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D. João V, o Absolutismo e o
    Absolutismo Joanino




        Bárbara Silveira, nº3, 11ºJ
Introdução

        D. João V foi o principal protagonista do absolutismo em
Portugal. Baseando-se no modelo do rei Luís XIV de França, governou
Portugal seguindo a monarquia absolutista. Porém, introduziu no seu
reino o seu próprio modelo: o Absolutismo Joanino, modelo esse com
características próprias de D. João V.
        O Absolutismo surgiu na Europa Ocidental nos séculos
XVI, XVII e XVIII e a sua ideia principal é a concentração de todos os
poderes numa única pessoa: o rei.
Absolutismo

        O termo Absolutismo refere-se às monarquias absolutas que
se estabeleceram na Europa Ocidental nos séculos XVI, XVII e XVIII.
Neste regime, o topo da sociedade era o rei. Era nele que se
concentravam todos os poderes, legislativo, judicial e executivo, pois o
seu poder era de origem divina e o rei era o representante de Deus na
Terra. O poder real conjugava quatro características básicas:
• Era sagrado, porque o poder foi-lhe dado por Deus e ninguém o pode
contestar;
• Era paternal, pois o rei devia proteger o seu povo e satisfazer as suas
necessidades;
• Era absoluto, pois todo o poder estava concentrado numa só pessoa,
o rei;
• Estava submetido à razão.
Absolutismo
         O rei frequentava a corte de modo a mais facilmente controlar
a Nobreza e o Clero, que estavam constantemente sob a sua vigilância.
         A sociedade estava divida em grupos sociais: o Clero (grupo
privilegiado), a Nobreza (grupo privilegiado) e o Terceiro Estado
(grupo não privilegiado). Todos estes grupos estavam também
divididos interiormente, como o Baixo e Alto Clero, a Nobreza de
Espada e Nobreza de Toga, e ainda o Terceiro Estado, que era a ordem
mais heterogénea, que abrangia membros que podiam aspirar a cargos
mais elevados e até ao enobrecimento, a burguesia, e membros que
viviam na miséria, o povo.
         Apesar do rei ter em si todos os poderes, ele tinha à sua volta
pessoas da sua confiança que o ajudavam a governar, como secretários
e conselheiros.
Absolutismo
Teóricos:
         Nicolau Maquiavel defendia que o monarca deveria utilizar
de qualquer meio – lícito ou não – para manter o controle do seu
reino. A frase que resume suas ideias é: “Os fins justificam os meios”.

          Thomas Hobbes discorreu sobre a natureza humana e a
necessidade de governos e sociedades. Dizia que o ser humano, no
estado natural, é cruel e vingativo, necessitando de um governo forte e
centralizado para manter o seu controle. A frase que resume suas
ideias é: “O homem é o lobo do homem”.
Absolutismo
Teóricos:
         Jacques Bossuet criou o argumento que o governo era
divino e os reis recebiam o seu poder de Deus. Assim, desobedecer a
autoridade real seria considerado um pecado mortal. Um dos reis que
se valeu de suas ideias foi o monarca absolutista Luís XIV.

          Jean Bodin defendia que a soberania é um poder perpétuo e
ilimitado. Sendo assim, as únicas limitações do soberano eram a lei
divina e a lei natural. Bodin usava de argumento religioso para
justificar o poder do rei, da mesma forma que Bossuet.
Absolutismo
Rei Filipe II de Espanha



        Na imagem, podemos observar alguns aspetos que nos
mostram a soberania dos reis absolutistas, como a sua altivez perante
os outros, as suas exuberantes vestes e a coroa.
Luís XIV, rei de França
          Outro aspeto, nesta imagem de Luís XIV, é a sua pose imponente e o
luxo, que pretende enaltecer a sua imagem e mostrar o seu poder.
          Luís XIV é o auge da monarquia absolutista em toda a Europa. Foi
dita por ele a célebre frase “O Estado sou eu”.
D. João V, o Magnânimo
D. João V, o Magnânimo
         D. João V foi o retrato do Absolutismo em Portugal. As
toneladas de ouro que lhe chegaram do Brasil trouxeram-lhe uma
enorme riqueza, tanto a ele como ao país. Riqueza essa nunca antes
vista em Portugal e que lhe permitiu construir o seu principal símbolo:
o Convento de Mafra.
         Nascido a 22 de outubro de 1689, em Lisboa, filho do rei Pedro
II e da rainha Maria Sofia, tinha como cognome “O Magnânimo”, em
virtude da sua generosidade. Morreu também em Lisboa, no dia 31 de
julho de 1750.
         D. João V espelhou-se, principalmente, em Luís XIV, o Rei
Sol, de França.
D. João V




