Proteção gravida

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Proteção gravida

  1. 1. Gravidez Vigilância e Proteção
  2. 2. INTRODUÇÃO Quando falamos em protecção á grávida, temos que nos reportar necessariamente para múltiplas dimensões física/emocional/ social/laboral); a missão do enfermeiro é de facilitador e orientador de todo este processo que é a gravidez, para além dos cuidados de enfermagem é imperativo explanar a esfera da dimensão dos direitos à grávida que passam pela protecção na saúde, no trabalho e na comunidade.
  3. 3. A grávida deve estar informada sobre todos os cuidados a ter, a forma como ultrapassar os obstáculos que possam surgir, assim como diminuir a ansiedade e os medos, que são compreensíveis nesta fase de mudança tão grande que é a gravidez. A mulher tem de estar consciente de todas as transformações que vão ocorrer no seu organismo.
  4. 4. Cuidados Na Gravidez…
  5. 5. ALTERAÇÕES CORPORAIS • • • • • • • • • O abdómen, aumentará de tamanho; Os seios também aumentarão de volume; Maior sensibilidade nos mamilos; Maior sonolência; Náuseas e vómitos são habituais nos primeiros meses; Pode ocorrer obstipação; Maior necessidade de urinar, inclusive durante a noite, As varizes e estrias são uma consequência da gravidez; No final da gravidez podem surgir dores nas costas;
  6. 6. CUIDADOS NA GRAVIDEZ HIGIENE • A mulher grávida deve efectuar uma rigorosa higiene corporal, especialmente porque ao longo desta época as alterações hormonais e metabólicas aumentam a actividade das glândulas sudoríparas e sebáceas. • Deve lavar todo o corpo com água e sabão neutro, dando especial atenção aos seios , genitais externos e região anal.
  7. 7. HIGIENE • Não devem ser tomados banhos de imersão, nem devem ser feitas irrigações vaginais, pois estas podem alterar a flora bacteriana normal da vagina e como consequência ocorrerem infecções genitais. • Deve evitar o uso de corantes e perfumes. • Deve, após o duche, aplicar creme hidratante ou óleo de amêndoas doces, especialmente na zona abdominal.
  8. 8. A HIGIENE ORAL também merece atenção, devem-se tomar diversos cuidados , evitando-se inflamações e infeções: • Escovar cuidadosamente, se não em todas as refeições, pelo menos após o pequeno almoço e ao deitar; • Escolher uma escova de dureza média, • Utilizar pasta de dentes com flúor, • Evitar alimentos açucarados, especialmente nos intervalos das refeições, • Melhor altura para ir ao dentista é entre o 4º e o 6º mês da gravidez
  9. 9. ALIMENTAÇÃO • A alimentação durante a gravidez deve ser completa, variada e equilibrada, tal como restante diaa-dia. Ao falar na alimentação durante a gravidez é essencial pensar não só no feto, mas também na mãe, pelo que deverão ser efetuadas as alterações necessárias para que seja garantida a assimilação dos nutrientes necessários ao correto desenvolvimento do feto.
  10. 10. O que evitar? COMER EVITAR Ovos, carne, peixe (aporte de proteínas) Doces e bolos Leite, iogurte, queijo e manteiga (aporte de proteínas vegetais) Chá, café, álcool e bebidas com gás Fruta e vegetais em todas as refeições (aporte de vitaminas e sais minerais) Marisco e enlatados Ervilhas, feijão , grão ( aporte de vitaminas e sais minerais) Carne mal passada ( devido ao risco de salmonelas e da toxoplasmose) Deve ingerir ,no mínimo , 1,5L de água , Leite e sumo de frutas Queijo fresco de leite pasteurizado ( devido ao risco de brucelose) O que comer ?
  11. 11. EXERCÍCIO FISÍCO • A mulher pode continuar a realizar normalmente as suas tarefas domésticas habituais, devendo apenas evitar as actividades que necessitam de um esforço excessivo( ter atenção a acções que envolvam a compressão excessiva do abdómen ou o esforço excessivo da coluna vertebral)
  12. 12. EXERCÍCIO FISÍCO • A prática desportiva, desde que moderada e que não exponha a mulher a perigos concretos, é muito benéfica durante a gravidez, tanto para manter uma boa condição física, como pelas suas repercussões psicológicas . De facto, as mulheres que continuam a praticar actividade física regular e moderada sentem-se menos cansadas e tornam mais fácil a recuperação da silhueta pós-parto.
