Apresentação para décimo ano de 2014 5, aula 51-52

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Apresentação para décimo ano de 2014 5, aula 51-52

  1. 1. 10.º 5.ª e 12.ª
  2. 2. A deixis pode ser a) espacial e textual. b) espacial, temporal, causal, pessoal. c) espacial e terrena. d) espacial, pessoal, temporal, textual.
  3. 3. Quando um enunciado tem marcas do processo de enunciação, isso significa que a) não tem deíticos. b) tem apenas elementos cujos referentes são absolutamente compreensíveis, mesmo sem apelo ao contexto. c) terá decerto algum deítico. d) tem obrigatoriamente demonstrativos ou possessivos.
  4. 4. O período em que há mais deíticos temporais é a) Dá-me aí aquele deítico temporal. b) No dia 3 de Novembro de 2007, às 23 horas da manhã, durante o lanche, Camões será eleito futebolista do ano. c) Há uns minutos estava com acessos de frases estúpidas, mas, presentemente, as minhas frases gramaticais revelam-se na sua habitual pertinência. d) No espaço, as narinas incham cerca de três metros na direção dos cangurus que haja por perto.
  5. 5. Não há deíticos em a) Ó Isaltina, não te exaltes com esta minha observação. b) Bocage espancava as anémonas holandesas. c) Bean trouxe-me uma recordação de Cannes. d) Se pusesse uma pala no meu olho esquerdo, escreveria como Camões.
  6. 6. O período em que não há deíticos espaciais é a) A oeste da pequena cidade lituana de Zpfgrt, as flores crescem viçosíssimas e tristes. b) Ontem, cheguei tarde. c) Vê-me o refogado de chocolate e almôndegas que está aí à tua esquerda. d) Aqui estou eu, ali estás tu, acolá está uma fotografia de um panda gigante.
  7. 7. A alínea que não contém deíticos pessoais é a) Orlanda estava cada vez mais inteligente. Ela até já sabia deíticos. b) Não me digas isso, Sancho. c) Naquele tempo, Conhé, guarda-redes da Cuf, era o meu ídolo. d) Lembro-me que o Benje agarrava a bola só com uma mão.
  8. 8. A relação que há entre «gato» e «rato» é de a) merónimo e holónimo. b) co-hipónimos. c) holónimo e merónimo. d) hiperónimo e hipónimo.
  9. 9. Merónimo de «Messi» é a) futebol b) futebolista c) pé esquerdo d) Barcelona
  10. 10. Não há relação de «hipónimo / hiperónimo» em a) limonada / bebida b) Filosofia / 10.º ano c) Cinema Paraíso / filme d) casa de banho / divisão de casa
  11. 11. Há um holónimo e o seu merónimo em a)computador / disco rígido b)tampa / caixa c)Anselmo Ralph / cantor d)país / Portugal
  12. 12. Há uma sequência de «hiperónimo, hipónimo || merónimo, holónimo» em a) piano, tecla || corda, harpa. b) flor, rosa || bolso, casaco. c) Lisboa, Jerónimos || braguilha, calças. d) país, Portugal || deserto, areia.
  13. 13. O verso que não tem dez sílabas métricas é a) Esta pergunta é difícil, não é? b) Estejam sempre atentos, por favor, c) Ó meus sacaninhas tão faladores, d) Que ficarão a saber bem a métrica.
  14. 14. Es|ta| per|gun|ta é| di|fí|cil|, não| é? 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Es|te|jam | sem|pre a|ten|tos|, por| fa|vor, 12 3 4 5 6 7 8 9 10 Ó | meus | sa|ca|ni|nhas| tão| fa|la|dores, 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Que| fi|ca|rão | a | sa|ber| bem| a| mé|trica. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
  15. 15. O verso que tem obrigatoriamente cinco sílabas métricas é a)Nani não joga. b)Chegámos à praia. c)Chama o António. d)Cheias de chocolate.
  16. 16. Na|ni | não | joga. 1 2 3 4 Che|gá|mos | à | praia. 1 2 3 4 5 Cha|ma o| An|tónio. 1 2 3 4 Chei|as| de | cho|co|late. 1 2 3 4 5 6
  17. 17. O verso que tem seis sílabas métricas é a)Sois inteligentes. b)Bebeste esta sangria? c)Evaristo, tens cá disto? d)Embora, Benfica!
