SlideShare uma empresa Scribd logo
História - 8º ano Unidade 1 O expansionismo Europeu 
http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
O expansionismo europeu 
2 
1 – Conhecer e compreender o pioneirismo português no processo europeu de expansão. 
1. Relacionar o arranque do processo de expansão europeu com as dificuldades e tensões acumuladas na segunda metade do século XIV. 
2. Relacionar o crescimento demográfico e comercial europeu do século XV com as necessidades de expansão interna e externa da Europa. 
3. Explicar as condições políticas, sociais, técnicas, científicas e religiosas que possibilitaram o arranque da expansão portuguesa.
O expansionismo europeu 
3 
2 – Conhecer os processos de expansão dos Impérios Peninsulares. 
1. Descrever as prioridades concedidas à expansão nos períodos do Infante D. Henrique, de D. Afonso V, de D. João II e de D. Manuel I e os seus resultados. 
2. Caracterizar os principais sistemas de exploração do Império português nas ilhas atlânticas, costa ocidental africana, Brasil e Império português do Oriente. 
3. Identificar os conflitos entre Portugal e Castela pela posse de territórios ultramarinos, relacionando-os com os tratados de Alcáçovas e de Tordesilhas e com a consolidação da teoria do Mare Clausum. 
4. Caracterizar a conquista e construção do Império espanhol da América. 
5. Reconhecer o apogeu de Portugal como a grande potência mundial na primeira metade do século XVI e de Espanha na segunda metade da mesma centúria.
O expansionismo europeu 
4 
3 – Compreender as transformações do comércio à escala mundial. 
1. Caracterizar as grandes rotas do comércio mundial do século XVI. 
2. Avaliar as consequências do comércio intercontinental no quotidiano e nos consumos mundiais. 
3. Descrever a dinamização dos centros económicos europeus decorrente da mundialização da economia. 
4. Explicar o domínio de Antuérpia na distribuição e venda dos produtos coloniais na Europa.
O expansionismo europeu 
5 
4 – Compreender os séculos XV e XVI como período de amplificação dos níveis de multiculturalidade das sociedades. 
1. Identificar, no âmbito de processos de colonização, fenómenos de intercâmbio, aculturação e assimilação. 
2. Caracterizar a escravatura nos séculos XV e XVI e as atitudes dos europeus face a negros e índios. 
3. Referenciar a intensificação das perseguições aos judeus que culminaram na expulsão ou na conversão forçada e na perseguição dos mesmos de muitos territórios da Europa Ocidental, com destaque para o caso português. 
4. Constatar a permanência e a universalidade de valores e atitudes racistas até à atualidade.
O expansionismo europeu 
6 
5 – Conhecer o processo de união dos impérios peninsulares e a Restauração da independência portuguesa em 1640. 
1. Indicar os motivos da crise do Império português a partir da segunda metade do século XVI. 
2. Descrever os fatores que estiveram na origem da perda de independência portuguesa em 1580 e da concretização de uma monarquia dual. 
3. Relacionar a ascensão económica e colonial da Europa do Norte com a crise do Império espanhol e as suas repercussões em Portugal. 4. Relacionar o incumprimento das promessas feitas por Filipe I, nas cortes de Tomar, pelos seus sucessores com o crescente descontentamento dos vários grupos sociais portugueses. 
5. Descrever os principais acontecimentos da Restauração da independência de Portugal no 1.º de Dezembro de 1640.
Após a crise do século XIV, o XV foi de recuperação económica; 
A população e a produção agrícola e artesanal crescem; 
Desenvolve-se o comércio; 
Surgem novas áreas comerciais: Cidades Hanseáticas, Flandres, cidades italianas; 
Hansa 
Flandres 
Cidades 
Italianas 
O expansionismo europeu 
7
Mapa da Europa no século XV 
O expansionismo europeu 
8
Principais estados: França e Inglaterra; 
O Sacro Império Romano-Germano estava dividido em dezenas de pequenos estados; 
Na Península Ibérica existem 4 estados: Portugal, Castela, Aragão e Navarra, o último reino muçulmano (Granada) foi conquistado em 1492; 
O expansionismo europeu 
9
Mapa mundo da época medieval 
O expansionismo europeu 
10
O que é que este mapa nos revela sobre o conhecimento que os europeus tinham do Mundo no início do século XV? 
O conhecimento do Mundo era muito reduzido. O continente americano era completamente desconhecido, a Ásia era apenas conhecida através do relato de alguns viajante, como Marco Polo. A África, com exceção da zona mediterrânica, também era completamente desconhecida. 
O expansionismo europeu 
11
Os europeus imaginavam regiões e mares desconhecidos, cheios de perigos e de monstros e outros animais imaginários; 
Considerava-se que a temperatura na zona do equador seria tão alta que não era possível habitar essa zona; 
O expansionismo europeu 
12
A expansão europeia 
Objetivos dessa expansão: 
Necessidade de ouro. O desenvolvimento do comércio criou a necessidade de mais moeda. O ouro era muito raro na Europa e por isso era vital alcançar as regiões produtoras de ouro, nomeadamente em África; 
Procuram de alcançar as regiões produtoras de especiarias que se localizavam na Ásia; 
O ouro e as especiarias chegavam à Europa através de comerciantes muçulmanos; 
O expansionismo europeu 
13
As motivações portuguesas: 
Os grupos sociais (burguesia e parte da nobreza) interessados no comércio queriam ter acesso: 
Ao ouro africano, às especiarias, ao açúcar e às plantas tintureiras; 
Às fontes de escravos; 
A regiões produtoras de cereais; 
A nobreza pretendia continuar a guerra contra os muçulmanos como forma de aumentar os seus domínios senhoriais; 
Motivações religiosas, expandir a fé cristã, combater o Islão. 
O expansionismo europeu 
14
Porque foi Portugal o primeiro país a iniciar essa expansão europeia? 
Em Portugal, no início do século XV estavam reunidas as condições para se iniciar o processo de expansão; 
O expansionismo europeu 
15
Condições geográficas 
Portugal fica situado no extremo ocidental da Europa; 
Perto da costa africana e dos arquipélagos atlânticos; 
Longa costa marítima e bons portos naturais; 
Pesca e comércio a longa distância; 
Em Portugal existiam marinheiros experientes. 
O expansionismo europeu 
16
Condições políticas 
D. João I 
Nos finais do século XIV ocupa o poder uma nova dinastia e uma nova nobreza com vontade de conquistar mais terras e riquezas; 
O expansionismo europeu 
17
Condições técnicas e científicas 
Portugal foi um local de encontro de várias culturas, sobretudo a judaica e muçulmana que proporcionaram muitos conhecimentos técnicos no domínio da navegação; 
Os portugueses conheciam o astrolábio, a bússola, o quadrante e outros instrumentos que permitiam a navegação astronómica. 
Navegação astronómica – navegação no alto mar orientada pela posição de determinados astros; 
O expansionismo europeu 
18
A caravela era um navio que permitia bolinar. 
Bolinar – navegar com ventos contrários. 
O expansionismo europeu 
19
A expansão portuguesa começou em 1415, com a conquista de Ceuta. Porque foi escolhida esta cidade? 
O expansionismo europeu 
20
A cidade de Ceuta está situada no Norte de África (Marrocos) no estreito de Gibraltar, os barcos que entram e saem do Mar Mediterrâneo têm de passar em frente da cidade; 
Era um ponto de chegada das rotas de caravanas que traziam o ouro do sul de África; 
Estava situada numa zona rica em cereais; 
Por outro lado os portugueses viam a conquista de Ceuta como um ataque ao Islão. 
O expansionismo europeu 
21
A conquista da cidade foi relativamente fácil mas a cidade ficou cercada pelos muçulmanos; 
Os ataques eram frequentes e os terrenos em volta da cidade não podiam ser cultivados; 
Os muçulmanos desviram as rotas comerciais; 
A conquista de Ceuta foi um desastre económico. 
O expansionismo europeu 
22
Perante o fracasso económico da conquista de Ceuta surge um novo plano; 
Alcançar, por via marítima as zonas produtoras de ouro e especiarias. 
O expansionismo europeu 
23
Após a conquista de Ceuta os portugueses iniciaram as viagens de descoberta na costa africana; 
Quem tomou a iniciativa dessas viagens? 
O infante D. Henrique entre 1416 e 1460 desempenhou um importante papel; 
Também o rei, D. João I e o infante D. Pedro promoveram algumas viagens; 
Em 1434, Gil Eanes, ultrapassou o Cabo Bojador e iniciavam-se as viagens em mares desconhecidos. 
O expansionismo europeu 
24
O expansionismo europeu 
25
Os portugueses chegam aos arquipélagos da Madeira em 1419 e dos Açores em 1427; 
Estes arquipélagos já aparecem representados em mapas do século XIV, pelo que não se trata de descoberta mas redescoberta; 
Estes arquipélagos estavam desabitados; 
O expansionismo europeu 
26
O Infante D. Henrique iniciou a colonização da Madeira, entregando-a a capitães-donatários; 
Membros da pequena nobreza a quem eram doados grandes extensões de territórios; 
Os capitães-donatários tinham o direito de administrar justiça, de cobrar impostos e de distribuir terras aos colonizadores que pretendessem explorá-las; 
O expansionismo europeu 
27
Os primeiros capitães-donatários foram João Gonçalves Zarco, Tristão Vaz Teixeira e Bartolomeu Perestrelo (Porto Santo); 
Os Açores também foram doados a capitães-donatários; 
O expansionismo europeu 
28
Produção económica: 
Madeira – cereais, vinha e cana-de-açúcar; 
Açores – cereais, criação de gado e plantas tintureiras. 
O expansionismo europeu 
29
Em 1460, ano da morte do Infante D. Henrique, os portugueses tinham alcançado a Serra Leoa, o desinteresse do rei Afonso V, levou a um abrandamento das viagens de descoberta; 
Mais interessado nas conquista no Norte de África, o rei fez um contrato com o mercador Fernão Gomes (1469-1474) de exploração da costa africana; 
O expansionismo europeu 
30
No reinado de D. Afonso V, os portugueses conquistaram, no Norte de África, as cidades de Alcácer Ceguer (1458), Arzila e Tânger (1471); 
