoas com predominância Kapha costumam ser afetuosas, pacientes e estáveis. Quando em desequilíbrio, tendem à teimosia. Para harmonizar desequilíbrios Kapha usamos plantas picantes, como pimentas, canela, cúrcuma e noz de cola. Deve-se priorizar alimentos crus, leves e secos com sabores picantes, amargos e adstringentes, além de evitar bebidas geladas e comidas oleosas. ETAPA 1 Kapha
  • 54. Elementos Sabores Ações Terra e água Doce Nutre os tecidos e aumenta a força Terra e fogo Ácido Estimula a digestão Fogo e ar Picante Melhora a digestão e absorção Ar e éter Amargo Estimula os outros sabores Água e fogo Salgado Mantem o equilíbrio hidroeletrolítico Ar e terra Adstringente Ajuda na absorção ETAPA 1 Os elementos na formação dos sabores e suas ações
  • 55. Sabores Alimentos Doce açúcar, mel, arroz, leite Ácido limão, iogurte, vinagre Salgado sal, algas Picante pimenta vermelha, pimenta do reino, gengibre Amargo folhas verdes, cúrcuma, alface Adstringente feijões, lentilha, romã ETAPA 1 Os sabores na Ayurveda e os alimentos para o equilíbrio dos doshas
  • 56. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AYURVEDA. Disponível em: ˂http://www.ayurveda.org.br˃. Acesso em: 12 nov. 2015. CHOPRA, D.; DAVID, S. O guia Deepak Chopra de ervas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2001. ODY, P. Las plantas medicinales. Barcelona: Ediciones B, 2001. ETAPA 1 Referências sobre Ayurveda Para ampliar seus estudos, consulte as referências sobre Ayurveda :
  • 57. Foi apresentada uma síntese do uso das plantas medicinais de algumas medicinas tradicionais. Todas estão presentes na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, com exceção da Ayurveda, que, no entanto, não pode deixar de ser apresentada em razão da forte influência como sólida medicina tradicional. Todo esse conhecimento nos permite ver o indivíduo de modo holístico, não permitindo que haja dissociação corpo-mente e, assim, enfatizando a inter-relação entre a origem da doença e a forma como ela se manifesta. ETAPA 1 PARA FINALIZAR
  • 58. Os resultados dos tratamentos realizados dependem de fatores como: O conhecimento acerca das práticas integrativas e complementares escolhidas. A correta abordagem do profissional em relação ao indivíduo. A escolha final das plantas medicinais para cada caso. A decisão de que, num determinado caso, não se aplica o uso de plantas medicinais nas práticas apresentadas. ETAPA 1 PARA FINALIZAR
  • 59. [1] Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rudolf_Steiner#/media/File:Steiner_Berlin_1900_big.jpg. [2] Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Ita_Wegman#/media/File:Ita_Wegman_1899.jpg. [3] Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Samuel_Hahnemann#/media/File:Hahnemann.jpg. [4] Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hip%C3%B3crates#/media/File:Hippocrates.jpg. [5] Fonte: http://marylandhealthandwellness.com/ ETAPA 1 REFERÊNCIAS DAS IMAGENS
  • 60. ETAPA 1 Estes slides integram os recursos didáticos elaborados para o Curso de Qualificação em Plantas Medicinais e Fitoterápicos na Atenção Básica, concebido, desenvolvido e ofertado pela parceria entre o Ministério da Saúde, a FundaçãoOswaldo Cruz e a Universidade Federal do Pará. O curso completo pode ser acessado em: www.avasus.ufrn.br CRÉDITOS DO CURSO
  • 61. ETAPA 1 Concepção e Desenvolvimento Departamento de Atenção Básica - Ministério da Saúde Vice-Presidência de Ambiente,Atenção e Promoção da Saúde - FundaçãoOswaldo Cruz Assessoria de Educação a Distância - Universidade Federal do Pará CRÉDITOS DO CURSO
