SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 30
Baixar para ler offline
LAQB
                         Laboratório de Analises
                          Químicas e Biológicas




Principais conceitos e técnicas
 utilizados na microbiologia




   Aluno: Ivson Cassiano de O. Santos



                 2012
INTRODUÇÃO


   A Microbiologia é o ramo da biologia que estuda os
    microrganismos, incluindo eucariontes unicelulares e
    procariontes, que incluem Bactérias, Fungos, Vírus,
    Protozoários, Algas unicelulares, Viróides e Prions.




   A Bacteriologia é uma ciência, ramo da Biologia, que
    estuda as bactérias e suas propriedades.
CONDUTAS,     BARREIRAS,     EQUIPAMENTOS       E
    INSTRUMENTAIS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL E AMBIENTAL



 ambiente apropriado
 instrumentais estéreis

 luvas, máscaras e óculos protetores

 Flambar as alças e agulhas e boca dos tubos.

 limpar e desinfetar periodicamente a bancada.




         Todas as operações envolvendo manipulação de culturas e
    meios de cultura deverão ser efetuadas na área de proteção
    conferida pela chama do bico de Bunsen.
ÁLCOOL 70%

Sua atividade ocorre pela desnaturação de proteínas e remoção de
lipídios, inclusive dos envelopes de alguns vírus. Para apresentar
sua atividade germicida máxima, o álcool deve ser diluído em
água, que possibilita a desnaturação das proteínas. A concentração
recomendada para atingir maior rapidez microbicida com o álcool
etílico é de 70% em peso e com o isopropílico, entre 60 e 95%.


Possuir fácil aplicabilidade, baixo custo e reduzida toxicidade.


Diluição correta e tempo de exposição
CUIDADOS DE ASSEPSIA NA REMOÇÃO DE BACTÉRIAS
CUIDADOS DE ASSEPSIA NA REMOÇÃO DE BACTÉRIAS




 Fig.: Procedimento para remover bactérias de um caldo com a
 alça de platina
CUIDADOS DE ASSEPSIA NA REMOÇÃO DE BACTÉRIAS




  Fig.: Procedimento para inocular um meio Agar inclinado a partir de
  uma Placa de Petri
INOCULAÇÃO NA PLACA DE PETRI




                     Isolamento de colônias
                     bacterianas e obtenção
                     culturas puras.




                        Estrias múltiplas ou
                        esgotamento
DESCONTAMINAÇÃO
   Um dos principais problemas nos laboratórios de microbiologia é a grande
    quantidade de resíduos contendo microrganismos infecciosos.


   Autoclaves




   Desinfecção química
      Os recipientes que acondicionam material com perigos microbiológicos
    devem conter um desinfetante na diluição de uso apropriada.


       Compostos à base de fenol 5% , hipocloritos (água sanitária a 2%) e
    glutaraldeído 2%, formaldeído (solução alcoólica 8% e solução aquosa
    10%).
BANCO DE DADOS

    O nosso laboratório dispõe de uma tabela com as bactérias presentes
   em estoque com suas devidas informações e observações.


Bactéria      Cepa/numero         Origem         Espécie


Condições de crescimento        Incubação         Condições de estoque

       Ultima data de estoque               Observações
INTRODUÇÃO
   Cepas bacterianas




         Isto deriva dos fenômenos espontâneas ou
        induzidos da natureza ou mesmo
        artificialmente, chamado "Mutação Genética"
CEPAS PADRÃO
   São cepas destinadas ao controle de qualidade
    bacteriológico.

   Apresentam resposta conhecida a uma série de
    provas laboratoriais, entre as quais bioquimismo,
    reação tintorial ao Gram, morfologia e resposta a
    antibióticos.

     ATCC                 AYE              SDF

          ACICU                     AB
CEPAS LAQB
   Cepas ATCC - American Type Culture
    Collection.

