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O século XVII
O século XVII 
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O século XVII 
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Luís XIV: “O Estado sou Eu!” 
Forte aparelho administrativo
O século XVII 
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Monarquia absoluta 
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Arte como elemento de propaganda: 
-Reformas nas capitais 
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O século XVII 
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O século XVII 
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• Neutralização da 
Alemanha 
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O século XVII 
Conflitos religiosos 
Católicos Protestantes 
“A reação contra o Renascimento, tal como se formulará no Concílio de Trento, de 
1545 a 1563, exigirá o aparecimento do Barroco. Roma, Espanha e os Jesuítas vão 
fazer dele uma técnica de persuasão e de emoção religiosa destinada aos fiéis e 
não aos prazeres delicados de uma elite. Agora que o Protestantismo tinha 
denunciado na Roma dos papas e dos príncipes da Igreja uma corte monstruosa, 
chamando a si todos os recursos da Cristandade para os pôr ao serviço dos seus 
luxos, de que o mais dispendioso era a arte, pretendia-se retirar todo o fundamento 
a estes pontos de acusação. Ia atribuir-se à arte o seu antigo uso: a ação sobre os 
fiéis. Devido a este esforço, o século XVII substituirá a edificação do monumento 
central do papado por uma vasta campanha de construção de igrejas, que não 
tivera precedente senão na sua expansão medieval.” 
R. Huyghe, Sentido e destino da arte
O século XVII 
Conflitos religiosos 
Católicos REFLEXOS Protestantes 
SOBRE 
A 
ARTE 
Utilizações de imagens 
religiosas (martírios e 
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Construção de inúmeras igrejas 
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O século XVIII 
Conflitos políticos A Guerra da Sucessão de Espanha
O século XVIII 
Conflitos políticos A Guerra da Sucessão de Espanha 
Filipe, duque de Anjou José Fernando da Baviera 
Apoios: 
- França 
- Baviera 
Apoios: 
- Inglaterra 
- Holanda 
- Áustria 
- Prússia 
- Portugal 
- Saboia
O século XVIII 
Conflitos políticos A Guerra da Sucessão de Espanha 
Filipe, duque de Anjou José Fernando da Baviera 
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A primeira conflagração 
mundial da Idade Moderna
O século XVIII 
Conflitos políticos 
O Tratado de 
Utreque 
(1713) 
Repartição de territórios: 
-Filipe V: Espanha e 
colónias espanholas na 
América 
- Áustria: Países Baixos 
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Espanhóis, Nápoles, 
Milão e Sardenha 
- Inglaterra: Gibraltar e 
Minorca (Espanha); 
territórios coloniais na 
América do Norte 
(França) 
Consequências: 
- A França vê terminada a sua tentativa 
de hegemonia na Europa 
-A Inglaterra vê reforçada a sua posição 
na América do Norte 
-Afirmação da Prússia (adquiriu territó-rios) 
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A Corte como instrumento de poder
A Corte como instrumento de poder 
“Ele é Deus: é preciso atender à sua 
vontade com submissão e tudo 
esperar da sua justiça e da sua 
bondade, sem impaciência.” 
A Grande Mademoiselle 
“Preferia morrer a ter de esperar dois 
ou três meses sem ver o rei.” 
Duque de Richelieu 
“O que me agrada acima de tudo é 
viver quatro horas inteiras com o rei.” 
Madame de Sévigné
A Corte como instrumento de poder 
O culto à 
majestade 
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Quem foi Luís XIV?
A Corte como instrumento de poder 
A MAGNIFICÊNCIA DA CORTE
A Corte como instrumento de poder 
“Luís XIV não só esperava que todas as 
pessoas de alta posição frequentassem 
permanentemente a corte, como 
rapidamente notava a ausência dos menos 
importantes. (...) Quem raramente ou 
nunca comparecia na corte estava certo de 
incorrer no seu desagrado. (...) 
Ninguém conhecia melhor que Luís XIV a 
arte de sobrevalorizar um favor pela 
maneira como o concedia; sabia como tirar 
o maior partido de uma palavra, um sorriso, 
até um olhar. Se se dirigia a alguém todos 
os olhos se voltavam para quem assim era 
honrado. Era um sinal de favorecimento 
que dava sempre lugar a comentários.” 
Duque de Saint-Simon, Memórias (cortesão 
em Versalhes)
A Corte como instrumento de poder 
“A vida na sociedade de corte não estava isenta de percalços. Os nobres 
colidiam entre si, lutavam por prestígio, pela posição na hirarquia da corte. Os 
escândalos, as intrigas, as disputas por favores não tinham fim. Todos 
dependiam uns dos outros e todos dependiam do rei. Quem detinha um cargo 
elevado podia perdê-lo no dia seguinte.” 
