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Durante o século XIV a Europa passava por 
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tinha condições de disputar com os 
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centralização monárquica.
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centralização do poder político, pois 
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uniformização de moedas, pesos e 
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multiplicidade de barreiras no interior 
do país e condicionando à burguesia 
uma expansão externa
Revisão de história 1º ano
· Antes de se tornar um país 
independente, Portugal era um 
pequeno território no norte da 
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de Leão. Chamava-se Condado 
Portucalense.
Afonso VI promoveu o casamento 
de Raimundo com sua única filha e 
herdeira Urraca, dando-lhe como 
dote o governo de Galiza (região 
da atual Espanha);
· Henrique casou-se com Teresa, 
filha bastarda de Afonso VI, e 
recebeu como dote o Condado 
Portucalense
· D. Henrique continuou com sua 
expansão territorial, na luta contra 
os mouros, anexando assim outros 
territórios ao sul do condado, o que 
foi dando os contornos no que hoje 
é Portugal;
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Henrique de Borgonha e Teresa) 
proclamou a independência do Condado 
Portucalense. Com isso, gerou muitas 
lutas contra as forças do reino de Leão; 
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de Leão reconheceu Afonso Henriques 
como rei de Portugal, dando inicio a 
primeira dinastia portuguesa: a dinastia 
de Borgonha
A sociedade portuguesa do século 
XIII é pois formada por 3 grupos 
sociais, com direitos e deveres 
diferentes: 
A nobreza e o clero (grupos 
privilegiados)
Revisão de história 1º ano
não pagavam impostos; 
possuíam extensas propriedades; 
tinham o poder de aplicar justiça e 
cobrar impostos; 
tinham exército próprio. 
O povo era o grupo mais numeroso e 
desfavorecido, que executava todo o 
tipo de trabalho e pagava impostos.
As atividades económicas: 
A principal atividade da época era 
a AGRICULTURA: cereais, vinho e azeite 
constituíam a trilogia do lavrador 
português. 
Nas zonas litorais, a pesca e o sal 
desempenhavam lugar de relevo tanto 
na alimentação comum como na prática 
do comércio.
A Indústria não existia. O próprio 
artesanato era reduzido e confinado 
às necessidades de consumo: 
fabricavam-se artigos de vestuário, 
calçado, objetos de ferro, madeira e 
barro, alfaias domésticas e 
agrícolas, e pouco mais.
O primeiro motivo que levou os 
portugueses ao empreendimento das 
Grandes Navegações foi a progressiva 
participação lusitana no comércio 
europeu no século XV, em razão da 
ascensão de uma burguesia 
enriquecida que investiu nas 
navegações no intuito de comercializar 
com diferentes partes do mundo.
A centralização monárquica portuguesa 
aconteceu ainda no século XIV com a 
Revolução de Avis, Portugal foi 
considerado o primeiro reino europeu 
unificado, ou seja, foi o primeiro Estado 
Nacional da história da Europa. Além do 
fato da unificação portuguesa, a 
Revolução de Avis consolidou a força da 
burguesia mercantil que, conforme 
vimos acima, investiu pesadamente nas 
Grandes Navegações
os portos de boa qualidade que eram 
existentes no país influenciaram 
bastante no processo do pioneirismo 
português. Outro motivo não menos 
fundamental que os outros expostos, 
que ajudou no processo do 
empreendimento português, foi o 
estudo náutico realizado na Escola de 
Sagres, sob o comando do astuto 
infante D. Henrique, o navegador (1394- 
1460)
A Escola de Sagres foi consolidada na 
residência de D. Henrique e se tornou 
uma referência para estudiosos como 
cosmógrafos, cartógrafos, mercadores, 
aventureiros entre outros. Iniciando o 
processo de conquistas pelos mares, os 
portugueses no ano de 1415 
dominaram Ceuta, considerada 
primeira conquista dos europeus 
durante a Expansão Marítima
O principal objetivo que os navegadores 
portugueses desejavam alcançar era dar 
a volta no continente africano, ou seja, 
realizar o périplo africano. Desta 
maneira, Portugal foi conquistando várias 
concessões na África. No ano de 1488, 
Bartolomeu Dias, navegador português, 
havia conseguido chegar ao Cabo da Boa 
Esperança, provando para o mundo que 
existia uma passagem para outro oceano.
