Formação Pedagógica Inicial de
Formadores
MÓDULO 8. AVALIAÇÃO DA
FORMAÇÃO E DAS
APRENDIZAGENS
Marta Guimarães
OBJETIVOS/
COMPETÊNCIAS
A ADQU
I
R
I
R
Pretende-se que cada formando, após
este módulo esteja apto a:
▶ Distinguir diferentes níveis de avaliação
dos
resultados de formação;
▶ Construir e aplicar instrumentos de
avaliação em função dos objetivos
previamente definidos, que permitam
verificar e controlar os resultados da
aprendizagem, a eficiência e a
eficácia da formação;
▶ Identificar causas de subjetividade
na avaliação;
▶ Aplicar um método sistémico e
evolutivo de análise de resultados de
formação;
▶ Propor medidas de regulação,
O CONCEITO
DE AVALIAÇÃO
▶ É um processo sistemático, contínuo e
integral, destinado a determinar até
que ponto os objectivos educacionais
foram alcançados (Fermin)
▶ É um método de colecta e de
processamentos dos dados necessários
à melhoria da aprendizagem e do
ensino (Bloom, Hasting e Madaus)
▶ Obter e tratar informações que se
vão utilizar em seguida para tomar
decisões ou para modificar uma
decisão já tomada (Tourner e
Vasamillet)
 Selecionar os candidatos (perfil de entrada)
 Testar os conhecimentos e competências (à priori)
 Situar os formandos (num determinado nível)
 Controlar as aquisições dos vários saberes
 Informar (os formandos dos seus progressos)
 Classificar (os formandos, situando-os em relação aos
colegas)
Finalidades da avaliação
 Orientar, aconselhar ou corrigir (os formandos durante a
formação)
 Controlar (se as competências adquiridas pelos formandos
correspondem ao perfil desejado)
 Avaliar os objetivos (da formação)
 Diagnosticar (os pontos fracos e fortes da formação
 Recolher e processar dados (de forma a melhorar a
formação)
Finalidades da avaliação
≠
Avaliação da
formação
Avaliação na
formação ou da
aprendizagem
Ocorre durante o
tempo da
formação
Avaliação da
formação e das
suas
implicações
ESTRELA DA AVALIAÇÃO
O Quê?
Onde? Como?
Quando? Para quem?
ESTRELA DA AVALIAÇÃO
1.O QUÊ?
- O programa
- A metodologia
- Os formadores
- A entidade formadora
- Os resultados (previstos e
imprevistos)
- A própria avaliação
- Os formandos
ESTRELA DA AVALIAÇÃO
2. PARA QUEM?
- Para os formandos
- Para os formadores
- Para a instituição fornecedora da
formação
- Para a instituição solicitadora da
formação
-
ESTRELA DA AVALIAÇÃO
3. ONDE?
- Em sala
- No posto de trabalho
- Na empresa
- Na envolvente social
4. COMO?
Operacionalizando o procedimento avaliativo,
através de técnicas e instrumentos de
avaliação.
ESTRELA DA AVALIAÇÃO
5. QUANDO?
A resposta ao quando permite
caracterizar a avaliação quanto ao
momento.
Três grandes momentos da avaliação:
Início
Durante
Final da formação
TIPOS DE AVALIAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO quanto ao
momento
Momento
Inicial ou
diagnóstica
Continua
ou
formativa
Final ou
sumativ
a
TIPOS DE AVALIAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO quanto ao
processo
Normativa
Processo
Criterial
MOMENTOS
DE
AVALIAÇÃO
▶ Antes da formação (preparação): perfil de
entrada e selecionar o grupo de
formandos/as
▶ Durante a formação: desenvolvimento da
formação
▶ Diagnóstica: avaliação do nível
de conhecimentos iniciais do
grupo
▶ Formativa (ou Contínua)- Diagnosticar
dificuldades de aprendizagem e
introduzir de ações corretivas e
alternativas ao processo
▶ Final (ou Sumativa)- Determinar
se os objetivos foram ou não
atingidos
▶ Após da formação: avaliação do
impacto
AVALIAÇÃO
INICIAL
Experiência
s Pré-
requisitos
Permite:
Selecionar para
a aprendizagem
(seleção)
Decidir o
ponto de
entrada
(colocação)
Orientar a
aprendizagem
(orientação)
Que objetivos da formação
os/as
formandos/as já dominam?
Que conhecimentos, habilidades
e capacidades relevantes para
a aprendizagem existem?
