SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 17
FACULDADE PARAENSE DE ENSINO
PRÁTICA HOSPITALAR
DISCENTE: PROFª.Enfª.Msc: ELIANE LOBATO
OUTUBRO/2015.
BÉLÉM-PA.
DISCENTES
Carlos Silva (0177000______)
JosianeTavares (0177000______)
Luciane Santana ( 01770002195)
Marly de Fátima (0177000_______)
Mª das Graças Gomes ( 0177000______)
TEMA:VISITA TÉCNICA HOSPITALAR
Trabalho apresentado como requisito
parcial para obtenção de avaliação da NP2 na
disciplina de (P.HOSP.)) do Curso de
Enfermagem da Turma:Q77 . Da Faculdade
Paraensende ensino (FAPEN).
.Profª.Enfª Msc:ELIANE LOBATO.
OUTUBRO/2015.
BELÉM-P
DISCENTES
Carlos Silva
Josiane Tavares
Luciane Santana
Marly de Fátima
Maria das Graças Gomes
VISITA TÉCNICA HOSPITALAR
Trabalho apresentado como requisito
parcial para obtenção de avaliação da NP2 na
disciplina de (P.HOSP.)) do Curso de
Enfermagem da Turma:Q77 . Da Faculdade
Paraensende ensino (FAPEN).
.Profª.Enfª Msc:ELIANE LOBATO.
Belém-PA_________de______________de2015.
________________________________________________________________
PROFª.ENFª.Msc:ELIANE LOBATO
4
Sumário
1-INTRODUÇÃO............................................................................................................................. 5
2-OBJETIVO...................................................................................................................................6
2.1 - Geral .................................................................................................................................6
2.2 - Específicos......................................................................................................................... 6
3-JUSTIFICATIVA............................................................................................................................ 7
4-METODOLOGIA .......................................................................................................................... 8
5-RESULTADOS ESPERADOS ........................................................................................................... 9
6-PARTE DA ENFERMAGEMORGANOGRAMA SEGUNDO ENFª ANA SILVA....................................... 10
7-PERGUNTAS FEITAS PRA ENFERMEIRA:ANA SILVA...................................................................... 11
8-REGISTROS............................................................................................................................... 13
9- CONSIDERAÇÕES FINAIS......................................................................................................... 15
10-CONFORME AS NORMAS DO HOSPITAL DA VISITA:................................................................... 16
REFERÊNCIAS .............................................................................................................................. 17
5
1-INTRODUÇÃO
Tendo em vista um assunto que não é de fácil acesso, o assunto: Prática em
saúde hospitalar. A equipe formada por nós acadêmicos do 6ºsemestre de
enfermagem da FAPEN.
Mesmo com autorização da nossa faculdade em mãos, mas quatro unidades
hospitalar fecharam suas portas se para nós. Como tudo vimos e aprendemos que
cada hospital tem sua regra e o regime e o próprio conselho de ética do local.
Cada enfermeira que procuramos não podia ir contra a politica da entidade.
Como muito custo conseguimos fazer nosso trabalho, mais em troca tivemos que
acatar as regras e o regime desse hospital e da enfermeira da nossa breve visita
técnica.
6
2-OBJETIVO
2.1 - Geral
Avaliar a instituição hospitalar bem como o papel do psicólogo na
instituição.
2.2 - Específicos
 Verificar estrutura física;
 Identificar espaços de humanização;
 Analisar através de entrevista o papel do enfermeiro na
instituição;
 Conhecer sobre o processo de entrada do paciente nesse
hospital de médio.
7
3-JUSTIFICATIVA
A realização da visita técnica ao Hospital de médio porte na qual não
podemos identificar o nome da instituição, com os acadêmicos do 6º Semestre do
Curso de Enfermagem da Faculdade Paraense de Ensino-FAPEN, através da
disciplina PRÁTICA HOSPITALAR , busca visitar e conhecer o espaço hospitalar,
sua estrutura física, bem como perceber como funciona o Sistema de Saúde a partir
da análise do atendimento ao paciente de um modo clinico nesse hospital que
presta 60% dos seus serviços ao SUS.30% convênios e 10% particular, assim foi
nos informado
Essa visita permite que o acadêmico possa conhecer um hospital e questionar
a classificação de risco pra demais procedimentos. Possibilita o contato com um
profissional da área que estará à disposição para esclarecer dúvidas sobre a
atuação da Enfermagem no Hospital com vimos no decorrer dos semestres no
aprendizado em sala de aula.
8
4-METODOLOGIA
Conforme o roteiro previamente elaborado, os alunos realizarão a visita
técnica, utilizando técnicas de observação participante e entrevistas com a
Enfermeira: Ana Silva .
9
5-RESULTADOS ESPERADOS
Com nossa autorização da faculdade em mãos fomos a luta, não vamos citar
os hospitais que deram resposta negativa pra nós, mais sim tivemos uma brava luta.
Do dia 23-10-15 até 04-11-15 foram momentos bem dificis,estávamos
preparados pro não, afinal somos futuros enfermeiros, temos que saber insistir e
persistir, o grupo lutou bravamente pra conseguir essa visita técnica.
04-11-15 Conseguimos fazer um visitar, Tínhamos menos de 30min.pra andar
no local discretamente sem usar jaleko,nada de roupa branca, Podíamos tirar
algumas fotos pra ser usada no contexto de nosso aprendizado. Mesmo com pouco
tempo e as propostas impostas ao grupo.
Uma visita superficial do local de um hospital Com as observações e análises
realizadas os acadêmicos de enfermagem do 6º semestre do curso de enfermagem-
FAPEN. Fizeram perguntas a Enfermeira mencionada no trabalho, visitamos o