  18. 18. Sois | in|te|li|gentes. 1 2 3 4 5 Be|bes|te es|ta | san|gria? 1 2 3 4 5 6 E|va|ris|to, | tens | cá | disto? 1 2 3 4 5 6 7 Em|bo|ra, | Ben|fica! 1 2 3 4 5
  19. 19. Confere valor de pequenez o diminutivo em a) Fofinho, dá-me um beijão. b) Pus três gotículas do perfume que está no frasco bojudo. c) Esta carninha é do melhor que já comi. d) O meu pequerrucho tem crescido tanto que tenho de comprar lhe roupa nova.
  20. 20. O grau diminutivo pode ocorrer em a)advérbios e nomes. b)adjetivos e preposições. c)nomes e preposições. d)conjunções e pronomes.
  21. 21. O período que tem uma preposição é a)Bebi a aguardente e a cerveja. b)Totó riu com gosto. c)Como a película é combustível, houve fogo. d)Vejo sempre a fita.
  22. 22. As palavras «chama» («Ela chama pelo gato, miando»; étimo: lat. CLAMAT) e «chama» («A chama de Talisca está a apagar-se»; étimo: lat. FLAMMA-) são a)parónimas. b)convergentes e homónimas. c)divergentes e homónimas. d)homófonas.
  23. 23. Em «Tenho-te em boa conta, Nero» e «O Barbas trouxe-lhe a conta da refeição», «conta» e «conta» são a)evidências de polissemia. b)palavras monossémicas. c)palavras homónimas. d)elementos do campo lexical de ‘Matemática’.
  24. 24. As palavras «estufar» e «estofar» são [u] [u] a) homónimas. b) parónimas. c) homógrafas. d) homófonas.
  25. 25. A 1.ª pessoa do plural do Futuro do Conjuntivo de «querer» é a)quiséssemos. b)quisermos. c)querermos. d)quiséramos.
  26. 26. No trecho «As narrativas têm ação, personagens, espaço, tempo, narrador (e este pode ser, quanto à participação na ação, homodiegético — autodiegético, se for o herói — ou heterodiegético). Também há momentos descritivos», predomina o tipo textual a)narrativo. b)expositivo. c)instrucional. d)descritivo.
  27. 27. Considerada a pergunta «Como está?» — entre pessoas que se cruzassem apressadamente —, a resposta «Estou bem. Mas ontem estive com uma ligeira dor no fígado. E tenho-me ressentido da humidade, o que origina uma impressão desagradável nos ossos da face. Por outro lado, estou melhor das enxaquecas» infringiria a) a máxima de qualidade. b) o princípio de cortesia. c) a máxima de correção. d) a máxima de paciência.
  28. 28. 10.º 1.ª, 7.ª, 8.ª
  29. 29. Os deíticos remetem para a) o recetor da mensagem. b) o espaço. c) o próprio enunciado. d) a enunciação.
  30. 30. A alínea que não tem deíticos é a) Traz-me aí a cobra, aquela que está ao pé das iguanas. b) Encontrou o Armando. Este estava furioso. c) Ainda agora te vi ali atrás. d) Comprei a caneta na mercearia. Esta ficava acolá.
  31. 31. O período em que não há deíticos espaciais é a) Traz-me, Josué, o próximo adversário político a enforcar. b) Amanhã vou ser feliz na Lapónia, mas agora estou aqui. c) Aquele quadro ali é bué fofo. d) Na Lapónia, os coelhos são cozinhados em bonitas caçarolas às riscas verdes.
  32. 32. O período que não contém deíticos pessoais é a) Estou muito aborrecido por ainda não ter havido frases com cocó de cão. b) Setúbal é talvez a cidade portuguesa onde eu preferia viver. c) Eça de Queirós é um autor estudado no 11.º ano e consta que era boa pessoa. d) A minha felicidade é, neste momento, enorme: acabei de encontrare um deítico.
  33. 33. A alínea em que não há palavras que costumem ter função deítica é a) ali, este, amanhã. b) vir, já, agora. c) deítico, Lisboa, dezembro. d) isso, hortaliça, eu.
  34. 34. O período em que há menos deíticos temporais é a) Durante a Idade Média, a produção de chocolates Mars foi escassa. b) Vou agora para a arena. c) Daqui a pouco seguimos para a venda ambulante de gomas com sabor a peixe espada. d) Dir-me-ás se sempre vais ler as Páginas Amarelas.
  35. 35. A relação que há entre «advérbio» e «nome» é a de a) hiperonímia. b) merónimo e holónimo. c) co-hipónimos. d) holónimo e merónimo.
