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ETAPA 1
INTRODUÇÃO AO
ESTUDO DE PLANTAS
MEDICINAIS
Nesta apresentação serão abordados aspectos introdutórios
importantes para a compreensão do estudo de plantas medicinais e
fitoterápicos, estudo este que será complementado em outras etapas.
Você conhecerá um breve percurso do uso de plantas medicinais na
história do ocidente; as estratégias da Organização Mundial da Saúde
(OMS) para implementação da medicina tradicional e medicina
complementar/alternativa (MT/MCA) para os Estados-membros; a
implantação das políticas públicas no Brasil sobre Práticas Integrativas
e Plantas Medicinais e Fitoterápicos; bem como os principais conceitos
e termos técnicos utilizados para a introdução ao estudo de
fitoterápicos e plantas medicinais.
ETAPA 1
APRESENTAÇÃO
Observe a linha do tempo a seguir que retrata uma breve história
da terapêutica ocidental e o retorno ao uso de plantas medicinais.
ETAPA 1
PARA COMEÇAR: “EU TENHO
UMA DOR DE OUVIDO..."
Conforme a linha do tempo, percebe-se um retorno ao uso de
plantas medicinais no tratamento de enfermidades, na história do
ocidente.
De acordo com a OMS (2011), de 70% a 90% da população nos
países em desenvolvimento depende das plantas medicinais no que
se refere à Atenção Primária à Saúde.
ETAPA 1
PARA COMEÇAR: “EU TENHO
UMA DOR DE OUVIDO..."
Há um reconhecimento dos saberes populares e tradicionais
relacionados ao cuidado com a saúde pela incorporação das práticas
integrativas e complementares orientada pelos princípios e diretrizes
do Sistema Único de Saúde no Brasil.
ETAPA 1
PARA COMEÇAR: “EU TENHO
UMA DOR DE OUVIDO..."
Imagem 01 Hipócrates [1]
ETAPA 1
SISTEMAS TERAPÊUTICOS
PRESSUPOSTOS HIPOCRÁTICOS
Os sistemas terapêuticos e medicamentos
correspondentes – segundo Hipócrates
Sistema Terapia Medicamento Matéria-prima
Homeopatia Homeoterapia Homeoterápico Vegetal, animal e mineral
Alopatia Inorgânica Quimioterapia Quimioterápico Inorgânica natural e sintética
Alopatia
Quimioterapia
Orgânica
Quimioterapia Quimioterápico Orgânica sintética e natural
Alopatia Opoterapia Opoterápicos Opoterápico
Animal e derivados deles
obtidos
Alopatia Fitoterapia Fitoterapia Fitoterápico
Vegetal, drogas e
preparados deles obtidos
ETAPA 1
O que é a FITOTERAPIA?
Fitoterapia é um ramo da terapêutica alopata que utiliza plantas medicinais,
drogas vegetais e preparados delas obtidos, para o tratamento de enfermidades.
ETAPA 1
AS PLANTAS MEDICINAIS
E A FITOTERAPIA
Observações importantes sobre a Fitoterapia:
A adoção da Fitoterapia não implica, necessariamente, no
abandono de outras práticas de cuidado. Nesse sentido, as plantas
medicinais, os produtos biológicos e os produtos sintéticos podem ser
utilizados de forma complementar.
No estágio atual da farmacoterapia, não cabe substituir, pelas
plantas medicinais, os medicamentos eficientes de que se dispõe para
o tratamento de muitas doenças.
ETAPA 1
AS PLANTAS MEDICINAIS
E A FITOTERAPIA
É na China e no Egito que surgem as mais antigas obras sobre
medicina e plantas medicinais.
No livro de PenT’Sao-Ching (2700 a.C.), nos Papiros (1500 a.C.),
bem como na Bíblia escrita pelos hebreus, encontram-se milhares de
citações sobre o emprego de plantas medicinais e preparações à base
de produtos do reino vegetal.
ETAPA 1
HISTÓRIA DA FITOTERAPIA
E USO DE PLANTAS MEDICINAIS
Hipócrates (460-361 a.C.) catalogou e empregou centenas de
drogas de origem vegetal.Teofrasto (225 a.C.) e Dioscórides (20 d.C.),
que por mais de 1.500 anos influenciaram a Farmácia, foram autores
de vários e valiosos volumes sobre vegetais usados na cura de
enfermidades.
ETAPA 1
HISTÓRIA DA FITOTERAPIA
E USO DE PLANTAS MEDICINAIS
No Brasil, nos séculos da colonização, a utilização de plantas
medicinais para o tratamento dos agravos da saúde era de domínio
dos indígenas, reais detentores desse conhecimento tradicional.
Os medicamentos de origem sintética eram importados,
principalmente da Europa.
Muito tempo foi necessário para que as plantas medicinais usadas
no Brasil fossem conhecidas no mundo.
ETAPA 1
HISTÓRIA DA FITOTERAPIA
E USO DE PLANTAS MEDICINAIS
Em 1979, em atendimento às orientações da Declaração da
Conferência de Alma-Ata, Rússia, a Organização Mundial da Saúde
(OMS) criou o Programa de MedicinaTradicional, segundo o qual o uso
integrado da medicina tradicional e de plantas medicinais passaria a
ser objeto de implantação de políticas públicas, visando à introdução
dessas práticas na atenção primária à saúde.
Para a OMS, a introdução da Fitoterapia no sistema de saúde
amplia e melhora a assistência, tendo em vista o amplo uso de plantas
medicinais pela população mundial.
ETAPA 1
Perspectivas da OMS para o emprego
de plantas medicinais e fitoterápicos
Dois documentos publicados pela OMS expressam o seu compromisso em
incentivar os Estados-membros na formulação e implementação de políticas
públicas e no desenvolvimento de estudos científicos para o uso racional e
integrado da medicina tradicional, complementar e alternativa (MT/MCA)
nos sistemas nacionais de atenção à saúde, incluindo a Fitoterapia:
Estrategia de laOMS sobre medicina tradicional 2002-2005 (OMS, 2012).
Estrategia de laOMS sobre medicina tradicional 2014-2023 (OMS,2014).
ETAPA 1
Perspectivas da OMS para o emprego
de plantas medicinais e fitoterápicos
A OMS esclarece os seguintes termos utilizados em seus documentos:
MEDICINATRADICIONAL (MT): a MT tem uma longa história. É a
soma de todos os conhecimentos, habilidades e práticas baseadas em
teorias, crenças e experiências indígenas de diferentes culturas,
podendo esta ser aplicada ou não, usada para manutenção da saúde,
bem como na prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças físicas
e mentais.
Fonte: OMS, 2014, p. 15.
ETAPA 1
Perspectivas da OMS para o emprego
de plantas medicinais e fitoterápicos
MEDICINACOMPLEMENTAR ou ALTERNATIVA (MCA): o termo
refere-se a um amplo conhecimento de práticas de cuidados com a
saúde que não fazem parte dos sistemas médicos convencionais dos
países e não são totalmente incorporadas ao sistema de saúde
dominante. Essas práticas são utilizadas invariavelmente, em alguns
países, como medicina tradicional.
MEDICINATRADICIONAL E COMPLEMENTAR (MT/MCA): surge
dos termos MedicinaTradicional e Medicina Complementar, de acordo
com as práticas, produtos e praticantes.
ETAPA 1
Fonte: OMS, 2014, p. 15.
Perspectivas da OMS para o emprego
de plantas medicinais e fitoterápicos
Critérios básicos estabelecidos:
Político: sempre que possível, integrar a MT/MCA aos sistemas
nacionais de saúde, através do desenvolvimento e implementação de
políticas e programas sobre medicina tradicional nacionais.
