Princípios e otimização do 
processo de 
Branqueamento 
Roberto Berbesi 
Oil-Dri Corporation of America 
roberto.berbesi@oildri.com 
847-207-5029 USA
OBJETIVOS 
• Princípios do Branqueamento: 
– O que é o Branqueamento 
– O que é a terra de branqueamento 
– Como funciona a terra de branqueamento 
• Otimização do Processo 
– Como selecionar a melhor terra 
– Como selecionar as condiçõs de operação 
– Os diferentes processos de branqueamento
O que é o Branqueamento 
Definição 
Branqueamento é a interação física e 
química de um adsorvente com uma 
gordura ou óleo para melhorar sua 
qualidade. 
Porém…
Definição 
• Devido a que o Branqueamento é um 
processo intermediário, é necessário 
entender o que acontece antes e 
depois dele e enfocar-se na 
qualidade final do óleo.
Definindo “Interação” 
• Interação significa muitas reações 
acontecendo ao mesmo tempo, algumas 
delas melhorando a qualidade do óleo e 
outras as deteriorando. 
• Esta interação é afetada principalmente 
pelas variáveis: temperatura, tempo de 
contato, umidade do óleo, tipo de terra e 
vácuo, entre outras.
Definindo “Qualidade” 
Apesar de que tecnicamente Qualidade 
tem um significado único, comercialmente 
se a interpreta desde vários pontos de 
vista ou se lhe dá prioridade a umas 
variáveis sobre outras, sendo as mais 
comuns: 
-- Clorofila -- Cor (RB & RBD) 
-- Fósforo -- Anisidina 
-- Metais -- Peróxidos 
-- Estabilidade Oxidativa
O Branqueamento reduz: 
• Elementos que dão cor ao óleo 
– Carotenos, Luteinas, Clorofilas 
• Pró-oxidantes 
– Traços de Metais, Peróxidos, Aldehidos, 
Cetonas 
• Sub-produtos de hidrólises 
– Sabões 
• Fosfolípides
Molécula de Clorofila
Moléculas de Caroteno e Luteina
O que é a terra de branqueamento 
Matéria Prima
Matéria prima 
Montmorillonita
Matéria prima 
Atapulgita/Montmorillonita
Principais benefícios da Atapulgita 
• Excelente Filtração 
• Alta afinidade natural pela remoção de 
metais. 
• Menor incremento de AGL no 
branqueamento. 
• Remoção eficiente de clorofila, pró-oxidantes 
e sabões. 
• Qualidade e consistência de Produto. 
• Processo de produção que protege o meio 
ambiente.
Processo de Produção 
Acido 
Rochas Mat Prima 
Triturador 
Activação directa 
Rochas Mat Prima 
Triturador 
Pre-Secador 
Embalagem Reator 
Agua de descarte 
Secador/pulverizador 
Processo de activação tradicional 
Montmorillonita 
Misturaador Slurry 
Filtro 
Secador/pulverizador 
Embalagem 
Processo de activação da Oil Dri 
Montmorillonita/Atapulgita
Diferentes níveis de Ativação 
• Terras de branqueamento naturais pH 6 - 8 
– Preferidas para a produção de óleos orgânicos 
– O menor incremento de AGL 
– A menor fixação de cor 
– O menor incremento de Delta K em azeite de 
Oliva 
– Diferente de terras neutras comuns 
– Pode-se usar em Biodiesel
Terra natural 
menor fixação de cor 
ÓLEO DE PALMA 
3.0 
2.8 
2.6 
Neutra 
Acida 
" 
¼2.4 
5celda 2.2 
2.0 
COR 1.8 
1.6 
1.4 
1.2 
TEMPERATURA °C 90 105 120
Terra natural 
menor ΔK em azeite de oliva 
0,35 
0,3 
0,25 
0,2 
0,15 
0,1 
0,05 
0 
Delta K 
NC LAC HAC AAC 
Dosagem 0.5 Dosagem 1.0 Dosagem 1.5
Diferentes níveis de Ativação 
• Terras de superfície modificada 
– Baixo nível ativação ácida pH 4 – 6 
• Melhor para óleos baixos em clorofila como 
soja, milho, girassol, sebo,etc. 
• Menor incremento de AGL 
– Alto nível de ativação ácida pH 2 – 4 
• Melhor para óleos altos em clorofila como 
soja, canola, linhaça.
alta ativação 
melhor remoção de clorofila 
395 
138 
81 
62 
44 
130 
450 
400 
350 
300 
250 
200 
150 
100 
50 
0 
Supreme Pro-Active 
Pure-Flo B80 
Pure-Flo B81 
Perform 4000 
Perform 5000 
Acid Activated 
Chlorophyll ppb 
Starting Oil: 10,213 PPB Chlorophyll 
Conditions: 200g, 1% , 110°C, 50 mBar
Outros adsorventes 
usados no branqueamento 
• Sílicas Naturais 
• Sílicas Gel 
• Carvão ativado
Como trabalha a terra de 
branqueamento? 
Mecanismos do branqueamento 
Adsorção 
– Física Atração superficial 
envolvendo forças de Van der 
Waals 
– Química Ligação química a superfície 
via ligações iônicas ou 
moleculares 
– Encapsulamento molecular
Mecanismos do branqueamento 
• Absorção 
– Enchimento de poros intra-granulares 
• Filtração 
– Remoção física de sólidos em suspensão 
• Catálisis 
– A superficie da terra promove a destruição dos 
peróxidos.