Norberto Elias, A Sociedade de Corte
A Corte como instrumento de poder 
“A vida na sociedade de corte não estava isenta de percalços. Os nobres 
colidiam entre si, lutavam por prestígio, pela posição na hirarquia da corte. Os 
escândaços, as intrigas, as disputas por favores não tinham fim. Todos 
dependiam uns dos outros e todos dependiam do rei. Quem detinha um cargo 
elevado podia perdê-lo no dia seguinte.” 
Norberto Elias, A Sociedade de Corte 
• O rei atraia à corte inúmeros 
funcionários e conselheiros da 
nobreza tradicional, seduzidos pela 
expectativa de uma mercê ou favor 
real 
• O rei permitia a existência desta 
sociedade de corte pois possibilitava 
o controlo e a disciplina da nobreza 
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cerimónias,, caçadas, jogos, 
representações teatrais, torneios, 
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A Corte como instrumento de poder 
O ritual do “acordar do rei” “Os cortesãos assíduos vão todas as 
O quarto da rainha 
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ser admitido neste cerimonial. Em 
primeiro lugar, vêm os que têm direito a 
assistir ao petit lever (despertar). Este 
privilégio, ou direito da primeira entrada, 
atrinui ao seu titular notável 
importância. Houve mesmo príncipes de 
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senhores, presentes na antecâmara, 
que não tiveram este grande direito da 
“primeira entrada”, como eu vi fazer 
muitas vezes com o príncipe de Condé 
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Spanheim, Relação do Estado da 
França, 1690
A Corte como instrumento de poder 
Grandiosidade da 
Corte 
LUÍS XIV Culto da personalidade 
de Luís XIV 
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atribuição de cargos, títulos e funções
A Corte como instrumento de poder 
Luís 
XIV 
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económica e política 
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pelos restantes países 
- Criou e apoiou diversas academias 
- Fez da corte francesa a mais prestigiada na 
época 
- Organizou o aparelho de Estado, apoiando-se 
num funcionalismo organizado (burguesia) 
- Envolveu-se em várias guerras 
- Sinais de decadência no final do reinado: 
- problemas orçamentais 
(despesas+guerras); 
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impostos e dos preços); 
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Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
- a corte 
- a igreja 
- a academia 
Palcos de 
representação do poder 
do rei
Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
A corte 
Versalhes: o palco onde o rei é a 
personagem principal e os nobres meros 
figurantes 
- Código de comportamentos e etiquetas 
- cerimónias e rituais específicos 
Culto ao rei 
- 1664: 700 habitantes 
- 1744: 10.000 habitantes
Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
A corte Versalhes: o palco onde o rei é a 
personagem principal e os nobres meros 
figurantes 
Jardins: Le Nôtre 
Fachadas: Le Vau 
Pintura e 
decoração 
interior: Le Brun 
Planta: Jules 
Hardouin-Mansart
Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
A corte Versalhes: o palco onde o rei é a 
personagem principal e os nobres meros 
figurantes 
Classicismo: 
-Regularidade 
- simetria 
-Harmonia 
Barroco: 
-Fachadas 
- jardins 
- decoração interior
Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
Festa Plaisirs de l’île (1664) 
A corte
Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
Festa Plaisirs de l’île (1664) 
Festa Plaisirs de lÎle Enchanté 
(1664) foi o nome dado a um 
festival para a comemoração do 
início das obras da construção de 
Versailles ( que se estenderam 
de 1664 a 1674), e cuja duração 
abrangeu 7 dias (de 7 a 13 maio 
de 1664), realizadas em 
Versalhes, a convite do Rei. 
A corte
Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
A corte 
“Na primeira noite, a série de espetáculos foi 
aberta por um esplêndido torneio, espécie 
de bailado onde, a par do fantástico 
cavaleiro de reluzente armadura, 
dominavam a cena figuras alegóricas num 
variado quadro. Juntamente com artistas 
profissionais atuavam os membros da corte, 
chegando mesmo a aparecer animais da 
granja real. Mas, acima de todos, brilhava o 
monarca em pessoa, desempenhando o 
papel do encantado cavaleiro Rogério.” 
Retirado de: História Universal – 
Renascimento – Guerra de Secessão 
Festa Plaisirs de l’île (1664)
Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
“Na segunda noite estreou-se “A Princesa de 
Élida”, uma comédia bailado escrita, a toda a 
pressa para esse dia, por Molière. O fundo do 
cenário representava o Grande Canal de Veneza 
(…). O parque e o canal transformaram-se, por seu 
turno, em cenário quando monstros marinhos, 
fantasmas, demónios e cavaleiros se afadigavam a 
travar a batalha final, acabando por explodir o 
palácio da feiticeira em gigantescos fogos de 
artifício de mil cores. Sem dúvida que esta festa 
ofuscava tudo o que até então se conhecera e 
concentrou os olhares da Europa inteira neste 
lugar (palco) de onde emanava um fabulosos 
esplendor.” 