espaço físico do local, observamos a classificação de risco, na qual aprendemos
sobre o protocolo de Manchester, identificando o papel da Enfermeira no âmbito
hospitalar, bem como os processos de humanização para o paciente clinico.
Tendo em vista como resultado final, a Excelência da atuação e
responsabilidade e organização da Enfermeira: Ana Silva, Dentro do seu contexto de
trabalho, E vivenciamos um pouco do dia a dia do serviço de atendimento.
10
6-PARTE DA ENFERMAGEM ORGANOGRAMA SEGUNDO ENFª ANA SILVA.
11
7-PERGUNTAS FEITAS PRA ENFERMEIRA:ANA SILVA
1-O que faz o coordenador de enfermagem?
Enfª Ana Silva: O coordenador de enfermagem tem como papel planejar a
organização do trabalho da enfermagem nas suas diferentes unidades; promover e
manter o desenvolvimento da assistência de enfermagem ininterruptamente;
aproximar a tomada de decisão da Direção Executiva ao nível operacional das
atividades; contribuir para a formação de profissionais da área da saúde; incentivar
programas de qualificação profissional para os trabalhadores; incentivar e apoiar
ações de humanização; promover a assistência direta e indireta ao paciente em
nível hospitalar e ambulatorial; buscar continuamente o conhecimento da satisfação
no trabalho e a realização da assistência de enfermagem de forma eficiente e eficaz;
planejar estrategicamente a organização do trabalho de enfermagem no âmbito de
sua coordenação; administrar recursos humanos, materiais e orçamentários, e
oferecer a educação continua aos funcionários tanto o corpo técnico de enfermagem
e no modo geral, envolve todos os funcionários do local. Desde os cuidados com as
normas e regras do hospital, escala de serviço atenção CCIH. Enfim meu papel é
indispensável ao hospital, considero que a enfermagem é o coração do excelente
funcionamento do hospital.
2-Quais os principais sinais observados para estabelecer a prioridade de
atendimento entre os pacientes?
Enfª Ana Silva: Segundo a legislação, pacientes com idade superior a 65 anos,
portadores de deficiência física ou ainda gestantes. Além disso, tem as urgências e
emergências com características próprias para priorizar atendimentos, Como vimos
a entrada do hospital, paciente vai até a recepção pra registrar sua entrada, logo em
seguida ele entra numa determinada sala pra ser avaliado por um enfermeiro
obedecemos o protocolo de Manchester ,classificação de risco, é colocado a
pulseirinha de acordo com avaliação do seu atendimento.
12
3-Quais os principais pontos que uma gestão deve ter para manter a qualidade
de seus serviços?
Enfª Ana Silva: Bom, Como já havia fala em alguns tópicos, reforçando :O
coordenador de enfermagem deve ser responsável pela organização do trabalho de
enfermagem na unidade que chefia e pelo desenvolvimento do seu processo de
trabalho/assistência. Além disso, ele deve estimular o trabalho da equipe por meio
da participação, da comunicação, das relações, do exercício de autonomia e da
criatividade; promover e programar a integração multiprofissional no cotidiano da
assistência de enfermagem, bem como incentivar o processo de sistematização da
assistência de enfermagem; planejar e encaminhar as escalas de trabalho do grupo
que chefia; incentivar a reflexão sobre a assistência de enfermagem, buscando a
eficiência e eficácia no processo de trabalho, possibilitando, também, a qualificação
do trabalhador de enfermagem. Ele deve, ainda, favorecer a descentralização da
tomada de decisões, ampliando a participação dos trabalhadores de enfermagem,
sem comprometer a eficiência e eficácia na assistência de enfermagem.
4- Como a senhora organiza sua equipe e tem uma visão em manter um
atendimento humanizado com uma demanda grande de pacientes?
Enfª Ana Silva: Antes de qualquer coisa o enfermeiro precisa conhecer tudo sobre
sua equipe, adquirir confiança e confiar em sua equipe, participar da integração do
mesmo e preparar seus colaboradores pra qualquer ocasião, Educação continua e
acima de tudo a humanização refere-se a um modo de organização e funcionamento
dos serviços de saúde em que os avanços da medicina, o respeito às necessidades
dos cidadãos usuários e a atenção aos anseios dos profissionais são valorizados
na mesma medida e de forma integrada. Ela se expressa com a criação de espaços
de diálogo entre administradores e profissionais da saúde, a adoção de práticas de
gestão participativa e o desenvolvimento de uma capacidade crescente para ouvir a
voz dos pacientes. É elemento decisivo para o alcance de melhores índices de
adesão dos pacientes ao tratamento e de melhoria das condições de saúde.
13
8-REGISTROS
Recepção
POSTODE ENFERMAGEM SALA DE ENFERMAGEM
CLASSIFICAÇÃODERISCO
14
ESTAR DO BLOCO CIRUGICO
UTI-NEO
SALA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA CAPELA
15
9- CONSIDERAÇÕES FINAIS
(...)O aprimoramento do comportamento ético do
profissional passa pelo processo de construção de uma
consciência individual e coletiva, pelo compromisso
social e profissional configurado pela responsabilidade
no plano das relações de trabalho com reflexos no
campo científico e político.(COFEN-2012.)
Pela gentileza da enfermeira: Ana Silva.
Que nos ajudou na maneira dentro do possível na contribuição desse trabalho.
As fotos registradas foram feitas pelo os acadêmicos do 6º semestre do curso de
enfermagem-FAPEN.
16
10-CONFORME AS NORMAS DO HOSPITAL DA VISITA:
Dados como número de funcionários, fornecimentos de outros índices do
setor em geral, não poderão ser fornecidos pra nós acadêmicos do 6º semestre de
enfermagem da turma:q77-FAPEN.
Devido algumas a cláusulas que não obedecíamos, para o prosseguimento do
nosso trabalho.
17
REFERÊNCIAS
Acesso em 08-11-15. http://www.cofen.gov.br/wp-
content/uploads/2012/03/resolucao_311_anexo.pdf

