SlideShare uma empresa Scribd logo
GESTÃO ESTRATÉGICA
TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
KEM KO SO ?
ON KO TO ?
PRON KO VO ?
COM KO FAÇO ?
QUEM EU SOU ?
ONDE ESTOU ?
PRA ONDE VOU ?
COMO FAÇO ?
O QUE É ESTRATÉGIA?
Usada originalmente na área militar, esta palavra hoje é bastante
usada na área de negócios.
A palavra vem do grego strátegos, que significa “a arte do general”
Trata-se da forma de pensar no futuro, integrada no processo
decisório, com base em um procedimento formalizado e articulador de
resultados.
•
•

Enxergar onde quero chegar

•

TGA II

Saber onde estou

Planejar como chegar lá

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
O QUE É ESTRATÉGIA?

Estratégia 1
Estratégia 2
Ambiente
atual

Objetivos
Estratégicos
(Visão)
Ambiente
futuro

Estratégia n
Ponto de
partida
TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
O QUE É ESTRATÉGIA?

TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
GESTÃO ESTRATÉGICA
ESTRATÉGIA

TÁTICA

Estratégia é a determinação dos

Tática (do grego taktiké ou téchne =
arte de manobrar [tropas]) é
qualquer elemento componente de
uma estratégia, com a finalidade de
se atingir a meta desejada num
empreendimento qualquer.

objetivos básicos de longo prazo de
uma empresa e a adoção das ações
adequadas e afetação de recursos
para atingir esses objetivos.
A estratégia pode ser compreendida
como

a

elaboração

do

A tática faz parte da implementação
da estratégia definida, ou seja, fazer
os movimentos corretos para atingir
a estratégia escolhida.

planejamento.
“ Tática é saber o que fazer quando há o que fazer; estratégia é saber o que fazer
quando não há nada a fazer”
TGA II

9

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
EVOLUÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA

•
•

90
80
70

Planejamento Financeiro
Planejamento a Longo Prazo

•

Planejamento Estratégico

•

Gestão Estratégica

50/60

TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
EVOLUÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA

ABRANGÊNCIA

ANOS

ÊNFASE

PROBLEMA

TGA II

50/60

70

80

90
Gestão Estratégica

Planej. Estratégico
Planej. a Longo Prazo
Planej. Financeiro
Cumprimento do
Orçamento

Projetar o Futuro

Definir a Estratégia Integrar Estratégia
e Organização

Orientado pela
disponibilidade
financeira

Não previsão de
mudanças

Dissociação entre
planejamento e
implementação

Maior
complexidade de
abordagem

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
GESTÃO ESTRATÉGICA
PLANEJAMENTO
•

“Conjunto previamente ordenado

PLANO ESTRATÉGICO
•

“Documento que expressa as

de ações com o fim de alcançarse posições futuras desejadas”

TGA II

definidas no nível estratégico. [...]

“É o processo de transformar

Deve estabelecer ações táticas e

conhecimento em ações”

•

decisões, ações e operações

operacionais.”

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
ETAPAS DO PROCESSO DE GESTÃO ESTRATÉGICA
1.

Delimitação do negócio

2.

Análise macro-ambiental

3.

Análise do ambiente competitivo

4.

Análise do ambiente interno

5.

Valores e políticas

6.
7.

Definição de parâmetros de
avaliação e controle

10. Formulação de um sistema de
gerenciamento de
responsabilidades
11. Implantação

Definição de objetivos

8.

TGA II

Formulação de estratégias

9.

Elaboração do orçamento

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
N E G Ó C I O , M I S S Ã O , V I S Ã O , VA L O R
E C O M P E T E N C I A D I S T I N T I VA

TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
NEGÓCIO
Definir o Negócio é explicitar o âmbito de atuação da empresa.
Ao se iniciar uma Gestão Estratégica deve-se primeiramente delimitar o espaço
que a organização pretende ocupar em face das oportunidades e ameaças que o
ambiente organizacional irá apresentar.
O que minha empresa faz?
Exemplos:
Qual é o negócio da Kopenhagem?
Qual é o negócio da Honda?
TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
MISSÃO
É a Razão da empresa hoje. É um compromisso e uma orientação objetiva de
como a organização deve atuar para cumprir o que está contido na definição do
negócio e na visão da organização.
A missão da organização liga-se diretamente aos seus objetivos institucionais, e
aos motivos pelos quais foi criada, a medida que representa a sua razão se ser.

TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
MISSÃO
• Significa a razão de ser do próprio negócios.
Por que ele foi criado. Para que ele existe.
• A missão da empresa está sempre centrada na sociedade.

TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
MISSÃO
• A missão é mais concreta que a visão;
• A missão pode ser modificada em razão
de transformações nas condições
ambientais;
• A missão deve ser ampla o suficiente para permitir o crescimento criativo da
empresa.

TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
• Quando a empresa foi fundada
‒ “Entregue
encomenda

hoje

e

estará

amanhã
nas

a

mãos

sua
do

destinatário até as dez horas da manhã”
• Atualmente
‒ “Deixar tranquilo e sossegado o cliente
que lhe confiar uma encomenda”.

TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
MISSÃO
Algumas perguntas facilitadoras que orientam na identificação da Missão:
1. O que a empresa deve fazer?
2. Para quem deve fazer?
3. Para que deve fazer?
4. Como deve fazer?
5. Onde deve fazer?
6. Qual responsabilidade social deve ter?

TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
EXEMPLOS DE MISSÃO
MCDONALDS
Ser o melhor empregador para nossos funcionários em todas as comunidades do
mundo e oferecer excelência operacional aos nossos clientes em todos nossos
restaurantes.

VIVO
Criar condições para que o maior número de pessoas possa se conectar, a
qualquer momento e em qualquer lugar, possibilitando viver de forma mais
humana, segura, inteligente e divertida.

TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
VISÃO
É a posição que queremos ocupar num cenário futuro, seja em negócios
existentes, seja em uma nova composição de negócio. Deve ser uma imagem
ambiciosa de um estado que deseja alcançar a logo prazo. É um marco para um
ponto de chegada, para a jornada que a empresa vai enfrentar nos próximos
cinco a dez anos.

TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
VISÃO
A declaração de visão direciona a empresa para onde
ela gostaria de estar nos próximos anos;
Visão é pensar com uma paixão que ajuda as pessoas
sentirem o que devem fazer;
A visão força as pessoas e evoca emoções e sonhos;
A visão deve ser duradoura.

TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
VISÃO
Eis algumas perguntas que podem ajudar a saber quem somos e/ou quem
desejamos ser:
1. Qual é nosso objetivo?
2. Qual é a força que nos impulsiona?
3. Quais são nosso valores básicos?
4. O que fazemos melhor?
5. O que desejamos realizar?
6. O que gostaríamos de mudar?
TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
EXEMPLOS DE VISÃO
ITAÚ
“Ser o banco líder em performance, reconhecidamente sólido e ético, destacandose pelo uso agressivo de marketing, tecnologia avançada e por equipes
capacitadas, comprometidas com a qualidade total e a satisfação dos clientes.”

KODAK
Ser líder mundial em geração de imagens.

TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
DIFERENÇAS

TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
MISSÃO DA IBM COM O PASSAR DOS ANOS
Início da década de 50: “computadores”;
Fim da década de 50: “processamento de dados”;
Início da década de 60: “manipulação de informações”;
Fim da década de 60: “solução de problemas”;
Início da década de 70: “desenvolvimento de alternativas”;
Início dos anos 80: “otimização de negócios”;
Início da década de 90: “desenvolvimento de novos negócios das empresas;
Fim da década de 90: “satisfazer as necessidades de resolução de
problemas de negócios”; e
Atualmente: “reuniremos o melhor da IBM e de nossos parceiros de
negócios para efetivar a mudança e otimizar o desempenho de negócios
para nossos clientes”.
TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
VALORES
São o alicerce da visão.
São os princípios, ou crenças, que servem de guia, ou critério, para os
comportamentos, atitudes e decisões de todas e quaisquer pessoas, que no
exercício das suas responsabilidades, e na busca dos seus objetivos, estejam
executando a Missão, na direção da Visão. São as limitações éticas das ações da
organização (explícitas).

TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
VALORES

Para serem viáveis, os valores precisam atender a determinados pressupostos:
• Serem públicos, permitindo acesso amplo;
• Serem claros, para permitir a compreensão de todos;
• Serem obrigatório, orientando todas as situações.

TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
EXEMPLOS DE VALORES
Fé

Classe Social

Ética

Lealdade

Financeiros

Reconhecimento

Amor

Integridade

Sabedoria

Família

Beleza

Crescimento

Humildade

Fraternidade

Divertimento

Segurança

Status

Sonegação

Dinheiro

Solidariedade

Aprendizado

Alegria

Solidão

Poder

Honestidade

Corrupção

Desprezo

Liberdade
TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
COMPETÊNCIA DISTINTIVA

Atividades que os clientes reconhecem como diferenciadores de seus
concorrentes e que provêem vantagens competitivas.
São

características

que

distinguem

a

empresa,

coisas

em

que

ela

preferencialmente é melhor que a concorrência. Algumas empresas são
particularmente hábeis em marketing, outras em produção, finanças, tecnologia e
recursos humanos.

TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
COMPETÊNCIA DISTINTIVA
•

ESSENCIAIS

•

DISTINTIVAS

– Instalações físicas

– Localização

– Maquinários

– Sustentabilidade

– Recursos financeiros

– Instalações exclusivas
– Clientes leais
– Inovação
– Pessoas

TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
NEGÓCIO
Varejo de vestuário, artigos de beleza e serviços.
MISSÃO
Comercializar produtos de moda com qualidade a preços competitivos e excelência na
prestação de serviços, conquistando a liderança, sempre orientado pelo mercado.
VISÃO
Encantar a todos é a nossa realização.
VALORES CORPORATIVOS
•

Respeito aos clientes, aos colaboradores, aos fornecedores, ao patrimônio e aos
princípios da empresa.

•

Honestidade e verdade em todas as ações e atitudes.

•

Humildade, estando sempre aberto a sugestões, novas idéias e conceitos.

•

Austeridade no uso de recursos da empresa.

•

Lealdade, serenidade e franqueza entre todos os colaboradores da empresa.

•

Sigilo no tratamento das informações da empresa.

•

Justiça nas decisões, baseando-se sempre nos princípios e valores da empresa.

•

Igualdade no tratamento com as pessoas.

TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
NEGÓCIO
Empresa de energia nos seguintes setores:
exploração
e
produção,
refino,
comercialização e transporte de óleo e gás
natural, petroquímica, distribuição de
derivados, energia elétrica, biocombustíveis
e outras fontes renováveis de energia.

interesse.
VALORES CORPORATIVOS
•

Desenvolvimento Sustentável

•

Integração

•

Resultados

MISSÃO

•

Prontidão para Mudanças

Atuar de forma segura e rentável, com
responsabilidade social e ambiental, nos
mercados
nacional
e
internacional,
fornecendo produtos e serviços adequados
às necessidades dos clientes e contribuindo
para o desenvolvimento do Brasil e dos
países onde atua.

•

Empreendedorismo e Inovação

•

Ética e Transparência

•

Respeito a vida

•

Diversidade humana e cultural

•

Pessoas

•

Orgulho de ser petrobras

VISÃO
Seremos uma das cinco maiores empresas
integradas de energia do mundo e a
preferida pelos nossos públicos de
TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
NEGÓCIO, VISÃO, MISSÃO
NEGÓCIO

•

NEGÓCIO
– O que fazemos/oferecemos?

VISÃO

•

MISSÃO

•

VALORES

•

VISÃO
– Onde queremos chegar?
MISSÃO
– Quais nossos objetivos?
VALORES
– Quais nosso princípios?
COMPETÊNCIAS DISTINTIVAS
– Em que somos diferentes?

COMPETÊNCIAS DISTINTIVAS

TGA II

•

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
DÚVIDAS?
Prof. MARCOS CRUZ

mdccruz01@gmail.com

Marcos Cruz

https://sites.google.com/site/marcoscruztga2/
TGA II

Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula 2 - Organizações e Organização
Aula 2 - Organizações e OrganizaçãoAula 2 - Organizações e Organização
Aula 2 - Organizações e Organização
Prof. Leonardo Rocha
 
Gestão de recursos humanos
Gestão de recursos humanosGestão de recursos humanos
Gestão de recursos humanos
Rafael Pozzobon
 
Aula 2 - A Psicologia do Comportamento Organizacional
Aula 2 -  A Psicologia do Comportamento OrganizacionalAula 2 -  A Psicologia do Comportamento Organizacional
Aula 2 - A Psicologia do Comportamento Organizacional
Felipe Saraiva Nunes de Pinho
 
Estrutura Organizacional - Conceito e Tipos
Estrutura Organizacional - Conceito e TiposEstrutura Organizacional - Conceito e Tipos
Estrutura Organizacional - Conceito e Tipos
Matheus Inácio
 

Mais procurados (20)

Teoria geral da administração
Teoria geral da administraçãoTeoria geral da administração
Teoria geral da administração
 
Processo de recompensar pessoas
Processo de recompensar pessoasProcesso de recompensar pessoas
Processo de recompensar pessoas
 
Aula 2 - Organizações e Organização
Aula 2 - Organizações e OrganizaçãoAula 2 - Organizações e Organização
Aula 2 - Organizações e Organização
 
Gestão de recursos humanos
Gestão de recursos humanosGestão de recursos humanos
Gestão de recursos humanos
 
Gestão de Pessoas
 Gestão de Pessoas Gestão de Pessoas
Gestão de Pessoas
 
Tipos de organização
Tipos de organizaçãoTipos de organização
Tipos de organização
 
Balanced Scorecard
Balanced ScorecardBalanced Scorecard
Balanced Scorecard
 
Aula 2 - A Psicologia do Comportamento Organizacional
Aula 2 -  A Psicologia do Comportamento OrganizacionalAula 2 -  A Psicologia do Comportamento Organizacional
Aula 2 - A Psicologia do Comportamento Organizacional
 
Organização
OrganizaçãoOrganização
Organização
 
Práticas Administrativas - Aulas 1 e 2
Práticas Administrativas - Aulas 1 e 2Práticas Administrativas - Aulas 1 e 2
Práticas Administrativas - Aulas 1 e 2
 