  13. 13. VESTUÁRIO E CALÇADO • O vestuário da mulher grávida deve adaptarse às alterações manifestadas pelo seu corpo, essencialmente à forma dos seios, abdómen e ancas. • As roupas devem ser folgadas, de modo a não comprimir as partes do corpo que aumentam de volume. • A roupa interior deve ser de material natural, como linho ou algodão, de modo a facilitar a transpiração e prevenir irritações.
  14. 14. VESTUÁRIO E CALÇADO • Quanto ao calçado , este deve ser largo, pois ao longo da gravidez os pés têm tendência a inchar e a suportar mais peso; • Deve evitar calçado de salto alto ( o ideal é entre 3 a 5cm), porque provoca um exagero das curvaturas adoptadas ao longo da gravidez; • Deve evitar sapatos completamente plano, porque faz com que o peso esteja todo sobre os calcanhares, provocando desconforto nestes .
  15. 15. SEXUALIDADE A relação sexual fortalece os músculos do períneo, que ajudam na hora do parto: • Caso o casal não se sinta à vontade para que ocorra penetração, outras maneiras podem ser experimentadas, favorecendo e fortalecendo a relação entre o casal (é o que acontece numa gravidez de risco e, por isso, haja restrição médica).
  16. 16. DST-DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS • A gravidez não confere protecção especial em relação às DST( podendo ser infectada pelas mesmas doenças que as mulheres não grávidas); • Durante a gravidez, a mulher até fica mais susceptível a infecções uma vez que há uma diminuição nos mecanismos de defesa do seu organismo;
  17. 17. DST-DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS • Os cuidados em relação a uma possível contaminação por alguma DST devem ser redobrados pois, além de se preocupar com a sua protecção, a mulher grávida deve proteger também o bebe; • A maioria das DST são assintomáticas, daí a importância da realização de um bom acompanhamento pré-natal;
  18. 18. Outros cuidados a ter…. A partir do momento em que se confirma a gravidez, a vida de uma mulher muda completamente. A mulher grávida tem que ter muitos cuidados com a sua vida e com a vida do seu bebé.
  19. 19. Tabaco Produz vários efeitos indesejados tanto na grávida como no feto. Como tal: • Baixo peso fetal, provocado pela nicotina, que faz diminuir a passagem de sangue da placenta para o feto, reduzindo a quantidade de oxigénio e nutrientes. • Aborto espontâneo; • Gravidez ectópica; • Parto pré-termo; • Aumento das complicações antes e pós parto.
  20. 20. • • Das grávidas que fumam durante a gravidez, o coeficiente de inteligência é mais baixo em comparação com as crianças nascidas de mães não fumadoras. O tabaco produz consequências graves e tardias nas crianças, como as alergias, problemas respiratórios e distúrbios de sono. Todas as mulheres devem ser aconselhadas a deixar de fumar durante a gravidez. Os casos mais graves devem ser referenciados a consultas de desabituação tabágica.
  21. 21. Bebidas Alcoólicas e Drogas → Síndrome fetal alcoólico Pode levar a alterações físicas mentais graves no feto: • Baixo peso; • Cabeça pequena (microcefalia); • Anomalias faciais, cardíacas e de outros órgãos; • Aborto espontâneo; • Dificuldades de visão, audição e linguagem; • Redução da memoria; • Irritabilidade e incoordenação motora; • Quando se esta amamentar deve ser contra- indicado, visto que pode ser passado para o bebé através do leite materno. Saber dizer “Não!” a estas substâncias, preservando assim, a saúde do bebé e da mãe!
  22. 22. Medicação • Por norma, não devem ser tomados quaisquer medicamentos, excepto sob prescrição medica. Exposição a radiações (raio x) • É prejudicial para o bebé, sendo por isso só realizadas as radiografias necessárias.
  23. 23. Vigilância da saúde na gravidez e as consultas Idealmente, a primeira consulta deveria ser feita 2 ou 4 semanas após a ausência da menstruação. Convém que a primeira consulta não seja muito tardia, já que é precisamente ao longo das primeiras semanas de gestação que se determina o desenvolvimento do embrião e a existência de vários factores externos. Nas consultas, a grávida deve expor todas as suas dúvidas, para que esteja esclarecida e não tenha receio em nenhuma etapa da sua gravidez.
