As duas frases têm hipálages em «a) Fez um chichi apressado. / Fumou um cigarro ,  pensativo. b) Fez um cocó ,  apressado. / Vimos o queixo irritado do professor. c) Pôs uma gravata reverente. / Avistavam-se saias namoradeiras. d) Pôs uma gravata berrante. / Fez um chichi  muito amarelo .
O segmento em itálico é explicativo (e não restritivo) em a) Os bolos  encomendados na pastelaria Cocó  são bons.  b) Os bolos,  encomendados na pastelaria Cocó , são uma porcaria. c) Os cocós  encomendados na pastelaria Bolo  são bons. d) Na pastelaria Cocó, encomendámos bolos  bons .
A oração relativa é restritiva (e não explicativa) em a) A Dona Emília — que fez anos esta semana — ter-se-á reformado. b) A Dona Fernanda escreveu quadras, que foram publicadas. c) Gostei das quadras que a Dona Fernanda escreveu. d) As quadras, cuja revisão fui eu que fiz, eram bem interessantes.
Não ligando a vírgulas (já que foi apagada a pontuação que as frases pudessem ter), a alínea com uma oração relativa restritiva é  a) só gosto de penicos   que não se partam b) estive com Epifânio [,]   que tem penicos valiosos c) Aloísio [,]   que todos consideram excelente pessoa [,]  negoceia em penicos d) o fulano só faz frases estúpidas [,]   que ainda por cima têm sempre penicos
Não ligando a vírgulas (já que foi apagada a pontuação que as frases pudessem ter), a alínea cuja oração relativa é obrigatoriamente explicativa é  a) chamei a primeira funcionária  que encontrei  b) quero uma escola  que não tenha alunos c) vi o crocodilo  que se passeava no Douro d) encontrei José Saramago [,]   que é mais simpático  do que parece
No conjunto de frases que se seguem há orações adjectivas relativas (restritiva e explicativa), uma oração substantiva relativa e uma oração substantiva completiva. A frase que tem a oração adjectiva relativa restritiva é: [substantiva completiva] a) Ele disse  que a literatura naturalista era excrementícia.  b)  Quem vai ao mar  perde o lugar.    [substantiva relativa] c) Os ultra-românticos gostavam de poemas  que tivessem cemitérios . d) Alencar,  que era um romântico ,  detestava o naturalismo.  [adjectiva relativa explicativa]
Os estrangeirismos são  a) galicismos. b) menos reconhecíveis como palavras vindas de línguas diferentes do que os outros empréstimos. c) francesismos e anglicismos. d) mais reconhecíveis como palavras «estranhas» do que muitos outros empréstimos.
Há discurso indirecto livre em: b) Que não haveria problema, que seriam distribuídos penicos e casas de banho portáteis. Ah! E aceitar-se-ia um chichizito nos canteiros dos jardins.
Se o verbo introdutor do relato de discurso (ou verbo  dicendi ) estiver no Pretérito Perfeito («disse», por exemplo), as formas verbais que no discurso directo estejam no Presente passarão, no discurso indirecto, ao ____ ; e as que estejam no Perfeito passarão ao ____.  a) Imperfeito / Mais-que-perfeito b) Futuro / Imperfeito c) Imperfeito / Futuro d) Futuro / Condicional
«Carlos tranquilizou Miss Sara.  Oh,  ela via bem que mademoiselle estava boa. O que a assustara fora achar-se ali só, sem a  mamã , com aquela responsabilidade. Por isso a tinha deitado ...   Oh,  se fosse uma criança inglesa, saía com ela para o ar ...  Mas  estas  meninas estrangeiras, tão débeis tão delicadas ... ». Trata-se de b) discurso indirecto livre, porque a base é o discurso do narrador mas vão surgindo trechos que parecem não ter sido por ele mediados.
Em «àquelas», o acento grave assinala a) a prótese (= acrescento inicial) de uma preposição ao determinante. b) a sílaba tónica. c) uma sinérese (= contracção de duasvogais num ditongo). d) a crase entre a preposição e a primeira vogal do determinante.  [a + aquelas]
Síncopes como as que observamos em  p’tanto  (por  portanto ) ou  tlefone  (por  telefone ) são a) mais características do português europeu do que da variante sul-americana. b) mais características do português do Brasil do que do português europeu. c) tão frequentes no Brasil como em Portugal. d) fenómenos que acontecem sobretudo nas variantes africanas do português.