Segurança, eficácia e qualidade: promover a segurança, eficácia
e qualidade da MT/MCA por meio da expansão da base
de conhecimentos e conselhos de regulamentação e garantia de
qualidade.
Uso racional: promover o uso racional da MT/MCA entre os
profissionais e usuários.
ETAPA 1
Estratégias para a implementação da
MT/MCA nos países membros da OMS
Critérios básicos estabelecidos:
Acesso: promover a cobertura de saúde universal por meio da
integração da MT/MCA à prestação de serviços aos autocuidados de
saúde, aproveitando o seu potencial para ajudar a melhorar os serviços
e os resultados de saúde, assim como assegurar que os usuários
possam tomar decisões e escolhas informadas em relação ao cuidado
de sua própria saúde.
ETAPA 1
Estratégias para a implementação da
MT/MCA nos países membros da OMS
Dois pontos fundamentais se destacam dentro das estratégias de
implantação da MT/MCA em âmbito mundial que são de suma
importância para o nosso estudo:
A integração da MT/MCA aos sistemas de saúde em âmbito
nacional com o desenvolvimento e implantação de políticas e
programas nacionais de MT/MCA.
A organização de programas de formação básica em MT/MCA
permitindo aquisição de conhecimentos e titulação para o exercício
da prática dessas terapêuticas, incluindo a Fitoterapia.
ETAPA 1
Estratégias para a implementação da
MT/MCA nos países membros da OMS
No Brasil, foram criadas resoluções e realizadas Conferências Nacionais
de Saúde, a partir da recomendação da Declaração de Alma-Ata,
Rússia/OMS 1978, na qual se recomendava a introdução de práticas
tradicionais e Fitoterapia no sistema de saúde. Dentre elas, citamos:
8ª Conferência Nacional de Saúde - 1986 - impulsionada pela
Reforma Sanitária, deliberou em seu relatório final pela introdução de
práticas alternativas de assistência à saúde no âmbito dos serviços de
saúde.
ETAPA 1
Política Nacional de Práticas
Integrativas e Complementares
Comissão Interministerial de Planejamento (CIPLAN) - 1988 -
resoluções nº 4, 5, 6, 7 e 8/ 1988, que fixaram normas e diretrizes para
o atendimento em homeopatia, acupuntura, termalismo, técnicas
alternativas de saúde mental e Fitoterapia no sistema de saúde.
10ª Conferência Nacional de Saúde - 1996 - aprovou, em seu
relatório final, a incorporação ao Sistema Único de Saúde de práticas
como a Fitoterapia, acupuntura e homeopatia, contemplando as
terapias complementares e práticas populares.
ETAPA 1
Política Nacional de Práticas
Integrativas e Complementares
Em junho de 2003, foi organizado um grupo de trabalho formado
por representantes de vários segmentos ligados às práticas
complementares, entre as quais a Fitoterapia, para organização do
documento da Política Nacional de Práticas Integrativas e
Complementares.
O documento foi elaborado por CâmarasTécnicas dos Conselhos
Nacionais de Secretários Estaduais e Municipais de Saúde e pactuado
na Comissão IntergestoresTripartite, no dia 17 de fevereiro de 2005.
ETAPA 1
Política Nacional de Práticas
Integrativas e Complementares
Em fevereiro de 2006, o documento final da política foi aprovado
por unanimidade pelo Conselho Nacional de Saúde e consolidou-se a
Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS
(PNPIC), publicada na forma das Portarias Ministeriais nº. 971, de 03
de maio de 2006, e nº. 1.600, de 17 de julho de 2006.
ETAPA 1
Política Nacional de Práticas
Integrativas e Complementares
A PNPIC, aprovada em 2006, veio atender à
demanda da OMS e da população brasileira, assim
como à necessidade de normatização e
harmonização dessas práticas na rede pública de
saúde.
Essa política traz diretrizes e ações para a
inserção de serviços e produtos relacionados à
MedicinaTradicionalChinesa/Acupuntura,
Homeopatia e Plantas Medicinais e Fitoterapia,
assim como para observatório de saúde do
Termalismo Social e da MedicinaAntroposófica
(BRASIL, 2012, p.37).
ETAPA 1
Imagem 02 Capa
Política Nacional de Práticas
Integrativas e Complementares
Em 17 de fevereiro de 2005, foi constituído, por Decreto
Presidencial, o Grupo deTrabalho Interministerial, para elaboração
da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF).
A implantação de políticas, programas e projetos em plantas
medicinais demandaram ações intersetoriais, por parte do governo
brasileiro, com representantes de nove Ministérios, dentre eles Saúde;
DesenvolvimentoAgrário; Ciência eTecnologia; MeioAmbiente;
Agricultura, Pecuária e Abastecimento; além de representantes da
Agência Nacional deVigilância Sanitária e da Fundação Oswaldo Cruz.
ETAPA 1
Política Nacional de Plantas
Medicinais e Fitoterápicos
A PNPMF foi aprovada pelo Decreto Presidencial
nº 5.813, de 22 de junho de 2006, com diretrizes e
ações para a cadeia produtiva de plantas medicinais
e fitoterápicos.
A política traz como objetivo garantir à
população brasileira o acesso seguro e uso racional
de plantas medicinais e fitoterápicos, promovendo
o uso sustentável da biodiversidade, o
desenvolvimento da cadeia produtiva e da indústria
nacional (BRASIL, 2006).
ETAPA 1
Política Nacional de Plantas
Medicinais e Fitoterápicos no Brasil
Imagem 03 Capa
A PNPMF contempla diretrizes e decisões de caráter geral, as
quais orientam legislação, programas, atividades e projetos para o
desenvolvimento econômico e social do país.
Em conformidade com essas diretrizes, o Programa Nacional de
Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF) traz ações, gestores,
órgãos envolvidos, prazos e origem dos recursos, com a abrangência
de toda a cadeia produtiva.
ETAPA 1
Política Nacional de Plantas
Medicinais e Fitoterápicos
O Programa foi aprovado pela Portaria
Interministerial nº 2960, de 09 de dezembro de
2008.
Foi instituído também o Comitê Nacional de
Plantas Medicinais e Fitoterápicos, formado por
representantes de órgãos governamentais e não
governamentais (BRASIL, 2008).
ETAPA 1
Política Nacional de Plantas
Medicinais e Fitoterápicos
Imagem 04 Capa
“O Programa Nacional é o principal instrumento para orientação
dos gestores federais na implantação das diretrizes da política
nacional, assim como subsidia o trabalho do Comitê Nacional no
monitoramento e avaliação das ações. Cabe ressaltar que, enquanto a
Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos é documento de
Estado, o Programa Nacional é instrumento de governo para a
implantação das ações, com definição de prazos e responsabilidades,
necessitando, portanto, de revisão e atualização a cada gestão do
governo federal” (BRASIL, 2012, p. 47).
ETAPA 1
Programa Nacional de Plantas
Medicinais e Fitoterápicos no Brasil
Estados brasileiros que possuem política e/ou programa em plantas
medicinais e Fitoterapia:
ETAPA 1
Implantação de políticas
e programas no Brasil
Uso de plantas medicinais e da Fitoterapia nos sistemas públicos de
saúde:
Vantagens:
- Complexidade
dos princípios ativos
- Controle de qualidade
nas etapas de produção
- O efeito terapêutico costuma ser mais
demorado em relação aos ativos
sintéticos
Desafios:
- Anemia
- Hipertensão
- Palpitação
- Alterações menstruais
- Cólicas menstruais
- Infertilidade
ETAPA 1
POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O USO
DE PLANTAS MEDICINAIS NO SUS
Imagem 05 Spilanthes acmella (SW)
Cass. (jambu) [2]
Planta medicinal: segundo a OMS é toda e
qualquer planta que, quando aplicada sob
determinada forma e por alguma via ao homem, é
capaz de provocar um efeito farmacológico. Pode
ser aplicada diretamente na terapêutica ou
processada para obtenção de um fitoterápico
(WHO, 1978).