          Escherichia coli ATCC 10536
ESCHERICHIA COLI ATCC 10536




             Referencia para esta cepa :
             Di Modugno E et al. 1994
             Misiek et al. 1973.
STAPHYLOCOCCUS AUREUS ATCC 8096
PSEUDOMONAS AERUGINOSA ATCC 9027
MICROCOCCUS LUTEUS ATCC 10240
   ATCC 14452
MEIO DE CULTURA
        Conjunto de substâncias, formuladas de maneira adequada,
    capazes de promover o crescimento bacteriano, em condições
    laboratoriais. Para isso um meio de cultura necessita conter
    características básicas, que incluem:

   - Fonte de carbono e nitrogênio

   - Fonte de energia

   - Sais minerais

   - Fatores de crescimento

   - Condições físicas

   - Esterilização
TIPOS DE MEIOS DE CULTURA
              Meios de enriquecimentos
   Caldo Brain Heart Infusion (BHI)
   Caldo Tetrationato

                  Meios de transporte
   Meio de Stuart
   Meio de Cary-Blair
   Caldo Tioglicolato

                     Meio seletivo
                     o
   Agar Manitol Salgado
   Agar SS
TIPOS DE MEIOS DE CULTURA
                  Meio diferencial
   Agar Eosin Meteiolene Blue (EMB)
   Agar McConkey
   Agar Hektoen.

                    Meio indicador
   Agar Triple Sugar Iron (TSI)
   Agar Citrato de simimons.
PROCEDIMENTOS E CUIDADOS NA PREPARAÇÃO
DE MEIOS DE CULTURA


 Na preparação de um meio, deve-se adicionar uma pequena
    quantidade de água até que o meio fique úmido e então completar
    com o resto de água homogeneizando a solução.




    O tempo de esterilização em autoclave é de 15 minutos á
    temperatura de 121°C.


   Os meios devem ser autoclavados com as tampas semi-abertas,
    para que a esterilização seja por igual em todo o conteúdo dos
    tubos - tampas fechadas não permitem a entrada do vapor.
Todos os meios confeccionados
    devem ser devidamente
  identificados com o nome do
meio e do responsável, data de
 fabricação, data de validade e
    tipo de armazenamento.
MANUTENÇÃO DE CULTURAS
    A manutenção de culturas é realizada para que
    se possa manter viável as cepas em estoque.



De acordo com a cepa a concentração de glicerol
 pode variar.
Ex.: E. coli 50% glicerol e 50% Ágar Nutriente.



          Prazo de validade: 3 meses á -20°C.
PLANO DE TRABALHO LAQB - 2012
Objetivo: Fazer o levantamento de cepas atualmente encontradas no
LAQB e preparar o mesmo para aquisição de outras.

                                Método:

1°- Inoculado as amostras em meio enriquecido para proporcionar o
crescimento das amostras. O meio de enriquecimento escolhido foi o
caldo BHI, após a semeadura , incubar por 24h á 37ºC.

Resultados: POSITIVO para turvação no meio.
            NEGATIVO para coloração intacta do meio.

2° - De acordo com os resultados obtidos na etapa 1, será semeado as
amostras de acordo com o meio seletivo de cada espécie.

                   Staphylococcus aureus = manitol
                            E. coli = EMB
             Pseudomonas areuginosa = agar Pseudomonas
                      Micrococcus luteus = MH
Método:

   Análise do crescimento bacteriano (morfologia e coloração)



                                 O Manitol é fermentado pelo Staphylococcus Aureus,
                                 mas não pela maioria dos Staphylococcus; o Sal inibe o
                                 crescimento da maioria dos microrganismos, mas o
                                 Staphylococcus Aureus.



    Meio Manitol salgado para
    Staphylococcus Aureus.



                                 O meio EMB, o azul de Eosina e Metileno
                                 inibem o crescimento de Gram positivas. E. coli
                                 apresentam colônias escuras ou verde metalico,
                                 fermentação da lactose e sacarose.


    Meio EMB (Eosine Methylene
    Blye) para E. coli
Método:
Análise do crescimento bacteriano (morfologia e coloração)


                                Permite a diferenciação de P. aeroginosa de outras
                                Pseudomonas. As P. aeroginosa apresentam
                                pigmento azul-verde escuro que se funde ao meio.



  Meio Agar Pseudomonas.




                                  M. luteus apresentam pigmentação amarela
                                  tanto em meio AN, quanto em MH.




Micrococcus luteus em meio MH
Método:

3° - Ressemear, por esgotamento, todas as amostras crescidas
e isoladas em meio agar nutriente 24h 37°C




                         Meio Agar Nutriente




4° - Teste bioquímico

  A investigação das atividades metabólicas das bactérias “in vitro” é chamada de
Provas Bioquímicas e servem para auxiliar o microbiologista a identificar grupos ou
espécies de bactérias
Método:

4° - Teste bioquímico


 Meio TSI, meio SIM, meio citrato de Simons, Meio úreia.


