SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 35
Baixar para ler offline
TREINAMENTO PARA
OPERADORES DE
FERMENTAÇÃO
MARCOS ABREU/FÁBIO TURRA
 Esse Trabalho tem por objetivo mostrar os
impáctos causados pelo processo de
Fermentação na Eficiência Global, suas
possíveis causas e medidas a serem tomadas.
 Como é a Fermentação Alcoólica ?
 Principais Fornecedores (matérias-primas)
 Rendimento Fermentativo
 Como Calcular o Rendimento Fermentativo
 Otimização do Rendimento Fermentativo
 Otimização dos Subprodutos
 Operações Padronizadas
 Principais Insumos
 O processo de fermentação é a forma de
“enganar” a levedura levando-a a produzir o
máximo de etanol e o mínimo de outros
produtos.
 Trata-se de formas praticas de regular a
alimentação de uma certa qualidade de
mostos, o tempo em que a célula passa em
contato com o meio, bem como de regular
outros aspectos como a temperatura e o pH
do meio.
 Caldo Clarificado
 Caldo Filtrado
 Méis
 Xarope
O mosto é formulado pela mistura destas
matérias-primas eventualmente com água
para acertar o teor de açúcar e a vazão.
 Composição da cana
A cana ideal para a fermentação tem que
ser madura, limpa e fresca.
 O rendimento é o fator que melhor caracteriza a
operação e mede a relação entre a quantidade de
álcool que se consegui produzir e quantidade de
açúcar que se colocou a disposição (que foi
fornecido) do processo.
 Ele pode ser medido em kg álcool / kg de açúcar ou
pode ser medido como uma porcentagem em
relação ao máximo que teoricamente se poderia
obter (em qualquer processo e em qualquer parte
do mundo, com a melhor tecnologia).
 RESUMINDO : MELHOR ÍNDICE PARA
AVALIAR A FERMENTAÇÃO É O RENDIMENTO
FERMENTATIVO.
 RENDIMENTO FERMENTATIVO POR
SUBPRODUTOS.
 RENDIMENTO FERMENTATIVO POR
MEDIÇÃO.
 Nas condições da maioria das usinas, diversos balanços realizados
mostraram que os principais subprodutos são:
Fermento, Glicerol, Ácidos, Açúcar não convertido. Através de
análises laboratoriais, pode-se obter os valores desses subprodutos
e calcular o Rendimento pela fórmula:
100
R= ----------------------------------------------------------
1 + 1,19 KL + 0,50 KG + 0,511 (KAC + KART)
Os Ks da fórmula acima são as produções relativas de cada
subproduto, ou seja:
KL = massa de levedura produzida / álcool produzido (g lev. seca / g
etanol)
KG = massa de glicerol produzido / álcool produzido ( g glicerol / g
etanol)
KAC = massa de ácido produzido / álcool produzido ( g ac. láctico / g
etanol )
KART = massa de açúcar residual / álcool produzido (g ART res. / g
etanol)
 Nesse cálculo de Rendimento Fermentativo, é
fundamental para que o resultado seja correto, que
os dados colhidos tanto nas análises de laboratório
quanto nas medições de processo sejam corretos,
pois 1cm de erro em medição ou 0,1 ponto de erro
em análise, causa grandes distorções no resultado.
Com todos os dados necessários, mede-se a (%) do
Rendimento com a relação entre o álcool produzido
no processo de fermentação e o álcool que
teoricamente haveria de ser produzido com o
açúcar que entrou junto com o mosto nesse
processo.
 R= Álcool Prod. na Fermentação x 100
Álcool Teórico Mosto
 O rendimento real é dado pelo Rendimento por
sub-produtos e este índice é estimado pelos Ks, os
fatores que medem a produção relativa de
levedura, glicerol, ácidos e as perdas de açúcar. De
forma simplificada os Ks medem a proporção da
perda em relação ao produto principal que é o
álcool.
Ou seja, quanto maior for o valor dos subprodutos,
menor o Rendimento Fermentativo. Quanto menor o
valor dos subprodutos maior o Rendimento
Fermentativo.
Portanto para obtermos um bom Rendimento
Fermentativo, devemos otimizar a produção de
subprodutos.
 Para otimizar a produção de Subprodutos é necessário
controlar os seguintes fatores principais:
 Matéria-prima (cana), madura, limpa e fresca;
 Mosto de boa qualidade, (limpo e com o mínimo de
contaminação);
 Controle da alimentação de mosto (contínua e intermitente
sem grandes variações de brix);
 Controle do tempo e temperatura de alimentação;
 Controle da temperatura da Fermentação;
 Controle do teor alcoólico do vinho;
 Controle da porcentagem de fermento no vinho;
 Controle da infecção bacteriana e floculação;
 Tempo de retenção do fermento no meio, após a
fermentação;
 Controle da Viabilidade celular;
 Controle da centrifugação;
 Controle do ph no tratamento do fermento;
 Operações Padronizadas.
 Não deve ser necessário haver alguma reclamação para iniciar
algum procedimento de solução, ao contrário, deve-se ter um
Plano de Ação que PREVINA os problemas.
 Para que isso seja viável é necessário conhecer com
profundidade que problemas ocorrem, procurando-se as causas,
sendo que OPERAÇÕES PRADONIZADAS devem atacar as
causas e não os efeitos.
 Exemplos de OPERAÇÕES PADRONIZADAS:
 procedimentos de manutenção e preparação dos equipamentos;
 procedimentos de assepsia de instalações;
 procedimentos de partida de equipamentos (no início da safra ou
após paradas);
 procedimentos de parada e esgotamento de equipamentos;
 procedimentos de fornecimentos à fermentação em caso de redução
de moagem;
 procedimento de retomada da fermentação;
 procedimento de alimentação da fermentação com diferentes
matérias primas;
 procedimentos de reposição de estoque de produtos químicos
(insumos);
 procedimento de combate á infecção;
 procedimento de resfriamento de dornas;
 procedimento de combate á espuma;
 procedimento de propagação de fermento.
 Ácido Sulfúrico:
-Desflocular e soltar substâncias carregadas da
parede do fermento.
-Matar bactérias.
-Matar fermentos mais fracos.