Finalmente, no ano de 1498, o 
navegador português Vasco da Gama 
alcançou as Índias; em 1500, outro 
navegador lusitano, Pedro Álvares 
Cabral, deslocou-se com uma grande 
frota de embarcações para fazer 
comércio com o Oriente, acabou 
chegando ao chamado ‘Novo Mundo’ - 
o continente americano.
Revisão de história 1º ano
A supremacia lusitana deveu-se a uma série 
de fatores, como a existência de um Estado 
precocemente centralizado; a associação 
entre os reis da dinastia de Avis, a uma 
burguesia ávida de grandes lucros; a paz 
interna e externa que Portugal desfrutava; os 
aperfeiçoamentos das técnicas de navegação 
(caravela, vela latina ou triangular), e um 
centro de estudos náuticos - "escola de 
Sagres"’ e também possuir uma posição 
geográfica privilegiada
Segundo o historiador indiano K.M. 
Panikkar, a viagem pioneira dos 
portugueses à Índia inaugurou aquilo 
que ele denominou como a época de 
Vasco da Gama da história asiática. Esse 
período pode ser definido como uma 
era de poder marítimo, de autoridade 
baseada no controle dos mares, poder 
detido apenas pelas nações europeias
Os domínios estabelecidos pelos 
portugueses na Índia e na América se 
diferenciavam, pois na Índia a presença 
dos portugueses visava o comércio, e 
para este fim eles estabeleciam feitorias, 
enquanto na América o território se 
tornaria uma possessão de Portugal, por 
meio de um empreendimento colonial 
destinado a produzir mercadorias para 
exportação.
Um conjunto de forças e motivos 
econômicos, políticos e culturais 
impulsionou a expansão comercial e 
marítima europeia a partir do século 
XV, o que resultou, entre outras coisas, 
no domínio da África, da Ásia e da 
América. 
O fato que marcou o início da 
expansão marítima portuguesa foi A 
conquista de Ceuta em 1415.
Quando então a Espanha entra 
também no projeto das grandes 
navegações e acontece a expansão 
marítima, acontece também a 
divisão de terras do mundo entre 
Portugal e Espanha, conforme ficou 
estabelecido no tratado de 
Tordesilhas, observe a charge
Revisão de história 1º ano
NAVEGAÇÕES ESPANHOLAS
A Espanha também se destacou nas 
conquistas marítimas deste período, 
tornando-se, ao lado de Portugal, uma 
grande potência. Enquanto os 
portugueses navegaram para as Índias 
contornando aÁfrica, os espanhóis 
optaram por um outro caminho. O 
genovês Cristóvão Colombo, financiado 
pela Espanha, pretendia chegar às 
Índias, navegando na direção oeste.
Em 1492, as caravelas espanholas 
partiram rumo ao oriente navegando 
pelo Oceano Atlântico. Colombo tinha 
o conhecimento de que nosso planeta 
era redondo, porém desconhecia a 
existência do continente americano. 
Chegou em 12 de outubro de 1492 nas 
ilhas da América Central, sem saber 
que tinha atingido um novo 
continente.
Foi somente anos mais tarde que o navegador 
Américo Vespúcio identificou aquelas terras 
como sendo um continente ainda não 
conhecido dos europeus. Em contato com os 
índios da América ( maias, incas e astecas ), os 
espanhóis começaram um processo de 
exploração destes povos, interessados na 
grande quantidade de ouro. Além de retirar as 
riquezas dos indígenas americanos, os 
espanhóis destruíram suas culturas.
Nos séculos XV e XVI, Portugal e 
Espanha dominaram os mares e 
conquistaram novos territórios. A 
expansão marítima destas duas 
nações geraram riquezas e 
mudaram o cenário político e 
econômico da Europa.