Retirado de: História Universal – Renascimento – 
Guerra de Secessão 
A corte 
Festa Plaisirs de l’île (1664)
Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
Os palcos do teatro e 
da ópera 
A Sala da Ópera, em Versalhes 
Os jardins do Palácio de Versalhes 
O Palais Royal, em Paris
Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
O Palais Royal, 
em Paris 
Primeiro teatro francês de modelo italiano (espaço fechado): 
- Exterior com fachadas repetitivas, dois andares e corpo central 
- Interior: sala de espetáculo, retangular, com: 
- palco fundo e grande, 
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cenários, 
- galerias/camarotes para o público nobre 
- plateia com lugares sentados, à frente, e de pé, atrás
Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
As novas 
técnicas 
- Preocupação pelas condições acústicas (paredes em madeira) 
- complexos cenários, movimentados rapidamente nos bastidores por mecânicos 
Cenários magnificentes 
+ 
Associação música + canto + 
Representação dramática
Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
Os géneros 
representados 
Ópera (Monteverdi, 
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primeira ópera, 
Orpheu) 
Comédie-ballet 
(Molière) 
Ballet de cour (ação 
dançada, sobre um 
poema, executada 
pela corte)
Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
1º caso prático “La cérémonie turque”, em “Le Bourgeois 
Gentilhomme (1670) 
Molière Lully
Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
1º caso prático “La cérémonie turque”, em “Le Bourgeois 
Gentilhomme (1670) 
Molière Lully 
-1622-73 
- escritor, encenador, ator, 
empresário 
- deu a conhecer a sociedade da 
época, exortando ao riso 
- linguagem popular 
-1632-87 
- violinista e bailarino de 
origem italiana 
- nomeado compositor de 
música instrumental do rei e 
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compositor da música de 
câmara do rei 
- criou tragédias, bailados e 
óperas 
Comédie-ballet
Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
1º caso prático “La cérémonie turque”, em “Le Bourgeois 
Gentilhomme (1670) 
Comédie-ballet 
- Sátira social às 
pretensões de grandeza 
dos novos ricos, que 
desejam aparentar o 
que não são; grupo 
personificado pelo 
protagonista, Sr. Jordão 
- Durante a Cerimónia 
Turca, no IV Ato, o Sr. 
Jordão é feito 
Mamamuchi (um título 
digno)
Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
A igreja, palco… 
… da Igrega 
… dos reis 
… do clero 
(luta contra o 
protestantismo) 
(cujo poder absoluto 
é de origem divina) 
(tarefa: seduzir os 
crentes) 
Arte ao serviço da 
Igreja e da 
religião ?
Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
Arte ao serviço da 
Igreja e da 
religião 
“Graças à liturgia, no nevoeiro do incenso e na 
música dos órgãos, deixa de haver um mundo de 
mármore, um mundo pintado e um mundo 
humano, para haver simplesmente um conjunto 
onde os gestos das estátuas, os movimentos das 
figuras pintadas e os ritos dos celebrantes se 
orquestram numa sinfonia grandiosa. (…) 
Ao fundo do coro, uma aparição anima-se sob as luzes do altar-mor, as 
nuvens de incenso, subindo até às abóbadas, confundem-se com os 
torneados do mármore, atravessados por voos de anjos. E imaginemos, em 
vez das nossas pobres vestes, o rico colorido dos trajes teatrais de que se 
revestiam os homens daquele tempo. A Igreja Católica, que sempre soube 
provocar, excitando os sentidos, o fervor das multidões, oferecia ao cristão da 
Contra Reforma a imagem do Além que estava ao seu alcance: um 
espetáculo de ópera.” 