Gestão dos recursos humanos
Gestão dos recursos humanosGestão dos recursos humanos
Gestão dos recursos humanos
 
Introdução a administração 2012_01
Introdução a administração 2012_01Introdução a administração 2012_01
Introdução a administração 2012_01
 
Práticas Administrativas - Aulas 3 e 4
Práticas Administrativas - Aulas 3 e 4Práticas Administrativas - Aulas 3 e 4
Práticas Administrativas - Aulas 3 e 4
 
Cultura Organizacional
Cultura OrganizacionalCultura Organizacional
Cultura Organizacional
 
Manual boas-praticas-recursos-humanos-
Manual boas-praticas-recursos-humanos-Manual boas-praticas-recursos-humanos-
Manual boas-praticas-recursos-humanos-
 
Aula - Estratégias de Gestão Organizacional
Aula - Estratégias de Gestão OrganizacionalAula - Estratégias de Gestão Organizacional
Aula - Estratégias de Gestão Organizacional
 
Introdução à adminstração revisão para av 1
Introdução à adminstração revisão para av 1Introdução à adminstração revisão para av 1
Introdução à adminstração revisão para av 1
 
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICOPLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
 
Estrutura Organizacional - Conceito e Tipos
Estrutura Organizacional - Conceito e TiposEstrutura Organizacional - Conceito e Tipos
Estrutura Organizacional - Conceito e Tipos
 
Gestão por Processos
Gestão por ProcessosGestão por Processos
Gestão por Processos
 

Destaque (6)

Planejamento Fiat 2012
Planejamento Fiat 2012Planejamento Fiat 2012
Planejamento Fiat 2012
 
Aula 9.3 missão visão e valor
Aula 9.3   missão visão e valorAula 9.3   missão visão e valor
Aula 9.3 missão visão e valor
 
Apresentacao crm 02072009
Apresentacao crm 02072009Apresentacao crm 02072009
Apresentacao crm 02072009
 
Natura
NaturaNatura
Natura
 
Plano Estratégico e Plano de Negócios e Gestão 2017-2021
Plano Estratégico e Plano de Negócios e Gestão 2017-2021Plano Estratégico e Plano de Negócios e Gestão 2017-2021
Plano Estratégico e Plano de Negócios e Gestão 2017-2021
 
Missão, visão e valores - conceitos
Missão, visão e valores - conceitosMissão, visão e valores - conceitos
Missão, visão e valores - conceitos
 

Semelhante a Planejamento estratégico

Planodeao 131023113658-phpapp02
Planodeao 131023113658-phpapp02Planodeao 131023113658-phpapp02
Planodeao 131023113658-phpapp02
Luciano Montezani
 
Visão de futuro e sua importância na vida profissional¹
Visão de futuro e sua importância na vida profissional¹Visão de futuro e sua importância na vida profissional¹
Visão de futuro e sua importância na vida profissional¹
Victor Sousa
 
Planejamento estrategico, tático e operacional
Planejamento estrategico, tático e operacionalPlanejamento estrategico, tático e operacional
Planejamento estrategico, tático e operacional
PMY TECNOLOGIA LTDA
 
Aula 5 Posicionamento Estratégico
Aula 5   Posicionamento EstratégicoAula 5   Posicionamento Estratégico
Aula 5 Posicionamento Estratégico
humbertoandrade
 

Semelhante a Planejamento estratégico (20)

Pensamento estratégico e geração de vantagem competitiva
Pensamento estratégico e geração de vantagem competitivaPensamento estratégico e geração de vantagem competitiva
Pensamento estratégico e geração de vantagem competitiva
 
Palestra Business Agility - ConAgile
Palestra Business Agility - ConAgilePalestra Business Agility - ConAgile
Palestra Business Agility - ConAgile
 
Pocket slides - OKRs
Pocket slides - OKRsPocket slides - OKRs
Pocket slides - OKRs
 
OKR: Saindo dos processos e focando nos resultados
OKR: Saindo dos processos e focando nos resultadosOKR: Saindo dos processos e focando nos resultados
OKR: Saindo dos processos e focando nos resultados
 
Palestra Business Agility Devops bootcamp
Palestra Business Agility Devops bootcampPalestra Business Agility Devops bootcamp
Palestra Business Agility Devops bootcamp
 
O PROFISSIONAL INTELIGENTE EM B.I. De onde vem? Quem são? Como deve ser um pr...
O PROFISSIONAL INTELIGENTE EM B.I. De onde vem? Quem são? Como deve ser um pr...O PROFISSIONAL INTELIGENTE EM B.I. De onde vem? Quem são? Como deve ser um pr...
O PROFISSIONAL INTELIGENTE EM B.I. De onde vem? Quem são? Como deve ser um pr...
 
