Clínica Médica II (parte 1)

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1. CARDIOVASCULAR
2. RESPIRATÓRIO
3. ENDÓCRINO

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Clínica Médica II (parte 1)

  1. 1. CLÍNICA MÉDICA II Prof. Will Nunes
  2. 2. Aqui iremos ver e analisar os sistemas: • CARDIOVASCULAR • RESPIRATÓRIO • ENDÓCRINO Lembrando que para um bom estudo deve-se utilizar de material adicional, assim tenha um bom estudo.
  3. 3. REVISÃO Clínica médica é a especialidade médica que trata de pacientes adultos. Clínica médica, no Brasil também conhecida como Medicina Interna.
  4. 4. PATOLOGIA DE SISTEMAS • CARDIOVASCULAR • RESPIRATÓRIO • ENDÓCRINO • URINÁRIO • DIGESTIVO • NERVOSO
  5. 5. OBJETIVOS Identificar os cuidados de enfermagem nas principais patologias de cada sistema, sendo abordadas de acordo com sua fisiopatologia, sinais e sintomas, tratamento, diagnostico e os cuidados de enfermagem.
  6. 6. SISTEMA CARDIOVASCULAR
  7. 7. AS DOENÇAS DE ATENÇÃO ATEROSCLEROSE E ARTERIOSCLEROSE
  8. 8. ATEROSCLEROSE • Formação de placas de ateroma sobre a parede das artérias.
  9. 9. ARTERIOSCLEROSE • Doença degenerativa da artéria devida à destruição das fibras musculares lisas e das fibras elásticas que a constituem, levando a um endurecimento da parede arterial. Produzido por hipertensão arterial de longa duração ou pelo aumento da idade.
  10. 10. SINAIS E SINTOMAS Você geralmente não têm sintomas de aterosclerose até uma artéria ser estreitada ou obstruída que ela não pode fornecer sangue suficiente para seus órgãos e tecidos. Às vezes um coágulo de sangue completamente bloqueia o fluxo de sangue, ou até mesmo quebra distante e pode desencadear um ataque cardíaco ou derrame.
  11. 11. Sintomasdeaterosclerosedependemdequais artériassãoafetadas. • Nas artérias do coração = sintomas: 1.Dor no peito ou pressão (angina). • Nas artérias levando a seu cérebro = sinais e sintomas: 1.Dormência súbita ou fraqueza nos braços ou pernas 2.Dificuldade para falar ou arrastada, ou inclinando-se os músculos em seu rosto. Estes sinais de um ataque isquêmico transitório, que, se não tratado, pode progredir para um AVC.
  12. 12. • Nas artérias em seus braços e pernas = sintomas: 1. doença arterial periférica, tais como dor nas pernas ao caminhar. • Nas artérias levando a seus rins = sintomas: 1.Hipertensão arterial 2.Insuficiência renal. • Nas artérias levando a seus órgãos genitais, você pode ter dificuldades em fazer sexo. Às vezes, a aterosclerose pode causar disfunção erétil em homens. Em mulheres, pressão arterial elevada pode reduzir o fluxo sanguíneo para a vagina, tornando o sexo menos prazeroso.
  13. 13. Diagnóstico Diagnosticada com a ocorrência das complicações. Os estudos úteis para avaliar o grau da doença são as ultrassonografias, as tomografias e as arteriografias
  14. 14. Tratamento • Prevenção DEVE-SE reduzir os fatores de risco: • a obesidade, • o sedentarismo, • o tabagismo, • dieta com baixo teor de gordura e sal. • Geralmente é realizada a prescrição de medicamentos para reduzir o nível de colesterol no sangue, e doses baixas de aspirina servem para reduzir a risco de formação de coágulos.
  15. 15. • Localizados nas artérias coronárias, realiza-se uma angioplastia. Nos casos de obstruções da artéria carótida, pode ser realizada uma remoção da placa por cirurgia.
  16. 16. Cuidados de Enfermagem Repouso absoluto no leito evitando movimentos bruscos; Oxigenioterapia (Constante, umidificado) Verificar sinais vitais de 2 em 2 horas (observando alterações nos mesmos, arritmias ou choque cardiogênico); Controle hídrico rigoroso (evitar sobrecarga cardíaca); Prestar cuidados de higiene no leito; Administrar medicamentos prescritos; Manter ambiente tranquilo;
  17. 17. Orientar os familiares a evitarem conversas excessivas e assuntos desagradáveis; Oferecer dieta leve, hipossódica e hipolipédica; Orientar o paciente para a alta; Evitar alimentos ricos em carboidratos e gorduras, bebidas alcoólicas, fumo e café; Repouso relativo: nas 1º 8 -12 semanas, retomando gradativamente à vida normal; Manter a tranquilidade emocional, equilíbrio entre sono, repouso e atividades física evitando excessos; Procurar o hospital se ocorrerem sintomas de recidiva
  18. 18. ANGINA • O termo angina caracteriza “dor” e seu uso mais rotineiro na prática de saúde diz respeito a dor ou desconforto torácico. Sintoma da aterosclerose coronariana. • Sintoma típico de doença arterial coronária, mas em alguns casos ela pode se manifestar por cansaço fácil, arritmias e desmaios além de falta de ar. • Dependendo da gravidade, é possível tratá-la com alterações no estilo de vida, medicamentos, angioplastia ou cirurgia
  19. 19. SINAIS E SINTOMAS • As pessoas podem ter: • Dor local: peito, braço, maxilar ou pescoço • Tipos de dor: como um punho fechado no peito, queimação no peito ou súbita no peito • No corpo: fadiga, incapacidade de praticar exercício físico, tontura ou suor • No aparelho gastrointestinal: indigestão ou náusea • No sistema respiratório: falta de ar ou respiração rápida • Também comum: ansiedade, aperto no peito ou taquicardia
  20. 20. Medicamentos para Angina • Amiodarona • Ancoron • Aspirina Prevent • Atenolol • Atorvastatina Cálcica • Besilato de Anlodipino • Carvedilol • Clexane • Concor • Cordil • Enalapril • Hexomedine • Isordil • Isossorbida • Lipitor • Monocordil
  21. 21. CUIDADOSDE ENFERAGEMNAANGINA a) Reduzir a velocidade da marcha, levar mais tempo para se vestir; b) Evitar excesso de alimentação fazendo refeições mais leves e descansando após as mesmas; c) Evitar atividades que produzem a dor angionose (esforço físico, temperaturas extremas, situações emocionais que possam levar ao stress); d) Diminuir o peso, se necessário para reduzir a carga cardíaca; e) Parar de fumar. O fumo pode exacerbar a intensidade dos ataques anginosos; f) Usar a medicação indicada levando sempre consigo um frasco de comprimidos de nitroglicerina; g) Verificar e registrar sinais vitais de 6 / 6 horas
  22. 22. INFARTOAGUDODOMIOCARDIO • Bloqueio do fluxo sanguíneo para o músculo do coração
  23. 23. • Os sintomas incluem apertos e dores no peito, no pescoço, nas costas ou nos braços, fadiga, atordoamento, arritmia cardíaca e ansiedade. Mulheres costumam ter mais chances de apresentar sintomas atípicos do que os homens.