5° - Preparo para estoque


   Semear em placa, com swab, as amostras cultivadas no caldo


6° - Estoque




                                                    NEXT
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
   APOSTILA DE AULAS PRÁTICAS – DISCIPLINA:
    BACTERIOLOGIA. PROFESSOR ALOYSIO
    CERQUEIRA, UFF.

   Descrição dos Meios de Cultura Empregados nos
    Exames Microbiológicos – ANVISA.

   Protocolos para Preparo de Meios de Cultura da
    Embrapa Agrobiologia, 1999.

   Biossegurança em Laboratórios Biomédicos de
    Microbiologia - 3.a edicao, 2006.
Conceitos Basicos de Microgiologia

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mais procurados (20)

53292193 aula-de-meios-de-cultura
53292193 aula-de-meios-de-cultura53292193 aula-de-meios-de-cultura
53292193 aula-de-meios-de-cultura
 
Manual para antibiograma
Manual para antibiogramaManual para antibiograma
Manual para antibiograma
 
Aula bactérias
Aula bactériasAula bactérias
Aula bactérias
 
Microbiologia revisão
Microbiologia revisãoMicrobiologia revisão
Microbiologia revisão
 
Prova microbiologia b1
Prova microbiologia b1Prova microbiologia b1
Prova microbiologia b1
 
Manual do antibiograma
Manual do antibiograma Manual do antibiograma
Manual do antibiograma
 
Aula de Microbiologia sobre meios de cultura e características bacterianas
Aula de Microbiologia sobre meios de cultura e características bacterianasAula de Microbiologia sobre meios de cultura e características bacterianas
Aula de Microbiologia sobre meios de cultura e características bacterianas
 
Aula 7 - M
Aula 7 - MAula 7 - M
Aula 7 - M
 
Microbiota humana
Microbiota humanaMicrobiota humana
Microbiota humana
 
Staphylococcus aureus
Staphylococcus aureusStaphylococcus aureus
Staphylococcus aureus
 
Fungos aula
Fungos aulaFungos aula
Fungos aula
 
Antígeno
AntígenoAntígeno
Antígeno
 
TSA
TSATSA
TSA
 
Metabolismo e processos microbianos
Metabolismo e processos microbianosMetabolismo e processos microbianos
Metabolismo e processos microbianos
 
Aula Microbiologia Bactérias
Aula Microbiologia BactériasAula Microbiologia Bactérias
Aula Microbiologia Bactérias
 
Cocos Gram positivos
Cocos Gram positivosCocos Gram positivos
Cocos Gram positivos
 
Biofármacos e biossimilares conceitos básicos
Biofármacos e biossimilares   conceitos básicosBiofármacos e biossimilares   conceitos básicos
Biofármacos e biossimilares conceitos básicos
 
Polissacarídeos da parede celular fúngica
Polissacarídeos da parede celular fúngicaPolissacarídeos da parede celular fúngica
Polissacarídeos da parede celular fúngica
 
Microbiologia
MicrobiologiaMicrobiologia
Microbiologia
 
Micologia médica
Micologia médica Micologia médica
Micologia médica
 

Semelhante a Conceitos Basicos de Microgiologia

Resumo de micro clinica 2
Resumo de micro clinica 2Resumo de micro clinica 2
Resumo de micro clinica 2Tamara Garcia
 
AULAS DE MICROBIOLOGIA APLICADA A TECNICOS DE ENFERMAGEM
AULAS DE MICROBIOLOGIA APLICADA A TECNICOS DE ENFERMAGEMAULAS DE MICROBIOLOGIA APLICADA A TECNICOS DE ENFERMAGEM
AULAS DE MICROBIOLOGIA APLICADA A TECNICOS DE ENFERMAGEMMarceloCorrea844135
 
AULA 5. EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS E CONDIÇÕES FÍSICAS PARA O CULTIVO.pptx
AULA 5. EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS E CONDIÇÕES FÍSICAS PARA O CULTIVO.pptxAULA 5. EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS E CONDIÇÕES FÍSICAS PARA O CULTIVO.pptx
AULA 5. EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS E CONDIÇÕES FÍSICAS PARA O CULTIVO.pptxKairaEmanuellaSDaSil
 
55620849 isolamento-e-caracterizacao-de-microrganismos(2)
55620849 isolamento-e-caracterizacao-de-microrganismos(2)55620849 isolamento-e-caracterizacao-de-microrganismos(2)
55620849 isolamento-e-caracterizacao-de-microrganismos(2)Marcia Rodrigues
 