Dimensões
da
AVALIAÇÃO
FORMATIVA
Controlar
Informa
r
Orientar
Verificar
Corrigir
▶ A estrutura de cada unidade de
aprendizagem
(melhorar a organização do programa; alterar
a sequência de aprendizagem)
▶ O/A formando/a no grau de domínio
dos objetivos
(feedback em função do progresso do
formando; desenvolver capacidades de
autoavaliação e autonomia)
▶ O processo de ensino/aprendizagem
(prescrever alternativas de aprendizagem e as
condições necessárias para o seu
desenvolvimento)
▶ As causas dos insucessos na aprendizagem
(Causas físicas, ambientais, emocionais)
(Motivadas pelos métodos, motivadas pelos
meios)
AVALIAÇÃO
FINAL
Vertente Didática
Apurar em que medida se verificaram
mudanças ao nível do saber
(conhecimentos), saber-fazer
(aptidões) e do saber-ser (atitudes)
Se o processo de aprendizagem foi
efetivo
e se os objetivos foram alcançados
Vertente Pedagógica
Demonstrar e medir o grau de
envolvimento e de interesse dos
formandos pela atividade
formativa.
Qual o grau de satisfação da
aprendizagem
A avaliação final
permite:
Classificar os
formandos
Verificar se os Objetivos
(gerais e específicos)
foram atingidos
Medir o grau em que os
objetivos esperados
foram atingidos
Controlar
, no final da
formação, se as
competências
adquiridas
correspondem ao perfil
desejado
Certificar os
formandos
Identificar as alterações
a introduzir
Avaliação quanto ao
processo: normativa vs.
criterial
Avaliação Normativa Avaliação Criterial
Função Principal Avaliar o comportamento do formando tendo
por base o comportamento dos outros
Avaliar o comportamento do
formando tendo por base o objetivo
a ser atingido
Classificação Varia em função das classificações atribuídas
aos outros formandos
Reflete o alcance/satisfação do objetivo
Padrão É relativo ao grupo Está predefinido e é absoluto
Função Itens/Teste São construídos para permitir discriminação
em faixas distintas de classificação
São construídos para verificar o
alcance dos objetivos
Utilização do
Resultado
O resultado do teste é usado para selecionar
os formandos ou para os hierarquizar numa
lista
O resultado do teste é utilizado
para determinar a eficácia da
formação
Vantagens
Importante meio de seriação dos
indivíduos O indivíduo pode comparar a sua
aprendizagem
com a dos outros (vantajoso se for
melhor)
Não distingue “bons” e “maus” formandos
Competição consigo mesmo: o indivíduo
é confrontado com a sua própria
aprendizagem
Princípios
Orientadore
s da
Avaliação
▶ Coerência: com os
conteúdos, estratégias e
metodologias
▶ Positividade: deve dirigir-se ao que
os formandos sabem
▶ Diversidade: utilização de
diferentes
técnicas e instrumentos
▶ Informalidade: para além do
registo mais formal (avaliação
sumativa clássica) deve incluir
momentos de avaliação e
autoavaliação contínuos com o
processo de aprendizagem
▶ Globalidade: deve considerar-
se todos os momentos e
formas de avaliação: inicial,
contínua e final
A
SUBJECTIVIDA
DE na
AVALIAÇÃO:
CAUSAS
▶ Efeito da Informação Prévia O facto do formador possuir
informações acerca do formando pode influenciar a
sua avaliação (e.g.: capacidades, dedicação,
comportamento em geral, etc.)
▶ Ordem de avaliação As avaliações fazem-se por
contraste com a prova precedente (aluno “bom” seguido
de um “normal”). Há tendência para ser mais severo em
relação às últimas provas do que às primeiras
▶ Estereotipia Preconceito criado acerca do formando.
O avaliador tem tendência a avaliar sempre da
mesma forma, indiferentemente à evolução ou
retrocesso do formando
▶ Ausência de critérios comuns Não há concordância
entre o grau de exigência, verificação dos objetivos,
critério de êxito, etc.
▶ Efeito de Halo Preconceito formado acerca dos
formandos motivado pela sua apresentação,
presença física, comportamento, fluência de
linguagem, apresentação de provas escritas, etc. O
avaliador é, assim, influenciado positiva ou
negativamente
▶ Infidelidade do avaliador Nem sempre se julga da
mesma maneira A avaliação está dependente de
fatores pessoais (humor, estado de saúde, grau de
exigência, etc.)
TÉCNICAS E INSTRUMENTOS
DE AVALIAÇÃO*
*Consultar texto de apoio
Técnica Forma Instrumentos
Observação
Directa
Indirecta (vídeo)
Ficha/ Grelha de observação
Lista de verificação
Escala de classificação
Formulação
de perguntas
Avaliação oral Lista de perguntas
Avaliaçã
o
escrita
Inquéritos
Questionári
o
Inventário
Escala de atitudes
(Liker) Sociograma
Testes
De produção Produção curta
Produção longa
De selecção
Escolha múltipla
Emparelhamento
Verdadeiro ou
falso De
completar
Trabalhos
individuais
e de grupo
Avaliaçã
o
prática
Fichas de avaliação Qualitativa
Quantitativ
a
TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO
1. OBSERVAÇÃO
Permite obter dados dos domínios:
 Afetivos: interesse, participação, aptidões;
 Cognitivos: conhecimento,
compreensão, capacidade de análise;
 Psicomotores: capacidade motora,
habilidade manual.
TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO
1. OBSERVAÇÃO
Vantagens
Recolhe dados no momento em que decorrem,
sendo reais e fidedignos
Desvantagens
Necessita que o formador dispensa muito tempo
na sua execução
TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO
2. FORMULAÇÃO DE PERGUNTAS
Permite recolher essencialmente dados do
domínio cognitivo e afetivo.
As perguntas podem ser feitas através de
duas formas:
 Oralmente ou avaliação oral
 Por escrito ou avaliação escrita
TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO
AVALIAÇÃO ORAL
Elaboração prévia de listas de perguntas.
Pode ser utilizada:
Avaliação formativa – para o formador obter um
feedback da sua atuação
Avaliação sumativa - avaliando um formando de
cadavez.
TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO
AVALIAÇÃO ORAL
Vantagens
Facilita o diálogo direto formador/formando,
permitindo o
treino da expressão oral e a avaliação da comunicação
não- verbal.
Desvantagens
É um processo demorado (individual) que apresenta
alguma dificuldade em aplicar perguntas iguais a todos.
TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO
AVALIAÇÃO ESCRITA - Consiste em apresentar
ao formando questões escritas cuja resposta será
realizada por escrito.
Vantagens
- Economia de tempo
-Possibilidade de aplicação simultânea a grandes grupos
-Possibilidade de aplicação das mesmas perguntas a todos.
TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO
AVALIAÇÃO ESCRITA
Desvantagens
- Exige uma conceção cuidada e morosa
-Dá vantagem aos formandos com facilidade
de interpretação e expressão escrita
TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO
Existem dois tipos de avaliação
escrita:
1. Os Inquéritos
2. Os Testes
INQUÉRITOS
Permitem recolher essencialmente dados no
domínio afetivo.
INSTRUMENTOS
- Questionários - Têm um fim especifico, e só
servem para esse mesmo fim.
- Inventários - Pressupõem uma lista de
afirmações, em que se assinala aquelas com que
se concorda.
INQUÉRITOS
INSTRUMENTOS:
- Escalas de Atitudes - Permitem graduar a
posição do formando face a uma determinada
atitude.
- Sociogramas - Consiste na representação gráfica
das relações sociais existentes entre os elementos
de um mesmo grupo social.
TESTES
Permitem recolher dados no domínio cognitivo. São
constituídos por itens, questões ou perguntas.
Podem ser de dois tipos:
- Testes de Produção ou resposta aberta
- Testes de Seleção ou resposta fechada
TESTES DE PRODUÇÃO
Constituídos por questões colocadas aos
formandos que permitem que eles respondam
espontaneamente, dando largas à sua
imaginação e criatividade.
O grande inconveniente deste tipo de
testes é produzirem uma avaliação
subjetiva.
Limita a criatividade, mas favorece uma
maior objetividade.
TESTES DE SELECÇÃO
Quatro tipos:
1 Verdadeiro – Falso
2 - Questões de
completar 3 -
Emparelhamento
TESTES DE SELECÇÃO
VANTAGENS
Formando - A resposta é mais rápida e as
perguntas mais objetivas.
Formador - A correção é mais fácil e mais rápida e
as respostas objetivas.
Avaliação - A frequência com que vários
formadores avaliam de forma diferente é menor.
TESTES DE SELECÇÃO
DESVANTAGENS
Formando - Limitam a
criatividade.
Formador - A conceção é mais morosa,
exigindo domínio pleno da matéria tratada.
TESTES DE SELECÇÃO
1- VERDADEIRO/FALSO
Regras (o texto deve ser)
●
Claro e o mais curto possível
●
Afirmativo
●
Conter apenas uma ideia, sendo totalmente falsa
ou verdadeira
●
As instruções devem indicar claramente a forma
de
proceder
TESTES DE SELECÇÃO
2- QUESTÕES DE COMPLETAR
 O texto deve ser claro e curto;
 A frase deve ter sentido lógico;
 Os elementos omitidos e os espaços a completar devem
ser mais ou menos de extensão semelhante;
 Só se devem omitir elementos importantes;
 Não devem ser fornecidas pistas gramaticais;
 Os elementos omitidos devem situar-se preferencialmente
no final da frase;
 Só deve ser possível uma resposta.
TESTES DE SELECÇÃO
3 - EMPARELHAMENTO

As instruções devem ser claras

O texto deve ser curto e claro

Para evitar respostas ao acaso, uma das listas de um
grupo
dever conter mais um ou dois elementos
(a lista não deverá ultrapassar os sete elementos, para evitar cansaço e dispersão)

Os elementos a corresponder devem conter apenas uma
ideia, totalmente a optar ou a rejeitar.
