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SALA DE RECUPERAÇÃO
             PÓS-ANESTÉSICA




                          SRPA
www.saopaulo.sp.gov.br
• Conferir a identificação do paciente;
• Diagnóstico médico e tipo de cirurgia
realizada;
• Permeabilidade de vias aéreas e SSVV;                 www.unifesp.br
• Fazer exame físico;

• Histórico médico progresso e alergias pertinentes;
• Anestésicos e outros medicamentos empregados durante o
  procedimento;
• Quaisquer problemas que tenham ocorrido na sala de cirurgia que
  podem influenciar no cuidado pós-operatório;
• Liquido administrado, perda sanguínea estimada, líquidos de
  reposição;
• Equipo, drenos, cateteres ou outros dispositivos.
Os objetivos da SRPA são proporcionar a recuperação dos
pacientes e prevenir e detectar complicações relacionadas ao
procedimento anestésico-cirúrgico. Assim, o foco da assistência
de enfermagem na SRPA é assistir o paciente até que ele tenha
se recuperado dos efeitos dos anestésicos, isto é, até que os seus
sinais vitais e as suas funções motoras e sensitivas retornem aos
níveis pré-operatórios.




                          www.unifesp.br
• Transferir o cliente da maca para a cama, mantendo o leito na
  posição horizontal, de acordo com o tipo de cirurgia e da
  anestesia.
                  Anestesia Rack: posição horizontal por 24
• Agasalhá-lo de acordo devido cefalalgia raquidiana as drogas afetam o
                      horas
                            com a necessidade, pois
  centro termorregulador;
• Manter boa função respiratória;
• Monitorizar os sinais vitais;
• Observar nível de consciência, estado geral, quadro de agitação e
  outros componentes neurológicos;
• Verificar sinais de choque, palidez, hipotensão, pulso rápido e
  filiforme, pele fria e úmida;
• Observar curativo, atentando para sangramentos;
• Observar presença e funcionamento dos drenos, sondas e
  conectá-los as extensões;
• Observar e controlar gotejamento de soro, sangue e derivados;
• Checar anotações realizadas durante o transoperatório e
  prescrição médica;
• Administrar medicações para dor conforme prescrição médica, a
  fim de prevenir o estresse cirúrgico;
• Manter o ambiente calmo.
• Controlar os sinais vitais frequentemente de acordo com a
  evolução;
• Controlar infusões venosas, balanço hídrico quando necessário e
  drenagem de sonda;
• Atentar para anormalidades e complicações pós-operatórias;
• Mudança de decúbito frequente para evitar congestão pulmonar
  e atelectasia;




                  www.feliciorocho.org.br
• Avaliar o início da alimentação. Nos submetidos a anestesia
  geral e cirurgias abdominais, só alimentá-los após a presença
  de RIH gástrico e peristaltismo intestinal;

• Iniciar a partir do 1º DPO: deambulação precoce, exercícios
  respiratórios, encaminhá-lo ao chuveiro ou dar banho no
  leito, troca de curativo, estimular a aceitação da dieta;

• Orientar o cliente e a família para a alta, importância de
  retorno ao médico para controle e os cuidados a serem
  realizados no domicílio.
•   Recuperação completa da consciência;
•   Estabilidade cardiovascular;
•   Função respiratória normal;
•   Função motora recuperada;
•   Dor operatória controlada;
•   Náuseas e vômitos ausentes ou sob controle;
•   Debito urinário de, pelo menos, 30 ml/h;
•   Saturação de oxigênio adequada;
•   Curativos limpos
    – ausência de sangramento ativo


                                                  www.clair.or.jp
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Sala de recuperação

  • 1. SALA DE RECUPERAÇÃO PÓS-ANESTÉSICA SRPA www.saopaulo.sp.gov.br
  • 2. • Conferir a identificação do paciente; • Diagnóstico médico e tipo de cirurgia realizada; • Permeabilidade de vias aéreas e SSVV; www.unifesp.br • Fazer exame físico; • Histórico médico progresso e alergias pertinentes; • Anestésicos e outros medicamentos empregados durante o procedimento; • Quaisquer problemas que tenham ocorrido na sala de cirurgia que podem influenciar no cuidado pós-operatório; • Liquido administrado, perda sanguínea estimada, líquidos de reposição; • Equipo, drenos, cateteres ou outros dispositivos.
  • 3. Os objetivos da SRPA são proporcionar a recuperação dos pacientes e prevenir e detectar complicações relacionadas ao procedimento anestésico-cirúrgico. Assim, o foco da assistência de enfermagem na SRPA é assistir o paciente até que ele tenha se recuperado dos efeitos dos anestésicos, isto é, até que os seus sinais vitais e as suas funções motoras e sensitivas retornem aos níveis pré-operatórios. www.unifesp.br
  • 4. • Transferir o cliente da maca para a cama, mantendo o leito na posição horizontal, de acordo com o tipo de cirurgia e da anestesia. Anestesia Rack: posição horizontal por 24 • Agasalhá-lo de acordo devido cefalalgia raquidiana as drogas afetam o horas com a necessidade, pois centro termorregulador; • Manter boa função respiratória; • Monitorizar os sinais vitais; • Observar nível de consciência, estado geral, quadro de agitação e outros componentes neurológicos; • Verificar sinais de choque, palidez, hipotensão, pulso rápido e filiforme, pele fria e úmida;
  • 5. • Observar curativo, atentando para sangramentos; • Observar presença e funcionamento dos drenos, sondas e conectá-los as extensões; • Observar e controlar gotejamento de soro, sangue e derivados; • Checar anotações realizadas durante o transoperatório e prescrição médica; • Administrar medicações para dor conforme prescrição médica, a fim de prevenir o estresse cirúrgico; • Manter o ambiente calmo.
  • 6. • Controlar os sinais vitais frequentemente de acordo com a evolução; • Controlar infusões venosas, balanço hídrico quando necessário e drenagem de sonda; • Atentar para anormalidades e complicações pós-operatórias; • Mudança de decúbito frequente para evitar congestão pulmonar e atelectasia; www.feliciorocho.org.br
  • 7. • Avaliar o início da alimentação. Nos submetidos a anestesia geral e cirurgias abdominais, só alimentá-los após a presença de RIH gástrico e peristaltismo intestinal; • Iniciar a partir do 1º DPO: deambulação precoce, exercícios respiratórios, encaminhá-lo ao chuveiro ou dar banho no leito, troca de curativo, estimular a aceitação da dieta; • Orientar o cliente e a família para a alta, importância de retorno ao médico para controle e os cuidados a serem realizados no domicílio.
  • 8. Recuperação completa da consciência; • Estabilidade cardiovascular; • Função respiratória normal; • Função motora recuperada; • Dor operatória controlada; • Náuseas e vômitos ausentes ou sob controle; • Debito urinário de, pelo menos, 30 ml/h; • Saturação de oxigênio adequada; • Curativos limpos – ausência de sangramento ativo www.clair.or.jp