O documento analisa a demografia e a estrutura social da Europa nos séculos XVII e XVIII, destacando a transição de um modelo demográfico antigo para um novo regime que reduz a mortalidade e a natalidade. A sociedade é estratificada em ordens rigidamente hierarquizadas: clero, nobreza e terceiro estado, com o absolutismo régio consolidando o poder do rei. Em Portugal, o antigo regime apresenta características únicas, com a nobreza exercendo controle significativo sobre a defesa e políticas, refletindo um modelo de sociedade e política distinto.