  24. 24. As pessoas podem ter: • Dor local: braço, braço esquerdo, maxilar ou peito • Dor circunstancial: em repouso • Tipos de dor: queimação no peito • No corpo: fadiga, tontura, pele fria e úmida, suor ou suor frio • No aparelho gastrointestinal: indigestão, náusea ou vômito • No pescoço: desconforto ou rigidez • No braço: aperto ou desconforto • No peito: aperto ou desconforto • Também comum: ansiedade, falta de ar ou palpitação
  25. 25. A assistência de enfermagem no IAM As alterações eletrocardiográficas; • Pressão arterial; • Frequência cardíaca e queixas de dor precordial; • Deve-se manter no paciente a oxigênioterapia e um acesso venoso calibroso.
  26. 26. Assistênciadeenfermagemduranteaangioplastia: • Durante a angioplastia o enfermeiro deverá retirar próteses dentária; • Investigar história de alergias; • Preparar a via de acesso, realizar a assepsia, dispor os campos cirúrgicos e preparar o instrumental cirúrgico; • Normalmente o procedimento é realizado por via Radial ou Femoral; • Cabe ao enfermeiro fornecer todo material necessário durante o procedimento. • Checar e administrar anticoagulante quando solicitado; • Estar atento às intercorrências que podem acontecer, tais como, taquicardia ventricular, parada cardiorespiratória, bradicardia, hipotensão entre outros.
  27. 27. Assistênciadeenfermagemapósangioplastia • Orientar o paciente quanto ao repouso, cuidados com o curativo e dieta; • Quando o procedimento for realizado pela via radial deve-se retirar o introdutor assim que finalizado o procedimento e realizar curativo compressivo mantendo-o por duas horas. Em seguida desapertá-lo e verificar perfusão e pulso; • Quando o procedimento for realizado por via femoral, o introdutor será retirado após cinco horas, o paciente deve ser orientado quanto ao repouso e manter restrição do membro durante esse período; • Após cinco horas, retirar o introdutor e manter compressão manual por aproximadamente vinte minutos para hemostasia, logo após, realizar curativo compressivo em região inguinal, orientando o paciente à retirá-lo no dia seguinte.
  28. 28. Curiosidades • Nos homens a dor precordial é o sintoma mais frequente, já nas mulheres o cansaço e fadiga extrema são os sintomas mais encontrados. • Nas mulheres é mais frequente sentir náuseas, dores no epigástrio, ou nas costas, pescoço ou queixo. • Muitas vezes, sintomas outros que não a dor, são sentidos já há muito tempo antes do infarto ocorrer. • A intensidade da dor do infarto varia muito de doente para doente. A dor não necessita ser intensa. • A dor geralmente irradia para o braço esquerdo, mas em 15% dos atingidos irradia para o braço direito.
  29. 29. • Muitos sintomas de doença das coronárias são ignorados pelos pacientes e também pelos médicos. Existem infartos silenciosos, que são revelados ao eletrocardiograma ou outros exames por ocasião de exames rotineiros. • Exija do seu médico que investigue a causa de seus sintomas, principalmente se pertencer a um grupo de risco. • A parte do coração que necrosar, morrer, por ocasião de um infarto não é mais viável e não produzirá sintomas como dor. Logo, enquanto o doente sentir dor resta tecido cardíaco viável que pode se recuperar por si ou com tratamentos adequados. Quanto antes esse tecido doente for tratado, maiores as chances de ser recuperado. • Se isso acontecer, se notar uma ou mais de uma das manifestações acima, não espere, vá ou chame imediatamente um serviço de emergência.
  30. 30. INSULFICIÊNCIA CARDIACA • Condição crônica em que o coração não bombeia o sangue da forma adequada. • A insuficiência cardíaca pode ocorrer se o coração não for capaz de bater (sistólica) ou ser preenchido (diastólica) corretamente. • Os sintomas incluem falta de ar, fadiga, inchaço nas pernas (poplíteas) e batimento cardíaco acelerado. • Os tratamentos podem incluir reduzir a ingestão de sal, limitar a ingestão de líquidos e tomar remédios sob prescrição médica. Em alguns casos, pode ser necessário implantar um desfibrilador ou marca-passo.
  31. 31. POPLÍTEA
  32. 32. • ICE - INSUFICIÊNCIA CARDÍACA ESQUERDA Resultam primeiramente de um represamento progressivo ao sangue dentro da circulação pulmonar e das consequências da redução do fluxo e da pressão sanguínea periféricos. • ICD - INSUFICIÊNCIA CARDÍACA DIREITA Geralmente consequência da suficiência cardíaca esquerda; qualquer aumento na pressão da circulação pulmonar inevitavelmente produz maior sobrecarga no lado direito do coração.
  33. 33. InsuficiênciaCardíaca Aguda (ICA) • É um acontecimento súbito e catastrófico de grande risco e que ocorre devido à qualquer situação que torne o coração incapaz de uma ação eficaz. • Geralmente a Insuficiência Cardíaca Aguda é consequente a um infarto do miocárdio, ou a uma arritmia severa do coração. • Existem ainda as Insuficiências Cardíacas Agudas provocadas por doenças não cardíacas. • A Insuficiência Cardíaca Aguda é uma situação grave, exige tratamento médico emergencial, e mesmo assim é, muitas vezes, fatal. • Exemplo delas são a hemorragia severa, o traumatismo cerebral grave e o choque elétrico de alta voltagem.
  34. 34. Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC) • É o estado fisiopatológico em que o coração é incapaz de bombear sangue a uma taxa satisfatória às necessidades dos tecidos metabolizadores, ou pode fazê-lo apenas a partir de uma pressão de enchimento elevada. • A Insuficiência Cardíaca Congestiva pode aparecer de modo agudo mas geralmente se desenvolve gradualmente, às vezes durante anos. Sendo uma condição crônica, gera a possibilidade de adaptações do coração o que pode permitir uma vida prolongada, às vezes com alguma limitação aos seus portadores, se tratada corretamente.
  35. 35. Sinais e Sintomas • Dispneia (falta de ar) A falta de ar do portador de insuficiência cardíaca caracteristicamente se dá aos esforços físicos e quando o portador encontra-se deitado (ortopneia) • Tosse • Fraqueza (astenia) • Edema (inchaço, ou aumento do volume dos membros) • Dor abdominal • Palpitação • Tonturas • Diminuição da emissão de urina.