ETAPA 1
PLANTAS MEDICINAIS E
FITOTERÁPICOS CONCEITOS BÁSICOS
Fitoterápicos ou medicamentos fitoterápicos:
são considerados medicamentos fitoterápicos
aqueles obtidos com emprego exclusivo de
matérias primas ativas vegetais. Não se considera
medicamento fitoterápico aquele que inclui na sua
composição substâncias ativas isoladas, sintéticas
ou naturais, nem as associações dessas com
extratos vegetais (ANVISA RDC 26, 2014).
ETAPA 1
PLANTAS MEDICINAIS E
FITOTERÁPICOS CONCEITOS BÁSICOS
Imagem 06 Comprimidos de
Spilanthes acmella [3]
Fitoterápico: produto final apresenta uma Forma farmacêutica
e uma Fórmula farmacêutica.
Matéria-prima vegetal: é a planta medicinal, a droga vegetal ou
o derivado vegetal.
Droga vegetal: é a planta medicinal ou suas partes que
contenham as substâncias responsáveis pela ação terapêutica, após
processos de coleta/colheita, estabilização (quando aplicável) e
secagem, podendo estar na forma íntegra, rasurada, triturada ou
pulverizada (ANVISA RDC 26, 2014).
ETAPA 1
PLANTAS MEDICINAIS E
FITOTERÁPICOS CONCEITOS BÁSICOS
Preparado fitoterápico intermediário: é o produto vegetal
(triturado, pulverizado, rasurado, extrato, tintura, óleo fixo ou volátil,
cera, suco, etc.) obtido de plantas frescas e de drogas vegetais (através
de operações - extração, purificação, fracionamento e concentração) e
utilizado na preparação do produto fitoterápico (CARVALHO, 2004).
Fármaco: denominação empregada a uma substância química,
droga, insumo farmacêutico ou matéria prima utilizada para modificar
ou explorar sistemas fisiológicos dos estados patológicos em benefício
da pessoa à qual se administra (BRASIL, 2011).
ETAPA 1
PLANTAS MEDICINAIS E
FITOTERÁPICOS CONCEITOS BÁSICOS
Fitofármaco = Princípio ativo natural (P.A.N.): princípios ativos,
as substâncias ou grupo delas, quimicamente caracterizadas, cuja
ação farmacológica é conhecida e responsável, total ou parcialmente,
pelos efeitos terapêuticos do produto fitoterápico (CARVALHO, 2004).
ETAPA 1
PLANTAS MEDICINAIS E
FITOTERÁPICOS CONCEITOS BÁSICOS
ETAPA 1
INTERLIGAÇÕES
ENTRE CONCEITOS
O território brasileiro possui a flora mais rica do mundo, com 15%
a 20% de toda a biodiversidade do planeta, o que o coloca em
primeiro lugar entre os 17 países considerados mega diversos por
conterem 70% da biodiversidade mundial.
O país possui grande incidência de endemismo, com vasta
quantidade de espécies endêmicas, sobretudo na região amazônica
(entre 25.000 a 30.000), cerrado (cerca de 6.000 plantas) e mata
atlântica (cerca de 8.000).
ETAPA 1
POTENCIAL DO BRASIL NO
DESENVOLVIMENTO DE NOVOS
MEDICAMENTOS
Biodiversidade: de acordo com a Convenção sobre Diversidade Biológica de
1992, a biodiversidade é “a variabilidade de organismos vivos de todas as
origens, compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres, marinhos e
outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos de que fazem parte”.
Endemismo: comum à Botânica, Biologia e Zoologia, o conceito de endemismo
se refere basicamente a grupos taxonômicos que se desenvolveram numa
região restrita. O endemismo pode ser causado por quaisquer barreiras físicas,
climáticas e biológicas que delimitem com eficácia a distribuição de uma
espécie ou provoquem a sua separação do grupo original. Uma espécie é
endêmica, portanto, quando é restrita a uma determinada área geográfica.
ETAPA 1
POTENCIAL DO BRASIL NO
DESENVOLVIMENTO DE NOVOS
MEDICAMENTOS
ETAPA 1
POTENCIAL DO BRASIL NO
DESENVOLVIMENTO DE NOVOS
MEDICAMENTOS
Vários estudos farmacológicos foram realizados evidenciando o
potencial terapêutico das plantas presentes no território nacional,
embora as angiospermas sejam as mais estudadas em virtude da sua
rica composição química, marcada pela presença dos metabólitos
secundários.
ETAPA 1
POTENCIAL DO BRASIL NO
DESENVOLVIMENTO DE NOVOS
MEDICAMENTOS
Angiosperma: são plantas que produzem raiz, caule, folha, flor, semente e fruto
e representam o grupo mais variado em número de espécies entre os
componentes do reino Plantae ou Metaphyta.
Metabólito secundário: o metabolismo primário das plantas representa um
conjunto de processos que desempenha funções essenciais ao crescimento,
desenvolvimento e reprodução das plantas (fotossíntese, respiração e transporte
de solutos). Alguns dos metabólitos primários são as proteínas, lipídeos e
carboidratos. Enquanto isso, os metabólitos secundários (alcaloides, taninos,
flavonoides, óleos essenciais, entre outros) são compostos orgânicos envolvidos,
sobretudo na defesa e fecundação das plantas, estando restritos a certos grupos
de plantas e não de forma universal como os metabólitos primários.
ETAPA 1
POTENCIAL DO BRASIL NO
DESENVOLVIMENTO DE NOVOS
MEDICAMENTOS
As espécies vegetais estão
distribuídas em seis principais biomas:
floresta amazônica, caatinga, mata
atlântica, cerrado, pantanal-
matogrossense e pampa.
ETAPA 1
POTENCIAL DO BRASIL NO
DESENVOLVIMENTO DE NOVOS
MEDICAMENTOS
Nesses diversos biomas, encontram-se 242
etnias indígenas e 2.600 comunidades de
quilombolas certificadas, onde residem
afrodescendentes, além de populações resultantes
da miscigenação entre indígenas, negros e europeus
(comunidades de caboclos, caiçaras, jangadeiros,
sertanejos). Imagem 07 Indígenas Waiãpi - Estado
do Amapá [4]
ETAPA 1
POTENCIAL DO BRASIL NO
DESENVOLVIMENTO DE NOVOS
MEDICAMENTOS
As múltiplas possibilidades resultantes desse dueto bioma versus
grupo humano conferem a riqueza e a complexidade do conhecimento
sobre a flora brasileira e justificam projetos de pesquisa em
Etnobotânica e Etnofarmacologia.
ETAPA 1
POTENCIAL DO BRASIL NO
DESENVOLVIMENTO DE NOVOS
MEDICAMENTOS
[1] Fonte: http://uncyclopedia.wikia.com/wiki/Hippocrates.
[2] Foto de J. C.Tavares.
[3] Foto de J. C.Tavares.
[4] Foto de J. C.Tavares.
ETAPA 1
REFERÊNCIAS DAS IMAGENS
BRASIL. Ministério da Saúde.Agência Nacional deVigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos
Farmacopeia Brasileira. 1. ed. Brasília: Anvisa, 2011.
BRASIL. Ministério da Saúde.Agência Nacional deVigilância Sanitária. RDC n. 26 de 13 de maio de
2014. Dispõe sobre o registro de medicamentos fitoterápicos e o registro e a notificação de produtos
tradicionais fitoterápicos. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 14 mai. 2014.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.
