Apresentação para décimo ano de 2014 5, aula 125-126

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Apresentação para décimo ano de 2014 5, aula 125-126

  1. 1. No título, «o “Caçador de Eclipses”» é um a) sujeito. b) modificador apositivo. c) vocativo. d) complemento direto.
  2. 2. Asclépio, o «Caçador de Eclipses».
  3. 3. O segmento «embora graduado com distinção nestes últimos» (1-2), implica que Asclépio a) era especialista em eclipses, mas tinha especial certificação para os solares. b) não conseguia acalmar a multidão, apesar de graduado em eclipses solares. c) não conseguia acalmar a multidão, apesar de graduado em eclipses lunares e solares. d) não sabia afinal assim tanto de eclipses.
  4. 4. Asclépio Euclides, especialista em eclipses, lunares e solares, embora graduado com distinção nestes últimos, tentava acalmar a sua audiências
  5. 5. O «Padre Santinho» (5) seria a) uma ironia. b) Deus. c) um padre com apelido «Santinho». d) alcunha de padre que espirrava muito.
  6. 6. Em «a luz de Deus, essa, decerto jamais se apagará aos seus fiéis!» (5-6) temos uma a) anáfora. b) hipérbole. c) hipálage. d) metáfora.
  7. 7. «[d]a dita» (7-8) reporta-se a a) «Letícia Catarata». b) «a palavra». c) «sua colega de bancada». d) «Catarata».
  8. 8. ao mesmo tempo que passava a palavra à sua colega de bancada, a Dr.ª Letícia Catarata. Que usou da dita
  9. 9. «Tão rotundamente como a noite que daí a três dias, em pleno meio-dia, engoliria a quase totalidade da luz solar» (11-12) constitui a) uma analepse. b) uma prolepse. c) uma cadeia de referência. d) um futuro.
  10. 10. «o país travava-se de razões com o segundo grande eclipse solar do século» (12-13) significa que o país a) lutava contra o eclipse. b) argumentava em torno do eclipse. c) estava prestes a observar um eclipse. d) zangava-se com o eclipse.
  11. 11. «Pio» (16) é a) correferente de «Asclépio Euclides». b) masculino de «sanita». c) uma onomatopeia. d) personagem só introduzida neste segundo parágrafo.
  12. 12. A expressão «falta de memória», usada pelos médicos que observaram Lupino (28-29), constituía um a) hipónimo de «esquecimento». b) holónimo de «cérebro». c) eufemismo. d) referente de «cabeça.
  13. 13. vaticinaram diplomaticamente delicadamente foi Lupino convencido
  14. 14. O sujeito de «esqueceria» (63) é correferente de a) «o jovem Asclépio». b) «o Comandante Lupino». c) «Governador-Geral de Colónia». d) «a infância».
  15. 15. ao jovem Asclépio [...], povoando-lhe a infância de descobertas e sensações que jamais esqueceria.
  16. 16. «horas após horas, tardes após tardes, dias após dias, meses e anos por fim» (72-73) é uma a) apóstrofe. b) metáfora. c) anáfora. d) gradação.
  17. 17. O último período do parágrafo delimitado pelas linhas 58 e 81 significa que a) tio e sobrinho estudaram biologia, botânica, astronomia, geologia, geografia. b) o «Museu» foi visitado por cientistas de várias disciplinas. c) tio e sobrinho pediram informações a diversos cientistas. d) diversos cientistas se encarregaram da formação de Asclépio.
  18. 18. «Tio Lupino» (86) é a) sujeito. b) modificador temporal. c) vocativo. d) modificador apositivo.
  19. 19. — Mas quando, Tio Lupino, quando? ó Tio Lupino
  20. 20. Ficar a «igreja tão cheia de ovelhas» (98- 99) deveu-se a) à fuga dos animais, atarantados com o eclipse. b) à admiração por Deus, suscitada nos não-católicos pelo eclipse. c) a ser essa a melhor plateia para observar o eclipse. d) ao medo dos indígenas.
  21. 21. Padre Maciel (98) era a) o Padre Santinho. b) o Padre Diabinho. c) Kalunga. d) um padre que tinha de rivalizar com os deuses pagãos.
  22. 22. Quanto à sua formação, «solares» é uma palavra derivada por a) parassíntese. b) conversão. c) sufixação. d) prefixação e sufixação.
  23. 23. «um radiofonista de nome Igrejas qualquer coisa» (115-116) seria a) o Padre Maciel. b) Igrejas Caeiro, falecido há pouco tempo. c) brincadeira do autor para fazer crítica ao catolicismo. d) um locutor da Rádio Renascença.
  24. 24. Do parágrafo das ll. 118-129 se depreende que a) assistentes saíram da palestra receosos. b) assistentes perceberam o essencial das explicações de Euclides e Catarata. c) brancos perceberam as explicações; os negros, não. d) se acentuaram os temores dos assistentes à palestra.
  25. 25. As pessoas saíram confiantes, gargalhando os medos e os temores.
  26. 26. À data do eclipse de 1968, a) Moçambique já era independente. b) o tio Lupino já morrera. c) o tio Lupino ainda era vivo. d) o tio Lupino ainda não se reformara.
  27. 27. A conselho do velho Tio Lupino, que já passara os cem anos, ...
  28. 28. Asclépio (gregos) Esculápio (romanos) cfr. p. 259
  29. 29. Depois de lançadas as emendas nas análises de canções, não esquecer de me enviar a versão limpa.
