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TOMOGRAFIATOMOGRAFIA
COMPUTADORIZADACOMPUTADORIZADA
Professor
Jeomilson Moraes
Definição
 É um método diagnóstico, no qualÉ um método diagnóstico, no qual
são utilizados feixes colimadores,são utilizados feixes colimadores,
muito finos, de Raios X, acoplados amuito finos, de Raios X, acoplados a
computadores que favoreçamcomputadores que favoreçam
imagens detalhadas de seguimentosimagens detalhadas de seguimentos
corporais.corporais.
 Além de método diagnóstico aAlém de método diagnóstico a
TC também vem sendo utilizadaTC também vem sendo utilizada
com freqüência como métodocom freqüência como método
localizador para:localizador para:
• BiópsiaBiópsia
• PunçãoPunção
• Marcador(esterotacxia)Marcador(esterotacxia)
• RadiofreqüênciaRadiofreqüência
Histórico
 Roentgen 1895Roentgen 1895
11aa
observação do R X (observouobservação do R X (observou
sem conseguir explicar).sem conseguir explicar).
Aparelho que causava emissão de R XAparelho que causava emissão de R X
Papelão revestido por produtosPapelão revestido por produtos
químicosquímicos
Papelão fluorescentePapelão fluorescente
Forma de energia radiante e invisível noForma de energia radiante e invisível no
qual podiam causar florescência equal podiam causar florescência e
atravessar materiais opacos a luzatravessar materiais opacos a luz
Raio XRaio X
SALA ESCURA
Aparelho que emite raio XAparelho que emite raio X
MãoMão
Papelão florescentePapelão florescente
Imagem da mão em positivoImagem da mão em positivo
Papel fica mais branco onde
chega mais raio X
Mais branco = mais
fluorescente
Mais negro = pouca reação
do papelão
 1901 11901 1oo
premiopremio
nobel em física foi dado anobel em física foi dado a
RoentgenRoentgen
 1972 Após 72 anos da1972 Após 72 anos da
descoberta do RX o físicodescoberta do RX o físico
Golldfrey Hounsfield e o médicoGolldfrey Hounsfield e o médico
Cormack, inventaram um novoCormack, inventaram um novo
método de formação da imagemmétodo de formação da imagem
a partir da aplicação do RX,a partir da aplicação do RX,
denominaram de TOMOGRAFIAdenominaram de TOMOGRAFIA
COMPUTADORIZADA.COMPUTADORIZADA.
EvoluçãoEvolução
 Aparelhos :Aparelhos :
• 11aa
geração 1 detectorgeração 1 detector
cortes de vários minutoscortes de vários minutos
• 22aa
geração 5 a 50 detectoresgeração 5 a 50 detectores
cortes de 6 a 20 segundoscortes de 6 a 20 segundos
• 33aa
geração 200 a 600 detectoresgeração 200 a 600 detectores
cortes de 3 a 8 segundoscortes de 3 a 8 segundos
• 44aa
geração 300 a 1000 detectoresgeração 300 a 1000 detectores
cortes de 1 a 4 segundoscortes de 1 a 4 segundos
 Os aparelhos de última geraçãoOs aparelhos de última geração
chamados dechamados de multi-slicemulti-slice. Estes são. Estes são
compostos por mais de 1000compostos por mais de 1000
detectores, com tempos de cortesdetectores, com tempos de cortes
baixíssimos, e resoluções de imagembaixíssimos, e resoluções de imagem
aumentadas, reduzindo os artefatosaumentadas, reduzindo os artefatos
causados pelos movimentoscausados pelos movimentos
respiratórios, peristaltismo e atérespiratórios, peristaltismo e até
batimentos cardíacos.batimentos cardíacos.
