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DISCIPLINA: ASSISTENCIA CLINICA
PSICOLOGIA DE ENFERMAGEM(ACPE)
Docente:Profº Enfª Ms: Mônica Lopes.
Tema: Informações Clinicas e sua
comunicação ao paciente.
Curso: Enfermagem Turma:3A
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O que é Bioética?
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OBS:Diante do momento nós enfermeiros lembramos sempre que somos seres
humanos, e que devemos nos colocar no lugar da pessoa (paciente, membro da
família ou amigo da família) e sempre procurar compreender e proceder nessas
horas difíceis visto que poucas pessoas assumem tal tarefa.
Momento de dar má noticia:
1º passo: Ter tempo disponível e estar tranquila.
2º passo: Oferecer a possibilidade de novos encontros pra tirar
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4º passo: Respeitar preferência especiais e culturais do
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6º passo: Usar linguagens claras e simples, evitando nessa
hora os termos técnicos de enfermagem.
7º passo: Ouvir bem o paciente e as preocupações dos
familiares.
8º passo: Dar informação de forma gradual.
9º passo: Entender o que o paciente deseja e suporta naquele
momento difícil da vida.
10º passo: Compreender o silêncio e o calar do paciente. E se
necessário, repetir quantas vezes forem necessárias as
informações.
1-O paciente tem direito a atendimento humano, atencioso e
respeitoso, por parte de todos os profissionais de saúde. Tem
direito a um local digno e adequado para seu atendimento.
2-O paciente tem direito a ser identificado pelo nome
sobrenome. Não deve ser chamado pelo nome da doença ou do
agravo à saúde, ou ainda de forma genérica ou quaisquer
outras formas impróprias, desrespeitosas ou preconceituosas.
3-O paciente tem direito a receber do funcionário adequado,
presente no local, auxílio imediato e oportuno para a melhoria
de seu conforto e bem-estar.
4-O paciente tem direito a informações claras, simples e
compreensivas, adaptadas à sua condição cultural, sobre as ações
diagnósticas e terapêuticas, o que pode decorrer delas, a duração do
tratamento, a localização de sua patologia se existe necessidade de
anestesia, qual o instrumental a ser utilizado e quais regiões do corpo
serão afetadas pelos procedimentos.
5-O paciente tem direito de revogar o consentimento anterior, a
qualquer instante, por decisão livre, consciente e esclarecida, sem
que lhe sejam imputadas sanções morais ou legais.
6-O paciente tem direito à sua segurança e integridade física nos
estabelecimentos de saúde, públicos ou privados.
7-O paciente tem direito de receber ou recusar assistência moral,
psicológica, social e religiosa.
Portaria do Ministério da Saúde
nº1286 de 26/10/93
Art.8º e nº74 de 04/05/94.
Fonte: FÓRUM DE PATOLOGIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
Copyright 2007, Instituto EnzoAssugeni.
A comunicação possui importância ainda maior.É. Fundamental
conquistar e manter vínculo tanto do enfermeiro e paciente e
seus familiares. Somos a porta de entrada do sistema e nos
encontramos expostos às mais diversas situações.
Em virtude do que foi mencionada neste Trabalho, a importância
de se dar uma notícia, seja ela má ou boa, com ética e
responsabilidade, de suas consequências, é primordial para a
humanização do sistema de saúde. por isso é muito importante o
aprofundamento desse tema, para a observação, compreensão e
conscientização, principalmente dos profissionais da área de
saúde que se comprometem em proporcionar o bem estar do
paciente.
SwearengL.Pamela/Manual da
enfermagem no cuidado critico.
Editora:Antemed ano 2004 pág.70,88,91
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ACPE Informações Clinicas

  • 1. DISCIPLINA: ASSISTENCIA CLINICA PSICOLOGIA DE ENFERMAGEM(ACPE) Docente:Profº Enfª Ms: Mônica Lopes. Tema: Informações Clinicas e sua comunicação ao paciente. Curso: Enfermagem Turma:3A Maio/2014 BELÉM-PA.
  • 2. DISCENTES: Josiane Tavares Lia Araújo Luciane Santana Mª da Graça Costa Oswaldina Souza Maio/2014 BELÉM-PA.
  • 3. O que é Bioética? Estuda a moral da conduta humana nas áreas das ciências da vida que pesquisam, manipulam e curam os seres vivos. PROFISSIONAL PACIENTE PRINCÍPIOS BIOÉTICOS
  • 4. Código internacional de ética fala: Respeito total à dignidade do ser humano e necessidade de se obter o consentimento livre e esclarecido dos indivíduos –alvos e grupos vulneráveis, excluindo-se as possibilidades de dependência,subordinação,coação e intimidação. Ter como preocupação primária o bem estar do seu paciente.
  • 5. Aspectos de natureza criminal: imprudência - Descuido Negligência - Omissão de deveres Imperícia - Não hábil
  • 6. A enfermagem de inicio precisa vencer:
  • 7.
  • 8. Na construção de um processo comunicativo de qualidade, também é fundamental que haja: Preocupação com a construção da nossa imagem profissional. E as suas demonstrações de interesse pelo paciente são muito bem-vindos. Um dos atributos importantes é o fortalecimento do sentimento de empatia entre profissional e paciente e seus familiares. estabelecer concordância mútua e adequação do plano de tratamento à realidade do paciente. desenvolver uma compreensão compartilhada sobre a situação.