Aos 15 anos, como príncipe do Brasil.
D. João V

Foi aclamado como rei após a morte do seu pai, em 1706.
D. João V

D. João V casou com a princesa D. Maria Ana da Áustria, em 1708.
D. João V
Iniciou o seu reinado com a participação na guerra da sucessão de
Espanha, pois receava que uma ligação entre França e Espanha
constituísse um perigo para Portugal.
D. João V
A pedido do Papa, as forças militares e navais portuguesas
participaram também na luta contra os Turcos, na famosa batalha do
Matapão, em 1717. Em reconhecimento pela valorosa participação
portuguesa nessa batalha, o Papa concede a D. João V o título de rei
Fidelíssimo.
D. João V
Porém, o reconhecimento de D. João V não se ficou apenas pela
Europa. Entendeu-se também ao Oriente, de onde recebeu
embaixadas enviadas pelo imperador da China e pelo Grão-Mogol.
D. João V
D. João V prossegue uma política de reforço da colonização do
Brasil, bem como a sua defesa militar e das rotas comerciais. É dessa
grande colónia portuguesa que vêm todas as toneladas de ouro que
permitem a D. João V rodear-se de uma corte luxuosa e iniciar um
plano de construções por todo o reino.
D. João V
D. João V era um amante da arte e da cultura, e por isso, foi criada
nessa altura a Real Academia de História e toda uma vasta obra
cultural como até então Portugal não conhecera.
D. João V
         “Foi o Senhor Rei D. João V príncipe a quem a graça com os
seus dotes e a natureza com os seus atributos fizeram perfeitíssimo.
(…) Foi o mais bem feito e airoso; o mais bizarro no vestir e trajar
(…). O seu juízo foi o mais sólido, no discurso o mais sublime, e
profundo (…). Soube fazer-se igualmente amado e temido (…). Foi
mais generoso que todos os reis, que o precederam (…). Ele foi o que
enobreceu Lisboa (…). Porque no seu tempo mudou Lisboa os seus
edifícios e sua grandeza, que se não vira nas outras cidades (…).
Quando viu Portugal no governo de um rei, Convento e Templo com o
de Mafra (…)? Entre os Senhores reis de Portugal foi o vigésimo
quarto, último em o número, e primeiro que todos nas altas
qualidades do seu incomparável espírito. (…)”

