amarante nov 2007 Manuel Vieira Mendes Avaliação do Desempenho Dos Objectivos aos Resultados
sumário Avaliação do desempenho – aspectos conceptuais SIADAP – Traços essenciais Avaliação dos docentes – o que há de específico amarante nov 2007
amarante nov 2007 Avaliação do Desempenho  Aspectos Conceptuais
amarante nov 2007 Uma vida não susceptível de exame não vale a pena ser vivida Sócrates
Não se pode gerir o que não se consegue avaliar amarante nov 2007 Porquê avaliar?
Dificuldade de Avaliar amarante nov 2007 A relação causa / efeito é sempre difícil de determinar com objectividade
amarante nov 2007 Essencial: Olhos que interessam – população/utente Conjugar avaliação e estratégia O que se deve avaliar?
amarante nov 2007 Sistema de controlo e informação Não é um fim mas  um instrumento Avaliação do Desempenho
amarante nov 2007 Evolução do desempenho num determinado período de tempo Relação entre a expectativa/previsão e o alcançado nesse período Está em causa a eficiência e a eficácia Avaliação do desempenho
amarante nov 2007 Instrumento para uma gestão avançada Inserida na gestão por objectivos Factor de modernização e evolução institucional Avaliação do Desempenho: Importância
amarante nov 2007 Avaliar as coisas certas Avaliar tudo o que anda e se move Avaliar o que é mais fácil Pode não ser a coisa certa O que se deve avaliar?
amarante nov 2007 Planeamento dos desempenhos Acompanhamento e controlo Avaliação e retorno Avaliação do Desempenho: Fases do Processo
amarante nov 2007 Reconhecimento e valorização do trabalho Incremento da motivação e do desempenho  Formação profissional mais adequada Informação para promoções e mudanças Recompensas em função do mérito Informação aos vários níveis da organização Ajustamento de estratégias em função do desempenho individual Avaliação do Desempenho individual:
Avaliação do desempenho individual é uma peça de um sistema mais vasto amarante nov 2007 A GESTÃO DO PESSOAL E DAS ORGANIZAÇÕES
SIADAP – Traços essenciais amarante nov 2007
amarante nov 2007 Do sistema  weberiano , normativo e  hierarquizado Para um sistema  gestionário,  participativo e descentralizado MUDANÇA DE PARADIGMA  NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
SIADAP - modelo No quadro da Gestão por Objectivos Sistema integrado - Avaliação institucional e do pessoal Universalidade – aplica-se a toda a AP e todo o pessoal Centrado nos resultados, competências amarante nov 2007
Objectivos do SIADAP Avaliar a qualidade dos serviços Avaliar e reconhecer o mérito do pessoal Diferenciar os níveis de desempenho Potenciar o trabalho em equipa Identificar necessidades de formação Fomentar a mobilidade e a progressão Promover a comunicação Fortalecer a liderança amarante nov 2007
Gestão por Objectivos amarante nov 2007 A questão nova, desafiante e complexa
Articulação no processo de avaliação amarante nov 2007 Missão da instituição e da unidade orgânica Desempenho individual
MISSÃO AQUILO PARA QUE A ORGANIZAÇÃO FOI CRIADA A SUA FINALIDADE ÚLTIMA O QUE A DISTINGUE DAS OUTRAS amarante nov 2007
Avaliação : Objectivos em cascata amarante nov 2007 Missão da instituição Visão e Estratégia Objectivos individuais Missão da unidade orgânica Objectivos estratégicos