Culturas e isolamento de bacterias meios
Culturas e isolamento de bacterias meiosCulturas e isolamento de bacterias meios
Culturas e isolamento de bacterias meiosJosBarros59
 
Microbiologia de Alimentos
Microbiologia de AlimentosMicrobiologia de Alimentos
Microbiologia de AlimentosLORRANE BRANDÃO
 
Indicadores_de_qualidade_de_agua.ppt
Indicadores_de_qualidade_de_agua.pptIndicadores_de_qualidade_de_agua.ppt
Indicadores_de_qualidade_de_agua.pptIsabelMaria77
 
Indicadores_de_qualidade_de_agua.ppt
Indicadores_de_qualidade_de_agua.pptIndicadores_de_qualidade_de_agua.ppt
Indicadores_de_qualidade_de_agua.pptIsabelMaria77
 
Microbiologia aplicada ao_saneamento_-_joana_bresolin
Microbiologia aplicada ao_saneamento_-_joana_bresolinMicrobiologia aplicada ao_saneamento_-_joana_bresolin
Microbiologia aplicada ao_saneamento_-_joana_bresolinJoão Siqueira da Mata
 
Aulasprticasmicrobiologia adaptado
Aulasprticasmicrobiologia   adaptadoAulasprticasmicrobiologia   adaptado
Aulasprticasmicrobiologia adaptadoSelma Oliveira
 
TEMPLATE PRATICA ROTEIRO AL UNO.pdf
TEMPLATE PRATICA ROTEIRO AL      UNO.pdfTEMPLATE PRATICA ROTEIRO AL      UNO.pdf
TEMPLATE PRATICA ROTEIRO AL UNO.pdfHELLEN CRISTINA
 

Semelhante a Conceitos Basicos de Microgiologia (20)

Resumo de micro clinica 2
Resumo de micro clinica 2Resumo de micro clinica 2
Resumo de micro clinica 2
 
AULAS DE MICROBIOLOGIA APLICADA A TECNICOS DE ENFERMAGEM
AULAS DE MICROBIOLOGIA APLICADA A TECNICOS DE ENFERMAGEMAULAS DE MICROBIOLOGIA APLICADA A TECNICOS DE ENFERMAGEM
AULAS DE MICROBIOLOGIA APLICADA A TECNICOS DE ENFERMAGEM
 
AULA 5. EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS E CONDIÇÕES FÍSICAS PARA O CULTIVO.pptx
AULA 5. EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS E CONDIÇÕES FÍSICAS PARA O CULTIVO.pptxAULA 5. EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS E CONDIÇÕES FÍSICAS PARA O CULTIVO.pptx
AULA 5. EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS E CONDIÇÕES FÍSICAS PARA O CULTIVO.pptx
 
Aula 4 meios de cultura
Aula 4   meios de culturaAula 4   meios de cultura
Aula 4 meios de cultura
 
55620849 isolamento-e-caracterizacao-de-microrganismos(2)
55620849 isolamento-e-caracterizacao-de-microrganismos(2)55620849 isolamento-e-caracterizacao-de-microrganismos(2)
55620849 isolamento-e-caracterizacao-de-microrganismos(2)
 
Apostila
ApostilaApostila
Apostila
 
Culturas e isolamento de bacterias meios
Culturas e isolamento de bacterias meiosCulturas e isolamento de bacterias meios
Culturas e isolamento de bacterias meios
 
Microbiologia de Alimentos
Microbiologia de AlimentosMicrobiologia de Alimentos
Microbiologia de Alimentos
 
Indicadores_de_qualidade_de_agua.ppt
Indicadores_de_qualidade_de_agua.pptIndicadores_de_qualidade_de_agua.ppt
Indicadores_de_qualidade_de_agua.ppt
 
Indicadores_de_qualidade_de_agua.ppt
Indicadores_de_qualidade_de_agua.pptIndicadores_de_qualidade_de_agua.ppt
Indicadores_de_qualidade_de_agua.ppt
 
Microbiologia aplicada ao_saneamento_-_joana_bresolin
Microbiologia aplicada ao_saneamento_-_joana_bresolinMicrobiologia aplicada ao_saneamento_-_joana_bresolin
Microbiologia aplicada ao_saneamento_-_joana_bresolin
 