Práticas integrativas e complementares: plantas medicinais e fitoterapia naAtenção
Básica/Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento deAtenção Básica. –
Brasília: Ministério da Saúde, 2012. (Série A. Normas e ManuaisTécnicos / Cadernos de Atenção
Básica; n. 31).
ETAPA 1
REFERÊNCIAS E
BIBLIOGRAFIACONSULTADA
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência,Tecnologia e Insumos Estratégicos.
Departamento de Assistência Farmacêutica. Política nacional de plantas medicinais e fitoterápicos /
Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência,Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de
Assistência Farmacêutica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2006. (Série B.Textos Básicos de Saúde).
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência,Tecnologia e Insumos Estratégicos.
Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Programa Nacional de Plantas
Medicinais e Fitoterápicos / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência,Tecnologia e Insumos
Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. – Brasília:
Ministério da Saúde, 2009. (Série C. Projetos, Programas e Relatórios).
BRUNING, M. C. R.; MOSEGUI, G. B. G.;VIANNA, C. M. M. A utilização da fitoterapia e de plantas
medicinais em unidades básicas de saúde nos municípios de Cascavel e Foz do Iguaçu – Paraná: a
visão dos profissionais de saúde. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro , v. 17, n. 10, p. 2675-2685,
Out. 2012.
ETAPA 1
REFERÊNCIAS E
BIBLIOGRAFIACONSULTADA
CARVALHO, J. C.T. Fitoterápicos anti-inflamatórios: aspectos químicos, farmacológicos e
aplicações terapêuticas. São Paulo:Tecmedd, 2004.
FUNDAÇÃOCULTURAL PALMARES (MINISTÉRIO DA CULTURA) . Disponível em:
<http://www.palmares.gov.br/>. Acesso em: 2 out. 2015.
INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL (ISA-Povos indígenas no Brasil). Disponível em:
<http://pib.socioambiental.org/pt/c/no-brasil-atual/quantos-sao/introducao>.Acesso em: 2 out. 2015.
MATTA,G. C.; PONTES,A. L. de M. (Orgs.). Políticas de Saúde: organização e operacionalização do
Sistema Único de Saúde. Rio de Janeiro: EPSJV / Fiocruz, 2007. Disponível em:
<http://www.epsjv.fiocruz.br/sites/default/files/l25.pdf>. Acesso em: 08 jul. 2016.
ETAPA 1
REFERÊNCIAS E
BIBLIOGRAFIACONSULTADA
ORGANIZACIÓN MUNDIAL DE LA SALUD. Estrategia de la OMS sobre medicina tradicional 2002-
2005. Genebra: OMS, 2002. Disponível em:
<http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/67314/1/WHO_EDM_TRM_2002.1_spa.pdf>. Acesso em: 08
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ORGANIZACIÓN MUNDIAL DE LA SALUD. Estrategia de la OMS sobre medicina tradicional 2014-
2023. Genebra: OMS, 2014. Disponível em:
<http://apps.who.int/medicinedocs/documents/s21201es/s21201es.pdf>.Acesso em: 08 jul. 2016.
WORLD HEALTHORGANIZATION. Meetings on selection and characterization of medicinal plants
(vegetable drugs). Document, nº DPM/79.1, 1978.
WORLD HEALTHORGANIZATION. The world medicines situation 2011 - traditional medicines:
global situation, issues and challenges. Geneva: WHO, 2011.
ETAPA 1
REFERÊNCIAS E
BIBLIOGRAFIACONSULTADA
ETAPA 1
Estes slides integram os recursos didáticos elaborados para o Curso de Qualificação em Plantas
Medicinais e Fitoterápicos na Atenção Básica, concebido, desenvolvido e ofertado pela parceria entre
o Ministério da Saúde, a FundaçãoOswaldo Cruz e a Universidade Federal do Pará.
O curso completo pode ser acessado em: www.avasus.ufrn.br
CRÉDITOS DO CURSO
ETAPA 1
Concepção e Desenvolvimento
Departamento de Atenção Básica - Ministério da Saúde
Vice-Presidência de Ambiente,Atenção e Promoção da Saúde - FundaçãoOswaldo Cruz
Assessoria de Educação a Distância - Universidade Federal do Pará
CRÉDITOS DO CURSO
ETAPA 1
Coordenação Geral
Daniel Mieli Amado - DAB/MS
Joseane Carvalho Costa -VPAAPS/Fiocruz
José Miguel MartinsVeloso - AEDi/UFPA
Coordenação Administrativa
Lairton Bueno Martins
Paulo Roberto Sousa Rocha
Coordenação de Conteúdo
Silvana Cappelleti Nagai
Coordenação Pedagógica
AndreaCristina Lovato Ribeiro
Nilva Lúcia Rech Stedile
Coordenação Pedagógica em EaD
Maria Ataide Malcher
Marianne Kogut Eliasquevici
Sônia Nazaré Fernandes Resque
Concepção e Avaliação de Recursos Multimídia em EaD
FernandaChocron Miranda
Suzana Cunha Lopes
Concepção e ComunicaçãoVisual
Rose Pepe
Roberto Eliasquevici
CRÉDITOS DO CURSO
ETAPA 1
Consultoria e Produção de Conteúdo
Daniel Miele Amado
José CarlosTavaresCarvalho
Lairton Bueno Martins
Paulo Roberto Sousa Rocha
Silvana Cappelleti Nagai
Revisão de Conteúdo
AndreaCristina Lovato Ribeiro
Daniel Miele Amado
Joseane Carvalho Costa
Lairton Bueno Martins
Paulo Roberto Sousa Rocha
Silvana Cappelleti Nagai
Consultoria e Revisão em EaD
Maria Ataide Malcher
Marianne Kogut Eliasquevici
Sônia Nazaré Fernandes Resque
Suzana Cunha Lopes
Direção de Arte
Acquerello Design
Ilustração e Grafismos
Andreza Jackson de Vasconcelos
Douglas Cavendish
Weverton Raiol Gomes de Souza
Diagramação e Editoração Eletrônica
Andreza Jackson de Vasconcelos
Weverton Raiol Gomes de Souza
William Teixeira Gonçalves
CRÉDITOS DESTE RECURSO DIDÁTICO
ETAPA 1
MINISTÉRIO DA SAÚDE
Secretaria deAtenção à Saúde
Departamento de Atenção Básica
Edifício Premium, SAF Sul, Quadra 2
Lotes 5/6, Bloco II, Subsolo
CEP: 70070-600 – Brasília/DF
Fone: (61) 3315-9034/3315-9030
Site: http://dab.saude.gov.br
E-mail: pics@saude.gov.br
Este conteúdo está disponível em:
www.bvsms.saude.gov.br
FUNDAÇÃOOSWALDO CRUZ
Vice-Presidência de Ambiente,
Atenção e Promoção da Saúde
Av. Brasil 4365, Castelo Mourisco,
sala 18, Manguinhos
CEP: 21040-900 – Rio de Janeiro/RJ
Fone: (21) 3885-1838
Site: http://portal.fiocruz.br/pt-
br/vpaaps
E-mail: vpaaps@fiocruz.br
Este conteúdo está disponível em:
www.retisfito.org.br
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Assessoria de Educação a Distância
Av.Augusto Corrêa, 01
CEP: 66075-110 – Belém/PA
Fone: (91) 3201-8699/3201-8700
Site: www.aedi.ufpa.br
E-mail:
labmultimidia.aedi@gmail.com
Este conteúdo está disponível em:
www.multimidia.ufpa.br
Distribuição digital
CRÉDITOS DO CURSO
ETAPA 1
MINISTÉRIO DA SAÚDE
Secretaria de Atenção à Saúde
Departamento de Atenção Básica
Coordenação Geral de Áreas Técnicas
Secretaria de Gestão deTrabalho e da Educação na Saúde
Departamento de Gestão da Educação na Saúde
CRÉDITOS DO CURSO
ETAPA 1
FUNDAÇÃOOSWALDO CRUZ
Presidência
Paulo Ernani GadelhaVieira
Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da
Saúde
Valcler Rangel Fernandes
Assessoria de Promoção da Saúde
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  • 1. ETAPA 1 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE PLANTAS MEDICINAIS
  • 2. Nesta apresentação serão abordados aspectos introdutórios importantes para a compreensão do estudo de plantas medicinais e fitoterápicos, estudo este que será complementado em outras etapas. Você conhecerá um breve percurso do uso de plantas medicinais na história do ocidente; as estratégias da Organização Mundial da Saúde (OMS) para implementação da medicina tradicional e medicina complementar/alternativa (MT/MCA) para os Estados-membros; a implantação das políticas públicas no Brasil sobre Práticas Integrativas e Plantas Medicinais e Fitoterápicos; bem como os principais conceitos e termos técnicos utilizados para a introdução ao estudo de fitoterápicos e plantas medicinais. ETAPA 1 APRESENTAÇÃO
  • 3. Observe a linha do tempo a seguir que retrata uma breve história da terapêutica ocidental e o retorno ao uso de plantas medicinais. ETAPA 1 PARA COMEÇAR: “EU TENHO UMA DOR DE OUVIDO..."