  36. 36. Cuidados de enfermagem • Monitorizar a ingesta e a excreta a cada 2 horas; • Manter a posição de Fowler para facilitar a respiração; • Monitorizar a resposta ao tratamento diurético; • Avaliar a distensão venosa jugular, edema periférico; • Administrar dieta hipossódica; • Promover restrição hídrica. • Proporcionar conforto ao paciente; dar apoio emocional; • Manter o paciente em repouso, observando o grau de atividade a que ele poderá se submeter; • Explicar antecipadamente os esquemas de rotina e as estratégias de tratamento;
  37. 37. • Incentivar e permitir espaços para o cliente exprimir medos e preocupações; • Apoiar emocionalmente o cliente e familiares; • Promover ambiente calmo e tranquilo; • Estimular e supervisionar a respiração profunda; • Executar exercícios ativos e passivos com os MMII; • Pesar o paciente diariamente; • Realizar balanço hídrico; • Oferecer dieta leve, fracionada, hipossódica, hipolipídica; • Anotar alterações no funcionamento intestinal; • Administrar medicamentos conforme prescrição médica, adotando cuidados especiais; • Observar o aparecimento de sinais e sintomas de intoxicação medicamentosa; • Transmitir segurança na execução das atividades;
  38. 38. Cuidadoscoma administraçãode diuréticos • Oferecer o medicamento pela manhã; • Realizar balanço hídrico; • Pesar o paciente diariamente; • Observar sinais de fraqueza, mal estar, câimbras musculares; • Estimular a ingestão de alimentos ricos em potássio (laranja, limão, tomate), desde que não aja contraindicação.
  39. 39. Cuidados na administraçãode digitálicos • Verificar pulso e frequência cardíaca antes de administrar cada dose do medicamento. Caso o pulso esteja inferior a 60bpm, consultar o médico; • Observar sintomas de toxidade digital: arritmia, anorexia, náuseas, vômito, diarreia, bradicardia, cefaleia, mal-estar e alterações comportamentais.
  40. 40. SISTEMA RESPIRATÓRIO
  41. 41. RESFRIADO • Inflamação e infecção aguda do nariz e garganta, causada por vírus. Infecção viral do trato respiratório superior. • O resfriado leva umidade para dentro do organismo. O trato respiratório se esfria, e acumula umidade. Por isso, é importante colocar essa umidade para fora. As narinas ficam com coriza; Os olhos lacrimejam; Mal-estar.
  42. 42. • O resfriado é uma infecção branda das vias aéreas. • Pode ser causado por vários tipos de vírus, sendo o Rinovírus o mais comum. É extremamente contagioso.
  43. 43. Sinais e Sintomas Após 1 a 3 dias da entrada do vírus no organismo, aparecem os sintomas: • Corrimento nasal • Congestão nasal • Espirros • Perda de gosto e cheiro • Coceira na garganta • Tosse
  44. 44. Suatransmissãoocorropordois métodos: • Método Aerossol, que é transmitida por gotas nasais expelidas pela pessoa contaminada que são inaladas por outras pessoas. • Método de contato direto, você inala o vírus pelo nariz. Logo depois, você toca o nariz ou espirra na sua mão, o que contamina seus dedos com os vírus. Depois você abre uma porta depositando os vírus na maçaneta. Qualquer pessoa que segura a maçaneta pode pegar os germes. Elas podem tocar os olhos ou nariz e logo estarão resfriadas também.
  45. 45. • Os sintomas surgem de 24h a 72h após o transmissão do vírus. • Costuma durar de 5 a 7 dias, porém em 25% dos casos, os sintomas persistem por até 2 semanas. • A maioria das pessoas apresenta de 3 a 5 quadros de resfriado por ano.
  46. 46. Cuidados de Enfermagem Enfermeiro deve explicar ao paciente da necessidade de: • Ingestão de água; • Tampar o nariz e a boca, ao espirra e tossir para que não transmita a outras pessoas; • Evitar aglomerações; • Repouso; • Além disso o Enfermeiro deve observar e registrar as características da tosse.
  47. 47. GRIPE • Também causada por vírus (Influenza). A gripe é uma infecção mais grave do que o resfriado, apresentando um quadro clínico mais rico que o resfriado.
  48. 48. SINAIS E SINTOMAS • Provoca dores musculares, • corrimento nasal, • inflamação nas passagens respiratórias; • febre alta, • dores pelo corpo, • dor de cabeça, • mal estar, • perda do apetite, • dor de garganta • tosse. Na gripe os sintomas costumam aparecer subitamente ao contrário do resfriado, onde eles surgem gradualmente. A tosse e a febre são sintomas precoces
  49. 49. TRANSMISSÃO • O modo de transmissão é igual ao do resfriado. O tempo de doença costuma ser de até 2 semanas. O tempo em que o paciente mantém-se contagioso dura até 7 dias ou 24h após a resolução da febre. • A gripe também apresenta uma maior taxa de complicações, como pneumonia pelo próprio Influenza ou por bactérias oportunistas.
  50. 50. TRATAMENTO • Além da vacina contra a gripe, já existem remédios específicos contra o influenza que, quando indicados, devem ser administrados com no máximo 48h do início da doença. • O tratamento específico é indicado em crianças, idosos e pessoas com comprometimento do sistema imune (imunocomprometidos). • Não cura a gripe, mas reduz bastante seu tempo de duração e ajuda a prevenir as complicações. IMPORTANTE: Tratamento com antivirais só deve ser feito após avaliação médica.
  51. 51. Os sinaisde gravidadeda gripesão: • Dificuldade respiratória • Dor torácica para respirar • Pressão baixa • Alterações da consciência • Desorientação • Vômitos persistentes
  52. 52. CUIDADOS DE ENFERAGEM Para se prevenir da gripe deve-se: • Evitar contato próximo com pessoas contaminas (pelo menos 2 metros). • Evitar contato direto das mãos com olhos e boca sem antes as terem lavado. • Lavar as mãos frequentemente. • Evitar ficar em ambientes com pouca circulação de ar e com muitas pessoas.
  53. 53. RINITE • É um grupo de distúrbios caracterizados por inflamação e irrigação das mucosas do nariz. Pode ser classificada como não alérgica e alérgica. Pode ser uma condição aguda ou crônica.
  54. 54. TIPOS • Não alérgica: Pode ser causada por diversos fatores, incluindo fatores ambientais, como as alterações na temperatura, umidade, odores ou alimentos; infecção; idade; doenças sistêmicas; drogas (cocaína) ou medicamentos prescritos; ou a presença de um corpo estranho. • Alérgica: pode ser a manifestação de uma alergia, em cujo caso ela é referida como rinite alérgica.
  55. 55. Manifestações Clínicas • Rinorréia (drenagem nasal excessiva, coriza.); • Congestão nasal; • Drenagem nasal (purulenta quando a rinite é bacteriana); • Prurido nasal; • Espirros; • Cefaleia, pode acontecer quando a sinusite está presente.
  56. 56. Tratamento Médico • Depende da causa, que pode ser identificado pela obtenção do histórico e exame físico. • Agente antimicrobiano/ Anti-histamínico/ descongestionantes nasais/ agentes oftálmicos/ corticosteroides intranasais. Na rinite alérgica: • testes para identificar os possíveis alérgenos, • imunizações e os corticoides.
  57. 57. Tratamento de Enfermagem • O tratamento dos pacientes portadores de rinite alérgica é composto por três pontos fundamentais: 1 - Higiene ambiental. 2 - Tratamento medicamentoso. 3 - Vacinas antialérgicas. • Ensinando o auto cuidado ao cliente • Adequada técnica de administração dos medicamentos.