TESTES DE SELECÇÃO
4- QUESTÕES DE ESCOLHA MÚLTIPLA
(QEM)
Regras
- Na lista de escolhas podem incluir-se opções,
tais como:
- Nenhuma das respostas
- Todas as respostas
- Conceber sempre que possível cinco escolhas
(quatro distratores e uma resposta certa), de modo a
evitar respostas ao acaso.
Regras
TESTES DE SELECÇÃO
- Pode-se prever descontos às respostas erradas
-As questões devem ser redigidas claramente e o
mais curtas possível
-Deve-se introduzir no tronco todas as palavras
necessárias, evitando repeti-las em todas as
opções
- As instruções devem ser claras
- Evitar o uso de palavras, como: sempre, nunca na
lista de escolhas
MEDIÇÃO
Pretende avaliar o domínio
psicomotor.
Avalia tarefas de execução prática, tais como:
- Tempo de execução
- Quantidade de trabalho produzido
-Respeito pelas regras pré-determinadas,
normas de execução, acabamento...
Avaliação da
Formação
Processo contínuo de
acompanhamento, procurando
clarificar os impactos da mesma
nos indivíduos e nas
organizações
PARA QUÊ?
▶ Melhorar a qualidade da
formação e dos elementos que
compõem o processo formativo
(estrutura do programa,
objetivos, conteúdos,
metodologia, atividades e
recursos, formador, etc.)
▶ Medir os resultados da
aprendizagem realizada.
Avaliação
da
qualidade
da
formação
Condições de
aprendizagem
Programação das acções
Suportes pedagógicos
Comportamento dos formandos
Competências do/a formador/a
Adequação das metodologias
aos conteúdos programáticos
Apoio da entidade formadora
1. Condições
de
aprendizagem
Diz respeito ao espaço
físico
onde decorre o processo
formativo, nomeadamente
a adequação das
instalações ao tipo de
formação a decorrer; as
condições climatéricas e
acústicas do espaço; os
serviços de apoio
(proximidade de locais de
alimentação, salas de
espera, W.C.) etc.
2. Programação das
acções
está associado ao
cronograma da ação
formativa:
calendário; horário;
duração das
sessões e respetivos
intervalos;
espaçamento temporal
entre as sessões de
formação, etc.
3. Suportes
pedagógicos
são todos os meios,
recursos e materiais
pedagógicos
necessários à dinâmica
formativa:
computadores; projetor
ou televisão; quadro;
apresentações visuais;
documentos de apoio,
materiais específicos
para o
desenvolvimento de
atividades; etc.
4.
Formandos/as
Diz respeito à
postura, interesse,
participação,
assertividade,
empatia, e
motivação
demonstrados no
decorrer da
formação, bem
como à
autoavaliação
dos conceitos
adquiridos.
5.
Formador/a
Contempla a competência
teórica, técnica e comunicativa
do/a formador/a, o
relacionamento com o grupo, a
adequação da metodologia
implementada aos conteúdos
programáticos, a capacidade de
acompanhamento nas atividades
propostas, a pontualidade, etc.
6.Entidade
formadora
está associado ao
apoio manifestado
pela instituição
promotora da
formação que se
poderá evidenciar na
programação da ação,
nos materiais e
recursos
disponibilizados, no
papel do
coordenador/a no
acompanhamento de
questões processuais
inerentes à ação
formativa, etc.
Técnicas e
instrumento
s de
recolha de
informação
Observação
directa
Entrevista
Questionário
Observação
directa
A implementação
desta técnica de
uma forma eficaz
implica a utilização
de alguns
instrumentos como
forma de registo das
observações
realizadas. Os mais
utilizados são as
fichas de
observação e as
listas de ocorrências.
Entrevist
aEsta técnica consiste na
concretização de um
conjunto de perguntas
(estruturadas,
semiestruturadas e não
estruturadas) aos
participantes no processo
formativo, permitindo
grande flexibilidade e
aprofundamento dos
tópicos a avaliar.
A aplicação deste
instrumento pressupõe, no
entanto, de algum tempo
e reveste-se de grande
subjetividade nas
respostas dadas.
Questionário
É um instrumento que
consiste num conjunto
de itens subordinados
aos vários aspetos que
compõem a formação
registados com
objetividade,
imparcialidade e
uniformidade.
Permite aos
intervenientes na
formação expressar a
sua opinião valorativa
de uma forma prática e
rápida.
Questionário
De uma forma geral os questionários
aplicados na avaliação da formação
caracterizam-se pela predominância de
questões de resposta fechada,
reservando- se um espaço para críticas,
comentários e observações.
Normalmente o preenchimento deste
instrumento é confidencial e anónimo,
no sentido de não induzir respostas.
Pelas características que o questionário
apresenta, é talvez a técnica mais
adequada ao processamento, tratamento
e interpretação dos resultados da
avaliação da formação.
