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VENTILAÇÃO MECÂNICA
Enfª. Res. Hirla Vanessa Araújo
Enfª. Res. Gabriela Freire
Enfª. Res. Mayara Inácio
Enfª. Res. Rebeka Melo
PRONTO SOCORRO CARDIOLÓGICO DE PERNAMBUCO
PROF° LUIZ TAVARES
SEMANA DE ENFERMAGEM
RECIFE – PE
2014
Objetivos
• Descrever brevemente a história da ventilação pulmonar;
• Conhecer quais as principais situações para o uso de
ventilação mecânica;
• Comparar e contrastar os parâmetros modos de ventilação
mecânica comumente usados;
• Descrever os cuidados de enfermagem ao paciente submetido
à ventilação pulmonar mecânica;
• Descrever os princípios gerais do desmame.
• Caracterizar a pneumonia hospitalar e apresentar
os critérios indicados para o diagnóstico;
• Descrever a epidemiologia destacando a pneumonia
associada a ventilação mecânica;
• Caracterizar os níveis de prevenção que evitam a
PAV;
Objetivos
Histórico da ventilação mecânica
• 1970: o pediatra Dr. Joseph D’Ower, em decorrência da obstrução laríngea pela
difteria, desenvolve um aparato para desobstrução da laringe;
• 1900: são iniciados estudos para desenvolvimento de ventiladores mecânicos;
• 1906: a Drager cria o primeiro respirador de resgate – o Pulmotor;
• 1910: o mpedico Chavalier cria o modelo atual de laringoscópio;
• 1916: Ivan Magill desenvolveu o tubo endotraqueal metálico;
• 1926: criado em NY o comitê de reanimação – objetivo – criar o primeiro ventilador
mecânico;
• 1927: o primeiro ventilador mecânico;
Histórico da ventilação mecânica
• O comitê doa $5000 para a pesquisa de Philip Drinker;
• 1933: Bragg-Pulsador, criado pelo físico Willian Henry Bragg: efetuava compressões
intratorácicas intermitentes, empregado em neurocirurgias
• 1951: Kentaro Takaoka , médico brasileiro, cria o primeiro ventilador portátil;
• 1952: epidemia de pólio em Copenhagen; Carl-Gunnar Engstron, médico e engenheiro
suíço, cria o ventilador invasivo por pressão positiva;
• 1956: Forest Bird médico engenheiro e aeronauta, cria o Bird Mark-7;
• 1972: Takuo Aoyagi cria o oxímetro de pulso;
• 1976: Steve Jobs cria o computador que será utilizado em ventiladores;
• 1983: primeiro ventilador com pressão de suporte;
• 1987: a intermed lança o primeiro ventilador brasileiro: o inter-7
PULMOTOR
1º Modelo de Laringoscópio Tubo endotraqueal metálico
Primeiro ventilador portátil
Pulmão de Aço
Epidemia de pólio
Mark-7
Ventilação mecânica
INDICAÇÕES
• Apnéia;
• Hipoxemia e/ou acidose metabólica aguda;
• Desconforto respiratório;
• Atelectasia;
• Fadiga muscular;
• Supressão inspiratória intencional;
• Diminuir consumo de O2;
• Permitir adequada expansão e ventilação
pulmonar;
INDICAÇÕES
Estratégias Ventilatórias
Hiperventilação
Hipertensão
Craniana
Hipoventilação controlada
com hipercapnia
permissiva
SDRA
Parâmetros
• Fração inspirada de O2 (FiO2):
▫ É ajustada para manter a SaO2 > 90%;
▫ Nível elevado de FiO2 < 60% para evitar toxicidade;
▫ As alterações na FiO2 são feitas de acordo com a
gasometria e a SaO2.
• Volume corrente:
▫ É a quantidade de ar a ser entregue a cada respiração;
▫ Recomenda-se de 5 a 8ml/kg de peso corporal.
Parâmetros
• Frequência Respiratória:
▫ Ventilação Minuto = FR x VC;
▫ Ajustes em qualquer um desses parâmetros afetam a PaCO2:
• PEEP:
▫ Impedir o colabamento dos pulmões;
▫ É prática comum utilizar baixos níveis de PEEP (5cmH2O) no paciente intubado;
▫ A PEEP é aumentada quando são necessários níveis de FiO2 superiores a 50%
para atingir valores aceitáveis de SaO2 (90%) ou PaO2 (> 60-70 mmHg).
Quanto VM, PaCO2. Quanto VM, PaCO2!