Com o objetivo principal de chegar 
as Índias por uma rota marítima 
diferente da usada por genoveses e 
venezianos, os espanhóis, liderados 
pelo navegador Cristóvão Colombo, 
chegaram ao continente americano 
em 1492
Civilização Maia 
O povo maia habitou a região das 
florestas tropicais das 
atuais Guatemala, Honduras e Penínsul 
a de Yucatán (região sul do 
atual México). Viveram nestas regiões 
entre os séculos IV a.C e IX a.C. Entre os 
séculos IX e X , os toltecas invadiram 
essas regiões e dominaram a civilização 
maia.
Nunca chegaram a formar um 
império unificado, fato que 
favoreceu a invasão e domínio de 
outros povos. As cidades formavam o 
núcleo político e religioso 
da civilização e eram governadas por 
um estado teocrático. O império 
maia era considerado um 
representante dos deuses na Terra
A zona urbana era habitada apenas pelos 
nobres (família real), sacerdotes 
(responsáveis pelos cultos e 
conhecimentos), chefes militares e 
administradores do império (cobradores 
de impostos). Os camponeses, que 
formavam a base da sociedade, artesão e 
trabalhadores urbanos faziam parte das 
camadas menos privilegiadas e tinham 
que pagar altos impostos
A base da economia maia era a agricultura, 
principalmente de milho, feijão e tubérculos. 
Suas técnicas de irrigação eram muito 
avançadas. Praticavam o comércio de 
mercadorias com povos vizinhos e no interior 
do império. 
Ergueram pirâmides, templos e palácios, 
demonstrando um grande avanço na 
arquitetura. O artesanato também se 
destacou: fiação de tecidos, uso de tintas em 
tecidos e roupas
A religião deste povo era politeísta, pois 
acreditavam em vários deuses ligados à natureza. 
Elaboraram um eficiente e complexo calendário 
que estabelecia com exatidão os 365 dias do ano. 
Assim como os egípcios, usaram uma escrita 
baseada em símbolos e desenhos (hieróglifos). 
Registravam acontecimentos, datas, contagem de 
impostos e colheitas, guerras e outros dados 
importantes. 
Desenvolveram muito a matemática, com destaque 
para a invenção das casas decimais e o valor zero
Civilização Asteca 
Povo guerreiro, os astecas habitaram 
a região do atual México entre os 
séculos XIV e XVI. Fundaram no 
século XIV a importante cidade de 
Tenochtitlán (atual Cidade do 
México), numa região de pântanos, 
próxima do lago Texcoco.
A sociedade era hierarquizada e comandada 
por um imperador, chefe do exército. A 
nobreza era também formada por sacerdotes 
e chefes militares. Os camponeses, artesãos 
e trabalhadores urbanos compunham grande 
parte da população. Esta camada mais baixa 
da sociedade era obrigada a exercer um 
trabalho compulsório para o imperador, 
quando este os convocava para trabalhos em 
obras públicas (canais de irrigação, estradas, 
templos, pirâmides).
Durante o governo do 
imperador Montezuma II (início do século 
XVI), o império asteca chegou a ser formado 
por aproximadamente 500 cidades, que 
pagavam altos impostos para o imperador. O 
império começou a ser destruído em 1519 
com as invasões espanholas. Os espanhóis 
dominaram os astecas e tomaram grande 
parte dos objetos de ouro desta civilização. 
Não satisfeitos, ainda escravizaram os astecas, 
forçando-os a trabalharem nas minas de ouro 
e prata da região
Os astecas desenvolveram muito as 
técnicas agrícolas, construindo 
obras de drenagem e as chinampas 
(ilhas de cultivo), onde plantavam e 
colhiam milho, pimenta, tomate, 
cacau etc. As sementes de cacau, 
por exemplo, eram usadas como 
moedas por este povo.
A religião era politeísta, pois cultuavam 
diversos deuses da natureza (deus Sol, 
Lua, Trovão, Chuva) e uma deusa 
representada por uma Serpente 
Emplumada. A escrita era representada 
por desenhos e símbolos. O calendário 
maia foi utilizado com modificações 
pelos astecas. Desenvolveram diversos 
conceitos matemáticos e de 
astronomia
Na arquitetura, construíram 
enormes pirâmides utilizadas para 
cultos religiosos e sacrifícios 
humanos. Estes, eram realizados 
em datas específicas em 
homenagem aos deuses. 
Acreditavam, que com os 
sacrifícios, poderiam deixar os 
deuses mais calmos e felizes.