  • 4. Conforme a linha do tempo, percebe-se um retorno ao uso de plantas medicinais no tratamento de enfermidades, na história do ocidente. De acordo com a OMS (2011), de 70% a 90% da população nos países em desenvolvimento depende das plantas medicinais no que se refere à Atenção Primária à Saúde. ETAPA 1 PARA COMEÇAR: “EU TENHO UMA DOR DE OUVIDO..."
  • 5. Há um reconhecimento dos saberes populares e tradicionais relacionados ao cuidado com a saúde pela incorporação das práticas integrativas e complementares orientada pelos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde no Brasil. ETAPA 1 PARA COMEÇAR: “EU TENHO UMA DOR DE OUVIDO..."
  • 6. Imagem 01 Hipócrates [1] ETAPA 1 SISTEMAS TERAPÊUTICOS PRESSUPOSTOS HIPOCRÁTICOS
  • 7. Os sistemas terapêuticos e medicamentos correspondentes – segundo Hipócrates Sistema Terapia Medicamento Matéria-prima Homeopatia Homeoterapia Homeoterápico Vegetal, animal e mineral Alopatia Inorgânica Quimioterapia Quimioterápico Inorgânica natural e sintética Alopatia Quimioterapia Orgânica Quimioterapia Quimioterápico Orgânica sintética e natural Alopatia Opoterapia Opoterápicos Opoterápico Animal e derivados deles obtidos Alopatia Fitoterapia Fitoterapia Fitoterápico Vegetal, drogas e preparados deles obtidos ETAPA 1
  • 8. O que é a FITOTERAPIA? Fitoterapia é um ramo da terapêutica alopata que utiliza plantas medicinais, drogas vegetais e preparados delas obtidos, para o tratamento de enfermidades. ETAPA 1 AS PLANTAS MEDICINAIS E A FITOTERAPIA
  • 9. Observações importantes sobre a Fitoterapia: A adoção da Fitoterapia não implica, necessariamente, no abandono de outras práticas de cuidado. Nesse sentido, as plantas medicinais, os produtos biológicos e os produtos sintéticos podem ser utilizados de forma complementar. No estágio atual da farmacoterapia, não cabe substituir, pelas plantas medicinais, os medicamentos eficientes de que se dispõe para o tratamento de muitas doenças. ETAPA 1 AS PLANTAS MEDICINAIS E A FITOTERAPIA
  • 10. É na China e no Egito que surgem as mais antigas obras sobre medicina e plantas medicinais. No livro de PenT’Sao-Ching (2700 a.C.), nos Papiros (1500 a.C.), bem como na Bíblia escrita pelos hebreus, encontram-se milhares de citações sobre o emprego de plantas medicinais e preparações à base de produtos do reino vegetal. ETAPA 1 HISTÓRIA DA FITOTERAPIA E USO DE PLANTAS MEDICINAIS
  • 11. Hipócrates (460-361 a.C.) catalogou e empregou centenas de drogas de origem vegetal.Teofrasto (225 a.C.) e Dioscórides (20 d.C.), que por mais de 1.500 anos influenciaram a Farmácia, foram autores de vários e valiosos volumes sobre vegetais usados na cura de enfermidades. ETAPA 1 HISTÓRIA DA FITOTERAPIA E USO DE PLANTAS MEDICINAIS
  • 12. No Brasil, nos séculos da colonização, a utilização de plantas medicinais para o tratamento dos agravos da saúde era de domínio dos indígenas, reais detentores desse conhecimento tradicional. Os medicamentos de origem sintética eram importados, principalmente da Europa. Muito tempo foi necessário para que as plantas medicinais usadas no Brasil fossem conhecidas no mundo. ETAPA 1 HISTÓRIA DA FITOTERAPIA E USO DE PLANTAS MEDICINAIS
  • 13. Em 1979, em atendimento às orientações da Declaração da Conferência de Alma-Ata, Rússia, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criou o Programa de MedicinaTradicional, segundo o qual o uso integrado da medicina tradicional e de plantas medicinais passaria a ser objeto de implantação de políticas públicas, visando à introdução dessas práticas na atenção primária à saúde. Para a OMS, a introdução da Fitoterapia no sistema de saúde amplia e melhora a assistência, tendo em vista o amplo uso de plantas medicinais pela população mundial. ETAPA 1 Perspectivas da OMS para o emprego de plantas medicinais e fitoterápicos
  • 14. Dois documentos publicados pela OMS expressam o seu compromisso em incentivar os Estados-membros na formulação e implementação de políticas públicas e no desenvolvimento de estudos científicos para o uso racional e integrado da medicina tradicional, complementar e alternativa (MT/MCA) nos sistemas nacionais de atenção à saúde, incluindo a Fitoterapia: Estrategia de laOMS sobre medicina tradicional 2002-2005 (OMS, 2012). Estrategia de laOMS sobre medicina tradicional 2014-2023 (OMS,2014). ETAPA 1 Perspectivas da OMS para o emprego de plantas medicinais e fitoterápicos
  • 15. A OMS esclarece os seguintes termos utilizados em seus documentos: MEDICINATRADICIONAL (MT): a MT tem uma longa história. É a soma de todos os conhecimentos, habilidades e práticas baseadas em teorias, crenças e experiências indígenas de diferentes culturas, podendo esta ser aplicada ou não, usada para manutenção da saúde, bem como na prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças físicas e mentais. Fonte: OMS, 2014, p. 15. ETAPA 1 Perspectivas da OMS para o emprego de plantas medicinais e fitoterápicos
  • 16. MEDICINACOMPLEMENTAR ou ALTERNATIVA (MCA): o termo refere-se a um amplo conhecimento de práticas de cuidados com a saúde que não fazem parte dos sistemas médicos convencionais dos países e não são totalmente incorporadas ao sistema de saúde dominante. Essas práticas são utilizadas invariavelmente, em alguns países, como medicina tradicional. MEDICINATRADICIONAL E COMPLEMENTAR (MT/MCA): surge dos termos MedicinaTradicional e Medicina Complementar, de acordo com as práticas, produtos e praticantes. ETAPA 1 Fonte: OMS, 2014, p. 15. Perspectivas da OMS para o emprego de plantas medicinais e fitoterápicos
  • 17. Critérios básicos estabelecidos: Político: sempre que possível, integrar a MT/MCA aos sistemas nacionais de saúde, através do desenvolvimento e implementação de políticas e programas sobre medicina tradicional nacionais. Segurança, eficácia e qualidade: promover a segurança, eficácia e qualidade da MT/MCA por meio da expansão da base de conhecimentos e conselhos de regulamentação e garantia de qualidade. Uso racional: promover o uso racional da MT/MCA entre os profissionais e usuários. ETAPA 1 Estratégias para a implementação da MT/MCA nos países membros da OMS
  • 18. Critérios básicos estabelecidos: Acesso: promover a cobertura de saúde universal por meio da integração da MT/MCA à prestação de serviços aos autocuidados de saúde, aproveitando o seu potencial para ajudar a melhorar os serviços e os resultados de saúde, assim como assegurar que os usuários possam tomar decisões e escolhas informadas em relação ao cuidado de sua própria saúde. ETAPA 1 Estratégias para a implementação da MT/MCA nos países membros da OMS
