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O CULTIVO DE PLANTAS
MEDICINAIS E DIRETRIZES
PARA BOAS PRÁTICAS
AGRÍCOLAS
ETAPA2
Esta apresentação aborda os principais conceitos referentes ao cultivo,
coleta, preparo e certificação da origem das plantas medicinais. Este é
um conhecimento importante para garantir que a planta é aquela com
o princípio ativo desejado. Por isso, também são necessários cuidados
adequados ao se manusear uma planta medicinal para preservar seu
efeito terapêutico.
ETAPA2
APRESENTAÇÃO
A utilização de plantas com fins medicinais para tratamento, cura
e prevenção de doenças é uma das mais antigas formas de prática
medicinal da humanidade.
O cultivo das plantas medicinais, com base em pesquisas
agronômicas sobre matéria-prima com qualidade, permite o uso
sustentável das espécies nativas e a preservação dos recursos
genéticos e ambientais.
ETAPA2
O CULTIVO DE
PLANTAS MEDICINAIS
Os interessados em participar do mercado de plantas medicinais
devem apoiar-se no tripé:
ETAPA2
MERCADO DE
PLANTASMEDICINAIS
É imprescindível que aqueles que pretendem trabalhar com plantas
medicinais conheçam e cumpram a legislação ambiental e sanitária
pertinente.
A organização dos produtores é fundamental para serem bem
sucedidos nesse mercado de características tão peculiares.
Com relação à qualidade, tem que se ter em mente que o objetivo é
oferecer um produto que conserve o princípio ativo responsável por
garantir o efeito terapêutico almejado.
ETAPA2
MERCADO DE
PLANTASMEDICINAIS
O valor das plantas medicinais é determinado pelos compostos
químicos que elas produzem, ou seja, por seus princípios ativos.
Conhecer os princípios ativos das plantas a serem cultivadas e o que
as tornam possuidoras de efeito medicinal é imprescindível para
aqueles que irão produzi-las.
Conforme o tipo de substância que se deseja produzir, deve-se
levar em conta as condições do local e de como será conduzida a
cultura.
ETAPA2
FATORES IMPORTANTES
PARA O CULTIVO DE PLANTAS
MEDICINAIS
ETAPA2
Exemplos de fatores internos:
• Número cromossômico
• Estágio de desenvolvimento
• Diferenças que ocorrem até mesmo
em raças químicas
Exemplos de fatores externos
(ambientais):
• Altitude
• Latitude
•Temperatura
• Umidade relativa do ar
• Duração do dia
• Solo
• Disponibilidade de água e nutrientes
Fatores que podem afetar o teor dos
princípios ativos das plantas medicinais
As plantas têm uma grande capacidade adaptativa.Quando são
cultivadas em áreas com clima, solo, luminosidade ou umidade
diferentes, elas podem modificar sua constituição química para se
adaptarem aos novos fatores de estresse. Isso deu origem ao que
chamamos de raças químicas ou quimiotipos.
ETAPA2
Fatores que podem afetar o teor dos
princípios ativos das plantas medicinais
A não observação das exigências relacionadas ao clima e solo
(edáficas) pode resultar na produção de plantas sem o teor de princípio
ativo desejado.
Como as plantas têm uma enorme capacidade adaptativa, as
condições ambientais interferem na composição química das espécies
cultivadas.
ETAPA2
EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E
EDÁFICAS DAS PLANTASMEDICINAIS
O teor de princípio ativo de uma espécie é afetado por fatores
ambientais como latitude, altitude, temperatura, luz, fotoperíodo,
umidade relativa do ar e solo.
ETAPA2
EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E
EDÁFICAS DAS PLANTASMEDICINAIS
A altitude refletirá diretamente na temperatura. Locais de altitudes menores são mais quentes do
que locais mais altos. Com alguns estudos concluídos, pode-se afirmar que as plantas produtoras
de alcaloides obtém melhor teor dessas substâncias em baixas altitudes.
Latitude
Por causa da latitude algumas espécies originárias do hemisfério Norte não florescem ou não
frutificam no hemisfério Sul e vice-versa. Entretanto, plantas de origem tropical ou subtropical
recebem pouca ou nenhuma influência da latitude.
ETAPA2
Altitude e Temperatura
EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E
EDÁFICAS DAS PLANTASMEDICINAIS
Luz
Desempenha um papel fundamental na vida das plantas, influenciando na fotossíntese e em
outros fenômenos fisiológicos, como crescimento, desenvolvimento e forma das plantas. A falta
de luminosidade adequada provoca o estiolamento, problema comum em sementeiras e viveiros
muito adensados ou sombreados.
Fotoperíodo
Em muitas espécies, o fotoperíodo é o responsável pela germinação das sementes,
desenvolvimento da planta e formação de bulbos ou flores.
ETAPA2
EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E
EDÁFICAS DAS PLANTASMEDICINAIS
A água é um elemento essencial para a vida e o metabolismo das plantas.
Atenção!
Alguns resultados de pesquisas demonstraram que os efeitos negativos no teor dos princípios
ativos são devido mais ao excesso de água do que à falta. Pesquisas demonstram que algumas
espécies, quando submetidas ao estresse hídrico, tendem a produzir mais metabólitos
secundários como resposta adaptativa à alteração do seu ambiente. Na natureza, observa-se
que, em períodos mais secos, algumas espécies produzem maior quantidade de frutos para
poder garantir a perpetuação da espécie, mesmo em condições adversas.
ETAPA2
Umidade
EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E
EDÁFICAS DAS PLANTASMEDICINAIS
O tipo de solo pode influenciar na produção da biomassa e das substâncias medicinais.
Geralmente, a origem da planta medicinal pode servir como indício de a que solo ela está mais
adaptada. Informações dessa natureza são importantes para definir o local de cultivo mais
propício para determinadas espécies de plantas.
ETAPA2
Solo
EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E
EDÁFICAS DAS PLANTASMEDICINAIS
Atenção!
Fatores relativos às condições de solo e clima não podem ser controlados. Entretanto,
práticas agrícolas adequadas, especialmente no que diz respeito à seleção das espécies a
serem cultivadas, sua época de plantio, bem como a correção e a adubação do solo,
constituem estratégias que devem ser utilizadas em favor do cultivo de plantas medicinais.
Além da forma de plantio e dos tratos culturais, os aspectos fitossanitários e ambientais
devem ser considerados, pois contribuem para o controle de qualidade do processo produtivo
da matéria-prima oriunda de plantas medicinais, previsto em regulações específicas.
ETAPA2
EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E
EDÁFICAS DAS PLANTASMEDICINAIS
O produtor de plantas medicinais
diferencia-se de outros por necessitar
conhecer a utilização da planta, como estão
as pesquisas sobre ela e, principalmente,
saber a sua identificação.
Imagem 01 Cultivo de plantas medicinais [1]
ETAPA2
IDENTIDADE BOTÂNICA
DAS PLANTAS
Além das informações sobre as pesquisas na área da saúde, é
importante que se tenha certeza da identificação da planta que se
pretende cultivar.