  58. 58. SINUSITE • É uma infecção dos seios paranasais. • Desenvolve-se em consequência de uma infecção respiratória alta. • Há congestão nasal causada por inflamação, edema e transudação* de líquido, que leva a obstrução da cavidade nasal. • Os organismos bacterianos contribuem com mais de 60% dos casos de sinusite aguda. *Passagem de um líquido com baixo teor de proteínas, através de uma membrana, como p.ex. a parede de um capilar, em consequência do desequilíbrio das forças hidrostática e osmótica.
  59. 59. SINUSITE AGUDA • É uma inflamação dos seios por menos de três semanas, em um adulto, e duas semanas em uma criança. Está frequentemente associada ao resfriado comum.
  60. 60. SINUSITE CRÔNICA • É uma inflamação dos seios que persiste por mais de três semanas, em adultos e mais de duas semanas em crianças.
  61. 61. Manifestações Clínicas • Dor facial / pressão sobre a área sinusal afetada; • obstrução nasal; fadiga; • secreção nasal purulenta; • febre; • cefaleia; • otalgia; • odontalgia (+ crônicas); • tosse; • sensação de olfato e paladar diminuído; • dor de garganta; • congestão facial.
  62. 62. Complicações • Meningite; • Abscesso cerebral; • Infarto isquêmico; • Osteomielite; • Encefalite; • Celulite orbital grave; • Abscesso subperiósteo; • Trombose do seio cavernoso.
  63. 63. Diagnósticos • História e exame físico cuidadoso; • Radiografia dos seios da face; • Tomografia computadorizada; • Ressonância magnética; • Endoscopia nasal.
  64. 64. Tratamento Médico Objetivo: controle da infecção e do ressecamento da mucosa nasal e o alívio da dor. • Descongestionantes (anti-histamínicos) para reduzir a congestão nasal (oral ou tópico). • Antibióticos para controlar a infecção bacteriana, caso esteja presente. • Analgésico para reduzir qualquer dor. • Vaporização com irrigação de solução salina.
  65. 65. Cuidados de Enfermagem: • As medidas de enfermagem são direcionadas para a facilitação da drenagem. A umidade adequada, a inalação de vapor, a ingesta hídrica aumentada e a aplicação de calor local (compressas úmidas e quentes) que auxiliarão na promoção da drenagem. • Higiene oral • Orientar o paciente e a família sobre a importância do tratamento medicamentoso. • Explicar os sinais de complicações potenciais: febre persistente, cefaleia intensa e rigidez de nuca.
  66. 66. FARINGITE • A faringite gera uma inflamação na garganta. • Provocada por: 1. Vírus = faringite vira​l, 2. Bactérias = faringite bacteriana.
  67. 67. Faringite aguda • Muitos casos são devidos a infecção viral diminui de maneira imediata, dentro de 3 a 10 dias depois do inicio. Estreptococo beta hemolítico do grupo A (faringite estreptocócica) – grave.
  68. 68. Faringite crônica • É uma inflamação persistente da faringe. É mais comum nos adultos que trabalham ou vivem em ambientes empoeirados, usam sua voz em excesso, sofrem de tosse crônica e usam habitualmente álcool e tabaco.
  69. 69. Manifestações clínicas • Faringite Aguda: Tonsilas e membranas faríngea de cor vermelha intensa, folículos linfóides edemaciados e salpicados com exsudato branco – purpúreo, e linfonodos cervicais hipertrofiados e sem tosse. Febre, indisposição e dor de garganta. • Faringite Crônica: Inflamação persistente, sensação constante de irritação ou congestão na garganta, muco que se coleta na garganta e pode ser expelido por tosse, bem como dificuldade de deglutir.
  70. 70. Complicações • Sinusite, • Otite média, • Abscesso peritonsilar, • Mastoidite, • Febre reumática, • Nefrite.
  71. 71. Diagnósticos • História minunciosa; • Exame físico completo; • Teste rápido de antígenos estreptocócicos; • Cultura de faringe; • Swabs nasais; • Hemoculturas.
  72. 72. SINAIS E SINTOMAS Esta inflamação causa: • Intensa dor de garganta; • Podem surgir pequenos 'carocinhos' doloridos no pescoço. • Vermelhidão e inchaço na garganta; • Dificuldade em engolir; • Febre; • Aumento das ínguas.
  73. 73. TRATAMENTO • O tratamento para faringite pode ser indicado pelo clínico geral ou otorrinolaringologista e geralmente é feito com a ingestão de medicamentos antibióticos por até 10 dias. Durante o tratamento a pessoa tem que cuidar da: • Alimentação evitando alimentos muito quentes ou gelados; • Evitar falar porque até mesmo isso pode incomodar a garganta, provocando tosse que pode agravar o desconforto.
  74. 74. Tratamento médico • Terapia farmacológica: Penicilina, eritromicina, cefalosporina e outros. • Medicamentos analgésicos / anti-inflamatórios. • Antitussígeno. • Anti-histamínico. • Terapia nutricional: dieta líquida ou branda, podendo os líquidos ser administrado por via IV, nos casos graves.
  75. 75. Tratamento de enfermagem • Repouso durante o estágio febril. • Gargarejos ou irrigações com solução salina morna. • É uma medida eficaz para redução do espasmo dos músculos faringianos e de alívio da inflamação da garganta. 1. Inflamações graves: utilizar colar de gelo. 2. Encorajar a higiene oral. 3. Instruir o cliente ou a família sobre a importância de cumprir plenamente a terapia.
  76. 76. LARINGITE • Inflamação da LARINGE, geralmente causada por vírus ou bactéria. Inflamação da laringe que faz com que a sua voz fique áspera ou rouca.
  77. 77. • A laringite pode ser de curto prazo ou de longa duração (crônica). • Na maioria das vezes, ela surge rapidamente e dura não mais de 2 s. • Sintomas crônicos são aqueles que duram duas semanas ou mais. Por isso, marque uma consulta médica se os sintomas persistirem por mais tempo. Nesses casos, a laringite pode ser causada por problemas mais graves.
  78. 78. • Dentro da laringe há as cordas vocais - duas dobras da membrana mucosa que cobrem um músculo chamado músculo vocal. Normalmente, suas cordas vocais abrem e fecham suavemente, formando sons através de seu movimento e vibração. • Mas na laringite, suas pregas vocais ficam inflamadas ou irritadas. • Ocorre um inchaço, que leva à distorção dos sons produzidos pelo ar que passa sobre elas. Como resultado, sua voz soa rouca. Em alguns casos de laringite, sua voz pode se tornar quase indetectável. • A maioria dos casos de laringite é desencadeada por infecção viral temporária ou esforço vocal e não são graves.
  79. 79. Laringite aguda A maioria dos casos de laringite é temporária, ou aguda. Causas de laringite aguda incluem: • Infecções virais semelhantes às que causam resfriado; • Esforço vocal, causada por uso excessivo da voz; • Infecções bacterianas, como a difteria, embora seja raro.