Germain Bazin, História da Arte
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A igreja, palco… 
… da Igrega 
… dos reis 
… do clero 
(luta contra o 
protestantismo) 
(cujo poder absoluto 
é de origem divina) 
(tarefa: seduzir os 
crentes) 
Arte ao serviço da 
Igreja e da 
religião 
-Utilização da imagem plástica e da metáfora 
literária (propaganda e doutrinação) 
- apelo à perceção sensorial imaginativa e 
afetiva dos fiéis, em detrimento das 
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Igreja como um palco de sensações 
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O Barroco é a arte da 
sedução e dos sentidos
Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
A igreja, palco de 
sensações e de 
arrebatamentos 
-Veneração às imagens 
(culto dos santos e mártires) 
- Longos sermões 
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José de Ribera, O Martírio 
de S. Bartolomeu, c. 1630 
Francisco de Zurbarán, As 
Tentações de S. Jerónimo, c. 1630 
-40
Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
José de Ribera, O Martírio 
de S. Bartolomeu, c. 1630 
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José de Ribera, O Martírio 
de S. Bartolomeu, c. 1630 
Francisco de Zurbarán, As 
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Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
A academia 
Imposição de ordem, unidade, 
harmonia e gosto pela grandeza 
da Antiguidade Clássica 
(garantir o estilo oficial) 
Classicismo 
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e Escultura de Paris 
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Os palcos: a corte, a igreja, a academia 
A academia 
Revolução Científica 
Bibliotecas 
Laboratórios 
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Método Científico
A Revolução Científica 
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Descartes elabora o método 
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Revolução Científica 
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A Revolução Científica 
Revolução Científica 
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descobre a composição do ar e da água
Religião / Ciência 
RELIGIÃO CIÊNCIA 
Reação à Reforma Protestante 
- Reforço da comunhão dos santos 
-Manutenção das práticas religiosas coletivas, 
dirigidas pelo Clero 
- músicas de Haendel e Bach 
É fortalecido o papel da religião como 
instrumento de coesão social 
Nascimento da ciência 
moderna, 
experimental e 
quantitativa
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moderna, 
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Período de transição entre as formas tradicionais de vivência religiosa e o novo 
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Arte barroca 
Barroco Função 
- fascinar pelos 
sentidos 
- veículo de uma 
mensagem ideológica 
- destino: grande público 
- objetivo: estimular as emoções 
- Movimento curvilíneo, real ou aparente 
- assimetria 
- jogo ostentatório entre luz e sombra 
- busca do infinito 
- procura do teatral e do fantástico 
Predominância 
da emoção e 
não da razão 
Oposição 
ao 
Renascimento
Questões de aula 
1. Caracteriza a atuação política de Luís XIV (página 14) 
2. Demonstra que a corte funcionou como instrumento político 
(página 8). 
3. Relaciona as cerimónias e os rituais da corte com o culto ao 
rei.(página 8). 
4. Descreve as festas na corte de Luís XIV (página 10).
Questões de consolidação 
1. Caracteriza o século XVII nos seus aspetos económicos, 
sociais, políticos e religiosos. 
2. Descreve os reflexos do absolutismo régio na arte. 
3. Em que consistiu a Guerra dos 30 anos? 
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arquitetónica. 
6. Quando foi, porque ocorreu e que países envolveu a Guerra 
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8. Descreve as consequências para a França e para os países 
envolvidos. 
9. Caracteriza a atuação de Luís XIV. 
10. Partindo do exemplo de Versalhes, descreve a vida nas 
cortes europeias deste período, integrando-a no contexto 
sociopolítico. 
11. Integra a“La cérémonie turque”, em “Le Bourgeois 
Gentilhomme” (1670) nas festividades realizadas na corte 
de Luís XIV. 
12. Demonstra que a igreja era um palco ao serviço da religião 
e da Igreja. 
13. Descreve o papel desempenhado pelas academias na vida 
cultural da época. 
14. Justifica o termo “revolução científica” aplicado ao século 
XVII.
Questões 
15. Demonstra o confronto entre religião e ciência existente no século XVII. 
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  • 1. A Cultura do Palco
  • 2. Antigo Regime Séculos XV/XVI - XVIII Absolutismo Sociedade de Ordens Economia agrícola + Capitalismo Comercial O século XVII