Não são raras as confusões que acontecem, como, por exemplo, as
que ocorrem quando se mencionam os nomes populares.
ETAPA2
IDENTIDADE BOTÂNICA
DAS PLANTAS
Aplicação inadequada
Intoxicação
Plantio de espécie não adequada ao local
Perda de credibilidade, principalmente para o produtor
ETAPA2
Consequências relativas à
identificação incorreta de plantas
Atenção!
É necessário tratar as plantas medicinais pelo nome científico. Os nomes populares estão
sujeitos a regionalismos, originando uma confusão com plantas tóxicas ou com plantas com
princípios ativos diferentes.
ETAPA2
Consequências relativas à
identificação incorreta de plantas
O cultivo das plantas medicinais, dentro de sua especificidade,
requer um trabalho integrado de diversos profissionais, conforme sua
área de atuação.
Confira uma situação de trabalho integrado:
Os botânicos identificam as plantas e descrevem o ambiente onde determinada espécie ocorre;
os agrônomos desenvolvem a domesticação, técnicas de cultivo e beneficiamento; os
farmacêuticos realizam as formulações. O controle de qualidade deve estar presente, em todas
as etapas de produção, para todos os profissionais envolvidos.
ETAPA2
ATUAÇÃO MULTIPROFISSIONAL
As BPA têm por objetivo realizar uma agricultura sustentável do
ponto de vista técnico, ambiental, social e econômico.
O cultivo de plantas medicinais pode constituir-se como alternativa
de renda para unidades de agricultura familiar, visto o seu baixo custo
de produção e os rendimentos por área serem relativamente elevados.
ETAPA2
BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS
(BPA) PARA PLANTAS MEDICINAIS
Observe algumas recomendações que, de modo geral, visam à
obtenção de um produto de boa qualidade com o menor impacto
ambiental possível:
Sementes e material de propagação: devem indicar, quando for o
caso, a variedade da planta, cultivo, quimiotipo e origem. O material
usado deve ser 100% rastreável.
Cultivo: os produtores devem seguir as recomendações técnicas
previstas para cada espécie.
ETAPA2
Princípios e diretrizes para BPA na
produção de plantas medicinais
A consorciação – plantio conjunto de duas ou mais espécies –
reduz o risco de surgimento de pragas e doenças e aumenta a
produção para espécies compatíveis.
Confira algumas dicas de consorciação:
Alfavaca: não deve ser plantada perto da arruda.
Cravo-de-defunto: protege as lavouras dos nematoides.
Hortelã: seu cheiro repele lepidópteros.
Manjerona: melhora o aroma das plantas.
Mil-folhas: planta-se como bordadura perto de ervas aromáticas; aumenta a produção de óleos
essenciais.
Arnica: inibe a germinação das sementes de algumas plantas daninhas.
Manjericão e arruda: não crescem juntas ou próximas uma da outra.
ETAPA2
MANEJO E PROTEÇÃO
DA CULTURA
Todo produtor de plantas medicinais deve ter o hábito de
acompanhar o desenvolvimento de suas culturas. Ao detectar, logo no
início, o surgimento de pragas e doenças, torna-se mais fácil seu
controle e erradicação.
Atenção!
A aplicação de agrotóxicos em lavouras de plantas medicinais não é recomendada, pois estes
produtos podem alterar a composição química da planta e deixar resíduos. Há uma crescente
rejeição, pelos compradores, à aquisição de plantas medicinais originárias de lavouras onde foi
feito uso de agrotóxicos.
ETAPA2
MANEJO E PROTEÇÃO
DA CULTURA
O valor comercial das plantas medicinais é determinado por sua
qualidade, a qual depende, entre outros critérios, de:
Colheita no estágio de maior teor de princípios ativos
Correto manuseio durante e após a colheita
Beneficiamento adequado
Armazenagem apropriada
ETAPA2
COLHEITA
O teor dos princípios ativos nas plantas depende das características
da própria espécie/variedade e das condições de cultivo.
O primeiro aspecto a ser observado na produção de plantas
medicinais de qualidade, além da condução das plantas, é, sem dúvida,
a colheita no momento certo.
A colheita deve ser realizada quando as plantas estiverem com a
melhor qualidade possível.
O ponto de colheita varia segundo o órgão da planta, o estágio de
desenvolvimento, a época do ano e a hora do dia.
ETAPA2
COLHEITA
O momento ideal de colheita depende da análise de três elementos
inter-relacionados:
O ponto de maior produção de biomassa
O ponto de maior produção de princípios ativos
A variação na composição dos princípios ativos ao longo das
diferentes fases de desenvolvimento da planta
ETAPA2
COLHEITA
A passagem da fase de desenvolvimento vegetativo para a fase
reprodutiva (florescimento) representa um ponto de inversão quando
a planta deixa de acumular biomassa e passa a canalizar sua energia
para a produção de sementes.
Atenção!
Deve-se salientar que a colheita das plantas, em determinado ponto, tem o intuito de obter o
máximo teor de princípio ativo. No entanto, na maioria das vezes, nada impede que as plantas
sejam colhidas antes ou depois do ponto de colheita para uso imediato. O maior problema da
época de colheita fora de seu período ideal é a redução do valor terapêutico e/ou
predominância de princípios tóxicos.
ETAPA2
COLHEITA
O beneficiamento primário refere-se às operações executadas
ainda na propriedade.
Distingue-se do beneficiamento industrial subsequente.
As etapas do beneficiamento primário são:
• Pré-limpeza
• Secagem
• Operações de pós-secagem
• Quando for o caso, extração de óleos essenciais
ETAPA2
BENEFICIAMENTO PRIMÁRIO
Em todas as fases de manipulação das
plantas deve-se estar com as mãos limpas.
Após lavagem com sabão neutro,
utilizar álcool 70% + 2% de glicerina, para
evitar contaminação microbiológica, ou
usar luvas.
Imagem 02 Beneficiamento primário da carqueja [2]
ETAPA2
BENEFICIAMENTO PRIMÁRIO
A secagem deve ser realizada corretamente para preservar as
características de cor, aroma e sabor do material colhido e deve ser
iniciada o mais rápido possível.
O conteúdo de umidade das partes das plantas colhidas
geralmente é alto, em torno de 60% a 80%. Para evitar a fermentação
ou degradação dos princípios ativos, é necessário reduzir o conteúdo
de água.
ETAPA2
BENEFICIAMENTO PRIMÁRIO
SECAGEM
A secagem deve ser realizada até que a planta atinja 8% a 12%
de água, conforme a espécie e a parte da planta.Com essa umidade,
a maior parte das espécies pode ser armazenada por um bom período
sem que ocorra deterioração.
Uma série de alterações ocorre nas plantas durante a secagem.
Devido à remoção de água, há uma perda de peso, cuja quantidade
depende das partes das plantas submetidas ao processo.
