Câncer de Rim: Terapias Termoablativas

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Dr. José R. Colombo Jr

Divisão de Clínica Urológica - Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

VIII Curso de Cirurgias Urológicas por Vídeo
Goiânia - Julho 2007

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Câncer de Rim: Terapias Termoablativas

  1. 1. C âncer de Rim: Terapias Termoablativas Jos é R. Colombo Jr Divisão de Clínica Urológica - Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo VIII Curso de Cirurgias Urológicas por Vídeo Goiânia - Julho 2007
  2. 2. C âncer de Rim <ul><li>Aumento na incidência - 70% assintom áticos </li></ul><ul><li>Tamanho tumor renal nos últimos 14 anos: 6.6 cm - 5.8 cm </li></ul><ul><li>(Survaillance, Epidemiology, and End Results - SEER) </li></ul><ul><li>Melhora da sobrevida espec ífica da doença </li></ul><ul><li>Expansão da indicação da cirurgia poupadoura de néfrons </li></ul><ul><li>T1a: nefrectomia parcial </li></ul><ul><li>Tratamento d isponível para pacientes com multiplas comorbidades </li></ul>Nguyen et al. J Urol 176; 2397: 2006 Chow et al. JAMA 281; 1628: 1999
  3. 3. Crioabla ção <ul><li>Destrui ção tumoral por congelamento </li></ul><ul><li>Temperatura necessária: -19.4°C </li></ul><ul><li>- 40°C (margem 5mm) </li></ul><ul><li>Crioprobes (nitrogênio ou argônio) </li></ul><ul><li>Ciclo duplo congela ção/aquecimento </li></ul>Kaouk et al. Urology 68; 38: 2006
  4. 4. Crioabla ção-Mecanismos de Ação <ul><li>Formação de cristais intracelular e rompimento da membrana </li></ul><ul><li>Forma ção de gelo extracelular, com aumento do gradiente osmótico </li></ul><ul><li>Lesão endotelial: trombose e necrose tumoral </li></ul>Kaouk et al. Urology 68; 38: 2006 Hoffmann et al. Urology 60; 40: 2002
  5. 5. Crioabla ção <ul><li>Vias de acesso </li></ul><ul><li>Aberta </li></ul><ul><li>Laparosc ópica </li></ul><ul><li>Percutânea </li></ul>Kaouk et al. Urology 68; 38: 2006
  6. 6. Crioabla ção Laparoscópica
  7. 7. Crioabla ção Laparoscópica <ul><li>Vantagens </li></ul><ul><li>Controle ultrassonográfico e visual </li></ul><ul><li>Dissec ção de estruturas adjacentes </li></ul><ul><li>Desvantagens </li></ul><ul><li>Necessidade de anestesia geral </li></ul>
  8. 8. Seguimento <ul><li>Resson ância Nuclear Magnética </li></ul><ul><li>1° pós-operatório, 1° mês, 3° mês </li></ul><ul><li>6° mês (biópsia percutânea) </li></ul><ul><li>9° mês, 12° mês </li></ul><ul><li>anualmente </li></ul>
  9. 9. Pr é-operatório 24 hrs post-op 3 meses post-op Seguimento
  10. 10. Resultados <ul><li>3-year follow-up : 56 patients (60 tumors) </li></ul><ul><li>Age : 65 yrs </li></ul><ul><li>Tumor size : 2.3 cm </li></ul><ul><li>Solitary kidneys : 11 (20%) </li></ul><ul><li>Lap. approach : Trans 14 (25%) </li></ul><ul><li>Retro 42 (75%) </li></ul><ul><li>Blood loss (mL) : 87 (10-300) </li></ul><ul><li>Transfusions : 1.8% (1 case) </li></ul><ul><li>OR time (hrs) : 3 (1.3-5.5) </li></ul><ul><li>Open conversion : 0 </li></ul>Gill et al. J Urol 173; 1903: 2005
  11. 11. Resultados <ul><li>Hosp. Stay : 1.7 days </li></ul><ul><li>Convalescence : 2 wks </li></ul><ul><li>Serum Cr Preop : 1.2 mg/dl </li></ul><ul><li> Postop : 1.4 mg/dl </li></ul><ul><li>Major complications : 2 (4%) </li></ul><ul><li>Splenic hematoma : 1 (2%) </li></ul><ul><li>Congestive heart failure : 1 (2%) </li></ul><ul><li>Minor complications : 2 (4%) </li></ul><ul><li>Pleural effusion : 1 (2%) </li></ul><ul><li>Herpes esophagitis : 1 (2%) </li></ul>Gill et al. J Urol 173; 1903: 2005
  12. 12. Resultados <ul><li>L % Reduction Actual size </li></ul><ul><li>Day 1 - 3.6 cm </li></ul><ul><li>6 mos 39% 2.3 cm </li></ul><ul><li>Year 1 56% 1.7 cm </li></ul><ul><li>Year 2 69% 1.2 cm </li></ul><ul><li>Year 3 75% 0.9 cm </li></ul><ul><li>Undetectable at 3 yrs = 17 (38%) </li></ul>Gill et al. J Urol 173; 1903: 2005