  • 19. Dois pontos fundamentais se destacam dentro das estratégias de implantação da MT/MCA em âmbito mundial que são de suma importância para o nosso estudo: A integração da MT/MCA aos sistemas de saúde em âmbito nacional com o desenvolvimento e implantação de políticas e programas nacionais de MT/MCA. A organização de programas de formação básica em MT/MCA permitindo aquisição de conhecimentos e titulação para o exercício da prática dessas terapêuticas, incluindo a Fitoterapia. ETAPA 1 Estratégias para a implementação da MT/MCA nos países membros da OMS
  • 20. No Brasil, foram criadas resoluções e realizadas Conferências Nacionais de Saúde, a partir da recomendação da Declaração de Alma-Ata, Rússia/OMS 1978, na qual se recomendava a introdução de práticas tradicionais e Fitoterapia no sistema de saúde. Dentre elas, citamos: 8ª Conferência Nacional de Saúde - 1986 - impulsionada pela Reforma Sanitária, deliberou em seu relatório final pela introdução de práticas alternativas de assistência à saúde no âmbito dos serviços de saúde. ETAPA 1 Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares
  • 21. Comissão Interministerial de Planejamento (CIPLAN) - 1988 - resoluções nº 4, 5, 6, 7 e 8/ 1988, que fixaram normas e diretrizes para o atendimento em homeopatia, acupuntura, termalismo, técnicas alternativas de saúde mental e Fitoterapia no sistema de saúde. 10ª Conferência Nacional de Saúde - 1996 - aprovou, em seu relatório final, a incorporação ao Sistema Único de Saúde de práticas como a Fitoterapia, acupuntura e homeopatia, contemplando as terapias complementares e práticas populares. ETAPA 1 Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares
  • 22. Em junho de 2003, foi organizado um grupo de trabalho formado por representantes de vários segmentos ligados às práticas complementares, entre as quais a Fitoterapia, para organização do documento da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares. O documento foi elaborado por CâmarasTécnicas dos Conselhos Nacionais de Secretários Estaduais e Municipais de Saúde e pactuado na Comissão IntergestoresTripartite, no dia 17 de fevereiro de 2005. ETAPA 1 Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares
  • 23. Em fevereiro de 2006, o documento final da política foi aprovado por unanimidade pelo Conselho Nacional de Saúde e consolidou-se a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (PNPIC), publicada na forma das Portarias Ministeriais nº. 971, de 03 de maio de 2006, e nº. 1.600, de 17 de julho de 2006. ETAPA 1 Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares
  • 24. A PNPIC, aprovada em 2006, veio atender à demanda da OMS e da população brasileira, assim como à necessidade de normatização e harmonização dessas práticas na rede pública de saúde. Essa política traz diretrizes e ações para a inserção de serviços e produtos relacionados à MedicinaTradicionalChinesa/Acupuntura, Homeopatia e Plantas Medicinais e Fitoterapia, assim como para observatório de saúde do Termalismo Social e da MedicinaAntroposófica (BRASIL, 2012, p.37). ETAPA 1 Imagem 02 Capa Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares
  • 25. Em 17 de fevereiro de 2005, foi constituído, por Decreto Presidencial, o Grupo deTrabalho Interministerial, para elaboração da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF). A implantação de políticas, programas e projetos em plantas medicinais demandaram ações intersetoriais, por parte do governo brasileiro, com representantes de nove Ministérios, dentre eles Saúde; DesenvolvimentoAgrário; Ciência eTecnologia; MeioAmbiente; Agricultura, Pecuária e Abastecimento; além de representantes da Agência Nacional deVigilância Sanitária e da Fundação Oswaldo Cruz. ETAPA 1 Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos
  • 26. A PNPMF foi aprovada pelo Decreto Presidencial nº 5.813, de 22 de junho de 2006, com diretrizes e ações para a cadeia produtiva de plantas medicinais e fitoterápicos. A política traz como objetivo garantir à população brasileira o acesso seguro e uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos, promovendo o uso sustentável da biodiversidade, o desenvolvimento da cadeia produtiva e da indústria nacional (BRASIL, 2006). ETAPA 1 Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos no Brasil Imagem 03 Capa
  • 27. A PNPMF contempla diretrizes e decisões de caráter geral, as quais orientam legislação, programas, atividades e projetos para o desenvolvimento econômico e social do país. Em conformidade com essas diretrizes, o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF) traz ações, gestores, órgãos envolvidos, prazos e origem dos recursos, com a abrangência de toda a cadeia produtiva. ETAPA 1 Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos
  • 28. O Programa foi aprovado pela Portaria Interministerial nº 2960, de 09 de dezembro de 2008. Foi instituído também o Comitê Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, formado por representantes de órgãos governamentais e não governamentais (BRASIL, 2008). ETAPA 1 Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos Imagem 04 Capa
  • 29. “O Programa Nacional é o principal instrumento para orientação dos gestores federais na implantação das diretrizes da política nacional, assim como subsidia o trabalho do Comitê Nacional no monitoramento e avaliação das ações. Cabe ressaltar que, enquanto a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos é documento de Estado, o Programa Nacional é instrumento de governo para a implantação das ações, com definição de prazos e responsabilidades, necessitando, portanto, de revisão e atualização a cada gestão do governo federal” (BRASIL, 2012, p. 47). ETAPA 1 Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos no Brasil
  • 30. Estados brasileiros que possuem política e/ou programa em plantas medicinais e Fitoterapia: ETAPA 1 Implantação de políticas e programas no Brasil
  • 31. Uso de plantas medicinais e da Fitoterapia nos sistemas públicos de saúde: Vantagens: - Complexidade dos princípios ativos - Controle de qualidade nas etapas de produção - O efeito terapêutico costuma ser mais demorado em relação aos ativos sintéticos Desafios: - Anemia - Hipertensão - Palpitação - Alterações menstruais - Cólicas menstruais - Infertilidade ETAPA 1 POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O USO DE PLANTAS MEDICINAIS NO SUS
  • 32. Imagem 05 Spilanthes acmella (SW) Cass. (jambu) [2] Planta medicinal: segundo a OMS é toda e qualquer planta que, quando aplicada sob determinada forma e por alguma via ao homem, é capaz de provocar um efeito farmacológico. Pode ser aplicada diretamente na terapêutica ou processada para obtenção de um fitoterápico (WHO, 1978). ETAPA 1 PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS CONCEITOS BÁSICOS
  • 33. Fitoterápicos ou medicamentos fitoterápicos: são considerados medicamentos fitoterápicos aqueles obtidos com emprego exclusivo de matérias primas ativas vegetais. Não se considera medicamento fitoterápico aquele que inclui na sua composição substâncias ativas isoladas, sintéticas ou naturais, nem as associações dessas com extratos vegetais (ANVISA RDC 26, 2014). ETAPA 1 PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS CONCEITOS BÁSICOS Imagem 06 Comprimidos de Spilanthes acmella [3]