Princípios básicos naPrincípios básicos na
formação de imagem por TCformação de imagem por TC
Tubo com feixe de raio X;Tubo com feixe de raio X;
Movimento continuamente em círculo ao redor doMovimento continuamente em círculo ao redor do
paciente;paciente;
RX atravessam a superfície corpórea da regiãoRX atravessam a superfície corpórea da região
examinada;examinada;
Parte do RX é absorvida (sendo que tecidosParte do RX é absorvida (sendo que tecidos
corporais apresentam diferentes níveis de absorçãocorporais apresentam diferentes níveis de absorção
e atenuação desses raios) , e parte restante incidee atenuação desses raios) , e parte restante incide
sobre os detectores de radiação que se encontramsobre os detectores de radiação que se encontram
localizadas do lado oposto ao momento do tubo delocalizadas do lado oposto ao momento do tubo de
raio X;raio X;
 Originam-se nestes detectores , sinaisOriginam-se nestes detectores , sinais
elétricos diretamente proporcional aoelétricos diretamente proporcional ao
numero de feixes do raio X;numero de feixes do raio X;
 Estes sinais são quantificados e gravadosEstes sinais são quantificados e gravados
nos computadores;nos computadores;
 Produção de imagens formadas porProdução de imagens formadas por
múltiplos pontos (pixels) em diferentesmúltiplos pontos (pixels) em diferentes
tons de cinzas (escala de Hounsfield).tons de cinzas (escala de Hounsfield).
• 1000 = branco1000 = branco  tecido ósseo (radiopaco)tecido ósseo (radiopaco)
• 0 = agua0 = agua
• -1000 = negro-1000 = negro  ar (radiotranparente)ar (radiotranparente)
Tubo deTubo de
Raio XRaio X
DetectoresDetectores
Radiodensidade comoRadiodensidade como
Função de ComposiçãoFunção de Composição
chumbo
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partir de um giro de 360 graus do feixe de raiopartir de um giro de 360 graus do feixe de raio
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volumétrica) cortes de 1,0 a 10,0 mm devolumétrica) cortes de 1,0 a 10,0 mm de
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transversal são também mais fidedignos.transversal são também mais fidedignos.
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Espessura corte 10 mmEspessura corte 10 mm
Pitch 1:1
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Sendo assim :
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 Na maioria dos serviçosNa maioria dos serviços
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são redigidos e seguidos,são redigidos e seguidos,
detalhando a técnica maisdetalhando a técnica mais
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varias regiões do corpo.varias regiões do corpo.
•Documentação
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•Contraste necessário
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•Espessura/Incremento
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Limitação da TCLimitação da TC
 Mulheres grávidas;Mulheres grávidas;
 Pessoas muito obesas (superior a 180 kg);Pessoas muito obesas (superior a 180 kg);
 Pessoas alérgicas ao contraste (só se submete aPessoas alérgicas ao contraste (só se submete a
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contrastados recentemente com a utilização decontrastados recentemente com a utilização de
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afecções que causam movimentos involuntários);afecções que causam movimentos involuntários);
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compreensão quanto a necessidade decompreensão quanto a necessidade de
imobilização prolongada).imobilização prolongada).
TomógrafoTomógrafo
 Composto por um conjunto de sistemas :Composto por um conjunto de sistemas :
• Sistema de emissão de raio X;Sistema de emissão de raio X;
• Sistema de detectores de radiação;Sistema de detectores de radiação;
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• Sistema de armazenamento eSistema de armazenamento e
apresentação de imagensapresentação de imagens
(HD/teclado /monitor);(HD/teclado /monitor);
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multi-formato ou laser comum ou seca).multi-formato ou laser comum ou seca).
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 Convencionou-se examinar a TCConvencionou-se examinar a TC
produzida como se estivesseproduzida como se estivesse
olhando para ela de baixo paraolhando para ela de baixo para
cima (a partir dos pés docima (a partir dos pés do
paciente), assim é importantepaciente), assim é importante
lembrar que as estruturas vistaslembrar que as estruturas vistas
a sua direita são aquelas do ladoa sua direita são aquelas do lado
esquerdo do corpo do paciente.esquerdo do corpo do paciente.
 VoltagemVoltagem
• Maior voltagem produz uma maiorMaior voltagem produz uma maior
penetração em corpos grandes e reduz openetração em corpos grandes e reduz o
ruído da imagem;ruído da imagem;
• Menor voltagem produz uma melhora oMenor voltagem produz uma melhora o
resolução de contraste em corpos médios eresolução de contraste em corpos médios e
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de uma fatia ,tempos de 1,0 a 1,3 seg éde uma fatia ,tempos de 1,0 a 1,3 seg é
adaptado à maioria dos casos padrõesadaptado à maioria dos casos padrões
atualmente. Tempos maiores que 1,0atualmente. Tempos maiores que 1,0
segundo são usados para alta exposiçãosegundo são usados para alta exposição
especiais (fatia fina com 500 mAs).especiais (fatia fina com 500 mAs).
 FiltrosFiltros
• Adequado para cada tipo de estudoAdequado para cada tipo de estudo
(filtros moles a filtros duros).(filtros moles a filtros duros).