  13. 13. Resultados <ul><li>39 patients (70%) had a CT - guided core needle biopsy at 6 months postoperatively. </li></ul><ul><li>2 RCC positive biopsies (radical nephrectomy) </li></ul><ul><li>Needle biopsy has a 16% false-negative rate </li></ul><ul><li>(Zincke et al. JUrol 159; 169: 1998) </li></ul>Gill et al. J Urol 173; 1903: 2005
  14. 14. Resultados Aron and Gil. Eur Urol 51; 348: 2007 1 lesão pancreática 4 hematomas 1 abscesso ND Complicações 1/15 0/10 ND Captação contraste (1 ano) 24 9 16 Seguimento (meses) 92 ND 200 Perda sanguínea (mL) 5 1.5 ND Tempo cirúrgico (hrs) 2.6 3.2 2.2 Tamanho tumoral (cm) 20 22 29 Tumores laparoscópico percutâneo aberta Acesso Lee et al Shingleton et al Rukstalis et al Variável
  15. 15. Abla ção por Radiofrequência <ul><li>Destrui ção tumoral por aquecimento </li></ul><ul><li>Temperatura necessária: 60°C </li></ul><ul><li>Ciclo de aquecimento </li></ul>Aron and Gil. Eur Urol 51; 348: 2007
  16. 16. RFA - Mecanismo de Ação <ul><li>Denaturação de proteínas celulares </li></ul><ul><li>Trombose vascular - les ão da microvasculatura </li></ul><ul><li>Necrose de Coagula ção </li></ul>Aron and Gil. Eur Urol 51; 348: 2007
  17. 17. Abla ção por Radiofrequência <ul><li>Dificuldades T écnicas </li></ul><ul><li>Acompanhamento da lesão em tempo-real </li></ul><ul><li>Avalia ção da temperatura do probe </li></ul><ul><li>Temperaturas (>105 ° C) diminuem eficácia </li></ul>Aron and Gil. Eur Urol 51; 348: 2007
  18. 18. Abla ção por Radiofrequência <ul><li>Vias de acesso </li></ul><ul><li>Aberta </li></ul><ul><li>Laparosc ópica </li></ul><ul><li>Percutânea </li></ul>Aron and Gil. Eur Urol 51; 348: 2007
  19. 19. Seguimento <ul><li>Resson ância Nuclear Magnética </li></ul><ul><li>1° pós-operatório, 1° mês, 3° mês </li></ul><ul><li>6° mês (biópsia percutânea) </li></ul><ul><li>9° mês, 12° mês </li></ul><ul><li>anualmente </li></ul>
  20. 20. Seguimento Aron and Gil. Eur Urol 51; 348: 2007 ND 14 hematomas 1 lesão hepática 3 neuropraxia 1 coleção perirrenal Complicações ND 6/56 0/35 Captação contraste (1 ano) 13 27.5 9 Seguimento (meses) 2.5 2.2 1.7 Tamanho tumoral (cm) 81 56 35 Tumores percutâneo percutâneo perc/aberto Acesso Hegarty et al Varkarakis et al Farrell et al
  21. 21. Crio vs. Radiofrequ ência Hegarty et al. Urology 68; 7: 2006
  22. 22. Crio vs. Radiofrequ ência Hegarty et al. Urology 68; 7: 2006
  23. 23. Crio vs. Radiofrequ ência Hegarty et al. Urology 68; 7: 2006
  24. 24. Crio vs. Radiofrequ ência Hegarty et al. Urology 68; 7: 2006
  25. 25. LPN vs. Termoablativas Gill et al. Minimally invasive nephron-sparing surgery: evaluation after 1000 cases - 34% 63% 73% Elective <0.0001 66% 37% 27% Imperative Indication <0.0001 51% 16% 6% Solitary <0.0001 35% 39% 12% Cr>1.4 <0.0001 1.36 1.46 1.01 Creatinine 0.01 17% 25% 32% Size>3 0.005 2.33 2.57 2.84 Tumor size <0.0001 73% 72% 43% ASA>=3 <0.0001 2.89 2.86 2.48 ASA 0.94 - 29.21 29.28 BMI <0.001 66.6 67.3 57.8 Age - 132 216 670 N p -value RFA CRYO PARTIAL NX
  26. 26. Conclus ão <ul><li>M étodos termoablativos são uma opção de tratamento de massas renais pequenas em pacientes com condição clínica não-ideal </li></ul><ul><li>A crioterapia apresenta resultados oncol ógicos mais robustos do que a radiofrequência </li></ul><ul><li>Estudos com seguimento mais longos são necessários </li></ul>
  27. 27. Conclus ão <ul><li>M étodos termoablativos são uma opção de tratamento de massas renais pequenas em pacientes com condição clínicas não-ideal </li></ul><ul><li>A crioterapia apresenta resultados oncol ógicos mais robustos do que a radiofrequência </li></ul><ul><li>Estudos com seguimento mais longos são necessários </li></ul>
  28. 28. Conclus ão <ul><li>M étodos termoablativos são uma opção de tratamento de massas renais pequenas em pacientes com condição clínicas não-ideal </li></ul><ul><li>A crioterapia apresenta resultados oncol ógicos mais robustos do que a radiofrequência </li></ul><ul><li>Estudos com seguimento mais longos são necessários </li></ul>

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