ETAPA2
BENEFICIAMENTO PRIMÁRIO
SECAGEM
Atente para os cuidados que antecedem a secagem:
Não se recomenda lavar as plantas antes da secagem.
Deve-se separar as plantas de espécies diferentes.
As plantas colhidas e transportadas ao local de secagem não devem
receber raios solares.
Antes de submeter as plantas à secagem deve-se fazer a eliminação
de elementos estranhos (terra, pedras, outras plantas, etc.).
ETAPA2
BENEFICIAMENTO PRIMÁRIO
SECAGEM
Atente para os cuidados que antecedem a secagem:
As plantas colhidas inteiras devem ter cada parte seca em separado
e conservada em recipientes individuais.
As folhas secas devem ser conservadas com seus talos, pois isto
preserva sua qualidade.
ETAPA2
BENEFICIAMENTO PRIMÁRIO
SECAGEM
Na prática, os métodos de secagem se dividem em natural
(secagem a temperatura ambiente) ou artificial.
O método artificial pode ser dividido em secagem com fluxo de ar
frio ou aquecido.
Todos os métodos podem ser usados, desde que haja um
mecanismo de controle de temperatura que permita manter as plantas
na temperatura ideal recomendada para cada espécie.
ETAPA2
BENEFICIAMENTO PRIMÁRIO
MÉTODOS DE SECAGEM
Deve ser feita à sombra, por exemplo, em galpões bem arejados
e telados.
Esse método é comumente utilizado na secagem de plantas
obtidas por extrativismo.
Atenção!
A secagem natural não é recomendada para cultivos comerciais e em regiões com alta umidade
relativa do ar. É recomendada, sim, para a pré-secagem de ramos e raízes.
ETAPA2
Beneficiamento primário:
secagem à temperatura ambiente
A secagem à temperatura ambiente pode levar de alguns dias até
várias semanas, dependendo da espécie e das condições climáticas.
O tempo de secagem pode ser reduzido a horas em secadores.
É uma prática recomendável, pois, se for bem executada, mantém
as características desejáveis do produto.
A secagem em secadores pode ser feita com ou sem aquecimento
do ar.
O tempo de secagem é variável, dependendo da espécie, do
conteúdo de água da planta e da umidade relativa do ar.
ETAPA2
Beneficiamento primário:
secagem em secadores
A secagem com aquecimento de ar
proporciona um produto de muito melhor
qualidade. Por essa razão, é considerada o
melhor método para secagem de plantas
medicinais.
Requer um sistema fechado com controle
de temperatura, por meio de fluxo de ar quente.
O aquecimento do ar é feito por fontes de
calor alimentadas com lenha, combustíveis
(geralmente gás), eletricidade ou energia solar.
Imagem 03 Modelo de secador [3]
ETAPA2
Beneficiamento primário:
secagem em secadores
As operações necessárias para esta fase são chamadas operações
de manipulação.
Todo o material deve ser separado ou peneirado para eliminar
impurezas, como terra, restos de insetos e corpos estranhos.
Confira as operações de manipulação mais frequentes:
Separação e limpeza
Classificação
Rasura
Corte
Moagem
ETAPA2
OPERAÇÕES DE MANIPULAÇÃO
PÓS-SECAGEM
Todas as superfícies que entram em contato com as plantas
devem ser de fácil limpeza e desinfecção (plástico, aço inoxidável,
fórmica, cimento, etc.).
Deve-se evitar o uso de equipamentos de madeira devido à
dificuldade de higienização.
Todas as máquinas e equipamentos devem ser montados de
forma a facilitar o uso seguro e a limpeza.
ETAPA2
OPERAÇÕES DE MANIPULAÇÃO
EQUIPAMENTO
Os funcionários devem ser devidamente treinados para as
funções que desempenharão. Esse treinamento deve incluir desde
aspectos botânicos até aspectos relacionados com a higiene na
manipulação do material vegetal/produto e paramentação (uso de
avental, toucas, luvas).
A atividade de produção de plantas requer uma grande
quantidade de mão de obra, porém já estão sendo desenvolvidas ou
adaptadas máquinas e equipamentos para a mecanização possível.
ETAPA2
OPERAÇÕES DE MANIPULAÇÃO
MÃO DE OBRA
As embalagens mais utilizadas são:
fardos, sacos de papel ou plástico, sacos
de papel + plástico e caixas de papelão.
Depende do tipo da droga (planta
seca), quantidade, modo de transporte,
distância e exigências específicas do
comprador.
ETAPA2
Imagem 04 Embalagem usada para comercialização de
plantas medicinais em pequenas quantidades [4]
EMBALAGEM
Confira o mínimo de informações que devem constar nas embalagens:
Nome comum
Nome científico
Número do lote e código da partida
Data da colheita
Prazo de validade
Nome do produtor
Data da embalagem
Número da respectiva ficha que contém as informações agronômicas
ETAPA2
EMBALAGEM
O produto embalado deve ser armazenado no menor tempo
possível, pois, em geral, ocorre uma diminuição e alteração dos
princípios ativos.
O local de armazenagem deve ser seco, escuro e arejado, onde as
flutuações diárias de temperatura são limitadas.
O armazém deve ter piso de concreto ou similar, de fácil limpeza e
estar livre de insetos, roedores ou poeira.
ETAPA2
ARMAZENAMENTO
E TRANSPORTE
O produto seco e embalado deve ser armazenado da seguinte forma:
Sobre estrados
A uma distância suficiente da parede para evitar absorção de umidade
Completamente separado de outros lotes de plantas, para evitar
contaminação secundária
Produtos orgânicos devem ser armazenados separadamente
Deve-se desenvolver um sistema de identificação e localização dos lotes de
plantas, como, por exemplo, etiquetas afixadas nas colunas das prateleiras.
ETAPA2
ARMAZENAMENTO
E TRANSPORTE
O transporte deve ser feito preferencialmente em veículos com
carroceria fechada, mas bem arejada. Caso isso não seja possível, é
importante garantir que, durante o transporte, o produto esteja
abrigado da luz e de poeira e em ambiente seco.
O transporte de óleo essencial deve estar em conformidade com os
padrões apropriados para transporte de produtos químicos. Deve-se
consultar e atender à legislação específica.
Todo produto transportado para comercialização deve estar
acompanhado da documentação pertinente, como nota fiscal ou do
produtor, e, se for o caso, licença ambiental e laudo fitossanitário.
ETAPA2
ARMAZENAMENTO
E TRANSPORTE
O produtor deve garantir que o produto fornecido esteja de acordo
com as especificações acerca da qualidade previamente acordadas
com o comprador e registradas no contrato.
A origem de todos os materiais e passos do beneficiamento, bem
como o local de cultivo devem ser documentados.
ETAPA2
GARANTIA DE QUALIDADE
E DOCUMENTAÇÃO
[1] Foto de Silvana Nagai (2011).
[2] Fonte: http://jie.itaipu.gov.br/node/33936.