Mecanismos do branquemento 
1. A molécula de pigmento se aproxima do cátion acídificado e se protoniza 
2. O complexo resultante Cátion/Íon carbono se estabiliza mediante forças 
Eletrostáticas.
Otimização do Branqueamento 
Variáveis que afetam o processo de branqueamento 
• Qualidade do óleo bruto 
– Clorofila, P, Metais, IP, VA. 
• Qualidade do refinado cáustico/degomado 
• Nível de ativação da terra 
– Natural, baixo ácido, alto ácido 
• Condições de processo 
– Temperatura, tempo de contato, vácuo, 
umidade 
• Natureza da base mineral da terra 
– Atapulgita/montmorillonita
Conteúdo típico 
de impurezas nos óleos vegetais 
Component Type of Oil 
Soybean Canola Palm 
Free Fatty Acids 0.3 – 0.5% 0.3 – 1.0% 2 – 5% 
Phosphatides (gum) 1.0 – 3.0% 0.05 – 3.5% 0.05 – 0.1% 
Sterols/Triterpene Alcohols .04 – .07% .04 – 0.6% 0.1 – 0.2% 
Tocopherols (Natural Antioxidants) 0.06 – 0.2% 0.06 – 0.1% 0.06 – 0.1% 
Carotenoids (Red/Orange Pigments) 40 – 50 ppm 25 – 70 ppm 500 – 800 ppm 
Chlorophyll/Pheophytins (Green Pigments) 1 – 2 ppm 5 – 30 ppm Trace 
Peroxides (meqO2/Kg Oil) <10 <10 1 – 5 
Metals 
Iron 1 – 3 ppm 1 – 5 ppm 4 – 10 ppm 
Copper 0.03 ppm 0 – 0.03 ppm 0.05 ppm
Efeito das impurezas 
na qualidade do óleo 
Impurezas Efectos en aceite desodorizado Efectos en aceites 
hidrogenados 
Carotenos Aceite rojo o naranja Ligero color 
Clorofila Pro-oxidante, Aceite verdoso Aceite verdoso o grisoso 
Jabones Sabor y estabilidad oxidativa Envenena catalizador >50 ppm 
AGL Sabor y estabilidad oxidativa Afecta reactividad y 
selectividad 
Fosfolípidos Color, Sabor y estabilidad 
oxidativa 
Envenena el catalizador 
Metales Sabor y estabilidad oxidativa Envenena el catalizador 
Peróxidos Sabor y estabilidad oxidativa Ninguno conocido 
Azufre Sabor y estabilidad oxidativa Envenena el catalizador
O branqueamento é um processo intermediário 
Óleo Bruto 
Super degomado 
Refinação cáustica 
Branqueamento 
Refinação física 
Branqueamento 
Hidrogenação 
Winterização 
Interesterificação 
Fracionamento 
Envase 
•Óleos 
•Margarinas 
•Manteigas 
Desodorização Formulação 
Degomado aquoso
Degomado 
Refinação 
Branqueio 
Fracionamento 
Desodorização 
Sólidos suspensos 
Fosfatídeos hidrataveis 
AGL 
Fosfátideos 
Metais 
Pigmentos 
Produtos de Oxidação 
Fosfatídeos 
Pigmentos 
Metais & sabões 
Vitaminas 
AGL 
Produtos de Oxidação 
Pigmentos 
Triglicéridos sólidos 
Ceras 
Ésteres 
Hidrocarbonetos 
Resinas 
Outros Voláteis 
A eficiência dos processos 
é interdependente
Escolha da terra de Branqueamento 
• Defina e dê prioridade às variáveis 
mas importantes de qualidade 
– 1. Cor 
– 2. Clorofila 
– 3. Fósforo 
– 4. AGL
Escolha da terra de Branqueamento 
• Defina se a filtração é um gargalo 
– Depende do tamaho de seu filtro versus o 
fluxo de sua planta (250-350 Kg/hr/m2) 
• Defina se seu óleo é Orgânico 
– Terra natural é a melhor opção, é diferente da 
terra neutra. Confirme com o fabricante da 
terra 
• Qualidade e consistência 
• Suporte técnico
Nível de atividade Vs 
variáveis de qualidade 
• Clorofila: Terras de alta ativação ácida 
• Cor RBD: Terras de baixa ativação ácida 
• AGL: Natural, de baixa ativação, atapulgita 
• P: Natural ou de ativação ácida 
• Filtração: Em geral as terras com base de 
atapulgite filtram melhor.Existem diferentes 
DTP. 
• Tipo de óleo: Orgânico – Terra Natural
Efeito do nível de ativação na 
Qualidade do óleo 
• Quanto maior seja o grau de ativação… 
– Melhora a remoção de clorofila 
– Melhora a remoção de aldeídos e cetonas 
– Em alguns óleos melhora a cor RB 
PORÉM 
– Pode deteriorar a cor RBD 
– Pode incrementar a velocidade das reações de 
oxidação
Atividade Vs Filtração 
• Em algumas plantas de branqueamento a 
filtração pode ser chave 
• Existem diferentes graus de DTP e por 
consequência, diferentes resultados na 
filtração 
• Em geral quando se compara o mesmo 
mineral, quanto mais fina é a terra, mais 
atividade, porém menos filtrabilidade terá. 