Relatório bio de micro
Relatório bio de microRelatório bio de micro
Relatório bio de micro
 
Aulasprticasmicrobiologia adaptado
Aulasprticasmicrobiologia   adaptadoAulasprticasmicrobiologia   adaptado
Aulasprticasmicrobiologia adaptado
 
DH ASSESSORIA ACADEMICA 202444 (61).pdf
DH ASSESSORIA ACADEMICA   202444 (61).pdfDH ASSESSORIA ACADEMICA   202444 (61).pdf
DH ASSESSORIA ACADEMICA 202444 (61).pdf
 
DH ASSESSORIA ACADEMICA 202444 (61).pdf
DH ASSESSORIA ACADEMICA   202444 (61).pdfDH ASSESSORIA ACADEMICA   202444 (61).pdf
DH ASSESSORIA ACADEMICA 202444 (61).pdf
 
DH ASSESSORIA ACADEMICA 202444 (61).pdf
DH ASSESSORIA ACADEMICA   202444 (61).pdfDH ASSESSORIA ACADEMICA   202444 (61).pdf
DH ASSESSORIA ACADEMICA 202444 (61).pdf
 
DH ASSESSORIA ACADEMICA 202444 (61).pdf
DH ASSESSORIA ACADEMICA   202444 (61).pdfDH ASSESSORIA ACADEMICA   202444 (61).pdf
DH ASSESSORIA ACADEMICA 202444 (61).pdf
 
DH ASSESSORIA ACADEMICA 202444 (61).pdf
DH ASSESSORIA ACADEMICA   202444 (61).pdfDH ASSESSORIA ACADEMICA   202444 (61).pdf
DH ASSESSORIA ACADEMICA 202444 (61).pdf
 
DH ASSESSORIA ACADEMIC A 202444 (61).pdf
DH ASSESSORIA ACADEMIC  A 202444 (61).pdfDH ASSESSORIA ACADEMIC  A 202444 (61).pdf
DH ASSESSORIA ACADEMIC A 202444 (61).pdf
 
TEMPLATE PRATICA ROTEIRO AL UNO.pdf
TEMPLATE PRATICA ROTEIRO AL      UNO.pdfTEMPLATE PRATICA ROTEIRO AL      UNO.pdf
TEMPLATE PRATICA ROTEIRO AL UNO.pdf
 

Mais de Ivson Cassiano

Analise da sequencia de nucleotideos e peptideos de oxacilinases em Acinetoba...
Analise da sequencia de nucleotideos e peptideos de oxacilinases em Acinetoba...Analise da sequencia de nucleotideos e peptideos de oxacilinases em Acinetoba...
Analise da sequencia de nucleotideos e peptideos de oxacilinases em Acinetoba...Ivson Cassiano
 
Carbapenemase NDM em não-baumannii na China
Carbapenemase NDM em não-baumannii na ChinaCarbapenemase NDM em não-baumannii na China
Carbapenemase NDM em não-baumannii na ChinaIvson Cassiano
 
Investigação epidemiológica
Investigação epidemiológica Investigação epidemiológica
Investigação epidemiológica Ivson Cassiano
 
LIMPEZA E DESCONTAMINAÇÃO DE VIDRARIAS
LIMPEZA E DESCONTAMINAÇÃO DE VIDRARIASLIMPEZA E DESCONTAMINAÇÃO DE VIDRARIAS
LIMPEZA E DESCONTAMINAÇÃO DE VIDRARIASIvson Cassiano
 
Abertura de empresa, registro de produtAbertura de empresa, registro de produ...
Abertura de empresa, registro de produtAbertura de empresa, registro de produ...Abertura de empresa, registro de produtAbertura de empresa, registro de produ...
Abertura de empresa, registro de produtAbertura de empresa, registro de produ...Ivson Cassiano
 
Imunologia, dgc, Doença Granulomatosa Crônica
Imunologia, dgc, Doença Granulomatosa CrônicaImunologia, dgc, Doença Granulomatosa Crônica
Imunologia, dgc, Doença Granulomatosa CrônicaIvson Cassiano
 
Expressão heteróloga
Expressão heterólogaExpressão heteróloga
Expressão heterólogaIvson Cassiano
 
Alcoolismo e seu metabolismo
Alcoolismo e seu metabolismoAlcoolismo e seu metabolismo
Alcoolismo e seu metabolismoIvson Cassiano
 

Mais de Ivson Cassiano (10)

Analise da sequencia de nucleotideos e peptideos de oxacilinases em Acinetoba...
Analise da sequencia de nucleotideos e peptideos de oxacilinases em Acinetoba...Analise da sequencia de nucleotideos e peptideos de oxacilinases em Acinetoba...
Analise da sequencia de nucleotideos e peptideos de oxacilinases em Acinetoba...
 
