Gravidez na Adolescência

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Gravidez na Adolescência

  1. 1. Gravidez na adolescência<br />Trabalho realizado por:<br />José Miguel Sousa Silva Nº11 8ºA<br />Maria de Lurdes Matos Nunes Marrinhas Nº12 8ºA<br />Nicole Cunha Henriques Nº14 8ºA<br />8ºA<br />ÁREA DE PROJECTO<br />Março 2009<br />Agrupamento de Escolas da MurtosaESCOLA E.B. 2/3 com SECUNDÁRIO Padre António Morais da Fonseca<br />
  2. 2. Subtemas:<br />Sintomas da gravidez; <br />Gravidez arriscada na adolescência;<br />Aborto induzido;<br />Cesariana;<br />Cuidados pós parto;<br />Amamentação;<br />
  3. 3. Sintomas da gravidez<br />A falta do período menstrual.<br />A alteração do tamanho e da sensibilidade dos seios.<br />Náuseas e vómitos.<br />Cansaço e fadiga.<br />Vontade de urinar.<br />Alterações do gosto e do cheiro.<br />
  4. 4. Gravidez arriscada na adolescência<br />Denomina-se gravidez na adolescência, a gestação ocorrida em jovens até 21 anos que encontram-se, portanto, em pleno desenvolvimento dessa fase da vida – a adolescência. Esse tipo de gravidez em geral não foi planeada nem desejada e acontece em relacionamentos sem estabilidade. <br />
  5. 5. Gravidez arriscada na adolescência<br />Cabe destacar que a gravidez precoce não é um problema exclusivo das raparigas. Não se pode esquecer que embora os rapazes não possuam as condições biológicas necessárias para engravidar, um filho não é concebido por uma única pessoa. <br />Se é à rapariga, que cabe a difícil missão de carregar no ventre, o filho, durante toda a gestação, de enfrentar as dificuldades e dores do parto e de amamentar o bebé após o nascimento, o rapaz não pode se excluir das suas responsabilidades como pai. <br />
  6. 6. Gravidez arriscada na adolescência<br />Quando uma adolescente engravida, não é apenas a sua vida que sofre mudanças. O pai, assim como as famílias de ambos também passam pelo difícil processo de adaptação a uma situação imprevista e inesperada.<br />
  7. 7. Aborto induzido<br />O aborto induzido, também denominado por aborto provocado ou interrupção voluntária da gravidez, ocorre pela ingestão de medicamentos ou por métodos mecânicos. <br />A ética deste tipo de abortamento é fortemente contestada em muitos países do mundo mas é conhecido como uma prática legalmente reconhecida em outros locais do mundo, sendo inclusive suportada pelo sistema público de saúde. <br />Os dois polos desta discussão passam por definir quando o feto ou embrião se torna humano ou vivo (se na concepção, no nascimento ou em um ponto intermediário) e na primazia do direito da mulher grávida sobre o direito do feto ou embrião.<br />
  8. 8. Cesariana<br />A cesariana é uma técnica cirúrgica para retirar um feto de dentro do útero. <br />Constitui-se num corte feito na pele acima da linha dos pêlos púbicos, abrindo-se a parede abdominal e, depois, a parede uterina. <br />A incisão da pele e do útero pode ser transversal ou longitudinal. A mais utilizada actualmente é a transversal.<br />
  9. 9. Cesariana<br />A maioria das cesarianas são realizadas por progressão lenta do trabalho de parto. Entre outras indicações temos também o sofrimento fetal agudo, as desproporções entre o tamanho do feto e da bacia óssea materna, placenta prévia, lesão por herpes activa no momento do trabalho de parto, feto em posição pélvica ou transversal, falha na indução do parto ou na interrupção da gravidez.<br />
  10. 10. Cuidados pós parto<br />HIGIENE <br /> Quando a mãe se sentir segura de que pode permanecer em pé sem se sentir mal, poderá tomar banho, lavando inclusive os cabelos. Os banhos diários são normais. Não são necessários cuidados especiais para os peitos das mulheres que amamentam. É importante o uso de absorvente genital pós-parto, e eles devem ser trocados com frequência. Absorventes internos podem ser utilizados assim que a região genital cicatrizar, ao redor de 2 semanas após o parto normal, ou 3 semanas após o parto com episiotomia. <br />
  11. 11. Cuidados pós parto<br />HÁBITOS <br /> A mãe não deve fumar ou utilizar drogas ilícitas, principalmente se estiver a amamentar. Deve procurar organizar uma rotina, dividindo tarefas que não dependam essencialmente de sua presença, para poder se dedicar mais ao recém-nascido. <br /> As visitas, tanto na maternidade como em casa, não devem ser frequentes ou prolongadas, pois trazem transtornos à rotina da mãe e do bebé. <br />
  12. 12. Cuidados pós parto<br />DEPRESSÃO PÓS-PARTO <br />É comum que, ao assumir uma nova identidade, a mulher se sinta insegura quanto às responsabilidades de criar o filho, quanto ao sucesso da amamentação e às mudanças físicas pelas quais está a passar. Ocorrem mudanças na sua rotina e nas suas outras actividades, sendo muitas vezes difícil para a mãe conciliar todas estas tarefas. <br />
  13. 13. Cuidados pós parto<br />FUNÇÃO INTESTINAL <br /> Nos primeiros dias pós-parto pode existir uma tendência a persistir a obstipação intestinal que ocorre na gravidez. A evacuação também fica prejudicada pelo receio de dor na região anal, por isso a primeira evacuação após o parto pode demorar alguns dias, principalmente se foi realizada a lavagem intestinal antes do parto. Eventualmente remédios laxativos podem ser receitados. Na região anal, podem aparecer ou se agravarem as hemorróidas, necessitando de cuidados específicos. <br />
  14. 14. Amamentação <br />A amamentação deverá ser o mais natural possível. Os elementos artificiais que usualmente são recomendados, na maioria dos casos, prejudicam o decorrer natural da amamentação. <br />Os mamilos de silicone estão associados a menor produção de leite e as chupetas e tetinas utilizadas precocemente estão na origem da “confusão de mamilos” uma confusão comum do bebé, por não saber distinguir a pega da chupeta e a pega no peito da mãe, sendo a pega correcta a base essencial para uma amamentação bem sucedida.<br />
  15. 15. Fim<br />

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