-Acertar o pH inicial da fermentação.
-Condicionar o fermento para o próximo ciclo
(descanso, desintoxicação do fermento).
- Antiespumantes: Combater as espumas causadas pelo processo
de Fermentação.
 Antibióticos e Biocidas: São produtos usados para matar ou
inibir os contaminantes da fermentação.
 Nutrientes: Hoje em dia os nutrientes (nitrogênio, fósforo e
magnésio) só são essências na partida da fermentação, embora
dependendo da composição do mosto e do teor alcoólico que se
deseja atingir, pode ser necessário adicioná-los durante a
fermentação.
 fermento para partida (ou repartidas)
. COMO O SETOR DE FERMENTAÇÃO
IRÁ CONTRIBUIR PARA AS METAS
INDUSTRIAS?
. RENDIMENTO FERMENTATIVO
.GASTOS COM INSUMOS FERMENTAÇ.
. COMO EU “FUNCIONÁRIO”
PARTICIPO DE TUDO ISSO?
. PLANOS DE AÇÃO
Ações para bloquear as causas dos
problemas.
. INSTRUÇÕES DE TRABALHO
Processo repetitivo e pouco variável
. COM AUTORIDADE E
RESPONSABILIDADE NOS RESULTADOS
OBTIDOS ATRAVEZ DO PPR
META – AUMENTAR O RENDIMENTO FERMENTATIVO PARA ........
PRINCIPAIS CAUSAS QUE PODEM IMPEDIR O ALCANCE DA META:
RENDIMENTO
FERMENTATIVO
QUANTIDADE
DE BACTÉRIAS
PRODUÇÃO EXCESSIVA
DE GLICEROL
MULTIPLICAÇÃO
DE FERMENTO
TIPO DE
FERMENTO
PERDA DE AÇÚCAR
NO VINHO BRUTO
MORTE EXCESSIVA
DE FERMENTO
(VIABILIDADE)
PERDA EXCESSIVA
DE FERMENTO
PARÂMETRO PADRÃO – VIABILIDADE DO FERMENTO MAIOR QUE .....
PRINCIPAIS CAUSAS QUE CONTRIBUEM PARA QUE A VIABILIDADE
SEJA REDUZIDA ABAIXO DE .....
VIABILIDADE
MORTE DE FERMENTO
NA FERMENTAÇÃO
MORTE DE FERMENTO
NAS PARADAS
MORTE DE FERMENTO
NO TRAT. ÁCIDO
Inibidores do Caldo
Teor de Álcool no Vinho Bruto
ART do Mosto Temperatura
Temp.
Mosto
Temp.
da Água
Tempo de “espera” para centrifugação
Nutrientes do Caldo Paradas
Excesso
de Dornas
Temperatura
pH
Teor de Álcool
Tempo sem açúcar
Fim Reservas
Internas
Teor de Álcool do Leite
Diluído
Tempo de Tratamento
Método de Adição de Ácido
Conc. Separadoras
pH Trabalho
Temp. Processo
Temp. Água
Tratamento
Temp. do
Leite
PARÂMETRO PADRÃO – PERDA DE FERMENTO – FERMENTO NAS
DORNAS: 10 A 12%
PRINCIPAIS CAUSAS QUE CONTRIBUEM PARA PERDA DE FERMENTO:
PERDA DE
FERMENTO
DESCARTES CENTRIFUGAÇÃO
RUPTURA DA CÉLULA
Fundo de Dorna
Separadoras Sujas
Floculação
Bicos
Trat. Ácido
Temp. de Processo
Tempo de Espera
Y = - 0,3521X + 92,6596 R = - 0,68**
1 2 3 4 5 6
0
1
2
3
4
5
0,40 1,46 2,52 3,57 4,63 5,69
92,8
92,4
91,9
91,5
91,0
90,5
PARÂMETRO PADRÃO – QUANT. DE BACTÉRIAS MENOR QUE 1,0 X 107
PRINCIPAIS CAUSAS QUE CONTRIBUEM PARA QUE A QUANTIDADE
DE BACTÉRIAS ULTRAPASSEM O VALOR PADRÃO:
QUANTIDADE
DE BACTÉRIA
MULTIPLICAÇÃO DAS
BACTÉRIAS
ENTRADA DE
BACTÉRIAS PELA ÁGUA
ENTRADA DE BACTÉRIAS
PELO MOSTO < 1,5 X 101
REJEIÇÃO DE
BACTÉRIAS
MORTE DE BACTÉRIAS
NO TRAT. FERMENTO
Limpeza Dornas
Temp. Fermentação
Pontos Mortos
Impurezas no Mosto
Pontos Mortos Baixa taxa de redução
bacteriana no Trat. Caldo
Limpeza Troc. Calor
Ø dos Bicos
Impurezas no Mosto
Tipo de Separadora
Concentração do Leite
Espaçamento Pratos
% Fermento no vinho Bruto
Tempo Tratamento
pH Trabalho
Floculação
Polimento dos Pratos
Dextrana no Mosto
(Viscosidade)
Bactérias
Tipo de Fermento
Qualidade da Cana
Células de levedura Bactérias
Lactobacillus
LEVEDURA LEVEDURA
FLOCULAÇÃO
ÍNDICE DE CONTAMINAÇÃO
O Índice de Contaminação Bacteriana é medido
pelo número de célula por ml, por esse número
ser estremamente alto, são utilizadas potências
para descrevar esses números.
Ex:
Quando se diz que o número de bactéria está
em 2,5 X 106
cel/ml isto significa que:
A população de bactéria existente no meio é de
2,5 X (10X10X10X10X10X10) cel/ml ou
2.500.000 cel/ml.
PARÂMETRO PADRÃO – MULTIPLICAÇÃO DO FERMENTO MENOR 10%.
PRINCIPAIS CAUSAS QUE CONTRIBUEM PARA MULTIPLICAÇÃO DO
FERMENTO:
MULTIPLICAÇÃO
DO FERMENTO
EXCESSO DE
NITROGENIO NO
MOSTO MAIOR 200 ppm
CONCENTRAÇÃO DE
ÁLCOOL NA DORNA 8,5
A 9,5%
TEMPO DE
ALIMENTAÇÃO DA
DORNA MÍN. 4h
PERDA DE FERMENTOMORTE DO FERMENTO
(VIABILIDADE) MÍN. 80%
Açúcar no Mosto
Descartes
Centrifugação
Vazão de Caldo
N˚ de Dornas Disponíveis
Pontos Mortos
Morte no Trat. Ácido
Morte na Fermentação
Morte nas Paradas
PARÂMETRO PADRÃO – ART DO VINHO BRUTO MENOR QUE 0,10%
PRINCIPAIS CAUSAS QUE CONTRIBUEM PARA SOBRA DE AÇÚCAR NA
VINHO BRUTO:
PERDA DE
AÇÚCAR NO
VINHO BRUTO
BAIXA FORÇA
FERMENTATIVA VAZAMENTOS
TEMPO DISPONÍVEL
PARA FERMENTAÇÃO
BAIXO
Concent. Fermento
na Dorna
Temperatura
Viabilidade
Nutrientes do Mosto
Inibição
Concent. De Álcool
Açúcar do Mosto
Volume de Dornas
Vazão de Mosto
PRODUÇÃO DE
GLICEROL
PARÂMETRO PADRÃO – PRODUÇÃO DE GLICEROL MENOR QUE 0,05 g/
PRINCIPAIS CAUSAS QUE CONTRIBUEM PARA A PRODUÇÃO EM
EXCESSO DE GLICEROL:
STRESS
TIPO DE FERMENTOMULTIPLICAÇÃO DO
FERMENTO
Inibidores
Tempo sem Açúcar
Tempo de Alimentação de Dornas
Tempo de Alimentação de Dornas
Morte de Fermento
Conc. Álcool na Dorna
Perda de Fermento
Tempo de espera para
centrifugação
Paradas
Tratamento Ácido
Contaminação Início de Safra
Contaminação do Mosto
Fermento do
Início de Safra
ÁGUA ÁCIDO
DORNA
ÁGUA
TROCADOR DE CALOR
VOLANTE
VINHO BRUTO
DESTILAÇÃO
VOLANTE
DE VINHO
CENTRÍFUGA
CUBA
FERMENTO
TRATADO
MOSTO
(MELLE BOINOT)
CENTRIFUGAÇÃO E TRATAMENTO FERMENTO CANALETA ÁGUA COLUNA RECUP. OBSERVAÇÃ
Ferm Ferm Álcool Rejeição PH Tempo Ferm. Álcool Ferm. Arrt Temp. Álcool Vazão
LeiteB Leite Trat. Leite Trat.     Trat. Vinho C.       Resf. Dorna   Água
(%) (%) (%) (%) Leite T (h) (%) (%) (%) (%) (ºC) (%) (m3
/h)
PADRÃO OPERACIONAL
Maior  3/8  5/8 Mínimo 2,2 0,2 Conf. Menor Conf. Menor Menor 0,5 8
  do do   a a % Ferm.   Vinho     a a
70 Leite Bruto Vinho Bruto 30% 2,8 1,0 Dornas 0,05 Cent. 0,1 30 1,0 13
                         