Relatório de
Formação:
componentes
gerais
▶ Identificação do Curso de
Formação
▶ Objetivos
▶ Conteúdos
▶ Avaliação dos Formandos
▶ Metodologias Utilizadas
▶ Desenvolvimento da Formação
▶ Efeitos a Produzir e
Mudanças Pedagógicas
▶ Resultados alcançados
▶ Conclusão
▶ Bibliografia
Obrigada!

Avaliação da formação e das aprendizGENS

  • 1.
    Formação Pedagógica Inicialde Formadores MÓDULO 8. AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO E DAS APRENDIZAGENS Marta Guimarães
  • 2.
    OBJETIVOS/ COMPETÊNCIAS A ADQU I R I R Pretende-se quecada formando, após este módulo esteja apto a: ▶ Distinguir diferentes níveis de avaliação dos resultados de formação; ▶ Construir e aplicar instrumentos de avaliação em função dos objetivos previamente definidos, que permitam verificar e controlar os resultados da aprendizagem, a eficiência e a eficácia da formação; ▶ Identificar causas de subjetividade na avaliação; ▶ Aplicar um método sistémico e evolutivo de análise de resultados de formação; ▶ Propor medidas de regulação,
  • 3.
    O CONCEITO DE AVALIAÇÃO ▶É um processo sistemático, contínuo e integral, destinado a determinar até que ponto os objectivos educacionais foram alcançados (Fermin) ▶ É um método de colecta e de processamentos dos dados necessários à melhoria da aprendizagem e do ensino (Bloom, Hasting e Madaus) ▶ Obter e tratar informações que se vão utilizar em seguida para tomar decisões ou para modificar uma decisão já tomada (Tourner e Vasamillet)
  • 4.
     Selecionar oscandidatos (perfil de entrada)  Testar os conhecimentos e competências (à priori)  Situar os formandos (num determinado nível)  Controlar as aquisições dos vários saberes  Informar (os formandos dos seus progressos)  Classificar (os formandos, situando-os em relação aos colegas) Finalidades da avaliação
  • 5.
     Orientar, aconselharou corrigir (os formandos durante a formação)  Controlar (se as competências adquiridas pelos formandos correspondem ao perfil desejado)  Avaliar os objetivos (da formação)  Diagnosticar (os pontos fracos e fortes da formação  Recolher e processar dados (de forma a melhorar a formação) Finalidades da avaliação
  • 6.
    ≠ Avaliação da formação Avaliação na formaçãoou da aprendizagem Ocorre durante o tempo da formação Avaliação da formação e das suas implicações
  • 7.
    ESTRELA DA AVALIAÇÃO OQuê? Onde? Como? Quando? Para quem?
  • 8.
    ESTRELA DA AVALIAÇÃO 1.OQUÊ? - O programa - A metodologia - Os formadores - A entidade formadora - Os resultados (previstos e imprevistos) - A própria avaliação - Os formandos
  • 9.
    ESTRELA DA AVALIAÇÃO 2.PARA QUEM? - Para os formandos - Para os formadores - Para a instituição fornecedora da formação - Para a instituição solicitadora da formação -
  • 10.
    ESTRELA DA AVALIAÇÃO 3.ONDE? - Em sala - No posto de trabalho - Na empresa - Na envolvente social 4. COMO? Operacionalizando o procedimento avaliativo, através de técnicas e instrumentos de avaliação.
  • 11.
    ESTRELA DA AVALIAÇÃO 5.QUANDO? A resposta ao quando permite caracterizar a avaliação quanto ao momento. Três grandes momentos da avaliação: Início Durante Final da formação
  • 12.
    TIPOS DE AVALIAÇÃO CLASSIFICAÇÃOquanto ao momento Momento Inicial ou diagnóstica Continua ou formativa Final ou sumativ a
  • 13.
    TIPOS DE AVALIAÇÃO CLASSIFICAÇÃOquanto ao processo Normativa Processo Criterial
  • 14.
    MOMENTOS DE AVALIAÇÃO ▶ Antes daformação (preparação): perfil de entrada e selecionar o grupo de formandos/as ▶ Durante a formação: desenvolvimento da formação ▶ Diagnóstica: avaliação do nível de conhecimentos iniciais do grupo ▶ Formativa (ou Contínua)- Diagnosticar dificuldades de aprendizagem e introduzir de ações corretivas e alternativas ao processo ▶ Final (ou Sumativa)- Determinar se os objetivos foram ou não atingidos ▶ Após da formação: avaliação do impacto
  • 15.
    AVALIAÇÃO INICIAL Experiência s Pré- requisitos Permite: Selecionar para aaprendizagem (seleção) Decidir o ponto de entrada (colocação) Orientar a aprendizagem (orientação) Que objetivos da formação os/as formandos/as já dominam? Que conhecimentos, habilidades e capacidades relevantes para a aprendizagem existem?
  • 16.