A epêntese  [p e neu / s e kip]  — inserção de som a meio de uma palavra — serve muitas vezes (e mais até aos brasileiros) para  a) economizar esforço. b) resolver hiatos (sequências de vogais que não formam ditongo). c) tornar pronúncia mais rápida.  d) evitar sequências de consoantes ( pn ,  gn ,  pt , etc.) pouco naturais na língua portuguesa.
Na evolução do latim  ego  para o português  eu , aconteceram estes fenómenos: a) síncope da consoante intervocálica, seguida de sinérese das duas vogais.  [EGO > E-O > EU] b) sonorização da consoante entre vogais, seguida de crase das vogais. c) epêntese da consoante intervocálica, seguida de assimilação das vogais. d) paragoge de um  –u , seguida de ensurdecimento de  –g-.
A frase com boa ortografia (sem erros ortográficos, portanto) é  a) Gostava de os advertir de que não gosto de as  [das]  pataniscas. b) Gostava das pataniscas que não gostavam de o  [do]  facto de eu não gostar delas. c) O facto de a Monforte não ser da mesma classe social contrariava Afonso. d) Apesar das  [de as]  pataniscas estarem salgadas, vou comê-las.
Em «Dei uma beijoca repenicada  a Maria Eduarda », a preposição  [a]  inicia o a) complemento directo. b) complemento indirecto.   c) sujeito. d) aposto.
Na frase «As casas  de  banho foram fechadas  pelo   [= por o]  Executivo», temos  a) uma preposição, contraída em «as», que introduz o sujeito. b) apenas uma preposição, contraída em «pelo», que introduz o agente da passiva. c) duas preposições, uma das quais, contraída, introduz o agente da passiva.  [pelo Executivo] . d) três preposições.
São adjectivos participiais a) « amarelo », «nutrido», « gordo ». b) «amado», « lado », « amido ». c) «lixado», «aberto», «querido». d) « verde », « simples », «complicado».
Num texto teatral, um aparte é uma a) fala que os espectadores não ouvirão. b) fala que só aparece escrita, entre parênteses e em itálico.  [didascália] c) indicação que será útil a actores e encenador. d) fala que não se dirige a outras personagens.
Num texto teatral, as didascálias  [não apenas as iniciais, note-se]  são a) úteis ao encenador. b) ditas pelos actores. c) inúteis. d) úteis  sobretudo  ao cenógrafo.
 
TPC de férias 1. Acabar de ler  Os Maias .  Nos primeiros dias do 3.º período, pedirei em aula resolução de tarefa que implique a leitura de todo o livro (ainda que sem se exigir memorização de aspectos de detalhe; mas também sem que seja suficiente ter lido apenas resumos ou coisas do género).
2. Entregar  Egafilme  ainda durante a primeira semana do 3.º período.
3. Como queria que entrássemos ainda na edição deste ano do  Concurso do  Diário de Notícias  (www.nescolas.dn.pt), convidava-os a irem tentando a inscrição individual no site que citei.
Concurso  Traduzir alunos do 11.º ou 12.º 27 de Abril (15.30-17.30) , mas texto a traduzir é dado antes  (a partir de 14 de Abril ) línguas de partida ( alemão ,  espanhol ,  inglês ,  francês ), mas o domínio da língua de chegada ( português ) é ainda mais importante prémios costumam ser bons alunos que quiserem concorrer preenchem ficha de inscrição até ao final da 1.ª semana do 3.º período
Círculo de Leitores 21 de Abril, às 14? [ou 16?] horas (Semana das Línguas) ensaios na 5.ª e na 2.ª anteriores leitura de texto em português  / respectiva versão em língua estrangeira
 
Leitura Questionários   às vezes, implicando prévia leitura em casa [seis formais:   Ésquilo /  FLS  /  FLS  / Garrett /  Maias  /  Maias ] Outras fichas em aula
Escrita Redacções em aula Início de peça / Protesto / Inícios e finais de romances de Eça / Sinopse de romance à Eça /  Genealogia da família à maneira de Eça Tepecês Três tepecês com perguntas sobre  Frei Luís de Sousa ; redacção [e reformulação] de carta ao Padre António Vieira
Ouvir & Falar Leitura em voz alta  cfr. soma das notas das quatro jornadas Egafilme   porei depois notas e comentários
Gramática Questionário entregue hoje
 

Apresentação para décimo primeiro ano, aula 51

  • 1.
  • 2.