                         
                         
                         
                         
                         
                         
                         
                         
                         
                         
                         
                         
                         
                         
                         
                         
                         
ITENS A SEREM VERIFICADOS
Dorn
as
Ítem
Horas - M
Fer
m.
Alim.
(h)
Cent.
(h)
Cub
as
6 7 8 9
1
0
1
1
1
2
1
3
1
4
1
5
1
6
1
7
1
8
1
9
2
0
2
1
2
2
2
3
2
4
1 2 3 4 5 (h)
Iní
c.
Fi
m
Iní
c.
Fi
m
(cm)
 
Brix (%)                                                            
Temp. 
(ºC)
                                                           
 
Brix (%)                                                            
Temp. 
(ºC)
                                                           
 
Brix (%)                                                            
Temp. 
(ºC)
                                                           
 
Brix (%)                                                            
Temp. 
(ºC)
                                                           
 
Brix (%)                                                            
Temp. 
(ºC)
                                                           
 
Brix (%)                                                            
CARIOTIPAGEM METODOLOGIA
RESULTADO
LEVEDURA EXTRAÇÃO
DNA
ELETROFORESE
RESULTADOS CARIOTIPAGEM
LEVEDURAS OBSERVADASPROPORÇÃO NA AMOSTRA (%)BG-10PE-
252Outras Saccharomyces48
Mediante plaqueamento a amostra apresentou 52% de colônias normais, de
cor creme, cremosas, brilhantes, elevadas e de bordos regulares (perfis 1 a
7), juntamente com 48% de colônias rugosas, opacas e de bordos irregulares
(perfis 8 a 11). A cariotipagem revelou a presença da linhagem PE-2 (52% da
população – perfis 1 a 7), na forma de colônias normais. Observou-se também
que cerca de 29% da população estava na forma de rearranjos
cromossômicos desta linhagem (perfis 1, 3, 4 e 6). Não foi encontrada a
levedura BG-1. A destilaria havia, em 27/06, substituído o fermento por outro
oriundo da Sta. Helena/MS.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

RTC Medindo a Eficiencia da Industria
RTC  Medindo a Eficiencia da Industria RTC  Medindo a Eficiencia da Industria
RTC Medindo a Eficiencia da Industria Marcos Abreu
 
4-Treinamento Fábrica De Açúcar
4-Treinamento Fábrica De Açúcar4-Treinamento Fábrica De Açúcar
4-Treinamento Fábrica De AçúcarLeandro Cândido
 
Apostila açúcar e álcool
Apostila açúcar e álcoolApostila açúcar e álcool
Apostila açúcar e álcoolRicardo Ferreira
 
Apostila usina de acucar e sua automacao
Apostila   usina de acucar e sua automacaoApostila   usina de acucar e sua automacao
Apostila usina de acucar e sua automacaoJardel Sousa
 
Pagamento de cana por teor de sacarose
Pagamento de cana por teor de sacarose Pagamento de cana por teor de sacarose
Pagamento de cana por teor de sacarose Leandro Cândido
 
Apostila açúcar e álcool
Apostila açúcar e álcoolApostila açúcar e álcool
Apostila açúcar e álcoolRenan Atanázio
 
Modulo 02 fluxograma de fabricação do açúcar
Modulo 02 fluxograma de fabricação do açúcarModulo 02 fluxograma de fabricação do açúcar
Modulo 02 fluxograma de fabricação do açúcarconfidencial
 
Águas ETA, Caldeira e Vapor
Águas ETA, Caldeira e VaporÁguas ETA, Caldeira e Vapor
Águas ETA, Caldeira e VaporLeandro Cândido
 
O processo de fabricação de açúcar e álcool na usina
O processo de fabricação de açúcar e álcool na usinaO processo de fabricação de açúcar e álcool na usina
O processo de fabricação de açúcar e álcool na usinaCleuber Martins
 
Fermentacao em batelada
Fermentacao em bateladaFermentacao em batelada
Fermentacao em bateladathccarneiro
 
6-Treinamento Levedura Seca
6-Treinamento Levedura Seca6-Treinamento Levedura Seca
6-Treinamento Levedura SecaLeandro Cândido
 
Apostila engenharia e producao acucareira
Apostila   engenharia e producao acucareiraApostila   engenharia e producao acucareira
Apostila engenharia e producao acucareiraJardel Sousa
 
Apresentação de Simulações de Balanços de Massa e Energia realizada no SIMTEC...
Apresentação de Simulações de Balanços de Massa e Energia realizada no SIMTEC...Apresentação de Simulações de Balanços de Massa e Energia realizada no SIMTEC...
Apresentação de Simulações de Balanços de Massa e Energia realizada no SIMTEC...bpbrasil
 
104908236 apostila-desidratacao-de-frutas-e-hortalicas
104908236 apostila-desidratacao-de-frutas-e-hortalicas104908236 apostila-desidratacao-de-frutas-e-hortalicas
104908236 apostila-desidratacao-de-frutas-e-hortalicasLuciene Mendes da Silva
 

Mais procurados (20)

1-Treinamento Pcts
1-Treinamento Pcts1-Treinamento Pcts
1-Treinamento Pcts
 
Açucar e Alcool
Açucar e AlcoolAçucar e Alcool
Açucar e Alcool
 
RTC Medindo a Eficiencia da Industria
RTC  Medindo a Eficiencia da Industria RTC  Medindo a Eficiencia da Industria
RTC Medindo a Eficiencia da Industria
 
4-Treinamento Fábrica De Açúcar
4-Treinamento Fábrica De Açúcar4-Treinamento Fábrica De Açúcar
4-Treinamento Fábrica De Açúcar
 
Apostila açúcar e álcool
Apostila açúcar e álcoolApostila açúcar e álcool
Apostila açúcar e álcool
 
2-Treinamento Moenda
2-Treinamento Moenda2-Treinamento Moenda
2-Treinamento Moenda
 
Apostila usina de acucar e sua automacao
Apostila   usina de acucar e sua automacaoApostila   usina de acucar e sua automacao
Apostila usina de acucar e sua automacao
 
Pagamento de cana por teor de sacarose
Pagamento de cana por teor de sacarose Pagamento de cana por teor de sacarose
Pagamento de cana por teor de sacarose
 
Apostila açúcar e álcool
Apostila açúcar e álcoolApostila açúcar e álcool
Apostila açúcar e álcool
 
Fabricação do alcool
Fabricação do alcoolFabricação do alcool
Fabricação do alcool
 
Modulo 02 fluxograma de fabricação do açúcar
Modulo 02 fluxograma de fabricação do açúcarModulo 02 fluxograma de fabricação do açúcar
Modulo 02 fluxograma de fabricação do açúcar
 
Águas ETA, Caldeira e Vapor
Águas ETA, Caldeira e VaporÁguas ETA, Caldeira e Vapor
Águas ETA, Caldeira e Vapor
 
O processo de fabricação de açúcar e álcool na usina
O processo de fabricação de açúcar e álcool na usinaO processo de fabricação de açúcar e álcool na usina
O processo de fabricação de açúcar e álcool na usina
 
Fermentacao em batelada
Fermentacao em bateladaFermentacao em batelada
Fermentacao em batelada
 
Extração caldo
Extração caldoExtração caldo
Extração caldo
 
6-Treinamento Levedura Seca
6-Treinamento Levedura Seca6-Treinamento Levedura Seca
6-Treinamento Levedura Seca
 
Preparo da Cana-de-açúcar
Preparo da Cana-de-açúcarPreparo da Cana-de-açúcar
Preparo da Cana-de-açúcar
 
Apostila engenharia e producao acucareira
Apostila   engenharia e producao acucareiraApostila   engenharia e producao acucareira
Apostila engenharia e producao acucareira
 
Apresentação de Simulações de Balanços de Massa e Energia realizada no SIMTEC...
Apresentação de Simulações de Balanços de Massa e Energia realizada no SIMTEC...Apresentação de Simulações de Balanços de Massa e Energia realizada no SIMTEC...
Apresentação de Simulações de Balanços de Massa e Energia realizada no SIMTEC...
 