Os objectivos individuais podem ser, designadamente: a) De produção de bens e actos ou prestação de serviços, visando a eficácia na satisfação dos utilizadores; b) De qualidade, orientada para a inovação, melhoria do serviço e satisfação das necessidades dos utilizadores; c) De eficiência ,  no sentido da simplificação e racionalização de prazos e procedimentos de gestão processual e na diminuição de custos de funcionamento; d) De aperfeiçoamento e desenvolvimento das competências individuais, técnicas e comportamentais do trabalhador. amarante nov 2007
Avaliação dos docentes – o que há de específico amarante nov 2007
Dimensões da avaliação amarante nov 2007 Vertente profissional e ética Desenvolvimento do ensino e da aprendizagem Participação na escola e relação com a comunidade escolar Desenvolvimento e formação profissional ao longo da vida
Ciclo de gestão amarante nov 2007 Dois anos escolares
Avaliadores, quem são? amarante nov 2007 Coordenador do Conselho de Docentes ou do Departamento Curricular Presidente do Conselho Executivo ou Director
A avaliação tem por referência Os objectivos e metas fixados no Projecto Educativo e no Plano Anual de Actividades; Os indicadores de medida estabelecidos pelo agrupamento: -progresso dos resultados escolares esperados para os alunos; -redução das taxas de abandono escolar tendo em conta o contexto sócio-educativo amarante nov 2007
Fases do processo de avaliação Preenchimento da ficha de auto – avaliação; Preenchimento das fichas de avaliação pelos avaliadores; Conferência e Validação das propostas de avaliação com menção qualitativa de Excelente, Muito Bom ou Insuficiente, pela Comissão de Coordenação; Realização da entrevista individual dos avaliadores com o respectivo avaliado; Realização da reunião conjunta dos avaliadores para atribuição da avaliação final. amarante nov 2007
Os coordenadores avaliam: Preparação e organização das actividades lectivas; Realização das actividades lectivas; Relação pedagógica com os alunos; Processo de avaliação das aprendizagens dos alunos. amarante nov 2007
O presidente do conselho executivo avalia: Nível de assiduidade   Serviço distribuído   Progresso dos resultados escolares esperados para os alunos e redução das taxas de abandono escolar, tendo em conta o contexto sócio-educativo Participação dos docentes no agrupamento   Acções de formação contínua  Exercício de outros cargos ou funções de natureza pedagógica   Dinamização de projectos de investigação, desenvolvimento e inovação educativa amarante nov 2007
Escala de avaliação amarante nov 2007 1 a 10 Excelente – de 9 a 10 valores Muito Bom –   de 8 a 8,9 valores Bom –   de  6,5 a 7,9 valores Regular – de 5 a 6,4 valores Insuficiente – de 1 a 4,9 valores
Diferenciação do mérito amarante nov 2007 Quotas para  Excelente  e  Muito Bom Por agrupamento,   mediante despacho do ME e do membro do governo responsável pela Administração Pública,   tendo como referência os resultados da avaliação externa .
Consequências da avaliação amarante nov 2007 Na progressão nos escalões No acesso a professor titular Na atribuição de prémios de desempenho
Instrumentos de registo São elaborados e aprovados pelo conselho pedagógico, de acordo com as recomendações formuladas pelo conselho científico para a avaliação dos professores amarante nov 2007
Definição de objectivos amarante nov 2007 Os objectivos individuais são fixados entre avaliado e avaliadores. O avaliado apresenta uma proposta ao avaliador no início da avaliação, de forma clara e rigorosa.