Civilização Inca 
Os incas viveram na região da 
Cordilheira dos Andes (América do 
Sul ) nos atuais Peru, Bolívia, Chile e 
Equador. Fundaram no século XIII a 
capital do império: a cidade sagrada 
de Cusco. Foram dominados pelos 
espanhóis em 1532.
O imperador, conhecido por Sapa Inca 
era considerado um deus na Terra. A 
sociedade era hierarquizada e formada 
por: nobres (governantes, chefes 
militares, juízes e sacerdotes), camada 
média ( funcionários públicos e 
trabalhadores especializados) e classe 
mais baixa (artesãos e os camponeses). 
Esta última camada pagava altos 
tributos ao rei em mercadorias ou 
com trabalhos em obras públicas.
Na arquitetura, desenvolveram várias construções 
com enormes blocos de pedras encaixadas, como 
templos, casas e palácios. A cidade de Machu 
Picchu foi descoberta somente em 1911 e revelou 
toda a eficiente estrutura urbana desta sociedade. 
A agricultura era extremamente desenvolvida, 
pois plantavam nos chamados terraços (degraus 
formados nas costas das montanhas). Plantavam e 
colhiam feijão, milho (alimento sagrado) e batata. 
Construíram canais de irrigação, desviando o 
curso dos rios para as aldeias. A arte destacou-se 
pela qualidade dos objetos de ouro, prata, tecidos 
e joias.
A religião tinha como principal deus 
o Sol (deus Inti). Porém, cultuavam 
também animais considerados 
sagrados como o condor e o jaguar. 
Acreditavam num criador 
antepassado chamado Viracocha 
(criador de tudo)
Criaram um interessante e eficiente 
sistema de contagem : o quipo. Este era 
um instrumento feito de cordões 
coloridos, onde cada cor representava a 
contagem de algo. Com o quipo, 
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habitantes e impostos. Mesmo com 
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  • 1. Formação do reino de Portugal E EXPANSÃO PORTUGUESA Revisão para prova
  • 2. Condições para a centralização monárquica Fatores socioeconômicos: a aliança rei-burguesia
  • 3. Durante o século XIV a Europa passava por grandes dificuldades das quais três se destacavam: peste, fome e guerra. Nos porões dos navios de comércio, que vinham do Oriente, entre os anos de 1346 e 1352, chegavam milhares de ratos. Estes roedores encontraram nas cidades europeias um ambiente favorável, pois estas possuíam condições precárias de higiene. O esgoto corria a céu aberto e o lixo acumulava-se nas ruas. Rapidamente a população de ratos aumentou significativamente.
  • 4. Após adquirir a doença, a pessoa começava a apresentar vários sintomas: primeiro apareciam nas axilas, virilhas e pescoço vários bubos (bolhas) de pus e sangue. Em seguida, vinham os vômitos e febre alta. Era questão de dias para os doentes morrerem, pois não havia cura para a doença e a medicina era pouco desenvolvida.
  • 5. Essa epidemia ficou conhecida como peste negra ou peste bubônica
  • 6. O desenvolvimento econômico europeu e a centralização do poder real estão fortemente relacionados, pois a economia mercantil deu origem à burguesia, que tinha condições de disputar com os aristocratas a superioridade política, e o enfraquecimento da nobreza feudal permitiu melhores condições para a centralização monárquica.
  • 7. O interesse dos comerciantes era na centralização do poder político, pois com esse sistema seria possível a uniformização de moedas, pesos e medidas, acabando com a multiplicidade de barreiras no interior do país e condicionando à burguesia uma expansão externa
  • 9. · Antes de se tornar um país independente, Portugal era um pequeno território no norte da Península Ibérica e pertencia ao reino de Leão. Chamava-se Condado Portucalense.