                                      Inácio Barbosa Machado; documento
                                      entregue a D. José I, filho de D. João V.
D. João V
D. João V mandou construir o Convento de Mafra. Essa construção é
um dos principais símbolos do seu reinado, dada a grandeza e
magnificência nunca antes vista no nosso país.
Convento de Mafra
O Convento de Mafra é um palácio e mosteiro monumental em estilo
barroco. Foi iniciado em 1717 por iniciativa de D. João V de Portugal,
em virtude de uma promessa que fizera no caso de a rainha D. Maria
Ana de Áustria lhe desse descendência.
Mais recentemente, foi classificado como Monumento Nacional em
1910, foi um dos finalistas para uma das Sete Maravilhas de Portugal a
7 de Julho de 2007.
Convento de Mafra
D. João V
Além do Convento de Mafra, D. João V mandou também construir o
Aqueduto das Águas Livres, outra construção famosa.
D. João V: o absolutismo Joanino
         Numa época em que a imagem de Luís XIV se impunha na
Europa, foi a D. João V que coube encarnar a imagem de rei absoluto
em Portugal. Era admirador de Luís XIV de França e seguiu o seu
modelo para governar Portugal.
         Quando subiu ao trono de Portugal, a 9 de dezembro de
1706, tinha apenas 17 anos. Sonhava em oferecer grandeza ao seu
reino e a si próprio. O Governo joanino correspondeu a um período de
paz e abundância para os cofres do Estado, pois coincidiu com a
exploração das recém-descobertas minas de ouro e diamantes do
Brasil, e foi este ouro que alimentou o esplendor real.
         D. João V recusava reunir as Cortes e controlava muito a
administração pública. Procurava sempre mostrar a sua superioridade
face à Nobreza.
D. João V: o absolutismo Joanino
        D. João V, como rei, sempre se mostrou uma figura luxuosa e
com etiqueta. A moda francesa estava presente em si em todos os
aspetos, nas suas vestes e nos gostos. Era sempre o centro das
atenções, dada a sua magnificência, e o centro do poder, pois em plena
época barroca, o brilho e a ostentação significavam autoridade e poder.
Conclusão
        D. João V foi a figura central no que diz respeito ao
Absolutismo em Portugal, criando até a sua própria identidade nesta
monarquia. É lembrado como o Magnânimo porque era bondoso
e, como tal, distribuía moedas ao povo, na praça principal, o que era
também um símbolo da sua grandeza. Cativou o respeito e o amor do
seu povo e, ao mesmo tempo, era temido por eles.
        É também conhecido como Rei Sol português, o que mostra as
suas semelhanças com Luís XIV.


        “Ama excessivamente a magnificência e a ostentação”
– César de Saussure em “O Portugal de D. João V visto por três
forasteiros”, referindo-se a D. João V.
Bibliografia
• “O Tempo da História” – História A – 11º Ano: documentos;
• Apontamentos das aulas.
Webgrafia
• Wikipedia;
• http://www.infopedia.pt/$d.-joao-v
• http://www.infopedia.pt/$absolutismo
•http://www.notapositiva.com/pt/trbestbs/historia/11_absolutism
o_d.htm
• http://historia-11.blogspot.pt/2008/10/o-governo-joanino-
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D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino

  • 1. D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino Bárbara Silveira, nº3, 11ºJ
  • 2. Introdução D. João V foi o principal protagonista do absolutismo em Portugal. Baseando-se no modelo do rei Luís XIV de França, governou Portugal seguindo a monarquia absolutista. Porém, introduziu no seu reino o seu próprio modelo: o Absolutismo Joanino, modelo esse com características próprias de D. João V. O Absolutismo surgiu na Europa Ocidental nos séculos XVI, XVII e XVIII e a sua ideia principal é a concentração de todos os poderes numa única pessoa: o rei.
  • 3. Absolutismo O termo Absolutismo refere-se às monarquias absolutas que se estabeleceram na Europa Ocidental nos séculos XVI, XVII e XVIII. Neste regime, o topo da sociedade era o rei. Era nele que se concentravam todos os poderes, legislativo, judicial e executivo, pois o seu poder era de origem divina e o rei era o representante de Deus na Terra. O poder real conjugava quatro características básicas: • Era sagrado, porque o poder foi-lhe dado por Deus e ninguém o pode contestar; • Era paternal, pois o rei devia proteger o seu povo e satisfazer as suas necessidades; • Era absoluto, pois todo o poder estava concentrado numa só pessoa, o rei; • Estava submetido à razão.
  • 4. Absolutismo O rei frequentava a corte de modo a mais facilmente controlar a Nobreza e o Clero, que estavam constantemente sob a sua vigilância. A sociedade estava divida em grupos sociais: o Clero (grupo privilegiado), a Nobreza (grupo privilegiado) e o Terceiro Estado (grupo não privilegiado). Todos estes grupos estavam também divididos interiormente, como o Baixo e Alto Clero, a Nobreza de Espada e Nobreza de Toga, e ainda o Terceiro Estado, que era a ordem mais heterogénea, que abrangia membros que podiam aspirar a cargos mais elevados e até ao enobrecimento, a burguesia, e membros que viviam na miséria, o povo. Apesar do rei ter em si todos os poderes, ele tinha à sua volta pessoas da sua confiança que o ajudavam a governar, como secretários e conselheiros.
  • 5. Absolutismo Teóricos: Nicolau Maquiavel defendia que o monarca deveria utilizar de qualquer meio – lícito ou não – para manter o controle do seu reino. A frase que resume suas ideias é: “Os fins justificam os meios”. Thomas Hobbes discorreu sobre a natureza humana e a necessidade de governos e sociedades. Dizia que o ser humano, no estado natural, é cruel e vingativo, necessitando de um governo forte e centralizado para manter o seu controle. A frase que resume suas ideias é: “O homem é o lobo do homem”.
  • 6. Absolutismo Teóricos: Jacques Bossuet criou o argumento que o governo era divino e os reis recebiam o seu poder de Deus. Assim, desobedecer a autoridade real seria considerado um pecado mortal. Um dos reis que se valeu de suas ideias foi o monarca absolutista Luís XIV. Jean Bodin defendia que a soberania é um poder perpétuo e ilimitado. Sendo assim, as únicas limitações do soberano eram a lei divina e a lei natural. Bodin usava de argumento religioso para justificar o poder do rei, da mesma forma que Bossuet.
  • 8. Rei Filipe II de Espanha Na imagem, podemos observar alguns aspetos que nos mostram a soberania dos reis absolutistas, como a sua altivez perante os outros, as suas exuberantes vestes e a coroa.
  • 9. Luís XIV, rei de França Outro aspeto, nesta imagem de Luís XIV, é a sua pose imponente e o luxo, que pretende enaltecer a sua imagem e mostrar o seu poder. Luís XIV é o auge da monarquia absolutista em toda a Europa. Foi dita por ele a célebre frase “O Estado sou eu”.
  • 10. D. João V, o Magnânimo
  • 11. D. João V, o Magnânimo D. João V foi o retrato do Absolutismo em Portugal. As toneladas de ouro que lhe chegaram do Brasil trouxeram-lhe uma enorme riqueza, tanto a ele como ao país. Riqueza essa nunca antes vista em Portugal e que lhe permitiu construir o seu principal símbolo: o Convento de Mafra. Nascido a 22 de outubro de 1689, em Lisboa, filho do rei Pedro II e da rainha Maria Sofia, tinha como cognome “O Magnânimo”, em virtude da sua generosidade. Morreu também em Lisboa, no dia 31 de julho de 1750. D. João V espelhou-se, principalmente, em Luís XIV, o Rei Sol, de França.
  • 12. D. João V Aos 15 anos, como príncipe do Brasil.
  • 13. D. João V Foi aclamado como rei após a morte do seu pai, em 1706.
  • 14. D. João V D. João V casou com a princesa D. Maria Ana da Áustria, em 1708.
  • 15. D. João V Iniciou o seu reinado com a participação na guerra da sucessão de Espanha, pois receava que uma ligação entre França e Espanha constituísse um perigo para Portugal.
