LIGA ACADÊMICA DE NEUROLOGIA CLÍNICA E DISTÚRBIOS DO MOVIMENTO
Introdução
Neuroimagem ou imagem cerebral é o uso de várias técnicas para
imagem, direta ou indiretamente, da estrutura, função/farmacologia do
sistema nervoso central.
-Neuroimagem estrutural
-Neuroimagem funcional
Neuropark - UFPI
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RADIOGRAFIA
ØRaios X
ØPosicionamento do paciente
ØIncidências radiográficas
ØImagens bidimensionais
ØContrastes radiográficos
ØAnatomia
RADIOPACO
RADIOTRANSPARENTE OU RADIOLÚCIDO
Hemodinâmica - Neurologia
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ØRaios X – fluoroscopia
ØIncidências radiográficas
ØImagens bidimensionais
ØTecnologias avançadas
ØMeios de contraste iodado
ØExame diagnóstico: arteriografia
Ø Procedimentos terapêuticos:
angioplastia, embolização, entre
outros.
Relato de caso
Paciente do sexo feminino, 14 anos de idade, com quadro de cefaleia e crescimento
de massa tumoral na calota craniana com evolução de seis meses. A massa se
apresentava endurecida e media cerca de 10 cm. Foi realizada radiografia de crânio,
que mostrou lesão discretamente escleróUca na região parietal esquerda associada
a reação periosteal agressiva do Upo "raios de sol”.
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Ø Raios X
Ø Posicionamento do paciente
Ø Cortes seccionais
Ø Imagens 2D e 3D
Ø Contrastes de TC
Ø Anatomia seccional
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (TC)
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TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (TC)
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TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (TC)
Dica para analisar imagens seccionais: comparar as lateralidades.
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TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (TC)
Dica para analisar imagens seccionais: comparar as lateralidades.
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TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (TC)
Dica para analisar imagens seccionais: tenha referência.
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ANGIO-TC
Ø Exame dos vasos sanguíneos.
ØUQlização de meio de contraste
iodado e unidade injetora.
ØReconstruções.
ØAnálise externa dos vasos.
Relato de caso
Paciente do sexo feminino, 14 anos de idade, com quadro de cefaleia e crescimento
de massa tumoral na calota craniana com evolução de seis meses. A massa se
apresentava endurecida e media cerca de 10 cm. Foi realizada radiografia de crânio,
que mostrou lesão discretamente esclerótica na região parietal esquerda associada
a reação periosteal agressiva do tipo "raios de sol”.
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Ø Hidrogênio
Ø Posicionamento do paciente
Ø Cortes seccionais
Ø Imagens 2D e 3D
Ø Contrastes de RM
Ø Anatomia seccional
Hiper-SINAL
Iso-SINAL
Hipo-SINAL
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA (RM)
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PONDERAÇÕES - RM
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SEQUÊNCIA DE RM: PONDERAÇÃO +
SEQUÊNCIAS DE PULSO
Exemplo: Ax T2 GRE
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PONDERAÇÕES - RM
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PONDERAÇÕES - RM
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PONDERAÇÕES - RM
1) Qual a ponderação?
2) Foi utilizado meios de
contraste?
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PONDERAÇÕES - RM
1) Qual a ponderação da
imagem A e B?
Imagem A Imagem B
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PONDERAÇÕES - RM
Meios de contraste na RM – T1: Gadolínio + quelato
Sem M.C Com M.C
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PONDERAÇÕES - RM
Subtração: Sequência com MC – sequência sem MC
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SEQUÊNCIAS DE PULSO - RM
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SEQUÊNCIAS DE PULSO - RM
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SEQUÊNCIAS DE PULSO - RM
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SEQUÊNCIAS DE PULSO - RM
SPIN-ECO DUAL: PARKINSON
T2 DP
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SEQUÊNCIAS DE PULSO - RM
RECUPERAÇÃO DE INVERSÃO - FLAIR
Imagem B: paciente
com diagnósUco de
doença de Parkinson.
Protocolos específicos
são necessários na
RM.
Imagem B
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SEQUÊNCIAS DE PULSO - RM
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SEQUÊNCIAS DE PULSO - RM
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SEQUÊNCIAS DE PULSO - RM
SWI – GRE DWI e mapa de ADC
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ANGIO - RM
Arterial
Venosa
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RM AVANÇADA - ESPECTROSCOPIA
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RM AVANÇADA - PERFUSÃO
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RM AVANÇADA - TRACTOGRAFIA
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RM AVANÇADA – FLUXO LIQUÓRICO
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RESSONÂNCIA MAGNÉTICA FUNCIONAL
PRÁTICA - TC X RM: COMO DIFERENCIAR?
H
H
PRÁTICA - TC X RM: COMO DIFERENCIAR?
H
PRÁTICA - TC X RM: COMO DIFERENCIAR?
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PRÁTICA - TC X RM: COMO DIFERENCIAR?
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PRÁTICA - TC X RM: COMO DIFERENCIAR?
H
PRÁTICA - TC X RM: COMO DIFERENCIAR?
H
PRÁTICA - TC X RM: COMO DIFERENCIAR?
TC X RM: CORRELAÇÃO CLÍNICA
H
RADIOCIRURGIA
H
OBRIGADO!!!!!

Neuroimagem