Aula assistência de enfermagem no puerperio imeditato

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Aula assistência de enfermagem no puerperio imeditato

  1. 1. Assistência de enfermagem no puerpério imediato (1º ao 10º dia) Enf. Profª Viviane D. da Silva
  2. 2. Início do puerpério • Inicia-se 1 a 2 horas após a saída da placenta e tem o termino imprevisto, pois enquanto a mulher amamentar ela estará sofrendo modificações da gestação (lactância); Duração de 06 a 08 semanas. Duração de 06 a 08 semanas.
  3. 3. • A 1º e 2º hora após o delivramento devem ser passadas no CO ou sala de PP, pois podem ocorrer hemorragias;
  4. 4. • Passado este período inicial estando formado o globo de segurança de Pinard (útero ao nível da cicatriz umbilical e firmemente contraído), pode ser encaminhada ao Alojamento Conjunto, após ter seus SSVV avaliados e anotados.
  5. 5. • Durante este período controlar os SSVV maternos (pulso, pressão arterial, temperatura) involução uterina e perdas sanguíneas a cada 15 min. • Se durante este período a involução uterina não se mantém e reaparecer a perda de sangue, deve-se massagear o útero tantas vezes quanto for necessária
  6. 6. Causas das hemorragias pós parto: • atonia uterina, retenção de restos placentários, lacerações cervicais e vaginais. •A amamentação precoce estimula a liberação de ocitocina, o que promove a involução uterina, reduzindo o sangramento vaginal
  7. 7. Controles Maternos pela enfermagemControles Maternos pela enfermagem Verificação diária do estado físico geral da puérpera quanto a: Sinais vitaisSinais vitais: pulso, PA, temp., estado das mucosas, hidratação • Ligeiro aumento da temperatura axilar (36,8º - 37,9º) e calafrios nas primeiras 24 horas sem necessariamente ser um processo infeccioso. Mas exige atenção
  8. 8. • Hemorróidas podem estar agravadas devido ao esforço,causando desconforto e impedindo o bom esvaziamento intestinal; • Em cesáreas soma-se o íleo paralítico pela manipulação da cavidade abdominal; • Podem ocorrer traumas na uretra ocasionando desconforto na micção e retenção urinária. Observar e anotar eliminações fisiológicas de urina e fezes
  9. 9. Membros inferiores • Pesquisar sinais de trombose venosa profunda: relato de dores em MMII e edema súbito. Identificar aparecimento de sinais flogísticos.
  10. 10. Deambulação • Estimular a deambulação o mais precoce possível, e/ou exercícios passivos ou ativos Objetivo: evitar o tromboembolismo. Após o parto ocorre aumento das plaquetas e fibrinogênio, razão para se preocupar com imobilização prolongada no leito
  11. 11. Higiene • Após iniciada a deambulação e estando bem, deve-se estimular o banho de chuveiro. • Não há necessidade de substancias antissepticas na região perineal • Em cesarianas proteger o curativo no primeiro dia. • Episiorrafia lavar após eliminações.
  12. 12. Genitália • Inspecionar região perineal com atenção especial aos lóquios (cor, cheiro e fluxo) • até o 5º dia - lóquios sanguineos • Do 5º ao 10º dia – lóquios serossanguinolentos • Por volta do 10º dia - lóqios seroso • Cheiro é característico. Lóquios fétidos pode ser quadro infeccioso
  13. 13. • Achado de edemas, equimoses e hematomas implica na necessidade de aplicação de frio no local, com bolsa de gelo nas primeiras 24 horas.
  14. 14. Abdômen • Identificação de vísceras aumentadas e/ou dolorosas. • Verificar ferida cirúrgica se cesária; • Ausculta de ruídos hidroaéreos • Verificar involução uterina (após o parto na altura da cicatriz umbilical; regride aprox. 1 cm ao dia)
  15. 15. Estado das Mamas • Observar e anotar: consistência, temperatura, conformação dos mamilos, sinais de apojadura) • Recomendar uso do sutiã p/ maior conforto; • O colostro já está presente no momento do parto. A descida do leite ocorre entre o 1 e 3º dia pos parto. O bebê deve ser colocado ao peito logo após o nascimento para que haja liberação de ocitocina e prolactina, com consequente producão e liberação do leite • Identificar deformidades no mamilo ou fissuras: ocasionadas pela pega inadequada, favorecem o ingurgitamento e prejudicam o aleitamento. Mastites e abcessos necessitam atenção especial
  16. 16. Alta hospitalar • Nas que estão bem a alta pode ser concedida após 24 horas e cesárias 48 horas. • Não deve ser dado alta sem conhecimento da classificação saguínea da mãe. • Mães com fator Rh negativo, não sensibilizadas e com RN Rh positivo e Coombs negativo, utiliza-se a imunoglobulina anti-D, nas primeiras 72 horas.
  17. 17. Orientações de enfermagem para a alta hospitalar • Importância da hipertemia; • Característica dos lóquios; • Estado da episiorrafia e/ outras suturas • Afecções das mamas • Nutrição e higiene • Atividade física • Importância da consulta de revisão puerperal • Certificar-se que o cartão da gestante tenha sido preenchido.
  18. 18. Revisão puerperal • Precoce: Agendado em torno do 7º ao 10º dias de puerpério, na unidade de saúde mais próxima, incluindo a criança e o companheiro • Tardia: até 42 dias.
  19. 19. Atividade em sala: Responda as questões a seguir • 1. Quais são as características que devem ser avaliadas pela enfermagem nos lóquios?
  20. 20. • 2. Uma puerpera está com 12 horas pós parto normal com episio. • Ela lhe chama e refere sentir dor na região genital. Descreva em detalhes o que você vai fazer.
  21. 21. 3. Ao verificar os sinais vitais da puérpera A da enfermaria B, você identificou: PA – 80/40 mmHg, P- 124 bat./min., T- 35,2º C e R- 27 mov/min. • O que pode estar acontecendo com ela? •Qual a sua atitude frente a situação?
  22. 22. 4. Assinale a alternativa errada (incorreta): •A. a primeira e segunda hora após a dequitação (saída da placenta) são as que mais devem observadas pela enfermagem, devendo-se avaliar as perdas sanguíneas constantemente, pois neste período é que mais pode ocorrer problemas como hemorragia. •B. A altura uterina deve ser avaliada pela enfermagem no mínimo duas vezes ao dia ou mais se houver necessidade, registrando no prontuário quantos dedos está acima, na altura ou abaixo da cicatriz umbilical. •C) A massagem no útero no puerperio imediato é indicada para acelerar a involução uterina e só deve ser feita quando prescrita pelo médico. •D. Deve-se estimular a deambulação o mais precoce possível, e/ou exercícios passivos ou ativos enquanto a mulher não puder deambular para evitar o tromboembolismo.
  23. 23. 5. Faça um relatório de enfermagem de uma puérpera nesta situação
  24. 24. 6. Quais Sao as orientações para a alta de uma puérpera?

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