104908236 apostila-desidratacao-de-frutas-e-hortalicas
104908236 apostila-desidratacao-de-frutas-e-hortalicas104908236 apostila-desidratacao-de-frutas-e-hortalicas
104908236 apostila-desidratacao-de-frutas-e-hortalicas
 

Destaque

Plan de unidad
Plan de unidadPlan de unidad
Plan de unidadshikilinn
 
Fermentação química
Fermentação químicaFermentação química
Fermentação químicaMaria Menezes
 
7-Treinamento PreparaçãO De Reagentes
7-Treinamento PreparaçãO De Reagentes7-Treinamento PreparaçãO De Reagentes
7-Treinamento PreparaçãO De ReagentesLeandro Cândido
 
Dedini fermentec sba 2011 - concentração de vinhaça
Dedini fermentec sba 2011 - concentração de vinhaçaDedini fermentec sba 2011 - concentração de vinhaça
Dedini fermentec sba 2011 - concentração de vinhaçatabVlae
 
Necessidades de P&D na área industrial de Vinhaça
Necessidades de P&D na área industrial de VinhaçaNecessidades de P&D na área industrial de Vinhaça
Necessidades de P&D na área industrial de VinhaçaRodrigo Thiago Passos Silva
 
Processos fermentativos
Processos fermentativosProcessos fermentativos
Processos fermentativoswilso saggiori
 
Geração Biomassa
Geração BiomassaGeração Biomassa
Geração Biomassacarlosbaccan
 
Produção e Utilização dos Produtos de Cana-de-Açucar
Produção e Utilização dos Produtos de Cana-de-AçucarProdução e Utilização dos Produtos de Cana-de-Açucar
Produção e Utilização dos Produtos de Cana-de-AçucarÍtalo Arrais
 

Destaque (16)

Dornas de fermentacao
Dornas de fermentacaoDornas de fermentacao
Dornas de fermentacao
 
Biometano - Vinhaça
Biometano - VinhaçaBiometano - Vinhaça
Biometano - Vinhaça
 
Controladorfuzzy
ControladorfuzzyControladorfuzzy
Controladorfuzzy
 
Plan de unidad
Plan de unidadPlan de unidad
Plan de unidad
 
usinas
usinasusinas
usinas
 
Fermentação química
Fermentação químicaFermentação química
Fermentação química
 
7-Treinamento PreparaçãO De Reagentes
7-Treinamento PreparaçãO De Reagentes7-Treinamento PreparaçãO De Reagentes
7-Treinamento PreparaçãO De Reagentes
 
Dedini fermentec sba 2011 - concentração de vinhaça
Dedini fermentec sba 2011 - concentração de vinhaçaDedini fermentec sba 2011 - concentração de vinhaça
Dedini fermentec sba 2011 - concentração de vinhaça
 
Fermentação Descontínua
Fermentação DescontínuaFermentação Descontínua
Fermentação Descontínua
 
Como calcular a dosagem de vinhaça
Como  calcular  a dosagem  de  vinhaçaComo  calcular  a dosagem  de  vinhaça
Como calcular a dosagem de vinhaça
 
Fermentação
FermentaçãoFermentação
Fermentação
 
Necessidades de P&D na área industrial de Vinhaça
Necessidades de P&D na área industrial de VinhaçaNecessidades de P&D na área industrial de Vinhaça
Necessidades de P&D na área industrial de Vinhaça
 
Processos fermentativos
Processos fermentativosProcessos fermentativos
Processos fermentativos
 
Geração Biomassa
Geração BiomassaGeração Biomassa
Geração Biomassa
 
Produção e Utilização dos Produtos de Cana-de-Açucar
Produção e Utilização dos Produtos de Cana-de-AçucarProdução e Utilização dos Produtos de Cana-de-Açucar
Produção e Utilização dos Produtos de Cana-de-Açucar
 
Cana de açúcar!
Cana de açúcar!Cana de açúcar!
Cana de açúcar!
 

Semelhante a Treinamento Fermentador

Seminário stab 2013 industrial - 12. cromatografia líquida para medição de ...
Seminário stab 2013   industrial - 12. cromatografia líquida para medição de ...Seminário stab 2013   industrial - 12. cromatografia líquida para medição de ...
Seminário stab 2013 industrial - 12. cromatografia líquida para medição de ...STAB Setentrional
 
(Q) tecnologia alimenticia
(Q) tecnologia alimenticia(Q) tecnologia alimenticia
(Q) tecnologia alimenticiaAgnaldo silva
 
Apresentao ibraf embrapa
Apresentao ibraf embrapaApresentao ibraf embrapa
Apresentao ibraf embrapapalamaz
 
PRODUÇÃO DE ÁLCOOL DA MANDIOCA E DA CANA
PRODUÇÃO DE ÁLCOOL DA MANDIOCA E DA CANA PRODUÇÃO DE ÁLCOOL DA MANDIOCA E DA CANA
PRODUÇÃO DE ÁLCOOL DA MANDIOCA E DA CANA Lucas Wallace Sousa Alves
 
Acidez titulavel no leite como interpretar
Acidez titulavel no leite como interpretarAcidez titulavel no leite como interpretar
Acidez titulavel no leite como interpretarAndré Oliveira
 
Protease alcalina
Protease alcalinaProtease alcalina
Protease alcalinaEme Cê
 
Aocs short course bleaching quebec city 5 07 esp
Aocs short course bleaching quebec city 5 07 espAocs short course bleaching quebec city 5 07 esp
Aocs short course bleaching quebec city 5 07 espconfidencial
 
ExtraçàO Do óLeo Da Borra De Café SolúVel Com Etanol Comercial
ExtraçàO Do óLeo Da Borra De Café SolúVel Com Etanol ComercialExtraçàO Do óLeo Da Borra De Café SolúVel Com Etanol Comercial
ExtraçàO Do óLeo Da Borra De Café SolúVel Com Etanol ComercialHeloiza da Silva
 
Estudo Dos ParâMetros De ExtraçãO De LipíDios De Café Verde Com Etanol..
Estudo Dos ParâMetros De ExtraçãO De LipíDios De Café Verde Com Etanol..Estudo Dos ParâMetros De ExtraçãO De LipíDios De Café Verde Com Etanol..
Estudo Dos ParâMetros De ExtraçãO De LipíDios De Café Verde Com Etanol..Heloiza da Silva
 
Matéria prima estranha impacto no processo das usinas (1)
Matéria prima estranha impacto no processo das usinas (1)Matéria prima estranha impacto no processo das usinas (1)
Matéria prima estranha impacto no processo das usinas (1)Marcio Nascimento
 
Análise da Cerveja- Processos Industriais
Análise da Cerveja- Processos IndustriaisAnálise da Cerveja- Processos Industriais
Análise da Cerveja- Processos IndustriaisIFRS- Campus Feliz
 
curso de açucar e alcool produção de etanol.ppt
curso de açucar e alcool produção de etanol.pptcurso de açucar e alcool produção de etanol.ppt
curso de açucar e alcool produção de etanol.pptssuser2b53fe
 
curso de açucar e alcool Fermentação.ppt
curso de açucar e alcool Fermentação.pptcurso de açucar e alcool Fermentação.ppt
curso de açucar e alcool Fermentação.pptssuser2b53fe
 

Semelhante a Treinamento Fermentador (20)

Açúcar e Alcool
Açúcar e AlcoolAçúcar e Alcool
Açúcar e Alcool
 
Seminário stab 2013 industrial - 12. cromatografia líquida para medição de ...
Seminário stab 2013   industrial - 12. cromatografia líquida para medição de ...Seminário stab 2013   industrial - 12. cromatografia líquida para medição de ...
Seminário stab 2013 industrial - 12. cromatografia líquida para medição de ...
 
