Sumário
 Definição de endoscopia;
 Causas para a realização da Endoscopia
Digestiva Alta;
 Preparação para o exame;
 D...
Definição de Endoscopia
A endoscopia digestiva alta, também
chamada gastroenteroscopia ou
simplesmente endoscopia, permite...
 É realizado através da introdução de um
instrumento flexível pela boca com
iluminação central que permite a
visualização...
Causas mais comuns para a
realização da EDA
 Náuseas e vómitos;
 Dispepsia ou azia;
 Hematemeses ou Melenas;

 Disfagi...
Preparação para o exame
 É importante que o estômago esteja
vazio para permitir a visualização de
toda a área do órgão e ...
 Os utentes que tomam medicação específica
podem ser orientados a modificar as doses ou até
mesmo suspendê-los vários dia...
 Verificar o estudo de coagulação;

 Determinar o grupo sanguíneo;
 Providenciar vestuário próprio para o exame;
 Colo...
Descrição do Exame
 Doente encontra-se deitado confortavelmente e
descontraidamente para o lado esquerdo;
 É colocada um...
 Normalmente procede-se a anestesia
dada com um líquido ou gel que se
colocam na boca ou na ponta do tudo
flexível (Xiloc...
 O exame por norma, tem uma duração de
cerca de 3 a 5 minutos dependendo se é
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 Durante o exame o médico pode observar na
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Endoscopia com Sedação
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terapêuticos de vias digestivas alta e baixa são
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Riscos e Complicações
 Hemorragias (principalmente após
colheita de amostras de tecido);
 Perfurações;
 Reacção aos sed...
Cuidados e intervenções de
enfermagem após o exame
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decurso do exame e questionar a...
 Após uma EDA dar especial atenção a
possíveis alterações abdominais, por
exemplo: uma defesa da parede;
 Vigiar o local...
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O que é?
Indicações para exame;
Colonoscopia com ou sem sedação;
Tipos de colonoscopia;
...
O que é?
A colonoscopia é uma exploração visual interna, da mucosa e
lúmen do cólon e recto e da parte terminal do intesti...
Indicações para exame
 Exame de rastreio para o cancro de cólon.
 Investigação de:
• Hemorragia digestiva baixa;
• Alter...
 Exame de acompanhamento de utentes com
pólipos intestinais;
 Confirmação de resultados anormais obtidos
em outros exame...
Colonoscopia com e sem sedação
 O recurso á sedação, no decurso da
colonoscopia, depende de vários factores:
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 Normalmente, quando
requerida, é utilizada uma
sedação mínima:
• Propofol, IV (200mg)

 A sedação tem como principais
a...
Tipos de colonoscopias
 Colonoscopia Total;
 Colonoscopia parcial:
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Sigmoidoscopia;
Rectosigmoidoscopia...
Colonoscopia Total
Exame endoscópico efectuado ao cólon na
sua totalidade.
Procedimento:
 O utente é colocado em DLE, com...
Colonoscopia parcial
Esquerdas
 Sigmoidoscopia: Exame efectuado ao recto e
ânus.

 Rectosigmoidoscopia

ou

proctoscopia...
Colonoscopia virtual por TAC
 É efectuado um exame de TAC
abdominal e pélvico;
 Alternativa menos invasiva, com baixo
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Colonoscopia por RM
 Com esta técnica a distensão intestinal é
feita com soro fisiológico e contraste;

 As imagens orig...
Colonoscopia por RX (clister opaco)
É feita para visualizar a posição dos
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A preparação c...
Colonoscopia por RX (clíster opaco)
Procedimento:
 O meio de contraste radiológico (Bário) é
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Colonoscopia por vídeo cápsula
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simples, seguro e não invasivo.
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Colonoscopia por vídeo cápsula
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Descrição do exame
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A colonoscopia realiza-se com o utente
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Após o exame
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Riscos e Complicações
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Intervenções de Enfermagem
Pós-Procedimento
• Avaliar os Sinais Vitais e estado de consciência;
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Bibliografia
 POTTER P; PERRY A; ELKIN M.
Intervenções de Enfermagem e
Procedimentos Clínicos; 2ª Ed.;
Lusociência, Loure...
Sitografia
• Colonoscopia, in
http://www.clinicasantatecla.pt/uploaded/File/colo
noscopia.pdf; Setembro/2013;
• Indicações...
Sitografia (cont.)
• Endoscopia Digestiva Alta, in
www.abcdasaude.com; Setembro/2013;
• Prevenção de Complicações, in
http...
ESS Jean Piaget – Vila Nova de Gaia
 Unidade Currícular: Enfermagem
Médico-Cirúrigica e Especialidades
 Professora: Marg...
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Endoscopia colonoscopia

