Medicina nuclear em oncologia

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Medicina nuclear em oncologia

  1. 1. Técnicos Analises Clinicas dhywarks@hotmail.com
  2. 2. MEDICINA NUCLEAR EM ONCOLOGIA SETOR TÉCNICO DE MEDICINA NUCLEAR – HC – FMB
  3. 3. ONCOLOGIA • Diagnóstico e seguimento • Terapia Indicação
  4. 4. ONCOLOGIA Cintilografias: • Óssea • Citrato de gálio-67 • Sestamibi-99mTc • Cloreto de tálio-201 • MIBG-131I • DMSA(V)-99mTc • Octreotide-111In • FDG-18F Diagnóstico e Seguimento
  5. 5. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO  Método mais usado  Pesquisa de metástase óssea - detecção - acompanhamento - avaliação da resposta terapêutica  Detecção de tumores primários Cintilografia óssea
  6. 6. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO  MDP-99mTc (metilenodifosfonado) Cintilografia óssea  Concentram em locais de atividade osteoblástica - inespecífico - tumores ósseos primários e metástases - trauma, infecção
  7. 7. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Cintilografia óssea • Vantagens: - Detecta lesões metástáticas até 6 meses antes que alterações ao RX - Avaliação funcional do osso - Ideal para seguimento
  8. 8. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Padrão cintilográfico das lesões metastáticas: - lesão focal solitária - lesões focais múltiplas - acometimento difuso (superscan) - áreas fotopênicas (áreas líticas) - fenômeno de “flare-up” - lesões em partes moles Cintilografia óssea
  9. 9. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Cintilografia óssea Lesão focal solitária
  10. 10. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Cintilografia óssea Lesões focais múltiplas
  11. 11. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Cintilografia óssea Lesões focais múltiplas
  12. 12. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Cintilografia óssea • Superscan - aumento da concentração do radiofármaco em esqueleto axial - não visualização dos rins - relação osso/não osso excelente - carcinoma mamário e próstata
  13. 13. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Cintilografia óssea Superscan
  14. 14. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Cintilografia óssea Área fotopênica
  15. 15. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Cintilografia óssea • Fenômeno “flare up” - pacientes em quimioterapia - aspecto paradoxal de piora cintilográfica lesões  cura  atividade osteoblástica  concentração do radiofármaco
  16. 16. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO QUIMIOTERAPIA Cintilografia óssea Fenômeno “flare up”
  17. 17. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Cintilografia óssea Lesão em partes moles
  18. 18. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Cintilografia óssea Lesão em partes moles
  19. 19. CASOS CLÍNICOS CASO 1 • Paciente masculino, 20 anos, com dor em joelho direito há 2 meses, com piora progressiva • Nega antecedentes de neoplasias • Nega trauma/fratura pregressa • Nega tratamento dentário • Nega cirurgia/infecções ósseas
  20. 20. CASOS CLÍNICOS CASO 1
  21. 21. CASOS CLÍNICOS CASO 1
  22. 22. CASOS CLÍNICOS CASO 2 • Paciente feminino, 40 anos, submetida a QT neoadjuvante, quadrantectomia direita e linfadenectomia por carcinoma ductal invasivo à esquerda. • Nega trauma e/ou fraturas. • Nega dores ósseas. • Nega tratamento dentário. • Nega infecções e/ou cirurgias ósseas.
  23. 23. CASOS CLÍNICOS 25/01/2007 13/01/2009 CASO 2
  24. 24. CASOS CLÍNICOS • Paciente feminina, 42 anos, POT quadrantectomia esquerda, QT e RT adjuvante. • Dor em coluna torácica há 2 meses • Nega trauma e/ou fratura • Nega cirurgias/infecções ósseas • Nega tratamento dentário recente CASO 3
  25. 25. CASOS CLÍNICOS CASO 3
  26. 26. CASOS CLÍNICOS SPECT coluna torácica CASO 3 Reconstrução 3D
  27. 27. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Pesquisa de corpo inteiro com gálio-67  Gálio-67: Radiotraçador inespecífico  Não diferencia processo inflamatório/infeccioso ou tumoral  Sofre alterações após quimioterapia e radioterapia  Indicado - FOI - Tumores - Estadiamento e acompanhamento de linfomas
  28. 28. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Pesquisa de corpo inteiro com gálio-67 FOI
  29. 29. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Pesquisa de corpo inteiro com gálio-67 Melanoma metástatico
  30. 30. CASOS CLÍNICOS CASO 4 • Paciente masculino, 22 anos, com febre, sudorese, tosse seca, dor torácica e emagrecimento há 1 mês • Nega antecedentes de neoplasia • Nega trauma em tórax • Nega processos infecciosos
  31. 31. CASOS CLÍNICOS CASO 4 Pré-QT Pós-QT
  32. 32. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Cintilografia com sestamibi-99mTc  Sestamibi-99mTc: Traçador inespecífico de viabilidade tumoral  Diferencia tumores malignos de benignos  Avaliação de recidiva tumoral
  33. 33. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Cintilografia com sestamibi-99mTc
  34. 34. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Cintilografia com sestamibi-99mTc Pré-QT neo Pós-QT neo
  35. 35. CASOS CLÍNICOS CASO 5 • Paciente feminina, 55 anos, com queixa de nódulo em mama esquerda de crescimento progressivo • Nega antecedente de neoplasia de mama • MMG: categoria 5 • PAAF nódulo em mama esquerda : carcinoma ductal invasivo
  36. 36. CASOS CLÍNICOS CASO 5
  37. 37. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Cintilografia com MIBG-131I  MIBG-131I:Traçador análogo às catecolaminas  Deposição nas terminações nervosas  Indicado -Avaliação de tumores neuroendócrinos -Neuroblastomas, feocromocitoma -TERAPIA com 131I-MIBG
  38. 38. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Cintilografia com MIBG-123I Feocromocitoma metástatico
  39. 39. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Cintilografia com octreotide-111In  Octreotide-111In: Traçador análogo à somatostatina  Indicado -Tumores de células que contêm somatostatina - Pituitária - Síndromes carcinóides - Pancreáticos endócrinos - Gastrinomas - câncer medular da tireóide
  40. 40. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO Cintilografia com octreotide-111In Tumor carcinóide
  41. 41. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO • FDG-18F • concentra em áreas de alta atividade metabólica • Indicações: - estadiamento tumoral - controle de tratamento quimioterápico PET
  42. 42. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO PET Câncer pulmonar direito
  43. 43. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO PET
  44. 44. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO PET Carcinoma mamário metastático
  45. 45. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO PET
  46. 46. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO PET Carcinoma de próstata metastático
  47. 47. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO PET
  48. 48. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO PET Carcinoma cólon
  49. 49. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO PET
  50. 50. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO PET Carcinoma cólon
  51. 51. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO PET
  52. 52. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO PET Tumor de cabeça e pescoço
  53. 53. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO PET
  54. 54. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO PET Linfoma
  55. 55. DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO PET
  56. 56. TERAPIA  Uso de radioisótopo ou radiofármaco que tem afinidade pelo órgão alvo, que promova destruição tecidual ~ radiação b (131I)
  57. 57. TERAPIA  Ablação do tumor primário - câncer de tireóide - neuroblastoma  Terapia paliativa para dor em metástases ósseas
  58. 58. TERAPIA  Destruição do tumor primário - câncer de tireóide  131I - neuroblastoma  131I-MIBG Ablativa
  59. 59. TERAPIA  Melhora da morbidade do paciente - dor óssea metastática: 153Samário-EDTMP Paliativa
  60. 60. The End Dhywarks@hotmail.com

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