Preparar para a definição dos objectivos Ter presente a missão e os objectivos das unidades orgânicas Definir o contributo individual (ou partilhado) para os objectivos superiores Elenco das actividades essenciais Histórico dos anos anteriores amarante nov 2007
Comissão de Coordenação de Avaliação amarante nov 2007 Constituída pelo presidente do conselho pedagógico e quatro professores titulares do mesmo conselho Estabelece directivas para uma aplicação objectiva e harmónica do sistema e valida as classificações de  Excelente, Muito Bom e Insuficiente
Dar força à auto-avaliação   amarante nov 2007
Ter sempre presente amarante nov 2007 Factor humano é decisivo Avaliado é um parceiro Avaliador é gestor e juiz, mas assistente Influência da avaliação no moral das pessoas Estímulo e forte motivação Alimentar a ambição, mas ser razoável Participação do pessoal Comunicação é determinante Processo mobilizador Papel essencial da auto-avaliação
Sobre a auto-avaliação Auto-exame ajuda a manter o colaborador activo Menor influência dos aspectos da personalidade Os avaliados conhecem melhor o seu trabalho O papel dos avaliadores é mais de conselheiro Reforça o papel dos acordos estabelecidos Satisfaz ambas as partes  amarante nov 2007
Acompanhamento Acção essencial para o êxito da avaliação do desempenho Avaliação tem por fim ajudar e orientar para o sucesso Desde a definição de objectivos até ao fim da avaliação Eventuais adaptações Importância das reuniões formais e informais Cuidar do ambiente amarante nov 2007
Outros aspectos críticos da avaliação do desempenho amarante nov 2007
Problemas e observações críticas amarante nov 2007 Erros humanos de falta de rigor Favoritismo e subjectividade Jogos de simpatias e lealdades Preconceitos e estereótipos culturais Relutância na avaliação Avaliação em função da apreciação de nós próprios Sobrevalorização para agradar e não criar conflito Concentração num valor, sem grandes diferenças Avaliação por baixo condicionada pelos custos Avaliações superiores para cargos superiores
Problemas e observações críticas (cont.) amarante nov 2007 Consideração do período mais próximo Influência de uma ou duas características marcantes Tempo escasso dedicado à actividade e não registo Não consideração como um processo contínuo Excesso de competição entre o pessoal  Crítica a ligação com o sistema de recompensas Ambiente não propício e desconfiança na validade Resistência às mudanças de procedimento
Os desafios para a organização Aproveitar a aplicação do SIADAP em benefício do funcionamento da organização Dinâmica transformadora e de evolução institucional Que nunca a avaliação seja encarada como um fardo prejudicial Procurar a harmonia do conjunto na diversidade de cada  um   amarante nov 2007
Nem tudo o que pode ser medido conta; Nem tudo o que conta pode ser medido. Albert Einstein amarante nov 2007
Contacto amarante nov 2007 [email_address]

AvaliaçAo Dos Docente

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    amarante nov 2007Manuel Vieira Mendes Avaliação do Desempenho Dos Objectivos aos Resultados
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    sumário Avaliação dodesempenho – aspectos conceptuais SIADAP – Traços essenciais Avaliação dos docentes – o que há de específico amarante nov 2007
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    amarante nov 2007Avaliação do Desempenho Aspectos Conceptuais
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    amarante nov 2007Uma vida não susceptível de exame não vale a pena ser vivida Sócrates
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    Não se podegerir o que não se consegue avaliar amarante nov 2007 Porquê avaliar?
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    Dificuldade de Avaliaramarante nov 2007 A relação causa / efeito é sempre difícil de determinar com objectividade
  • 7.
    amarante nov 2007Essencial: Olhos que interessam – população/utente Conjugar avaliação e estratégia O que se deve avaliar?
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    amarante nov 2007Sistema de controlo e informação Não é um fim mas um instrumento Avaliação do Desempenho
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    amarante nov 2007Evolução do desempenho num determinado período de tempo Relação entre a expectativa/previsão e o alcançado nesse período Está em causa a eficiência e a eficácia Avaliação do desempenho
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    amarante nov 2007Instrumento para uma gestão avançada Inserida na gestão por objectivos Factor de modernização e evolução institucional Avaliação do Desempenho: Importância
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    amarante nov 2007Avaliar as coisas certas Avaliar tudo o que anda e se move Avaliar o que é mais fácil Pode não ser a coisa certa O que se deve avaliar?