Parâmetros
• Pico de fluxo:
▫ Velocidade do fluxo de gás expresso em litros/min.
• Limite de pico de pressão inspiratória (PPI):
▫ Alarme de alta pressão.
• Sensibilidade:
▫ Controla a quantidade de esforço do paciente necessária para
iniciar uma inspiração;
▫ Quanto maior a sensibilidade do ventilador, menor é o esforço do
paciente para inspirar.
Parâmetros
• Relação Tempo Inspiratório: Expiratório (I:E)
▫ A maioria dos ventiladores opera com um tempo
inspiratório curto e um tempo expiratório longo;
▫ Em casos de complacência reduzida, a relação I:E
pode ser invertida:
 Melhora a oxigenação prevenindo o colapso alveolar.
Modos ventilatórios
 Modos a volume:
 Frequência respiratória, tempo e o volume corrente
 A/C
 SIMV
 Modos a pressão:
 PPI máxima
 PVC
 PSV
 IRV
 APRV
 VGPO
 PEEP
 CPAP
 BIPAP (não invasivo)
Modos a volume
• Modo controlado:
 Todos os valores devem ser predeterminados:
Frequência respiratória, Volume corrente
 Indicações: apnéicos, comprometimento SNC, parada
cardiorespiratória, supressão respiratória intencional
(sedação e bloqueio neuromuscular), esforço
respiratório é contra indicado.
 Desvantagens: utilizado por tempo prolongado,
enfraquece os músculos respiratórios.
Ventilação mecânica
Assistido ou Assistido/Controlado
• O paciente é responsável pelo inicio do ciclo
inspiratório
• O aparelho fornece volume corrente
• Os valores são igualmente predeterminados
como no modo controlado.
• Nesse caso do disparo do respirador é por
ativação mista
• FR < valores predeterminados, retorno ao modo
controlado
Ventilação mecânica
SIMV: Modo de ventilação mandatória
intermitente sincronizada
• Respiração espontânea
 Frequência respiratória
 Volume corrente
▫ Possibilita que o cliente realize respiração espontânea.
• Vantagens: evita sedativos e relaxantes
musculares.
▫ Previne a atrofia e fraqueza dos músculos inspiratórios
▫ Reduz efeitos colaterais cardiovasculares
Alguns conceitos
• Resistência: normalmente é tão pequena que
mínimas alterações na pressão transportam
grandes volumes de ar.
• Complacência:
 NORMAL: 100 ml/cmH2O
 SAR adulto : 20 a 30 ml/cm H2O
• Complacência estática: vias respiratórias de
pequeno calibre e alvéolos
CE= vc/platô de pressão – PEEP
• Complacência dinâmica: parede torácica e a
complacência pulmonar
CD= vc/ PPI - PEEP
Modos a pressão
Modo de ventilação com pressão controlada:
 PCV : respirações a pressão pré ajustada.
 pressões médias das vias respiratórias e
intratorácicas
 Indicações :
 complacência
Risco de Barotrauma
 Hipoxemia persistente
• Vantagens: picos de pressão inspiratória
reduzem o risco de barotrauma.
• Desvantagens: A assincronia Cliente- ventilador,
exige sedação/paralisia.
• Cuidados de enfermagem:
 Monitorar o volume corrente
 Barotrauma
 Instabilidade hemodinâmica
PSV: Ventilação com pressão de
suporte
Incrementa ou auxilia esforços respiratórios
espontâneos
Nível constante de pressão positiva
Controle do tempo inspiratório e expiratório
 desmame associado ao SIMV
 Indicações:
 desmame
Alguns casos de assincronia
Não indicados para clientes com broncospasmos agudo
• Vantagens: trabalho respiratório e
conforto do cliente.
• Cuidados de enfermagem:
▫ Monitorar a FR, VC pelo menos a cada hora
▫ Monitorar a complacência que podem causar alterações no
volume corrente
IRV: ventilação com relação inversa
• inverte a relação I:E de modo que o tempo
inspiratório é igual ou maior que o expiratório.
 Indicações: cliente com condições caracterizadas
pela diminuição da complacência
• Vantagens: tempo inspiratório melhora as
trocas gasosas e a do tempo expiratório evita o
colapso alveolar.
• Desvantagens: requer sedação/paralisia, pode se
desenvolver autoPEEP
• Cuidados de enfermagem:
▫ Geralmente utilizado com a PCV
▫ Monitorar autoPEEP, barotrauma
▫ Monitorar instabilidade hemodinamica
APTV: Modo de ventilação com escape
de pressão das vias respiratórias
(BiPAP)
• Trata-se de um modo disparado pelo tempo, limitado a pressão.