Carbapenemase NDM em não-baumannii na China
Carbapenemase NDM em não-baumannii na ChinaCarbapenemase NDM em não-baumannii na China
Carbapenemase NDM em não-baumannii na China
 
Investigação epidemiológica
Investigação epidemiológica Investigação epidemiológica
Investigação epidemiológica
 
LIMPEZA E DESCONTAMINAÇÃO DE VIDRARIAS
LIMPEZA E DESCONTAMINAÇÃO DE VIDRARIASLIMPEZA E DESCONTAMINAÇÃO DE VIDRARIAS
LIMPEZA E DESCONTAMINAÇÃO DE VIDRARIAS
 
Abertura de empresa, registro de produtAbertura de empresa, registro de produ...
Abertura de empresa, registro de produtAbertura de empresa, registro de produ...Abertura de empresa, registro de produtAbertura de empresa, registro de produ...
Abertura de empresa, registro de produtAbertura de empresa, registro de produ...
 
Phage display
Phage displayPhage display
Phage display
 
Imunologia, dgc, Doença Granulomatosa Crônica
Imunologia, dgc, Doença Granulomatosa CrônicaImunologia, dgc, Doença Granulomatosa Crônica
Imunologia, dgc, Doença Granulomatosa Crônica
 
Expressão heteróloga
Expressão heterólogaExpressão heteróloga
Expressão heteróloga
 
Alcaloides
AlcaloidesAlcaloides
Alcaloides
 
Alcoolismo e seu metabolismo
Alcoolismo e seu metabolismoAlcoolismo e seu metabolismo
Alcoolismo e seu metabolismo
 

Último

Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREIVONETETAVARESRAMOS
 
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...azulassessoria9
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evoluçãoprofleticiasantosbio
 
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...azulassessoria9
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxacaciocarmo1
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...nexocan937
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Modelos Evolutivos em História das Religiões
Modelos Evolutivos em História das ReligiõesModelos Evolutivos em História das Religiões
Modelos Evolutivos em História das ReligiõesGilbraz Aragão
 
atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãodanielagracia9
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...azulassessoria9
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaFernanda Ledesma
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxJMTCS
 
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOMNOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOMHenrique Pontes
 
A FORMAÇÃO DO SÍMBOLO NA CRIANÇA -- JEAN PIAGET -- 2013 -- 6ced7f10b1a00cd395...
A FORMAÇÃO DO SÍMBOLO NA CRIANÇA -- JEAN PIAGET -- 2013 -- 6ced7f10b1a00cd395...A FORMAÇÃO DO SÍMBOLO NA CRIANÇA -- JEAN PIAGET -- 2013 -- 6ced7f10b1a00cd395...
A FORMAÇÃO DO SÍMBOLO NA CRIANÇA -- JEAN PIAGET -- 2013 -- 6ced7f10b1a00cd395...DominiqueFaria2
 
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdfPARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdfceajajacu
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas BrasileirosMary Alvarenga
 

Último (20)

Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
 
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
 
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
 
Modelos Evolutivos em História das Religiões
Modelos Evolutivos em História das ReligiõesModelos Evolutivos em História das Religiões
Modelos Evolutivos em História das Religiões
 
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
 
atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetização
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
 
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOMNOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
 
MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)
MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)
MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)
 
A FORMAÇÃO DO SÍMBOLO NA CRIANÇA -- JEAN PIAGET -- 2013 -- 6ced7f10b1a00cd395...
A FORMAÇÃO DO SÍMBOLO NA CRIANÇA -- JEAN PIAGET -- 2013 -- 6ced7f10b1a00cd395...A FORMAÇÃO DO SÍMBOLO NA CRIANÇA -- JEAN PIAGET -- 2013 -- 6ced7f10b1a00cd395...
A FORMAÇÃO DO SÍMBOLO NA CRIANÇA -- JEAN PIAGET -- 2013 -- 6ced7f10b1a00cd395...
 