Na exploração da costa africana os portugueses atingiram a costa da Mina (ouro) e descobriram as ilhas de São Tomé e Príncipe, Fernando Pó e Ano Bom; 
O expansionismo europeu 
31
Com a subida ao poder de D. João II (1481-1495), o principal objetivo da expansão foi o de alcançar a Índia por mar, contornando o continente africano; 
O expansionismo europeu 
32
Em 1487, Afonso Paiva e Pêro da Covilhã são enviados para Oriente, por terra, para recolherem informações sobre a navegação no Oceano Índico; 
O expansionismo europeu 
33
Em 1488, Bartolomeu Dias, atingiu o limite sul da África e alcançou o Oceano Índico 
O expansionismo europeu 
34
A rivalidade entre Portugal e Castela 
A rivalidade entre Castela e Portugal começou no século XV, com a disputa sobre o arquipélago das Canárias; 
O expansionismo europeu 
35
O Tratado de Alcáçovas, 1479, entre Portugal e Castela, resolveu este primeiro conflito; 
Portugal desistiu da posse das Canárias e Castela reconheceu a exclusividade do domínio português a sul das Canárias; 
A descoberta da América (1492) por Cristóvão Colombo reacendeu a rivalidade luso-castelhana; 
O expansionismo europeu 
36
Colombo foi um mercador italiano, nascido em Génova, que viveu alguns anos em Portugal e recolheu informações sobre a possível existência de terras a ocidente dos Açores; 
Concebeu o plano de atingir a Índia (Oriente) navegando para Ocidente; 
O expansionismo europeu 
37
D. João I não mostrou interesse por esse plano e Colombo foi apresentá-lo aos Reis Católicos, reis de Espanha; 
Cristóvão Colombo atingiu a América, embora pensasse que tinha atingido a Índia (1492); 
O expansionismo europeu 
38
A quem pertenciam as novas terras descobertas? 
Portugal e Espanha tinham um entendimento totalmente diferente sobre este problema; 
Depois de muitas negociações, chegaram a um acordo confirmado pelo Papa; 
Portugal e Espanha assinaram em 1494, o Tratado de Tordesilhas; 
O expansionismo europeu 
39
O Tratado de Tordesilhas estabeleceu a divisão do Mundo em dois hemisférios; 
As terras descobertas ou a descobrir passavam a pertencer a Portugal ou Espanha, conforme o hemisfério onde se situassem; 
O expansionismo europeu 
40
A chegada à Índia e ao Brasil 
Em 1498, depois da morte de D. João II, no reinado de D. Manuel I, Vasco da Gama alcança a Índia, contornando África. 
O expansionismo europeu 
41
Os portugueses chegaram a Calecute (Índia) e abriram uma nova rota comercial (rota do Cabo); 
Estava descoberto o caminho marítimo para as especiarias; 
O expansionismo europeu 
42
Alguns historiadores levantam a hipótese de os portugueses terem alcançado o Brasil antes de 1494,; 
Isso explicaria o facto de os portugueses incluírem o território no tratado; 
O expansionismo europeu 
43
Oficialmente, o Brasil foi descoberto em 1500, por uma frota comandada por Pedro Álvares Cabral; 
A armada dirigia-se para a Índia, e uma tempestade ou intencionalmente a frota fez um desvio para sudoeste e, a 22 de abril de 1500, descobriu uma nova terra batizada de Terra de Vera Cruz; 
Mais tarde, devido à abundância de uma árvore chamada pau- brasil, essas terras passaram a ser conhecidas por Brasil. 
O expansionismo europeu 
44
Os portugueses em África 
Em África, durante os séculos XV e XVI, os portugueses fixaram-se em algumas zonas litorais do continente; 
Dedicaram-se, em especial, ao comércio de escravos, marfim e especiarias; 
Construíram feitorias (posto comercial fortificado) para realizarem as trocas; 
Principais feitorias: S. Jorge da Mina, Sofala e Ilha de Moçambique. 
O expansionismo europeu 
45
Os arquipélagos de Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe eram despovoados; 
Tornaram-se entrepostos de comércio de escravos; 
Em São Tomé desenvolveu-se as plantações de cana-de-açúcar; 
As populações levadas para estes arquipélagos foram, desde muito cedo, cristianizadas; 
O expansionismo europeu 
46
O Império Português no Oriente 
Ao contrário da África, o Oriente, nos séculos XV e XVI, era um mundo desenvolvido, urbanizado e poderoso; 
O expansionismo europeu 
47
O expansionismo europeu 
48 
A Ásia era muito povoada, com uma agricultura diversificada, produção abundante de especiarias; 
O desenvolvimento técnico, em alguns casos, era superior ao europeu; 
Atividade industrial desenvolvida: 
Porcelanas e sedas – China; 
Tecidos de algodão – Índia; 
Objetos lacados e papel – China e Japão;
O expansionismo europeu 
49 
A Ásia estava dividida em pequeno estados (as exceções eram o Império Persa e a China); 
As principais religiões eram o Budismo, Hinduísmo (Índia) e Islamismo; 
Os portugueses não procuraram conquistar um império territorial mas um império comercial, baseado no domínio dos mares; 
Essa intenção levou a vários combates navais contra os muçulmanos; 
Esta política iniciou-se com a nomeação de D. Francisco de Almeida vice-rei da Índia (1505-1509);
O expansionismo europeu 
50 
O segundo vice-rei da Índia, Afonso de Albuquerque, conquistou algumas cidades estratégicas: Ormuz, Goa e Malaca;
O expansionismo europeu 
51 
Goa ficava numa zona rica em especiarias; 
Ormuz, permitia controlar a navegação no Golfo Pérsico (uma das principais rotas do comércio muçulmano); 
Malaca permitia controlar o comércio da China, Japão e arquipélago indonésio; 
Os portugueses procuraram estabelecer no oceano Índico um regime de monopólio comercial;
O expansionismo europeu 
52 
Portugal construiu no Oriente uma rede de feitorias para controlar o comércio; 
Goa tornou-se a capital do Império Português do Oriente; 
Todas as mercadorias afluíam para Goa e daí eram enviadas para Lisboa; 
O rei português controlava todo esse comércio, por isso se diz que o comércio com o Oriente era um monopólio régio; 
Em Lisboa, foi criada a Casa da Índia, para organizar e controlar todo o comércio português com o Oriente;
O expansionismo europeu 
53 
As relações dos portugueses com as populações locais variou entre o amigável e o conflito; 
Os conflitos nasceram sobretudo por causas religiosas e de disputas comerciais; 
Os casamentos de portugueses com mulheres indígenas eram frequentes (casamentos mistos) e levou à miscigenação de populações; 
Os missionários portugueses tiveram dificuldades na difusão da fé cristã; 
Destacaram-se os Jesuítas e o papel de S. Francisco Xavier;
O expansionismo europeu 
54 
Colonização do Brasil 
Em 1500 o Brasil era um território coberto por densas florestas; 
Era povoado por ameríndios que eram seminómadas, desconheciam os metais, viviam da caça e de uma agricultura rudimentar; 
Até 1530, os portugueses limitaram- se a explorar o pau-brasil; 
As tentativas de franceses e espanhóis de se instalarem no território levou os portugueses a iniciarem a colonização.
O expansionismo europeu 
55 
Em 1534, o Brasil foi dividido em capitanias, entregues a título hereditário a capitães-donatários com a incumbência de estes promoverem a colonização; 
A falta de recursos, as rivalidades entre eles, os ataques de índios e franceses fragilizaram este sistema; 
Em 1549, D. João III, nomeou o primeiro governador-geral do Brasil, Tomé de Sousa, que fundou a cidade de S. Salvador da Baía que durante muito tempo foi a capital do Brasil.
O expansionismo europeu 
56 
Tomé de Sousa iniciou a colonização do Brasil; 
Foram enviados colonos e os primeiros missionários; 
No final do século XV existiam no Brasil 25.000 portugueses; 
Começaram a ser importados escravos negros e começou-se a desenvolver a plantação de cana-de-açúcar;
O expansionismo europeu 
57 
Império Espanhol na América 
No início do século XV, existiam na América três civilizações desenvolvidas que construíram cidades, estradas e monumentos: 
Maia, Asteca e Inca. 
A partir de 1519, os espanhóis iniciaram a colonização da América central e do sul;
O expansionismo europeu 
58 
Beneficiando de alianças com tribos inimigas, da superioridade das 
armas de fogo e do fator surpresa os espanhóis conquistaram essas civilizações; 
Fernando Cortez conquistou o México (Astecas) e Francisco Pizarro conquistou o império Inca;
O expansionismo europeu 
59
O expansionismo europeu 
60 
Espanha passou a dominar um enorme império na América; 
Pilhou as riquezas acumuladas por estas civilizações e depois explorou minas de ouro e prata; 
A Europa ficou inundada com a prata e ouro americanos; 
A população índia diminuiu, devido às doenças (varíola), ao trabalho forçado nas minas e à brutalidade da conquista espanhola; 
A população foi convertida ao cristianismo pelos missionários;
O expansionismo europeu 
61 
O comércio à escala global
O expansionismo europeu 
62 
Com as descobertas ibéricas do século XV e XVI iniciou-se o comércio a uma escala intercontinental; 
Este comércio irá provocar a mudança de hábitos em muitas regiões bem como na própria agricultura; 
Plantas raras e por isso caras, passaram a ser de consumo quotidiano: açúcar e especiarias; 
Plantas desconhecidas na Europa começaram a ser plantadas: batata, milho, mandioca, etc.
O expansionismo europeu 
63 
Lisboa e Sevilha passaram a ser as cabeças de um comércio intercontinental; 
No entanto a distribuição das mercadorias pela Europa foi dominada por várias cidades do norte da Europa, sobretudo a cidade de Antuérpia, na Flandres (atual Bélgica);
O expansionismo europeu 
64 
As mercadorias compradas a baixo preço na origem eram vendidas a preços mais elevados na Europa, o que proporcionou lucros fabulosos; 
Quem mais beneficiou com este comércio foi a burguesia europeia, sobretudo do norte da Europa; 
Investiram em novos negócios e emprestaram, a juros elevados, aos reis de Portugal e Espanha
Bibliografia: 
Apresentação construída com base nos livros: 
Neto, Helena e outros, História 8, Editora Santillana, 2014 
Diniz, Maria Emília, Tavares, Adérito, Caldeira, Arlindo M., História 8, Raiz Editora, 2012 
O expansionismo europeu 
65