• São estabelecidos a maior e a menor pressão
• Possibilita selecionar dois níveis pressóricos de pressão positiva:
IPAP, EPAP
 Indicações: para clientes com hipoventilação
noturna
Doença neuromuscular
Deformidade da parece torácica
Apneia obstrutiva do sono
DPOC
• Vantagens: garante a entrega de VC enquanto
limita pressões
• Desvantagens: requer conhecimentos
sofisticados do modo e análise da forma de onda
CPAP: Modo de pressão positiva
contínua nas vias respiratórias
• Fornece pressão durante todo o ciclo
Indicações: para clientes com respiração espontânea
para melhorar a oxigenação.
Como um modo de desmame.
Para ventilação mecânica noturna (apneia do sono)
• Vantagens: não há necessidade de via
respiratória artificial
• Desvantagens: desconforto do clientes ou
claustrofobia. Uso de máscara facial aumenta o
risco de aspiração e reinalação do CO2
• Cuidados de enfermagem:
▫ Observar secreções espessas ou abundantes
▫ Tosse seca pode ser contraindicação relativas ao BiPAP
▫ Distensão gástrica, vazamentos de ar pela boca e risco de
aspiração
DESMAME
• O que é?
• Progressiva readaptação à ventilação espontânea
• Rápido e fácil;
• Depende do tipo de doença. Ex: DPOC, trauma
múltiplo, IAM.
VCV VCV A SIMV PSV
TT máscara facial
DESMAME
• Condições para Considerar o Desmame da
Ventilação Mecânica:
DESMAME
• Os métodos mais usados de demame são:
Abrupto, Peça em T, PSV, SIMV;
• Desmame em Tubo-T:
Usar 10% de O2 de 5 a 10 minutos, a cada 30 a 180 minutos
Observar se ocorre aparecimento de sinais de fadiga (12h)
Respirar espontaneamente por 2h consecutivas
DESMAME
• Vantagens:
Rápido e não requer muitos aparelhos;
• Desvantagens:
Resistência imposta pelo tubo traqueal;
Incapacidade de garantir volume mínimo;
Falta de controle sobre a FiO2.
DESMAME
• Desvantagens:
Ausência de monitorização;
Colapso alveolar devido à ausência de PEEP/
Maior necessidade de supervisão devido à falta
de alarmes;
DESMAME
• Desmame pela SIMV:
Ajusta-se inicialmente a frequência do aparelho que é
predeterminado pela necessidade do doente
Reduções da frequência graduais de 1 a 3 em cada etapa
Boa gasometria e condições clínicas de fadiga ausentes
Quando se obtiver frequência 0 ou próxima de 0
DESMAME
• Vantagens:
Menor assistência do terapeuta devido à presença de
alarmes;
Possibilidade de incorporação da PSV e CPAP;
Suporte psicológico para o paciente;
• Desvantagens:
Aumento do trabalho respiratório devido ao tubo traqueal;
Colapso alveolar devido à ausência de PEEP;
É um método lento;
DESMAME
• Desmame por PSV:
Injeta pressão positiva no tubo
Reduz gradativamente (2-4 cmH2O)
FR < 35 irm Sem sinal de esforço
DEMAME
• Vantagens:
Compensa a resistência do tubo traqueal;
Pode incorporar SIMV, PSV e PEEP;
Padrão de fluxo mais fisiológico;
• Desvantagens:
Insuficiência de manutenção da ventilação alveolar;
Colapso alveolar devido à ausência de PEEP;
DESMAME
• Avaliação de índices preditivos para o desmame:
DESMAME
• Sinais de intolerância à Desconexão da VM:
PNEUMONIA HOSPITALAR
• É aquela pneumonia que se desenvolve a partir
de 48h após a admissão hospitalar.
• Critérios diagnósticos:
I) Radiografia com novo ou persistente infiltrado
pulmonar
II) Temperatura corporal maior que 38ºC ou
menor que 36ºC
III) Aspiração com secreção purulenta
EPIDEMIOLOGIA
PREVENÇÃO
EDUCAÇÃO
VIGILÂNCIA
FATORES
DE
RISCO
TRANSMISSÃO
EDUCAÇÃO DA EQUIPE DE SAÚDE
“ A educação permanente compreende o treinamento
contínuo em serviço, visando à capacitação e à
qualificação dos recursos humanos para a execução de
suas atividades laborais, que, direta ou indiretamente,
devem refletir os objetivos finais da instituição.Os
programas de treinamento, orientação e
acompanhamento visam corrigir desvios ou sanar
deficiências de desempenho. Entretanto, os resultados
somente serão alcançados se os envolvidos participarem
da análise e decisão sobre as mudanças.” (DELAGEB e
SILVAC, 2011)
VIGILÂNCIA DA PAV E
MICROBIOLÓGICA
• Não se deve realizar culturas de vigilância
rotineiras de pacientes, equipamentos e
artigos.