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Relatório de estágio
Relatório de estágioRelatório de estágio
Relatório de estágioRosane Garcia
 
Estrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
Estrutura Organizacional e os Serviços de EnfermagemEstrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
Estrutura Organizacional e os Serviços de EnfermagemCentro Universitário Ages
 
Sistematização da assistência de enfermagem
Sistematização da assistência de enfermagemSistematização da assistência de enfermagem
Sistematização da assistência de enfermagemDanilo Nunes Anunciação
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)Will Nunes
 
Aula introducao à segurança do paciente
Aula introducao à segurança do pacienteAula introducao à segurança do paciente
Aula introducao à segurança do pacienteProqualis
 
Enfermagem Obstétrica - Diretrizes Assistenciais
Enfermagem Obstétrica - Diretrizes AssistenciaisEnfermagem Obstétrica - Diretrizes Assistenciais
Enfermagem Obstétrica - Diretrizes AssistenciaisCentro Universitário Ages
 
Slide Centro Cirúrgico
Slide Centro CirúrgicoSlide Centro Cirúrgico
Slide Centro CirúrgicoLuana Santos
 
O diagnóstico de enfermagem em saúde mental
O diagnóstico de enfermagem em saúde mentalO diagnóstico de enfermagem em saúde mental
O diagnóstico de enfermagem em saúde mentalAroldo Gavioli
 
Aula Identificação Correta do Paciente
Aula Identificação Correta do PacienteAula Identificação Correta do Paciente
Aula Identificação Correta do PacienteProqualis
 
Aula - 1 Processo Trabalho em Saúde
Aula - 1 Processo Trabalho em SaúdeAula - 1 Processo Trabalho em Saúde
Aula - 1 Processo Trabalho em SaúdeJesiele Spindler
 
Visita técnica no CMS APN
Visita técnica no CMS APNVisita técnica no CMS APN
Visita técnica no CMS APNDessa Reis
 

Mais procurados (20)

Relatório de estágio
Relatório de estágioRelatório de estágio
Relatório de estágio
 
Estrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
Estrutura Organizacional e os Serviços de EnfermagemEstrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
Estrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
 
Sistematização da assistência de enfermagem
Sistematização da assistência de enfermagemSistematização da assistência de enfermagem
Sistematização da assistência de enfermagem
 
Processo de Enfermagem
Processo de Enfermagem Processo de Enfermagem
Processo de Enfermagem
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
 
História da Cirurgia
História da CirurgiaHistória da Cirurgia
História da Cirurgia
 
Aula introducao à segurança do paciente
Aula introducao à segurança do pacienteAula introducao à segurança do paciente
Aula introducao à segurança do paciente
 
Relatorio 1
Relatorio 1Relatorio 1
Relatorio 1
 
Enfermagem Obstétrica - Diretrizes Assistenciais
Enfermagem Obstétrica - Diretrizes AssistenciaisEnfermagem Obstétrica - Diretrizes Assistenciais
Enfermagem Obstétrica - Diretrizes Assistenciais
 
Slide Centro Cirúrgico
Slide Centro CirúrgicoSlide Centro Cirúrgico
Slide Centro Cirúrgico
 
Urgência e emergência
Urgência e emergênciaUrgência e emergência
Urgência e emergência
 
Teoria do autocuidado orem
Teoria do autocuidado  oremTeoria do autocuidado  orem
Teoria do autocuidado orem
 
Enfermagem em saude_coletiva
Enfermagem em saude_coletivaEnfermagem em saude_coletiva
Enfermagem em saude_coletiva
 
SAE aplicada ao DPOC - Enfermagem
SAE aplicada ao DPOC - EnfermagemSAE aplicada ao DPOC - Enfermagem
SAE aplicada ao DPOC - Enfermagem
 
O diagnóstico de enfermagem em saúde mental
O diagnóstico de enfermagem em saúde mentalO diagnóstico de enfermagem em saúde mental
O diagnóstico de enfermagem em saúde mental
 
Aula Identificação Correta do Paciente
Aula Identificação Correta do PacienteAula Identificação Correta do Paciente
Aula Identificação Correta do Paciente
 
Aula - 1 Processo Trabalho em Saúde
Aula - 1 Processo Trabalho em SaúdeAula - 1 Processo Trabalho em Saúde
Aula - 1 Processo Trabalho em Saúde
 
Centro CirúRgico Parte 1
Centro CirúRgico Parte 1Centro CirúRgico Parte 1
Centro CirúRgico Parte 1
 
Visita técnica no CMS APN
Visita técnica no CMS APNVisita técnica no CMS APN
Visita técnica no CMS APN
 
Aula 01 O Hospital
Aula 01 O HospitalAula 01 O Hospital
Aula 01 O Hospital
 

Destaque

Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia CivilRelatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia CivilJean Paulo Mendes Alves
 
Modelo de relatório de visita técnica.doc
Modelo de relatório de visita técnica.docModelo de relatório de visita técnica.doc
Modelo de relatório de visita técnica.docLenny Arj
 
Relatório de vistoria técnica
Relatório de vistoria técnicaRelatório de vistoria técnica
Relatório de vistoria técnicaPortal NE10
 
Normas para relatório de visita
Normas para relatório de visitaNormas para relatório de visita
Normas para relatório de visitaWilliams Barbosa
 
Fama relatório de visita técnica
Fama   relatório de visita técnicaFama   relatório de visita técnica
Fama relatório de visita técnicaWilliam Alves
 