Existem exceções… 
• O anterior não se aplica ao se comparar 
diferentes minerais
Cor Vs nível de ativação 
6 
5 
4 
3 
2 
1 
0 
0.25 0.5 1 2.5 
Dosagem 
Neutral Adsorbent Surface Modified Adsorbent 
Acid Activated Adsorbent A Acid Activated Adsorbent B 
C 
o 
r 
Start Oil 7.8
Remoção de contaminantes Vs nível 
de ativação 
100 
90 
80 
70 
60 
50 
40 
30 
20 
10 
0 
Total Contaminents 
RSBO 2: Low Contaminants 
Pure-Flo B80 
Supreme Pro-Active 
Perform 5000 
PV 
Fe,Ca,Mg 
P 
Chlorophyll 
Color 
Acid Activated 
100 
90 
80 
70 
60 
50 
40 
30 
20 
10 
0 
Total Contaminents 
RSBO 1: High Contaminants 
Pure-Flo B80 
Supreme Pro-Active 
Perform 5000 
Acid Activated
Cor RB em Palma RBD 
Vs nível de Ativação 
Clay Sample % Clay Color 
Lab Red Yellow 
Natural B80 0.5 3.2 38 
1.0 2.7 32 
1.5 2.4 28 
2.0 2.2 26 
Medium Activity ProActive 0.5 3.2 50 
1.0 2.8 34 
1.5 2.6 28 
2.0 2.3 26 
High Activity Perform 5000 0.5 3.1 40 
1.0 2.8 32 
1.5 2.4 28 
2.0 2.2 26
Nível de ativação 
Dados de planta -- Soja (110C; 30 min) 
18 
16 
14 
12 
10 
8 
6 
4 
2 
0 
Dose*10 Clorofila Cor RBD*10 PV*10 
AEC 
AAC
Nível de ativação 
Dados de planta -- Girassol (1%BE; 90C; 30 min) 
10 
9 
8 
7 
6 
5 
4 
3 
2 
1 
0 
Cor RB*10 Cor RBD*10 Fósforo Sensorial 
LAEC 
LAAC 
HAAC
Condições de Processo 
Principais variáveis de processo 
• Dose de terra 
• Temperatura de branqueamento 
• Tempo de contato 
• Vácuo 
• Umidade do óleo no branqueamento
Interação entre as condições de 
processo e as variáveis de qualidade 
• Clorofila (nível de ativação – dose de terra 
– temperatura) 
• Cor RB (dose de terra – temperatura – 
tempo de contato) 
• Cor RBD (dose de terra – temperatura – 
tempo de contato) 
• Fósforo e metais (dose de terra - umidade) 
• Anisidina (nível de ativação – vácuo)
Otimização da dose de terra 
• Escolha o principal parâmetro de qualidade 
• Escolha o valor desejado e correto 
• Defina o lugar adequado para amostragem 
• Identifique as melhores condições de processo 
• Esteja seguro de usar o método correto de 
laboratório 
• Use erro e ensaio 
• Verifique toda variável de importância para você
Otimização da dose de terra 
Hidrogenação de óleo de Canola 
120 
110 
100 
90 
80 
70 
60 
0 20 40 60 80 100 
Tempo de Reacção (minutos) 
Indice de Iodo 
Pure-Flo Supreme 2% Pure-Flo Supreme 4%
Otimização da dose de terra 
Defina o objetivo correto 
Clorofila (ppb) 
Indice de Iodo 
Clorofila (ppb) 
Indice de Iodo 
1752 
95 
134 
83 
1467 
69 
115 
69 
49 
85 
74 
69
Otimização da temperatura 
de Branqueamento 
• Temperatura: Quanto mais alta (max 125°C – 
260°F) 
– Melhora a remoção de clorofila 
– Melhora a remoção de cor RB 
– Pode melhorar a velocidade de filtração 
PORÉM… 
– Incrementa a velocidade das reações de 
oxidação 
– Pode aumentar a cor RBD
Temperatura de Banqueamento 
Cor RB 
ÓLEO DE PALMA 
14.0 
13.0 
12.0 
1" 
CELDA 11.0 
10.0 
RB, 9.0 
Neutra 
COR 8.0 
Acida 
7.0 
6.0 
TEMPERATURA (°C) 90 105 120
Temperatura de Branqueamento 
Cor RBD 
ÓLEO DE PALMA 
3.0 
2.8 
" 
¼52.6 
Neutra 
CELDA 2.4 
Acida 
2.2 
RB, 2.0 
COR 1.8 
1.6 
1.4 
1.2 
TEMPERATURA °C 90 105 120
Temperatura de Branqueamento 
Cor RB 
5 
4.5 
4 
COR RB, CELDA 5¼" B80C B81C 
3.5 
3 
2.5 
2 
1.5 
1 
0.5 
0 
ÓLEO DE MILHO 
95°C 
115°C
Temperatura de Branqueamento 
0.8 
0.7 
COR RBD, CELDA 5¼" B80C B81C 
0.6 
0.5 
0.4 
0.3 
0.2 
0.1 
0 
ÓLEO DE MILHO 
95°C 
115°C 
Cor RBD
Temperatura de Branqueamento 
Efeito na remoção de Clorofila 
TEMP TIME RB RED FFA SOAP P CHLORO RBDRED 
LAB 
0.8 P5000 0.1 Silica 100 1800 7.5 0.05 0 0 220 2.1R/34Y 
110 2100 7.1 0.048 -- -- 210 
115 2300 8.2 0.054 0 -- 185 
115 2400 8.4 0.054 0 -- 188 
115 0200 8.5 0.05 -- -- 178 2.2R/46Y
Otimização do Tempo de Contato 
Ótimo 20 – 30 minutos 
• Teempo de Contato: Quanto mais longo (5 
– 240 min) 
– Melhora a cor RB 
– Melhora ligeiramente a remoção de clorofila 
PORÉM… 
– Incrementa os sub-produtos de oxidação 
– Pode deteriorar a cor RBD
Otimização do Tempo de Contacto 
ÓLEO DE PALMA 
13.0 
12.5 
12.0 
11.5 
11.0 
10.5 
10.0 
9.5 
9.0 
8.5 
8.0 
30 60 120 
TIEMPO (MINUTOS) 
COR RB, CELDA 1“ 
Neutra 
Acida 
Cor RB
Otimização do Tempo de Contato 
Cor RBD 
ÓLEO DE PALMA 
3.0 
2.8 
2.6 
1" 
2.4 
CELDA 2.2 
2.0 
RBD, 1.8 
COR 1.6 
1.4 
1.2 
1.0 
TIEMPO (MINUTOS) Neutra 
Acida 
30 60 120
Efeitos do Vácuo 
• Vácuo muito forte (<50 mmHg) pode afetar 
a eficiência d banqueio via uma rápida 
evaporação da umidade no sistema. 