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    amarante nov 2007Planeamento dos desempenhos Acompanhamento e controlo Avaliação e retorno Avaliação do Desempenho: Fases do Processo
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    amarante nov 2007Reconhecimento e valorização do trabalho Incremento da motivação e do desempenho Formação profissional mais adequada Informação para promoções e mudanças Recompensas em função do mérito Informação aos vários níveis da organização Ajustamento de estratégias em função do desempenho individual Avaliação do Desempenho individual:
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    Avaliação do desempenhoindividual é uma peça de um sistema mais vasto amarante nov 2007 A GESTÃO DO PESSOAL E DAS ORGANIZAÇÕES
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    SIADAP – Traçosessenciais amarante nov 2007
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    amarante nov 2007Do sistema weberiano , normativo e hierarquizado Para um sistema gestionário, participativo e descentralizado MUDANÇA DE PARADIGMA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
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    SIADAP - modeloNo quadro da Gestão por Objectivos Sistema integrado - Avaliação institucional e do pessoal Universalidade – aplica-se a toda a AP e todo o pessoal Centrado nos resultados, competências amarante nov 2007
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    Objectivos do SIADAPAvaliar a qualidade dos serviços Avaliar e reconhecer o mérito do pessoal Diferenciar os níveis de desempenho Potenciar o trabalho em equipa Identificar necessidades de formação Fomentar a mobilidade e a progressão Promover a comunicação Fortalecer a liderança amarante nov 2007
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    Gestão por Objectivosamarante nov 2007 A questão nova, desafiante e complexa
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    Articulação no processode avaliação amarante nov 2007 Missão da instituição e da unidade orgânica Desempenho individual
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    MISSÃO AQUILO PARAQUE A ORGANIZAÇÃO FOI CRIADA A SUA FINALIDADE ÚLTIMA O QUE A DISTINGUE DAS OUTRAS amarante nov 2007
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    Avaliação : Objectivosem cascata amarante nov 2007 Missão da instituição Visão e Estratégia Objectivos individuais Missão da unidade orgânica Objectivos estratégicos
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    Os objectivos individuaispodem ser, designadamente: a) De produção de bens e actos ou prestação de serviços, visando a eficácia na satisfação dos utilizadores; b) De qualidade, orientada para a inovação, melhoria do serviço e satisfação das necessidades dos utilizadores; c) De eficiência , no sentido da simplificação e racionalização de prazos e procedimentos de gestão processual e na diminuição de custos de funcionamento; d) De aperfeiçoamento e desenvolvimento das competências individuais, técnicas e comportamentais do trabalhador. amarante nov 2007
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    Avaliação dos docentes– o que há de específico amarante nov 2007
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    Dimensões da avaliaçãoamarante nov 2007 Vertente profissional e ética Desenvolvimento do ensino e da aprendizagem Participação na escola e relação com a comunidade escolar Desenvolvimento e formação profissional ao longo da vida
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    Ciclo de gestãoamarante nov 2007 Dois anos escolares
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    Avaliadores, quem são?amarante nov 2007 Coordenador do Conselho de Docentes ou do Departamento Curricular Presidente do Conselho Executivo ou Director
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    A avaliação tempor referência Os objectivos e metas fixados no Projecto Educativo e no Plano Anual de Actividades; Os indicadores de medida estabelecidos pelo agrupamento: -progresso dos resultados escolares esperados para os alunos; -redução das taxas de abandono escolar tendo em conta o contexto sócio-educativo amarante nov 2007
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    Fases do processode avaliação Preenchimento da ficha de auto – avaliação; Preenchimento das fichas de avaliação pelos avaliadores; Conferência e Validação das propostas de avaliação com menção qualitativa de Excelente, Muito Bom ou Insuficiente, pela Comissão de Coordenação; Realização da entrevista individual dos avaliadores com o respectivo avaliado; Realização da reunião conjunta dos avaliadores para atribuição da avaliação final. amarante nov 2007
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    Os coordenadores avaliam:Preparação e organização das actividades lectivas; Realização das actividades lectivas; Relação pedagógica com os alunos; Processo de avaliação das aprendizagens dos alunos. amarante nov 2007
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    O presidente doconselho executivo avalia: Nível de assiduidade Serviço distribuído Progresso dos resultados escolares esperados para os alunos e redução das taxas de abandono escolar, tendo em conta o contexto sócio-educativo Participação dos docentes no agrupamento Acções de formação contínua Exercício de outros cargos ou funções de natureza pedagógica Dinamização de projectos de investigação, desenvolvimento e inovação educativa amarante nov 2007
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    Escala de avaliaçãoamarante nov 2007 1 a 10 Excelente – de 9 a 10 valores Muito Bom – de 8 a 8,9 valores Bom – de 6,5 a 7,9 valores Regular – de 5 a 6,4 valores Insuficiente – de 1 a 4,9 valores
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    Diferenciação do méritoamarante nov 2007 Quotas para Excelente e Muito Bom Por agrupamento, mediante despacho do ME e do membro do governo responsável pela Administração Pública, tendo como referência os resultados da avaliação externa .