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Formacao de portugal
Formacao de portugalFormacao de portugal
Formacao de portugal
cattonia
 
A expansao Portuguesa
A expansao PortuguesaA expansao Portuguesa
A expansao Portuguesa
sandrabranco
 
Resumos Globais 10º
Resumos Globais 10ºResumos Globais 10º
Resumos Globais 10º
Gonçalo Paiva
 
23 os descobrimentos
23  os descobrimentos23  os descobrimentos
23 os descobrimentos
Carla Freitas
 
Lírica camoniana
Lírica camonianaLírica camoniana
Lírica camoniana
Helena Coutinho
 
A Crise do Séc. XIV
A Crise do Séc. XIVA Crise do Séc. XIV
A Crise do Séc. XIV
Carlos Vieira
 
Geografia A 10 ano - Recursos Hídricos
Geografia A 10 ano - Recursos HídricosGeografia A 10 ano - Recursos Hídricos
Geografia A 10 ano - Recursos Hídricos
Raffaella Ergün
 
País urbano e concelhio
País urbano e concelhioPaís urbano e concelhio
País urbano e concelhio
Susana Simões
 
Descoberta e exploração da costa ocidental africana
Descoberta e exploração da costa ocidental africanaDescoberta e exploração da costa ocidental africana
Descoberta e exploração da costa ocidental africana
Susana Simões
 
E1 o expansionismo europeu
E1 o expansionismo europeuE1 o expansionismo europeu
E1 o expansionismo europeu
Vítor Santos
 
Escravatura
EscravaturaEscravatura
Geografia A 10 ano - Radiação Solar
Geografia A 10 ano - Radiação SolarGeografia A 10 ano - Radiação Solar
Geografia A 10 ano - Radiação Solar
Raffaella Ergün
 
Auto de inês pereira
Auto de inês pereiraAuto de inês pereira
Auto de inês pereira
nanasimao
 
Geografia A 10 ano - Recursos do Subsolo
Geografia A 10 ano - Recursos do SubsoloGeografia A 10 ano - Recursos do Subsolo
Geografia A 10 ano - Recursos do Subsolo
Raffaella Ergün
 
Os Lusíadas - Reflexões do Poeta
Os Lusíadas - Reflexões do PoetaOs Lusíadas - Reflexões do Poeta
Os Lusíadas - Reflexões do Poeta
Dina Baptista
 
O espaço português: da formação à fixação do território
O espaço português: da formação à fixação do territórioO espaço português: da formação à fixação do território
O espaço português: da formação à fixação do território
Susana Simões
 
Recursos expressivos
Recursos expressivosRecursos expressivos
Recursos expressivos
Ana Arminda Moreira
 
Principais problemas e soluções sociodemográficos
Principais problemas e soluções sociodemográficosPrincipais problemas e soluções sociodemográficos
Principais problemas e soluções sociodemográficos
Ilda Bicacro
 
25 - Comércio à escala mundial
25 - Comércio à escala mundial25 - Comércio à escala mundial
25 - Comércio à escala mundial
Carla Freitas
 
As disponibilidades hídricas
As disponibilidades hídricasAs disponibilidades hídricas
As disponibilidades hídricas
Ilda Bicacro
 

Mais procurados (20)