  24. 24. Procedimentos numa consulta de gravidez • Avaliação da tensão arterial e peso; • Testes a urina; • Palpação abdominal para medir a altura do útero e verificar a posição e o tamanho do bebé; • Auscultação dos batimentos cardíacos fetais; • Exame as pernas para detecção de edema ou varizes; • Exame ginecológico no início e final da gravidez;
  25. 25. A que sinais devo estar atenta durante a gravidez? • Hemorragia vaginal • Perda de liquido pela vagina • Corrimento vaginal com prurido, ardor ou cheiro não habitual • Dores abdominais • Arrepios ou febre • Dor/ ardor ao urinar • Vómitos persistentes • Cefaleias continuas • Perturbações da visão • Diminuição dos movimentos fetais
  26. 26. Sinais de inicio do trabalho de parto • Expulsão do rolhão mucoso Consiste na eliminação, pela vagina, de muco gelatinoso, rosado ou acastanhado. A sua expulsão pode ocorrer dias ou horas antes do parto e significa que o nascimento esta para breve. • Rotura da bolsa de águas É a saída de liquido amniótico pela vagina, devido a rotura das membranas que envolvem o bebé. Pode sair lentamente ou de repente, em grande quantidade. Normalmente é claro e transparente. Deve dirigir-se o mais rápido possível ao hospital.
  27. 27. Contracções uterinas regulares Nas últimas duas semanas de gravidez é comum ocorrerem contracções irregulares e indolores, sem que isso signifique que a grávida esta a entrar em trabalho de parto. • No início do trabalho de parto, as contracções são irregulares e pouco frequentes. • Começa por sentir a barriga rija, podendo não haver dor. Progressivamente, vão tornando-se mais regulares, mais intensas e mais próximas. • Quando as contracções forem regulares, com intervalos de dez minutos deve dirigir-se á maternidade.
  28. 28. O que acontece no parto? • Dilatação O colo do útero por onde passa o bebé começa a encurtar e a dilatar até cerca de 10 cm. Contracções mais regulares e mais próximas; É o período mais demorado do parto; • Expulsão Quando a dilatação esta completa. O feto desce ao longo da bacia e acaba por sair para o exterior através da vagina e da vulva. • Dequitadura Depois do nascimento do bebé. A placenta e as membranas que envolveram o feto saem por si.
  29. 29. Anestesia epidural, o que é? • É uma técnica utilizada para aliviar a dor no parto. • Introdução de um cateter na coluna lombar, através do qual são administrados os medicamentos. • São administradas doses de analgésicos, de duas em duas horas sempre que necessário, até o bebé nascer.
  30. 30. Legislação da grávida Durante a gravidez…
  31. 31. Definições • Trabalhadora grávida é toda a trabalhadora que informe o empregador do seu estado de gestação, por escrito e mediante apresentação de atestado medico. • Trabalhadora puérpera é toda a trabalhadora parturiente, e durante os 98 dias imediatamente posteriors ao parto, que informe o empregador do seu estado, por escrito e mediante apresentação de atestado medico. • Trabalhadora lactante é toda a trabalhadora que amamenta o filho e informe o empregador do seu estado, por escrito e mediante apresentação do atestado medico.