[3] Fonte: Imagem cedida pelo Programa CultivandoÁgua Boa, da Itaipu Binacional e parceiros, em
Foz do Iguaçu.
[4] Fonte: Imagem cedida pelo Programa CultivandoÁgua Boa, da Itaipu Binacional e parceiros, em
Foz do Iguaçu.
ETAPA2
REFERÊNCIAS DAS IMAGENS
BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Boas PráticasAgrícolas (BPA) de
plantas medicinais, aromáticas e condimentares. Brasília: MAPA/SDC, 2006. (Plantas Medicinais &
Orientações Gerais para o Cultivo, 1).
CORREA JR., C.; MING, L. C. ; SCHEFFER, M. C. Cultivo de Plantas Medicinais,Condimentares e
Aromáticas.Curitiba: EMATER-PR,1991.
CORREA JR., C.; MING, L. C. ; SCHEFFER, M. C. Cultivo de plantas medicinais, condimentares e
aromáticas. 2. ed. Jaboticabal: FUNEP, 1994.
MARTINS, E. R.; CASTRO, D. M.; CASTELLANI, D. C.; DIAS, J. E. Plantas medicinais.Viçosa: UFV,
1995.
ETAPA2
REFERÊNCIAS E
BIBLIOGRAFIACONSULTADA
ETAPA2
CRÉDITOS DO CURSO
Estes slides integram os recursos didáticos elaborados para o Curso de Qualificação em Plantas
Medicinais e Fitoterápicos na Atenção Básica, concebido, desenvolvido e ofertado pela parceria entre
o Ministério da Saúde, a FundaçãoOswaldo Cruz e a Universidade Federal do Pará.
O curso completo pode ser acessado em: www.avasus.ufrn.br
ETAPA2
CRÉDITOS DO CURSO
Concepção e Desenvolvimento
Departamento de Atenção Básica - Ministério da Saúde
Vice-Presidência de Ambiente,Atenção e Promoção da Saúde - FundaçãoOswaldo Cruz
Assessoria de Educação a Distância - Universidade Federal do Pará
ETAPA2
CRÉDITOS DO CURSO
Coordenação Geral
Daniel Mieli Amado – DAB | MS
Joseane Carvalho Costa – VPAAPS | Fiocruz
José Miguel Martins Veloso – AEDi | UFPA
Coordenação Administrativa
Lairton Bueno Martins
Paulo Roberto Sousa Rocha
Coordenação de Conteúdo
Silvana Cappelleti Nagai
Coordenação Pedagógica
Andrea Cristina Lovato Ribeiro
Nilva Lúcia Rech Stedile
Coordenação Pedagógica em EaD
Maria Ataide Malcher
Marianne Kogut Eliasquevici
Sônia Nazaré Fernandes Resque
Concepção e Avaliação de Recursos Multimídia em EaD
Fernanda Chocron Miranda
Suzana Cunha Lopes
Concepção e Comunicação Visual
Rose Pepe
Roberto Eliasquevici
ETAPA2
CRÉDITOS DESTE RECURSO DIDÁTICO
Consultoria e Produção de Conteúdo
Daniel Miele Amado
Lairton Bueno Martins
Ludmila L. de Melo Neves
Paulo Roberto Sousa Rocha
Silvana Cappelleti Nagai
Revisão de Conteúdo
Andrea Cristina Lovato Ribeiro
Daniel Miele Amado
Joseane Carvalho Costa
Lairton Bueno Martins
Paulo Roberto Sousa Rocha
Silvana Cappelleti Nagai
Consultoria e Revisão em EaD
Maria Ataide Malcher
Marianne Kogut Eliasquevici
Sônia Nazaré Fernandes Resque
Suzana Cunha Lopes
Direção de Arte
Acquerello Design
Ilustração e Grafismos
Andreza Jackson de Vasconcelos
Weverton Raiol Gomes de Souza
Diagramação e Editoração Eletrônica
Andreza Jackson de Vasconcelos
Rose Pepe
Weverton Raiol Gomes de Souza
William Teixeira Gonçalves
ETAPA2
CRÉDITOS DO CURSO
MINISTÉRIO DA SAÚDE
Secretaria deAtenção à Saúde
Departamento de Atenção Básica
Edifício Premium, SAF Sul, Quadra 2
Lotes 5/6, Bloco II, Subsolo
CEP: 70070-600 – Brasília/DF
Fone: (61) 3315-9034/3315-9030
Site: http://dab.saude.gov.br
E-mail: pics@saude.gov.br
Este conteúdo está disponível em:
www.bvsms.saude.gov.br
FUNDAÇÃOOSWALDO CRUZ
Vice-Presidência de Ambiente,
Atenção e Promoção da Saúde
Av. Brasil 4365, Castelo Mourisco,
sala 18, Manguinhos
CEP: 21040-900 – Rio de Janeiro/RJ
Fone: (21) 3885-1838
Site: http://portal.fiocruz.br/pt-
br/vpaaps
E-mail: vpaaps@fiocruz.br
Este conteúdo está disponível em:
www.retisfito.org.br
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Assessoria de Educação a Distância
Av.Augusto Corrêa, 01, Guamá
CEP: 66075-110 – Belém/PA
Fone: (91) 3201-8699/3201-8700
Site: www.aedi.ufpa.br
E-mail:
labmultimidia.aedi@gmail.com
Este conteúdo está disponível em:
www.multimidia.ufpa.br
DISTRIBUIÇÃO DIGITAL
ETAPA2
CRÉDITOS DO CURSO
MINISTÉRIO DA SAÚDE
Secretaria de Atenção à Saúde
Departamento de Atenção Básica
Coordenação Geral de ÁreasTécnicas
Secretaria de Gestão deTrabalho e da Educação na Saúde
Departamento de Gestão da Educação na Saúde
ETAPA2
CRÉDITOS DO CURSO
FUNDAÇÃOOSWALDO CRUZ
Presidência
Paulo Ernani GadelhaVieira
Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da
Saúde
Valcler Rangel Fernandes
Assessoria de Promoção da Saúde
Annibal Coelho de Amorim
Coordenação Geral
Joseane Carvalho Costa
ETAPA2
CRÉDITOS DO CURSO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Reitoria
Emmanuel ZaguryTourinho
Vice-Reitoria
Gilmar Pereira da Silva
Pró-Reitoria de Extensão
Nelson José de Souza Júnior
Assessoria de Educação a Distância
José Miguel MartinsVeloso
Coordenação Administrativa
Ivanete Guedes Pampolha
Coordenação Pedagógica
Marianne Kogut Eliasquevici
Coordenação de Meios e Ambientes de Aprendizagem
Dionne Cavalcante Monteiro
Laboratório de Pesquisa e Experimentação em Multimídia
Maria Ataide Malcher
Editora
Presidência
José Miguel MartinsVeloso
Diretoria
Cristina Lúcia DiasVaz
Conselho Editorial
Ana LygiaAlmeidaCunha
Dionne Cavalcante Monteiro
Maria Ataide Malcher
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Não Comercial – Compartilhamento pela mesma licença 4.0 Internacional. É permitida
a reprodução parcial ou total desta obra em qualquer suporte ou formato, desde que
citada a fonte.