  • 3. O século XVII ANTIGO REGIME Sociedade de ordens Predomínio social do clero e da nobreza + Ascensão económica da burguesia (capitalismo comercial)
  • 4. O século XVII ANTIGO REGIME Sociedade de ordens Criação do “Estado moderno” Predomínio social do clero e da nobreza + Ascensão económica da burguesia (capitalismo comercial) Monarquia absoluta Luís XIV: “O Estado sou Eu!” Forte aparelho administrativo
  • 5. O século XVII ANTIGO REGIME Criação do “Estado moderno” Monarquia absoluta Luís XIV: “O Estado sou Eu!” Forte aparelho administrativo Arte como elemento de propaganda: -Reformas nas capitais - enormes palácios com sumptuosos jardins, pinturas, esculturas, espe-lhos, móveis e tapeçarias Luxuosas festas (teatro, música e dança) incremento das artes
  • 6. O século XVII Frequentes Crises agrícolas Fomes e epidemias Expansão do Capitalismo comercial + + Mercantilismo Colbert (França) Cromwell (Inglaterra) Revoltas populares
  • 7. O século XVII Conflitos religiosos Católicos Protestantes
  • 8. O século XVII Conflitos religiosos Católicos Protestantes Guerra dos 30 anos (1618 – 1648) Tratados de Vestefália (1648) • Neutralização da Alemanha • Fim do poder dos Habsburgos • Igualdade religiosa • França anexa Alsácia
  • 9. O século XVII Conflitos religiosos Católicos Protestantes “A reação contra o Renascimento, tal como se formulará no Concílio de Trento, de 1545 a 1563, exigirá o aparecimento do Barroco. Roma, Espanha e os Jesuítas vão fazer dele uma técnica de persuasão e de emoção religiosa destinada aos fiéis e não aos prazeres delicados de uma elite. Agora que o Protestantismo tinha denunciado na Roma dos papas e dos príncipes da Igreja uma corte monstruosa, chamando a si todos os recursos da Cristandade para os pôr ao serviço dos seus luxos, de que o mais dispendioso era a arte, pretendia-se retirar todo o fundamento a estes pontos de acusação. Ia atribuir-se à arte o seu antigo uso: a ação sobre os fiéis. Devido a este esforço, o século XVII substituirá a edificação do monumento central do papado por uma vasta campanha de construção de igrejas, que não tivera precedente senão na sua expansão medieval.” R. Huyghe, Sentido e destino da arte
  • 10. O século XVII Conflitos religiosos Católicos REFLEXOS Protestantes SOBRE A ARTE Utilizações de imagens religiosas (martírios e êxtases de santos) + Construção de inúmeras igrejas Proibição da idolatria -Retrato - paisagens - cenas do quotidiano
  • 11. O século XVIII Conflitos políticos A Guerra da Sucessão de Espanha
  • 12. O século XVIII Conflitos políticos A Guerra da Sucessão de Espanha Filipe, duque de Anjou José Fernando da Baviera Apoios: - França - Baviera Apoios: - Inglaterra - Holanda - Áustria - Prússia - Portugal - Saboia
  • 13. O século XVIII Conflitos políticos A Guerra da Sucessão de Espanha Filipe, duque de Anjou José Fernando da Baviera Apoios: - França - Baviera Apoios: - Inglaterra - Holanda - Áustria - Prússia - Portugal - Saboia A primeira conflagração mundial da Idade Moderna
  • 14. O século XVIII Conflitos políticos O Tratado de Utreque (1713) Repartição de territórios: -Filipe V: Espanha e colónias espanholas na América - Áustria: Países Baixos Espanhóis, Nápoles, Milão e Sardenha - Inglaterra: Gibraltar e Minorca (Espanha); territórios coloniais na América do Norte (França)
  • 15. O século XVIII O Tratado de Utreque (1713) Repartição de territórios: -Filipe V: Espanha e colónias espanholas na América - Áustria: Países Baixos Espanhóis, Nápoles, Milão e Sardenha - Inglaterra: Gibraltar e Minorca (Espanha); territórios coloniais na América do Norte (França) Consequências: - A França vê terminada a sua tentativa de hegemonia na Europa -A Inglaterra vê reforçada a sua posição na América do Norte -Afirmação da Prússia (adquiriu territó-rios) e da Sabóia (recuperou indepen-dência)
  • 16. A Corte como instrumento de poder
  • 17. A Corte como instrumento de poder “Ele é Deus: é preciso atender à sua vontade com submissão e tudo esperar da sua justiça e da sua bondade, sem impaciência.” A Grande Mademoiselle “Preferia morrer a ter de esperar dois ou três meses sem ver o rei.” Duque de Richelieu “O que me agrada acima de tudo é viver quatro horas inteiras com o rei.” Madame de Sévigné
  • 18. A Corte como instrumento de poder O culto à majestade real Quem foi Luís XIV?
  • 19. A Corte como instrumento de poder A MAGNIFICÊNCIA DA CORTE
  • 20. A Corte como instrumento de poder “Luís XIV não só esperava que todas as pessoas de alta posição frequentassem permanentemente a corte, como rapidamente notava a ausência dos menos importantes. (...) Quem raramente ou nunca comparecia na corte estava certo de incorrer no seu desagrado. (...) Ninguém conhecia melhor que Luís XIV a arte de sobrevalorizar um favor pela maneira como o concedia; sabia como tirar o maior partido de uma palavra, um sorriso, até um olhar. Se se dirigia a alguém todos os olhos se voltavam para quem assim era honrado. Era um sinal de favorecimento que dava sempre lugar a comentários.” Duque de Saint-Simon, Memórias (cortesão em Versalhes)