• Cálculo do indicador:
PREVENÇÃO DE FATORES DE RISCO
ASSOCIADOS AO TRATAMENTO
1. Intubação e ventilação mecânica
• Redução no tempo de exposição;
• Instituir e seguir protocolos de desmame precoce;
• Dar preferência a intubação orotraqueal em vez de
nasotraqueal;
• Manutenção da pressão do balonete do tubo
traqueal (maior ou igual a 20cm de H2O;
• Não são recomendas as trocas periódicas dos
circuitos respiratórios durante o uso no mesmo
paciente;
PREVENÇÃO DE FATORES DE RISCO
ASSOCIADOS AO TRATAMENTO
2.Trocadores de umidade e calor
3. Aspiração de secreções respiratórias
4. Traqueostomia
5. Cabeceira elevada
6. Nutrição enteral
PREVENÇÃO DE FATORES DE RISCO
ASSOCIADOS AO TRATAMENTO
7. Modulação da colonização: Higiene oral com anti-
sépticos orais;
8. Profilaxia de úlcera de estresse
9. Controle da glicemia (80 -100 mg/dL)
PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO DE
MICRORGANISMOS
1. Transmissão bacteriana pessoa a pessoa
Lavagem das mãos e precauções padrão
2. Cuidados com os equipamentos
respiratórios
• Realizar a troca no mesmo paciente, quando
estiverem visivelmente sujos ou com mau
funcionamento mecânico;
3.Umidificadores de oxigênio
• Entre tratamentos num mesmo paciente, limpe,
desinfete, enxágue e realize a secagem;
PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO DE
MICRORGANISMOS
4.Materiais de nebulização
• Realizar desinfecção de baixo nível diariamente ou
pasteurização seguida de secagem com ar comprimido.
5. Ambu
• Entre o uso de diferentes pacientes, esterilize ou realize
desinfecção de alto nível.
6. Cuidados com pacientes com traqueostomia
• Quando trocar o tubo da traqueostomia, use avental,
técnica asséptica e o novo tubo deve ter passado por
desinfecção de alto nível.
• Não há recomendação ao uso de agente microbiano tópico
5 MILLION LIVES CAMPAING:
BUNDLE DA VENTILAÇÃO
• É um grupo de práticas baseadas em evidências
que quando implementadas em conjunto resultam
em reduções significativas na incidência de PAV.
Possui quatro componentes principais, são eles:
1. Elevação da cabeceira da cama entre 30 e 45
graus.
2. Interrupção diária da sedação e avaliação diária
das condições de extubação.
3. Profilaxia de úlcera péptica.
4. Profilaxia de trombose venosa profunda (a
menos que seja contra indicado).
REFERÊNCIAS
• Brunner & Suddarth, Tratado de enfermagem médico cirúrgica/ [editores] Suzanne C. Smeltzer...[et al.];
[revisão técnica Isabel Cristina Fonseca da Cruz, Ivone Evangelista Cabral; tradução Fernando Diniz Mundim,
José Eduardo Ferreira de Figueiredo]. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 4v: 11th ed.
• Morton, Patricia Gonce, 1952-Fundamentos dos cuidados críticos em enfermagem: uma abordagem
holística/Patricia Gonce Morton, Dorrie K. Fontaine; tradução: Maiza Ritomy Ide.-1. ed. – Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2014.
• PORTO, Celmo Celeno. Semiologia Médica. 6.ed. Guanabara Koogan, 2009.
• 5 Milion Lives Campaing. Getting Started Kit: Prevent Ventilator Associated Pneumonia. Cambridge, MA:
Institute for Healthcare Improvement; 2008. (Available at www.ihi.org)
• Sociedade Paulista de Infectologia. Diretrizes sobre pneumonia associada a ventilação mecânica (PAV). Office
Editora e publicidade Ltda; 2006.