Formacao de portugal
Formacao de portugalFormacao de portugal
Formacao de portugal
 
A expansao Portuguesa
A expansao PortuguesaA expansao Portuguesa
A expansao Portuguesa
 
Resumos Globais 10º
Resumos Globais 10ºResumos Globais 10º
Resumos Globais 10º
 
23 os descobrimentos
23  os descobrimentos23  os descobrimentos
23 os descobrimentos
 
Lírica camoniana
Lírica camonianaLírica camoniana
Lírica camoniana
 
A Crise do Séc. XIV
A Crise do Séc. XIVA Crise do Séc. XIV
A Crise do Séc. XIV
 
Geografia A 10 ano - Recursos Hídricos
Geografia A 10 ano - Recursos HídricosGeografia A 10 ano - Recursos Hídricos
Geografia A 10 ano - Recursos Hídricos
 
País urbano e concelhio
País urbano e concelhioPaís urbano e concelhio
País urbano e concelhio
 
Descoberta e exploração da costa ocidental africana
Descoberta e exploração da costa ocidental africanaDescoberta e exploração da costa ocidental africana
Descoberta e exploração da costa ocidental africana
 
E1 o expansionismo europeu
E1 o expansionismo europeuE1 o expansionismo europeu
E1 o expansionismo europeu
 
Escravatura
EscravaturaEscravatura
Escravatura
 
Geografia A 10 ano - Radiação Solar
Geografia A 10 ano - Radiação SolarGeografia A 10 ano - Radiação Solar
Geografia A 10 ano - Radiação Solar
 
Auto de inês pereira
Auto de inês pereiraAuto de inês pereira
Auto de inês pereira
 
Geografia A 10 ano - Recursos do Subsolo
Geografia A 10 ano - Recursos do SubsoloGeografia A 10 ano - Recursos do Subsolo
Geografia A 10 ano - Recursos do Subsolo
 
Os Lusíadas - Reflexões do Poeta
Os Lusíadas - Reflexões do PoetaOs Lusíadas - Reflexões do Poeta
Os Lusíadas - Reflexões do Poeta
 
O espaço português: da formação à fixação do território
O espaço português: da formação à fixação do territórioO espaço português: da formação à fixação do território
O espaço português: da formação à fixação do território
 
Recursos expressivos
Recursos expressivosRecursos expressivos
Recursos expressivos
 
Principais problemas e soluções sociodemográficos
Principais problemas e soluções sociodemográficosPrincipais problemas e soluções sociodemográficos
Principais problemas e soluções sociodemográficos
 
25 - Comércio à escala mundial
25 - Comércio à escala mundial25 - Comércio à escala mundial
25 - Comércio à escala mundial
 
As disponibilidades hídricas
As disponibilidades hídricasAs disponibilidades hídricas
As disponibilidades hídricas
 

Destaque

E2 renascimento e reforma blogue
E2 renascimento e reforma blogueE2 renascimento e reforma blogue
E2 renascimento e reforma blogue
Vítor Santos
 
Ficha de Trabalho sobre a expansão portuguesa - 8º ANO - SOLUÇÕES
Ficha de Trabalho sobre a expansão portuguesa - 8º ANO - SOLUÇÕESFicha de Trabalho sobre a expansão portuguesa - 8º ANO - SOLUÇÕES
Ficha de Trabalho sobre a expansão portuguesa - 8º ANO - SOLUÇÕES
ensinovirtual3ciclo
 
Teste de história 8º ano
Teste de história 8º anoTeste de história 8º ano
Teste de história 8º ano
Acima da Média
 
História o expansionismo europeu
História o expansionismo europeuHistória o expansionismo europeu
História o expansionismo europeu
Gabriela Vasconcelos
 
Os imperios peninsulares
Os imperios peninsularesOs imperios peninsulares
Os imperios peninsulares
Susana Simões
 
Exercícios de História - 8º Ano
Exercícios de História - 8º AnoExercícios de História - 8º Ano
Exercícios de História - 8º Ano
Vera Sezões
 
Comércio à escala mundial
Comércio à escala mundialComércio à escala mundial
Comércio à escala mundial
Maria Gomes
 
Unidade 3 o_antigo_regime_europeu
Unidade 3 o_antigo_regime_europeuUnidade 3 o_antigo_regime_europeu
Unidade 3 o_antigo_regime_europeu
Vítor Santos
 
O Expansionismo Europeu
O Expansionismo EuropeuO Expansionismo Europeu
O Expansionismo Europeu
pdalvares
 
I - NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO BIOLÓGICA
I - NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO BIOLÓGICAI - NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO BIOLÓGICA
I - NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO BIOLÓGICA
sandranascimento
 
Expansionismo europeu i
Expansionismo europeu iExpansionismo europeu i
Expansionismo europeu i
Teresa Maia
 
Unidade 6 revoluções e estados_liberais_e_conservadores
Unidade 6 revoluções e estados_liberais_e_conservadoresUnidade 6 revoluções e estados_liberais_e_conservadores
Unidade 6 revoluções e estados_liberais_e_conservadores
Vítor Santos
 
Unidade 7 mundo industrializado e países de dificil industrialização
Unidade 7 mundo industrializado e países de dificil industrializaçãoUnidade 7 mundo industrializado e países de dificil industrialização
Unidade 7 mundo industrializado e países de dificil industrialização
Vítor Santos
 
Teste de História 8º ano- Porto Editora
Teste de História 8º ano- Porto EditoraTeste de História 8º ano- Porto Editora
Teste de História 8º ano- Porto Editora
Zé Mário
 
Unidade 4 um século de mudanças século xviii
Unidade 4 um século de mudanças século xviiiUnidade 4 um século de mudanças século xviii
Unidade 4 um século de mudanças século xviii
Vítor Santos
 
C2 a sociedade europeia nos séculos ix a xii
C2 a sociedade europeia nos séculos ix a xiiC2 a sociedade europeia nos séculos ix a xii
C2 a sociedade europeia nos séculos ix a xii
Vítor Santos
 
Resumo De História do 8º Ano
Resumo De História do 8º AnoResumo De História do 8º Ano
Resumo De História do 8º Ano
Denis Best
 
Europa crista secs_VI_a_IX
Europa crista secs_VI_a_IXEuropa crista secs_VI_a_IX
Europa crista secs_VI_a_IX
Teresa Maia
 
As condições da expansão portuguesa
As condições da expansão portuguesaAs condições da expansão portuguesa
As condições da expansão portuguesa
Maria Gomes
 
Crises e revolução no século XIV e expansionismo europeu
Crises e revolução no século XIV e expansionismo europeu Crises e revolução no século XIV e expansionismo europeu
Crises e revolução no século XIV e expansionismo europeu inessalgado
 

Destaque (20)

E2 renascimento e reforma blogue
E2 renascimento e reforma blogueE2 renascimento e reforma blogue
E2 renascimento e reforma blogue
 
Ficha de Trabalho sobre a expansão portuguesa - 8º ANO - SOLUÇÕES
Ficha de Trabalho sobre a expansão portuguesa - 8º ANO - SOLUÇÕESFicha de Trabalho sobre a expansão portuguesa - 8º ANO - SOLUÇÕES
Ficha de Trabalho sobre a expansão portuguesa - 8º ANO - SOLUÇÕES
 
Teste de história 8º ano
Teste de história 8º anoTeste de história 8º ano
Teste de história 8º ano
 
História o expansionismo europeu
História o expansionismo europeuHistória o expansionismo europeu
História o expansionismo europeu
 
Os imperios peninsulares
Os imperios peninsularesOs imperios peninsulares
Os imperios peninsulares
 
Exercícios de História - 8º Ano
Exercícios de História - 8º AnoExercícios de História - 8º Ano
Exercícios de História - 8º Ano
 
Comércio à escala mundial
Comércio à escala mundialComércio à escala mundial
Comércio à escala mundial
 
Unidade 3 o_antigo_regime_europeu
Unidade 3 o_antigo_regime_europeuUnidade 3 o_antigo_regime_europeu
Unidade 3 o_antigo_regime_europeu
 