(Q) tecnologia alimenticia
(Q) tecnologia alimenticia(Q) tecnologia alimenticia
(Q) tecnologia alimenticia
 
Apresentao ibraf embrapa
Apresentao ibraf embrapaApresentao ibraf embrapa
Apresentao ibraf embrapa
 
PRODUÇÃO DE ÁLCOOL DA MANDIOCA E DA CANA
PRODUÇÃO DE ÁLCOOL DA MANDIOCA E DA CANA PRODUÇÃO DE ÁLCOOL DA MANDIOCA E DA CANA
PRODUÇÃO DE ÁLCOOL DA MANDIOCA E DA CANA
 
Acidez titulavel no leite como interpretar
Acidez titulavel no leite como interpretarAcidez titulavel no leite como interpretar
Acidez titulavel no leite como interpretar
 
Pasteurização (leite)
Pasteurização (leite)Pasteurização (leite)
Pasteurização (leite)
 
Vinho
VinhoVinho
Vinho
 
Protease alcalina
Protease alcalinaProtease alcalina
Protease alcalina
 
Aocs short course bleaching quebec city 5 07 esp
Aocs short course bleaching quebec city 5 07 espAocs short course bleaching quebec city 5 07 esp
Aocs short course bleaching quebec city 5 07 esp
 
ExtraçàO Do óLeo Da Borra De Café SolúVel Com Etanol Comercial
ExtraçàO Do óLeo Da Borra De Café SolúVel Com Etanol ComercialExtraçàO Do óLeo Da Borra De Café SolúVel Com Etanol Comercial
ExtraçàO Do óLeo Da Borra De Café SolúVel Com Etanol Comercial
 
Estudo Dos ParâMetros De ExtraçãO De LipíDios De Café Verde Com Etanol..
Estudo Dos ParâMetros De ExtraçãO De LipíDios De Café Verde Com Etanol..Estudo Dos ParâMetros De ExtraçãO De LipíDios De Café Verde Com Etanol..
Estudo Dos ParâMetros De ExtraçãO De LipíDios De Café Verde Com Etanol..
 
50811.ppt
50811.ppt50811.ppt
50811.ppt
 
50811.ppt
50811.ppt50811.ppt
50811.ppt
 
Matéria prima estranha impacto no processo das usinas (1)
Matéria prima estranha impacto no processo das usinas (1)Matéria prima estranha impacto no processo das usinas (1)
Matéria prima estranha impacto no processo das usinas (1)
 
Análise da Cerveja- Processos Industriais
Análise da Cerveja- Processos IndustriaisAnálise da Cerveja- Processos Industriais
Análise da Cerveja- Processos Industriais
 
curso de açucar e alcool produção de etanol.ppt
curso de açucar e alcool produção de etanol.pptcurso de açucar e alcool produção de etanol.ppt
curso de açucar e alcool produção de etanol.ppt
 
curso de açucar e alcool Fermentação.ppt
curso de açucar e alcool Fermentação.pptcurso de açucar e alcool Fermentação.ppt
curso de açucar e alcool Fermentação.ppt
 
IntroduçãO
IntroduçãOIntroduçãO
IntroduçãO
 
TRABALHO CÉLIA TOMATE.pptx
TRABALHO CÉLIA TOMATE.pptxTRABALHO CÉLIA TOMATE.pptx
TRABALHO CÉLIA TOMATE.pptx
 

Mais de Marcos Abreu

Relatório TUV NANO
Relatório TUV NANORelatório TUV NANO
Relatório TUV NANOMarcos Abreu
 
Apresentacao nano.docx 2
Apresentacao nano.docx 2Apresentacao nano.docx 2
Apresentacao nano.docx 2Marcos Abreu
 
Perguntas e Respostas - nine® Protection Motor Renew
Perguntas e Respostas - nine® Protection Motor RenewPerguntas e Respostas - nine® Protection Motor Renew
Perguntas e Respostas - nine® Protection Motor RenewMarcos Abreu
 
Prova Cientifica e Cases - nine® Protection Motor Renew
Prova Cientifica e Cases - nine® Protection Motor RenewProva Cientifica e Cases - nine® Protection Motor Renew
Prova Cientifica e Cases - nine® Protection Motor RenewMarcos Abreu
 
O que é - nine® protection motor renew .ppt
O que é - nine® protection motor renew .pptO que é - nine® protection motor renew .ppt
O que é - nine® protection motor renew .pptMarcos Abreu
 
Ensaios Técnicos 1 - nine® Protection Motor Renew
Ensaios Técnicos 1 - nine® Protection Motor Renew Ensaios Técnicos 1 - nine® Protection Motor Renew
Ensaios Técnicos 1 - nine® Protection Motor Renew Marcos Abreu
 
COMPROVANDO A EFICACIA - nine® Protection Motor Renew
COMPROVANDO A  EFICACIA - nine® Protection Motor Renew COMPROVANDO A  EFICACIA - nine® Protection Motor Renew
COMPROVANDO A EFICACIA - nine® Protection Motor Renew Marcos Abreu
 
Método e Analise de Solução de Problemas
Método e Analise de Solução de Problemas Método e Analise de Solução de Problemas
Método e Analise de Solução de Problemas Marcos Abreu
 
Gestão pela Excelência em Resultados
Gestão pela Excelência em ResultadosGestão pela Excelência em Resultados
Gestão pela Excelência em ResultadosMarcos Abreu
 
GESTAO de Excelencia na LUBRIFICACAO
GESTAO de Excelencia na LUBRIFICACAOGESTAO de Excelencia na LUBRIFICACAO
GESTAO de Excelencia na LUBRIFICACAOMarcos Abreu
 
Gestão pela Excelência em Resultados
Gestão pela Excelência em Resultados Gestão pela Excelência em Resultados
Gestão pela Excelência em Resultados Marcos Abreu
 
GESTÃO de Excelência na LUBRIFICAÇÃO
GESTÃO de Excelência na  LUBRIFICAÇÃO                GESTÃO de Excelência na  LUBRIFICAÇÃO
GESTÃO de Excelência na LUBRIFICAÇÃO Marcos Abreu
 
Procedimento Tratamento de Anomalias
Procedimento Tratamento de AnomaliasProcedimento Tratamento de Anomalias
Procedimento Tratamento de AnomaliasMarcos Abreu
 
Procedimento de Treinamento e Qualificação
Procedimento de Treinamento e QualificaçãoProcedimento de Treinamento e Qualificação
Procedimento de Treinamento e QualificaçãoMarcos Abreu
 
Procedimento de Controle de Documentos
Procedimento de Controle de DocumentosProcedimento de Controle de Documentos
Procedimento de Controle de DocumentosMarcos Abreu
 
Procedimento de Elaboracao de Documentos
Procedimento de Elaboracao de DocumentosProcedimento de Elaboracao de Documentos
Procedimento de Elaboracao de DocumentosMarcos Abreu
 
Consumo Diesel Transporte
Consumo Diesel Transporte Consumo Diesel Transporte
Consumo Diesel Transporte Marcos Abreu
 
Planta de Biodigestao da Palha da Cana
Planta de Biodigestao da Palha da CanaPlanta de Biodigestao da Palha da Cana
Planta de Biodigestao da Palha da CanaMarcos Abreu
 
Cuidados Operacionais e Manutenção Sistema Moagem
Cuidados Operacionais e Manutenção  Sistema MoagemCuidados Operacionais e Manutenção  Sistema Moagem
Cuidados Operacionais e Manutenção Sistema MoagemMarcos Abreu
 

Mais de Marcos Abreu (20)

Relatório TUV NANO
Relatório TUV NANORelatório TUV NANO
Relatório TUV NANO
 
Apresentacao nano.docx 2
Apresentacao nano.docx 2Apresentacao nano.docx 2
Apresentacao nano.docx 2
 
Perguntas e Respostas - nine® Protection Motor Renew
Perguntas e Respostas - nine® Protection Motor RenewPerguntas e Respostas - nine® Protection Motor Renew
Perguntas e Respostas - nine® Protection Motor Renew
 
Prova Cientifica e Cases - nine® Protection Motor Renew
Prova Cientifica e Cases - nine® Protection Motor RenewProva Cientifica e Cases - nine® Protection Motor Renew
Prova Cientifica e Cases - nine® Protection Motor Renew
 