    Dimensões da AVALIAÇÃO FORMATIVA Controlar Informa r Orientar Verificar Corrigir ▶ A estruturade cada unidade de aprendizagem (melhorar a organização do programa; alterar a sequência de aprendizagem) ▶ O/A formando/a no grau de domínio dos objetivos (feedback em função do progresso do formando; desenvolver capacidades de autoavaliação e autonomia) ▶ O processo de ensino/aprendizagem (prescrever alternativas de aprendizagem e as condições necessárias para o seu desenvolvimento) ▶ As causas dos insucessos na aprendizagem (Causas físicas, ambientais, emocionais) (Motivadas pelos métodos, motivadas pelos meios)
  • 17.
    AVALIAÇÃO FINAL Vertente Didática Apurar emque medida se verificaram mudanças ao nível do saber (conhecimentos), saber-fazer (aptidões) e do saber-ser (atitudes) Se o processo de aprendizagem foi efetivo e se os objetivos foram alcançados Vertente Pedagógica Demonstrar e medir o grau de envolvimento e de interesse dos formandos pela atividade formativa. Qual o grau de satisfação da aprendizagem
  • 18.
    A avaliação final permite: Classificaros formandos Verificar se os Objetivos (gerais e específicos) foram atingidos Medir o grau em que os objetivos esperados foram atingidos Controlar , no final da formação, se as competências adquiridas correspondem ao perfil desejado Certificar os formandos Identificar as alterações a introduzir
  • 19.
    Avaliação quanto ao processo:normativa vs. criterial Avaliação Normativa Avaliação Criterial Função Principal Avaliar o comportamento do formando tendo por base o comportamento dos outros Avaliar o comportamento do formando tendo por base o objetivo a ser atingido Classificação Varia em função das classificações atribuídas aos outros formandos Reflete o alcance/satisfação do objetivo Padrão É relativo ao grupo Está predefinido e é absoluto Função Itens/Teste São construídos para permitir discriminação em faixas distintas de classificação São construídos para verificar o alcance dos objetivos Utilização do Resultado O resultado do teste é usado para selecionar os formandos ou para os hierarquizar numa lista O resultado do teste é utilizado para determinar a eficácia da formação Vantagens Importante meio de seriação dos indivíduos O indivíduo pode comparar a sua aprendizagem com a dos outros (vantajoso se for melhor) Não distingue “bons” e “maus” formandos Competição consigo mesmo: o indivíduo é confrontado com a sua própria aprendizagem
  • 20.
    Princípios Orientadore s da Avaliação ▶ Coerência:com os conteúdos, estratégias e metodologias ▶ Positividade: deve dirigir-se ao que os formandos sabem ▶ Diversidade: utilização de diferentes técnicas e instrumentos ▶ Informalidade: para além do registo mais formal (avaliação sumativa clássica) deve incluir momentos de avaliação e autoavaliação contínuos com o processo de aprendizagem ▶ Globalidade: deve considerar- se todos os momentos e formas de avaliação: inicial, contínua e final
  • 21.
    A SUBJECTIVIDA DE na AVALIAÇÃO: CAUSAS ▶ Efeitoda Informação Prévia O facto do formador possuir informações acerca do formando pode influenciar a sua avaliação (e.g.: capacidades, dedicação, comportamento em geral, etc.) ▶ Ordem de avaliação As avaliações fazem-se por contraste com a prova precedente (aluno “bom” seguido de um “normal”). Há tendência para ser mais severo em relação às últimas provas do que às primeiras ▶ Estereotipia Preconceito criado acerca do formando. O avaliador tem tendência a avaliar sempre da mesma forma, indiferentemente à evolução ou retrocesso do formando ▶ Ausência de critérios comuns Não há concordância entre o grau de exigência, verificação dos objetivos, critério de êxito, etc. ▶ Efeito de Halo Preconceito formado acerca dos formandos motivado pela sua apresentação, presença física, comportamento, fluência de linguagem, apresentação de provas escritas, etc. O avaliador é, assim, influenciado positiva ou negativamente ▶ Infidelidade do avaliador Nem sempre se julga da mesma maneira A avaliação está dependente de fatores pessoais (humor, estado de saúde, grau de exigência, etc.)
  • 22.
    TÉCNICAS E INSTRUMENTOS DEAVALIAÇÃO* *Consultar texto de apoio Técnica Forma Instrumentos Observação Directa Indirecta (vídeo) Ficha/ Grelha de observação Lista de verificação Escala de classificação Formulação de perguntas Avaliação oral Lista de perguntas Avaliaçã o escrita Inquéritos Questionári o Inventário Escala de atitudes (Liker) Sociograma Testes De produção Produção curta Produção longa De selecção Escolha múltipla Emparelhamento Verdadeiro ou falso De completar Trabalhos individuais e de grupo Avaliaçã o prática Fichas de avaliação Qualitativa Quantitativ a
  • 23.
    TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO 1.OBSERVAÇÃO Permite obter dados dos domínios:  Afetivos: interesse, participação, aptidões;  Cognitivos: conhecimento, compreensão, capacidade de análise;  Psicomotores: capacidade motora, habilidade manual.