  • 10. Afonso VI promoveu o casamento de Raimundo com sua única filha e herdeira Urraca, dando-lhe como dote o governo de Galiza (região da atual Espanha);
  • 11. · Henrique casou-se com Teresa, filha bastarda de Afonso VI, e recebeu como dote o Condado Portucalense
  • 12. · D. Henrique continuou com sua expansão territorial, na luta contra os mouros, anexando assim outros territórios ao sul do condado, o que foi dando os contornos no que hoje é Portugal;
  • 13. · Em 1128, Afonso Henriques (filho de D. Henrique de Borgonha e Teresa) proclamou a independência do Condado Portucalense. Com isso, gerou muitas lutas contra as forças do reino de Leão; · Em 1943, no tratado de Zamora, o rei de Leão reconheceu Afonso Henriques como rei de Portugal, dando inicio a primeira dinastia portuguesa: a dinastia de Borgonha
  • 14. A sociedade portuguesa do século XIII é pois formada por 3 grupos sociais, com direitos e deveres diferentes: A nobreza e o clero (grupos privilegiados)
  • 16. não pagavam impostos; possuíam extensas propriedades; tinham o poder de aplicar justiça e cobrar impostos; tinham exército próprio. O povo era o grupo mais numeroso e desfavorecido, que executava todo o tipo de trabalho e pagava impostos.
  • 17. As atividades económicas: A principal atividade da época era a AGRICULTURA: cereais, vinho e azeite constituíam a trilogia do lavrador português. Nas zonas litorais, a pesca e o sal desempenhavam lugar de relevo tanto na alimentação comum como na prática do comércio.
  • 18. A Indústria não existia. O próprio artesanato era reduzido e confinado às necessidades de consumo: fabricavam-se artigos de vestuário, calçado, objetos de ferro, madeira e barro, alfaias domésticas e agrícolas, e pouco mais.
  • 19. O primeiro motivo que levou os portugueses ao empreendimento das Grandes Navegações foi a progressiva participação lusitana no comércio europeu no século XV, em razão da ascensão de uma burguesia enriquecida que investiu nas navegações no intuito de comercializar com diferentes partes do mundo.
  • 20. A centralização monárquica portuguesa aconteceu ainda no século XIV com a Revolução de Avis, Portugal foi considerado o primeiro reino europeu unificado, ou seja, foi o primeiro Estado Nacional da história da Europa. Além do fato da unificação portuguesa, a Revolução de Avis consolidou a força da burguesia mercantil que, conforme vimos acima, investiu pesadamente nas Grandes Navegações
  • 21. os portos de boa qualidade que eram existentes no país influenciaram bastante no processo do pioneirismo português. Outro motivo não menos fundamental que os outros expostos, que ajudou no processo do empreendimento português, foi o estudo náutico realizado na Escola de Sagres, sob o comando do astuto infante D. Henrique, o navegador (1394- 1460)
  • 22. A Escola de Sagres foi consolidada na residência de D. Henrique e se tornou uma referência para estudiosos como cosmógrafos, cartógrafos, mercadores, aventureiros entre outros. Iniciando o processo de conquistas pelos mares, os portugueses no ano de 1415 dominaram Ceuta, considerada primeira conquista dos europeus durante a Expansão Marítima
  • 23. O principal objetivo que os navegadores portugueses desejavam alcançar era dar a volta no continente africano, ou seja, realizar o périplo africano. Desta maneira, Portugal foi conquistando várias concessões na África. No ano de 1488, Bartolomeu Dias, navegador português, havia conseguido chegar ao Cabo da Boa Esperança, provando para o mundo que existia uma passagem para outro oceano.
  • 24. Finalmente, no ano de 1498, o navegador português Vasco da Gama alcançou as Índias; em 1500, outro navegador lusitano, Pedro Álvares Cabral, deslocou-se com uma grande frota de embarcações para fazer comércio com o Oriente, acabou chegando ao chamado ‘Novo Mundo’ - o continente americano.
  • 26. A supremacia lusitana deveu-se a uma série de fatores, como a existência de um Estado precocemente centralizado; a associação entre os reis da dinastia de Avis, a uma burguesia ávida de grandes lucros; a paz interna e externa que Portugal desfrutava; os aperfeiçoamentos das técnicas de navegação (caravela, vela latina ou triangular), e um centro de estudos náuticos - "escola de Sagres"’ e também possuir uma posição geográfica privilegiada
  • 27. Segundo o historiador indiano K.M. Panikkar, a viagem pioneira dos portugueses à Índia inaugurou aquilo que ele denominou como a época de Vasco da Gama da história asiática. Esse período pode ser definido como uma era de poder marítimo, de autoridade baseada no controle dos mares, poder detido apenas pelas nações europeias
  • 28. Os domínios estabelecidos pelos portugueses na Índia e na América se diferenciavam, pois na Índia a presença dos portugueses visava o comércio, e para este fim eles estabeleciam feitorias, enquanto na América o território se tornaria uma possessão de Portugal, por meio de um empreendimento colonial destinado a produzir mercadorias para exportação.
