<ul><li>é de grosso modo </li></ul><ul><li>é  grosso modo </li></ul><ul><li>é  grosso modo </li></ul>
<ul><li>entre muitos outros </li></ul><ul><li>etc. </li></ul>
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<ul><li>preço barato </li></ul><ul><li>preço baixo </li></ul><ul><li>preço pequeno </li></ul>
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<ul><li>1. </li></ul><ul><li>a)  V ;  b)  F ;  c)  F ;  d)  V . </li></ul>
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<ul><li>A alínea  c  é falsa, porque o enunciado apresenta um registo  informal  e marcas da  fala popular . </li></ul>
<ul><li>2.  </li></ul><ul><li>a) [= registo formal] </li></ul><ul><li>Um requerimento é um pedido formal dirigido a uma en...
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<ul><li>c) [vocabulário muito simples] </li></ul><ul><li>Um requerimento é bué da giro. </li></ul>
<ul><li>3. </li></ul><ul><li>A  formalidade  da primeira carta, bem como a relação mais  cerimoniosa  entre emissor e dest...
<ul><li>nas fórmulas de saudação e de despedida — «Ex.mos Srs.»,« Sou com a máxima graxa  / De V.ª Ex.ª M.to at.to»; </li>...
<ul><li>A  informalidade  da segunda carta e relação  próxima  entre emissor e destinatária facilmente se atestam: </li></ul>
<ul><li>nas fórmulas de saudação e de despedida — «Minha jóia adorada»,«Meu amor querido», «Milhares de  linguados »; </li...
<ul><li>4.  </li></ul><ul><li>Dona Graciete, muito estimo [que], ao receber esta, esteja de boa e feliz saúde, na companhi...
<ul><li>Dona Graciete, estou a escrever-lhe, porque li no jornal o que aconteceu ao seu filho Cabé, e, se lhe escrevo agor...
<ul><li>A senhora pode ser infeliz com a morte do seu filho, mas fique certa [de] que eu não sou menos. Cá me vou consolan...
<ul><li>E agora, de repente,  leio no jornal que o Benfica foi goleado pelo Liverpool, ficando, assim, toda contente. Tão ...
 
<ul><li>A letra da canção assenta em dois tipos de discrepância ao nível da  adequação discursiva .  </li></ul>
<ul><li>Dado tratar-se de um rap, não esperávamos muitas das palavras e sintaxe usadas, que são mais características do us...
<ul><li>Também o  registo  é mais  formal  do que é habitual neste género de canções, embora haja algumas raras marcas de ...
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Apresentação para décimo segundo ano, aula 49

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Apresentação para décimo segundo ano, aula 49