  • 21. A Corte como instrumento de poder “A vida na sociedade de corte não estava isenta de percalços. Os nobres colidiam entre si, lutavam por prestígio, pela posição na hirarquia da corte. Os escândalos, as intrigas, as disputas por favores não tinham fim. Todos dependiam uns dos outros e todos dependiam do rei. Quem detinha um cargo elevado podia perdê-lo no dia seguinte.” Norberto Elias, A Sociedade de Corte
  • 22. A Corte como instrumento de poder “A vida na sociedade de corte não estava isenta de percalços. Os nobres colidiam entre si, lutavam por prestígio, pela posição na hirarquia da corte. Os escândaços, as intrigas, as disputas por favores não tinham fim. Todos dependiam uns dos outros e todos dependiam do rei. Quem detinha um cargo elevado podia perdê-lo no dia seguinte.” Norberto Elias, A Sociedade de Corte • O rei atraia à corte inúmeros funcionários e conselheiros da nobreza tradicional, seduzidos pela expectativa de uma mercê ou favor real • O rei permitia a existência desta sociedade de corte pois possibilitava o controlo e a disciplina da nobreza • A nobreza distraía-se com uma vertigem de festas, bailes, cerimónias,, caçadas, jogos, representações teatrais, torneios, sessões de leitura
  • 23. A Corte como instrumento de poder O ritual do “acordar do rei” “Os cortesãos assíduos vão todas as O quarto da rainha manhãs assistir ao acrordar do rei; há, não obstante, diversos graus para se ser admitido neste cerimonial. Em primeiro lugar, vêm os que têm direito a assistir ao petit lever (despertar). Este privilégio, ou direito da primeira entrada, atrinui ao seu titular notável importância. Houve mesmo príncipes de sangue, cardeais e outros grandes senhores, presentes na antecâmara, que não tiveram este grande direito da “primeira entrada”, como eu vi fazer muitas vezes com o príncipe de Condé e semelhantes.” Spanheim, Relação do Estado da França, 1690
  • 24. A Corte como instrumento de poder Grandiosidade da Corte LUÍS XIV Culto da personalidade de Luís XIV Subordinação de todos os grupos sociais através da atribuição de cargos, títulos e funções
  • 25. A Corte como instrumento de poder Luís XIV - Colocou a França como grande potência económica e política - Fez da cultura francesa um modelo a copiar pelos restantes países - Criou e apoiou diversas academias - Fez da corte francesa a mais prestigiada na época - Organizou o aparelho de Estado, apoiando-se num funcionalismo organizado (burguesia) - Envolveu-se em várias guerras - Sinais de decadência no final do reinado: - problemas orçamentais (despesas+guerras); - descontentamento (aumento dos impostos e dos preços); - perda da hegemonia na Europa
  • 26. Os palcos: a corte, a igreja, a academia - a corte - a igreja - a academia Palcos de representação do poder do rei
  • 27. Os palcos: a corte, a igreja, a academia A corte Versalhes: o palco onde o rei é a personagem principal e os nobres meros figurantes - Código de comportamentos e etiquetas - cerimónias e rituais específicos Culto ao rei - 1664: 700 habitantes - 1744: 10.000 habitantes
  • 28. Os palcos: a corte, a igreja, a academia A corte Versalhes: o palco onde o rei é a personagem principal e os nobres meros figurantes Jardins: Le Nôtre Fachadas: Le Vau Pintura e decoração interior: Le Brun Planta: Jules Hardouin-Mansart
  • 29. Os palcos: a corte, a igreja, a academia A corte Versalhes: o palco onde o rei é a personagem principal e os nobres meros figurantes Classicismo: -Regularidade - simetria -Harmonia Barroco: -Fachadas - jardins - decoração interior
  • 30. Os palcos: a corte, a igreja, a academia Festa Plaisirs de l’île (1664) A corte
  • 31. Os palcos: a corte, a igreja, a academia Festa Plaisirs de l’île (1664) Festa Plaisirs de lÎle Enchanté (1664) foi o nome dado a um festival para a comemoração do início das obras da construção de Versailles ( que se estenderam de 1664 a 1674), e cuja duração abrangeu 7 dias (de 7 a 13 maio de 1664), realizadas em Versalhes, a convite do Rei. A corte
  • 32. Os palcos: a corte, a igreja, a academia A corte “Na primeira noite, a série de espetáculos foi aberta por um esplêndido torneio, espécie de bailado onde, a par do fantástico cavaleiro de reluzente armadura, dominavam a cena figuras alegóricas num variado quadro. Juntamente com artistas profissionais atuavam os membros da corte, chegando mesmo a aparecer animais da granja real. Mas, acima de todos, brilhava o monarca em pessoa, desempenhando o papel do encantado cavaleiro Rogério.” Retirado de: História Universal – Renascimento – Guerra de Secessão Festa Plaisirs de l’île (1664)