  • 16. D. João V A pedido do Papa, as forças militares e navais portuguesas participaram também na luta contra os Turcos, na famosa batalha do Matapão, em 1717. Em reconhecimento pela valorosa participação portuguesa nessa batalha, o Papa concede a D. João V o título de rei Fidelíssimo.
  • 17. D. João V Porém, o reconhecimento de D. João V não se ficou apenas pela Europa. Entendeu-se também ao Oriente, de onde recebeu embaixadas enviadas pelo imperador da China e pelo Grão-Mogol.
  • 18. D. João V D. João V prossegue uma política de reforço da colonização do Brasil, bem como a sua defesa militar e das rotas comerciais. É dessa grande colónia portuguesa que vêm todas as toneladas de ouro que permitem a D. João V rodear-se de uma corte luxuosa e iniciar um plano de construções por todo o reino.
  • 19. D. João V D. João V era um amante da arte e da cultura, e por isso, foi criada nessa altura a Real Academia de História e toda uma vasta obra cultural como até então Portugal não conhecera.
  • 20. D. João V “Foi o Senhor Rei D. João V príncipe a quem a graça com os seus dotes e a natureza com os seus atributos fizeram perfeitíssimo. (…) Foi o mais bem feito e airoso; o mais bizarro no vestir e trajar (…). O seu juízo foi o mais sólido, no discurso o mais sublime, e profundo (…). Soube fazer-se igualmente amado e temido (…). Foi mais generoso que todos os reis, que o precederam (…). Ele foi o que enobreceu Lisboa (…). Porque no seu tempo mudou Lisboa os seus edifícios e sua grandeza, que se não vira nas outras cidades (…). Quando viu Portugal no governo de um rei, Convento e Templo com o de Mafra (…)? Entre os Senhores reis de Portugal foi o vigésimo quarto, último em o número, e primeiro que todos nas altas qualidades do seu incomparável espírito. (…)” Inácio Barbosa Machado; documento entregue a D. José I, filho de D. João V.
  • 21. D. João V D. João V mandou construir o Convento de Mafra. Essa construção é um dos principais símbolos do seu reinado, dada a grandeza e magnificência nunca antes vista no nosso país.
  • 22. Convento de Mafra O Convento de Mafra é um palácio e mosteiro monumental em estilo barroco. Foi iniciado em 1717 por iniciativa de D. João V de Portugal, em virtude de uma promessa que fizera no caso de a rainha D. Maria Ana de Áustria lhe desse descendência. Mais recentemente, foi classificado como Monumento Nacional em 1910, foi um dos finalistas para uma das Sete Maravilhas de Portugal a 7 de Julho de 2007.
  • 24. D. João V Além do Convento de Mafra, D. João V mandou também construir o Aqueduto das Águas Livres, outra construção famosa.
  • 25. D. João V: o absolutismo Joanino Numa época em que a imagem de Luís XIV se impunha na Europa, foi a D. João V que coube encarnar a imagem de rei absoluto em Portugal. Era admirador de Luís XIV de França e seguiu o seu modelo para governar Portugal. Quando subiu ao trono de Portugal, a 9 de dezembro de 1706, tinha apenas 17 anos. Sonhava em oferecer grandeza ao seu reino e a si próprio. O Governo joanino correspondeu a um período de paz e abundância para os cofres do Estado, pois coincidiu com a exploração das recém-descobertas minas de ouro e diamantes do Brasil, e foi este ouro que alimentou o esplendor real. D. João V recusava reunir as Cortes e controlava muito a administração pública. Procurava sempre mostrar a sua superioridade face à Nobreza.
  • 26. D. João V: o absolutismo Joanino D. João V, como rei, sempre se mostrou uma figura luxuosa e com etiqueta. A moda francesa estava presente em si em todos os aspetos, nas suas vestes e nos gostos. Era sempre o centro das atenções, dada a sua magnificência, e o centro do poder, pois em plena época barroca, o brilho e a ostentação significavam autoridade e poder.
  • 27. Conclusão D. João V foi a figura central no que diz respeito ao Absolutismo em Portugal, criando até a sua própria identidade nesta monarquia. É lembrado como o Magnânimo porque era bondoso e, como tal, distribuía moedas ao povo, na praça principal, o que era também um símbolo da sua grandeza. Cativou o respeito e o amor do seu povo e, ao mesmo tempo, era temido por eles. É também conhecido como Rei Sol português, o que mostra as suas semelhanças com Luís XIV. “Ama excessivamente a magnificência e a ostentação” – César de Saussure em “O Portugal de D. João V visto por três forasteiros”, referindo-se a D. João V.
  • 28. Bibliografia • “O Tempo da História” – História A – 11º Ano: documentos; • Apontamentos das aulas.
  • 29. Webgrafia • Wikipedia; • http://www.infopedia.pt/$d.-joao-v • http://www.infopedia.pt/$absolutismo •http://www.notapositiva.com/pt/trbestbs/historia/11_absolutism o_d.htm • http://historia-11.blogspot.pt/2008/10/o-governo-joanino- correspondeu-um.html
  • 30. FIM