  80. 80. Laringite crônica • Laringite que dura mais de duas semanas é conhecida como laringite crônica. • Este tipo de laringite é geralmente causado pela exposição a substâncias irritantes ao longo do tempo. • Laringite crônica pode causar tensão das pregas vocais e lesões ou tumores na prega vocal (pólipos ou nódulos)
  81. 81. Estas lesões podem ser causadas por: • Irritantes inalatórios, como a vapores químicos, alérgenos ou fumaça • Doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) • Sinusite crônica • Uso excessivo de álcool • Uso excessivo habitual de sua voz (como no caso de cantores ou professores) • Fumar
  82. 82. Causas menos comuns de laringite crônica incluem: • Infecções bacterianas ou fúngicas; • Infecções por certos parasitas. Outras causas de rouquidão crônica incluem: • Câncer; • Paralisia das cordas vocais, o que pode resultar de lesão, AVC, um tumor; • Pulmonar ou outras condições de saúde; • Aumento da curvatura das cordas vocais na terceira idade.
  83. 83. TRATAMENTO E CUIDADOS • Descansar a voz tanto quanto possível. O paciente deve falar baixo e pausadamente, evitando sussurrar. Falar ao telefone ou em voz em alta também deve ser evitado • Não pigarrear. Se há tosse seca, um medicamento de venda livre pode ajudar • Mantenha o ambiente úmido com vaporizadores ou bacias d’água • Beba muito líquido. Isso ajuda a irrigar as cordas vocais, evitando forçá-las e ajudando na recuperação • Não fume e mantenha o paciente longe do fumo passivo.
  84. 84. ASMA • Doença Pulmonar cujos sintomas são chiado e dificuldade para respirar. • Esta doença se caracteriza pela inflamação crônica das vias aéreas, o que determina o seu estreitamento, causando dificuldade respiratória.
  85. 85. SINAIS E SINTOMAS • Falta de ar e sensação de que o ar não chega aos pulmões; • Tosse especialmente à noite; • Chiado ou ruído característico ao respirar.
  86. 86. COMO SE DESENVOLVE • As pessoas asmáticas reagem demais e facilmente ao contato com qualquer "gatilho" (estímulo). Dentre estes, os mais comuns são: • alterações climáticas; • o contato com a poeira doméstica; • Mofo; • Pólen; • cheiros fortes; • pêlos de animais; • gripes ou resfriados; • Fumaça; • ingestão de alguns alimentos ou • medicamentos.
  87. 87. O que fazer na crise O que se recomenda fazer na crise de asma é: • Oferecer o remédio da asma para a pessoa, se for possível; • Colocar a pessoa sentada inclinada para frente durante alguns minutos; • Chamar uma ambulância ou levá-la para o hospital se os sintomas não passarem. • Durante um ataque de asma deve-se agir rapidamente porque ela pode ser fatal.
  88. 88. BRONQUITE Inflamação dos brônquios, canais que conduzem o ar inalado até os alvéolos pulmonares. Ela se instala quando os minúsculos cílios que revestem o interior dos brônquios param de eliminar o muco presente nas vias respiratórias. Esse acúmulo de secreção faz com que eles fiquem permanentemente inflamados e contraídos.
  89. 89. AGUDA X CRÔNICA A diferença consiste: • Aguda = Duração e agravamento das crises, que são mais curtas (uma ou duas semanas) • Crônica, não desaparecem, pioram pela manhã e se manifestam por três meses ou mais durante pelo menos dois anos consecutivos.
  90. 90. CAUSAS A bronquite aguda • Causada geralmente por vírus, embora, em alguns casos, possa ser resultado de uma infecção bacteriana. As crises também podem ser desencadeadas pelo contato com poluentes ambientais e químicos (poeira, inseticidas, tintas, ácaros, etc.). O cigarro é o principal responsável pelo agravamento da doença. A bronquite crônica • Aumenta o risco de outras infecções respiratórias, particularmente o da pneumonia. A doença pode instalar-se como extensão da bronquite aguda, mas a principal causa da doença é a fumaça do cigarro. Por ser uma enfermidade rara entre os não fumantes, é conhecida também por “tosse dos fumantes”
  91. 91. SINTOMAS Tanto na forma aguda quanto na crônica, • A tosse é o principal sintoma da bronquite. Na aguda, ela pode ser seca ou produtiva. Na crônica, é sempre produtiva e a expectoração clara no início. Pode tornar-se amarelada e espessa com a evolução da enfermidade. Falta de ar e chiado são outros sintomas da bronquite crônica
  92. 92. DIAGNOSTICO O diagnóstico leva em conta os: • Sinais e sintomas, • Histórico do paciente, • Exame clínico. Em algumas situações: • Prova de Função Pulmonar ou Espirometria.
  93. 93. TRATAMENTO • A bronquite aguda é uma doença autolimitada, que dura no máximo dez, quinze dias. • Não existe tratamento específico para combater os episódios provocados por vírus. • Boa hidratação, uso de vaporizadores, de analgésicos, de descongestionantes e evitar a exposição aos fatores de risco são recursos úteis para aliviar os sintomas e prevenir as crises
  94. 94. • A medida mais importante no tratamento da bronquite crônica é parar de fumar. • Também é importante não permanecer em ambientes em que haja pessoas fumando. • Medicamentos broncodilatadores, antibióticos, mucolíticos e anti-inflamatórios só devem ser utilizados sob orientação médica depois de uma avaliação criteriosa. • Portadores da bronquite crônica devem ser vacinados contra a gripe e contra a pneumonia.
  95. 95. CUIDADOS DE ENFERMAGEM • Reúna todas as forças e tente parar de fumar. Se não conseguir, tente fumar menos e evite locais onde haja pessoas fumando; • Beba bastante água, pois ela ajuda a diluir as secreções brônquicas e facilita a expectoração; • Lave as mãos com frequência; • Utilize máscara ou outro equipamento protetor, se você está sujeito à inalação de elementos irritantes; • Evite contato com pessoas resfriadas, gripadas ou com outras doenças transmissíveis por via respiratória; • Não iniba a tosse produtiva; • Evite permanecer muito tempo em ambientes com ar condicionado ou em locais com ar seco demais.
  96. 96. PNEUMONIA Pneumonias são infecções que se instalam nos pulmões. Órgãos duplos localizados um de cada lado da caixa torácica. Podem acometer a região dos alvéolos pulmonares onde desembocam as ramificações terminais dos brônquios e, às vezes, os interstícios (espaço entre um alvéolo e outro).
  97. 97. • Pneumonias são provocadas pela penetração de um agente infeccioso ou irritante (bactérias, vírus, fungos e por reações alérgicas) no espaço alveolar, onde ocorre a troca gasosa. • Esse local deve estar sempre muito limpo, livre de substâncias que possam impedir o contato do ar com o sangue. • Diferentes do vírus da gripe, que é altamente infectante, os agentes infecciosos da pneumonia não costumam ser transmitidos facilmente
  98. 98. SINTOMAS • Febre alta; • Tosse; • Dor no tórax; • Alterações da pressão arterial; • Confusão mental; • Mal-estar generalizado; • Falta de ar; • Secreção de muco purulento de cor amarelada ou esverdeada; • Toxemia; • Prostração.