Oficina de serviço social elaboração de relatórios e laudos.
Oficina de serviço social   elaboração de relatórios e laudos.Oficina de serviço social   elaboração de relatórios e laudos.
Oficina de serviço social elaboração de relatórios e laudos.Rosane Domingues
 

Destaque (7)

Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia CivilRelatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
 
Modelo de relatório de visita técnica.doc
Modelo de relatório de visita técnica.docModelo de relatório de visita técnica.doc
Modelo de relatório de visita técnica.doc
 
Relatório de visita técnica
Relatório de visita técnica Relatório de visita técnica
Relatório de visita técnica
 
Relatório de vistoria técnica
Relatório de vistoria técnicaRelatório de vistoria técnica
Relatório de vistoria técnica
 
Normas para relatório de visita
Normas para relatório de visitaNormas para relatório de visita
Normas para relatório de visita
 
Fama relatório de visita técnica
Fama   relatório de visita técnicaFama   relatório de visita técnica
Fama relatório de visita técnica
 
Oficina de serviço social elaboração de relatórios e laudos.
Oficina de serviço social   elaboração de relatórios e laudos.Oficina de serviço social   elaboração de relatórios e laudos.
Oficina de serviço social elaboração de relatórios e laudos.
 

Semelhante a Visita técnica hospitalar 17 11-2015

Demostração da Visita técnica hospitalar
Demostração da Visita técnica hospitalarDemostração da Visita técnica hospitalar
Demostração da Visita técnica hospitalarLuciane Santana
 
Unidade de Internação Pediátrica - Projeto.pptx
Unidade de Internação Pediátrica - Projeto.pptxUnidade de Internação Pediátrica - Projeto.pptx
Unidade de Internação Pediátrica - Projeto.pptxLUCIENESOUZANASCIMEN
 
Sistematização da Assistência de Enfermagem
Sistematização da Assistência de EnfermagemSistematização da Assistência de Enfermagem
Sistematização da Assistência de EnfermagemWhevergton Santos
 
Gerenciamento de enfermagem em unidade de Urgência e Emergência
Gerenciamento de enfermagem em unidade de Urgência e EmergênciaGerenciamento de enfermagem em unidade de Urgência e Emergência
Gerenciamento de enfermagem em unidade de Urgência e EmergênciaAroldo Gavioli
 
Universidade Corporativa para Área da Saúde
Universidade Corporativa para Área da SaúdeUniversidade Corporativa para Área da Saúde
Universidade Corporativa para Área da Saúdegfgdias
 
Enfermagem em Centro-Cirúrgico.pdf
Enfermagem em Centro-Cirúrgico.pdfEnfermagem em Centro-Cirúrgico.pdf
Enfermagem em Centro-Cirúrgico.pdfHELENO FAVACHO
 
Enfermagem e saúde mental – enfermagem semestre 7º flex e 8º reg
Enfermagem e saúde mental – enfermagem semestre 7º flex e 8º regEnfermagem e saúde mental – enfermagem semestre 7º flex e 8º reg
Enfermagem e saúde mental – enfermagem semestre 7º flex e 8º regHELENO FAVACHO
 
Enfermagem 7 e 8 (2)
Enfermagem 7 e 8 (2)Enfermagem 7 e 8 (2)
Enfermagem 7 e 8 (2)Arleno
 
Dr sonia maria_alves_de_paiva (1)
Dr sonia maria_alves_de_paiva (1)Dr sonia maria_alves_de_paiva (1)
Dr sonia maria_alves_de_paiva (1)Elaine Sobral
 
A Comunicação Clínica como instrumento de qualificação da Consulta de Enfer...
A Comunicação Clínica como  instrumento de qualificação da  Consulta de Enfer...A Comunicação Clínica como  instrumento de qualificação da  Consulta de Enfer...
A Comunicação Clínica como instrumento de qualificação da Consulta de Enfer...Portal da Inovação em Saúde
 
A enfermagem na visão do cliente internado
A enfermagem na visão do cliente internadoA enfermagem na visão do cliente internado
A enfermagem na visão do cliente internadojcdn10
 
Enfermagem - Infecção de ferida cirúrgica por microrganismos resistentes e a ...
Enfermagem - Infecção de ferida cirúrgica por microrganismos resistentes e a ...Enfermagem - Infecção de ferida cirúrgica por microrganismos resistentes e a ...
Enfermagem - Infecção de ferida cirúrgica por microrganismos resistentes e a ...HELENO FAVACHO
 

Semelhante a Visita técnica hospitalar 17 11-2015 (20)

Demostração da Visita técnica hospitalar
Demostração da Visita técnica hospitalarDemostração da Visita técnica hospitalar
Demostração da Visita técnica hospitalar
 
Anais
AnaisAnais
Anais
 
Art5 perfil
Art5 perfilArt5 perfil
Art5 perfil
 
Unidade de Internação Pediátrica - Projeto.pptx
Unidade de Internação Pediátrica - Projeto.pptxUnidade de Internação Pediátrica - Projeto.pptx
Unidade de Internação Pediátrica - Projeto.pptx
 
Sistematização da Assistência de Enfermagem
Sistematização da Assistência de EnfermagemSistematização da Assistência de Enfermagem
Sistematização da Assistência de Enfermagem
 
UTI.pdf
UTI.pdfUTI.pdf
UTI.pdf
 
Gerenciamento de enfermagem em unidade de Urgência e Emergência
Gerenciamento de enfermagem em unidade de Urgência e EmergênciaGerenciamento de enfermagem em unidade de Urgência e Emergência
Gerenciamento de enfermagem em unidade de Urgência e Emergência
 