  1. 1. Sumário  Definição de endoscopia;  Causas para a realização da Endoscopia Digestiva Alta;  Preparação para o exame;  Descrição do exame;  Riscos ou complicações referente ao exame  Cuidados e intervenções de enfermagem após o exame;
  2. 2. Definição de Endoscopia A endoscopia digestiva alta, também chamada gastroenteroscopia ou simplesmente endoscopia, permite ao médico examinar a mucosa da parte superior do trato gastrointestinal, que inclui esófago, estômago e parte do duodeno. É um exame indicado para avaliação diagnóstica e tratamento de algumas doenças.
  3. 3.  É realizado através da introdução de um instrumento flexível pela boca com iluminação central que permite a visualização de todo o trajecto examinado.  O exame pode ser realizado com anestesia tópica (um spray anestésico na garganta) ou com sedação, utilizando medicação administrada por via endovenosa.
  4. 4. Causas mais comuns para a realização da EDA  Náuseas e vómitos;  Dispepsia ou azia;  Hematemeses ou Melenas;  Disfagia ou odinofagia;  Acompanhamento de tumores ou pólipos previamente diagnosticados;
  5. 5. Preparação para o exame  É importante que o estômago esteja vazio para permitir a visualização de toda a área do órgão e para diminuir o risco de aspiração;  Manter o doente em jejum absoluto por 6/8 horas antes do exame;
  6. 6.  Os utentes que tomam medicação específica podem ser orientados a modificar as doses ou até mesmo suspendê-los vários dias antes do exame;  Fornecer informação necessária ao utente;  Ajudar o utente perante algum desconforto;  Incentivar a colaboração da família;  O utente deve fazer-se acompanhar de todos os exames e análises complementares de diagnóstico;  Promover o consentimento informado;  Promover hidratação adequada;
  7. 7.  Verificar o estudo de coagulação;  Determinar o grupo sanguíneo;  Providenciar vestuário próprio para o exame;  Colocação de pulseira de identificação;  Criar um acesso venoso;  Administrar pré-medicação, segundo prescrição médica;  Sugerir ao utente para urinar;  Pedir para retirar próteses dentárias, brincos, anéis, etc;  Monitorizar sinais vitais.
  8. 8. Descrição do Exame  Doente encontra-se deitado confortavelmente e descontraidamente para o lado esquerdo;  É colocada uma pequena peça de plástico entre os dentes para manter a boca aberta sem esforço;
  9. 9.  Normalmente procede-se a anestesia dada com um líquido ou gel que se colocam na boca ou na ponta do tudo flexível (Xilocaína) que tem como objectivo diminuir o reflexo natural do vómito;  Poderá ser necessário administrar-se medicação EV conforme a necessidade do exame.  O endoscópio é introduzido lentamente;
  10. 10.  O exame por norma, tem uma duração de cerca de 3 a 5 minutos dependendo se é apenas um diagnóstico ou um tratamento (ex.: biópsia) ;  Durante o exame o utente poderá ter uma sensação de estômago cheio devido à elevada quantidade de ar que é introduzido para poder ter uma boa observação, em que no final, esse ar será aspirado;
  11. 11.  Durante o exame o médico pode observar na mucosa uma lesão, há qual será retirada uma porção para analisar (biópsia). Esta recolha é feita por uma pinça própria que é introduzida num local adequado do aparelho;  Se o médico observar um pequeno crescimento anormal na parede da mucosa (pólipo) procede á sua remoção durante o exame.  Depois de feita a observação, o aparelho é retirado suavemente e sem dor.
  12. 12. Endoscopia com Sedação  Em geral, os procedimentos diagnósticos e terapêuticos de vias digestivas alta e baixa são realizados com sedação moderada;  O risco de sedação está relacionado com o tipo de paciente e o tipo de procedimento;  Os pacientes com doenças prévias, como cardiovasculares, respiratória e obesidade mórbida, estão em especial risco durante a sedação.
  13. 13. Riscos e Complicações  Hemorragias (principalmente após colheita de amostras de tecido);  Perfurações;  Reacção aos sedativos: apneia e reacções anafilácticas;  Complicações cardíacas: arritmias;  Complicações pulmonares: aspiração, infecções;
  14. 14. Cuidados e intervenções de enfermagem após o exame  Obter informação aos técnicos sobre o decurso do exame e questionar ao utente como se sente;  Fazer respeitar o repouso no leito, segundo as indicações do médico;  Vigiar os sinais vitais e o estado geral( dores, náuseas);