Planodeao 131023113658-phpapp02
Planodeao 131023113658-phpapp02Planodeao 131023113658-phpapp02
Planodeao 131023113658-phpapp02
 
Estratégias, Riscos e Modelagem Empresarial
Estratégias, Riscos e Modelagem EmpresarialEstratégias, Riscos e Modelagem Empresarial
Estratégias, Riscos e Modelagem Empresarial
 
Execução: A disciplina para atingir resultados
Execução: A disciplina para atingir resultadosExecução: A disciplina para atingir resultados
Execução: A disciplina para atingir resultados
 
Apresentação Planejamento
Apresentação PlanejamentoApresentação Planejamento
Apresentação Planejamento
 
Palestra Business Agility: Escalando Agilidade em Toda Organização
Palestra Business Agility: Escalando Agilidade em Toda OrganizaçãoPalestra Business Agility: Escalando Agilidade em Toda Organização
Palestra Business Agility: Escalando Agilidade em Toda Organização
 
Proposta do projeto acompanhar assessoria
Proposta do projeto acompanhar   assessoriaProposta do projeto acompanhar   assessoria
Proposta do projeto acompanhar assessoria
 
Visão de futuro e sua importância na vida profissional¹
Visão de futuro e sua importância na vida profissional¹Visão de futuro e sua importância na vida profissional¹
Visão de futuro e sua importância na vida profissional¹
 
Plano de ação
Plano de açãoPlano de ação
Plano de ação
 
30 TERMOS EM ADMINISTRAÇÃO QUE VOCÊ PRECISA CONHECER
30 TERMOS EM ADMINISTRAÇÃO QUE VOCÊ PRECISA CONHECER30 TERMOS EM ADMINISTRAÇÃO QUE VOCÊ PRECISA CONHECER
30 TERMOS EM ADMINISTRAÇÃO QUE VOCÊ PRECISA CONHECER
 
Planejamento estrategico, tático e operacional
Planejamento estrategico, tático e operacionalPlanejamento estrategico, tático e operacional
Planejamento estrategico, tático e operacional
 
Planejamento estratégico - Missão Visão e Valores
Planejamento estratégico - Missão Visão e ValoresPlanejamento estratégico - Missão Visão e Valores
Planejamento estratégico - Missão Visão e Valores
 
Aula 5 Posicionamento Estratégico
Aula 5   Posicionamento EstratégicoAula 5   Posicionamento Estratégico
Aula 5 Posicionamento Estratégico
 
Clientes
ClientesClientes
Clientes
 
Planejamento Estratégico
Planejamento EstratégicoPlanejamento Estratégico
Planejamento Estratégico
 

Mais de PMY TECNOLOGIA LTDA

Mais de PMY TECNOLOGIA LTDA (16)

Administração financeira
Administração financeiraAdministração financeira
Administração financeira
 
Administração de operações
Administração de operaçõesAdministração de operações
Administração de operações
 
Controle
ControleControle
Controle
 
Análise de ambiente
Análise de ambienteAnálise de ambiente
Análise de ambiente
 
Aula 9.4 quem mexeu no meu queijo
Aula 9.4   quem mexeu no meu queijoAula 9.4   quem mexeu no meu queijo
Aula 9.4 quem mexeu no meu queijo
 
Aula 9.1 administração por objetivos
Aula 9.1   administração por objetivosAula 9.1   administração por objetivos
Aula 9.1 administração por objetivos
 
Aula 9.2 objetivos e metas
Aula 9.2   objetivos e metasAula 9.2   objetivos e metas
Aula 9.2 objetivos e metas
 
Aula 7 teoria da burocracia
Aula 7   teoria da burocraciaAula 7   teoria da burocracia
Aula 7 teoria da burocracia
 
Aula 8 administração da qualidade
Aula 8   administração da qualidadeAula 8   administração da qualidade
Aula 8 administração da qualidade
 
Aula 6 adm relações humanas
Aula 6 adm   relações humanasAula 6 adm   relações humanas
Aula 6 adm relações humanas
 
Aula 5 adm processo decisório
Aula 5 adm   processo decisórioAula 5 adm   processo decisório
Aula 5 adm processo decisório
 
Aula 4 adm fordismo
Aula 4 adm   fordismoAula 4 adm   fordismo
Aula 4 adm fordismo
 
Aula 4 adm administração clássica
Aula 4 adm   administração clássicaAula 4 adm   administração clássica
Aula 4 adm administração clássica
 
Aula 3 adm 1 - administração científica
Aula 3   adm 1 - administração científicaAula 3   adm 1 - administração científica
Aula 3 adm 1 - administração científica
 
Aula 2 adm - Primórdios da Administração
Aula 2 adm - Primórdios da AdministraçãoAula 2 adm - Primórdios da Administração
Aula 2 adm - Primórdios da Administração
 
Aula 1 adm - Introdução ADM
Aula 1 adm - Introdução ADMAula 1 adm - Introdução ADM
Aula 1 adm - Introdução ADM
 