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdfPARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
 

Conceitos Basicos de Microgiologia

  • 1. LAQB Laboratório de Analises Químicas e Biológicas Principais conceitos e técnicas utilizados na microbiologia Aluno: Ivson Cassiano de O. Santos 2012
  • 2. INTRODUÇÃO  A Microbiologia é o ramo da biologia que estuda os microrganismos, incluindo eucariontes unicelulares e procariontes, que incluem Bactérias, Fungos, Vírus, Protozoários, Algas unicelulares, Viróides e Prions.  A Bacteriologia é uma ciência, ramo da Biologia, que estuda as bactérias e suas propriedades.
  • 3. CONDUTAS, BARREIRAS, EQUIPAMENTOS E INSTRUMENTAIS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL E AMBIENTAL  ambiente apropriado  instrumentais estéreis  luvas, máscaras e óculos protetores  Flambar as alças e agulhas e boca dos tubos.  limpar e desinfetar periodicamente a bancada. Todas as operações envolvendo manipulação de culturas e meios de cultura deverão ser efetuadas na área de proteção conferida pela chama do bico de Bunsen.
  • 4. ÁLCOOL 70% Sua atividade ocorre pela desnaturação de proteínas e remoção de lipídios, inclusive dos envelopes de alguns vírus. Para apresentar sua atividade germicida máxima, o álcool deve ser diluído em água, que possibilita a desnaturação das proteínas. A concentração recomendada para atingir maior rapidez microbicida com o álcool etílico é de 70% em peso e com o isopropílico, entre 60 e 95%. Possuir fácil aplicabilidade, baixo custo e reduzida toxicidade. Diluição correta e tempo de exposição
  • 5. CUIDADOS DE ASSEPSIA NA REMOÇÃO DE BACTÉRIAS
  • 6. CUIDADOS DE ASSEPSIA NA REMOÇÃO DE BACTÉRIAS Fig.: Procedimento para remover bactérias de um caldo com a alça de platina
  • 7. CUIDADOS DE ASSEPSIA NA REMOÇÃO DE BACTÉRIAS Fig.: Procedimento para inocular um meio Agar inclinado a partir de uma Placa de Petri
  • 8. INOCULAÇÃO NA PLACA DE PETRI Isolamento de colônias bacterianas e obtenção culturas puras. Estrias múltiplas ou esgotamento
  • 9. DESCONTAMINAÇÃO  Um dos principais problemas nos laboratórios de microbiologia é a grande quantidade de resíduos contendo microrganismos infecciosos.  Autoclaves  Desinfecção química Os recipientes que acondicionam material com perigos microbiológicos devem conter um desinfetante na diluição de uso apropriada. Compostos à base de fenol 5% , hipocloritos (água sanitária a 2%) e glutaraldeído 2%, formaldeído (solução alcoólica 8% e solução aquosa 10%).
  • 10. BANCO DE DADOS O nosso laboratório dispõe de uma tabela com as bactérias presentes em estoque com suas devidas informações e observações. Bactéria Cepa/numero Origem Espécie Condições de crescimento Incubação Condições de estoque Ultima data de estoque Observações
  • 11. INTRODUÇÃO  Cepas bacterianas Isto deriva dos fenômenos espontâneas ou induzidos da natureza ou mesmo artificialmente, chamado "Mutação Genética"
  • 12. CEPAS PADRÃO  São cepas destinadas ao controle de qualidade bacteriológico.  Apresentam resposta conhecida a uma série de provas laboratoriais, entre as quais bioquimismo, reação tintorial ao Gram, morfologia e resposta a antibióticos. ATCC AYE SDF ACICU AB
  • 13. CEPAS LAQB  Cepas ATCC - American Type Culture Collection. Escherichia coli ATCC 10536
  • 14. ESCHERICHIA COLI ATCC 10536 Referencia para esta cepa : Di Modugno E et al. 1994 Misiek et al. 1973.
  • 17. MICROCOCCUS LUTEUS ATCC 10240  ATCC 14452
  • 18. MEIO DE CULTURA Conjunto de substâncias, formuladas de maneira adequada, capazes de promover o crescimento bacteriano, em condições laboratoriais. Para isso um meio de cultura necessita conter características básicas, que incluem:  - Fonte de carbono e nitrogênio  - Fonte de energia  - Sais minerais  - Fatores de crescimento  - Condições físicas  - Esterilização