 MatrizMatriz
• Numero de pontos (pixels) que aNumero de pontos (pixels) que a
reconstrução da imagem conterá (340reconstrução da imagem conterá (34022
,,
51251222
,768,76822
,1024,102422
) quanto menor a) quanto menor a
matriz,menos espaço em arquivo aomatriz,menos espaço em arquivo ao
armazenar,mais rápida a reconstrução,armazenar,mais rápida a reconstrução,
porém menos número de pixels ,menor aporém menos número de pixels ,menor a
qualidade de imagem.qualidade de imagem.
Pixel
Contraste na TCContraste na TC
 Via oral (v.o)Via oral (v.o)
 Endovenosa (e.v)Endovenosa (e.v)
 Via retal (v.r)Via retal (v.r)
 Via oral ou via retal – contrasteVia oral ou via retal – contraste
hidrossolúvel (a base de iodo) ouhidrossolúvel (a base de iodo) ou
baritado diluídobaritado diluído
• Serve para aumentar a atenuação entreServe para aumentar a atenuação entre
duas estruturas (analise de víscerasduas estruturas (analise de vísceras
ocas).ocas).
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vasculares e para aumentar o contrastevasculares e para aumentar o contraste
entre as estruturas parenquimatosas:entre as estruturas parenquimatosas:
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progressivamente aumentando, devido àprogressivamente aumentando, devido à
diminuição de numero de reaçõesdiminuição de numero de reações
alérgicas adversas comparado ao iônico.alérgicas adversas comparado ao iônico.
Procedimentos EspeciaisProcedimentos Especiais
 3 D3 D
 MIP (angio)MIP (angio)
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 4 D4 D
Todas as aquisições devem ter espessuraTodas as aquisições devem ter espessura
finas e incremento de 50 a 70 % dafinas e incremento de 50 a 70 % da
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Aula de tomografia 2019

  • 2. Definição  É um método diagnóstico, no qualÉ um método diagnóstico, no qual são utilizados feixes colimadores,são utilizados feixes colimadores, muito finos, de Raios X, acoplados amuito finos, de Raios X, acoplados a computadores que favoreçamcomputadores que favoreçam imagens detalhadas de seguimentosimagens detalhadas de seguimentos corporais.corporais.
  • 3.  Além de método diagnóstico aAlém de método diagnóstico a TC também vem sendo utilizadaTC também vem sendo utilizada com freqüência como métodocom freqüência como método localizador para:localizador para: • BiópsiaBiópsia • PunçãoPunção • Marcador(esterotacxia)Marcador(esterotacxia) • RadiofreqüênciaRadiofreqüência
  • 4. Histórico  Roentgen 1895Roentgen 1895 11aa observação do R X (observouobservação do R X (observou sem conseguir explicar).sem conseguir explicar).
  • 5. Aparelho que causava emissão de R XAparelho que causava emissão de R X Papelão revestido por produtosPapelão revestido por produtos químicosquímicos Papelão fluorescentePapelão fluorescente Forma de energia radiante e invisível noForma de energia radiante e invisível no qual podiam causar florescência equal podiam causar florescência e atravessar materiais opacos a luzatravessar materiais opacos a luz Raio XRaio X SALA ESCURA
  • 6. Aparelho que emite raio XAparelho que emite raio X MãoMão Papelão florescentePapelão florescente Imagem da mão em positivoImagem da mão em positivo
  • 7. Papel fica mais branco onde chega mais raio X Mais branco = mais fluorescente Mais negro = pouca reação do papelão
  • 8.
  • 9.  1901 11901 1oo premiopremio nobel em física foi dado anobel em física foi dado a RoentgenRoentgen
  • 10.  1972 Após 72 anos da1972 Após 72 anos da descoberta do RX o físicodescoberta do RX o físico Golldfrey Hounsfield e o médicoGolldfrey Hounsfield e o médico Cormack, inventaram um novoCormack, inventaram um novo método de formação da imagemmétodo de formação da imagem a partir da aplicação do RX,a partir da aplicação do RX, denominaram de TOMOGRAFIAdenominaram de TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA.COMPUTADORIZADA.
  • 11.
  • 12.