Último

5ca0e9_ea0307e5baa1478490e87a15cb4ee530.pdf
5ca0e9_ea0307e5baa1478490e87a15cb4ee530.pdf5ca0e9_ea0307e5baa1478490e87a15cb4ee530.pdf
5ca0e9_ea0307e5baa1478490e87a15cb4ee530.pdf
edjailmax
 
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdfManual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Pastor Robson Colaço
 
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfHans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
rarakey779
 

Último (20)

Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é preciso
 
Atividade com a música Xote da Alegria - Falamansa
Atividade com a música Xote  da  Alegria    -   FalamansaAtividade com a música Xote  da  Alegria    -   Falamansa
Atividade com a música Xote da Alegria - Falamansa
 
Os Tempos Verbais em Inglês-tempos -dos-
Os Tempos Verbais em Inglês-tempos -dos-Os Tempos Verbais em Inglês-tempos -dos-
Os Tempos Verbais em Inglês-tempos -dos-
 
São Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptx
São Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptxSão Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptx
São Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptx
 
Exercícios de Clima no brasil e no mundo.pdf
Exercícios de Clima no brasil e no mundo.pdfExercícios de Clima no brasil e no mundo.pdf
Exercícios de Clima no brasil e no mundo.pdf
 
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
 
Memórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_Assis
Memórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_AssisMemórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_Assis
Memórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_Assis
 
5ca0e9_ea0307e5baa1478490e87a15cb4ee530.pdf
5ca0e9_ea0307e5baa1478490e87a15cb4ee530.pdf5ca0e9_ea0307e5baa1478490e87a15cb4ee530.pdf
5ca0e9_ea0307e5baa1478490e87a15cb4ee530.pdf
 
Junho Violeta - Sugestão de Ações na Igreja
Junho Violeta - Sugestão de Ações na IgrejaJunho Violeta - Sugestão de Ações na Igreja
Junho Violeta - Sugestão de Ações na Igreja
 
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdfManual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
 
Recurso da Casa das Ciências: Bateria/Acumulador
Recurso da Casa das Ciências: Bateria/AcumuladorRecurso da Casa das Ciências: Bateria/Acumulador
Recurso da Casa das Ciências: Bateria/Acumulador
 
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
 
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaO que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
 
AULA Saúde e tradição-3º Bimestre tscqv.pptx
AULA Saúde e tradição-3º Bimestre tscqv.pptxAULA Saúde e tradição-3º Bimestre tscqv.pptx
AULA Saúde e tradição-3º Bimestre tscqv.pptx
 
Desastres ambientais e vulnerabilidadess
Desastres ambientais e vulnerabilidadessDesastres ambientais e vulnerabilidadess
Desastres ambientais e vulnerabilidadess
 
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfHans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
 
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfHans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
 
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animal
 
22-modernismo-5-prosa-de-45.pptxrpnsaaaa
22-modernismo-5-prosa-de-45.pptxrpnsaaaa22-modernismo-5-prosa-de-45.pptxrpnsaaaa
22-modernismo-5-prosa-de-45.pptxrpnsaaaa
 