  36. 36. Merónimo de «palavra» é a) gramática b) frase c) língua d) letra
  37. 37. A alínea em que não há relação de «hipónimo / hiperónimo» é a) Vasco Graça Moura / português b) Vasco Graça Moura / tradutor c) Vasco Graça Moura / poeta d) Vasco Graça Moura / poesia
  38. 38. Há um holónimo e o seu merónimo em a) laranja / gomo b) casca / laranja (merónimo / holónimo) c) fruto / laranja (hiperónimo / hipónimo) d) cor / laranja (hiperónimo / hipónimo)
  39. 39. A alínea em que há a sequência «merónimo, holónimo | hipónimo, hiperónimo» é a) CRE, ESJGF | ESJGF, estabelecimento de ensino b) Madrid, Espanha | Espanha, Europa merónimo, holónimo | merónimo, holónimo c) estômago, corpo humano | cantor, Toni Carreira merónimo, holónimo | hiperónimo, hipónimo d) cesto, apetrecho de básquete | rede, cesto hipónimo, hiperónimo | merónimo, holónimo
  40. 40. O verso que não tem dez sílabas métricas é a) Esta pergunta é difícil, não é? b) Estejam mais atentos doravante, c) Meus sacaninhas tão faladores, d) Que ficarão a saber bem a métrica.
  41. 41. Meus / sa/ca/ni/nhas /tão/ fa/la/do 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Es/ta/ per/gun/ta é/ di/fí/cil/, não/ é? 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Es/te/jam/ mais/ a/ten/tos/ do/ra/van 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Que/ fi/ca/rão/ a/ sa/ber/ bem/ a/ mé 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
  42. 42. O verso que tem obrigatoriamente cinco sílabas métricas é a) Mas as flores encostam b) Andámos por vales c) Viva o Natal. d) Pintadas de amarelo
  43. 43. An/dá/mos/ por/ va 1 2 3 4 5 Mas/ as/ flo/res/ en/cos 1 2 3 4 5 6 Vi/va o/ Na/tal. 1 2 3 4 Pin/ta/das/ de a/ma/re 1 2 3 4 5 6
  44. 44. O verso que tem seis sílabas métricas é 1 2 3 4 a) Seus energúmenos... b) Comi as caracoletas. 1 2 3 4 5 6 7 c) Evaristo, tens cá disto? 1 2 3 4 5 6 7 d) Go / lo / de / Por / tu / gal! 1 2 3 4 5 6
  45. 45. Confere valor de pequenez o diminutivo em a) Queriducha, você está cada vez mais linda! b) Comprei uma ilhota ainda grande ao largo da Grécia. c) Vamos abrir um vinhinho mesmo bom. d) O 10.º 13.ª é uma turminha difícil.
  46. 46. O grau diminutivo pode ocorrer em a) adjetivos, nomes, advérbios. b) preposições e adjetivos. c) nomes e adjetivos. d) nomes e pronomes.
  47. 47. O período que tem uma preposição é a) Comi a laranja e a maçã. b) Scordia ficou sem braço. c) Como tu sabes, vou-me embora. d) Diziam sempre a verdade.
  48. 48. As palavras «rio» («O rio Tejo desagua no Porto»; étimo: lat. rivum) e «rio» («Rio com todos os dentes, exceto com os cariados»; étimo: lat. rideo) são a) parónimas. b) convergentes e homónimas. c) divergentes e homónimas. d) homófonas.
  49. 49. Em «Dona Noémia, não me arranja um rato?» e «Vi um rato enorme no parapeito das janela da sala D9», «rato» e «rato» são a) evidências de polissemia. b) palavras monossémicas. c) palavras homónimas. d) elementos do campo lexical de «queijo».
  50. 50. As palavras do meio em «Vou à praia» e «Hoje há peixe» são exemplos de a) homografia. b) homonímia. c) polissemia. d) homofonia.
  51. 51. A 1.ª pessoa do plural do Pretérito Imperfeito do Conjuntivo de «ficar» é a) ficássemos. b) ficáramos. (Pret. Mais-que-perfeito) c) ficava-mos. (Pretérito Asneirento) d) ficávamos. (Pret. Imperf. do Indicativo)
  52. 52. No trecho «Responde a esta pergunta, circundando a alínea que seja a mais a correta. Para isso, deves fazer um círculo em torno da letra respectiva, de modo claro», predomina o tipo textual a) expositivo. b) explicativo. c) instrucional. d) preditivo.