A coleção institucional do Ministério da Saúde pode ser acessada, na íntegra, na
Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde [www.bvsms.saude.gov.br]. Todo o
material do curso também está disponível na RetisFito [www.retisfito.org.br] e no
repositório institucional UFPA Multimídia [www.multimidia.ufpa.br].
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  • 1. O CULTIVO DE PLANTAS MEDICINAIS E DIRETRIZES PARA BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS ETAPA2
  • 2. Esta apresentação aborda os principais conceitos referentes ao cultivo, coleta, preparo e certificação da origem das plantas medicinais. Este é um conhecimento importante para garantir que a planta é aquela com o princípio ativo desejado. Por isso, também são necessários cuidados adequados ao se manusear uma planta medicinal para preservar seu efeito terapêutico. ETAPA2 APRESENTAÇÃO
  • 3. A utilização de plantas com fins medicinais para tratamento, cura e prevenção de doenças é uma das mais antigas formas de prática medicinal da humanidade. O cultivo das plantas medicinais, com base em pesquisas agronômicas sobre matéria-prima com qualidade, permite o uso sustentável das espécies nativas e a preservação dos recursos genéticos e ambientais. ETAPA2 O CULTIVO DE PLANTAS MEDICINAIS
  • 4. Os interessados em participar do mercado de plantas medicinais devem apoiar-se no tripé: ETAPA2 MERCADO DE PLANTASMEDICINAIS
  • 5. É imprescindível que aqueles que pretendem trabalhar com plantas medicinais conheçam e cumpram a legislação ambiental e sanitária pertinente. A organização dos produtores é fundamental para serem bem sucedidos nesse mercado de características tão peculiares. Com relação à qualidade, tem que se ter em mente que o objetivo é oferecer um produto que conserve o princípio ativo responsável por garantir o efeito terapêutico almejado. ETAPA2 MERCADO DE PLANTASMEDICINAIS
  • 6. O valor das plantas medicinais é determinado pelos compostos químicos que elas produzem, ou seja, por seus princípios ativos. Conhecer os princípios ativos das plantas a serem cultivadas e o que as tornam possuidoras de efeito medicinal é imprescindível para aqueles que irão produzi-las. Conforme o tipo de substância que se deseja produzir, deve-se levar em conta as condições do local e de como será conduzida a cultura. ETAPA2 FATORES IMPORTANTES PARA O CULTIVO DE PLANTAS MEDICINAIS
  • 7. ETAPA2 Exemplos de fatores internos: • Número cromossômico • Estágio de desenvolvimento • Diferenças que ocorrem até mesmo em raças químicas Exemplos de fatores externos (ambientais): • Altitude • Latitude •Temperatura • Umidade relativa do ar • Duração do dia • Solo • Disponibilidade de água e nutrientes Fatores que podem afetar o teor dos princípios ativos das plantas medicinais
  • 8. As plantas têm uma grande capacidade adaptativa.Quando são cultivadas em áreas com clima, solo, luminosidade ou umidade diferentes, elas podem modificar sua constituição química para se adaptarem aos novos fatores de estresse. Isso deu origem ao que chamamos de raças químicas ou quimiotipos. ETAPA2 Fatores que podem afetar o teor dos princípios ativos das plantas medicinais
  • 9. A não observação das exigências relacionadas ao clima e solo (edáficas) pode resultar na produção de plantas sem o teor de princípio ativo desejado. Como as plantas têm uma enorme capacidade adaptativa, as condições ambientais interferem na composição química das espécies cultivadas. ETAPA2 EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E EDÁFICAS DAS PLANTASMEDICINAIS
  • 10. O teor de princípio ativo de uma espécie é afetado por fatores ambientais como latitude, altitude, temperatura, luz, fotoperíodo, umidade relativa do ar e solo. ETAPA2 EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E EDÁFICAS DAS PLANTASMEDICINAIS
  • 11. A altitude refletirá diretamente na temperatura. Locais de altitudes menores são mais quentes do que locais mais altos. Com alguns estudos concluídos, pode-se afirmar que as plantas produtoras de alcaloides obtém melhor teor dessas substâncias em baixas altitudes. Latitude Por causa da latitude algumas espécies originárias do hemisfério Norte não florescem ou não frutificam no hemisfério Sul e vice-versa. Entretanto, plantas de origem tropical ou subtropical recebem pouca ou nenhuma influência da latitude. ETAPA2 Altitude e Temperatura EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E EDÁFICAS DAS PLANTASMEDICINAIS
  • 12. Luz Desempenha um papel fundamental na vida das plantas, influenciando na fotossíntese e em outros fenômenos fisiológicos, como crescimento, desenvolvimento e forma das plantas. A falta de luminosidade adequada provoca o estiolamento, problema comum em sementeiras e viveiros muito adensados ou sombreados. Fotoperíodo Em muitas espécies, o fotoperíodo é o responsável pela germinação das sementes, desenvolvimento da planta e formação de bulbos ou flores. ETAPA2 EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E EDÁFICAS DAS PLANTASMEDICINAIS
  • 13. A água é um elemento essencial para a vida e o metabolismo das plantas. Atenção! Alguns resultados de pesquisas demonstraram que os efeitos negativos no teor dos princípios ativos são devido mais ao excesso de água do que à falta. Pesquisas demonstram que algumas espécies, quando submetidas ao estresse hídrico, tendem a produzir mais metabólitos secundários como resposta adaptativa à alteração do seu ambiente. Na natureza, observa-se que, em períodos mais secos, algumas espécies produzem maior quantidade de frutos para poder garantir a perpetuação da espécie, mesmo em condições adversas. ETAPA2 Umidade EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E EDÁFICAS DAS PLANTASMEDICINAIS
  • 14. O tipo de solo pode influenciar na produção da biomassa e das substâncias medicinais. Geralmente, a origem da planta medicinal pode servir como indício de a que solo ela está mais adaptada. Informações dessa natureza são importantes para definir o local de cultivo mais propício para determinadas espécies de plantas. ETAPA2 Solo EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E EDÁFICAS DAS PLANTASMEDICINAIS
  • 15. Atenção! Fatores relativos às condições de solo e clima não podem ser controlados. Entretanto, práticas agrícolas adequadas, especialmente no que diz respeito à seleção das espécies a serem cultivadas, sua época de plantio, bem como a correção e a adubação do solo, constituem estratégias que devem ser utilizadas em favor do cultivo de plantas medicinais. Além da forma de plantio e dos tratos culturais, os aspectos fitossanitários e ambientais devem ser considerados, pois contribuem para o controle de qualidade do processo produtivo da matéria-prima oriunda de plantas medicinais, previsto em regulações específicas. ETAPA2 EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E EDÁFICAS DAS PLANTASMEDICINAIS