  • 33. Os palcos: a corte, a igreja, a academia “Na segunda noite estreou-se “A Princesa de Élida”, uma comédia bailado escrita, a toda a pressa para esse dia, por Molière. O fundo do cenário representava o Grande Canal de Veneza (…). O parque e o canal transformaram-se, por seu turno, em cenário quando monstros marinhos, fantasmas, demónios e cavaleiros se afadigavam a travar a batalha final, acabando por explodir o palácio da feiticeira em gigantescos fogos de artifício de mil cores. Sem dúvida que esta festa ofuscava tudo o que até então se conhecera e concentrou os olhares da Europa inteira neste lugar (palco) de onde emanava um fabulosos esplendor.” Retirado de: História Universal – Renascimento – Guerra de Secessão A corte Festa Plaisirs de l’île (1664)
  • 34. Os palcos: a corte, a igreja, a academia Os palcos do teatro e da ópera A Sala da Ópera, em Versalhes Os jardins do Palácio de Versalhes O Palais Royal, em Paris
  • 35. Os palcos: a corte, a igreja, a academia O Palais Royal, em Paris Primeiro teatro francês de modelo italiano (espaço fechado): - Exterior com fachadas repetitivas, dois andares e corpo central - Interior: sala de espetáculo, retangular, com: - palco fundo e grande, - bastidores com chariots (trilhos), sobre os quais se movimentam os cenários, - galerias/camarotes para o público nobre - plateia com lugares sentados, à frente, e de pé, atrás
  • 36. Os palcos: a corte, a igreja, a academia As novas técnicas - Preocupação pelas condições acústicas (paredes em madeira) - complexos cenários, movimentados rapidamente nos bastidores por mecânicos Cenários magnificentes + Associação música + canto + Representação dramática
  • 37. Os palcos: a corte, a igreja, a academia Os géneros representados Ópera (Monteverdi, em 1607, compôs a primeira ópera, Orpheu) Comédie-ballet (Molière) Ballet de cour (ação dançada, sobre um poema, executada pela corte)
  • 38. Os palcos: a corte, a igreja, a academia 1º caso prático “La cérémonie turque”, em “Le Bourgeois Gentilhomme (1670) Molière Lully
  • 39. Os palcos: a corte, a igreja, a academia 1º caso prático “La cérémonie turque”, em “Le Bourgeois Gentilhomme (1670) Molière Lully -1622-73 - escritor, encenador, ator, empresário - deu a conhecer a sociedade da época, exortando ao riso - linguagem popular -1632-87 - violinista e bailarino de origem italiana - nomeado compositor de música instrumental do rei e depois superintendente e compositor da música de câmara do rei - criou tragédias, bailados e óperas Comédie-ballet
  • 40. Os palcos: a corte, a igreja, a academia 1º caso prático “La cérémonie turque”, em “Le Bourgeois Gentilhomme (1670) Comédie-ballet - Sátira social às pretensões de grandeza dos novos ricos, que desejam aparentar o que não são; grupo personificado pelo protagonista, Sr. Jordão - Durante a Cerimónia Turca, no IV Ato, o Sr. Jordão é feito Mamamuchi (um título digno)
  • 41. Os palcos: a corte, a igreja, a academia A igreja, palco… … da Igrega … dos reis … do clero (luta contra o protestantismo) (cujo poder absoluto é de origem divina) (tarefa: seduzir os crentes) Arte ao serviço da Igreja e da religião ?
  • 42. Os palcos: a corte, a igreja, a academia Arte ao serviço da Igreja e da religião “Graças à liturgia, no nevoeiro do incenso e na música dos órgãos, deixa de haver um mundo de mármore, um mundo pintado e um mundo humano, para haver simplesmente um conjunto onde os gestos das estátuas, os movimentos das figuras pintadas e os ritos dos celebrantes se orquestram numa sinfonia grandiosa. (…) Ao fundo do coro, uma aparição anima-se sob as luzes do altar-mor, as nuvens de incenso, subindo até às abóbadas, confundem-se com os torneados do mármore, atravessados por voos de anjos. E imaginemos, em vez das nossas pobres vestes, o rico colorido dos trajes teatrais de que se revestiam os homens daquele tempo. A Igreja Católica, que sempre soube provocar, excitando os sentidos, o fervor das multidões, oferecia ao cristão da Contra Reforma a imagem do Além que estava ao seu alcance: um espetáculo de ópera.” Germain Bazin, História da Arte
  • 43. Os palcos: a corte, a igreja, a academia A igreja, palco… … da Igrega … dos reis … do clero (luta contra o protestantismo) (cujo poder absoluto é de origem divina) (tarefa: seduzir os crentes) Arte ao serviço da Igreja e da religião -Utilização da imagem plástica e da metáfora literária (propaganda e doutrinação) - apelo à perceção sensorial imaginativa e afetiva dos fiéis, em detrimento das faculdades intelectuais Igreja como um palco de sensações e de arrebatamentos O Barroco é a arte da sedução e dos sentidos