O Expansionismo Europeu
O Expansionismo EuropeuO Expansionismo Europeu
O Expansionismo Europeu
 
I - NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO BIOLÓGICA
I - NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO BIOLÓGICAI - NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO BIOLÓGICA
I - NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO BIOLÓGICA
 
Expansionismo europeu i
Expansionismo europeu iExpansionismo europeu i
Expansionismo europeu i
 
Unidade 6 revoluções e estados_liberais_e_conservadores
Unidade 6 revoluções e estados_liberais_e_conservadoresUnidade 6 revoluções e estados_liberais_e_conservadores
Unidade 6 revoluções e estados_liberais_e_conservadores
 
Unidade 7 mundo industrializado e países de dificil industrialização
Unidade 7 mundo industrializado e países de dificil industrializaçãoUnidade 7 mundo industrializado e países de dificil industrialização
Unidade 7 mundo industrializado e países de dificil industrialização
 
Teste de História 8º ano- Porto Editora
Teste de História 8º ano- Porto EditoraTeste de História 8º ano- Porto Editora
Teste de História 8º ano- Porto Editora
 
Unidade 4 um século de mudanças século xviii
Unidade 4 um século de mudanças século xviiiUnidade 4 um século de mudanças século xviii
Unidade 4 um século de mudanças século xviii
 
C2 a sociedade europeia nos séculos ix a xii
C2 a sociedade europeia nos séculos ix a xiiC2 a sociedade europeia nos séculos ix a xii
C2 a sociedade europeia nos séculos ix a xii
 
Resumo De História do 8º Ano
Resumo De História do 8º AnoResumo De História do 8º Ano
Resumo De História do 8º Ano
 
Europa crista secs_VI_a_IX
Europa crista secs_VI_a_IXEuropa crista secs_VI_a_IX
Europa crista secs_VI_a_IX
 
As condições da expansão portuguesa
As condições da expansão portuguesaAs condições da expansão portuguesa
As condições da expansão portuguesa
 
Crises e revolução no século XIV e expansionismo europeu
Crises e revolução no século XIV e expansionismo europeu Crises e revolução no século XIV e expansionismo europeu
Crises e revolução no século XIV e expansionismo europeu
 

Semelhante a Unidade 1 o expansionismo europeu

E1 o expansionismo europeu
E1 o expansionismo europeuE1 o expansionismo europeu
E1 o expansionismo europeu
Vítor Santos
 
Revisão de história 1º ano
Revisão de história 1º anoRevisão de história 1º ano
Revisão de história 1º ano
eunamahcado
 
O Expansionismo Europeu
O Expansionismo EuropeuO Expansionismo Europeu
O Expansionismo Europeu
danielafirmino3
 
Expansões Européias
Expansões EuropéiasExpansões Européias
Expansões Européias
IsabellyViana
 
Aula 07 expansão marítima européia
Aula 07   expansão marítima européiaAula 07   expansão marítima européia
Aula 07 expansão marítima européia
Jonatas Carlos
 
Apresentação grandes navegações tmp
Apresentação grandes navegações tmpApresentação grandes navegações tmp
Apresentação grandes navegações tmp
Péricles Penuel
 
286811943-A-Expansao-Maritima-Portuguesa.pdf
286811943-A-Expansao-Maritima-Portuguesa.pdf286811943-A-Expansao-Maritima-Portuguesa.pdf
286811943-A-Expansao-Maritima-Portuguesa.pdf
DanielaPereira423586
 
34--EXPANSAO-MARITMA_443061c568e94180be8cf39423d2a9ef.pptx
34--EXPANSAO-MARITMA_443061c568e94180be8cf39423d2a9ef.pptx34--EXPANSAO-MARITMA_443061c568e94180be8cf39423d2a9ef.pptx
34--EXPANSAO-MARITMA_443061c568e94180be8cf39423d2a9ef.pptx
Raquel Sousa
 
Expansão Marítima Europeia
Expansão Marítima EuropeiaExpansão Marítima Europeia
Expansão Marítima Europeia
victorjunio82
 
expansionismo europeu
expansionismo europeuexpansionismo europeu
expansionismo europeu
Beatriz Silva
 
AS GRANDES NAVEGAÇÕES..pdf
AS GRANDES NAVEGAÇÕES..pdfAS GRANDES NAVEGAÇÕES..pdf
AS GRANDES NAVEGAÇÕES..pdf
MariaAparecidaFerrei84
 
As Grandes Navegações
As Grandes NavegaçõesAs Grandes Navegações
As Grandes Navegações
Henrique Tobal Jr.
 
Império Português do Oriente
Império Português do OrienteImpério Português do Oriente
Império Português do Oriente
tomas-soares-oliveira
 
Frente1 módulos 1 e 2 expansão marítima
Frente1 módulos 1 e 2 expansão marítimaFrente1 módulos 1 e 2 expansão marítima
Frente1 módulos 1 e 2 expansão marítima
Lú Carvalho
 
O expansionismo europeu.pptx
O expansionismo europeu.pptxO expansionismo europeu.pptx
O expansionismo europeu.pptx
ssusera01edc
 
Idade moderna i
Idade moderna iIdade moderna i
Idade moderna i
Julia Selistre
 
13384 13376 HistóRia O Expansionismo Europeu
13384 13376 HistóRia O Expansionismo Europeu13384 13376 HistóRia O Expansionismo Europeu
13384 13376 HistóRia O Expansionismo Europeu
mantorrinhas
 
2 navegacoes
2 navegacoes2 navegacoes
2 navegacoes
Paulo Alexandre
 
As grandes navegações
As grandes navegaçõesAs grandes navegações
As grandes navegações
Henrique Tobal Jr.
 
Expansão Marítima Europeia
Expansão Marítima EuropeiaExpansão Marítima Europeia
Expansão Marítima Europeia
Luciano Emanuel Silva
 

Semelhante a Unidade 1 o expansionismo europeu (20)

E1 o expansionismo europeu
E1 o expansionismo europeuE1 o expansionismo europeu
E1 o expansionismo europeu
 
Revisão de história 1º ano
Revisão de história 1º anoRevisão de história 1º ano
Revisão de história 1º ano
 
O Expansionismo Europeu
O Expansionismo EuropeuO Expansionismo Europeu
O Expansionismo Europeu
 
Expansões Européias
Expansões EuropéiasExpansões Européias
Expansões Européias
 
Aula 07 expansão marítima européia
Aula 07   expansão marítima européiaAula 07   expansão marítima européia
Aula 07 expansão marítima européia
 
Apresentação grandes navegações tmp
Apresentação grandes navegações tmpApresentação grandes navegações tmp
Apresentação grandes navegações tmp
 
286811943-A-Expansao-Maritima-Portuguesa.pdf
286811943-A-Expansao-Maritima-Portuguesa.pdf286811943-A-Expansao-Maritima-Portuguesa.pdf
286811943-A-Expansao-Maritima-Portuguesa.pdf
 
34--EXPANSAO-MARITMA_443061c568e94180be8cf39423d2a9ef.pptx
34--EXPANSAO-MARITMA_443061c568e94180be8cf39423d2a9ef.pptx34--EXPANSAO-MARITMA_443061c568e94180be8cf39423d2a9ef.pptx
34--EXPANSAO-MARITMA_443061c568e94180be8cf39423d2a9ef.pptx
 
Expansão Marítima Europeia
Expansão Marítima EuropeiaExpansão Marítima Europeia
Expansão Marítima Europeia
 
expansionismo europeu
expansionismo europeuexpansionismo europeu
expansionismo europeu
 
AS GRANDES NAVEGAÇÕES..pdf
AS GRANDES NAVEGAÇÕES..pdfAS GRANDES NAVEGAÇÕES..pdf
AS GRANDES NAVEGAÇÕES..pdf
 
As Grandes Navegações
As Grandes NavegaçõesAs Grandes Navegações
As Grandes Navegações
 
Império Português do Oriente
Império Português do OrienteImpério Português do Oriente
Império Português do Oriente
 