  • 34. Fitoterápico: produto final apresenta uma Forma farmacêutica e uma Fórmula farmacêutica. Matéria-prima vegetal: é a planta medicinal, a droga vegetal ou o derivado vegetal. Droga vegetal: é a planta medicinal ou suas partes que contenham as substâncias responsáveis pela ação terapêutica, após processos de coleta/colheita, estabilização (quando aplicável) e secagem, podendo estar na forma íntegra, rasurada, triturada ou pulverizada (ANVISA RDC 26, 2014). ETAPA 1 PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS CONCEITOS BÁSICOS
  • 35. Preparado fitoterápico intermediário: é o produto vegetal (triturado, pulverizado, rasurado, extrato, tintura, óleo fixo ou volátil, cera, suco, etc.) obtido de plantas frescas e de drogas vegetais (através de operações - extração, purificação, fracionamento e concentração) e utilizado na preparação do produto fitoterápico (CARVALHO, 2004). Fármaco: denominação empregada a uma substância química, droga, insumo farmacêutico ou matéria prima utilizada para modificar ou explorar sistemas fisiológicos dos estados patológicos em benefício da pessoa à qual se administra (BRASIL, 2011). ETAPA 1 PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS CONCEITOS BÁSICOS
  • 36. Fitofármaco = Princípio ativo natural (P.A.N.): princípios ativos, as substâncias ou grupo delas, quimicamente caracterizadas, cuja ação farmacológica é conhecida e responsável, total ou parcialmente, pelos efeitos terapêuticos do produto fitoterápico (CARVALHO, 2004). ETAPA 1 PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS CONCEITOS BÁSICOS
  • 38. O território brasileiro possui a flora mais rica do mundo, com 15% a 20% de toda a biodiversidade do planeta, o que o coloca em primeiro lugar entre os 17 países considerados mega diversos por conterem 70% da biodiversidade mundial. O país possui grande incidência de endemismo, com vasta quantidade de espécies endêmicas, sobretudo na região amazônica (entre 25.000 a 30.000), cerrado (cerca de 6.000 plantas) e mata atlântica (cerca de 8.000). ETAPA 1 POTENCIAL DO BRASIL NO DESENVOLVIMENTO DE NOVOS MEDICAMENTOS
  • 39. Biodiversidade: de acordo com a Convenção sobre Diversidade Biológica de 1992, a biodiversidade é “a variabilidade de organismos vivos de todas as origens, compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos de que fazem parte”. Endemismo: comum à Botânica, Biologia e Zoologia, o conceito de endemismo se refere basicamente a grupos taxonômicos que se desenvolveram numa região restrita. O endemismo pode ser causado por quaisquer barreiras físicas, climáticas e biológicas que delimitem com eficácia a distribuição de uma espécie ou provoquem a sua separação do grupo original. Uma espécie é endêmica, portanto, quando é restrita a uma determinada área geográfica. ETAPA 1 POTENCIAL DO BRASIL NO DESENVOLVIMENTO DE NOVOS MEDICAMENTOS
  • 40. ETAPA 1 POTENCIAL DO BRASIL NO DESENVOLVIMENTO DE NOVOS MEDICAMENTOS
  • 41. Vários estudos farmacológicos foram realizados evidenciando o potencial terapêutico das plantas presentes no território nacional, embora as angiospermas sejam as mais estudadas em virtude da sua rica composição química, marcada pela presença dos metabólitos secundários. ETAPA 1 POTENCIAL DO BRASIL NO DESENVOLVIMENTO DE NOVOS MEDICAMENTOS
  • 42. Angiosperma: são plantas que produzem raiz, caule, folha, flor, semente e fruto e representam o grupo mais variado em número de espécies entre os componentes do reino Plantae ou Metaphyta. Metabólito secundário: o metabolismo primário das plantas representa um conjunto de processos que desempenha funções essenciais ao crescimento, desenvolvimento e reprodução das plantas (fotossíntese, respiração e transporte de solutos). Alguns dos metabólitos primários são as proteínas, lipídeos e carboidratos. Enquanto isso, os metabólitos secundários (alcaloides, taninos, flavonoides, óleos essenciais, entre outros) são compostos orgânicos envolvidos, sobretudo na defesa e fecundação das plantas, estando restritos a certos grupos de plantas e não de forma universal como os metabólitos primários. ETAPA 1 POTENCIAL DO BRASIL NO DESENVOLVIMENTO DE NOVOS MEDICAMENTOS
  • 43. As espécies vegetais estão distribuídas em seis principais biomas: floresta amazônica, caatinga, mata atlântica, cerrado, pantanal- matogrossense e pampa. ETAPA 1 POTENCIAL DO BRASIL NO DESENVOLVIMENTO DE NOVOS MEDICAMENTOS
  • 44. Nesses diversos biomas, encontram-se 242 etnias indígenas e 2.600 comunidades de quilombolas certificadas, onde residem afrodescendentes, além de populações resultantes da miscigenação entre indígenas, negros e europeus (comunidades de caboclos, caiçaras, jangadeiros, sertanejos). Imagem 07 Indígenas Waiãpi - Estado do Amapá [4] ETAPA 1 POTENCIAL DO BRASIL NO DESENVOLVIMENTO DE NOVOS MEDICAMENTOS
  • 45. As múltiplas possibilidades resultantes desse dueto bioma versus grupo humano conferem a riqueza e a complexidade do conhecimento sobre a flora brasileira e justificam projetos de pesquisa em Etnobotânica e Etnofarmacologia. ETAPA 1 POTENCIAL DO BRASIL NO DESENVOLVIMENTO DE NOVOS MEDICAMENTOS
  • 46. [1] Fonte: http://uncyclopedia.wikia.com/wiki/Hippocrates. [2] Foto de J. C.Tavares. [3] Foto de J. C.Tavares. [4] Foto de J. C.Tavares. ETAPA 1 REFERÊNCIAS DAS IMAGENS
  • 47. BRASIL. Ministério da Saúde.Agência Nacional deVigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos Farmacopeia Brasileira. 1. ed. Brasília: Anvisa, 2011. BRASIL. Ministério da Saúde.Agência Nacional deVigilância Sanitária. RDC n. 26 de 13 de maio de 2014. Dispõe sobre o registro de medicamentos fitoterápicos e o registro e a notificação de produtos tradicionais fitoterápicos. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 14 mai. 2014. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Práticas integrativas e complementares: plantas medicinais e fitoterapia naAtenção Básica/Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento deAtenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2012. (Série A. Normas e ManuaisTécnicos / Cadernos de Atenção Básica; n. 31). ETAPA 1 REFERÊNCIAS E BIBLIOGRAFIACONSULTADA
  • 48. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência,Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica. Política nacional de plantas medicinais e fitoterápicos / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência,Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2006. (Série B.Textos Básicos de Saúde). BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência,Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência,Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. – Brasília: Ministério da Saúde, 2009. (Série C. Projetos, Programas e Relatórios). BRUNING, M. C. R.; MOSEGUI, G. B. G.;VIANNA, C. M. M. A utilização da fitoterapia e de plantas medicinais em unidades básicas de saúde nos municípios de Cascavel e Foz do Iguaçu – Paraná: a visão dos profissionais de saúde. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro , v. 17, n. 10, p. 2675-2685, Out. 2012. ETAPA 1 REFERÊNCIAS E BIBLIOGRAFIACONSULTADA