  1. 2. <ul><li>é de grosso modo </li></ul><ul><li>é grosso modo </li></ul><ul><li>é grosso modo </li></ul>
  2. 3. <ul><li>entre muitos outros </li></ul><ul><li>etc. </li></ul>
  3. 4. <ul><li>invisual </li></ul><ul><li>cego </li></ul>
  4. 5. <ul><li>mostrando uma certa felicidade </li></ul><ul><li>alguma felicidade </li></ul><ul><li>determinada </li></ul><ul><li>mostrando felicidade </li></ul>
  5. 6. <ul><li>o que faz com que </li></ul><ul><li>o que faz que </li></ul>
  6. 7. <ul><li>preço barato </li></ul><ul><li>preço baixo </li></ul><ul><li>preço pequeno </li></ul>
  7. 8. <ul><li>A tendência das pessoas passarem mais tempo a ... </li></ul><ul><li>A tendência de as pessoas passarem mais tempo a ... </li></ul>
  8. 9. <ul><li>um locus </li></ul><ul><li>vários loci </li></ul><ul><li>um fórum </li></ul><ul><li>vários fora </li></ul><ul><li>um curriculum </li></ul><ul><li>vários curricula </li></ul><ul><li>um currículo </li></ul><ul><li>vários currículos </li></ul>
  9. 10. <ul><li>a família saíam de casa </li></ul><ul><li>a família saía de casa </li></ul><ul><li>o casal fizeram </li></ul><ul><li>o casal fez </li></ul>
  10. 11. <ul><li>Considerando-se loucos. </li></ul><ul><li>Considerando-se loucos, tal tal. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>Enquanto que o boi morreu. </li></ul><ul><li>Enquanto que o boi morreu, tal tal. </li></ul>
  12. 13. <ul><li>porquê que </li></ul><ul><li>porque é que </li></ul><ul><li>por que é que </li></ul>
  13. 15. <ul><li>1. </li></ul><ul><li>a) V ; b) F ; c) F ; d) V . </li></ul>
  14. 16. <ul><li>1.1 </li></ul><ul><li>A alínea b é falsa, porque o enunciado apresenta um registo informal, marcas do uso oral, mas utiliza a norma linguística . </li></ul>
  15. 17. <ul><li>A alínea c é falsa, porque o enunciado apresenta um registo informal e marcas da fala popular . </li></ul>
  16. 18. <ul><li>2. </li></ul><ul><li>a) [= registo formal] </li></ul><ul><li>Um requerimento é um pedido formal dirigido a uma entidade pública. </li></ul>
  17. 19. <ul><li>b) [um pouco mais informal] </li></ul><ul><li>Um requerimento serve para se fazer um pedido a um serviço. </li></ul>
  18. 20. <ul><li>c) [vocabulário muito simples] </li></ul><ul><li>Um requerimento é bué da giro. </li></ul>
  19. 21. <ul><li>3. </li></ul><ul><li>A formalidade da primeira carta, bem como a relação mais cerimoniosa entre emissor e destinatário, estão documentadas: </li></ul>
  20. 22. <ul><li>nas fórmulas de saudação e de despedida — «Ex.mos Srs.»,« Sou com a máxima graxa / De V.ª Ex.ª M.to at.to»; </li></ul><ul><li>na forma de tratamento – V. Ex.as e 3.ª pessoa; </li></ul><ul><li>no facto de ser usado o apelido na sua assinatura – Eça de Queiroz ; </li></ul><ul><li>em algum vocabulário, como « rogo pois... »,«a título de mera opinião...». </li></ul>
  21. 23. <ul><li>A informalidade da segunda carta e relação próxima entre emissor e destinatária facilmente se atestam: </li></ul>
  22. 24. <ul><li>nas fórmulas de saudação e de despedida — «Minha jóia adorada»,«Meu amor querido», «Milhares de linguados »; </li></ul><ul><li>no tratamento por « tu »; </li></ul><ul><li>no início, pitoresco, «cá estou eu no inferno, a comer salsichas »; </li></ul><ul><li>no facto de apenas usar o primeiro nome na assinatura. </li></ul>
  23. 25. <ul><li>4. </li></ul><ul><li>Dona Graciete, muito estimo [que], ao receber esta, esteja de boa e feliz saúde, na companhia de todos os seus, que eu [estou] bem, graças a Deus. </li></ul>
  24. 26. <ul><li>Dona Graciete, estou a escrever-lhe, porque li no jornal o que aconteceu ao seu filho Cabé, e, se lhe escrevo agora, era a pedir as cartas que eu escrevi ao Cabé. </li></ul>
  25. 27. <ul><li>A senhora pode ser infeliz com a morte do seu filho, mas fique certa [de] que eu não sou menos. Cá me vou consolando com o Bruno Alexandre — que, graças a Deus, é sãozinho, tirando as marcas das bexigas —, [mas] a minha vida é um tormento. O que me consola é a novela, mas, ao depois, começo a lembrar-me do Cabé e só consigo dormir a poder de comprimidos e injecções de beber. </li></ul>
  26. 28. <ul><li>E agora, de repente, leio no jornal que o Benfica foi goleado pelo Liverpool, ficando, assim, toda contente. Tão contente, que nem vou escrever o resto desta estúpida carta. </li></ul>
  27. 30. <ul><li>A letra da canção assenta em dois tipos de discrepância ao nível da adequação discursiva . </li></ul>
  28. 31. <ul><li>Dado tratar-se de um rap, não esperávamos muitas das palavras e sintaxe usadas, que são mais características do uso escrito do que do uso oral : «fornicar», «extremo vigor», «proporcionar», «envereda pelo banditismo», «furtar», «redunda em libertinagem», «descarta», «numismática». </li></ul>
  29. 32. <ul><li>Também o registo é mais formal do que é habitual neste género de canções, embora haja algumas raras marcas de informalidade ou expressões mais coloquiais, familiares (as interjeições «ui», «ei» e «hum»; léxico do calão, como « bófia »; expressões que talvez sejam relativamente populares-familiares : «vestida para o pecado», «ninguém me tira», «[fazer-se] esquisita»; «é do melhor que há»; «da pesada»). </li></ul>
  30. 33. <ul><li>Podemos dizer que, excepto nestes poucos casos mencionados, se segue o padrão , a norma linguística , não havendo incorrecções, nem as marcas de variedade linguística (social, situacional , até geográfica) que associamos ao rap. </li></ul>
  31. 34. <ul><li>Em termos de tratamento , usa-se uma fórmula familiar , «amigos», que implica o uso da 3.ª pessoa do plural (pessoa verbal correspondente a ‘vocês’), que funciona como plural do tratamento em ‘tu’, porque, mesmo em registos formais, praticamente não se usa hoje em dia o ‘vós’ (a verdadeira 2.ª pessoa do plural). </li></ul>
  32. 35. <ul><li>Quanto a variedades (ou variantes ) do português, há um termo que é mais típico da variante brasileira : «cafageste». Entretanto, tenho dúvidas quanto à origem de «curtir» na acepção em que surge (será talvez também da variedade sul-americana). </li></ul>
  33. 36. <ul><li>Responde ao item [5.], em menos de 120 palavras. </li></ul><ul><li>(Podes usar a folha que te devolvi no início da aula — ou outra qualquer já utilizada.) </li></ul>
  34. 37. <ul><li>TPC — Lembro aos que ficaram de entregar tarefas grandes ou semi-grandes de períodos anteriores que só as aceitarei neste começo do período (e que, como é óbvio, se essa entrega não se efectivar, haverá reflexos fortes na próxima avaliação). </li></ul>
  35. 38. <ul><li>Lembro ainda a todos que parto do princípio de que já leram na íntegra Memorial do Convento (que retestaremos mais cedo ou mais tarde) e de que a peça Felizmente há luar! já está em vosso poder e em curso de leitura. </li></ul><ul><li>Vários comentários a poemas de Pessoa, já corrigidos, ainda não me foram enviados. Tratem disso. </li></ul>

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