  • 29. Um conjunto de forças e motivos econômicos, políticos e culturais impulsionou a expansão comercial e marítima europeia a partir do século XV, o que resultou, entre outras coisas, no domínio da África, da Ásia e da América. O fato que marcou o início da expansão marítima portuguesa foi A conquista de Ceuta em 1415.
  • 30. Quando então a Espanha entra também no projeto das grandes navegações e acontece a expansão marítima, acontece também a divisão de terras do mundo entre Portugal e Espanha, conforme ficou estabelecido no tratado de Tordesilhas, observe a charge
  • 33. A Espanha também se destacou nas conquistas marítimas deste período, tornando-se, ao lado de Portugal, uma grande potência. Enquanto os portugueses navegaram para as Índias contornando aÁfrica, os espanhóis optaram por um outro caminho. O genovês Cristóvão Colombo, financiado pela Espanha, pretendia chegar às Índias, navegando na direção oeste.
  • 34. Em 1492, as caravelas espanholas partiram rumo ao oriente navegando pelo Oceano Atlântico. Colombo tinha o conhecimento de que nosso planeta era redondo, porém desconhecia a existência do continente americano. Chegou em 12 de outubro de 1492 nas ilhas da América Central, sem saber que tinha atingido um novo continente.
  • 35. Foi somente anos mais tarde que o navegador Américo Vespúcio identificou aquelas terras como sendo um continente ainda não conhecido dos europeus. Em contato com os índios da América ( maias, incas e astecas ), os espanhóis começaram um processo de exploração destes povos, interessados na grande quantidade de ouro. Além de retirar as riquezas dos indígenas americanos, os espanhóis destruíram suas culturas.
  • 36. Nos séculos XV e XVI, Portugal e Espanha dominaram os mares e conquistaram novos territórios. A expansão marítima destas duas nações geraram riquezas e mudaram o cenário político e econômico da Europa.
  • 37. Com o objetivo principal de chegar as Índias por uma rota marítima diferente da usada por genoveses e venezianos, os espanhóis, liderados pelo navegador Cristóvão Colombo, chegaram ao continente americano em 1492
  • 38. Civilização Maia O povo maia habitou a região das florestas tropicais das atuais Guatemala, Honduras e Penínsul a de Yucatán (região sul do atual México). Viveram nestas regiões entre os séculos IV a.C e IX a.C. Entre os séculos IX e X , os toltecas invadiram essas regiões e dominaram a civilização maia.
  • 39. Nunca chegaram a formar um império unificado, fato que favoreceu a invasão e domínio de outros povos. As cidades formavam o núcleo político e religioso da civilização e eram governadas por um estado teocrático. O império maia era considerado um representante dos deuses na Terra
  • 40. A zona urbana era habitada apenas pelos nobres (família real), sacerdotes (responsáveis pelos cultos e conhecimentos), chefes militares e administradores do império (cobradores de impostos). Os camponeses, que formavam a base da sociedade, artesão e trabalhadores urbanos faziam parte das camadas menos privilegiadas e tinham que pagar altos impostos
  • 41. A base da economia maia era a agricultura, principalmente de milho, feijão e tubérculos. Suas técnicas de irrigação eram muito avançadas. Praticavam o comércio de mercadorias com povos vizinhos e no interior do império. Ergueram pirâmides, templos e palácios, demonstrando um grande avanço na arquitetura. O artesanato também se destacou: fiação de tecidos, uso de tintas em tecidos e roupas
  • 42. A religião deste povo era politeísta, pois acreditavam em vários deuses ligados à natureza. Elaboraram um eficiente e complexo calendário que estabelecia com exatidão os 365 dias do ano. Assim como os egípcios, usaram uma escrita baseada em símbolos e desenhos (hieróglifos). Registravam acontecimentos, datas, contagem de impostos e colheitas, guerras e outros dados importantes. Desenvolveram muito a matemática, com destaque para a invenção das casas decimais e o valor zero
  • 43. Civilização Asteca Povo guerreiro, os astecas habitaram a região do atual México entre os séculos XIV e XVI. Fundaram no século XIV a importante cidade de Tenochtitlán (atual Cidade do México), numa região de pântanos, próxima do lago Texcoco.