• Vácuo muito fraco (>10mmHg) pode afetar 
a oxidação, a secagem e potencialmente a 
filtração. 
• Um vácuo ótimo (50 - 100mmHg) é o 
perfeito equilíbrio entre oxidação e 
eficiência durante o branqueamento.
3.2 
2.8 
2.4 
2 
1.6 
1.2 
0.8 
0.4 
Efeitos do Vácuo 
Soja refinada 
88 。100 。113 。120 。132 。143 。 
Temp 。C 
Vácuo Atmosfé rico 
Peroxid 
e 
Valu 
e 
s 
Dose: 1%, Tempo: 30 min
Efeitos do Vácuo 
Vácuo (In Hg) Clorofila (ppb) 
26 48 
29 61 
Condições de branqueio-200 gramos óleo de soja 
(clorofila=587 ppb, AOCS R/Y, 5¼”=8.3/70), 248°F, 30 minutos, 
0.5% terra (p/p óleo) Proactive, em duplicidade.
Efeitos da umidade do óleo 
• Umidad ótima (0.3%) melhorará a 
remoção de clorofila e de fósforo. 
• Muita umidade (>0.5%) pode afetar a 
filtração e reduzir a eficiência do 
branqueamento. 
• Muito baixa umidade (<0.1%) pode 
afetar a eficiência do branqueamento 
via desidratação dos contaminantes.
Efeitos da umidade do óleo 
Óleo de soja refinado 
4.8 
4.6 
4.4 
4.2 
4 
3.8 
3.6 
3.4 
3.2 
3 
Low Med High Low Med High Low Med High 
Contenido de agua 
Color rojo 
Clay A Clay B Clay C 
70 
65 
60 
55 
50 
45 
40 
35 
30 
25 
20 
Low Med High Low Med High Low Med High 
Contenido de agua 
Clorofila ppb 
Clay A Clay B Clay C 
Baixa = < 0.1% 
Ótima = 0.2 – 0.4% 
Alta = 0.5 % Água 
Condições constantes: 
115°C, 25” Hg, 1.5%, 45 min
Processos de branqueamento 
• Branqueio batch 
• Branqueio contínuo 
• Branqueio com pré-tratamento 
– Sílica/Terra filtração única 
– Sílica/Terra filtração dupla 
• Re-utilização da terra de branqueio
Branqueio contínuo 
Soda Cáustica 
Pré-tratamento 
ácido 
Lavagem Tanque 
slurry 
Branqueador 
sob vácuo 
Primaria Terra de 
Misturador 
Soapstock 
Agua de 
rejeito 
branqueio 
Filtro 
Fechado 
Terra gasta 
Secador 
sob vácuo
Branqueio Sílica/Terra – Filtração única 
Primaria 
Soapstock 
Terra de 
branquei 
o 
Secador sob vácuo 
(0.10% umidade) 
Tanque 
slurry 
Blrnqueador 
sob vácuo 
Filtro 
Fechado 
Terra gasta 
Tanque 
slurry 
SELECT 
Óleo 
bruto
Branqueio Sílica/Terra – Filtração dupla 
Óleo 
bruto 
Secador sob Vácuo 
(0.10% umidade) 
SELECT 
Primaria 
Tanque 
slurry 
Soapstock 
Filtro 
Fechado 
Silica 
gasta 
Terra de 
branquei 
o 
Branqueador 
sob vácuo 
Tanque 
slurry 
Filtro 
Fechado 
Terra 
gasta
Reutilização da terra de branqueamento 
Secador sob vácuo 
Filtro Usado 
Adição de 
Terra fresca 
Branqueador sob vácuo 
Filtro de terra fresca 
Tanque slurry
Resumo 
• O branqueio é um complexo grupo de 
reações simultâneas e não todas elas 
estão melhorando a qualidade do óleo. 
• É preciso entender como cada condição 
de processo afeta cada variável de 
qualidade e utilizar este conhecimento 
para otimizar nosso processo. 
• Cada sistema tem suas condições ótimas 
únicas (Temp, Tempo, Tipo de terra, 
umidade, etc).
Providing Purification Products 
with Superior Technical Service 
World Wide 
MUITO OBRIGADO!!

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  • 1.
    Princípios e otimizaçãodo processo de Branqueamento Roberto Berbesi Oil-Dri Corporation of America roberto.berbesi@oildri.com 847-207-5029 USA
  • 2.
    OBJETIVOS • Princípiosdo Branqueamento: – O que é o Branqueamento – O que é a terra de branqueamento – Como funciona a terra de branqueamento • Otimização do Processo – Como selecionar a melhor terra – Como selecionar as condiçõs de operação – Os diferentes processos de branqueamento
  • 3.