Guia pratico 148_x210_coren
Guia pratico 148_x210_corenGuia pratico 148_x210_coren
Guia pratico 148_x210_coren
 
Nir
NirNir
Nir
 
Universidade Corporativa para Área da Saúde
Universidade Corporativa para Área da SaúdeUniversidade Corporativa para Área da Saúde
Universidade Corporativa para Área da Saúde
 
Enfermagem em Centro-Cirúrgico.pdf
Enfermagem em Centro-Cirúrgico.pdfEnfermagem em Centro-Cirúrgico.pdf
Enfermagem em Centro-Cirúrgico.pdf
 
Enfermagem e saúde mental – enfermagem semestre 7º flex e 8º reg
Enfermagem e saúde mental – enfermagem semestre 7º flex e 8º regEnfermagem e saúde mental – enfermagem semestre 7º flex e 8º reg
Enfermagem e saúde mental – enfermagem semestre 7º flex e 8º reg
 
Enfermagem 7 e 8 (2)
Enfermagem 7 e 8 (2)Enfermagem 7 e 8 (2)
Enfermagem 7 e 8 (2)
 
Seminári..
 Seminári.. Seminári..
Seminári..
 
Dr sonia maria_alves_de_paiva (1)
Dr sonia maria_alves_de_paiva (1)Dr sonia maria_alves_de_paiva (1)
Dr sonia maria_alves_de_paiva (1)
 
3447-7631-1-PB.pdf
3447-7631-1-PB.pdf3447-7631-1-PB.pdf
3447-7631-1-PB.pdf
 
A Comunicação Clínica como instrumento de qualificação da Consulta de Enfer...
A Comunicação Clínica como  instrumento de qualificação da  Consulta de Enfer...A Comunicação Clínica como  instrumento de qualificação da  Consulta de Enfer...
A Comunicação Clínica como instrumento de qualificação da Consulta de Enfer...
 
A enfermagem na visão do cliente internado
A enfermagem na visão do cliente internadoA enfermagem na visão do cliente internado
A enfermagem na visão do cliente internado
 
Artigo 1.pdf
Artigo 1.pdfArtigo 1.pdf
Artigo 1.pdf
 
Enfermagem - Infecção de ferida cirúrgica por microrganismos resistentes e a ...
Enfermagem - Infecção de ferida cirúrgica por microrganismos resistentes e a ...Enfermagem - Infecção de ferida cirúrgica por microrganismos resistentes e a ...
Enfermagem - Infecção de ferida cirúrgica por microrganismos resistentes e a ...
 

Mais de Luciane Santana

Doenças diarréicas e o A,B,C da desidratação.
Doenças diarréicas e o A,B,C da desidratação.Doenças diarréicas e o A,B,C da desidratação.
Doenças diarréicas e o A,B,C da desidratação.Luciane Santana
 
Diarreia A,B,C desidratação
Diarreia A,B,C desidratação Diarreia A,B,C desidratação
Diarreia A,B,C desidratação Luciane Santana
 
Dois Estudos de caso,Um fala sobre o Luto.Outro a questão das dores sistemáti...
Dois Estudos de caso,Um fala sobre o Luto.Outro a questão das dores sistemáti...Dois Estudos de caso,Um fala sobre o Luto.Outro a questão das dores sistemáti...
Dois Estudos de caso,Um fala sobre o Luto.Outro a questão das dores sistemáti...Luciane Santana
 
Iras-Infecções respiratoria aguda
Iras-Infecções respiratoria agudaIras-Infecções respiratoria aguda
Iras-Infecções respiratoria agudaLuciane Santana
 
Riscos no centro cirúrgico-ergonômico
Riscos no centro cirúrgico-ergonômico  Riscos no centro cirúrgico-ergonômico
Riscos no centro cirúrgico-ergonômico Luciane Santana
 
Conceito sobre saúde mental Hoje
Conceito sobre saúde mental Hoje Conceito sobre saúde mental Hoje
Conceito sobre saúde mental Hoje Luciane Santana
 
Conceito de saúde mental.
Conceito de saúde mental.Conceito de saúde mental.
Conceito de saúde mental.Luciane Santana
 
Trab.Saúde mental do idoso usando escala de MEEM
Trab.Saúde mental do idoso usando escala de MEEMTrab.Saúde mental do idoso usando escala de MEEM
Trab.Saúde mental do idoso usando escala de MEEMLuciane Santana
 
Gerenciamento Físico e Material na Enfermagem
Gerenciamento Físico e Material na EnfermagemGerenciamento Físico e Material na Enfermagem
Gerenciamento Físico e Material na EnfermagemLuciane Santana
 
Artigo:Gerenciamento fisico e material
Artigo:Gerenciamento fisico  e materialArtigo:Gerenciamento fisico  e material
Artigo:Gerenciamento fisico e materialLuciane Santana
 
Mini exame estado mental (Meen)
Mini exame estado mental (Meen) Mini exame estado mental (Meen)
Mini exame estado mental (Meen) Luciane Santana
 
Tuberculose, Diagnóstico de Enfermagem
Tuberculose, Diagnóstico de EnfermagemTuberculose, Diagnóstico de Enfermagem
Tuberculose, Diagnóstico de EnfermagemLuciane Santana
 
Programa de gerenciamento de resíduos em serviço De saúde.
Programa de gerenciamento de resíduos em serviço De saúde.Programa de gerenciamento de resíduos em serviço De saúde.
Programa de gerenciamento de resíduos em serviço De saúde.Luciane Santana
 

Mais de Luciane Santana (20)

ISOPO-PAI das Fábulas
ISOPO-PAI das FábulasISOPO-PAI das Fábulas
ISOPO-PAI das Fábulas
 
Doenças diarréicas e o A,B,C da desidratação.
Doenças diarréicas e o A,B,C da desidratação.Doenças diarréicas e o A,B,C da desidratação.
Doenças diarréicas e o A,B,C da desidratação.
 