  15. 15.  Após uma EDA dar especial atenção a possíveis alterações abdominais, por exemplo: uma defesa da parede;  Vigiar o local da punção para despiste de hemorragias ou sinais inflamatórios;  Em caso de analgesia e/ou anestesia local (spray, não deixar o utente ingerir alimentos sólidos ou líquidos durante algumas horas).
  16. 16.             Sumário O que é? Indicações para exame; Colonoscopia com ou sem sedação; Tipos de colonoscopia; Intervenções de Enfermagem pré-procedimento; Preparação intestinal; Material utilizado; Descrição do exame; Intervenções de Enfermagem intra-procedimento; Após o exame; Riscos do exame; Intervenções de Enfermagem pós-procedimento;
  17. 17. O que é? A colonoscopia é uma exploração visual interna, da mucosa e lúmen do cólon e recto e da parte terminal do intestino delgado.  Exame endoscópico de todo o cólon com a utilização de um colonoscópio, tubo provido de fibras ópticas, introduzido no recto.
  18. 18. Indicações para exame  Exame de rastreio para o cancro de cólon.  Investigação de: • Hemorragia digestiva baixa; • Alterações nos hábitos intestinais; • Dor abdominal crónica e sem causa aparente;
  19. 19.  Exame de acompanhamento de utentes com pólipos intestinais;  Confirmação de resultados anormais obtidos em outros exames, como radiografias, TAC ou Ressonância Magnética.  Seguimento/controlo de doenças inflamatórias intestinais, como colites ulcerosas, doença de Crohn e cancro do cólon.
  20. 20. Colonoscopia com e sem sedação  O recurso á sedação, no decurso da colonoscopia, depende de vários factores: • • • • • • Preferência do doente; Idade; Situação física e/ou emocional; Doença coexistente; Tipo e duração do procedimento; Recuperação no pós-procedimento;
  21. 21.  Normalmente, quando requerida, é utilizada uma sedação mínima: • Propofol, IV (200mg)  A sedação tem como principais acções: • Alívio da Ansiedade; • Assegurar a função cardiorespiratória, durante o procedimento;
  22. 22. Tipos de colonoscopias  Colonoscopia Total;  Colonoscopia parcial: • • • •     Sigmoidoscopia; Rectosigmoidoscopia/proctoscopia; Ileoscopia; Jejunoscopia; Colonoscopia virtual por TAC; Colonoscopia por RM; Colonoscopia por RX (clister opaco); Colonoscopia por vídeo cápsula;
  23. 23. Colonoscopia Total Exame endoscópico efectuado ao cólon na sua totalidade. Procedimento:  O utente é colocado em DLE, com os joelhos flectidos;  Introduz-se o endoscópio pelo ânus após lubrificação;  O utente pode ser colocado em supinação após a passagem do endoscópio pela junção sigmóide;  Pedir ao utente para se manter relaxado durante o exame;
  24. 24. Colonoscopia parcial Esquerdas  Sigmoidoscopia: Exame efectuado ao recto e ânus.  Rectosigmoidoscopia ou proctoscopia: Exame efectuado ao recto e ânus. Direitas  Ileoscopia: Permite uma exploração visual da mucosa e lúmen, do íleo (parte terminal do intestino delgado)  Jejunoscopia: Permite uma exploração visual da mucosa e lúmen do jejuno (parte intermédia do intestino delgado)
  25. 25. Colonoscopia virtual por TAC  É efectuado um exame de TAC abdominal e pélvico;  Alternativa menos invasiva, com baixo risco de radiações;  Toda a superfície do cólon é observada: detecção de pólipos, neoplasias, quistos e lesões inflamatórias;  Tem a vantagem de fornecer uma imagem tridimensional, obtida através de um detector de radiação;  Pode ser administrado meio de contraste endovenoso;
  26. 26. Colonoscopia por RM  Com esta técnica a distensão intestinal é feita com soro fisiológico e contraste;  As imagens originais são submetidas a um programa de computador que produz uma imagem tridimensional do cólon.
  27. 27. Colonoscopia por RX (clister opaco) É feita para visualizar a posição dos movimentos e enchimento do cólon. A preparação clínica, incluí:  Colocar o utente com uma dieta pobre em resíduos ou líquidos dos dias anteriores;  Administrar um laxante e um preparado líquido oral para limpar o intestino, no dia do exame;