  • 19. TIPOS DE MEIOS DE CULTURA  Meios de enriquecimentos  Caldo Brain Heart Infusion (BHI)  Caldo Tetrationato  Meios de transporte  Meio de Stuart  Meio de Cary-Blair  Caldo Tioglicolato Meio seletivo o  Agar Manitol Salgado  Agar SS
  • 20. TIPOS DE MEIOS DE CULTURA Meio diferencial  Agar Eosin Meteiolene Blue (EMB)  Agar McConkey  Agar Hektoen.  Meio indicador  Agar Triple Sugar Iron (TSI)  Agar Citrato de simimons.
  • 21. PROCEDIMENTOS E CUIDADOS NA PREPARAÇÃO DE MEIOS DE CULTURA  Na preparação de um meio, deve-se adicionar uma pequena quantidade de água até que o meio fique úmido e então completar com o resto de água homogeneizando a solução.  O tempo de esterilização em autoclave é de 15 minutos á temperatura de 121°C.  Os meios devem ser autoclavados com as tampas semi-abertas, para que a esterilização seja por igual em todo o conteúdo dos tubos - tampas fechadas não permitem a entrada do vapor.
  • 22. Todos os meios confeccionados devem ser devidamente identificados com o nome do meio e do responsável, data de fabricação, data de validade e tipo de armazenamento.
  • 23. MANUTENÇÃO DE CULTURAS  A manutenção de culturas é realizada para que se possa manter viável as cepas em estoque. De acordo com a cepa a concentração de glicerol pode variar. Ex.: E. coli 50% glicerol e 50% Ágar Nutriente. Prazo de validade: 3 meses á -20°C.
  • 24. PLANO DE TRABALHO LAQB - 2012 Objetivo: Fazer o levantamento de cepas atualmente encontradas no LAQB e preparar o mesmo para aquisição de outras. Método: 1°- Inoculado as amostras em meio enriquecido para proporcionar o crescimento das amostras. O meio de enriquecimento escolhido foi o caldo BHI, após a semeadura , incubar por 24h á 37ºC. Resultados: POSITIVO para turvação no meio. NEGATIVO para coloração intacta do meio. 2° - De acordo com os resultados obtidos na etapa 1, será semeado as amostras de acordo com o meio seletivo de cada espécie. Staphylococcus aureus = manitol E. coli = EMB Pseudomonas areuginosa = agar Pseudomonas Micrococcus luteus = MH
  • 25. Método:  Análise do crescimento bacteriano (morfologia e coloração) O Manitol é fermentado pelo Staphylococcus Aureus, mas não pela maioria dos Staphylococcus; o Sal inibe o crescimento da maioria dos microrganismos, mas o Staphylococcus Aureus. Meio Manitol salgado para Staphylococcus Aureus. O meio EMB, o azul de Eosina e Metileno inibem o crescimento de Gram positivas. E. coli apresentam colônias escuras ou verde metalico, fermentação da lactose e sacarose. Meio EMB (Eosine Methylene Blye) para E. coli
  • 26. Método: Análise do crescimento bacteriano (morfologia e coloração) Permite a diferenciação de P. aeroginosa de outras Pseudomonas. As P. aeroginosa apresentam pigmento azul-verde escuro que se funde ao meio. Meio Agar Pseudomonas. M. luteus apresentam pigmentação amarela tanto em meio AN, quanto em MH. Micrococcus luteus em meio MH
  • 27. Método: 3° - Ressemear, por esgotamento, todas as amostras crescidas e isoladas em meio agar nutriente 24h 37°C Meio Agar Nutriente 4° - Teste bioquímico A investigação das atividades metabólicas das bactérias “in vitro” é chamada de Provas Bioquímicas e servem para auxiliar o microbiologista a identificar grupos ou espécies de bactérias
  • 28. Método: 4° - Teste bioquímico Meio TSI, meio SIM, meio citrato de Simons, Meio úreia. 5° - Preparo para estoque Semear em placa, com swab, as amostras cultivadas no caldo 6° - Estoque NEXT
  • 29. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  APOSTILA DE AULAS PRÁTICAS – DISCIPLINA: BACTERIOLOGIA. PROFESSOR ALOYSIO CERQUEIRA, UFF.  Descrição dos Meios de Cultura Empregados nos Exames Microbiológicos – ANVISA.  Protocolos para Preparo de Meios de Cultura da Embrapa Agrobiologia, 1999.  Biossegurança em Laboratórios Biomédicos de Microbiologia - 3.a edicao, 2006.