  • 62. ETAPA 1 Coordenação Geral Daniel Mieli Amado - DAB | MS Joseane Carvalho Costa -VPAAPS | Fiocruz José Miguel MartinsVeloso - AEDi | UFPA Coordenação Administrativa Lairton Bueno Martins Paulo Roberto Sousa Rocha Coordenação de Conteúdo Silvana Cappelleti Nagai Coordenação Pedagógica AndreaCristina Lovato Ribeiro Nilva Lúcia Rech Stedile Coordenação Pedagógica em EaD Maria Ataide Malcher Marianne Kogut Eliasquevici Sônia Nazaré Fernandes Resque Concepção e Avaliação de Recursos Multimídia em EaD FernandaChocron Miranda Suzana Cunha Lopes Concepção e ComunicaçãoVisual Rose Pepe Roberto Eliasquevici CRÉDITOS DO CURSO
  • 63. ETAPA 1 Consultoria e Produção de Conteúdo Antonio Carlos de Carvalho Seixlack Daniel Miele Amado Glaucia de Azevedo Saad Lairton Bueno Martins Paulo Roberto Sousa Rocha Silvana Cappelleti Nagai Revisão de Conteúdo AndreaCristina Lovato Ribeiro Daniel Miele Amado Joseane Carvalho Costa Lairton Bueno Martins Paulo Roberto Sousa Rocha Silvana Cappelleti Nagai Consultoria e Revisão em EaD Maria Ataide Malcher Marianne Kogut Eliasquevici Sônia Nazaré Fernandes Resque Suzana Cunha Lopes Direção de Arte Acquerello Design Ilustração e Grafismos Andreza Jackson de Vasconcelos Weverton Raiol Gomes de Souza Diagramação e Editoração Eletrônica Andreza Jackson de Vasconcelos Weverton Raiol Gomes de Souza William Teixeira Gonçalves CRÉDITOS DESTE RECURSO DIDÁTICO
  • 64. ETAPA 1 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação Geral de ÁreasTécnicas Secretaria de Gestão deTrabalho e da Educação na Saúde Departamento de Gestão da Educação na Saúde CRÉDITOS DO CURSO
  • 65. ETAPA 1 FUNDAÇÃOOSWALDO CRUZ Presidência Paulo Ernani GadelhaVieira Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde Valcler Rangel Fernandes Assessoria de Promoção da Saúde Annibal Coelho de Amorim Coordenação Geral Joseane Carvalho Costa CRÉDITOS DO CURSO
  • 66. ETAPA 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ Reitoria Emmanuel ZaguryTourinho Vice-Reitoria Gilmar Pereira da Silva Pró-Reitoria de Extensão Nelson José de Souza Júnior Assessoria de Educação a Distância José Miguel MartinsVeloso Coordenação Administrativa Ivanete Guedes Pampolha Coordenação Pedagógica Marianne Kogut Eliasquevici Coordenação de Meios e Ambientes de Aprendizagem Dionne Cavalcante Monteiro Laboratório de Pesquisa e Experimentação em Multimídia Maria Ataide Malcher Editora Presidência José Miguel MartinsVeloso Diretoria Cristina Lúcia DiasVaz Conselho Editorial Ana LygiaAlmeidaCunha Dionne Cavalcante Monteiro Maria Ataide Malcher CRÉDITOS DO CURSO
  • 67. ETAPA 1 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria deAtenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Edifício Premium, SAF Sul, Quadra 2 Lotes 5/6, Bloco II, Subsolo CEP: 70070-600 – Brasília/DF Fone: (61) 3315-9034/3315-9030 Site: http://dab.saude.gov.br E-mail: pics@saude.gov.br Este conteúdo está disponível em: www.bvsms.saude.gov.br FUNDAÇÃOOSWALDO CRUZ Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde Av. Brasil 4365, Castelo Mourisco, sala 18, Manguinhos CEP: 21040-900 – Rio de Janeiro/RJ Fone: (21) 3885-1838 Site: http://portal.fiocruz.br/pt- br/vpaaps E-mail: vpaaps@fiocruz.br Este conteúdo está disponível em: www.retisfito.org.br UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ Assessoria de Educação a Distância Av.Augusto Corrêa, 01, Guamá CEP: 66075-110 – Belém/PA Fone: (91) 3201-8699/3201-8700 Site: www.aedi.ufpa.br E-mail: labmultimidia.aedi@gmail.com Este conteúdo está disponível em: www.multimidia.ufpa.br DISTRIBUIÇÃO DIGITAL CRÉDITOS DO CURSO
  • 68. ETAPA 1 Esta obra é disponibilizada nos termos da Licença Creative Commons – Atribuição – Não Comercial – Compartilhamento pela mesma licença 4.0 Internacional. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra em qualquer suporte ou formato, desde que citada a fonte. A coleção institucional do Ministério da Saúde pode ser acessada, na íntegra, na Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde [www.bvsms.saude.gov.br]. Todo o material do curso também está disponível na RetisFito [www.retisfito.org.br] e no repositório institucional UFPA Multimídia [www.multimidia.ufpa.br].