• DELAGEB, D.G.A. ;SILVAC, G.A.D. Prevenção e controle das infecções hospitalares: um desafio em Instituições
de saúde de juiz de fora. Revista Baiana de Saúde Pública v.35, n.4, p.984-1000, out./dez. 2011
• Agência Nacional de Vigilância Sanitária | Anvisa. Critérios diagnósticos de infecção relacionada à assistência à
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Ventilação mecânica

  • 1. VENTILAÇÃO MECÂNICA Enfª. Res. Hirla Vanessa Araújo Enfª. Res. Gabriela Freire Enfª. Res. Mayara Inácio Enfª. Res. Rebeka Melo PRONTO SOCORRO CARDIOLÓGICO DE PERNAMBUCO PROF° LUIZ TAVARES SEMANA DE ENFERMAGEM RECIFE – PE 2014
  • 2. Objetivos • Descrever brevemente a história da ventilação pulmonar; • Conhecer quais as principais situações para o uso de ventilação mecânica; • Comparar e contrastar os parâmetros modos de ventilação mecânica comumente usados; • Descrever os cuidados de enfermagem ao paciente submetido à ventilação pulmonar mecânica; • Descrever os princípios gerais do desmame.
  • 3. • Caracterizar a pneumonia hospitalar e apresentar os critérios indicados para o diagnóstico; • Descrever a epidemiologia destacando a pneumonia associada a ventilação mecânica; • Caracterizar os níveis de prevenção que evitam a PAV; Objetivos
  • 4. Histórico da ventilação mecânica • 1970: o pediatra Dr. Joseph D’Ower, em decorrência da obstrução laríngea pela difteria, desenvolve um aparato para desobstrução da laringe; • 1900: são iniciados estudos para desenvolvimento de ventiladores mecânicos; • 1906: a Drager cria o primeiro respirador de resgate – o Pulmotor; • 1910: o mpedico Chavalier cria o modelo atual de laringoscópio; • 1916: Ivan Magill desenvolveu o tubo endotraqueal metálico; • 1926: criado em NY o comitê de reanimação – objetivo – criar o primeiro ventilador mecânico; • 1927: o primeiro ventilador mecânico;
  • 5. Histórico da ventilação mecânica • O comitê doa $5000 para a pesquisa de Philip Drinker; • 1933: Bragg-Pulsador, criado pelo físico Willian Henry Bragg: efetuava compressões intratorácicas intermitentes, empregado em neurocirurgias • 1951: Kentaro Takaoka , médico brasileiro, cria o primeiro ventilador portátil; • 1952: epidemia de pólio em Copenhagen; Carl-Gunnar Engstron, médico e engenheiro suíço, cria o ventilador invasivo por pressão positiva; • 1956: Forest Bird médico engenheiro e aeronauta, cria o Bird Mark-7; • 1972: Takuo Aoyagi cria o oxímetro de pulso; • 1976: Steve Jobs cria o computador que será utilizado em ventiladores; • 1983: primeiro ventilador com pressão de suporte; • 1987: a intermed lança o primeiro ventilador brasileiro: o inter-7
  • 7. 1º Modelo de Laringoscópio Tubo endotraqueal metálico
  • 9. Pulmão de Aço Epidemia de pólio Mark-7
  • 11. INDICAÇÕES • Apnéia; • Hipoxemia e/ou acidose metabólica aguda; • Desconforto respiratório; • Atelectasia; • Fadiga muscular; • Supressão inspiratória intencional; • Diminuir consumo de O2; • Permitir adequada expansão e ventilação pulmonar;
  • 13. Parâmetros • Fração inspirada de O2 (FiO2): ▫ É ajustada para manter a SaO2 > 90%; ▫ Nível elevado de FiO2 < 60% para evitar toxicidade; ▫ As alterações na FiO2 são feitas de acordo com a gasometria e a SaO2. • Volume corrente: ▫ É a quantidade de ar a ser entregue a cada respiração; ▫ Recomenda-se de 5 a 8ml/kg de peso corporal.
  • 14. Parâmetros • Frequência Respiratória: ▫ Ventilação Minuto = FR x VC; ▫ Ajustes em qualquer um desses parâmetros afetam a PaCO2: • PEEP: ▫ Impedir o colabamento dos pulmões; ▫ É prática comum utilizar baixos níveis de PEEP (5cmH2O) no paciente intubado; ▫ A PEEP é aumentada quando são necessários níveis de FiO2 superiores a 50% para atingir valores aceitáveis de SaO2 (90%) ou PaO2 (> 60-70 mmHg). Quanto VM, PaCO2. Quanto VM, PaCO2!