  32. 32. Licença de Maternidade • A mulher trabalhadora tem direito a uma licença por maternidade de 120 dias consecutivos, 90 dos quais necessariamente a seguir ao parto, podendo os outros ser gozados, total ou parcialmente, antes ou depois do parto; • Nas situações de risco clinico para a trabalhadora ou para o nascituro, impeditivo do exercício das suas funções, a trabalhadora goza do direito à licença, anterior ao parto, pelo período de tempo necessário a prevenir o risco, fixado por prescrição médica, sem prejuízo da licença por maternidade;
  33. 33. Licença de Maternidade (cont.) • Em caso de internamento hospitalar da mãe ou da criança durante o período de licença a seguir ao parto, este período será interrompido, a pedido daquela, pelo tempo de duração do internamento; • Em caso de aborto a mulher tem direito a licença com duração mínima de 14 dias e máxima de 30 dias; • É obrigado o gozo de, pelo menos, seis semanas por maternidade, a seguir ao parto; (Artigo 10º - Lei nº70/2000 de 4 de Maio)
  34. 34. Domínio Laboral
  35. 35. Dispensas para consultas • As trabalhadoras grávidas tem direito a dispensa de trabalho para se deslocarem a consultas pré-natais pelo tempo e número de vezes necessárias e justificadas; • A mãe, em período de comprovada amamentação, tem direito a ser dispensada em cada dia de trabalho por 2 períodos distintos de duração máxima de uma hora para o cumprimento dessa função enquanto durar e até o bebé perfazer um ano; • O direito á dispensa de trabalho não reflete a perda de remunerações e quaisquer outras regalias; (Artigo 12º - Lei nº4/84 de 5 de Abril)
  36. 36. Tarefas desaconselháveis • Durante o período de amamentação e até um ano, a trabalhadora tem o direito a não desempenhar tarefas que a exponham á absorção de substâncias nocivas excretáveis no leite materno; • A trabalhadora grávida é dispensada do cumprimento de obrigações legais e deveres funcionais que impliquem risco para o bebé;
  37. 37. Tarefas desaconselháveis (cont.) • Durante a gravidez e até aos 3 meses após o parto, a trabalhadora tem direito de não desempenhar tarefas clinicamente não aconselháveis: – Tarefas violentas ou consistentes na manipulação de produtos perigosos ou tóxicos; – Exposição a condições ambientais nocivas para a sua saúde (Artigo 17º - Lei nº4/84 de 5 de Abril)
  38. 38. Trabalho Parcial e Horário Flexível • As trabalhadoras com um ou mais filhos menores de 12 anos tem direito a trabalhar em horário reduzido ou flexível em condições a regulamentar. (Artigo 15º - Lei nº4/84 de 5 de Abril)
  39. 39. Reinserção profissional • Para garantir uma plena reinserção profissional da trabalhadora após o decurso da devida licença de maternidade, a entidade patronal deverá fornecer ações de formação e incremento profissional ao trabalhador. (Artigo 20º - Lei nº 70/2000 de 4 de Maio)
  40. 40. Dispensa de trabalho noturno • As trabalhadoras são dispensadas de prestar trabalho noturno: – Durante um período de 112 dias antes e depois do parto; – Durante o restante período da gravidez, se for apresentado certificado médico que ateste que tal é necessário para a sua saúde;
  41. 41. Dispensa de trabalho noturno (cont.) • Durante todo o tempo que durar a amamentação se for apresentado certificado médico que ateste que tal é necessário para a sua saúde ou para a da criança; • Às trabalhadoras dispensadas da prestação de trabalho noturno será atribuído, sempre que possível, um horário de trabalho diurno compatível; (Artigo 22º - Lei nº70/2000 de 4 de Maio)
  42. 42. Proibição de despedimento • A cessação do contrato de trabalho promovida pela entidade empregadora carece sempre, de um parecer favorável dos serviços do Ministério do Emprego e Segurança Social com competência na área da igualdade: – O despedimento de trabalhadoras grávidas, puérperas ou lactantes presume-se feito sem justa causa; – O parecer a que se refere a primeira instância deve ser comunicado ao empregador e trabalhadora nos 30 dias subsequentes à receção do processo de despedimento pelos serviços competentes; (Artigo 24º - Lei nº70/2000 de 4 de Maio)
  43. 43. Grávidas Estudantes • As grávidas e mães tem direito: – A realizar exames em época especial, a determinar com os serviços escolares, designadamente no caso de o parto coincidir com a época de exames; – À transferência de estabelecimento de ensino; – A inscreverem-se em estabelecimento de ensino fora da área da sua residência; – Isenção de cumprimento de mecanismos legais que façam depender o aproveitamento escolar da frequência de um numero mínimo de aulas; – Dispensa da obrigatoriedade de inscrição num numero mínimo de disciplinas no ensino superior; (Artigo 2º e 3º - Lei nº90/2001 de 20 de Agosto)
  44. 44. Grávidas Estudantes (cont.) • As mães estudantes cujos filhos tenham até 3 anos de idade gozam: – Um regime especial de faltas consideradas justificadas, sempre que devidamente comprovadas para consultas pré-natais, período de parto, amamentação doença e assistência aos filhos; – Adiamento da apresentação ou entrega de trabalhos e da realização em data posterior de testes sempre que, por algum dos fatos indicados na alínea anterior, seja impossível o cumprimento dos prazos estabelecidos ou a comparência aos testes;
  45. 45. Pai • O pai tem uma licença de 5 dias úteis, seguidos ou interpolados a gozar obrigatoriamente no primeiro mês a seguir ao nascimento do filho. • O pai tem ainda direito a gozar, em vez da mãe trabalhadora, o período de licença desta, ou que ainda faltar, quando a mãe ficar incapaz ou em caso de decisão conjunta. • Caso a mãe morra, o período mínimo de licença do pai é de 30 dias ou o que faltar para concluir o período de licença de maternidade. • Se a mãe que não trabalha morrer ou ficar incapaz no período de 120 dias depois do parto, tem o pai trabalhador a licença a que se referem os dois parágrafos anteriores.