  • 13. EvoluçãoEvolução  Aparelhos :Aparelhos : • 11aa geração 1 detectorgeração 1 detector cortes de vários minutoscortes de vários minutos • 22aa geração 5 a 50 detectoresgeração 5 a 50 detectores cortes de 6 a 20 segundoscortes de 6 a 20 segundos • 33aa geração 200 a 600 detectoresgeração 200 a 600 detectores cortes de 3 a 8 segundoscortes de 3 a 8 segundos • 44aa geração 300 a 1000 detectoresgeração 300 a 1000 detectores cortes de 1 a 4 segundoscortes de 1 a 4 segundos
  • 14.  Os aparelhos de última geraçãoOs aparelhos de última geração chamados dechamados de multi-slicemulti-slice. Estes são. Estes são compostos por mais de 1000compostos por mais de 1000 detectores, com tempos de cortesdetectores, com tempos de cortes baixíssimos, e resoluções de imagembaixíssimos, e resoluções de imagem aumentadas, reduzindo os artefatosaumentadas, reduzindo os artefatos causados pelos movimentoscausados pelos movimentos respiratórios, peristaltismo e atérespiratórios, peristaltismo e até batimentos cardíacos.batimentos cardíacos.
  • 15. Princípios básicos naPrincípios básicos na formação de imagem por TCformação de imagem por TC Tubo com feixe de raio X;Tubo com feixe de raio X; Movimento continuamente em círculo ao redor doMovimento continuamente em círculo ao redor do paciente;paciente; RX atravessam a superfície corpórea da regiãoRX atravessam a superfície corpórea da região examinada;examinada; Parte do RX é absorvida (sendo que tecidosParte do RX é absorvida (sendo que tecidos corporais apresentam diferentes níveis de absorçãocorporais apresentam diferentes níveis de absorção e atenuação desses raios) , e parte restante incidee atenuação desses raios) , e parte restante incide sobre os detectores de radiação que se encontramsobre os detectores de radiação que se encontram localizadas do lado oposto ao momento do tubo delocalizadas do lado oposto ao momento do tubo de raio X;raio X;
  • 16.  Originam-se nestes detectores , sinaisOriginam-se nestes detectores , sinais elétricos diretamente proporcional aoelétricos diretamente proporcional ao numero de feixes do raio X;numero de feixes do raio X;  Estes sinais são quantificados e gravadosEstes sinais são quantificados e gravados nos computadores;nos computadores;  Produção de imagens formadas porProdução de imagens formadas por múltiplos pontos (pixels) em diferentesmúltiplos pontos (pixels) em diferentes tons de cinzas (escala de Hounsfield).tons de cinzas (escala de Hounsfield). • 1000 = branco1000 = branco  tecido ósseo (radiopaco)tecido ósseo (radiopaco) • 0 = agua0 = agua • -1000 = negro-1000 = negro  ar (radiotranparente)ar (radiotranparente)
  • 17. Tubo deTubo de Raio XRaio X DetectoresDetectores
  • 18. Radiodensidade comoRadiodensidade como Função de ComposiçãoFunção de Composição chumbo Sulfato De bário osso músculo sangue fígado água lipidios gordura ar radiopaco radiotransparente
  • 19. TC axialTC axial TC helicoidal ou espiralTC helicoidal ou espiral  AXIALAXIAL • Imagens em um plano transversal ao objeto aImagens em um plano transversal ao objeto a partir de um giro de 360 graus do feixe de raiopartir de um giro de 360 graus do feixe de raio X em torno de si (mesa estática).X em torno de si (mesa estática).  HELICOIDAL OU ESPIRALHELICOIDAL OU ESPIRAL • Rotação contínua da ampola de raio X acopladaRotação contínua da ampola de raio X acoplada em movimento continuo e regular em torno doem movimento continuo e regular em torno do paciente em cima da mesa (aquisiçãopaciente em cima da mesa (aquisição volumétrica) cortes de 1,0 a 10,0 mm devolumétrica) cortes de 1,0 a 10,0 mm de espessura.espessura.  Reconstrução em planos diversos doReconstrução em planos diversos do transversal são também mais fidedignos.transversal são também mais fidedignos.
  • 20. ““ PITCH ”PITCH ”  O termo pitch é definido naO termo pitch é definido na TC helicoidal como distânciaTC helicoidal como distância percorrida pela mesa durantepercorrida pela mesa durante um giro de 360um giro de 360oo divididodividido pela colimação do feixe depela colimação do feixe de raio X.raio X.