  • 15. Parâmetros • Pico de fluxo: ▫ Velocidade do fluxo de gás expresso em litros/min. • Limite de pico de pressão inspiratória (PPI): ▫ Alarme de alta pressão. • Sensibilidade: ▫ Controla a quantidade de esforço do paciente necessária para iniciar uma inspiração; ▫ Quanto maior a sensibilidade do ventilador, menor é o esforço do paciente para inspirar.
  • 16. Parâmetros • Relação Tempo Inspiratório: Expiratório (I:E) ▫ A maioria dos ventiladores opera com um tempo inspiratório curto e um tempo expiratório longo; ▫ Em casos de complacência reduzida, a relação I:E pode ser invertida:  Melhora a oxigenação prevenindo o colapso alveolar.
  • 17. Modos ventilatórios  Modos a volume:  Frequência respiratória, tempo e o volume corrente  A/C  SIMV  Modos a pressão:  PPI máxima  PVC  PSV  IRV  APRV  VGPO  PEEP  CPAP  BIPAP (não invasivo)
  • 18. Modos a volume • Modo controlado:  Todos os valores devem ser predeterminados: Frequência respiratória, Volume corrente  Indicações: apnéicos, comprometimento SNC, parada cardiorespiratória, supressão respiratória intencional (sedação e bloqueio neuromuscular), esforço respiratório é contra indicado.  Desvantagens: utilizado por tempo prolongado, enfraquece os músculos respiratórios.
  • 20. Assistido ou Assistido/Controlado • O paciente é responsável pelo inicio do ciclo inspiratório • O aparelho fornece volume corrente • Os valores são igualmente predeterminados como no modo controlado. • Nesse caso do disparo do respirador é por ativação mista • FR < valores predeterminados, retorno ao modo controlado
  • 22. SIMV: Modo de ventilação mandatória intermitente sincronizada • Respiração espontânea  Frequência respiratória  Volume corrente ▫ Possibilita que o cliente realize respiração espontânea. • Vantagens: evita sedativos e relaxantes musculares. ▫ Previne a atrofia e fraqueza dos músculos inspiratórios ▫ Reduz efeitos colaterais cardiovasculares
  • 23. Alguns conceitos • Resistência: normalmente é tão pequena que mínimas alterações na pressão transportam grandes volumes de ar. • Complacência:  NORMAL: 100 ml/cmH2O  SAR adulto : 20 a 30 ml/cm H2O
  • 24. • Complacência estática: vias respiratórias de pequeno calibre e alvéolos CE= vc/platô de pressão – PEEP • Complacência dinâmica: parede torácica e a complacência pulmonar CD= vc/ PPI - PEEP
  • 25. Modos a pressão Modo de ventilação com pressão controlada:  PCV : respirações a pressão pré ajustada.  pressões médias das vias respiratórias e intratorácicas  Indicações :  complacência Risco de Barotrauma  Hipoxemia persistente
  • 26. • Vantagens: picos de pressão inspiratória reduzem o risco de barotrauma. • Desvantagens: A assincronia Cliente- ventilador, exige sedação/paralisia. • Cuidados de enfermagem:  Monitorar o volume corrente  Barotrauma  Instabilidade hemodinâmica
  • 27. PSV: Ventilação com pressão de suporte Incrementa ou auxilia esforços respiratórios espontâneos Nível constante de pressão positiva Controle do tempo inspiratório e expiratório  desmame associado ao SIMV  Indicações:  desmame Alguns casos de assincronia Não indicados para clientes com broncospasmos agudo
  • 28. • Vantagens: trabalho respiratório e conforto do cliente. • Cuidados de enfermagem: ▫ Monitorar a FR, VC pelo menos a cada hora ▫ Monitorar a complacência que podem causar alterações no volume corrente
  • 29. IRV: ventilação com relação inversa • inverte a relação I:E de modo que o tempo inspiratório é igual ou maior que o expiratório.  Indicações: cliente com condições caracterizadas pela diminuição da complacência
  • 30. • Vantagens: tempo inspiratório melhora as trocas gasosas e a do tempo expiratório evita o colapso alveolar. • Desvantagens: requer sedação/paralisia, pode se desenvolver autoPEEP • Cuidados de enfermagem: ▫ Geralmente utilizado com a PCV ▫ Monitorar autoPEEP, barotrauma ▫ Monitorar instabilidade hemodinamica