  • 49. CARVALHO, J. C.T. Fitoterápicos anti-inflamatórios: aspectos químicos, farmacológicos e aplicações terapêuticas. São Paulo:Tecmedd, 2004. FUNDAÇÃOCULTURAL PALMARES (MINISTÉRIO DA CULTURA) . Disponível em: <http://www.palmares.gov.br/>. Acesso em: 2 out. 2015. INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL (ISA-Povos indígenas no Brasil). Disponível em: <http://pib.socioambiental.org/pt/c/no-brasil-atual/quantos-sao/introducao>.Acesso em: 2 out. 2015. MATTA,G. C.; PONTES,A. L. de M. (Orgs.). Políticas de Saúde: organização e operacionalização do Sistema Único de Saúde. Rio de Janeiro: EPSJV / Fiocruz, 2007. Disponível em: <http://www.epsjv.fiocruz.br/sites/default/files/l25.pdf>. Acesso em: 08 jul. 2016. ETAPA 1 REFERÊNCIAS E BIBLIOGRAFIACONSULTADA
  • 50. ORGANIZACIÓN MUNDIAL DE LA SALUD. Estrategia de la OMS sobre medicina tradicional 2002- 2005. Genebra: OMS, 2002. Disponível em: <http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/67314/1/WHO_EDM_TRM_2002.1_spa.pdf>. Acesso em: 08 jul. 2016. ORGANIZACIÓN MUNDIAL DE LA SALUD. Estrategia de la OMS sobre medicina tradicional 2014- 2023. Genebra: OMS, 2014. Disponível em: <http://apps.who.int/medicinedocs/documents/s21201es/s21201es.pdf>.Acesso em: 08 jul. 2016. WORLD HEALTHORGANIZATION. Meetings on selection and characterization of medicinal plants (vegetable drugs). Document, nº DPM/79.1, 1978. WORLD HEALTHORGANIZATION. The world medicines situation 2011 - traditional medicines: global situation, issues and challenges. Geneva: WHO, 2011. ETAPA 1 REFERÊNCIAS E BIBLIOGRAFIACONSULTADA
  • 51. ETAPA 1 Estes slides integram os recursos didáticos elaborados para o Curso de Qualificação em Plantas Medicinais e Fitoterápicos na Atenção Básica, concebido, desenvolvido e ofertado pela parceria entre o Ministério da Saúde, a FundaçãoOswaldo Cruz e a Universidade Federal do Pará. O curso completo pode ser acessado em: www.avasus.ufrn.br CRÉDITOS DO CURSO
  • 52. ETAPA 1 Concepção e Desenvolvimento Departamento de Atenção Básica - Ministério da Saúde Vice-Presidência de Ambiente,Atenção e Promoção da Saúde - FundaçãoOswaldo Cruz Assessoria de Educação a Distância - Universidade Federal do Pará CRÉDITOS DO CURSO
  • 53. ETAPA 1 Coordenação Geral Daniel Mieli Amado - DAB/MS Joseane Carvalho Costa -VPAAPS/Fiocruz José Miguel MartinsVeloso - AEDi/UFPA Coordenação Administrativa Lairton Bueno Martins Paulo Roberto Sousa Rocha Coordenação de Conteúdo Silvana Cappelleti Nagai Coordenação Pedagógica AndreaCristina Lovato Ribeiro Nilva Lúcia Rech Stedile Coordenação Pedagógica em EaD Maria Ataide Malcher Marianne Kogut Eliasquevici Sônia Nazaré Fernandes Resque Concepção e Avaliação de Recursos Multimídia em EaD FernandaChocron Miranda Suzana Cunha Lopes Concepção e ComunicaçãoVisual Rose Pepe Roberto Eliasquevici CRÉDITOS DO CURSO
  • 54. ETAPA 1 Consultoria e Produção de Conteúdo Daniel Miele Amado José CarlosTavaresCarvalho Lairton Bueno Martins Paulo Roberto Sousa Rocha Silvana Cappelleti Nagai Revisão de Conteúdo AndreaCristina Lovato Ribeiro Daniel Miele Amado Joseane Carvalho Costa Lairton Bueno Martins Paulo Roberto Sousa Rocha Silvana Cappelleti Nagai Consultoria e Revisão em EaD Maria Ataide Malcher Marianne Kogut Eliasquevici Sônia Nazaré Fernandes Resque Suzana Cunha Lopes Direção de Arte Acquerello Design Ilustração e Grafismos Andreza Jackson de Vasconcelos Douglas Cavendish Weverton Raiol Gomes de Souza Diagramação e Editoração Eletrônica Andreza Jackson de Vasconcelos Weverton Raiol Gomes de Souza William Teixeira Gonçalves CRÉDITOS DESTE RECURSO DIDÁTICO
  • 55. ETAPA 1 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria deAtenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Edifício Premium, SAF Sul, Quadra 2 Lotes 5/6, Bloco II, Subsolo CEP: 70070-600 – Brasília/DF Fone: (61) 3315-9034/3315-9030 Site: http://dab.saude.gov.br E-mail: pics@saude.gov.br Este conteúdo está disponível em: www.bvsms.saude.gov.br FUNDAÇÃOOSWALDO CRUZ Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde Av. Brasil 4365, Castelo Mourisco, sala 18, Manguinhos CEP: 21040-900 – Rio de Janeiro/RJ Fone: (21) 3885-1838 Site: http://portal.fiocruz.br/pt- br/vpaaps E-mail: vpaaps@fiocruz.br Este conteúdo está disponível em: www.retisfito.org.br UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ Assessoria de Educação a Distância Av.Augusto Corrêa, 01 CEP: 66075-110 – Belém/PA Fone: (91) 3201-8699/3201-8700 Site: www.aedi.ufpa.br E-mail: labmultimidia.aedi@gmail.com Este conteúdo está disponível em: www.multimidia.ufpa.br Distribuição digital CRÉDITOS DO CURSO
  • 56. ETAPA 1 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação Geral de Áreas Técnicas Secretaria de Gestão deTrabalho e da Educação na Saúde Departamento de Gestão da Educação na Saúde CRÉDITOS DO CURSO
  • 57. ETAPA 1 FUNDAÇÃOOSWALDO CRUZ Presidência Paulo Ernani GadelhaVieira Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde Valcler Rangel Fernandes Assessoria de Promoção da Saúde Annibal Coelho de Amorim Coordenação Geral Joseane Carvalho Costa CRÉDITOS DO CURSO
  • 58. ETAPA 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ Reitoria Emmanuel ZaguryTourinho Vice-Reitoria Gilmar Pereira da Silva Pró-Reitoria de Extensão Nelson José de Souza Júnior Assessoria de Educação a Distância José Miguel MartinsVeloso CoordenaçãoAdministrativa Ivanete Guedes Pampolha Coordenação Pedagógica Marianne Kogut Eliasquevici Coordenação de Meios e Ambientes deAprendizagem Dionne Cavalcante Monteiro Laboratório de Pesquisa e Experimentação em Multimídia Maria Ataide Malcher Editora Presidência José Miguel MartinsVeloso Diretoria Cristina Lúcia DiasVaz Conselho Editorial Ana LygiaAlmeidaCunha Dionne Cavalcante Monteiro Maria Ataide Malcher CRÉDITOS DO CURSO
  • 59. ETAPA 1 Esta obra é disponibilizada nos termos da Licença Creative Commons – Atribuição – Não Comercial – Compartilhamento pela mesma licença 4.0 Internacional. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra em qualquer suporte ou formato, desde que citada a fonte. A coleção institucional do Ministério da Saúde pode ser acessada, na íntegra, na Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde [www.bvsms.saude.gov.br]. Todo o material do curso também está disponível na RetisFito [www.retisfito.org.br] e no repositório institucional UFPA Multimídia [www.multimidia.ufpa.br].