  • 21. Mesa deslocando 10 mm por segundoMesa deslocando 10 mm por segundo Espessura corte 10 mmEspessura corte 10 mm Mesa deslocando 20 mm por segundoMesa deslocando 20 mm por segundo Espessura corte 10 mmEspessura corte 10 mm Pitch 1:1 Pitch 2:1 Sendo assim : Pitch  menor tempo de exame ou maior a área a ser estudada, porém uma redução na qualidade da imagem.
  • 22. ProtocolosProtocolos  Na maioria dos serviçosNa maioria dos serviços radiológicos, protocolos de TCradiológicos, protocolos de TC são redigidos e seguidos,são redigidos e seguidos, detalhando a técnica maisdetalhando a técnica mais adequada para examinaradequada para examinar varias regiões do corpo.varias regiões do corpo.
  • 23. •Documentação •Dose de RX •Janelas •(osso/fígado/pulmão •Cerebro,etc) •Contraste necessário •(Oral/ev/retal) •Ângulo da mesa •Extensão do estudo •(Primeiro ao último co •Espessura/Incremento •PROTOCOLO
  • 24. Limitação da TCLimitação da TC  Mulheres grávidas;Mulheres grávidas;  Pessoas muito obesas (superior a 180 kg);Pessoas muito obesas (superior a 180 kg);  Pessoas alérgicas ao contraste (só se submete aPessoas alérgicas ao contraste (só se submete a fase sem contraste);fase sem contraste);  Pessoas que se submeteram a examesPessoas que se submeteram a exames contrastados recentemente com a utilização decontrastados recentemente com a utilização de sulfato de bário;sulfato de bário;  Distúrbios neurológicos (Parkinson ou outrasDistúrbios neurológicos (Parkinson ou outras afecções que causam movimentos involuntários);afecções que causam movimentos involuntários);  Distúrbios psiquiátricos;Distúrbios psiquiátricos;  Crianças ou adultos senil (dificuldade deCrianças ou adultos senil (dificuldade de compreensão quanto a necessidade decompreensão quanto a necessidade de imobilização prolongada).imobilização prolongada).
  • 25. TomógrafoTomógrafo  Composto por um conjunto de sistemas :Composto por um conjunto de sistemas : • Sistema de emissão de raio X;Sistema de emissão de raio X; • Sistema de detectores de radiação;Sistema de detectores de radiação; • Sistema de reconstrução de imagem;Sistema de reconstrução de imagem; • Sistema de armazenamento eSistema de armazenamento e apresentação de imagensapresentação de imagens (HD/teclado /monitor);(HD/teclado /monitor); • Mesa de exame;Mesa de exame; • Sistema de documentação (impressoraSistema de documentação (impressora multi-formato ou laser comum ou seca).multi-formato ou laser comum ou seca). (Gantry)
  • 26.
  • 27.
  • 28. Imagem na tela ou no filmeImagem na tela ou no filme  Convencionou-se examinar a TCConvencionou-se examinar a TC produzida como se estivesseproduzida como se estivesse olhando para ela de baixo paraolhando para ela de baixo para cima (a partir dos pés docima (a partir dos pés do paciente), assim é importantepaciente), assim é importante lembrar que as estruturas vistaslembrar que as estruturas vistas a sua direita são aquelas do ladoa sua direita são aquelas do lado esquerdo do corpo do paciente.esquerdo do corpo do paciente.
  • 29.  VoltagemVoltagem • Maior voltagem produz uma maiorMaior voltagem produz uma maior penetração em corpos grandes e reduz openetração em corpos grandes e reduz o ruído da imagem;ruído da imagem; • Menor voltagem produz uma melhora oMenor voltagem produz uma melhora o resolução de contraste em corpos médios eresolução de contraste em corpos médios e pequenos.pequenos.  mAsmAs • Configura a exposição durante a varredura;Configura a exposição durante a varredura; • Um fator de mAs maior diminui o ruído daUm fator de mAs maior diminui o ruído da imagem,melhora o contraste, masimagem,melhora o contraste, mas aumenta a dosagem de radiação que oaumenta a dosagem de radiação que o paciente recebe e sobrecarrega o tubo depaciente recebe e sobrecarrega o tubo de
  • 30.  Ângulo de varredura (cortes axiais)Ângulo de varredura (cortes axiais) • Ex: 223Ex: 223oo , 360, 360oo ou 403ou 403oo grausgraus • 223223oo – varredura parcial que permite– varredura parcial que permite cortes de 0,6 segundoscortes de 0,6 segundos • 360360oo – volta completa (recomendado)– volta completa (recomendado) • 403403oo – 1 volta + 43– 1 volta + 43oo graus, onde permitegraus, onde permite uma sobrevarredura e ajuda a atenuaruma sobrevarredura e ajuda a atenuar movimentos inconcientes do pacientemovimentos inconcientes do paciente (peristaltismo)(peristaltismo)
  • 31.  EspessuraEspessura • Fatia de 1,0 mm é usado em altaFatia de 1,0 mm é usado em alta resolução (ex: ouvido);resolução (ex: ouvido); • Fatia de 2,5 mm é usada como exemploFatia de 2,5 mm é usada como exemplo para base do crânio e varredura depara base do crânio e varredura de fossa posterior (para minimizar ofossa posterior (para minimizar o volume parcial de listras ,devido avolume parcial de listras ,devido a estruturas óssea pequena e de altoestruturas óssea pequena e de alto contraste);contraste);  IncrementoIncremento • Distância entre duas varredurasDistância entre duas varreduras consecutivas.consecutivas.