  • 9. A importância de se estabelecer um relacionamento terapêutico conseguido terapêutica. através da utilização da comunicação. Quando uma pessoa passa pelo processo de hospitalização, ocorre a transposição da situação de “normalidade”, antes garantida pela condição de saúde, para a dependência dos profissionais na resolução de seus problemas o que constitui, por si, elemento de desconforto e insegurança. Quando usamos conscientemente as técnicas de comunicação em todo o processo de relacionamento com o paciente buscamos compreender e identificar suas necessidades.
  • 10. A BOA NOTICIA: Quem não gosta de receber aquela noticia positiva? E quem gosta de oferecer o momento feliz de satisfação ao paciente? Boa noticia causa certo efeito ao paciente como alívio e sensação de bem estar no que diz respeito a seu estado clínico. o próprio bate papo do enfermeiro com o paciente e seus familiares podem perceber a melhora no olhar. A energia positiva muda à vida, até a doença parece perde força diante da boa noticia.
  • 11. O estado psicoespiritual do enfermeiro também precisa de atenção: O enfermeiro também é um ser humano. A frieza não pode fazer parte da vida do Enfermeiro. Segurança quanto ao tratamento do paciente. A enfermagem atua como uma faca de dois gumes, tanto na boa quanto na má notícia. O enfermeiro desenvolve os dois papeis.
  • 12. Má noticia: Quem gosta de receber? Principalmente quem gosta de dar na hora mais difícil da vida do paciente e sua família? A importância do estado psicológico e equilíbrio emocional do paciente se tornaram hoje, fundamental para uma boa evolução de seu quadro clínico. Então como proceder diante de uma noticia de diagnóstico grave? O avanço de uma doença ou a impossibilidade de alcançar a cura.
  • 13. O preparo diante da má noticia: 1º passo: Preparando-se para o encontro. 2º passo: Percebendo o paciente. 3º passo: Convidando para o dialogo. 4º passo: Transmitindo a informação. 5º passo: Expressão de emoções. 6º passo: Resumindo e organizando estratégias. OBS:Diante do momento nós enfermeiros lembramos sempre que somos seres humanos, e que devemos nos colocar no lugar da pessoa (paciente, membro da família ou amigo da família) e sempre procurar compreender e proceder nessas horas difíceis visto que poucas pessoas assumem tal tarefa.
  • 14. Momento de dar má noticia: 1º passo: Ter tempo disponível e estar tranquila. 2º passo: Oferecer a possibilidade de novos encontros pra tirar dúvidas. 3º passo: Transmitir afeto, cuidado e companheirismo. 4º passo: Respeitar preferência especiais e culturais do paciente. 5º passo: Evitar falso otimismo e excesso de desencorajamento. 6º passo: Usar linguagens claras e simples, evitando nessa hora os termos técnicos de enfermagem. 7º passo: Ouvir bem o paciente e as preocupações dos familiares. 8º passo: Dar informação de forma gradual. 9º passo: Entender o que o paciente deseja e suporta naquele momento difícil da vida. 10º passo: Compreender o silêncio e o calar do paciente. E se necessário, repetir quantas vezes forem necessárias as informações.
  • 15.
  • 16. 1-O paciente tem direito a atendimento humano, atencioso e respeitoso, por parte de todos os profissionais de saúde. Tem direito a um local digno e adequado para seu atendimento. 2-O paciente tem direito a ser identificado pelo nome sobrenome. Não deve ser chamado pelo nome da doença ou do agravo à saúde, ou ainda de forma genérica ou quaisquer outras formas impróprias, desrespeitosas ou preconceituosas. 3-O paciente tem direito a receber do funcionário adequado, presente no local, auxílio imediato e oportuno para a melhoria de seu conforto e bem-estar.
  • 17. 4-O paciente tem direito a informações claras, simples e compreensivas, adaptadas à sua condição cultural, sobre as ações diagnósticas e terapêuticas, o que pode decorrer delas, a duração do tratamento, a localização de sua patologia se existe necessidade de anestesia, qual o instrumental a ser utilizado e quais regiões do corpo serão afetadas pelos procedimentos. 5-O paciente tem direito de revogar o consentimento anterior, a qualquer instante, por decisão livre, consciente e esclarecida, sem que lhe sejam imputadas sanções morais ou legais. 6-O paciente tem direito à sua segurança e integridade física nos estabelecimentos de saúde, públicos ou privados. 7-O paciente tem direito de receber ou recusar assistência moral, psicológica, social e religiosa. Portaria do Ministério da Saúde nº1286 de 26/10/93 Art.8º e nº74 de 04/05/94. Fonte: FÓRUM DE PATOLOGIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE Copyright 2007, Instituto EnzoAssugeni.
  • 18.
  • 19. A comunicação possui importância ainda maior.É. Fundamental conquistar e manter vínculo tanto do enfermeiro e paciente e seus familiares. Somos a porta de entrada do sistema e nos encontramos expostos às mais diversas situações. Em virtude do que foi mencionada neste Trabalho, a importância de se dar uma notícia, seja ela má ou boa, com ética e responsabilidade, de suas consequências, é primordial para a humanização do sistema de saúde. por isso é muito importante o aprofundamento desse tema, para a observação, compreensão e conscientização, principalmente dos profissionais da área de saúde que se comprometem em proporcionar o bem estar do paciente.
  • 20.
  • 21. SwearengL.Pamela/Manual da enfermagem no cuidado critico. Editora:Antemed ano 2004 pág.70,88,91 a 112. Revista Nurseng/Edição: 92 pág.24/ano; 2006.