  • 16. O produtor de plantas medicinais diferencia-se de outros por necessitar conhecer a utilização da planta, como estão as pesquisas sobre ela e, principalmente, saber a sua identificação. Imagem 01 Cultivo de plantas medicinais [1] ETAPA2 IDENTIDADE BOTÂNICA DAS PLANTAS
  • 17. Além das informações sobre as pesquisas na área da saúde, é importante que se tenha certeza da identificação da planta que se pretende cultivar. Não são raras as confusões que acontecem, como, por exemplo, as que ocorrem quando se mencionam os nomes populares. ETAPA2 IDENTIDADE BOTÂNICA DAS PLANTAS
  • 18. Aplicação inadequada Intoxicação Plantio de espécie não adequada ao local Perda de credibilidade, principalmente para o produtor ETAPA2 Consequências relativas à identificação incorreta de plantas
  • 19. Atenção! É necessário tratar as plantas medicinais pelo nome científico. Os nomes populares estão sujeitos a regionalismos, originando uma confusão com plantas tóxicas ou com plantas com princípios ativos diferentes. ETAPA2 Consequências relativas à identificação incorreta de plantas
  • 20. O cultivo das plantas medicinais, dentro de sua especificidade, requer um trabalho integrado de diversos profissionais, conforme sua área de atuação. Confira uma situação de trabalho integrado: Os botânicos identificam as plantas e descrevem o ambiente onde determinada espécie ocorre; os agrônomos desenvolvem a domesticação, técnicas de cultivo e beneficiamento; os farmacêuticos realizam as formulações. O controle de qualidade deve estar presente, em todas as etapas de produção, para todos os profissionais envolvidos. ETAPA2 ATUAÇÃO MULTIPROFISSIONAL
  • 21. As BPA têm por objetivo realizar uma agricultura sustentável do ponto de vista técnico, ambiental, social e econômico. O cultivo de plantas medicinais pode constituir-se como alternativa de renda para unidades de agricultura familiar, visto o seu baixo custo de produção e os rendimentos por área serem relativamente elevados. ETAPA2 BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS (BPA) PARA PLANTAS MEDICINAIS
  • 22. Observe algumas recomendações que, de modo geral, visam à obtenção de um produto de boa qualidade com o menor impacto ambiental possível: Sementes e material de propagação: devem indicar, quando for o caso, a variedade da planta, cultivo, quimiotipo e origem. O material usado deve ser 100% rastreável. Cultivo: os produtores devem seguir as recomendações técnicas previstas para cada espécie. ETAPA2 Princípios e diretrizes para BPA na produção de plantas medicinais
  • 23. A consorciação – plantio conjunto de duas ou mais espécies – reduz o risco de surgimento de pragas e doenças e aumenta a produção para espécies compatíveis. Confira algumas dicas de consorciação: Alfavaca: não deve ser plantada perto da arruda. Cravo-de-defunto: protege as lavouras dos nematoides. Hortelã: seu cheiro repele lepidópteros. Manjerona: melhora o aroma das plantas. Mil-folhas: planta-se como bordadura perto de ervas aromáticas; aumenta a produção de óleos essenciais. Arnica: inibe a germinação das sementes de algumas plantas daninhas. Manjericão e arruda: não crescem juntas ou próximas uma da outra. ETAPA2 MANEJO E PROTEÇÃO DA CULTURA
  • 24. Todo produtor de plantas medicinais deve ter o hábito de acompanhar o desenvolvimento de suas culturas. Ao detectar, logo no início, o surgimento de pragas e doenças, torna-se mais fácil seu controle e erradicação. Atenção! A aplicação de agrotóxicos em lavouras de plantas medicinais não é recomendada, pois estes produtos podem alterar a composição química da planta e deixar resíduos. Há uma crescente rejeição, pelos compradores, à aquisição de plantas medicinais originárias de lavouras onde foi feito uso de agrotóxicos. ETAPA2 MANEJO E PROTEÇÃO DA CULTURA
  • 25. O valor comercial das plantas medicinais é determinado por sua qualidade, a qual depende, entre outros critérios, de: Colheita no estágio de maior teor de princípios ativos Correto manuseio durante e após a colheita Beneficiamento adequado Armazenagem apropriada ETAPA2 COLHEITA
  • 26. O teor dos princípios ativos nas plantas depende das características da própria espécie/variedade e das condições de cultivo. O primeiro aspecto a ser observado na produção de plantas medicinais de qualidade, além da condução das plantas, é, sem dúvida, a colheita no momento certo. A colheita deve ser realizada quando as plantas estiverem com a melhor qualidade possível. O ponto de colheita varia segundo o órgão da planta, o estágio de desenvolvimento, a época do ano e a hora do dia. ETAPA2 COLHEITA
  • 27. O momento ideal de colheita depende da análise de três elementos inter-relacionados: O ponto de maior produção de biomassa O ponto de maior produção de princípios ativos A variação na composição dos princípios ativos ao longo das diferentes fases de desenvolvimento da planta ETAPA2 COLHEITA
  • 28. A passagem da fase de desenvolvimento vegetativo para a fase reprodutiva (florescimento) representa um ponto de inversão quando a planta deixa de acumular biomassa e passa a canalizar sua energia para a produção de sementes. Atenção! Deve-se salientar que a colheita das plantas, em determinado ponto, tem o intuito de obter o máximo teor de princípio ativo. No entanto, na maioria das vezes, nada impede que as plantas sejam colhidas antes ou depois do ponto de colheita para uso imediato. O maior problema da época de colheita fora de seu período ideal é a redução do valor terapêutico e/ou predominância de princípios tóxicos. ETAPA2 COLHEITA
  • 29. O beneficiamento primário refere-se às operações executadas ainda na propriedade. Distingue-se do beneficiamento industrial subsequente. As etapas do beneficiamento primário são: • Pré-limpeza • Secagem • Operações de pós-secagem • Quando for o caso, extração de óleos essenciais ETAPA2 BENEFICIAMENTO PRIMÁRIO
  • 30. Em todas as fases de manipulação das plantas deve-se estar com as mãos limpas. Após lavagem com sabão neutro, utilizar álcool 70% + 2% de glicerina, para evitar contaminação microbiológica, ou usar luvas. Imagem 02 Beneficiamento primário da carqueja [2] ETAPA2 BENEFICIAMENTO PRIMÁRIO