Frente1 módulos 1 e 2 expansão marítima
Frente1 módulos 1 e 2 expansão marítimaFrente1 módulos 1 e 2 expansão marítima
Frente1 módulos 1 e 2 expansão marítima
 
O expansionismo europeu.pptx
O expansionismo europeu.pptxO expansionismo europeu.pptx
O expansionismo europeu.pptx
 
Idade moderna i
Idade moderna iIdade moderna i
Idade moderna i
 
13384 13376 HistóRia O Expansionismo Europeu
13384 13376 HistóRia O Expansionismo Europeu13384 13376 HistóRia O Expansionismo Europeu
13384 13376 HistóRia O Expansionismo Europeu
 
2 navegacoes
2 navegacoes2 navegacoes
2 navegacoes
 
As grandes navegações
As grandes navegaçõesAs grandes navegações
As grandes navegações
 
Expansão Marítima Europeia
Expansão Marítima EuropeiaExpansão Marítima Europeia
Expansão Marítima Europeia
 

Mais de Vítor Santos

5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
Vítor Santos
 
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
Vítor Santos
 
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
Vítor Santos
 
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
Vítor Santos
 
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
Vítor Santos
 
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
Vítor Santos
 
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
Vítor Santos
 
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
Vítor Santos
 
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
Vítor Santos
 
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
Vítor Santos
 
03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf
Vítor Santos
 
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
Vítor Santos
 
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
Vítor Santos
 
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
Vítor Santos
 
02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf
Vítor Santos
 
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
Vítor Santos
 
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
Vítor Santos
 
01_02_o_modelo_romano.pdf
01_02_o_modelo_romano.pdf01_02_o_modelo_romano.pdf
01_02_o_modelo_romano.pdf
Vítor Santos
 
01_01_o_modelo_ateniense.pdf
01_01_o_modelo_ateniense.pdf01_01_o_modelo_ateniense.pdf
01_01_o_modelo_ateniense.pdf
Vítor Santos
 
0_história_A.pdf
0_história_A.pdf0_história_A.pdf
0_história_A.pdf
Vítor Santos
 

Mais de Vítor Santos (20)

5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
 
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
 
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
 
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
 
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
 
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
 
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
 
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
 
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
 
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
 
03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf
 
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
 
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
 
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
 
02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf
 
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
 
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
 
01_02_o_modelo_romano.pdf
01_02_o_modelo_romano.pdf01_02_o_modelo_romano.pdf
01_02_o_modelo_romano.pdf
 
01_01_o_modelo_ateniense.pdf
01_01_o_modelo_ateniense.pdf01_01_o_modelo_ateniense.pdf
01_01_o_modelo_ateniense.pdf
 
0_história_A.pdf
0_história_A.pdf0_história_A.pdf
0_história_A.pdf
 

Último

Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Biblioteca UCS
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
RenanSilva991968
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
LucianaCristina58
 
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdfthe_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
CarinaSoto12
 
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
1000a
 
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slidesSócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
jbellas2
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
RenanSilva991968
 
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
AntnioManuelAgdoma
 
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 mateasocialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
ILDISONRAFAELBARBOSA
 
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptxSlides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptxApresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
JulianeMelo17
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
NatySousa3
 
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdfiNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
andressacastro36
 
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
IslanderAndrade
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdflivro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
cmeioctaciliabetesch
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
MateusTavares54
 

Último (20)

Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
 
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdfthe_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
 
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
 
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slidesSócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
 
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
 
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 mateasocialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
 
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptxSlides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
 
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptxApresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
 
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdfiNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
 
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdflivro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
 