Planejamento estratégico

  • 1.
  • 3. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 4. KEM KO SO ? ON KO TO ? PRON KO VO ? COM KO FAÇO ?
  • 5. QUEM EU SOU ? ONDE ESTOU ? PRA ONDE VOU ? COMO FAÇO ?
  • 6. O QUE É ESTRATÉGIA? Usada originalmente na área militar, esta palavra hoje é bastante usada na área de negócios. A palavra vem do grego strátegos, que significa “a arte do general” Trata-se da forma de pensar no futuro, integrada no processo decisório, com base em um procedimento formalizado e articulador de resultados. • • Enxergar onde quero chegar • TGA II Saber onde estou Planejar como chegar lá Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 7. O QUE É ESTRATÉGIA? Estratégia 1 Estratégia 2 Ambiente atual Objetivos Estratégicos (Visão) Ambiente futuro Estratégia n Ponto de partida TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 8. O QUE É ESTRATÉGIA? TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 9. GESTÃO ESTRATÉGICA ESTRATÉGIA TÁTICA Estratégia é a determinação dos Tática (do grego taktiké ou téchne = arte de manobrar [tropas]) é qualquer elemento componente de uma estratégia, com a finalidade de se atingir a meta desejada num empreendimento qualquer. objetivos básicos de longo prazo de uma empresa e a adoção das ações adequadas e afetação de recursos para atingir esses objetivos. A estratégia pode ser compreendida como a elaboração do A tática faz parte da implementação da estratégia definida, ou seja, fazer os movimentos corretos para atingir a estratégia escolhida. planejamento. “ Tática é saber o que fazer quando há o que fazer; estratégia é saber o que fazer quando não há nada a fazer” TGA II 9 Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 10. EVOLUÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA • • 90 80 70 Planejamento Financeiro Planejamento a Longo Prazo • Planejamento Estratégico • Gestão Estratégica 50/60 TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 11. EVOLUÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA ABRANGÊNCIA ANOS ÊNFASE PROBLEMA TGA II 50/60 70 80 90 Gestão Estratégica Planej. Estratégico Planej. a Longo Prazo Planej. Financeiro Cumprimento do Orçamento Projetar o Futuro Definir a Estratégia Integrar Estratégia e Organização Orientado pela disponibilidade financeira Não previsão de mudanças Dissociação entre planejamento e implementação Maior complexidade de abordagem Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 12. GESTÃO ESTRATÉGICA PLANEJAMENTO • “Conjunto previamente ordenado PLANO ESTRATÉGICO • “Documento que expressa as de ações com o fim de alcançarse posições futuras desejadas” TGA II definidas no nível estratégico. [...] “É o processo de transformar Deve estabelecer ações táticas e conhecimento em ações” • decisões, ações e operações operacionais.” Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 13. ETAPAS DO PROCESSO DE GESTÃO ESTRATÉGICA 1. Delimitação do negócio 2. Análise macro-ambiental 3. Análise do ambiente competitivo 4. Análise do ambiente interno 5. Valores e políticas 6. 7. Definição de parâmetros de avaliação e controle 10. Formulação de um sistema de gerenciamento de responsabilidades 11. Implantação Definição de objetivos 8. TGA II Formulação de estratégias 9. Elaboração do orçamento Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 14. N E G Ó C I O , M I S S Ã O , V I S Ã O , VA L O R E C O M P E T E N C I A D I S T I N T I VA TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 15. NEGÓCIO Definir o Negócio é explicitar o âmbito de atuação da empresa. Ao se iniciar uma Gestão Estratégica deve-se primeiramente delimitar o espaço que a organização pretende ocupar em face das oportunidades e ameaças que o ambiente organizacional irá apresentar. O que minha empresa faz? Exemplos: Qual é o negócio da Kopenhagem? Qual é o negócio da Honda? TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 16. MISSÃO É a Razão da empresa hoje. É um compromisso e uma orientação objetiva de como a organização deve atuar para cumprir o que está contido na definição do negócio e na visão da organização. A missão da organização liga-se diretamente aos seus objetivos institucionais, e aos motivos pelos quais foi criada, a medida que representa a sua razão se ser. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 17. MISSÃO • Significa a razão de ser do próprio negócios. Por que ele foi criado. Para que ele existe. • A missão da empresa está sempre centrada na sociedade. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 18. MISSÃO • A missão é mais concreta que a visão; • A missão pode ser modificada em razão de transformações nas condições ambientais; • A missão deve ser ampla o suficiente para permitir o crescimento criativo da empresa. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 19. • Quando a empresa foi fundada ‒ “Entregue encomenda hoje e estará amanhã nas a mãos sua do destinatário até as dez horas da manhã” • Atualmente ‒ “Deixar tranquilo e sossegado o cliente que lhe confiar uma encomenda”. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 20. MISSÃO Algumas perguntas facilitadoras que orientam na identificação da Missão: 1. O que a empresa deve fazer? 2. Para quem deve fazer? 3. Para que deve fazer? 4. Como deve fazer? 5. Onde deve fazer? 6. Qual responsabilidade social deve ter? TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 21. EXEMPLOS DE MISSÃO MCDONALDS Ser o melhor empregador para nossos funcionários em todas as comunidades do mundo e oferecer excelência operacional aos nossos clientes em todos nossos restaurantes. VIVO Criar condições para que o maior número de pessoas possa se conectar, a qualquer momento e em qualquer lugar, possibilitando viver de forma mais humana, segura, inteligente e divertida. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 22. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 23. VISÃO É a posição que queremos ocupar num cenário futuro, seja em negócios existentes, seja em uma nova composição de negócio. Deve ser uma imagem ambiciosa de um estado que deseja alcançar a logo prazo. É um marco para um ponto de chegada, para a jornada que a empresa vai enfrentar nos próximos cinco a dez anos. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 24. VISÃO A declaração de visão direciona a empresa para onde ela gostaria de estar nos próximos anos; Visão é pensar com uma paixão que ajuda as pessoas sentirem o que devem fazer; A visão força as pessoas e evoca emoções e sonhos; A visão deve ser duradoura. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 25. VISÃO Eis algumas perguntas que podem ajudar a saber quem somos e/ou quem desejamos ser: 1. Qual é nosso objetivo? 2. Qual é a força que nos impulsiona? 3. Quais são nosso valores básicos? 4. O que fazemos melhor? 5. O que desejamos realizar? 6. O que gostaríamos de mudar? TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 26. EXEMPLOS DE VISÃO ITAÚ “Ser o banco líder em performance, reconhecidamente sólido e ético, destacandose pelo uso agressivo de marketing, tecnologia avançada e por equipes capacitadas, comprometidas com a qualidade total e a satisfação dos clientes.” KODAK Ser líder mundial em geração de imagens. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 27. DIFERENÇAS TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 28. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 29. MISSÃO DA IBM COM O PASSAR DOS ANOS Início da década de 50: “computadores”; Fim da década de 50: “processamento de dados”; Início da década de 60: “manipulação de informações”; Fim da década de 60: “solução de problemas”; Início da década de 70: “desenvolvimento de alternativas”; Início dos anos 80: “otimização de negócios”; Início da década de 90: “desenvolvimento de novos negócios das empresas; Fim da década de 90: “satisfazer as necessidades de resolução de problemas de negócios”; e Atualmente: “reuniremos o melhor da IBM e de nossos parceiros de negócios para efetivar a mudança e otimizar o desempenho de negócios para nossos clientes”. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 30. VALORES São o alicerce da visão. São os princípios, ou crenças, que servem de guia, ou critério, para os comportamentos, atitudes e decisões de todas e quaisquer pessoas, que no exercício das suas responsabilidades, e na busca dos seus objetivos, estejam executando a Missão, na direção da Visão. São as limitações éticas das ações da organização (explícitas). TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 31. VALORES Para serem viáveis, os valores precisam atender a determinados pressupostos: • Serem públicos, permitindo acesso amplo; • Serem claros, para permitir a compreensão de todos; • Serem obrigatório, orientando todas as situações. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 32. EXEMPLOS DE VALORES Fé Classe Social Ética Lealdade Financeiros Reconhecimento Amor Integridade Sabedoria Família Beleza Crescimento Humildade Fraternidade Divertimento Segurança Status Sonegação Dinheiro Solidariedade Aprendizado Alegria Solidão Poder Honestidade Corrupção Desprezo Liberdade TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 33. COMPETÊNCIA DISTINTIVA Atividades que os clientes reconhecem como diferenciadores de seus concorrentes e que provêem vantagens competitivas. São características que distinguem a empresa, coisas em que ela preferencialmente é melhor que a concorrência. Algumas empresas são particularmente hábeis em marketing, outras em produção, finanças, tecnologia e recursos humanos. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 34. COMPETÊNCIA DISTINTIVA • ESSENCIAIS • DISTINTIVAS – Instalações físicas – Localização – Maquinários – Sustentabilidade – Recursos financeiros – Instalações exclusivas – Clientes leais – Inovação – Pessoas TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 35. NEGÓCIO Varejo de vestuário, artigos de beleza e serviços. MISSÃO Comercializar produtos de moda com qualidade a preços competitivos e excelência na prestação de serviços, conquistando a liderança, sempre orientado pelo mercado. VISÃO Encantar a todos é a nossa realização. VALORES CORPORATIVOS • Respeito aos clientes, aos colaboradores, aos fornecedores, ao patrimônio e aos princípios da empresa. • Honestidade e verdade em todas as ações e atitudes. • Humildade, estando sempre aberto a sugestões, novas idéias e conceitos. • Austeridade no uso de recursos da empresa. • Lealdade, serenidade e franqueza entre todos os colaboradores da empresa. • Sigilo no tratamento das informações da empresa. • Justiça nas decisões, baseando-se sempre nos princípios e valores da empresa. • Igualdade no tratamento com as pessoas. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 36. NEGÓCIO Empresa de energia nos seguintes setores: exploração e produção, refino, comercialização e transporte de óleo e gás natural, petroquímica, distribuição de derivados, energia elétrica, biocombustíveis e outras fontes renováveis de energia. interesse. VALORES CORPORATIVOS • Desenvolvimento Sustentável • Integração • Resultados MISSÃO • Prontidão para Mudanças Atuar de forma segura e rentável, com responsabilidade social e ambiental, nos mercados nacional e internacional, fornecendo produtos e serviços adequados às necessidades dos clientes e contribuindo para o desenvolvimento do Brasil e dos países onde atua. • Empreendedorismo e Inovação • Ética e Transparência • Respeito a vida • Diversidade humana e cultural • Pessoas • Orgulho de ser petrobras VISÃO Seremos uma das cinco maiores empresas integradas de energia do mundo e a preferida pelos nossos públicos de TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 37. NEGÓCIO, VISÃO, MISSÃO NEGÓCIO • NEGÓCIO – O que fazemos/oferecemos? VISÃO • MISSÃO • VALORES • VISÃO – Onde queremos chegar? MISSÃO – Quais nossos objetivos? VALORES – Quais nosso princípios? COMPETÊNCIAS DISTINTIVAS – Em que somos diferentes? COMPETÊNCIAS DISTINTIVAS TGA II • Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  • 38. DÚVIDAS? Prof. MARCOS CRUZ mdccruz01@gmail.com Marcos Cruz https://sites.google.com/site/marcoscruztga2/ TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com