Diarreia A,B,C desidratação
Diarreia A,B,C desidratação Diarreia A,B,C desidratação
Diarreia A,B,C desidratação
 
Dois Estudos de caso,Um fala sobre o Luto.Outro a questão das dores sistemáti...
Dois Estudos de caso,Um fala sobre o Luto.Outro a questão das dores sistemáti...Dois Estudos de caso,Um fala sobre o Luto.Outro a questão das dores sistemáti...
Dois Estudos de caso,Um fala sobre o Luto.Outro a questão das dores sistemáti...
 
Câncer de mama
 Câncer de mama Câncer de mama
Câncer de mama
 
Iras-Infecções respiratoria aguda
Iras-Infecções respiratoria agudaIras-Infecções respiratoria aguda
Iras-Infecções respiratoria aguda
 
Câncer de mama
Câncer de mamaCâncer de mama
Câncer de mama
 
Riscos no centro cirúrgico-ergonômico
Riscos no centro cirúrgico-ergonômico  Riscos no centro cirúrgico-ergonômico
Riscos no centro cirúrgico-ergonômico
 
Conceito sobre saúde mental Hoje
Conceito sobre saúde mental Hoje Conceito sobre saúde mental Hoje
Conceito sobre saúde mental Hoje
 
Planejamento familíar
Planejamento familíarPlanejamento familíar
Planejamento familíar
 
Conceito de saúde mental.
Conceito de saúde mental.Conceito de saúde mental.
Conceito de saúde mental.
 
Autismo
AutismoAutismo
Autismo
 
Trab.Saúde mental do idoso usando escala de MEEM
Trab.Saúde mental do idoso usando escala de MEEMTrab.Saúde mental do idoso usando escala de MEEM
Trab.Saúde mental do idoso usando escala de MEEM
 
Diabetes mellitus (1)
Diabetes mellitus (1)Diabetes mellitus (1)
Diabetes mellitus (1)
 
Diabetes Mellitus
Diabetes MellitusDiabetes Mellitus
Diabetes Mellitus
 
Gerenciamento Físico e Material na Enfermagem
Gerenciamento Físico e Material na EnfermagemGerenciamento Físico e Material na Enfermagem
Gerenciamento Físico e Material na Enfermagem
 
Artigo:Gerenciamento fisico e material
Artigo:Gerenciamento fisico  e materialArtigo:Gerenciamento fisico  e material
Artigo:Gerenciamento fisico e material
 
Mini exame estado mental (Meen)
Mini exame estado mental (Meen) Mini exame estado mental (Meen)
Mini exame estado mental (Meen)
 
Tuberculose, Diagnóstico de Enfermagem
Tuberculose, Diagnóstico de EnfermagemTuberculose, Diagnóstico de Enfermagem
Tuberculose, Diagnóstico de Enfermagem
 
Programa de gerenciamento de resíduos em serviço De saúde.
Programa de gerenciamento de resíduos em serviço De saúde.Programa de gerenciamento de resíduos em serviço De saúde.
Programa de gerenciamento de resíduos em serviço De saúde.
 

Último

QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxIsabellaGomes58
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasCassio Meira Jr.
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfPastor Robson Colaço
 
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologiaAula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologiaaulasgege
 
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptxApostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptxIsabelaRafael2
 
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalGerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalJacqueline Cerqueira
 
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdfcartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdfIedaGoethe
 
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfUFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfManuais Formação
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPanandatss1
 
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃOLEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃOColégio Santa Teresinha
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfIedaGoethe
 
Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)
Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)
Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)Mary Alvarenga
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfEditoraEnovus
 
Regência Nominal e Verbal português .pdf
Regência Nominal e Verbal português .pdfRegência Nominal e Verbal português .pdf
Regência Nominal e Verbal português .pdfmirandadudu08
 
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
CRÔNICAS DE UMA TURMA - TURMA DE 9ºANO - EASB
CRÔNICAS DE UMA TURMA - TURMA DE 9ºANO - EASBCRÔNICAS DE UMA TURMA - TURMA DE 9ºANO - EASB
CRÔNICAS DE UMA TURMA - TURMA DE 9ºANO - EASBAline Santana
 
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdfJorge Andrade
 
Época Realista y la obra de Madame Bovary.
Época Realista y la obra de Madame Bovary.Época Realista y la obra de Madame Bovary.
Época Realista y la obra de Madame Bovary.keislayyovera123
 

Último (20)

QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA -
XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA      -XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA      -
XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA -
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
 
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologiaAula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
 
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptxApostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
 
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalGerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
 
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdfcartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
 
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfUFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SP
 
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃOLEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
 
Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)
Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)
Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
 
Regência Nominal e Verbal português .pdf
Regência Nominal e Verbal português .pdfRegência Nominal e Verbal português .pdf
Regência Nominal e Verbal português .pdf
 
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
CRÔNICAS DE UMA TURMA - TURMA DE 9ºANO - EASB
CRÔNICAS DE UMA TURMA - TURMA DE 9ºANO - EASBCRÔNICAS DE UMA TURMA - TURMA DE 9ºANO - EASB
CRÔNICAS DE UMA TURMA - TURMA DE 9ºANO - EASB
 
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
 
Época Realista y la obra de Madame Bovary.
Época Realista y la obra de Madame Bovary.Época Realista y la obra de Madame Bovary.
Época Realista y la obra de Madame Bovary.
 