Unidade 1 o expansionismo europeu

  • 1. História - 8º ano Unidade 1 O expansionismo Europeu http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
  • 2. O expansionismo europeu 2 1 – Conhecer e compreender o pioneirismo português no processo europeu de expansão. 1. Relacionar o arranque do processo de expansão europeu com as dificuldades e tensões acumuladas na segunda metade do século XIV. 2. Relacionar o crescimento demográfico e comercial europeu do século XV com as necessidades de expansão interna e externa da Europa. 3. Explicar as condições políticas, sociais, técnicas, científicas e religiosas que possibilitaram o arranque da expansão portuguesa.
  • 3. O expansionismo europeu 3 2 – Conhecer os processos de expansão dos Impérios Peninsulares. 1. Descrever as prioridades concedidas à expansão nos períodos do Infante D. Henrique, de D. Afonso V, de D. João II e de D. Manuel I e os seus resultados. 2. Caracterizar os principais sistemas de exploração do Império português nas ilhas atlânticas, costa ocidental africana, Brasil e Império português do Oriente. 3. Identificar os conflitos entre Portugal e Castela pela posse de territórios ultramarinos, relacionando-os com os tratados de Alcáçovas e de Tordesilhas e com a consolidação da teoria do Mare Clausum. 4. Caracterizar a conquista e construção do Império espanhol da América. 5. Reconhecer o apogeu de Portugal como a grande potência mundial na primeira metade do século XVI e de Espanha na segunda metade da mesma centúria.
  • 4. O expansionismo europeu 4 3 – Compreender as transformações do comércio à escala mundial. 1. Caracterizar as grandes rotas do comércio mundial do século XVI. 2. Avaliar as consequências do comércio intercontinental no quotidiano e nos consumos mundiais. 3. Descrever a dinamização dos centros económicos europeus decorrente da mundialização da economia. 4. Explicar o domínio de Antuérpia na distribuição e venda dos produtos coloniais na Europa.
  • 5. O expansionismo europeu 5 4 – Compreender os séculos XV e XVI como período de amplificação dos níveis de multiculturalidade das sociedades. 1. Identificar, no âmbito de processos de colonização, fenómenos de intercâmbio, aculturação e assimilação. 2. Caracterizar a escravatura nos séculos XV e XVI e as atitudes dos europeus face a negros e índios. 3. Referenciar a intensificação das perseguições aos judeus que culminaram na expulsão ou na conversão forçada e na perseguição dos mesmos de muitos territórios da Europa Ocidental, com destaque para o caso português. 4. Constatar a permanência e a universalidade de valores e atitudes racistas até à atualidade.
  • 6. O expansionismo europeu 6 5 – Conhecer o processo de união dos impérios peninsulares e a Restauração da independência portuguesa em 1640. 1. Indicar os motivos da crise do Império português a partir da segunda metade do século XVI. 2. Descrever os fatores que estiveram na origem da perda de independência portuguesa em 1580 e da concretização de uma monarquia dual. 3. Relacionar a ascensão económica e colonial da Europa do Norte com a crise do Império espanhol e as suas repercussões em Portugal. 4. Relacionar o incumprimento das promessas feitas por Filipe I, nas cortes de Tomar, pelos seus sucessores com o crescente descontentamento dos vários grupos sociais portugueses. 5. Descrever os principais acontecimentos da Restauração da independência de Portugal no 1.º de Dezembro de 1640.
  • 7. Após a crise do século XIV, o XV foi de recuperação económica; A população e a produção agrícola e artesanal crescem; Desenvolve-se o comércio; Surgem novas áreas comerciais: Cidades Hanseáticas, Flandres, cidades italianas; Hansa Flandres Cidades Italianas O expansionismo europeu 7
  • 8. Mapa da Europa no século XV O expansionismo europeu 8
  • 9. Principais estados: França e Inglaterra; O Sacro Império Romano-Germano estava dividido em dezenas de pequenos estados; Na Península Ibérica existem 4 estados: Portugal, Castela, Aragão e Navarra, o último reino muçulmano (Granada) foi conquistado em 1492; O expansionismo europeu 9
  • 10. Mapa mundo da época medieval O expansionismo europeu 10
  • 11. O que é que este mapa nos revela sobre o conhecimento que os europeus tinham do Mundo no início do século XV? O conhecimento do Mundo era muito reduzido. O continente americano era completamente desconhecido, a Ásia era apenas conhecida através do relato de alguns viajante, como Marco Polo. A África, com exceção da zona mediterrânica, também era completamente desconhecida. O expansionismo europeu 11
  • 12. Os europeus imaginavam regiões e mares desconhecidos, cheios de perigos e de monstros e outros animais imaginários; Considerava-se que a temperatura na zona do equador seria tão alta que não era possível habitar essa zona; O expansionismo europeu 12
  • 13. A expansão europeia Objetivos dessa expansão: Necessidade de ouro. O desenvolvimento do comércio criou a necessidade de mais moeda. O ouro era muito raro na Europa e por isso era vital alcançar as regiões produtoras de ouro, nomeadamente em África; Procuram de alcançar as regiões produtoras de especiarias que se localizavam na Ásia; O ouro e as especiarias chegavam à Europa através de comerciantes muçulmanos; O expansionismo europeu 13
  • 14. As motivações portuguesas: Os grupos sociais (burguesia e parte da nobreza) interessados no comércio queriam ter acesso: Ao ouro africano, às especiarias, ao açúcar e às plantas tintureiras; Às fontes de escravos; A regiões produtoras de cereais; A nobreza pretendia continuar a guerra contra os muçulmanos como forma de aumentar os seus domínios senhoriais; Motivações religiosas, expandir a fé cristã, combater o Islão. O expansionismo europeu 14
  • 15. Porque foi Portugal o primeiro país a iniciar essa expansão europeia? Em Portugal, no início do século XV estavam reunidas as condições para se iniciar o processo de expansão; O expansionismo europeu 15
  • 16. Condições geográficas Portugal fica situado no extremo ocidental da Europa; Perto da costa africana e dos arquipélagos atlânticos; Longa costa marítima e bons portos naturais; Pesca e comércio a longa distância; Em Portugal existiam marinheiros experientes. O expansionismo europeu 16
  • 17. Condições políticas D. João I Nos finais do século XIV ocupa o poder uma nova dinastia e uma nova nobreza com vontade de conquistar mais terras e riquezas; O expansionismo europeu 17
  • 18. Condições técnicas e científicas Portugal foi um local de encontro de várias culturas, sobretudo a judaica e muçulmana que proporcionaram muitos conhecimentos técnicos no domínio da navegação; Os portugueses conheciam o astrolábio, a bússola, o quadrante e outros instrumentos que permitiam a navegação astronómica. Navegação astronómica – navegação no alto mar orientada pela posição de determinados astros; O expansionismo europeu 18
  • 19. A caravela era um navio que permitia bolinar. Bolinar – navegar com ventos contrários. O expansionismo europeu 19
  • 20. A expansão portuguesa começou em 1415, com a conquista de Ceuta. Porque foi escolhida esta cidade? O expansionismo europeu 20
  • 21. A cidade de Ceuta está situada no Norte de África (Marrocos) no estreito de Gibraltar, os barcos que entram e saem do Mar Mediterrâneo têm de passar em frente da cidade; Era um ponto de chegada das rotas de caravanas que traziam o ouro do sul de África; Estava situada numa zona rica em cereais; Por outro lado os portugueses viam a conquista de Ceuta como um ataque ao Islão. O expansionismo europeu 21
  • 22. A conquista da cidade foi relativamente fácil mas a cidade ficou cercada pelos muçulmanos; Os ataques eram frequentes e os terrenos em volta da cidade não podiam ser cultivados; Os muçulmanos desviram as rotas comerciais; A conquista de Ceuta foi um desastre económico. O expansionismo europeu 22
  • 23. Perante o fracasso económico da conquista de Ceuta surge um novo plano; Alcançar, por via marítima as zonas produtoras de ouro e especiarias. O expansionismo europeu 23
  • 24. Após a conquista de Ceuta os portugueses iniciaram as viagens de descoberta na costa africana; Quem tomou a iniciativa dessas viagens? O infante D. Henrique entre 1416 e 1460 desempenhou um importante papel; Também o rei, D. João I e o infante D. Pedro promoveram algumas viagens; Em 1434, Gil Eanes, ultrapassou o Cabo Bojador e iniciavam-se as viagens em mares desconhecidos. O expansionismo europeu 24
  • 26. Os portugueses chegam aos arquipélagos da Madeira em 1419 e dos Açores em 1427; Estes arquipélagos já aparecem representados em mapas do século XIV, pelo que não se trata de descoberta mas redescoberta; Estes arquipélagos estavam desabitados; O expansionismo europeu 26
  • 27. O Infante D. Henrique iniciou a colonização da Madeira, entregando-a a capitães-donatários; Membros da pequena nobreza a quem eram doados grandes extensões de territórios; Os capitães-donatários tinham o direito de administrar justiça, de cobrar impostos e de distribuir terras aos colonizadores que pretendessem explorá-las; O expansionismo europeu 27
  • 28. Os primeiros capitães-donatários foram João Gonçalves Zarco, Tristão Vaz Teixeira e Bartolomeu Perestrelo (Porto Santo); Os Açores também foram doados a capitães-donatários; O expansionismo europeu 28
  • 29. Produção económica: Madeira – cereais, vinha e cana-de-açúcar; Açores – cereais, criação de gado e plantas tintureiras. O expansionismo europeu 29
  • 30. Em 1460, ano da morte do Infante D. Henrique, os portugueses tinham alcançado a Serra Leoa, o desinteresse do rei Afonso V, levou a um abrandamento das viagens de descoberta; Mais interessado nas conquista no Norte de África, o rei fez um contrato com o mercador Fernão Gomes (1469-1474) de exploração da costa africana; O expansionismo europeu 30