  28. 28. Colonoscopia por RX (clíster opaco) Procedimento:  O meio de contraste radiológico (Bário) é instalado por via rectal e as radiações são obtidas com ou sem fluoroscopia;  O procedimento é desconfortável e cansativo para o utente;
  29. 29. Colonoscopia por vídeo cápsula  É um exame de diagnóstico simples, seguro e não invasivo.  Permite visualizar todos os segmentos do intestino grosso.  Capta as imagens e regista-as através de sensores aplicados no corpo do utente e de um receptor que é colocado na sua cintura.
  30. 30. Colonoscopia por vídeo cápsula Esta cápsula é ingerida com alguns golos de água e avança ao longo do tubo digestivo, propulsionada pelos movimentos digestivos normais, captando simultaneamente as imagens do revestimento intestinal (em media, 4 imagens por segundo). Ao fim de cerca de 10 horas, os sensores e o dispositivo são removidos e as imagens são processadas e visualizadas num monitor.
  31. 31. Durante este procedimento, o utente poderá realizar a sua vida normal, não sendo necessário permanecer no hospital. A cápsula será eliminada naturalmente com as fezes, passadas 24/72 horas da sua deglutição.
  32. 32. Intervenções Pré-Procedimento  Avaliar os conhecimentos do doente sobre o procedimento; •    Informar como pode colaborar no exame; Informar sobre os sinais e sintomas que possa sentir; Alertar para a necessidade de acompanhamento: •    Explicar ao doente e acompanhante no que consiste o procedimento, o que vai acontecer, onde e quem o vai realizar, duração e quem estará presente. Em caso de sedação, o utente não poderá conduzir. Promover o consentimento informado; Escutar o doente; Realizar ensinos ao utente: • Acerca de: Cólicas, refeições, condução, entre outros.  Detectar se há alergias ao anestésico/desinfectante para diminuir o risco de complicações;  Recolher exames anteriores;  Certificar que o utente se encontra em jejum e realizou a limpeza do intestino; • Verificar a hora da última refeição.
  33. 33. Intervenções Pré-Procedimento (cont.)     Realizar toque terapêutico para ajudar a acalmar e a relaxar o utente; Disponibilizar vestuário adequado á intervenção; Respeitar privacidade do utente; Promover o conforto: • Manter o doente quente e confortável.  Preparar a sala e reunir todo o material necessário e adequado ao exame: • Incluindo o carro de emergência.  Avaliar os Sinais Vitais e o Estado de Consciência;  Permeabilizar veia: • Quando usada sedação. • Preparação dos anestésicos locais.  Posicionar em decúbito lateral esquerdo: • Com a perna direita flectida.
  34. 34. Preparação Intestinal  Um cólon limpo permite a realização de um exame completo com maior facilidade, rapidez e segurança, a visualização e eventual tratamento de lesões, mesmo de pequenas dimensões; • Uma colonoscopia num doente com má preparação, pode tornar o exame mais demorado, com maior riscos de complicações e atrasar o diagnostico;
  35. 35. A preparação do cólon pode ser feita com vários produtos. Deve seguir-se cuidadosamente as indicações para a preparação intestinal:  Dietas líquidas sem resíduos e laxantes, por via oral, são introduzidas, normalmente, dois dias antes do exame;  O preparo final, com soluções orais, que promovem a lavagem e a limpeza intestinal, varia de acordo com a preferência e a experiência do Serviço;
  36. 36. Descrição do exame • A colonoscopia realiza-se com o utente normalmente deitado em decúbito lateral esquerdo com a perna direita flectida, com eventual mudança para decúbito dorsal; • O médico será capaz de ver várias anormalidades que possam estar presentes. • Se necessário, podem ser colectadas pequenas amostras de tecido (biópsia) durante o exame para análise laboratorial detalhada;
  37. 37. Material a utilizar no procedimento        Colonoscópio; Campo esterilizado; Luvas esterilizadas; Lidocaína-gel; Compressas; Dinamap; Frascos para recolha de amostras com rótulo;  Carro de emergência • Caso o procedimento seja com sedação;
  38. 38. Intervenções de Enfermagem intraprocedimento  Avaliar os sinais vitais e Estado de consciência;  Mostrar-se disponível para o utente e as suas questões;  Realizar toque terapêutico para ajudar a acalmar e a relaxar o utente;  Estar atento a quaisquer reacções adversas/complicações e comunicar ao médico;  Se o utente apresentar sinais de choque/alerta, interromper o exame;  Promover o conforto:  Manter o doente quente e confortável.