    As duas frasestêm hipálages em «a) Fez um chichi apressado. / Fumou um cigarro , pensativo. b) Fez um cocó , apressado. / Vimos o queixo irritado do professor. c) Pôs uma gravata reverente. / Avistavam-se saias namoradeiras. d) Pôs uma gravata berrante. / Fez um chichi muito amarelo .
  • 3.
    O segmento emitálico é explicativo (e não restritivo) em a) Os bolos encomendados na pastelaria Cocó são bons. b) Os bolos, encomendados na pastelaria Cocó , são uma porcaria. c) Os cocós encomendados na pastelaria Bolo são bons. d) Na pastelaria Cocó, encomendámos bolos bons .
  • 4.
    A oração relativaé restritiva (e não explicativa) em a) A Dona Emília — que fez anos esta semana — ter-se-á reformado. b) A Dona Fernanda escreveu quadras, que foram publicadas. c) Gostei das quadras que a Dona Fernanda escreveu. d) As quadras, cuja revisão fui eu que fiz, eram bem interessantes.
  • 5.
    Não ligando avírgulas (já que foi apagada a pontuação que as frases pudessem ter), a alínea com uma oração relativa restritiva é a) só gosto de penicos que não se partam b) estive com Epifânio [,] que tem penicos valiosos c) Aloísio [,] que todos consideram excelente pessoa [,] negoceia em penicos d) o fulano só faz frases estúpidas [,] que ainda por cima têm sempre penicos
  • 6.
    Não ligando avírgulas (já que foi apagada a pontuação que as frases pudessem ter), a alínea cuja oração relativa é obrigatoriamente explicativa é a) chamei a primeira funcionária que encontrei b) quero uma escola que não tenha alunos c) vi o crocodilo que se passeava no Douro d) encontrei José Saramago [,] que é mais simpático do que parece
  • 7.
    No conjunto defrases que se seguem há orações adjectivas relativas (restritiva e explicativa), uma oração substantiva relativa e uma oração substantiva completiva. A frase que tem a oração adjectiva relativa restritiva é: [substantiva completiva] a) Ele disse que a literatura naturalista era excrementícia. b) Quem vai ao mar perde o lugar. [substantiva relativa] c) Os ultra-românticos gostavam de poemas que tivessem cemitérios . d) Alencar, que era um romântico , detestava o naturalismo. [adjectiva relativa explicativa]
  • 8.
    Os estrangeirismos são a) galicismos. b) menos reconhecíveis como palavras vindas de línguas diferentes do que os outros empréstimos. c) francesismos e anglicismos. d) mais reconhecíveis como palavras «estranhas» do que muitos outros empréstimos.
  • 9.
    Há discurso indirectolivre em: b) Que não haveria problema, que seriam distribuídos penicos e casas de banho portáteis. Ah! E aceitar-se-ia um chichizito nos canteiros dos jardins.
  • 10.
    Se o verbointrodutor do relato de discurso (ou verbo dicendi ) estiver no Pretérito Perfeito («disse», por exemplo), as formas verbais que no discurso directo estejam no Presente passarão, no discurso indirecto, ao ____ ; e as que estejam no Perfeito passarão ao ____. a) Imperfeito / Mais-que-perfeito b) Futuro / Imperfeito c) Imperfeito / Futuro d) Futuro / Condicional
  • 11.
    «Carlos tranquilizou MissSara. Oh, ela via bem que mademoiselle estava boa. O que a assustara fora achar-se ali só, sem a mamã , com aquela responsabilidade. Por isso a tinha deitado ... Oh, se fosse uma criança inglesa, saía com ela para o ar ... Mas estas meninas estrangeiras, tão débeis tão delicadas ... ». Trata-se de b) discurso indirecto livre, porque a base é o discurso do narrador mas vão surgindo trechos que parecem não ter sido por ele mediados.
  • 12.
    Em «àquelas», oacento grave assinala a) a prótese (= acrescento inicial) de uma preposição ao determinante. b) a sílaba tónica. c) uma sinérese (= contracção de duasvogais num ditongo). d) a crase entre a preposição e a primeira vogal do determinante. [a + aquelas]
  • 13.
    Síncopes como asque observamos em p’tanto (por portanto ) ou tlefone (por telefone ) são a) mais características do português europeu do que da variante sul-americana. b) mais características do português do Brasil do que do português europeu. c) tão frequentes no Brasil como em Portugal. d) fenómenos que acontecem sobretudo nas variantes africanas do português.
  • 14.