    O que éo Branqueamento Definição Branqueamento é a interação física e química de um adsorvente com uma gordura ou óleo para melhorar sua qualidade. Porém…
  • 4.
    Definição • Devidoa que o Branqueamento é um processo intermediário, é necessário entender o que acontece antes e depois dele e enfocar-se na qualidade final do óleo.
  • 5.
    Definindo “Interação” •Interação significa muitas reações acontecendo ao mesmo tempo, algumas delas melhorando a qualidade do óleo e outras as deteriorando. • Esta interação é afetada principalmente pelas variáveis: temperatura, tempo de contato, umidade do óleo, tipo de terra e vácuo, entre outras.
  • 6.
    Definindo “Qualidade” Apesarde que tecnicamente Qualidade tem um significado único, comercialmente se a interpreta desde vários pontos de vista ou se lhe dá prioridade a umas variáveis sobre outras, sendo as mais comuns: -- Clorofila -- Cor (RB & RBD) -- Fósforo -- Anisidina -- Metais -- Peróxidos -- Estabilidade Oxidativa
  • 7.
    O Branqueamento reduz: • Elementos que dão cor ao óleo – Carotenos, Luteinas, Clorofilas • Pró-oxidantes – Traços de Metais, Peróxidos, Aldehidos, Cetonas • Sub-produtos de hidrólises – Sabões • Fosfolípides
  • 8.
  • 9.
  • 10.
    O que éa terra de branqueamento Matéria Prima
  • 11.
  • 12.
  • 13.
    Principais benefícios daAtapulgita • Excelente Filtração • Alta afinidade natural pela remoção de metais. • Menor incremento de AGL no branqueamento. • Remoção eficiente de clorofila, pró-oxidantes e sabões. • Qualidade e consistência de Produto. • Processo de produção que protege o meio ambiente.
  • 14.
    Processo de Produção Acido Rochas Mat Prima Triturador Activação directa Rochas Mat Prima Triturador Pre-Secador Embalagem Reator Agua de descarte Secador/pulverizador Processo de activação tradicional Montmorillonita Misturaador Slurry Filtro Secador/pulverizador Embalagem Processo de activação da Oil Dri Montmorillonita/Atapulgita
  • 15.
    Diferentes níveis deAtivação • Terras de branqueamento naturais pH 6 - 8 – Preferidas para a produção de óleos orgânicos – O menor incremento de AGL – A menor fixação de cor – O menor incremento de Delta K em azeite de Oliva – Diferente de terras neutras comuns – Pode-se usar em Biodiesel
  • 16.
    Terra natural menorfixação de cor ÓLEO DE PALMA 3.0 2.8 2.6 Neutra Acida " ¼2.4 5celda 2.2 2.0 COR 1.8 1.6 1.4 1.2 TEMPERATURA °C 90 105 120
  • 17.
    Terra natural menorΔK em azeite de oliva 0,35 0,3 0,25 0,2 0,15 0,1 0,05 0 Delta K NC LAC HAC AAC Dosagem 0.5 Dosagem 1.0 Dosagem 1.5
  • 18.
    Diferentes níveis deAtivação • Terras de superfície modificada – Baixo nível ativação ácida pH 4 – 6 • Melhor para óleos baixos em clorofila como soja, milho, girassol, sebo,etc. • Menor incremento de AGL – Alto nível de ativação ácida pH 2 – 4 • Melhor para óleos altos em clorofila como soja, canola, linhaça.
  • 19.
    alta ativação melhorremoção de clorofila 395 138 81 62 44 130 450 400 350 300 250 200 150 100 50 0 Supreme Pro-Active Pure-Flo B80 Pure-Flo B81 Perform 4000 Perform 5000 Acid Activated Chlorophyll ppb Starting Oil: 10,213 PPB Chlorophyll Conditions: 200g, 1% , 110°C, 50 mBar
  • 20.
    Outros adsorventes usadosno branqueamento • Sílicas Naturais • Sílicas Gel • Carvão ativado
  • 21.
    Como trabalha aterra de branqueamento? Mecanismos do branqueamento Adsorção – Física Atração superficial envolvendo forças de Van der Waals – Química Ligação química a superfície via ligações iônicas ou moleculares – Encapsulamento molecular
  • 22.
    Mecanismos do branqueamento • Absorção – Enchimento de poros intra-granulares • Filtração – Remoção física de sólidos em suspensão • Catálisis – A superficie da terra promove a destruição dos peróxidos.
  • 23.
    Mecanismos do branquemento 1. A molécula de pigmento se aproxima do cátion acídificado e se protoniza 2. O complexo resultante Cátion/Íon carbono se estabiliza mediante forças Eletrostáticas.
  • 24.
    Otimização do Branqueamento Variáveis que afetam o processo de branqueamento • Qualidade do óleo bruto – Clorofila, P, Metais, IP, VA. • Qualidade do refinado cáustico/degomado • Nível de ativação da terra – Natural, baixo ácido, alto ácido • Condições de processo – Temperatura, tempo de contato, vácuo, umidade • Natureza da base mineral da terra – Atapulgita/montmorillonita
  • 25.