  • 24.
    TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO 1.OBSERVAÇÃO Vantagens Recolhe dados no momento em que decorrem, sendo reais e fidedignos Desvantagens Necessita que o formador dispensa muito tempo na sua execução
  • 25.
    TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO 2.FORMULAÇÃO DE PERGUNTAS Permite recolher essencialmente dados do domínio cognitivo e afetivo. As perguntas podem ser feitas através de duas formas:  Oralmente ou avaliação oral  Por escrito ou avaliação escrita
  • 26.
    TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃOORAL Elaboração prévia de listas de perguntas. Pode ser utilizada: Avaliação formativa – para o formador obter um feedback da sua atuação Avaliação sumativa - avaliando um formando de cadavez.
  • 27.
    TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃOORAL Vantagens Facilita o diálogo direto formador/formando, permitindo o treino da expressão oral e a avaliação da comunicação não- verbal. Desvantagens É um processo demorado (individual) que apresenta alguma dificuldade em aplicar perguntas iguais a todos.
  • 28.
    TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃOESCRITA - Consiste em apresentar ao formando questões escritas cuja resposta será realizada por escrito. Vantagens - Economia de tempo -Possibilidade de aplicação simultânea a grandes grupos -Possibilidade de aplicação das mesmas perguntas a todos.
  • 29.
    TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃOESCRITA Desvantagens - Exige uma conceção cuidada e morosa -Dá vantagem aos formandos com facilidade de interpretação e expressão escrita
  • 30.
    TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO Existemdois tipos de avaliação escrita: 1. Os Inquéritos 2. Os Testes
  • 31.
    INQUÉRITOS Permitem recolher essencialmentedados no domínio afetivo. INSTRUMENTOS - Questionários - Têm um fim especifico, e só servem para esse mesmo fim. - Inventários - Pressupõem uma lista de afirmações, em que se assinala aquelas com que se concorda.
  • 32.
    INQUÉRITOS INSTRUMENTOS: - Escalas deAtitudes - Permitem graduar a posição do formando face a uma determinada atitude. - Sociogramas - Consiste na representação gráfica das relações sociais existentes entre os elementos de um mesmo grupo social.
  • 33.
    TESTES Permitem recolher dadosno domínio cognitivo. São constituídos por itens, questões ou perguntas. Podem ser de dois tipos: - Testes de Produção ou resposta aberta - Testes de Seleção ou resposta fechada
  • 34.
    TESTES DE PRODUÇÃO Constituídospor questões colocadas aos formandos que permitem que eles respondam espontaneamente, dando largas à sua imaginação e criatividade.
  • 35.
    O grande inconvenientedeste tipo de testes é produzirem uma avaliação subjetiva.
  • 36.
    Limita a criatividade,mas favorece uma maior objetividade.
  • 37.
    TESTES DE SELECÇÃO Quatrotipos: 1 Verdadeiro – Falso 2 - Questões de completar 3 - Emparelhamento
  • 38.
    TESTES DE SELECÇÃO VANTAGENS Formando- A resposta é mais rápida e as perguntas mais objetivas. Formador - A correção é mais fácil e mais rápida e as respostas objetivas. Avaliação - A frequência com que vários formadores avaliam de forma diferente é menor.
  • 39.
    TESTES DE SELECÇÃO DESVANTAGENS Formando- Limitam a criatividade. Formador - A conceção é mais morosa, exigindo domínio pleno da matéria tratada.
  • 40.
    TESTES DE SELECÇÃO 1-VERDADEIRO/FALSO Regras (o texto deve ser) ● Claro e o mais curto possível ● Afirmativo ● Conter apenas uma ideia, sendo totalmente falsa ou verdadeira ● As instruções devem indicar claramente a forma de proceder
  • 41.
    TESTES DE SELECÇÃO 2-QUESTÕES DE COMPLETAR  O texto deve ser claro e curto;  A frase deve ter sentido lógico;  Os elementos omitidos e os espaços a completar devem ser mais ou menos de extensão semelhante;  Só se devem omitir elementos importantes;  Não devem ser fornecidas pistas gramaticais;  Os elementos omitidos devem situar-se preferencialmente no final da frase;  Só deve ser possível uma resposta.
  • 42.
    TESTES DE SELECÇÃO 3- EMPARELHAMENTO  As instruções devem ser claras  O texto deve ser curto e claro  Para evitar respostas ao acaso, uma das listas de um grupo dever conter mais um ou dois elementos (a lista não deverá ultrapassar os sete elementos, para evitar cansaço e dispersão)  Os elementos a corresponder devem conter apenas uma ideia, totalmente a optar ou a rejeitar.
  • 43.
    TESTES DE SELECÇÃO 4-QUESTÕES DE ESCOLHA MÚLTIPLA (QEM) Regras - Na lista de escolhas podem incluir-se opções, tais como: - Nenhuma das respostas - Todas as respostas
  • 44.