Visita técnica hospitalar 17 11-2015

  • 1. FACULDADE PARAENSE DE ENSINO PRÁTICA HOSPITALAR DISCENTE: PROFª.Enfª.Msc: ELIANE LOBATO OUTUBRO/2015. BÉLÉM-PA.
  • 2. DISCENTES Carlos Silva (0177000______) JosianeTavares (0177000______) Luciane Santana ( 01770002195) Marly de Fátima (0177000_______) Mª das Graças Gomes ( 0177000______) TEMA:VISITA TÉCNICA HOSPITALAR Trabalho apresentado como requisito parcial para obtenção de avaliação da NP2 na disciplina de (P.HOSP.)) do Curso de Enfermagem da Turma:Q77 . Da Faculdade Paraensende ensino (FAPEN). .Profª.Enfª Msc:ELIANE LOBATO. OUTUBRO/2015. BELÉM-P
  • 3. DISCENTES Carlos Silva Josiane Tavares Luciane Santana Marly de Fátima Maria das Graças Gomes VISITA TÉCNICA HOSPITALAR Trabalho apresentado como requisito parcial para obtenção de avaliação da NP2 na disciplina de (P.HOSP.)) do Curso de Enfermagem da Turma:Q77 . Da Faculdade Paraensende ensino (FAPEN). .Profª.Enfª Msc:ELIANE LOBATO. Belém-PA_________de______________de2015. ________________________________________________________________ PROFª.ENFª.Msc:ELIANE LOBATO
  • 4. 4 Sumário 1-INTRODUÇÃO............................................................................................................................. 5 2-OBJETIVO...................................................................................................................................6 2.1 - Geral .................................................................................................................................6 2.2 - Específicos......................................................................................................................... 6 3-JUSTIFICATIVA............................................................................................................................ 7 4-METODOLOGIA .......................................................................................................................... 8 5-RESULTADOS ESPERADOS ........................................................................................................... 9 6-PARTE DA ENFERMAGEMORGANOGRAMA SEGUNDO ENFª ANA SILVA....................................... 10 7-PERGUNTAS FEITAS PRA ENFERMEIRA:ANA SILVA...................................................................... 11 8-REGISTROS............................................................................................................................... 13 9- CONSIDERAÇÕES FINAIS......................................................................................................... 15 10-CONFORME AS NORMAS DO HOSPITAL DA VISITA:................................................................... 16 REFERÊNCIAS .............................................................................................................................. 17
  • 5. 5 1-INTRODUÇÃO Tendo em vista um assunto que não é de fácil acesso, o assunto: Prática em saúde hospitalar. A equipe formada por nós acadêmicos do 6ºsemestre de enfermagem da FAPEN. Mesmo com autorização da nossa faculdade em mãos, mas quatro unidades hospitalar fecharam suas portas se para nós. Como tudo vimos e aprendemos que cada hospital tem sua regra e o regime e o próprio conselho de ética do local. Cada enfermeira que procuramos não podia ir contra a politica da entidade. Como muito custo conseguimos fazer nosso trabalho, mais em troca tivemos que acatar as regras e o regime desse hospital e da enfermeira da nossa breve visita técnica.
  • 6. 6 2-OBJETIVO 2.1 - Geral Avaliar a instituição hospitalar bem como o papel do psicólogo na instituição. 2.2 - Específicos  Verificar estrutura física;  Identificar espaços de humanização;  Analisar através de entrevista o papel do enfermeiro na instituição;  Conhecer sobre o processo de entrada do paciente nesse hospital de médio.
  • 7. 7 3-JUSTIFICATIVA A realização da visita técnica ao Hospital de médio porte na qual não podemos identificar o nome da instituição, com os acadêmicos do 6º Semestre do Curso de Enfermagem da Faculdade Paraense de Ensino-FAPEN, através da disciplina PRÁTICA HOSPITALAR , busca visitar e conhecer o espaço hospitalar, sua estrutura física, bem como perceber como funciona o Sistema de Saúde a partir da análise do atendimento ao paciente de um modo clinico nesse hospital que presta 60% dos seus serviços ao SUS.30% convênios e 10% particular, assim foi nos informado Essa visita permite que o acadêmico possa conhecer um hospital e questionar a classificação de risco pra demais procedimentos. Possibilita o contato com um profissional da área que estará à disposição para esclarecer dúvidas sobre a atuação da Enfermagem no Hospital com vimos no decorrer dos semestres no aprendizado em sala de aula.
  • 8. 8 4-METODOLOGIA Conforme o roteiro previamente elaborado, os alunos realizarão a visita técnica, utilizando técnicas de observação participante e entrevistas com a Enfermeira: Ana Silva .
  • 9. 9 5-RESULTADOS ESPERADOS Com nossa autorização da faculdade em mãos fomos a luta, não vamos citar os hospitais que deram resposta negativa pra nós, mais sim tivemos uma brava luta. Do dia 23-10-15 até 04-11-15 foram momentos bem dificis,estávamos preparados pro não, afinal somos futuros enfermeiros, temos que saber insistir e persistir, o grupo lutou bravamente pra conseguir essa visita técnica. 04-11-15 Conseguimos fazer um visitar, Tínhamos menos de 30min.pra andar no local discretamente sem usar jaleko,nada de roupa branca, Podíamos tirar algumas fotos pra ser usada no contexto de nosso aprendizado. Mesmo com pouco tempo e as propostas impostas ao grupo. Uma visita superficial do local de um hospital Com as observações e análises realizadas os acadêmicos de enfermagem do 6º semestre do curso de enfermagem- FAPEN. Fizeram perguntas a Enfermeira mencionada no trabalho, visitamos o espaço físico do local, observamos a classificação de risco, na qual aprendemos sobre o protocolo de Manchester, identificando o papel da Enfermeira no âmbito hospitalar, bem como os processos de humanização para o paciente clinico. Tendo em vista como resultado final, a Excelência da atuação e responsabilidade e organização da Enfermeira: Ana Silva, Dentro do seu contexto de trabalho, E vivenciamos um pouco do dia a dia do serviço de atendimento.