  46. 46. Domínio da Saúde
  47. 47. Direito á assistência médica • É assegurado á mulher o direito de efectuar gratuitamente consultas e ainda exames aconselhados pelo seu médico assistente durante a gravidez, em como no decurso de 60 dias após o parto; • O internamento hospitalar ocorre durante o período referido no numero anterior é gratuito; • No decurso do período de gravidez, e em função desta serão igualmente assegurados ao outro progenitor os exames considerados indispensáveis pelo médico assistente da grávida; (Artigo 5º - Lei nº70/2000 de 4 de Maio)
  48. 48. Responsabilidades dos Serviços de Saúde • Incumbe aos serviços de saúde relativamente á mulher grávida, sem cargos para esta: – Assegurar as atividades necessárias para uma assistência eficiente e humanizado, na preparação e no acompanhamento clinico da gravidez; – Assegurar o transporte de gravidas e recémnascidos, em situação de risco, com utilização de mios próprios ou em colaboração com os outros serviços;
  49. 49. Responsabilidades dos Serviços de Saúde (cont.) • Desenvolver, em cooperação com as escolas, autarquias locais e outras entidades publicas e privadas, acções de informação e esclarecimento sobre a importância do planeamento familiar, da consulta pré-concepcional, da vigilância médica da gravidez, da preparação para o parto, do parto assistido, das vantagens do aleitamento materno e dos cuidados com o recém-nascido. (Artigo 6º - Lei nº70/2000 de 4 de Maio)
  50. 50. Aborto • A alínea e) do n.º 1 do artigo 142.º do Código Penal em Portugal permite a interrupção da gravidez até às 10 semanas a todas as mulheres grávidas que o solicitem, desde que realizado em estabelecimento de saúde oficial ou oficialmente reconhecido. o Quem pode solicitar uma interrupção da gravidez? Apenas a própria mulher poderá fazer o pedido de interrupção da gravidez, salvo no caso de ser psiquicamente incapaz. o Quem pode fazer a interrupção da gravidez? A interrupção da gravidez só pode ser realizada por médico, ou sob sua orientação e com o consentimento da mulher. o As mulheres estrangeiras poderão fazer uma interrupção da gravidez em Portugal? As mulheres imigrantes têm os mesmos direitos de acesso à interrupção da gravidez, independentemente da sua situação legal.
  51. 51. Domínio Social
  52. 52. • Toda a grávida tem direito a: – Caixas especiais ou filas com prioridade de atendimento á grávida; – Estacionamento prioritário para grávidas em certos parques de estacionamento; – Transportes públicos com lugares específicos para que a grávida se sente em segurança;
  53. 53. Instituições de Apoio á grávida • http://www.pav.org.pt/ - Apoio á vida: apoio a grávidas com dificuldades - 800 20 80 90; • http://demaeparamae.pt/directorio/reportage ns/ajuda-mae - De mãe para mãe; • http://bemvindo.org.br/home/ - Bem Vindo: Grupo de apoio a gestantes e adolescentes; • http://www.centrodamae.pt/associacao.html - Centro da Mãe: Centro de Ação Social;
  54. 54. No momento em que uma criança nasce, a mãe também nasce. Ela nunca existiu antes. A mulher existia, mas a mãe, nunca. Uma mãe é algo absolutamente novo.
  55. 55. Trabalho elaborado por: • Cláudia Sofia nº 48308 • Joana Nunes nº 49140 • Isabel Pinto nº 48484
  56. 56. Bibliografia  Considerações gerais sobre a gravidez, in http://anpuh.org/anais/wpcontent/uploads/mp/pdf/ANPUH.S22.019.pdf; Novembro/2013.  Cuidados a ter na gravidez, in http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/informacoes+uteis/gravi dez+e+sexualidade/viveragravidezemsaude.htm; Novembro/2013.  Legislação da grávida, in http://www.cite.gov.pt/pt/acite/proteccao.html; Novembro/2013  Legislação do Aborto, in http://www.aborto.com/; Novembro/2013

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