    - Conceber sempreque possível cinco escolhas (quatro distratores e uma resposta certa), de modo a evitar respostas ao acaso.
  • 45.
    Regras TESTES DE SELECÇÃO -Pode-se prever descontos às respostas erradas -As questões devem ser redigidas claramente e o mais curtas possível -Deve-se introduzir no tronco todas as palavras necessárias, evitando repeti-las em todas as opções - As instruções devem ser claras - Evitar o uso de palavras, como: sempre, nunca na lista de escolhas
  • 46.
    MEDIÇÃO Pretende avaliar odomínio psicomotor. Avalia tarefas de execução prática, tais como: - Tempo de execução - Quantidade de trabalho produzido -Respeito pelas regras pré-determinadas, normas de execução, acabamento...
  • 47.
    Avaliação da Formação Processo contínuode acompanhamento, procurando clarificar os impactos da mesma nos indivíduos e nas organizações PARA QUÊ? ▶ Melhorar a qualidade da formação e dos elementos que compõem o processo formativo (estrutura do programa, objetivos, conteúdos, metodologia, atividades e recursos, formador, etc.) ▶ Medir os resultados da aprendizagem realizada.
  • 48.
    Avaliação da qualidade da formação Condições de aprendizagem Programação dasacções Suportes pedagógicos Comportamento dos formandos Competências do/a formador/a Adequação das metodologias aos conteúdos programáticos Apoio da entidade formadora
  • 49.
    1. Condições de aprendizagem Diz respeitoao espaço físico onde decorre o processo formativo, nomeadamente a adequação das instalações ao tipo de formação a decorrer; as condições climatéricas e acústicas do espaço; os serviços de apoio (proximidade de locais de alimentação, salas de espera, W.C.) etc.
  • 50.
    2. Programação das acções estáassociado ao cronograma da ação formativa: calendário; horário; duração das sessões e respetivos intervalos; espaçamento temporal entre as sessões de formação, etc.
  • 51.
    3. Suportes pedagógicos são todosos meios, recursos e materiais pedagógicos necessários à dinâmica formativa: computadores; projetor ou televisão; quadro; apresentações visuais; documentos de apoio, materiais específicos para o desenvolvimento de atividades; etc.
  • 52.
    4. Formandos/as Diz respeito à postura,interesse, participação, assertividade, empatia, e motivação demonstrados no decorrer da formação, bem como à autoavaliação dos conceitos adquiridos.
  • 53.
    5. Formador/a Contempla a competência teórica,técnica e comunicativa do/a formador/a, o relacionamento com o grupo, a adequação da metodologia implementada aos conteúdos programáticos, a capacidade de acompanhamento nas atividades propostas, a pontualidade, etc.
  • 54.
    6.Entidade formadora está associado ao apoiomanifestado pela instituição promotora da formação que se poderá evidenciar na programação da ação, nos materiais e recursos disponibilizados, no papel do coordenador/a no acompanhamento de questões processuais inerentes à ação formativa, etc.
  • 55.
    Técnicas e instrumento s de recolhade informação Observação directa Entrevista Questionário
  • 56.
    Observação directa A implementação desta técnicade uma forma eficaz implica a utilização de alguns instrumentos como forma de registo das observações realizadas. Os mais utilizados são as fichas de observação e as listas de ocorrências.
  • 57.
    Entrevist aEsta técnica consistena concretização de um conjunto de perguntas (estruturadas, semiestruturadas e não estruturadas) aos participantes no processo formativo, permitindo grande flexibilidade e aprofundamento dos tópicos a avaliar. A aplicação deste instrumento pressupõe, no entanto, de algum tempo e reveste-se de grande subjetividade nas respostas dadas.
  • 58.
    Questionário É um instrumentoque consiste num conjunto de itens subordinados aos vários aspetos que compõem a formação registados com objetividade, imparcialidade e uniformidade. Permite aos intervenientes na formação expressar a sua opinião valorativa de uma forma prática e rápida.
  • 59.
    Questionário De uma formageral os questionários aplicados na avaliação da formação caracterizam-se pela predominância de questões de resposta fechada, reservando- se um espaço para críticas, comentários e observações. Normalmente o preenchimento deste instrumento é confidencial e anónimo, no sentido de não induzir respostas. Pelas características que o questionário apresenta, é talvez a técnica mais adequada ao processamento, tratamento e interpretação dos resultados da avaliação da formação.
  • 60.
    Relatório de Formação: componentes gerais ▶ Identificaçãodo Curso de Formação ▶ Objetivos ▶ Conteúdos ▶ Avaliação dos Formandos ▶ Metodologias Utilizadas ▶ Desenvolvimento da Formação ▶ Efeitos a Produzir e Mudanças Pedagógicas ▶ Resultados alcançados ▶ Conclusão ▶ Bibliografia
  • 61.