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    Consequências da avaliaçãoamarante nov 2007 Na progressão nos escalões No acesso a professor titular Na atribuição de prémios de desempenho
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    Instrumentos de registoSão elaborados e aprovados pelo conselho pedagógico, de acordo com as recomendações formuladas pelo conselho científico para a avaliação dos professores amarante nov 2007
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    Definição de objectivosamarante nov 2007 Os objectivos individuais são fixados entre avaliado e avaliadores. O avaliado apresenta uma proposta ao avaliador no início da avaliação, de forma clara e rigorosa.
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    Preparar para adefinição dos objectivos Ter presente a missão e os objectivos das unidades orgânicas Definir o contributo individual (ou partilhado) para os objectivos superiores Elenco das actividades essenciais Histórico dos anos anteriores amarante nov 2007
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    Comissão de Coordenaçãode Avaliação amarante nov 2007 Constituída pelo presidente do conselho pedagógico e quatro professores titulares do mesmo conselho Estabelece directivas para uma aplicação objectiva e harmónica do sistema e valida as classificações de Excelente, Muito Bom e Insuficiente
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    Dar força àauto-avaliação amarante nov 2007
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    Ter sempre presenteamarante nov 2007 Factor humano é decisivo Avaliado é um parceiro Avaliador é gestor e juiz, mas assistente Influência da avaliação no moral das pessoas Estímulo e forte motivação Alimentar a ambição, mas ser razoável Participação do pessoal Comunicação é determinante Processo mobilizador Papel essencial da auto-avaliação
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    Sobre a auto-avaliaçãoAuto-exame ajuda a manter o colaborador activo Menor influência dos aspectos da personalidade Os avaliados conhecem melhor o seu trabalho O papel dos avaliadores é mais de conselheiro Reforça o papel dos acordos estabelecidos Satisfaz ambas as partes amarante nov 2007
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    Acompanhamento Acção essencialpara o êxito da avaliação do desempenho Avaliação tem por fim ajudar e orientar para o sucesso Desde a definição de objectivos até ao fim da avaliação Eventuais adaptações Importância das reuniões formais e informais Cuidar do ambiente amarante nov 2007
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    Outros aspectos críticosda avaliação do desempenho amarante nov 2007
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    Problemas e observaçõescríticas amarante nov 2007 Erros humanos de falta de rigor Favoritismo e subjectividade Jogos de simpatias e lealdades Preconceitos e estereótipos culturais Relutância na avaliação Avaliação em função da apreciação de nós próprios Sobrevalorização para agradar e não criar conflito Concentração num valor, sem grandes diferenças Avaliação por baixo condicionada pelos custos Avaliações superiores para cargos superiores
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    Problemas e observaçõescríticas (cont.) amarante nov 2007 Consideração do período mais próximo Influência de uma ou duas características marcantes Tempo escasso dedicado à actividade e não registo Não consideração como um processo contínuo Excesso de competição entre o pessoal Crítica a ligação com o sistema de recompensas Ambiente não propício e desconfiança na validade Resistência às mudanças de procedimento
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    Os desafios paraa organização Aproveitar a aplicação do SIADAP em benefício do funcionamento da organização Dinâmica transformadora e de evolução institucional Que nunca a avaliação seja encarada como um fardo prejudicial Procurar a harmonia do conjunto na diversidade de cada um amarante nov 2007
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    Nem tudo oque pode ser medido conta; Nem tudo o que conta pode ser medido. Albert Einstein amarante nov 2007
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