O que é - nine® protection motor renew .ppt
O que é - nine® protection motor renew .pptO que é - nine® protection motor renew .ppt
O que é - nine® protection motor renew .ppt
 
Ensaios Técnicos 1 - nine® Protection Motor Renew
Ensaios Técnicos 1 - nine® Protection Motor Renew Ensaios Técnicos 1 - nine® Protection Motor Renew
Ensaios Técnicos 1 - nine® Protection Motor Renew
 
COMPROVANDO A EFICACIA - nine® Protection Motor Renew
COMPROVANDO A  EFICACIA - nine® Protection Motor Renew COMPROVANDO A  EFICACIA - nine® Protection Motor Renew
COMPROVANDO A EFICACIA - nine® Protection Motor Renew
 
Método e Analise de Solução de Problemas
Método e Analise de Solução de Problemas Método e Analise de Solução de Problemas
Método e Analise de Solução de Problemas
 
Gestão pela Excelência em Resultados
Gestão pela Excelência em ResultadosGestão pela Excelência em Resultados
Gestão pela Excelência em Resultados
 
GESTAO de Excelencia na LUBRIFICACAO
GESTAO de Excelencia na LUBRIFICACAOGESTAO de Excelencia na LUBRIFICACAO
GESTAO de Excelencia na LUBRIFICACAO
 
Gestão pela Excelência em Resultados
Gestão pela Excelência em Resultados Gestão pela Excelência em Resultados
Gestão pela Excelência em Resultados
 
A águia
A águia A águia
A águia
 
GESTÃO de Excelência na LUBRIFICAÇÃO
GESTÃO de Excelência na  LUBRIFICAÇÃO                GESTÃO de Excelência na  LUBRIFICAÇÃO
GESTÃO de Excelência na LUBRIFICAÇÃO
 
Procedimento Tratamento de Anomalias
Procedimento Tratamento de AnomaliasProcedimento Tratamento de Anomalias
Procedimento Tratamento de Anomalias
 
Procedimento de Treinamento e Qualificação
Procedimento de Treinamento e QualificaçãoProcedimento de Treinamento e Qualificação
Procedimento de Treinamento e Qualificação
 
Procedimento de Controle de Documentos
Procedimento de Controle de DocumentosProcedimento de Controle de Documentos
Procedimento de Controle de Documentos
 
Procedimento de Elaboracao de Documentos
Procedimento de Elaboracao de DocumentosProcedimento de Elaboracao de Documentos
Procedimento de Elaboracao de Documentos
 
Consumo Diesel Transporte
Consumo Diesel Transporte Consumo Diesel Transporte
Consumo Diesel Transporte
 
Planta de Biodigestao da Palha da Cana
Planta de Biodigestao da Palha da CanaPlanta de Biodigestao da Palha da Cana
Planta de Biodigestao da Palha da Cana
 
Cuidados Operacionais e Manutenção Sistema Moagem
Cuidados Operacionais e Manutenção  Sistema MoagemCuidados Operacionais e Manutenção  Sistema Moagem
Cuidados Operacionais e Manutenção Sistema Moagem
 

Último

FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO. matéria de fisiologia animal
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO. matéria de fisiologia animalFISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO. matéria de fisiologia animal
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO. matéria de fisiologia animalPauloHenrique154965
 
Resistencias dos materiais I - Tensao.pptx
Resistencias dos materiais I - Tensao.pptxResistencias dos materiais I - Tensao.pptx
Resistencias dos materiais I - Tensao.pptxjuliocameloUFC
 
LEAN SIX SIGMA - Garantia da qualidade e segurança
LEAN SIX SIGMA - Garantia da qualidade e segurançaLEAN SIX SIGMA - Garantia da qualidade e segurança
LEAN SIX SIGMA - Garantia da qualidade e segurançaGuilhermeLucio9
 
Tecnólogo em Mecatrônica - Universidade Anhanguera
Tecnólogo em Mecatrônica - Universidade AnhangueraTecnólogo em Mecatrônica - Universidade Anhanguera
Tecnólogo em Mecatrônica - Universidade AnhangueraGuilhermeLucio9
 
Aulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdf
Aulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdfAulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdf
Aulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdfMateusSerraRodrigues1
 
Estatística aplicada à experimentação animal
Estatística aplicada à experimentação animalEstatística aplicada à experimentação animal
Estatística aplicada à experimentação animalleandroladesenvolvim
 
Eletricista instalador - Senai Almirante Tamandaré
Eletricista instalador - Senai Almirante TamandaréEletricista instalador - Senai Almirante Tamandaré
Eletricista instalador - Senai Almirante TamandaréGuilhermeLucio9
 
MODELO LAUDO AVALIAÇÃO MÁQUINAS EQUIPAM
MODELO LAUDO AVALIAÇÃO MÁQUINAS  EQUIPAMMODELO LAUDO AVALIAÇÃO MÁQUINAS  EQUIPAM
MODELO LAUDO AVALIAÇÃO MÁQUINAS EQUIPAMCassio Rodrigo
 
PLANO DE EMERGÊNCIA E COMBATE A INCENDIO.pdf
PLANO DE EMERGÊNCIA E COMBATE A INCENDIO.pdfPLANO DE EMERGÊNCIA E COMBATE A INCENDIO.pdf
PLANO DE EMERGÊNCIA E COMBATE A INCENDIO.pdfAroldoMenezes1
 

Último (9)

FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO. matéria de fisiologia animal
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO. matéria de fisiologia animalFISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO. matéria de fisiologia animal
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO. matéria de fisiologia animal
 
Resistencias dos materiais I - Tensao.pptx
Resistencias dos materiais I - Tensao.pptxResistencias dos materiais I - Tensao.pptx
Resistencias dos materiais I - Tensao.pptx
 
LEAN SIX SIGMA - Garantia da qualidade e segurança
LEAN SIX SIGMA - Garantia da qualidade e segurançaLEAN SIX SIGMA - Garantia da qualidade e segurança
LEAN SIX SIGMA - Garantia da qualidade e segurança
 
Tecnólogo em Mecatrônica - Universidade Anhanguera
Tecnólogo em Mecatrônica - Universidade AnhangueraTecnólogo em Mecatrônica - Universidade Anhanguera
Tecnólogo em Mecatrônica - Universidade Anhanguera
 
Aulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdf
Aulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdfAulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdf
Aulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdf
 
Estatística aplicada à experimentação animal
Estatística aplicada à experimentação animalEstatística aplicada à experimentação animal
Estatística aplicada à experimentação animal
 
Eletricista instalador - Senai Almirante Tamandaré
Eletricista instalador - Senai Almirante TamandaréEletricista instalador - Senai Almirante Tamandaré
Eletricista instalador - Senai Almirante Tamandaré
 
MODELO LAUDO AVALIAÇÃO MÁQUINAS EQUIPAM
MODELO LAUDO AVALIAÇÃO MÁQUINAS  EQUIPAMMODELO LAUDO AVALIAÇÃO MÁQUINAS  EQUIPAM
MODELO LAUDO AVALIAÇÃO MÁQUINAS EQUIPAM
 
PLANO DE EMERGÊNCIA E COMBATE A INCENDIO.pdf
PLANO DE EMERGÊNCIA E COMBATE A INCENDIO.pdfPLANO DE EMERGÊNCIA E COMBATE A INCENDIO.pdf
PLANO DE EMERGÊNCIA E COMBATE A INCENDIO.pdf
 