  99. 99. FATORES DE RISCO • Fumo: provoca reação inflamatória que facilita a penetração de agentes infecciosos; • Álcool: interfere no sistema imunológico e na capacidade de defesa do aparelho respiratório; • Ar-condicionado: deixa o ar muito seco, facilitando a infecção por vírus e bactérias; • Resfriados mal cuidados; • Mudanças bruscas de temperatura.
  100. 100. DIAGNOSTICO • Exame clínico; • Auscultação dos pulmões; • Radiografias de tórax são recursos essenciais para o diagnóstico das pneumonias.
  101. 101. TRATAMENTO O tratamento das pneumonias requer o uso: • Antibióticos e a melhora costuma ocorrer em três ou quatro dias. • A internação hospitalar pode fazer-se necessária quando a pessoa é idosa, tem febre alta ou apresenta alterações clínicas decorrentes da própria pneumonia, tais como: - comprometimento da função dos rins e da pressão arterial, - dificuldade respiratória caracterizada pela baixa oxigenação do sangue porque o alvéolo está cheio de secreção e não funciona para a troca de gases.
  102. 102. CUIDADOS E ORIENTAÇÕES • Não fume e não beba exageradamente; • Observe as instruções do fabricante para a manutenção do ar- condicionado em condições adequadas; • Não se exponha a mudanças bruscas de temperatura; • Procure atendimento médico para diagnóstico precoce de pneumonia, para diminuir a probabilidade de complicações.
  103. 103. BRONCOPNEUMONIA • Consiste na inflamação aguda dos brônquios (não atingindo os alvéolos como na pneumonia) e do tecido pulmonar com múltiplos focos (ao contrário da pneumonia com um só local).
  104. 104. SINAIS E SINTOMAS • Tosse; • Expectoração sanguinolenta (mucoide-mucopurulenta); • Dispneia; • Cianose; • Taquicardia; • Febre (hipertermia),38.5-40-41°c; • Cefaleia; • Anorexia; • Mialgia; • Calafrios; • Ausculta (estertores crepitantes e bolhosos); • Desconforto sob esternal; • Prostração.
  105. 105. DIAGNOSTICO • Cultura de secreções (hemocultura, antibiograma); • Exame radiológico (tórax); • Anamnese; • Exame físico.
  106. 106. CUIDADOS DE ENFERMAGEM • Fluidificar e facilitar a mobilização de secreções através de inalação. • Nebulização contínua. • Hidratação. • Administração parenteral = soluções cristaloides ou colóides. • Dietoterapia = líquidos, leves, hipercalóricas e hiperprotéicas. • Repouso no leito. • Antibióticoterapia, • Analgésicos. • Mudanças de decúbito. • Exercícios respiratórios. • Quadro de agitação psicomotora. • Complicações: 1. Arritmias cardíacas. 2. Choque toxinfeccioso. 3. Parada cardíaca
  107. 107. EDEMA AGUDO DE PULMÃO • Se refere a presença de excesso de fluido no pulmão, quer nos espaços intersticiais, quer nos alvéolos. • Costuma acompanhar na insuficiência ventricular esquerda aguda. obs.: O edema agudo do pulmão constitui uma verdadeira emergência médica e de enfermagem pois representa uma afecção com risco de vida.
  108. 108. CAUSAS Doenças cardíacas: • insuficiência ventricular esquerda aguda, • infarto do miocárdio, • estenose aórtica, • doença grave da válvula mitral, • hipertensão, • insuficiência cardíaca congestiva. 1. Sobrecarga circulatória: transfusões e infusões. 2. Hipersensibilidade medicamentosa: alergia e envenenamento. 3. Lesões pulmonares: inalação e fumaça, 4. Choque do pulmão: embolia ou infarto pulmonar.- 5. Lesões do sistema nervoso central: apoplexia, traumatismo encefálico. 6. Infecções e febre
  109. 109. QUADRO CLÍNICO • Tosse e agitação durante o sono (sintomas premonitórios). • Dispnéia grave e ortopnéia. • Tosse com quantidade variável de saliva e espumosa, branca ou rósea. • Grande ansiedade e pânico. • Respiração ruidosa • Sibilos respiratórios, • Expiatórios e estertores bolhosos. • Cianose com sudorese intensa. • Veias do pescoço distendidas. • Taquicardia. • Confusão mental. • Hipertensão arterial.
  110. 110. CUIDADOS DE ENFERMAGEM Objetivos: • Melhorar a oxigenação e a ventilação; • Reduzir a congestão pulmonar; • Medicações ansiolíticas e diazepan, diempax; • Coloque o paciente em posição sentada, cabeça e ombros levantados, pés e pernas para baixo, para favorecer a retenção do sangue nas porções declives do corpo pelas forças gravitacionais, para diminuir retorno venoso; • Se o edema pulmonar for causado por acidente cerebral, ou se ocorrer na vigência de insuficiência pulmonar crônica ou choque cardiogênico, estará contraindicado o uso de morfina; • Fique atento para o aparecimento de depressão respiratória intensa; • Forneça oxigênio em altas concentrações, para aliviar a hipóxia e a dispneia, conforme prescrição médica; • Ficar atento para queda de pressão arterial; • Ficar atento para sinais de obstrução urinaria nos pacientes com hipertrofia prostática; • Controle de gasometria; • Suporte psicológico; • Anotar tudo na papeleta do paciente.
  111. 111. DOENÇA PUMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA • A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é uma síndrome caracterizada pela obstrução crônica ao fluxo aéreo na expiração devido a uma bronquite crônica ou a um enfisema pulmonar.
  112. 112. • É o distúrbio pulmonar crônico mais comum, • Afetando de 10 a 15% dos indivíduos adultos com idade maior do que 55 anos. • O fumo é o seu principal fator de risco, estando presente em 80 a 90% dos • No início da DPOC, a resposta inflamatória causa alterações na vasculatura pulmonar, as quais se caracterizam pelo espessamento da parede vascular. Essas alterações podem resultar da exposição ao tabaco, do uso de produtos do tabaco ou da liberação de mediadores inflamatórios casos.
  113. 113. DPOC
  114. 114. SINTOMAS E SINAIS SINTOMAS • Aumento da tosse e expectoração • Expectoração torna-se mais escura • Piora da falta de ar SINAIS • Aumento da frequência respiratória • Utilização da musculatura acessória • Movimento paradoxal do abdome (= fadiga) • Respiração com lábios cerrados • Sudorese • Sinais de alteração do sistema nervoso central (desorientação, confusão)
  115. 115. DIAGNOSTICO • A enfermagem deverá obter uma história de saúde completa para pacientes com DPOC conhecida ou potencial. • As provas de função pulmonar são empregadas para: 1. ajudar a confirmar o diagnóstico de DPOC, 2. determinar a gravidade da doença, 3. monitorar progressão da doença.