    Conteúdo típico deimpurezas nos óleos vegetais Component Type of Oil Soybean Canola Palm Free Fatty Acids 0.3 – 0.5% 0.3 – 1.0% 2 – 5% Phosphatides (gum) 1.0 – 3.0% 0.05 – 3.5% 0.05 – 0.1% Sterols/Triterpene Alcohols .04 – .07% .04 – 0.6% 0.1 – 0.2% Tocopherols (Natural Antioxidants) 0.06 – 0.2% 0.06 – 0.1% 0.06 – 0.1% Carotenoids (Red/Orange Pigments) 40 – 50 ppm 25 – 70 ppm 500 – 800 ppm Chlorophyll/Pheophytins (Green Pigments) 1 – 2 ppm 5 – 30 ppm Trace Peroxides (meqO2/Kg Oil) <10 <10 1 – 5 Metals Iron 1 – 3 ppm 1 – 5 ppm 4 – 10 ppm Copper 0.03 ppm 0 – 0.03 ppm 0.05 ppm
  • 26.
    Efeito das impurezas na qualidade do óleo Impurezas Efectos en aceite desodorizado Efectos en aceites hidrogenados Carotenos Aceite rojo o naranja Ligero color Clorofila Pro-oxidante, Aceite verdoso Aceite verdoso o grisoso Jabones Sabor y estabilidad oxidativa Envenena catalizador >50 ppm AGL Sabor y estabilidad oxidativa Afecta reactividad y selectividad Fosfolípidos Color, Sabor y estabilidad oxidativa Envenena el catalizador Metales Sabor y estabilidad oxidativa Envenena el catalizador Peróxidos Sabor y estabilidad oxidativa Ninguno conocido Azufre Sabor y estabilidad oxidativa Envenena el catalizador
  • 27.
    O branqueamento éum processo intermediário Óleo Bruto Super degomado Refinação cáustica Branqueamento Refinação física Branqueamento Hidrogenação Winterização Interesterificação Fracionamento Envase •Óleos •Margarinas •Manteigas Desodorização Formulação Degomado aquoso
  • 28.
    Degomado Refinação Branqueio Fracionamento Desodorização Sólidos suspensos Fosfatídeos hidrataveis AGL Fosfátideos Metais Pigmentos Produtos de Oxidação Fosfatídeos Pigmentos Metais & sabões Vitaminas AGL Produtos de Oxidação Pigmentos Triglicéridos sólidos Ceras Ésteres Hidrocarbonetos Resinas Outros Voláteis A eficiência dos processos é interdependente
  • 29.
    Escolha da terrade Branqueamento • Defina e dê prioridade às variáveis mas importantes de qualidade – 1. Cor – 2. Clorofila – 3. Fósforo – 4. AGL
  • 30.
    Escolha da terrade Branqueamento • Defina se a filtração é um gargalo – Depende do tamaho de seu filtro versus o fluxo de sua planta (250-350 Kg/hr/m2) • Defina se seu óleo é Orgânico – Terra natural é a melhor opção, é diferente da terra neutra. Confirme com o fabricante da terra • Qualidade e consistência • Suporte técnico
  • 31.
    Nível de atividadeVs variáveis de qualidade • Clorofila: Terras de alta ativação ácida • Cor RBD: Terras de baixa ativação ácida • AGL: Natural, de baixa ativação, atapulgita • P: Natural ou de ativação ácida • Filtração: Em geral as terras com base de atapulgite filtram melhor.Existem diferentes DTP. • Tipo de óleo: Orgânico – Terra Natural
  • 32.
    Efeito do nívelde ativação na Qualidade do óleo • Quanto maior seja o grau de ativação… – Melhora a remoção de clorofila – Melhora a remoção de aldeídos e cetonas – Em alguns óleos melhora a cor RB PORÉM – Pode deteriorar a cor RBD – Pode incrementar a velocidade das reações de oxidação
  • 33.
    Atividade Vs Filtração • Em algumas plantas de branqueamento a filtração pode ser chave • Existem diferentes graus de DTP e por consequência, diferentes resultados na filtração • Em geral quando se compara o mesmo mineral, quanto mais fina é a terra, mais atividade, porém menos filtrabilidade terá. Existem exceções… • O anterior não se aplica ao se comparar diferentes minerais
  • 34.
    Cor Vs nívelde ativação 6 5 4 3 2 1 0 0.25 0.5 1 2.5 Dosagem Neutral Adsorbent Surface Modified Adsorbent Acid Activated Adsorbent A Acid Activated Adsorbent B C o r Start Oil 7.8
  • 35.
    Remoção de contaminantesVs nível de ativação 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Total Contaminents RSBO 2: Low Contaminants Pure-Flo B80 Supreme Pro-Active Perform 5000 PV Fe,Ca,Mg P Chlorophyll Color Acid Activated 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Total Contaminents RSBO 1: High Contaminants Pure-Flo B80 Supreme Pro-Active Perform 5000 Acid Activated
  • 36.
    Cor RB emPalma RBD Vs nível de Ativação Clay Sample % Clay Color Lab Red Yellow Natural B80 0.5 3.2 38 1.0 2.7 32 1.5 2.4 28 2.0 2.2 26 Medium Activity ProActive 0.5 3.2 50 1.0 2.8 34 1.5 2.6 28 2.0 2.3 26 High Activity Perform 5000 0.5 3.1 40 1.0 2.8 32 1.5 2.4 28 2.0 2.2 26
  • 37.
    Nível de ativação Dados de planta -- Soja (110C; 30 min) 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 Dose*10 Clorofila Cor RBD*10 PV*10 AEC AAC
  • 38.
    Nível de ativação Dados de planta -- Girassol (1%BE; 90C; 30 min) 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0 Cor RB*10 Cor RBD*10 Fósforo Sensorial LAEC LAAC HAAC
  • 39.