  39. 39. Descrição do exame (cont.)  O endoscópio contém canais que permitem a lavagem, a insuflação de ar (para melhor visualização) e a realização de biópsias (ou de outras pinças ou ansas conforme as técnicas). As biopsias não são dolorosas; • Após introduzir o ar através do endoscópio, para distender o cólon, pode sentir-se um leve desconforto com esta distensão. Se o exame for realizado com sedação, o desconforto acima referido é atenuado ou não se evidencia. • Alertar sempre o médico ou enfermeiro para qualquer desconforto durante a realização do exame.
  40. 40. Após o exame  O utente dever ingerir grandes quantidades de alimentos líquidos.  Poderá sentir sonolência, cólicas abdominais relacionadas com a insuflação de ar no intestino durante o exame, náuseas e vómitos devido à medicação sedativa.  A primeira refeição deverá ser ligeira e branda. Se o exame foi realizado com sedação o utente só devera abandonar o local após indicação medica. É importante que informe o médico se tiver dor abdominal forte, hemorragia intestinal em maior quantidade, febre ou vómitos, incómodos nas horas ou dias que se seguem à colonoscopia.
  41. 41. Riscos e Complicações As complicações da colonoscopia podem ser divididas em complicações relacionadas ao preparo, a sedação e a procedimentos diagnósticos ou terapêuticos.  O uso do preparo intestinal pode ocasionar: • • • • • Tonturas; Náuseas; Vómitos; Cólicas intestinais; Desidratação: • Desequilíbrio hidro-eletrolítico . • Distensão abdominal: • Ocorre raramente.
  42. 42. Riscos e Complicações (cont.)  As medicações empregadas na sedação podem provocar reacções locais como: flebite, diminuição na oxigenação sanguínea, alterações no ritmo cardíaco e na pressão arterial sistémica. • Estes efeitos são constantemente monitorizados durante o exame, estando a equipa habilitada para o tratamento imediato de qualquer uma dessas complicações.  As complicações mais frequentes são:  Perfuração:  Requer tratamento cirúrgico.  Hemorragia:  Pode ser tratado por hemostasia endoscópica.
  43. 43. Intervenções de Enfermagem Pós-Procedimento • Avaliar os Sinais Vitais e estado de consciência; • Informar o utente, e, posteriormente, o acompanhante, acerca da conclusão do exame; • Colaborar na higiene pessoal: • Quando usados lubrificantes; • • Assegurar o inicio da dieta, sem intercorrências; Estar atento a quaisquer sintomas identificativos de complicações do exame; • Enviar colheita de espécimes, devidamente identificada, para análise; • Reforçar ensinos ao utente: • Acerca de: Cólicas, refeições, condução, entre outros. • Elaborar carta de alta;
  44. 44. Bibliografia  POTTER P; PERRY A; ELKIN M. Intervenções de Enfermagem e Procedimentos Clínicos; 2ª Ed.; Lusociência, Loures, 2005.  POTTER P; PERRY A; Fundamentos de Enfermagem: Conceitos e Procedimentos; 5ª Ed.; Lusociência, Loures, 2006.  PHIPS. Enfermagem Médico-Cirúrgica; 8ª Edição; Lusociência, Loures, 2010.
  45. 45. Sitografia • Colonoscopia, in http://www.clinicasantatecla.pt/uploaded/File/colo noscopia.pdf; Setembro/2013; • Indicações para exame, in http://saude.sapo.pt/saude-medicina/checkupprevencao/examesdiagnostico/colonoscopia.html; Setembro/2013 • Colonoscopia, in http://www.mdsaude.com/2012/07/colonoscopia. html; Setembro/2013 • Preparação para exame, in http://www.hppboavista.pt/pt/ExamesDiagnostico /Paginas/Colonoscopia.aspx; Setembro/2013
  46. 46. Sitografia (cont.) • Endoscopia Digestiva Alta, in www.abcdasaude.com; Setembro/2013; • Prevenção de Complicações, in http://www.abc.med.br/p/exames-eprocedimentos/334070/endoscopia+digest iva+alta+como+e+o+exame.htm; Setembro/2013; • Endoscopia Digestiva Alta, in http://saude.sapo.pt/saudemedicina/checkup-prevencao/examesdiagnostico/endoscopia.html; Setembro/2013;
  47. 47. ESS Jean Piaget – Vila Nova de Gaia  Unidade Currícular: Enfermagem Médico-Cirúrigica e Especialidades  Professora: Margarida Ferreira  Trabalho elaborado por: • Cláudia Sofia Santos nº 48308 • Joana Nunes nº 49140 • Marlene Magalhães nº 48546 • Sara Mota nº 48428

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