  116. 116. ASSISTÊNCIADE ENFERMAGEMHOSPITALAR • Receber o paciente em sala de emergência avaliando estado respiratório do paciente monitorando o nível de responsividade, a gasometria arterial, o oximetria de pulso e os sinais vitais; • Histórico e exame físico do paciente; • Manter oxigenoterapia de 1 a 2 l/min; • Monitorar o estado respiratório, incluindo a frequência e o padrão respiratórios; sons respiratórios, sinais e sintomas da angústia respiratória;
  117. 117. • Implementar estratégias (p.ex. esquema de mudança de posição, cuidados orais, cuidados cutâneos, amplitude de movimento dos membros) para evitar as complicações. • Monitorar alterações cognitivas (alterações da personalidade, e comportamentais, comprometimento da memória), dispnéia crescente, taquipnéia e taquicardia, que podem indicar a hipoxemia crescente e a insuficiência respiratória iminente; • Manter acesso venoso para administração de medicamentos; • Manter o paciente em posição de Fowler ou semi-Fowler; • Aspirar vias aéreas conforme necessário; • Instruir o paciente a relatar qualquer sinal de infecção, como febre ou alteração na coloração, característica, consistência ou quantidade de escarro; • Fisioterapia respiratória e hidratação.
  118. 118. ENFISEMA PULMONAR • O enfisema é uma irritação respiratória crônica, de lenta evolução, quase sempre causada pelo fumo, embora outros agentes (poeira, poluentes, vapores químicos) também possam provocá-lo. • No enfisema, os alvéolos transformam-se em grandes sacos cheios de ar que dificultam o contato do ar com o sangue, uma vez que foi destruído o tecido por onde passavam os vasos.
  119. 119. • Alguns fatores hereditários também podem contribuir para o aparecimento do enfisema. • Relativamente rara, a deficiência congênita de uma enzima protetora dos pulmões pode indicar maior predisposição para desenvolver a doença mesmo em não-fumantes. • Nesse caso, ela se manifesta em pessoas mais jovens e sua evolução é mais rápida
  120. 120. SINAIS E SINTOMAS • Respiração ofegante com chiado, • Tosse, • Sensação de sufoco são sintomas do enfisema, • Mas o pior deles é a falta de ar que se agrava à medida que a doença se agrava, • Os pulmões se tornam menos eficientes e o peito adquire uma forma cilíndrica característica da doença.
  121. 121. FISIOPATOLOGIA • No enfisema, os alvéolos ficam comprometidos e perdem a capacidade de fornecer oxigênio ao sangue e dele retirar o dióxido de carbono. • Alvéolos saudáveis são minúsculos, numerosos, esponjosos e elásticos. • No enfisema, são maiores, menos numerosos e comparativamente mais rígidos. • Nos estágios avançados da doença, a pessoa fica impossibilitada de executar até mesmo atividades físicas insignificantes e pode necessitar de oxigênio suplementar. • Nesses casos, o enfisema pode ser fatal.
  122. 122. ORIENTAÇÃO E CUIDADOS • Se você fuma, abandone o cigarro. A suspensão do fumo impede a progressão da doença, porém não reverte o processo. Os danos aos alvéolos são permanentes e os sintomas do enfisema permanecem. Novos tratamentos que buscam minimizar seus efeitos vêm sendo testados com sucesso. • Execute as tarefas enquanto estiver expirando; Adote o critério de respirar com os lábios contraídos (posição de assobio), deixando apenas uma passagem pequena para o ar. Inale pelo nariz. • Expire vagarosamente e com firmeza; • Pare e descanse assim que sentir falta de ar.
  123. 123. • Inale oxigênio suplementar sempre que necessário; • Planeje seus afazeres. Defina o meio mais eficiente e menos cansativo para executar suas tarefas; • Estabeleça prioridades. Você não pode executar tudo da forma que estava acostumado. • Escolha o que é prioritário; • Controle-se. Mantenha um ritmo lento e contínuo para executar suas tarefas. Evite concentrá-las em determinados momentos; • Estabeleça períodos de descanso ao longo do dia; • Para vestir-se, barbear-se ou aplicar maquiagem, sente-se;
  124. 124. • Sempre que possível, use roupas folgadas, fáceis de vestir e de despir; • Se você estiver acima de seu peso, emagreça. O esforço para suportar o peso excedente é grande e desnecessário. • Coma alimentos com pouca gordura e muita fibra. Nas relações sexuais, aprenda a valorizar as atitudes preliminares: conversar, tocar, beijar e afagar; • Planeje sua atividade sexual para os dias que estiver com mais energia. Não tente fazer sexo quando estiver cansado(a) ou após uma refeição substancial. Peça ao parceiro(a) para ser mais ativo(a). • Atenção: O enfisema aumenta a susceptibilidade à pneumonia. Mantenha seu médico informado se notar qualquer sinal de infecção.
  125. 125. SISTEMA ENDÓCRINO
  126. 126. SISTEMA ENDÓCRINO Formado por glândulas endócrinas, que produzem hormônios e estão amplamente distribuídas pelo corpo. As glândulas endócrinas não possuem ductos, isto é, elas secretam hormônios diretamente no interior de capilares (sanguíneos), onde eles atingem todas as células do organismo, controlando e auxiliando o controle de suas funções
  127. 127. GLÂNDULAS DO SISTEMA As glândulas endócrinas estão localizadas em diferentes partes do corpo: • Hipófise, • Tireoide e paratireoides, • Timo, • Suprarrenais, • Pâncreas, • Glândulas sexuais.
  128. 128. HIPÓFISE • A hipófise está localizada no centro da cabeça, logo abaixo do cérebro. Produz diversos hormônios, entre eles, o hormônio do crescimento. • É considerada a glândula mestre do nosso corpo, pois estimula o funcionamento de outras glândulas, como a tireoide e as glândulas sexuais. • Os hormônios produzidos pela hipófise são: LH, FSH, Prolactina, ACTH, GH e TSH
  129. 129. HIPÓFISE
  130. 130. TIREOIDE • A tireoide está localizada no pescoço, produz a tiroxina, hormônio que controla a velocidade do metabolismo celular, na manutenção do peso e do calor corporal, no crescimento e no ritmo cardíaco.
  131. 131. HIPERTIREOIDISMO Funcionamento exagerado da tireoide, acelera todo o metabolismo: • o coração bate mais rápido, • a temperatura do corpo fica mais alta do que o normal, • a pessoa emagrece por gastar mais energia. • Esse quadro favorece o aparecimento de doenças cardíacas e vasculares, pois o sangue circula com mais pressão. • Se não tratada pode provocar o surgimento do bócio (inchaço no pescoço), e também a exoftalmia (olhos saltados).
  132. 132. OXOFITALMIA E BÓCIO
  133. 133. HIPOTIREOIDISMO • Quando a tireoide trabalha menos e produz menos tiroxina. • Assim, o metabolismo se torna mais lento, algumas regiões do corpo ficam inchadas, o coração bate mais vagarosamente, o sangue circula mais lentamente, a pessoa gasta menos energia, tende a engordar e as respostas físicas e mentais tornam-se mais lentas e se não tratada pode ocorrer o bócio.
  134. 134. PARATIREOIDES • São quatro pequenas glândulas, localizadas atrás da tireoide, que produzem o paratormônio. • Hormônio que regula a quantidade de cálcio e fósforo no sangue. • A diminuição desse hormônio reduz a quantidade de cálcio no sangue e faz com que os músculos se contraiam violentamente. • Esse sintoma é chamado de tetania, pois é semelhante ao que ocorre em pessoas com tétano. • Por sua vez, o aumento da produção desse hormônio, transfere parte do cálcio para o sangue, de modo que enfraquece os ossos, tornando-os quebradiços.