Treinamento Fermentador

  • 2.  Esse Trabalho tem por objetivo mostrar os impáctos causados pelo processo de Fermentação na Eficiência Global, suas possíveis causas e medidas a serem tomadas.
  • 3.  Como é a Fermentação Alcoólica ?  Principais Fornecedores (matérias-primas)  Rendimento Fermentativo  Como Calcular o Rendimento Fermentativo  Otimização do Rendimento Fermentativo  Otimização dos Subprodutos  Operações Padronizadas  Principais Insumos
  • 4.  O processo de fermentação é a forma de “enganar” a levedura levando-a a produzir o máximo de etanol e o mínimo de outros produtos.  Trata-se de formas praticas de regular a alimentação de uma certa qualidade de mostos, o tempo em que a célula passa em contato com o meio, bem como de regular outros aspectos como a temperatura e o pH do meio.
  • 5.  Caldo Clarificado  Caldo Filtrado  Méis  Xarope O mosto é formulado pela mistura destas matérias-primas eventualmente com água para acertar o teor de açúcar e a vazão.  Composição da cana A cana ideal para a fermentação tem que ser madura, limpa e fresca.
  • 6.  O rendimento é o fator que melhor caracteriza a operação e mede a relação entre a quantidade de álcool que se consegui produzir e quantidade de açúcar que se colocou a disposição (que foi fornecido) do processo.  Ele pode ser medido em kg álcool / kg de açúcar ou pode ser medido como uma porcentagem em relação ao máximo que teoricamente se poderia obter (em qualquer processo e em qualquer parte do mundo, com a melhor tecnologia).  RESUMINDO : MELHOR ÍNDICE PARA AVALIAR A FERMENTAÇÃO É O RENDIMENTO FERMENTATIVO.
  • 7.  RENDIMENTO FERMENTATIVO POR SUBPRODUTOS.  RENDIMENTO FERMENTATIVO POR MEDIÇÃO.
  • 8.  Nas condições da maioria das usinas, diversos balanços realizados mostraram que os principais subprodutos são: Fermento, Glicerol, Ácidos, Açúcar não convertido. Através de análises laboratoriais, pode-se obter os valores desses subprodutos e calcular o Rendimento pela fórmula: 100 R= ---------------------------------------------------------- 1 + 1,19 KL + 0,50 KG + 0,511 (KAC + KART) Os Ks da fórmula acima são as produções relativas de cada subproduto, ou seja: KL = massa de levedura produzida / álcool produzido (g lev. seca / g etanol) KG = massa de glicerol produzido / álcool produzido ( g glicerol / g etanol) KAC = massa de ácido produzido / álcool produzido ( g ac. láctico / g etanol ) KART = massa de açúcar residual / álcool produzido (g ART res. / g etanol)
  • 9.  Nesse cálculo de Rendimento Fermentativo, é fundamental para que o resultado seja correto, que os dados colhidos tanto nas análises de laboratório quanto nas medições de processo sejam corretos, pois 1cm de erro em medição ou 0,1 ponto de erro em análise, causa grandes distorções no resultado. Com todos os dados necessários, mede-se a (%) do Rendimento com a relação entre o álcool produzido no processo de fermentação e o álcool que teoricamente haveria de ser produzido com o açúcar que entrou junto com o mosto nesse processo.  R= Álcool Prod. na Fermentação x 100 Álcool Teórico Mosto
  • 10.  O rendimento real é dado pelo Rendimento por sub-produtos e este índice é estimado pelos Ks, os fatores que medem a produção relativa de levedura, glicerol, ácidos e as perdas de açúcar. De forma simplificada os Ks medem a proporção da perda em relação ao produto principal que é o álcool. Ou seja, quanto maior for o valor dos subprodutos, menor o Rendimento Fermentativo. Quanto menor o valor dos subprodutos maior o Rendimento Fermentativo. Portanto para obtermos um bom Rendimento Fermentativo, devemos otimizar a produção de subprodutos.
  • 11.  Para otimizar a produção de Subprodutos é necessário controlar os seguintes fatores principais:  Matéria-prima (cana), madura, limpa e fresca;  Mosto de boa qualidade, (limpo e com o mínimo de contaminação);  Controle da alimentação de mosto (contínua e intermitente sem grandes variações de brix);  Controle do tempo e temperatura de alimentação;  Controle da temperatura da Fermentação;  Controle do teor alcoólico do vinho;  Controle da porcentagem de fermento no vinho;  Controle da infecção bacteriana e floculação;  Tempo de retenção do fermento no meio, após a fermentação;  Controle da Viabilidade celular;  Controle da centrifugação;  Controle do ph no tratamento do fermento;  Operações Padronizadas.
  • 12.  Não deve ser necessário haver alguma reclamação para iniciar algum procedimento de solução, ao contrário, deve-se ter um Plano de Ação que PREVINA os problemas.  Para que isso seja viável é necessário conhecer com profundidade que problemas ocorrem, procurando-se as causas, sendo que OPERAÇÕES PRADONIZADAS devem atacar as causas e não os efeitos.  Exemplos de OPERAÇÕES PADRONIZADAS:  procedimentos de manutenção e preparação dos equipamentos;  procedimentos de assepsia de instalações;  procedimentos de partida de equipamentos (no início da safra ou após paradas);  procedimentos de parada e esgotamento de equipamentos;  procedimentos de fornecimentos à fermentação em caso de redução de moagem;  procedimento de retomada da fermentação;  procedimento de alimentação da fermentação com diferentes matérias primas;  procedimentos de reposição de estoque de produtos químicos (insumos);  procedimento de combate á infecção;  procedimento de resfriamento de dornas;  procedimento de combate á espuma;  procedimento de propagação de fermento.
  • 13.  Ácido Sulfúrico: -Desflocular e soltar substâncias carregadas da parede do fermento. -Matar bactérias. -Matar fermentos mais fracos. -Acertar o pH inicial da fermentação. -Condicionar o fermento para o próximo ciclo (descanso, desintoxicação do fermento). - Antiespumantes: Combater as espumas causadas pelo processo de Fermentação.  Antibióticos e Biocidas: São produtos usados para matar ou inibir os contaminantes da fermentação.  Nutrientes: Hoje em dia os nutrientes (nitrogênio, fósforo e magnésio) só são essências na partida da fermentação, embora dependendo da composição do mosto e do teor alcoólico que se deseja atingir, pode ser necessário adicioná-los durante a fermentação.  fermento para partida (ou repartidas)
  • 14. . COMO O SETOR DE FERMENTAÇÃO IRÁ CONTRIBUIR PARA AS METAS INDUSTRIAS? . RENDIMENTO FERMENTATIVO .GASTOS COM INSUMOS FERMENTAÇ.
  • 15. . COMO EU “FUNCIONÁRIO” PARTICIPO DE TUDO ISSO? . PLANOS DE AÇÃO Ações para bloquear as causas dos problemas. . INSTRUÇÕES DE TRABALHO Processo repetitivo e pouco variável . COM AUTORIDADE E RESPONSABILIDADE NOS RESULTADOS OBTIDOS ATRAVEZ DO PPR