  • 31. APTV: Modo de ventilação com escape de pressão das vias respiratórias (BiPAP) • Trata-se de um modo disparado pelo tempo, limitado a pressão. • São estabelecidos a maior e a menor pressão • Possibilita selecionar dois níveis pressóricos de pressão positiva: IPAP, EPAP  Indicações: para clientes com hipoventilação noturna Doença neuromuscular Deformidade da parece torácica Apneia obstrutiva do sono DPOC
  • 32. • Vantagens: garante a entrega de VC enquanto limita pressões • Desvantagens: requer conhecimentos sofisticados do modo e análise da forma de onda
  • 33. CPAP: Modo de pressão positiva contínua nas vias respiratórias • Fornece pressão durante todo o ciclo Indicações: para clientes com respiração espontânea para melhorar a oxigenação. Como um modo de desmame. Para ventilação mecânica noturna (apneia do sono)
  • 34. • Vantagens: não há necessidade de via respiratória artificial • Desvantagens: desconforto do clientes ou claustrofobia. Uso de máscara facial aumenta o risco de aspiração e reinalação do CO2 • Cuidados de enfermagem: ▫ Observar secreções espessas ou abundantes ▫ Tosse seca pode ser contraindicação relativas ao BiPAP ▫ Distensão gástrica, vazamentos de ar pela boca e risco de aspiração
  • 35. DESMAME • O que é? • Progressiva readaptação à ventilação espontânea • Rápido e fácil; • Depende do tipo de doença. Ex: DPOC, trauma múltiplo, IAM. VCV VCV A SIMV PSV TT máscara facial
  • 36. DESMAME • Condições para Considerar o Desmame da Ventilação Mecânica:
  • 37. DESMAME • Os métodos mais usados de demame são: Abrupto, Peça em T, PSV, SIMV; • Desmame em Tubo-T: Usar 10% de O2 de 5 a 10 minutos, a cada 30 a 180 minutos Observar se ocorre aparecimento de sinais de fadiga (12h) Respirar espontaneamente por 2h consecutivas
  • 38. DESMAME • Vantagens: Rápido e não requer muitos aparelhos; • Desvantagens: Resistência imposta pelo tubo traqueal; Incapacidade de garantir volume mínimo; Falta de controle sobre a FiO2.
  • 39. DESMAME • Desvantagens: Ausência de monitorização; Colapso alveolar devido à ausência de PEEP/ Maior necessidade de supervisão devido à falta de alarmes;
  • 40. DESMAME • Desmame pela SIMV: Ajusta-se inicialmente a frequência do aparelho que é predeterminado pela necessidade do doente Reduções da frequência graduais de 1 a 3 em cada etapa Boa gasometria e condições clínicas de fadiga ausentes Quando se obtiver frequência 0 ou próxima de 0
  • 41. DESMAME • Vantagens: Menor assistência do terapeuta devido à presença de alarmes; Possibilidade de incorporação da PSV e CPAP; Suporte psicológico para o paciente; • Desvantagens: Aumento do trabalho respiratório devido ao tubo traqueal; Colapso alveolar devido à ausência de PEEP; É um método lento;
  • 42. DESMAME • Desmame por PSV: Injeta pressão positiva no tubo Reduz gradativamente (2-4 cmH2O) FR < 35 irm Sem sinal de esforço
  • 43. DEMAME • Vantagens: Compensa a resistência do tubo traqueal; Pode incorporar SIMV, PSV e PEEP; Padrão de fluxo mais fisiológico; • Desvantagens: Insuficiência de manutenção da ventilação alveolar; Colapso alveolar devido à ausência de PEEP;
  • 44. DESMAME • Avaliação de índices preditivos para o desmame:
  • 45. DESMAME • Sinais de intolerância à Desconexão da VM:
  • 46. PNEUMONIA HOSPITALAR • É aquela pneumonia que se desenvolve a partir de 48h após a admissão hospitalar. • Critérios diagnósticos: I) Radiografia com novo ou persistente infiltrado pulmonar II) Temperatura corporal maior que 38ºC ou menor que 36ºC III) Aspiração com secreção purulenta
  • 49. EDUCAÇÃO DA EQUIPE DE SAÚDE “ A educação permanente compreende o treinamento contínuo em serviço, visando à capacitação e à qualificação dos recursos humanos para a execução de suas atividades laborais, que, direta ou indiretamente, devem refletir os objetivos finais da instituição.Os programas de treinamento, orientação e acompanhamento visam corrigir desvios ou sanar deficiências de desempenho. Entretanto, os resultados somente serão alcançados se os envolvidos participarem da análise e decisão sobre as mudanças.” (DELAGEB e SILVAC, 2011)
