Módulo: O Processo de Avaliação da Formação PARTE 2  Avaliação do Processo
Fases do Processo de Avaliação Linha temporal de Execução da Intervenção da Formação (Desenvolvimento) Avaliação “ EX-ANTE” (Pré-Avaliação) Situação Pós-Formação Avaliação  “ ON-GOING” (Avaliação do Processo) Avaliação  “ EX-POST” (Impacto) Incide sobre: Contexto, Características e Objectivos da intervenção formativa. Centra-se no momento de execução da formação . (Integra elementos da avaliação “ex-ante” e desenvolve-se em função dos aspectos a considerar numa avaliação “ex-post”.) Efectuada algum tempo após a realização da formação para apuramento de impactes.
AVALIAÇÃO “ON-GOING” Conceito: “  Efectuada durante a realização da formação, acompanha a execução da mesma, produzindo informação para a monitorização e controlo de gestão do processo formativo, numa óptica de melhoria contínua” Fonte:  Rodrigues (1993); Patton (1997)
AVALIAÇÃO “ON-GOING” Conceitos Associados: Avaliação Ex-ante Avaliação Ex-Post Avaliação Diagnóstica Avaliação Formativa Avaliação de Reacções Avaliação Qualitativa/Quantitativa Avaliação Sumativa Avaliação de Aprendizagens
AVALIAÇÃO DE REACÇÕES Conceito: “  Permite aferir o grau de satisfação dos participantes em relação à acção de formação e às condições em que a mesma decorreu, visando o eventual desenvolvimento de acções de melhoria”. Fontes:  Kirkpatrick (1998); Meignant (1999).
AVALIAR O QUÊ? Coerência Conformidade Eficácia Eficiência Oportunidade Pertinência Utilidade
AVALIAR O QUÊ? Avaliar a Coerência:  Verificar a relação entre as características e componentes do processo formativo. Avaliar a Conformidade:  Verifica se um produto, processo ou serviço cumpre requisitos, prescrições, procedimentos ou normas especificadas. Avaliar a Eficácia:  Verifica em que medida os resultados obtidos reportam aos objectivos previamente estabelecidos. Avaliar a Eficiência:  Verifica em que medida os resultados do processo formativo justificam os recursos mobilizados.
AVALIAR O QUÊ? Avaliar a Oportunidade:  Verifica em que medida determinado projecto dá resposta atempada às necessidades dos respectivos destinatários. Avaliar a Pertinência:  Verifica em que medida os objectivos de uma intervenção formativa correspondem às necessidades que estiveram na sua origem. Avaliar a Utilidade:  Verifica em que medida os resultados da formação correspondem às necessidades que estiveram na sua origem.
COMPETÊNCIA  PROFISSIONAL Conceito: “  Saber agir que implica a mobilização/combinação/transposição de recursos (conjunto de saberes) numa situação profissional específica, com vista a determinada finalidade.” Fonte:  Meignant (1999); Gomes (1999) e outros.
Competências -  Sistematização “  Redigir ou formular uma competência implica utilizar um ou mais verbos de acção que devem descrever comportamentos observáveis com a indicação de um nível de proficiência esperado.” Fonte:  Avaliação da Formação – Glossário Anotado.
Competências - Sistematização Identificação das competências estratégicas a desenvolver no contexto de uma organização. Identificação das competências transversais. Identificação de competências específicas. Identificação de competências-chave. Identificação de níveis de proficiência/desempenho desejadas. Validação dos referenciais de competências. Identificação de níveis de proficiência/desempenho mínimos. Identificação das condições necessárias à mobilização das competências pretendidas. Planificação do Processo de Avaliação de Competências
AVALIAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA DE APRENDIZAGENS Conceito: “  Visa aferir em que medida os saberes adquiridos pela via da formação foram efectivamente mobilizados para os respectivos contextos de aplicação.” Fonte:  Meignant (1999); Philips (1997)
PLANO DE DESENVOLVIMENTO INDIVIDUAL Modelo (Fonte: Kirpatrick 1997) Níveis de Proficiência Desejados (Ex.): Nível 1  – Realiza as actividades com apoio da chefia;  Nível 2  – Realiza as actividades com relativa autonomia;  Nível 3  – Realiza as actividades com total autonomia. Desejado Actual Data para avaliação de resultados Tempo a afectar a cada uma das actividades Condições para a realização das actividades Nível de Proficiência Objectivos a alcançar Área Funcional Prioridades da Intervenção Identificação de competências a mobilizar Actividades a Desenvolver (Elementos a Envolver) Data de regresso ao contexto de trabalho Plano de Desenvolvimento Individual

Avaliação do Processo Formativo

  • 1.
    Módulo: O Processode Avaliação da Formação PARTE 2 Avaliação do Processo
  • 2.