  • 31. A secagem deve ser realizada corretamente para preservar as características de cor, aroma e sabor do material colhido e deve ser iniciada o mais rápido possível. O conteúdo de umidade das partes das plantas colhidas geralmente é alto, em torno de 60% a 80%. Para evitar a fermentação ou degradação dos princípios ativos, é necessário reduzir o conteúdo de água. ETAPA2 BENEFICIAMENTO PRIMÁRIO SECAGEM
  • 32. A secagem deve ser realizada até que a planta atinja 8% a 12% de água, conforme a espécie e a parte da planta.Com essa umidade, a maior parte das espécies pode ser armazenada por um bom período sem que ocorra deterioração. Uma série de alterações ocorre nas plantas durante a secagem. Devido à remoção de água, há uma perda de peso, cuja quantidade depende das partes das plantas submetidas ao processo. ETAPA2 BENEFICIAMENTO PRIMÁRIO SECAGEM
  • 33. Atente para os cuidados que antecedem a secagem: Não se recomenda lavar as plantas antes da secagem. Deve-se separar as plantas de espécies diferentes. As plantas colhidas e transportadas ao local de secagem não devem receber raios solares. Antes de submeter as plantas à secagem deve-se fazer a eliminação de elementos estranhos (terra, pedras, outras plantas, etc.). ETAPA2 BENEFICIAMENTO PRIMÁRIO SECAGEM
  • 34. Atente para os cuidados que antecedem a secagem: As plantas colhidas inteiras devem ter cada parte seca em separado e conservada em recipientes individuais. As folhas secas devem ser conservadas com seus talos, pois isto preserva sua qualidade. ETAPA2 BENEFICIAMENTO PRIMÁRIO SECAGEM
  • 35. Na prática, os métodos de secagem se dividem em natural (secagem a temperatura ambiente) ou artificial. O método artificial pode ser dividido em secagem com fluxo de ar frio ou aquecido. Todos os métodos podem ser usados, desde que haja um mecanismo de controle de temperatura que permita manter as plantas na temperatura ideal recomendada para cada espécie. ETAPA2 BENEFICIAMENTO PRIMÁRIO MÉTODOS DE SECAGEM
  • 36. Deve ser feita à sombra, por exemplo, em galpões bem arejados e telados. Esse método é comumente utilizado na secagem de plantas obtidas por extrativismo. Atenção! A secagem natural não é recomendada para cultivos comerciais e em regiões com alta umidade relativa do ar. É recomendada, sim, para a pré-secagem de ramos e raízes. ETAPA2 Beneficiamento primário: secagem à temperatura ambiente
  • 37. A secagem à temperatura ambiente pode levar de alguns dias até várias semanas, dependendo da espécie e das condições climáticas. O tempo de secagem pode ser reduzido a horas em secadores. É uma prática recomendável, pois, se for bem executada, mantém as características desejáveis do produto. A secagem em secadores pode ser feita com ou sem aquecimento do ar. O tempo de secagem é variável, dependendo da espécie, do conteúdo de água da planta e da umidade relativa do ar. ETAPA2 Beneficiamento primário: secagem em secadores
  • 38. A secagem com aquecimento de ar proporciona um produto de muito melhor qualidade. Por essa razão, é considerada o melhor método para secagem de plantas medicinais. Requer um sistema fechado com controle de temperatura, por meio de fluxo de ar quente. O aquecimento do ar é feito por fontes de calor alimentadas com lenha, combustíveis (geralmente gás), eletricidade ou energia solar. Imagem 03 Modelo de secador [3] ETAPA2 Beneficiamento primário: secagem em secadores
  • 39. As operações necessárias para esta fase são chamadas operações de manipulação. Todo o material deve ser separado ou peneirado para eliminar impurezas, como terra, restos de insetos e corpos estranhos. Confira as operações de manipulação mais frequentes: Separação e limpeza Classificação Rasura Corte Moagem ETAPA2 OPERAÇÕES DE MANIPULAÇÃO PÓS-SECAGEM
  • 40. Todas as superfícies que entram em contato com as plantas devem ser de fácil limpeza e desinfecção (plástico, aço inoxidável, fórmica, cimento, etc.). Deve-se evitar o uso de equipamentos de madeira devido à dificuldade de higienização. Todas as máquinas e equipamentos devem ser montados de forma a facilitar o uso seguro e a limpeza. ETAPA2 OPERAÇÕES DE MANIPULAÇÃO EQUIPAMENTO
  • 41. Os funcionários devem ser devidamente treinados para as funções que desempenharão. Esse treinamento deve incluir desde aspectos botânicos até aspectos relacionados com a higiene na manipulação do material vegetal/produto e paramentação (uso de avental, toucas, luvas). A atividade de produção de plantas requer uma grande quantidade de mão de obra, porém já estão sendo desenvolvidas ou adaptadas máquinas e equipamentos para a mecanização possível. ETAPA2 OPERAÇÕES DE MANIPULAÇÃO MÃO DE OBRA
  • 42. As embalagens mais utilizadas são: fardos, sacos de papel ou plástico, sacos de papel + plástico e caixas de papelão. Depende do tipo da droga (planta seca), quantidade, modo de transporte, distância e exigências específicas do comprador. ETAPA2 Imagem 04 Embalagem usada para comercialização de plantas medicinais em pequenas quantidades [4] EMBALAGEM
  • 43. Confira o mínimo de informações que devem constar nas embalagens: Nome comum Nome científico Número do lote e código da partida Data da colheita Prazo de validade Nome do produtor Data da embalagem Número da respectiva ficha que contém as informações agronômicas ETAPA2 EMBALAGEM
  • 44. O produto embalado deve ser armazenado no menor tempo possível, pois, em geral, ocorre uma diminuição e alteração dos princípios ativos. O local de armazenagem deve ser seco, escuro e arejado, onde as flutuações diárias de temperatura são limitadas. O armazém deve ter piso de concreto ou similar, de fácil limpeza e estar livre de insetos, roedores ou poeira. ETAPA2 ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE
  • 45. O produto seco e embalado deve ser armazenado da seguinte forma: Sobre estrados A uma distância suficiente da parede para evitar absorção de umidade Completamente separado de outros lotes de plantas, para evitar contaminação secundária Produtos orgânicos devem ser armazenados separadamente Deve-se desenvolver um sistema de identificação e localização dos lotes de plantas, como, por exemplo, etiquetas afixadas nas colunas das prateleiras. ETAPA2 ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE
  • 46. O transporte deve ser feito preferencialmente em veículos com carroceria fechada, mas bem arejada. Caso isso não seja possível, é importante garantir que, durante o transporte, o produto esteja abrigado da luz e de poeira e em ambiente seco. O transporte de óleo essencial deve estar em conformidade com os padrões apropriados para transporte de produtos químicos. Deve-se consultar e atender à legislação específica. Todo produto transportado para comercialização deve estar acompanhado da documentação pertinente, como nota fiscal ou do produtor, e, se for o caso, licença ambiental e laudo fitossanitário. ETAPA2 ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE
  • 47. O produtor deve garantir que o produto fornecido esteja de acordo com as especificações acerca da qualidade previamente acordadas com o comprador e registradas no contrato. A origem de todos os materiais e passos do beneficiamento, bem como o local de cultivo devem ser documentados. ETAPA2 GARANTIA DE QUALIDADE E DOCUMENTAÇÃO
  • 48. [1] Foto de Silvana Nagai (2011). [2] Fonte: http://jie.itaipu.gov.br/node/33936. [3] Fonte: Imagem cedida pelo Programa CultivandoÁgua Boa, da Itaipu Binacional e parceiros, em Foz do Iguaçu. [4] Fonte: Imagem cedida pelo Programa CultivandoÁgua Boa, da Itaipu Binacional e parceiros, em Foz do Iguaçu. ETAPA2 REFERÊNCIAS DAS IMAGENS
  • 49. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Boas PráticasAgrícolas (BPA) de plantas medicinais, aromáticas e condimentares. Brasília: MAPA/SDC, 2006. (Plantas Medicinais & Orientações Gerais para o Cultivo, 1). CORREA JR., C.; MING, L. C. ; SCHEFFER, M. C. Cultivo de Plantas Medicinais,Condimentares e Aromáticas.Curitiba: EMATER-PR,1991. CORREA JR., C.; MING, L. C. ; SCHEFFER, M. C. Cultivo de plantas medicinais, condimentares e aromáticas. 2. ed. Jaboticabal: FUNEP, 1994. MARTINS, E. R.; CASTRO, D. M.; CASTELLANI, D. C.; DIAS, J. E. Plantas medicinais.Viçosa: UFV, 1995. ETAPA2 REFERÊNCIAS E BIBLIOGRAFIACONSULTADA
  • 50. ETAPA2 CRÉDITOS DO CURSO Estes slides integram os recursos didáticos elaborados para o Curso de Qualificação em Plantas Medicinais e Fitoterápicos na Atenção Básica, concebido, desenvolvido e ofertado pela parceria entre o Ministério da Saúde, a FundaçãoOswaldo Cruz e a Universidade Federal do Pará. O curso completo pode ser acessado em: www.avasus.ufrn.br
  • 51. ETAPA2 CRÉDITOS DO CURSO Concepção e Desenvolvimento Departamento de Atenção Básica - Ministério da Saúde Vice-Presidência de Ambiente,Atenção e Promoção da Saúde - FundaçãoOswaldo Cruz Assessoria de Educação a Distância - Universidade Federal do Pará
  • 52. ETAPA2 CRÉDITOS DO CURSO Coordenação Geral Daniel Mieli Amado – DAB | MS Joseane Carvalho Costa – VPAAPS | Fiocruz José Miguel Martins Veloso – AEDi | UFPA Coordenação Administrativa Lairton Bueno Martins Paulo Roberto Sousa Rocha Coordenação de Conteúdo Silvana Cappelleti Nagai Coordenação Pedagógica Andrea Cristina Lovato Ribeiro Nilva Lúcia Rech Stedile Coordenação Pedagógica em EaD Maria Ataide Malcher Marianne Kogut Eliasquevici Sônia Nazaré Fernandes Resque Concepção e Avaliação de Recursos Multimídia em EaD Fernanda Chocron Miranda Suzana Cunha Lopes Concepção e Comunicação Visual Rose Pepe Roberto Eliasquevici
  • 53. ETAPA2 CRÉDITOS DESTE RECURSO DIDÁTICO Consultoria e Produção de Conteúdo Daniel Miele Amado Lairton Bueno Martins Ludmila L. de Melo Neves Paulo Roberto Sousa Rocha Silvana Cappelleti Nagai Revisão de Conteúdo Andrea Cristina Lovato Ribeiro Daniel Miele Amado Joseane Carvalho Costa Lairton Bueno Martins Paulo Roberto Sousa Rocha Silvana Cappelleti Nagai Consultoria e Revisão em EaD Maria Ataide Malcher Marianne Kogut Eliasquevici Sônia Nazaré Fernandes Resque Suzana Cunha Lopes Direção de Arte Acquerello Design Ilustração e Grafismos Andreza Jackson de Vasconcelos Weverton Raiol Gomes de Souza Diagramação e Editoração Eletrônica Andreza Jackson de Vasconcelos Rose Pepe Weverton Raiol Gomes de Souza William Teixeira Gonçalves
  • 54. ETAPA2 CRÉDITOS DO CURSO MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria deAtenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Edifício Premium, SAF Sul, Quadra 2 Lotes 5/6, Bloco II, Subsolo CEP: 70070-600 – Brasília/DF Fone: (61) 3315-9034/3315-9030 Site: http://dab.saude.gov.br E-mail: pics@saude.gov.br Este conteúdo está disponível em: www.bvsms.saude.gov.br FUNDAÇÃOOSWALDO CRUZ Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde Av. Brasil 4365, Castelo Mourisco, sala 18, Manguinhos CEP: 21040-900 – Rio de Janeiro/RJ Fone: (21) 3885-1838 Site: http://portal.fiocruz.br/pt- br/vpaaps E-mail: vpaaps@fiocruz.br Este conteúdo está disponível em: www.retisfito.org.br UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ Assessoria de Educação a Distância Av.Augusto Corrêa, 01, Guamá CEP: 66075-110 – Belém/PA Fone: (91) 3201-8699/3201-8700 Site: www.aedi.ufpa.br E-mail: labmultimidia.aedi@gmail.com Este conteúdo está disponível em: www.multimidia.ufpa.br DISTRIBUIÇÃO DIGITAL
  • 55. ETAPA2 CRÉDITOS DO CURSO MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação Geral de ÁreasTécnicas Secretaria de Gestão deTrabalho e da Educação na Saúde Departamento de Gestão da Educação na Saúde
  • 56. ETAPA2 CRÉDITOS DO CURSO FUNDAÇÃOOSWALDO CRUZ Presidência Paulo Ernani GadelhaVieira Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde Valcler Rangel Fernandes Assessoria de Promoção da Saúde Annibal Coelho de Amorim Coordenação Geral Joseane Carvalho Costa
  • 57. ETAPA2 CRÉDITOS DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ Reitoria Emmanuel ZaguryTourinho Vice-Reitoria Gilmar Pereira da Silva Pró-Reitoria de Extensão Nelson José de Souza Júnior Assessoria de Educação a Distância José Miguel MartinsVeloso Coordenação Administrativa Ivanete Guedes Pampolha Coordenação Pedagógica Marianne Kogut Eliasquevici Coordenação de Meios e Ambientes de Aprendizagem Dionne Cavalcante Monteiro Laboratório de Pesquisa e Experimentação em Multimídia Maria Ataide Malcher Editora Presidência José Miguel MartinsVeloso Diretoria Cristina Lúcia DiasVaz Conselho Editorial Ana LygiaAlmeidaCunha Dionne Cavalcante Monteiro Maria Ataide Malcher
  • 58. ETAPA2 Esta obra é disponibilizada nos termos da Licença Creative Commons – Atribuição – Não Comercial – Compartilhamento pela mesma licença 4.0 Internacional. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra em qualquer suporte ou formato, desde que citada a fonte. A coleção institucional do Ministério da Saúde pode ser acessada, na íntegra, na Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde [www.bvsms.saude.gov.br]. Todo o material do curso também está disponível na RetisFito [www.retisfito.org.br] e no repositório institucional UFPA Multimídia [www.multimidia.ufpa.br].