    Condições de Processo Principais variáveis de processo • Dose de terra • Temperatura de branqueamento • Tempo de contato • Vácuo • Umidade do óleo no branqueamento
  • 40.
    Interação entre ascondições de processo e as variáveis de qualidade • Clorofila (nível de ativação – dose de terra – temperatura) • Cor RB (dose de terra – temperatura – tempo de contato) • Cor RBD (dose de terra – temperatura – tempo de contato) • Fósforo e metais (dose de terra - umidade) • Anisidina (nível de ativação – vácuo)
  • 41.
    Otimização da dosede terra • Escolha o principal parâmetro de qualidade • Escolha o valor desejado e correto • Defina o lugar adequado para amostragem • Identifique as melhores condições de processo • Esteja seguro de usar o método correto de laboratório • Use erro e ensaio • Verifique toda variável de importância para você
  • 42.
    Otimização da dosede terra Hidrogenação de óleo de Canola 120 110 100 90 80 70 60 0 20 40 60 80 100 Tempo de Reacção (minutos) Indice de Iodo Pure-Flo Supreme 2% Pure-Flo Supreme 4%
  • 43.
    Otimização da dosede terra Defina o objetivo correto Clorofila (ppb) Indice de Iodo Clorofila (ppb) Indice de Iodo 1752 95 134 83 1467 69 115 69 49 85 74 69
  • 44.
    Otimização da temperatura de Branqueamento • Temperatura: Quanto mais alta (max 125°C – 260°F) – Melhora a remoção de clorofila – Melhora a remoção de cor RB – Pode melhorar a velocidade de filtração PORÉM… – Incrementa a velocidade das reações de oxidação – Pode aumentar a cor RBD
  • 45.
    Temperatura de Banqueamento Cor RB ÓLEO DE PALMA 14.0 13.0 12.0 1" CELDA 11.0 10.0 RB, 9.0 Neutra COR 8.0 Acida 7.0 6.0 TEMPERATURA (°C) 90 105 120
  • 46.
    Temperatura de Branqueamento Cor RBD ÓLEO DE PALMA 3.0 2.8 " ¼52.6 Neutra CELDA 2.4 Acida 2.2 RB, 2.0 COR 1.8 1.6 1.4 1.2 TEMPERATURA °C 90 105 120
  • 47.
    Temperatura de Branqueamento Cor RB 5 4.5 4 COR RB, CELDA 5¼" B80C B81C 3.5 3 2.5 2 1.5 1 0.5 0 ÓLEO DE MILHO 95°C 115°C
  • 48.
    Temperatura de Branqueamento 0.8 0.7 COR RBD, CELDA 5¼" B80C B81C 0.6 0.5 0.4 0.3 0.2 0.1 0 ÓLEO DE MILHO 95°C 115°C Cor RBD
  • 49.
    Temperatura de Branqueamento Efeito na remoção de Clorofila TEMP TIME RB RED FFA SOAP P CHLORO RBDRED LAB 0.8 P5000 0.1 Silica 100 1800 7.5 0.05 0 0 220 2.1R/34Y 110 2100 7.1 0.048 -- -- 210 115 2300 8.2 0.054 0 -- 185 115 2400 8.4 0.054 0 -- 188 115 0200 8.5 0.05 -- -- 178 2.2R/46Y
  • 50.
    Otimização do Tempode Contato Ótimo 20 – 30 minutos • Teempo de Contato: Quanto mais longo (5 – 240 min) – Melhora a cor RB – Melhora ligeiramente a remoção de clorofila PORÉM… – Incrementa os sub-produtos de oxidação – Pode deteriorar a cor RBD
  • 51.
    Otimização do Tempode Contacto ÓLEO DE PALMA 13.0 12.5 12.0 11.5 11.0 10.5 10.0 9.5 9.0 8.5 8.0 30 60 120 TIEMPO (MINUTOS) COR RB, CELDA 1“ Neutra Acida Cor RB
  • 52.
    Otimização do Tempode Contato Cor RBD ÓLEO DE PALMA 3.0 2.8 2.6 1" 2.4 CELDA 2.2 2.0 RBD, 1.8 COR 1.6 1.4 1.2 1.0 TIEMPO (MINUTOS) Neutra Acida 30 60 120
  • 53.
    Efeitos do Vácuo • Vácuo muito forte (<50 mmHg) pode afetar a eficiência d banqueio via uma rápida evaporação da umidade no sistema. • Vácuo muito fraco (>10mmHg) pode afetar a oxidação, a secagem e potencialmente a filtração. • Um vácuo ótimo (50 - 100mmHg) é o perfeito equilíbrio entre oxidação e eficiência durante o branqueamento.
  • 54.
    3.2 2.8 2.4 2 1.6 1.2 0.8 0.4 Efeitos do Vácuo Soja refinada 88 。100 。113 。120 。132 。143 。 Temp 。C Vácuo Atmosfé rico Peroxid e Valu e s Dose: 1%, Tempo: 30 min
  • 55.
    Efeitos do Vácuo Vácuo (In Hg) Clorofila (ppb) 26 48 29 61 Condições de branqueio-200 gramos óleo de soja (clorofila=587 ppb, AOCS R/Y, 5¼”=8.3/70), 248°F, 30 minutos, 0.5% terra (p/p óleo) Proactive, em duplicidade.
  • 56.
    Efeitos da umidadedo óleo • Umidad ótima (0.3%) melhorará a remoção de clorofila e de fósforo. • Muita umidade (>0.5%) pode afetar a filtração e reduzir a eficiência do branqueamento. • Muito baixa umidade (<0.1%) pode afetar a eficiência do branqueamento via desidratação dos contaminantes.