    Fases do Processode Avaliação Linha temporal de Execução da Intervenção da Formação (Desenvolvimento) Avaliação “ EX-ANTE” (Pré-Avaliação) Situação Pós-Formação Avaliação “ ON-GOING” (Avaliação do Processo) Avaliação “ EX-POST” (Impacto) Incide sobre: Contexto, Características e Objectivos da intervenção formativa. Centra-se no momento de execução da formação . (Integra elementos da avaliação “ex-ante” e desenvolve-se em função dos aspectos a considerar numa avaliação “ex-post”.) Efectuada algum tempo após a realização da formação para apuramento de impactes.
  • 3.
    AVALIAÇÃO “ON-GOING” Conceito:“ Efectuada durante a realização da formação, acompanha a execução da mesma, produzindo informação para a monitorização e controlo de gestão do processo formativo, numa óptica de melhoria contínua” Fonte: Rodrigues (1993); Patton (1997)
  • 4.
    AVALIAÇÃO “ON-GOING” ConceitosAssociados: Avaliação Ex-ante Avaliação Ex-Post Avaliação Diagnóstica Avaliação Formativa Avaliação de Reacções Avaliação Qualitativa/Quantitativa Avaliação Sumativa Avaliação de Aprendizagens
  • 5.
    AVALIAÇÃO DE REACÇÕESConceito: “ Permite aferir o grau de satisfação dos participantes em relação à acção de formação e às condições em que a mesma decorreu, visando o eventual desenvolvimento de acções de melhoria”. Fontes: Kirkpatrick (1998); Meignant (1999).
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    AVALIAR O QUÊ?Coerência Conformidade Eficácia Eficiência Oportunidade Pertinência Utilidade
  • 7.
    AVALIAR O QUÊ?Avaliar a Coerência: Verificar a relação entre as características e componentes do processo formativo. Avaliar a Conformidade: Verifica se um produto, processo ou serviço cumpre requisitos, prescrições, procedimentos ou normas especificadas. Avaliar a Eficácia: Verifica em que medida os resultados obtidos reportam aos objectivos previamente estabelecidos. Avaliar a Eficiência: Verifica em que medida os resultados do processo formativo justificam os recursos mobilizados.
  • 8.
    AVALIAR O QUÊ?Avaliar a Oportunidade: Verifica em que medida determinado projecto dá resposta atempada às necessidades dos respectivos destinatários. Avaliar a Pertinência: Verifica em que medida os objectivos de uma intervenção formativa correspondem às necessidades que estiveram na sua origem. Avaliar a Utilidade: Verifica em que medida os resultados da formação correspondem às necessidades que estiveram na sua origem.
  • 9.
    COMPETÊNCIA PROFISSIONALConceito: “ Saber agir que implica a mobilização/combinação/transposição de recursos (conjunto de saberes) numa situação profissional específica, com vista a determinada finalidade.” Fonte: Meignant (1999); Gomes (1999) e outros.
  • 10.
    Competências - Sistematização “ Redigir ou formular uma competência implica utilizar um ou mais verbos de acção que devem descrever comportamentos observáveis com a indicação de um nível de proficiência esperado.” Fonte: Avaliação da Formação – Glossário Anotado.
  • 11.
    Competências - SistematizaçãoIdentificação das competências estratégicas a desenvolver no contexto de uma organização. Identificação das competências transversais. Identificação de competências específicas. Identificação de competências-chave. Identificação de níveis de proficiência/desempenho desejadas. Validação dos referenciais de competências. Identificação de níveis de proficiência/desempenho mínimos. Identificação das condições necessárias à mobilização das competências pretendidas. Planificação do Processo de Avaliação de Competências
  • 12.
    AVALIAÇÃO DA TRANSFERÊNCIADE APRENDIZAGENS Conceito: “ Visa aferir em que medida os saberes adquiridos pela via da formação foram efectivamente mobilizados para os respectivos contextos de aplicação.” Fonte: Meignant (1999); Philips (1997)
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    PLANO DE DESENVOLVIMENTOINDIVIDUAL Modelo (Fonte: Kirpatrick 1997) Níveis de Proficiência Desejados (Ex.): Nível 1 – Realiza as actividades com apoio da chefia; Nível 2 – Realiza as actividades com relativa autonomia; Nível 3 – Realiza as actividades com total autonomia. Desejado Actual Data para avaliação de resultados Tempo a afectar a cada uma das actividades Condições para a realização das actividades Nível de Proficiência Objectivos a alcançar Área Funcional Prioridades da Intervenção Identificação de competências a mobilizar Actividades a Desenvolver (Elementos a Envolver) Data de regresso ao contexto de trabalho Plano de Desenvolvimento Individual