  30. 30. Quem tenha meus de que já não precise traga-mos, por favor.
  31. 31. Pedidos Durante o trabalho de gramática que se segue, não falarem para o lado. Quando pedir para irem acabando, acabarem mesmo (e entregarem sem demora). Não terem nada em cima das mesas.
  32. 32. Tempo Uma narrativa tem de representar o tempo da história (o tempo cronológico) numa extensão medida em linhas e páginas, o tempo do discurso. O discurso pode condensar o tempo da história, pode omitir partes da diegese, pode também ampliar pequenos momentos. Por vezes, também se altera a ordem da sua apresentação (analepses, prolepses).
  33. 33. Na «Chama», a narração começa e acaba na mesma viagem anual e, no entanto, ao longo do curto conto, recuamos a todo um passado de décadas. Na parte 3, a pretexto da história que o velho reconta ao cão, ficamos a saber os azares dos anos seguintes à descoberta do tesouro (ll. 29-39) e, depois (ll. 40-85), a estratégia que o velho engendrara. As linhas 1-19 da parte 4 ainda continuam esta analepse (produzida pelo diálogo do velho ou pelo narrador em modo de focalização interna). É na linha seguinte que retomamos o presente.
  34. 34. Tempo da história (ou cronológico)e tempo do discurso, em matéria de ordem coincidem. Não há propriamente analepses nem prolepses, embora, nos diálogos das personagens ou nos monólogos de Giacinto, breves alusões a circunstâncias anteriores ajudem a esclarecer o passado. A ação parece concentrada em poucos dias. No entanto, percebemos que há elipses e sumários (a diegese — a história — corresponde a mais tempo do que as duas horas que demora o filme — o discurso). No final, haverá mesmo um dado que permite perceber-se que se passou até bastante tempo.
  35. 35. Caracterização direta / indireta O retrato psicológico do velho decorre do que diz e faz (e não de alguma explicação, de alguma definição, que o narrador avançasse): é, portanto, uma caracterização indireta.
  36. 36. Como quase sempre nos filmes, a caracterização é sobretudo indireta, embora as observações de Giacinto acerca das outras personagens — ou, por exemplo, de todos sobre Tomasina — constituam momentos de caracterização direta.
  37. 37. Desenlace O desfecho da ação corresponderá mais às ll. 18-19 da parte 4 do que aos últimos cinco parágrafos. Nas ll. 20-33, o que se conta é apenas a confirmação do que ficara desvendado com o sexto período a contar do fim. Quanto a estas ll. 18-19, temos de assinalar que concorre decisivamente para o desenlace um cocó de cão. Depois, regressa-se ao presente da viagem, concluindo-se o texto com o regresso à cabana, mas ficando anunciada a retoma cíclica das mesmas ações.
  38. 38. Também aqui o desfecho da ação apontará para o caráter repetitivo da vida do núcleo familiar. Haverá um primeiro esboço de desenlace que parece implicar uma mudança (o próprio espaço da cidade evoluiu, o que deveria condicionar a ação futura), mas as personagens rapidamente se acomodam ao novo contexto. O final do filme parece recuperar, retomar, a cena inicial, mas vai haver uma única e significativa diferença.
  39. 39. Título «A chama obstinada da sorte» alude, por um lado, à própria chama da vela que os familiares do velho julgavam dever-se à presença dos fantasmas que o nosso herói teria alegadamente como interlocutores. Mas «chama» tem também um significado menos literal (ou mais figurado): a ‘chama da sorte’ refere também o triunfo da luta do protagonista pela sua subsistência, obtido graças ao seu empenho e persistência (por isso, uma «chama obstinada da sorte»).
  40. 40. Feios, Porcos e Maus é título que destaca a importância que tem o tipo de composição das personagens. À primeira vista, trata-se de personagens planas (quase personagens-tipo), previsíveis, pouco trabalhadas psicologicamente (por oposição a personagens redondas, que seriam mais densas, mais complexas). No entanto, talvez haja um propósito crítico e o título deva ser percebido como ironia. As personagens serão planas mas só para quem as queira ver apenas como feias, porcas e más.
  41. 41. TPC — Volto a lembrar que aqueles a quem devolvi comentários de canções devem agora enviar-mos de novo já com as correções lançadas. Aproveito para recordar que está quase a fechar-se o prazo para entrega de textos para o CONCURSO LITERÁRIO JOSÉ GOMES FERREIRA 2015 // …
  42. 42. Finalistas da LC: — Prepara leitura expressiva do poema «O nosso mundo é este…», de José Gomes Ferreira (p. 210); Finalistas da LE: — Prepara leitura expressiva do soneto «Com mãos se faz a paz se faz a guerra», de Manuel Alegre (p. 240).
  43. 43. O texto a preparar para a Supertaça — a disputar em Setembro, no Mónaco — será indicado na última aula do ano.

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