  • 31. No reinado de D. Afonso V, os portugueses conquistaram, no Norte de África, as cidades de Alcácer Ceguer (1458), Arzila e Tânger (1471); Na exploração da costa africana os portugueses atingiram a costa da Mina (ouro) e descobriram as ilhas de São Tomé e Príncipe, Fernando Pó e Ano Bom; O expansionismo europeu 31
  • 32. Com a subida ao poder de D. João II (1481-1495), o principal objetivo da expansão foi o de alcançar a Índia por mar, contornando o continente africano; O expansionismo europeu 32
  • 33. Em 1487, Afonso Paiva e Pêro da Covilhã são enviados para Oriente, por terra, para recolherem informações sobre a navegação no Oceano Índico; O expansionismo europeu 33
  • 34. Em 1488, Bartolomeu Dias, atingiu o limite sul da África e alcançou o Oceano Índico O expansionismo europeu 34
  • 35. A rivalidade entre Portugal e Castela A rivalidade entre Castela e Portugal começou no século XV, com a disputa sobre o arquipélago das Canárias; O expansionismo europeu 35
  • 36. O Tratado de Alcáçovas, 1479, entre Portugal e Castela, resolveu este primeiro conflito; Portugal desistiu da posse das Canárias e Castela reconheceu a exclusividade do domínio português a sul das Canárias; A descoberta da América (1492) por Cristóvão Colombo reacendeu a rivalidade luso-castelhana; O expansionismo europeu 36
  • 37. Colombo foi um mercador italiano, nascido em Génova, que viveu alguns anos em Portugal e recolheu informações sobre a possível existência de terras a ocidente dos Açores; Concebeu o plano de atingir a Índia (Oriente) navegando para Ocidente; O expansionismo europeu 37
  • 38. D. João I não mostrou interesse por esse plano e Colombo foi apresentá-lo aos Reis Católicos, reis de Espanha; Cristóvão Colombo atingiu a América, embora pensasse que tinha atingido a Índia (1492); O expansionismo europeu 38
  • 39. A quem pertenciam as novas terras descobertas? Portugal e Espanha tinham um entendimento totalmente diferente sobre este problema; Depois de muitas negociações, chegaram a um acordo confirmado pelo Papa; Portugal e Espanha assinaram em 1494, o Tratado de Tordesilhas; O expansionismo europeu 39
  • 40. O Tratado de Tordesilhas estabeleceu a divisão do Mundo em dois hemisférios; As terras descobertas ou a descobrir passavam a pertencer a Portugal ou Espanha, conforme o hemisfério onde se situassem; O expansionismo europeu 40
  • 41. A chegada à Índia e ao Brasil Em 1498, depois da morte de D. João II, no reinado de D. Manuel I, Vasco da Gama alcança a Índia, contornando África. O expansionismo europeu 41
  • 42. Os portugueses chegaram a Calecute (Índia) e abriram uma nova rota comercial (rota do Cabo); Estava descoberto o caminho marítimo para as especiarias; O expansionismo europeu 42
  • 43. Alguns historiadores levantam a hipótese de os portugueses terem alcançado o Brasil antes de 1494,; Isso explicaria o facto de os portugueses incluírem o território no tratado; O expansionismo europeu 43
  • 44. Oficialmente, o Brasil foi descoberto em 1500, por uma frota comandada por Pedro Álvares Cabral; A armada dirigia-se para a Índia, e uma tempestade ou intencionalmente a frota fez um desvio para sudoeste e, a 22 de abril de 1500, descobriu uma nova terra batizada de Terra de Vera Cruz; Mais tarde, devido à abundância de uma árvore chamada pau- brasil, essas terras passaram a ser conhecidas por Brasil. O expansionismo europeu 44
  • 45. Os portugueses em África Em África, durante os séculos XV e XVI, os portugueses fixaram-se em algumas zonas litorais do continente; Dedicaram-se, em especial, ao comércio de escravos, marfim e especiarias; Construíram feitorias (posto comercial fortificado) para realizarem as trocas; Principais feitorias: S. Jorge da Mina, Sofala e Ilha de Moçambique. O expansionismo europeu 45
  • 46. Os arquipélagos de Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe eram despovoados; Tornaram-se entrepostos de comércio de escravos; Em São Tomé desenvolveu-se as plantações de cana-de-açúcar; As populações levadas para estes arquipélagos foram, desde muito cedo, cristianizadas; O expansionismo europeu 46
  • 47. O Império Português no Oriente Ao contrário da África, o Oriente, nos séculos XV e XVI, era um mundo desenvolvido, urbanizado e poderoso; O expansionismo europeu 47
  • 48. O expansionismo europeu 48 A Ásia era muito povoada, com uma agricultura diversificada, produção abundante de especiarias; O desenvolvimento técnico, em alguns casos, era superior ao europeu; Atividade industrial desenvolvida: Porcelanas e sedas – China; Tecidos de algodão – Índia; Objetos lacados e papel – China e Japão;
  • 49. O expansionismo europeu 49 A Ásia estava dividida em pequeno estados (as exceções eram o Império Persa e a China); As principais religiões eram o Budismo, Hinduísmo (Índia) e Islamismo; Os portugueses não procuraram conquistar um império territorial mas um império comercial, baseado no domínio dos mares; Essa intenção levou a vários combates navais contra os muçulmanos; Esta política iniciou-se com a nomeação de D. Francisco de Almeida vice-rei da Índia (1505-1509);
  • 50. O expansionismo europeu 50 O segundo vice-rei da Índia, Afonso de Albuquerque, conquistou algumas cidades estratégicas: Ormuz, Goa e Malaca;
  • 51. O expansionismo europeu 51 Goa ficava numa zona rica em especiarias; Ormuz, permitia controlar a navegação no Golfo Pérsico (uma das principais rotas do comércio muçulmano); Malaca permitia controlar o comércio da China, Japão e arquipélago indonésio; Os portugueses procuraram estabelecer no oceano Índico um regime de monopólio comercial;
  • 52. O expansionismo europeu 52 Portugal construiu no Oriente uma rede de feitorias para controlar o comércio; Goa tornou-se a capital do Império Português do Oriente; Todas as mercadorias afluíam para Goa e daí eram enviadas para Lisboa; O rei português controlava todo esse comércio, por isso se diz que o comércio com o Oriente era um monopólio régio; Em Lisboa, foi criada a Casa da Índia, para organizar e controlar todo o comércio português com o Oriente;
  • 53. O expansionismo europeu 53 As relações dos portugueses com as populações locais variou entre o amigável e o conflito; Os conflitos nasceram sobretudo por causas religiosas e de disputas comerciais; Os casamentos de portugueses com mulheres indígenas eram frequentes (casamentos mistos) e levou à miscigenação de populações; Os missionários portugueses tiveram dificuldades na difusão da fé cristã; Destacaram-se os Jesuítas e o papel de S. Francisco Xavier;
  • 54. O expansionismo europeu 54 Colonização do Brasil Em 1500 o Brasil era um território coberto por densas florestas; Era povoado por ameríndios que eram seminómadas, desconheciam os metais, viviam da caça e de uma agricultura rudimentar; Até 1530, os portugueses limitaram- se a explorar o pau-brasil; As tentativas de franceses e espanhóis de se instalarem no território levou os portugueses a iniciarem a colonização.
  • 55. O expansionismo europeu 55 Em 1534, o Brasil foi dividido em capitanias, entregues a título hereditário a capitães-donatários com a incumbência de estes promoverem a colonização; A falta de recursos, as rivalidades entre eles, os ataques de índios e franceses fragilizaram este sistema; Em 1549, D. João III, nomeou o primeiro governador-geral do Brasil, Tomé de Sousa, que fundou a cidade de S. Salvador da Baía que durante muito tempo foi a capital do Brasil.
  • 56. O expansionismo europeu 56 Tomé de Sousa iniciou a colonização do Brasil; Foram enviados colonos e os primeiros missionários; No final do século XV existiam no Brasil 25.000 portugueses; Começaram a ser importados escravos negros e começou-se a desenvolver a plantação de cana-de-açúcar;
  • 57. O expansionismo europeu 57 Império Espanhol na América No início do século XV, existiam na América três civilizações desenvolvidas que construíram cidades, estradas e monumentos: Maia, Asteca e Inca. A partir de 1519, os espanhóis iniciaram a colonização da América central e do sul;
  • 58. O expansionismo europeu 58 Beneficiando de alianças com tribos inimigas, da superioridade das armas de fogo e do fator surpresa os espanhóis conquistaram essas civilizações; Fernando Cortez conquistou o México (Astecas) e Francisco Pizarro conquistou o império Inca;
  • 60. O expansionismo europeu 60 Espanha passou a dominar um enorme império na América; Pilhou as riquezas acumuladas por estas civilizações e depois explorou minas de ouro e prata; A Europa ficou inundada com a prata e ouro americanos; A população índia diminuiu, devido às doenças (varíola), ao trabalho forçado nas minas e à brutalidade da conquista espanhola; A população foi convertida ao cristianismo pelos missionários;
  • 61. O expansionismo europeu 61 O comércio à escala global
  • 62. O expansionismo europeu 62 Com as descobertas ibéricas do século XV e XVI iniciou-se o comércio a uma escala intercontinental; Este comércio irá provocar a mudança de hábitos em muitas regiões bem como na própria agricultura; Plantas raras e por isso caras, passaram a ser de consumo quotidiano: açúcar e especiarias; Plantas desconhecidas na Europa começaram a ser plantadas: batata, milho, mandioca, etc.
  • 63. O expansionismo europeu 63 Lisboa e Sevilha passaram a ser as cabeças de um comércio intercontinental; No entanto a distribuição das mercadorias pela Europa foi dominada por várias cidades do norte da Europa, sobretudo a cidade de Antuérpia, na Flandres (atual Bélgica);
  • 64. O expansionismo europeu 64 As mercadorias compradas a baixo preço na origem eram vendidas a preços mais elevados na Europa, o que proporcionou lucros fabulosos; Quem mais beneficiou com este comércio foi a burguesia europeia, sobretudo do norte da Europa; Investiram em novos negócios e emprestaram, a juros elevados, aos reis de Portugal e Espanha
  • 65. Bibliografia: Apresentação construída com base nos livros: Neto, Helena e outros, História 8, Editora Santillana, 2014 Diniz, Maria Emília, Tavares, Adérito, Caldeira, Arlindo M., História 8, Raiz Editora, 2012 O expansionismo europeu 65