O documento descreve a teoria do absolutismo monárquico defendida por teóricos como Maquiavel, Bossuet e Bodin. Segundo eles, os reis detinham poder absoluto dado por Deus e não precisavam prestar contas. Luís XIV da França é apresentado como exemplo, governando sem limites e controlando todos os aspectos da sociedade francesa por meio de sua magnífica corte em Versalhes.