  • 57.
    Efeitos da umidadedo óleo Óleo de soja refinado 4.8 4.6 4.4 4.2 4 3.8 3.6 3.4 3.2 3 Low Med High Low Med High Low Med High Contenido de agua Color rojo Clay A Clay B Clay C 70 65 60 55 50 45 40 35 30 25 20 Low Med High Low Med High Low Med High Contenido de agua Clorofila ppb Clay A Clay B Clay C Baixa = < 0.1% Ótima = 0.2 – 0.4% Alta = 0.5 % Água Condições constantes: 115°C, 25” Hg, 1.5%, 45 min
  • 58.
    Processos de branqueamento • Branqueio batch • Branqueio contínuo • Branqueio com pré-tratamento – Sílica/Terra filtração única – Sílica/Terra filtração dupla • Re-utilização da terra de branqueio
  • 59.
    Branqueio contínuo SodaCáustica Pré-tratamento ácido Lavagem Tanque slurry Branqueador sob vácuo Primaria Terra de Misturador Soapstock Agua de rejeito branqueio Filtro Fechado Terra gasta Secador sob vácuo
  • 60.
    Branqueio Sílica/Terra –Filtração única Primaria Soapstock Terra de branquei o Secador sob vácuo (0.10% umidade) Tanque slurry Blrnqueador sob vácuo Filtro Fechado Terra gasta Tanque slurry SELECT Óleo bruto
  • 61.
    Branqueio Sílica/Terra –Filtração dupla Óleo bruto Secador sob Vácuo (0.10% umidade) SELECT Primaria Tanque slurry Soapstock Filtro Fechado Silica gasta Terra de branquei o Branqueador sob vácuo Tanque slurry Filtro Fechado Terra gasta
  • 62.
    Reutilização da terrade branqueamento Secador sob vácuo Filtro Usado Adição de Terra fresca Branqueador sob vácuo Filtro de terra fresca Tanque slurry
  • 63.
    Resumo • Obranqueio é um complexo grupo de reações simultâneas e não todas elas estão melhorando a qualidade do óleo. • É preciso entender como cada condição de processo afeta cada variável de qualidade e utilizar este conhecimento para otimizar nosso processo. • Cada sistema tem suas condições ótimas únicas (Temp, Tempo, Tipo de terra, umidade, etc).
  • 64.
    Providing Purification Products with Superior Technical Service World Wide MUITO OBRIGADO!!

Notas do Editor

  • #3 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #4 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #9 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #10 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #11 &amp;lt;number&amp;gt; As mentioned before, the nature of the raw mineral has a definite effect on the level of activity a bleaching sorbent can achieve. Bleaching clays are processed from clay minerals by a strip mining process. Here is a picture of one of our mines. The dirt or overburden has been removed and you can see the face of the clay wall in the background.
  • #12 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #13 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #14 &amp;lt;number&amp;gt; Read as is
  • #15 &amp;lt;number&amp;gt; Here is a side-by -side comparison of our process with a traditional acid activation plant. Steochometric comment Read steps as presented.
  • #16 &amp;lt;number&amp;gt; Read as is
  • #18 &amp;lt;number&amp;gt; This slide clearly shows the negative effects of acid clay on the Delta K values of the processed oil from Turkey. The oils bleached with neutral clay were superior at all dosage levels.
  • #19 &amp;lt;number&amp;gt; Read as is
  • #20 &amp;lt;number&amp;gt; Explain graph: This is a graphical representation of chlorophyll activity of our family of bleaching sorbents in bleaching canola oil. The Y axis represents chlorophyll that remained in the oil after bleaching. The X axis represents our family of bleaching sorbents ranging from our natural bleaching clay Pure-Flo B80 on the far left up to our most acid enhanced product Perform 5000. On the far right we have included data from a standard acid activated clay. The bottomline is that we have a wide range of products which can meet your activity needs.
  • #21 &amp;lt;number&amp;gt; Read as is
  • #22 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #23 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #24 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #25 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #26 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #27 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #28 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #29 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #35 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #36 &amp;lt;number&amp;gt; In this slide we have illustrated more product comparisons in soybean oil. In each graph the Y axis represents the cumulative amount of contaminants listed in the far right legend. The X axis represents our natural bleaching clay, Pure-Flo B80, Supreme Pro Active which is produced with a balance between activity and high flow characteristics and our most active clay Perform 5000. We again have also included a traditional acid activated clay as a reference.
  • #43 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #44 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #55 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #58 &amp;lt;number&amp;gt; Bleaching clay activity can be enhanced by wet bleaching or incorporating water into the oil during the bleaching stage. These two graph illustrates the effect water had on the activity of three bleaching clays under these bleaching conditions. Water levels were maintained at constant level throughout the bleach and the results are as illustrated. All three clays showed a curve in activity reaching an optimum color reduction in reds and chlorophylls around 0.2% moisture.
  • #59 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #60 &amp;lt;number&amp;gt;
  • #61 &amp;lt;number&amp;gt; The objectives of the silicate pre-treat process is to maximize adsorption performance and filterability in single and dual filtration systems. In either system, silicate is added after the primary centrifuge. The difference between the single and dual filtration system is the additional filter press used in the dual system to remove the silicate from the oil prior to the bleacher. The benefits of this design include better production rates and less chance of down stream contamination of spent silicates.
  • #63 &amp;lt;number&amp;gt;