  135. 135. TIMO • O timo está situado entre os pulmões. • Produz um hormônio que atua na defesa do organismo do recém-nascido contra infecções. • Nessa fase, apresenta um volume acentuado, crescendo normalmente até a adolescência, quando começa a atrofiar. • Na idade adulta diminui de tamanho, pois tem suas funções reduzidas.
  136. 136. SUPRARENAIS • As glândulas suprarrenais situam-se acima dos rins e produzem a adrenalina, hormônio que prepara o corpo para a ação. Os efeitos da adrenalina no organismo são: 1. Taquicardia: o coração dispara e impulsiona mais sangue para as pernas e braços, aumentando a capacidade de correr ou de se exaltar em situações tensas; 2. Aumento da frequência respiratória e da taxa de glicose no sangue, liberando mais energia para as células; 3. Contração dos vasos sanguíneos da pele, de modo que o organismo envia mais sangue para os músculos esqueléticos e, por isso, ficamos “pálidos de susto” e também “gelados de medo”.
  137. 137. PÂNCREAS • Glândula mista pois além de hormônios (insulina e o glucagon) produz também o suco pancreático, que é lançado no intestino delgado e desempenha importante papel na digestão.
  138. 138. INSULINA • A insulina controla a entrada da glicose nas células (onde será utilizada na liberação de energia) e o armazenamento no fígado, na forma de glicogênio. A falta ou a baixa produção de insulina provoca o diabetes, doença caracterizada pelo excesso de glicose no sangue (hiperglicemia).
  139. 139. GLUCAGON • O glucagon funciona de maneira oposta à insulina. Quando o organismo fica muitas horas sem se alimentar, a taxa de açúcar no sangue cai muito e a pessoa pode ter hipoglicemia, que gera a sensação de fraqueza, tontura, levando, em muitos caso, ao desmaio. Nesse caso o pâncreas produz o glucagon, que age no fígado, estimulando a "quebra" do glicogênio em moléculas de glicose. Por fim, a glicose é enviada para o sangue normalizando a hipoglicemia.
  140. 140. GLÂNDULAS SEXUAIS • São os ovários e os testículos, que fazem parte do sistema reprodutor feminino e do sistema reprodutor masculino respectivamente. • Os ovários e os testículos são estimulados por hormônios produzidos pela hipófise. • Assim, enquanto os ovários produzem o estrogênio e a progesterona, os testículos produzem diversos hormônios, entre eles a testosterona, responsável pelo aparecimento das características sexuais secundárias masculinas: barba, voz grave, ombros volumosos etc.
  141. 141. HIPOTALAMO É uma estrutura que se localiza abaixo do tálamo, na região do diencéfalo, juntamente com o epitálamo e o tálamo. Os corpos mamilares, túber cinéreo, infundíbulo e quiasma óptico são estruturas do hipotálamo. O hipotálamo possui vias de ligação com todos os níveis do sistema límbico. Liga-se ao Sistema Nervoso e ao Sistema Endócrino, controlando a maioria das funções vegetativas, endócrinas, comportamentais e emocionais do corpo.
  142. 142. • Representa cerca de 1% da massa total do encéfalo, ou seja, é um órgão muito pequeno, mas de importância indiscutível. • Está relacionado com a regulação da temperatura corpórea, apetite, atividade gastrintestinal, regulação hídrica, atividade sexual e emoções. • É composto por substância cinzenta, possuindo vários núcleos e os neurônios possuem receptores moleculares para os sinais químicos que estão circulando. • O hipotálamo está intimamente relacionado com a hipófise no comando das atividades. Ele controla a secreção hipofisária, produz ocitocina e hormônio antidiurético, que são armazenados pela hipófise.
  143. 143. Controle vegetativo e endócrino • Regulação cardiovascular: alteração da pressão arterial e frequência cardíaca; • Regulação da temperatura: a temperatura do sangue que passa pelo hipotálamo regula a atividade dos neurônios, aumentando assim a atividade e temperatura, regulando-a. • Regulação hídrica: controla a água corporal através da sensação de sede e perda de água pela urina. • Contração uterina e ejeção de leite: o hipotálamo produz ocitocina, que controla essas duas atividades. • Controle hipotalâmico: o hipotálamo estimula a hipófise secretar hormônios.
  144. 144. DOENÇAS DO SISTEMA ENDOCRINO HIPÓFISE • LH E FSH São hormônios responsáveis pela reprodução. Estimulam a produção de testosterona pelos testículos e de estrogênio e progesterona, pelos ovários.
  145. 145. No homem, • FSH estimula a produção de espermatozoides. • LH age no testículo favorecendo a produção de testosterona, o hormônio sexual masculino. Na mulher, • FSH e o LH participam do ciclo menstrual. • Nesse ciclo haverá a formação do ovócito e a produção dos hormônios ovarianos estrógeno e progesterona, que preparam o útero para uma possível gravidez. • Na puberdade, os estrógenos atuam no surgimento dos caracteres sexuais secundários.
  146. 146. • Sintomas A falta desses hormônios, conhecida como hipogonadismo, leva à falta de caracteres sexuais secundários masculinos ou femininos (mama, pelos e o aumento de testículos e pênis). • Diagnóstico O diagnóstico é feito através de exame clínico, dosagens hormonais e, se necessário, métodos de imagem. • Tratamento O tratamento é feito através da reposição de testosterona ou estrogênio/progesterona.
  147. 147. PROLACTINA • É o hormônio necessário para a lactação, tendo influência na reprodução.
  148. 148. • Sintomas Somente o aumento da produção da prolactina, também conhecida como hiperprolactinemia, gera sintomas. Entre eles: dor de cabeça, ausência de menstruação, falta de libido, secreção leitosa pela mama (galactorréia) e, em alguns casos, perda de visão periférica. • Causas As causas mais comuns da hiperprolactinemia são: gravidez, prolactinomas (tumores produtores de prolactina), uso de medicamentos, depressão ou estímulo contínuo da auréola mamária.
  149. 149. • Diagnóstico Feito através de exame clínico, dosagem de prolactina no sangue e, se a hipótese for prolactinoma, ressonância magnética de sela túrcica. • Tratamentos O tratamento será feito conforme a causa da hiperprolactinemia. Pode ser medicamentoso ou, em casos raríssimos, por cirurgia transesfenoidal (através do nariz).
  150. 150. BIBLIOGRAFIA • Braunwald - Tratado de Doenças Cardiovasculares - 2 Volumes - 9ª Ed. 2013 – Eugen • Kirklin/Barratt-Boyes CardiacSurgery: Expert Consult - Online and Print (2-Volume Set) – 2010. • Enfermagem Médico-cIrúrgica Aplicada ao Sistema Cardiovascular - Evanisa Maria Arone - 2014. • Cuidados Intensivos de Enfermagem, Linda D Urden e Mary E. Lough – 2013. • PRATICA DE ENFERMAGEM - Sandra M. Nettina, 2007

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