  • 10. 10 6-PARTE DA ENFERMAGEM ORGANOGRAMA SEGUNDO ENFª ANA SILVA.
  • 11. 11 7-PERGUNTAS FEITAS PRA ENFERMEIRA:ANA SILVA 1-O que faz o coordenador de enfermagem? Enfª Ana Silva: O coordenador de enfermagem tem como papel planejar a organização do trabalho da enfermagem nas suas diferentes unidades; promover e manter o desenvolvimento da assistência de enfermagem ininterruptamente; aproximar a tomada de decisão da Direção Executiva ao nível operacional das atividades; contribuir para a formação de profissionais da área da saúde; incentivar programas de qualificação profissional para os trabalhadores; incentivar e apoiar ações de humanização; promover a assistência direta e indireta ao paciente em nível hospitalar e ambulatorial; buscar continuamente o conhecimento da satisfação no trabalho e a realização da assistência de enfermagem de forma eficiente e eficaz; planejar estrategicamente a organização do trabalho de enfermagem no âmbito de sua coordenação; administrar recursos humanos, materiais e orçamentários, e oferecer a educação continua aos funcionários tanto o corpo técnico de enfermagem e no modo geral, envolve todos os funcionários do local. Desde os cuidados com as normas e regras do hospital, escala de serviço atenção CCIH. Enfim meu papel é indispensável ao hospital, considero que a enfermagem é o coração do excelente funcionamento do hospital. 2-Quais os principais sinais observados para estabelecer a prioridade de atendimento entre os pacientes? Enfª Ana Silva: Segundo a legislação, pacientes com idade superior a 65 anos, portadores de deficiência física ou ainda gestantes. Além disso, tem as urgências e emergências com características próprias para priorizar atendimentos, Como vimos a entrada do hospital, paciente vai até a recepção pra registrar sua entrada, logo em seguida ele entra numa determinada sala pra ser avaliado por um enfermeiro obedecemos o protocolo de Manchester ,classificação de risco, é colocado a pulseirinha de acordo com avaliação do seu atendimento.
  • 12. 12 3-Quais os principais pontos que uma gestão deve ter para manter a qualidade de seus serviços? Enfª Ana Silva: Bom, Como já havia fala em alguns tópicos, reforçando :O coordenador de enfermagem deve ser responsável pela organização do trabalho de enfermagem na unidade que chefia e pelo desenvolvimento do seu processo de trabalho/assistência. Além disso, ele deve estimular o trabalho da equipe por meio da participação, da comunicação, das relações, do exercício de autonomia e da criatividade; promover e programar a integração multiprofissional no cotidiano da assistência de enfermagem, bem como incentivar o processo de sistematização da assistência de enfermagem; planejar e encaminhar as escalas de trabalho do grupo que chefia; incentivar a reflexão sobre a assistência de enfermagem, buscando a eficiência e eficácia no processo de trabalho, possibilitando, também, a qualificação do trabalhador de enfermagem. Ele deve, ainda, favorecer a descentralização da tomada de decisões, ampliando a participação dos trabalhadores de enfermagem, sem comprometer a eficiência e eficácia na assistência de enfermagem. 4- Como a senhora organiza sua equipe e tem uma visão em manter um atendimento humanizado com uma demanda grande de pacientes? Enfª Ana Silva: Antes de qualquer coisa o enfermeiro precisa conhecer tudo sobre sua equipe, adquirir confiança e confiar em sua equipe, participar da integração do mesmo e preparar seus colaboradores pra qualquer ocasião, Educação continua e acima de tudo a humanização refere-se a um modo de organização e funcionamento dos serviços de saúde em que os avanços da medicina, o respeito às necessidades dos cidadãos usuários e a atenção aos anseios dos profissionais são valorizados na mesma medida e de forma integrada. Ela se expressa com a criação de espaços de diálogo entre administradores e profissionais da saúde, a adoção de práticas de gestão participativa e o desenvolvimento de uma capacidade crescente para ouvir a voz dos pacientes. É elemento decisivo para o alcance de melhores índices de adesão dos pacientes ao tratamento e de melhoria das condições de saúde.
  • 13. 13 8-REGISTROS Recepção POSTODE ENFERMAGEM SALA DE ENFERMAGEM CLASSIFICAÇÃODERISCO
  • 14. 14 ESTAR DO BLOCO CIRUGICO UTI-NEO SALA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA CAPELA
  • 15. 15 9- CONSIDERAÇÕES FINAIS (...)O aprimoramento do comportamento ético do profissional passa pelo processo de construção de uma consciência individual e coletiva, pelo compromisso social e profissional configurado pela responsabilidade no plano das relações de trabalho com reflexos no campo científico e político.(COFEN-2012.) Pela gentileza da enfermeira: Ana Silva. Que nos ajudou na maneira dentro do possível na contribuição desse trabalho. As fotos registradas foram feitas pelo os acadêmicos do 6º semestre do curso de enfermagem-FAPEN.
  • 16. 16 10-CONFORME AS NORMAS DO HOSPITAL DA VISITA: Dados como número de funcionários, fornecimentos de outros índices do setor em geral, não poderão ser fornecidos pra nós acadêmicos do 6º semestre de enfermagem da turma:q77-FAPEN. Devido algumas a cláusulas que não obedecíamos, para o prosseguimento do nosso trabalho.
  • 17. 17 REFERÊNCIAS Acesso em 08-11-15. http://www.cofen.gov.br/wp- content/uploads/2012/03/resolucao_311_anexo.pdf