    A epêntese [p e neu / s e kip] — inserção de som a meio de uma palavra — serve muitas vezes (e mais até aos brasileiros) para a) economizar esforço. b) resolver hiatos (sequências de vogais que não formam ditongo). c) tornar pronúncia mais rápida. d) evitar sequências de consoantes ( pn , gn , pt , etc.) pouco naturais na língua portuguesa.
  • 15.
    Na evolução dolatim ego para o português eu , aconteceram estes fenómenos: a) síncope da consoante intervocálica, seguida de sinérese das duas vogais. [EGO > E-O > EU] b) sonorização da consoante entre vogais, seguida de crase das vogais. c) epêntese da consoante intervocálica, seguida de assimilação das vogais. d) paragoge de um –u , seguida de ensurdecimento de –g-.
  • 16.
    A frase comboa ortografia (sem erros ortográficos, portanto) é a) Gostava de os advertir de que não gosto de as [das] pataniscas. b) Gostava das pataniscas que não gostavam de o [do] facto de eu não gostar delas. c) O facto de a Monforte não ser da mesma classe social contrariava Afonso. d) Apesar das [de as] pataniscas estarem salgadas, vou comê-las.
  • 17.
    Em «Dei umabeijoca repenicada a Maria Eduarda », a preposição [a] inicia o a) complemento directo. b) complemento indirecto. c) sujeito. d) aposto.
  • 18.
    Na frase «Ascasas de banho foram fechadas pelo [= por o] Executivo», temos a) uma preposição, contraída em «as», que introduz o sujeito. b) apenas uma preposição, contraída em «pelo», que introduz o agente da passiva. c) duas preposições, uma das quais, contraída, introduz o agente da passiva. [pelo Executivo] . d) três preposições.
  • 19.
    São adjectivos participiaisa) « amarelo », «nutrido», « gordo ». b) «amado», « lado », « amido ». c) «lixado», «aberto», «querido». d) « verde », « simples », «complicado».
  • 20.
    Num texto teatral,um aparte é uma a) fala que os espectadores não ouvirão. b) fala que só aparece escrita, entre parênteses e em itálico. [didascália] c) indicação que será útil a actores e encenador. d) fala que não se dirige a outras personagens.
  • 21.
    Num texto teatral,as didascálias [não apenas as iniciais, note-se] são a) úteis ao encenador. b) ditas pelos actores. c) inúteis. d) úteis sobretudo ao cenógrafo.
  • 22.
  • 23.
    TPC de férias1. Acabar de ler Os Maias . Nos primeiros dias do 3.º período, pedirei em aula resolução de tarefa que implique a leitura de todo o livro (ainda que sem se exigir memorização de aspectos de detalhe; mas também sem que seja suficiente ter lido apenas resumos ou coisas do género).
  • 24.
    2. Entregar Egafilme ainda durante a primeira semana do 3.º período.
  • 25.
    3. Como queriaque entrássemos ainda na edição deste ano do Concurso do Diário de Notícias (www.nescolas.dn.pt), convidava-os a irem tentando a inscrição individual no site que citei.
  • 26.
    Concurso Traduziralunos do 11.º ou 12.º 27 de Abril (15.30-17.30) , mas texto a traduzir é dado antes (a partir de 14 de Abril ) línguas de partida ( alemão , espanhol , inglês , francês ), mas o domínio da língua de chegada ( português ) é ainda mais importante prémios costumam ser bons alunos que quiserem concorrer preenchem ficha de inscrição até ao final da 1.ª semana do 3.º período
  • 27.
    Círculo de Leitores21 de Abril, às 14? [ou 16?] horas (Semana das Línguas) ensaios na 5.ª e na 2.ª anteriores leitura de texto em português / respectiva versão em língua estrangeira
  • 28.
  • 29.
    Leitura Questionários às vezes, implicando prévia leitura em casa [seis formais: Ésquilo / FLS / FLS / Garrett / Maias / Maias ] Outras fichas em aula
  • 30.
    Escrita Redacções emaula Início de peça / Protesto / Inícios e finais de romances de Eça / Sinopse de romance à Eça / Genealogia da família à maneira de Eça Tepecês Três tepecês com perguntas sobre Frei Luís de Sousa ; redacção [e reformulação] de carta ao Padre António Vieira
  • 31.
    Ouvir & FalarLeitura em voz alta cfr. soma das notas das quatro jornadas Egafilme porei depois notas e comentários
  • 32.
  • 33.