  • 50. VIGILÂNCIA DA PAV E MICROBIOLÓGICA • Não se deve realizar culturas de vigilância rotineiras de pacientes, equipamentos e artigos. • Cálculo do indicador:
  • 51. PREVENÇÃO DE FATORES DE RISCO ASSOCIADOS AO TRATAMENTO 1. Intubação e ventilação mecânica • Redução no tempo de exposição; • Instituir e seguir protocolos de desmame precoce; • Dar preferência a intubação orotraqueal em vez de nasotraqueal; • Manutenção da pressão do balonete do tubo traqueal (maior ou igual a 20cm de H2O; • Não são recomendas as trocas periódicas dos circuitos respiratórios durante o uso no mesmo paciente;
  • 52. PREVENÇÃO DE FATORES DE RISCO ASSOCIADOS AO TRATAMENTO 2.Trocadores de umidade e calor 3. Aspiração de secreções respiratórias 4. Traqueostomia 5. Cabeceira elevada 6. Nutrição enteral
  • 53. PREVENÇÃO DE FATORES DE RISCO ASSOCIADOS AO TRATAMENTO 7. Modulação da colonização: Higiene oral com anti- sépticos orais; 8. Profilaxia de úlcera de estresse 9. Controle da glicemia (80 -100 mg/dL)
  • 54. PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO DE MICRORGANISMOS 1. Transmissão bacteriana pessoa a pessoa Lavagem das mãos e precauções padrão 2. Cuidados com os equipamentos respiratórios • Realizar a troca no mesmo paciente, quando estiverem visivelmente sujos ou com mau funcionamento mecânico; 3.Umidificadores de oxigênio • Entre tratamentos num mesmo paciente, limpe, desinfete, enxágue e realize a secagem;
  • 55. PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO DE MICRORGANISMOS 4.Materiais de nebulização • Realizar desinfecção de baixo nível diariamente ou pasteurização seguida de secagem com ar comprimido. 5. Ambu • Entre o uso de diferentes pacientes, esterilize ou realize desinfecção de alto nível. 6. Cuidados com pacientes com traqueostomia • Quando trocar o tubo da traqueostomia, use avental, técnica asséptica e o novo tubo deve ter passado por desinfecção de alto nível. • Não há recomendação ao uso de agente microbiano tópico
  • 56. 5 MILLION LIVES CAMPAING: BUNDLE DA VENTILAÇÃO • É um grupo de práticas baseadas em evidências que quando implementadas em conjunto resultam em reduções significativas na incidência de PAV. Possui quatro componentes principais, são eles: 1. Elevação da cabeceira da cama entre 30 e 45 graus. 2. Interrupção diária da sedação e avaliação diária das condições de extubação. 3. Profilaxia de úlcera péptica. 4. Profilaxia de trombose venosa profunda (a menos que seja contra indicado).
  • 57. REFERÊNCIAS • Brunner & Suddarth, Tratado de enfermagem médico cirúrgica/ [editores] Suzanne C. Smeltzer...[et al.]; [revisão técnica Isabel Cristina Fonseca da Cruz, Ivone Evangelista Cabral; tradução Fernando Diniz Mundim, José Eduardo Ferreira de Figueiredo]. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 4v: 11th ed. • Morton, Patricia Gonce, 1952-Fundamentos dos cuidados críticos em enfermagem: uma abordagem holística/Patricia Gonce Morton, Dorrie K. Fontaine; tradução: Maiza Ritomy Ide.-1. ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. • PORTO, Celmo Celeno. Semiologia Médica. 6.ed. Guanabara Koogan, 2009. • 5 Milion Lives Campaing. Getting Started Kit: Prevent Ventilator Associated Pneumonia. Cambridge, MA: Institute for Healthcare Improvement; 2008. (Available at www.ihi.org) • Sociedade Paulista de Infectologia. Diretrizes sobre pneumonia associada a ventilação mecânica (PAV). Office Editora e publicidade Ltda; 2006. • DELAGEB, D.G.A. ;SILVAC, G.A.D. Prevenção e controle das infecções hospitalares: um desafio em Instituições de saúde de juiz de fora. Revista Baiana de Saúde Pública v.35, n.4, p.984-1000, out./dez. 2011 • Agência Nacional de Vigilância Sanitária | Anvisa. Critérios diagnósticos de infecção relacionada à assistência à saúde. 1ª edição; 2013