  • 16. META – AUMENTAR O RENDIMENTO FERMENTATIVO PARA ........ PRINCIPAIS CAUSAS QUE PODEM IMPEDIR O ALCANCE DA META: RENDIMENTO FERMENTATIVO QUANTIDADE DE BACTÉRIAS PRODUÇÃO EXCESSIVA DE GLICEROL MULTIPLICAÇÃO DE FERMENTO TIPO DE FERMENTO PERDA DE AÇÚCAR NO VINHO BRUTO MORTE EXCESSIVA DE FERMENTO (VIABILIDADE) PERDA EXCESSIVA DE FERMENTO
  • 17. PARÂMETRO PADRÃO – VIABILIDADE DO FERMENTO MAIOR QUE ..... PRINCIPAIS CAUSAS QUE CONTRIBUEM PARA QUE A VIABILIDADE SEJA REDUZIDA ABAIXO DE ..... VIABILIDADE MORTE DE FERMENTO NA FERMENTAÇÃO MORTE DE FERMENTO NAS PARADAS MORTE DE FERMENTO NO TRAT. ÁCIDO Inibidores do Caldo Teor de Álcool no Vinho Bruto ART do Mosto Temperatura Temp. Mosto Temp. da Água Tempo de “espera” para centrifugação Nutrientes do Caldo Paradas Excesso de Dornas Temperatura pH Teor de Álcool Tempo sem açúcar Fim Reservas Internas Teor de Álcool do Leite Diluído Tempo de Tratamento Método de Adição de Ácido Conc. Separadoras pH Trabalho Temp. Processo Temp. Água Tratamento Temp. do Leite
  • 18.
  • 19. PARÂMETRO PADRÃO – PERDA DE FERMENTO – FERMENTO NAS DORNAS: 10 A 12% PRINCIPAIS CAUSAS QUE CONTRIBUEM PARA PERDA DE FERMENTO: PERDA DE FERMENTO DESCARTES CENTRIFUGAÇÃO RUPTURA DA CÉLULA Fundo de Dorna Separadoras Sujas Floculação Bicos Trat. Ácido Temp. de Processo Tempo de Espera
  • 20. Y = - 0,3521X + 92,6596 R = - 0,68** 1 2 3 4 5 6 0 1 2 3 4 5 0,40 1,46 2,52 3,57 4,63 5,69 92,8 92,4 91,9 91,5 91,0 90,5
  • 21. PARÂMETRO PADRÃO – QUANT. DE BACTÉRIAS MENOR QUE 1,0 X 107 PRINCIPAIS CAUSAS QUE CONTRIBUEM PARA QUE A QUANTIDADE DE BACTÉRIAS ULTRAPASSEM O VALOR PADRÃO: QUANTIDADE DE BACTÉRIA MULTIPLICAÇÃO DAS BACTÉRIAS ENTRADA DE BACTÉRIAS PELA ÁGUA ENTRADA DE BACTÉRIAS PELO MOSTO < 1,5 X 101 REJEIÇÃO DE BACTÉRIAS MORTE DE BACTÉRIAS NO TRAT. FERMENTO Limpeza Dornas Temp. Fermentação Pontos Mortos Impurezas no Mosto Pontos Mortos Baixa taxa de redução bacteriana no Trat. Caldo Limpeza Troc. Calor Ø dos Bicos Impurezas no Mosto Tipo de Separadora Concentração do Leite Espaçamento Pratos % Fermento no vinho Bruto Tempo Tratamento pH Trabalho Floculação Polimento dos Pratos Dextrana no Mosto (Viscosidade) Bactérias Tipo de Fermento Qualidade da Cana
  • 22. Células de levedura Bactérias
  • 23.
  • 25.
  • 26.
  • 27. ÍNDICE DE CONTAMINAÇÃO O Índice de Contaminação Bacteriana é medido pelo número de célula por ml, por esse número ser estremamente alto, são utilizadas potências para descrevar esses números. Ex: Quando se diz que o número de bactéria está em 2,5 X 106 cel/ml isto significa que: A população de bactéria existente no meio é de 2,5 X (10X10X10X10X10X10) cel/ml ou 2.500.000 cel/ml.
  • 28. PARÂMETRO PADRÃO – MULTIPLICAÇÃO DO FERMENTO MENOR 10%. PRINCIPAIS CAUSAS QUE CONTRIBUEM PARA MULTIPLICAÇÃO DO FERMENTO: MULTIPLICAÇÃO DO FERMENTO EXCESSO DE NITROGENIO NO MOSTO MAIOR 200 ppm CONCENTRAÇÃO DE ÁLCOOL NA DORNA 8,5 A 9,5% TEMPO DE ALIMENTAÇÃO DA DORNA MÍN. 4h PERDA DE FERMENTOMORTE DO FERMENTO (VIABILIDADE) MÍN. 80% Açúcar no Mosto Descartes Centrifugação Vazão de Caldo N˚ de Dornas Disponíveis Pontos Mortos Morte no Trat. Ácido Morte na Fermentação Morte nas Paradas
  • 29. PARÂMETRO PADRÃO – ART DO VINHO BRUTO MENOR QUE 0,10% PRINCIPAIS CAUSAS QUE CONTRIBUEM PARA SOBRA DE AÇÚCAR NA VINHO BRUTO: PERDA DE AÇÚCAR NO VINHO BRUTO BAIXA FORÇA FERMENTATIVA VAZAMENTOS TEMPO DISPONÍVEL PARA FERMENTAÇÃO BAIXO Concent. Fermento na Dorna Temperatura Viabilidade Nutrientes do Mosto Inibição Concent. De Álcool Açúcar do Mosto Volume de Dornas Vazão de Mosto
  • 30. PRODUÇÃO DE GLICEROL PARÂMETRO PADRÃO – PRODUÇÃO DE GLICEROL MENOR QUE 0,05 g/ PRINCIPAIS CAUSAS QUE CONTRIBUEM PARA A PRODUÇÃO EM EXCESSO DE GLICEROL: STRESS TIPO DE FERMENTOMULTIPLICAÇÃO DO FERMENTO Inibidores Tempo sem Açúcar Tempo de Alimentação de Dornas Tempo de Alimentação de Dornas Morte de Fermento Conc. Álcool na Dorna Perda de Fermento Tempo de espera para centrifugação Paradas Tratamento Ácido Contaminação Início de Safra Contaminação do Mosto Fermento do Início de Safra
  • 31. ÁGUA ÁCIDO DORNA ÁGUA TROCADOR DE CALOR VOLANTE VINHO BRUTO DESTILAÇÃO VOLANTE DE VINHO CENTRÍFUGA CUBA FERMENTO TRATADO MOSTO (MELLE BOINOT)
  • 32. CENTRIFUGAÇÃO E TRATAMENTO FERMENTO CANALETA ÁGUA COLUNA RECUP. OBSERVAÇÃ Ferm Ferm Álcool Rejeição PH Tempo Ferm. Álcool Ferm. Arrt Temp. Álcool Vazão LeiteB Leite Trat. Leite Trat.     Trat. Vinho C.       Resf. Dorna   Água (%) (%) (%) (%) Leite T (h) (%) (%) (%) (%) (ºC) (%) (m3 /h) PADRÃO OPERACIONAL Maior  3/8  5/8 Mínimo 2,2 0,2 Conf. Menor Conf. Menor Menor 0,5 8   do do   a a % Ferm.   Vinho     a a 70 Leite Bruto Vinho Bruto 30% 2,8 1,0 Dornas 0,05 Cent. 0,1 30 1,0 13                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    
  • 33. ITENS A SEREM VERIFICADOS Dorn as Ítem Horas - M Fer m. Alim. (h) Cent. (h) Cub as 6 7 8 9 1 0 1 1 1 2 1 3 1 4 1 5 1 6 1 7 1 8 1 9 2 0 2 1 2 2 2 3 2 4 1 2 3 4 5 (h) Iní c. Fi m Iní c. Fi m (cm)   Brix (%)                                                             Temp.  (ºC)                                                               Brix (%)                                                             Temp.  (ºC)                                                               Brix (%)                                                             Temp.  (ºC)                                                               Brix (%)                                                             Temp.  (ºC)                                                               Brix (%)                                                             Temp.  (ºC)                                                               Brix (%)                                                            
  • 35. RESULTADOS CARIOTIPAGEM LEVEDURAS OBSERVADASPROPORÇÃO NA AMOSTRA (%)BG-10PE- 252Outras Saccharomyces48 Mediante plaqueamento a amostra apresentou 52% de colônias normais, de cor creme, cremosas, brilhantes, elevadas e de bordos regulares (perfis 1 a 7), juntamente com 48% de colônias rugosas, opacas e de bordos irregulares (perfis 8 a 11). A cariotipagem revelou a presença da linhagem PE-2 (52% da população – perfis 1 a 7), na forma de colônias normais. Observou-se também que cerca de 29% da população estava na forma de rearranjos cromossômicos desta linhagem (perfis 1, 3, 4 e 6). Não foi encontrada a levedura BG-1. A destilaria havia, em 27/06, substituído o fermento por outro oriundo da Sta. Helena/MS.