  • 32.  Scan timeScan time • Tempo de varredura (corte) da aquisiçãoTempo de varredura (corte) da aquisição de uma fatia ,tempos de 1,0 a 1,3 seg éde uma fatia ,tempos de 1,0 a 1,3 seg é adaptado à maioria dos casos padrõesadaptado à maioria dos casos padrões atualmente. Tempos maiores que 1,0atualmente. Tempos maiores que 1,0 segundo são usados para alta exposiçãosegundo são usados para alta exposição especiais (fatia fina com 500 mAs).especiais (fatia fina com 500 mAs).  FiltrosFiltros • Adequado para cada tipo de estudoAdequado para cada tipo de estudo (filtros moles a filtros duros).(filtros moles a filtros duros).
  • 33.  MatrizMatriz • Numero de pontos (pixels) que aNumero de pontos (pixels) que a reconstrução da imagem conterá (340reconstrução da imagem conterá (34022 ,, 51251222 ,768,76822 ,1024,102422 ) quanto menor a) quanto menor a matriz,menos espaço em arquivo aomatriz,menos espaço em arquivo ao armazenar,mais rápida a reconstrução,armazenar,mais rápida a reconstrução, porém menos número de pixels ,menor aporém menos número de pixels ,menor a qualidade de imagem.qualidade de imagem.
  • 34. Pixel
  • 35. Contraste na TCContraste na TC  Via oral (v.o)Via oral (v.o)  Endovenosa (e.v)Endovenosa (e.v)  Via retal (v.r)Via retal (v.r)
  • 36.  Via oral ou via retal – contrasteVia oral ou via retal – contraste hidrossolúvel (a base de iodo) ouhidrossolúvel (a base de iodo) ou baritado diluídobaritado diluído • Serve para aumentar a atenuação entreServe para aumentar a atenuação entre duas estruturas (analise de víscerasduas estruturas (analise de vísceras ocas).ocas).  Via oral – administrado 1 hora antesVia oral – administrado 1 hora antes do exame em salado exame em sala  Via retal – fazer direto em sala (paraVia retal – fazer direto em sala (para doenças pélvicas)doenças pélvicas)
  • 37.  Contraste endovenoso –Contraste endovenoso – administrado para o realce das estruturasadministrado para o realce das estruturas vasculares e para aumentar o contrastevasculares e para aumentar o contraste entre as estruturas parenquimatosas:entre as estruturas parenquimatosas: vascularizadas, hipovascularizadasvascularizadas, hipovascularizadas avascularizadas.avascularizadas.  O contraste iodado não-iônico vemO contraste iodado não-iônico vem progressivamente aumentando, devido àprogressivamente aumentando, devido à diminuição de numero de reaçõesdiminuição de numero de reações alérgicas adversas comparado ao iônico.alérgicas adversas comparado ao iônico.
  • 38. Procedimentos EspeciaisProcedimentos Especiais  3 D3 D  MIP (angio)MIP (angio)  MPR (2 D)MPR (2 D)  4 D4 D Todas as aquisições devem ter espessuraTodas as aquisições devem ter espessura finas e incremento de 50 a 70 % dafinas e incremento de 50 a 70 % da espessura (quanto mais informação, maisespessura (quanto mais informação, mais fidedigna será a reconstrução multiplanar)fidedigna será a reconstrução multiplanar)
  • 39.
  • 40.
  • 41.
  • 42.
  • 43.