  • 44. Os palcos: a corte, a igreja, a academia A igreja, palco de sensações e de arrebatamentos -Veneração às imagens (culto dos santos e mártires) - Longos sermões - incenso - música José de Ribera, O Martírio de S. Bartolomeu, c. 1630 Francisco de Zurbarán, As Tentações de S. Jerónimo, c. 1630 -40
  • 45. Os palcos: a corte, a igreja, a academia José de Ribera, O Martírio de S. Bartolomeu, c. 1630 Francisco de Zurbarán, As Tentações de S. Jerónimo, c. 1630 -40
  • 46. Os palcos: a corte, a igreja, a academia José de Ribera, O Martírio de S. Bartolomeu, c. 1630 Francisco de Zurbarán, As Tentações de S. Jerónimo, c. 1630 -40 Sentimentos de resignação e de melancolia, magreza extrema, corpos flácidos, Rostos enrugados, cabelos e barbas revoltos
  • 47. Os palcos: a corte, a igreja, a academia A academia Imposição de ordem, unidade, harmonia e gosto pela grandeza da Antiguidade Clássica (garantir o estilo oficial) Classicismo Academia da Música Academia das Ciências Academia Real de Pintura e Escultura de Paris Academia Real da Dança
  • 48. Os palcos: a corte, a igreja, a academia A academia Revolução Científica Bibliotecas Laboratórios Observatórios Novos instrumentos Experiencialismo Método Científico
  • 49. A Revolução Científica Revolução Científica Matemática Descartes elabora o método científico e faz progredir a Matemática
  • 50. A Revolução Científica Revolução Científica Astronomia Galileu prova a teoria heliocêntrica de Copérnico
  • 51. A Revolução Científica Física Newton descobre a lei da atracção e da gravitação universal Revolução Científica
  • 52. A Revolução Científica Medicina Revolução Científica Harvey descobre a circulação do sangue
  • 53. A Revolução Científica Revolução Científica Ciências da Natureza Classificação dos conhecimentos de Zoologia, Botânica e Geologia
  • 54. A Revolução Científica Revolução Científica Química Lavoisier funda a Química Moderna e descobre a composição do ar e da água
  • 55. Religião / Ciência RELIGIÃO CIÊNCIA Reação à Reforma Protestante - Reforço da comunhão dos santos -Manutenção das práticas religiosas coletivas, dirigidas pelo Clero - músicas de Haendel e Bach É fortalecido o papel da religião como instrumento de coesão social Nascimento da ciência moderna, experimental e quantitativa
  • 56. Religião / Ciência RELIGIÃO CIÊNCIA Reação à Reforma Protestante - Reforço da comunhão dos santos -Manutenção das práticas religiosas coletivas, dirigidas pelo Clero - músicas de Haendel e Bach É fortalecido o papel da religião como instrumento de coesão social Nascimento da ciência moderna, experimental e quantitativa Período de transição entre as formas tradicionais de vivência religiosa e o novo mundo emergente de uma sociedade secularizada e pragmática, decorrente da Revolução Científica.
  • 57. Arte barroca Barroco Função - fascinar pelos sentidos - veículo de uma mensagem ideológica - destino: grande público - objetivo: estimular as emoções - Movimento curvilíneo, real ou aparente - assimetria - jogo ostentatório entre luz e sombra - busca do infinito - procura do teatral e do fantástico Predominância da emoção e não da razão Oposição ao Renascimento
  • 58. Questões de aula 1. Caracteriza a atuação política de Luís XIV (página 14) 2. Demonstra que a corte funcionou como instrumento político (página 8). 3. Relaciona as cerimónias e os rituais da corte com o culto ao rei.(página 8). 4. Descreve as festas na corte de Luís XIV (página 10).
  • 59. Questões de consolidação 1. Caracteriza o século XVII nos seus aspetos económicos, sociais, políticos e religiosos. 2. Descreve os reflexos do absolutismo régio na arte. 3. Em que consistiu a Guerra dos 30 anos? 4. Descreve as consequências das guerras religiosas na arte. 5. Justifica a relação que se pode estabelecer entre a Idade Média e o Barroco quanto à finalidade da produção arquitetónica. 6. Quando foi, porque ocorreu e que países envolveu a Guerra de Sucessão de Espanha? 7. Quais as decisões mais importantes do tratado de Utreque?
  • 60. Questões 8. Descreve as consequências para a França e para os países envolvidos. 9. Caracteriza a atuação de Luís XIV. 10. Partindo do exemplo de Versalhes, descreve a vida nas cortes europeias deste período, integrando-a no contexto sociopolítico. 11. Integra a“La cérémonie turque”, em “Le Bourgeois Gentilhomme” (1670) nas festividades realizadas na corte de Luís XIV. 12. Demonstra que a igreja era um palco ao serviço da religião e da Igreja. 13. Descreve o papel desempenhado pelas academias na vida cultural da época. 14. Justifica o termo “revolução científica” aplicado ao século XVII.
  • 61. Questões 15. Demonstra o confronto entre religião e ciência existente no século XVII. 16. Relaciona a função da arte barroca com as suas características gerais.
  • 62. FIM