  • 44. A sociedade era hierarquizada e comandada por um imperador, chefe do exército. A nobreza era também formada por sacerdotes e chefes militares. Os camponeses, artesãos e trabalhadores urbanos compunham grande parte da população. Esta camada mais baixa da sociedade era obrigada a exercer um trabalho compulsório para o imperador, quando este os convocava para trabalhos em obras públicas (canais de irrigação, estradas, templos, pirâmides).
  • 45. Durante o governo do imperador Montezuma II (início do século XVI), o império asteca chegou a ser formado por aproximadamente 500 cidades, que pagavam altos impostos para o imperador. O império começou a ser destruído em 1519 com as invasões espanholas. Os espanhóis dominaram os astecas e tomaram grande parte dos objetos de ouro desta civilização. Não satisfeitos, ainda escravizaram os astecas, forçando-os a trabalharem nas minas de ouro e prata da região
  • 46. Os astecas desenvolveram muito as técnicas agrícolas, construindo obras de drenagem e as chinampas (ilhas de cultivo), onde plantavam e colhiam milho, pimenta, tomate, cacau etc. As sementes de cacau, por exemplo, eram usadas como moedas por este povo.
  • 47. A religião era politeísta, pois cultuavam diversos deuses da natureza (deus Sol, Lua, Trovão, Chuva) e uma deusa representada por uma Serpente Emplumada. A escrita era representada por desenhos e símbolos. O calendário maia foi utilizado com modificações pelos astecas. Desenvolveram diversos conceitos matemáticos e de astronomia
  • 48. Na arquitetura, construíram enormes pirâmides utilizadas para cultos religiosos e sacrifícios humanos. Estes, eram realizados em datas específicas em homenagem aos deuses. Acreditavam, que com os sacrifícios, poderiam deixar os deuses mais calmos e felizes.
  • 49. Civilização Inca Os incas viveram na região da Cordilheira dos Andes (América do Sul ) nos atuais Peru, Bolívia, Chile e Equador. Fundaram no século XIII a capital do império: a cidade sagrada de Cusco. Foram dominados pelos espanhóis em 1532.
  • 50. O imperador, conhecido por Sapa Inca era considerado um deus na Terra. A sociedade era hierarquizada e formada por: nobres (governantes, chefes militares, juízes e sacerdotes), camada média ( funcionários públicos e trabalhadores especializados) e classe mais baixa (artesãos e os camponeses). Esta última camada pagava altos tributos ao rei em mercadorias ou com trabalhos em obras públicas.
  • 51. Na arquitetura, desenvolveram várias construções com enormes blocos de pedras encaixadas, como templos, casas e palácios. A cidade de Machu Picchu foi descoberta somente em 1911 e revelou toda a eficiente estrutura urbana desta sociedade. A agricultura era extremamente desenvolvida, pois plantavam nos chamados terraços (degraus formados nas costas das montanhas). Plantavam e colhiam feijão, milho (alimento sagrado) e batata. Construíram canais de irrigação, desviando o curso dos rios para as aldeias. A arte destacou-se pela qualidade dos objetos de ouro, prata, tecidos e joias.
  • 52. A religião tinha como principal deus o Sol (deus Inti). Porém, cultuavam também animais considerados sagrados como o condor e o jaguar. Acreditavam num criador antepassado chamado Viracocha (criador de tudo)
  • 53. Criaram um interessante e eficiente sistema de contagem : o quipo. Este era um instrumento feito de cordões coloridos, onde cada cor representava a contagem de algo. Com o quipo, registravam e somavam as colheitas, habitantes e impostos. Mesmo com todo desenvolvimento, este povo não desenvolveu um sistema de escrita.