  53. 53. Se um aluno não tiver trazido livro a Português e se justificar com «Julgava que não se usava livro nesta disciplina», estará a a) infringir a máxima de quantidade. b) infringir a máxima de modo. c) infringir a máxima de qualidade. d) infringir a máxima de relevância.
  54. 54. TPC — Vou pôr no blogue — entre final das aulas e começo das férias — indicação de como proceder em termos de leituras de livros mais ou menos combinadas (o chamado «contrato de leitura»).
  55. 55. TPC — Vou pôr no blogue — entre final das aulas e começo das férias — indicação de como proceder em termos de leituras de livros mais ou menos combinadas (o chamado «contrato de leitura»). (Quem quiser, pode tentar fazer em férias trabalhos que não tenha conseguido entregar durante o período. Isso será tido em conta no futuro.)
  56. 56. Não entrego ainda redação com carta(s) de Scordia a Renato. e adaptação de carta à atualidade
  57. 57. viram os meus comentários aos trabalhos de gravação?
  58. 58. Avaliação • Não há «pontos» («testes sumativos») • Serão avaliados por tudo o que se for fazendo (em aula e em casa)
  59. 59. Escrita • «redações» (de extensão e géneros variados) • respostas a perguntas abertas, 'à exame'
  60. 60. Leitura • questionários de compreensão fechados • em geral, as fichas que vão sendo feitas em aula (mesmo que não as leve) • leituras combinadas de
  61. 61. Compreensão oral & Expressão oral • questionários de compreensão (de gravações áudio ou vídeo) • leitura em voz alta, recitação, dramatização, exposição (em geral, preparadas em casa) • trabalhos que impliquem gravação da fala (microfilmes, gravações áudio)
  62. 62. Gramática [= Funcionamento da Língua] • questionários
  63. 63. Como se determina a classificação?
  64. 64. Oral (= Expressão e Compreensão oral) Leitura Escrita Gramática
  65. 65. Oral 25% Leitura 21,7 > 25% Escrita 65% 21,7 > 25% Gramática 21,7 > 25% Atitudes 10% (3,3 + 3,3 + 3,3)
  66. 66. Oral 25% Leitura 25% Escrita 25% Gramática 25%
  67. 67. Oral Leitura Leitura Escrita Escrita Gramática Gramática
  68. 68. Leitura Escrita Ouvir / Falar Gramática
  69. 69. O que lhes vier a dizer como provável classificação do período está sempre sujeito a alterações. Legalmente, é o conselho que atribui as notas. Mas não é só isso. É que gosto de, à medida que vou classificando todos os alunos que tenho, poder ir verificando se também estou a ser justo em termos relativos.
  70. 70. Ainda me podem enviar o que queiram enviar em termos de gravação, mas nada posso prometer em termos de avaliação.
  71. 71. No primeiro nível narrativo, o adulto a quem, em criança, chamavam Totó sabe que Alfredo morreu e, enquanto decide ir ao funeral, começa a recordar o amigo. Talvez a meio do que vamos ver hoje, teremos o fecho dessa longa analepse (uma narrativa encaixada que abrangeu toda a infância, adolescência e juventude de Salvatore, até à saída de Giancaldo).
  72. 72. O truque fílmico da justaposição de um comboio a sair de Giancaldo e um avião a chegar ao aeroporto na Sicília funciona como uma elipse, cortando uns vinte e cinco anos da vida do protagonista, e delimita o ponto em que retomámos a ação «contemporânea» da narração (ou seja, quando regressámos ao primeiro nível narrativo).
  73. 73. Salvatore viveu em Roma durante décadas, que são elididas no filme, passa os limites da Península Itálica (Giancaldo é na Sicília) mas é ao regressar a Roma que redescobrirá os filmes que eram a sua companhia. Salvatore depara-se com o antigo patrão, mais velho, e vemos o louco da praça, também já diferente mas com as mesmas manias.
  74. 74. A infância de Totó morreu com o enterro de Alfredo e a destruição do cinema, mas Salvatore resgatou parte desse passado, os fotogramas dos filmes cortados / beijos. Salvatore vê agora as imagens que antes tinham sido cortadas e que, quando muito, vira às escondidas nas sessões de visionamento para censura pelo padre.
  75. 75. A linha de ação da paixão pelo cinema e a da memória da infância ficaram concluídas, mas haverá alguma indefinição ainda no que se refere à paixão Salvatore-Elena.
  76. 76. Boas férias

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