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Profª Paula Frassinetti
Em todos os equipamentos de raios X, o
operador pode controlar a quantidade ou a
qualidade (capacidade de penetração) da radiação
com os controles de kV, mA e tempo de exposição.

      Se os equipamentos por qualquer motivo
não estiverem devidamente calibrados ou
funcionando adequadamente, não será possível
garantir precisamente a qualidade do feixe de
raios X gerados.
Tubo de Raios X
     Tubo de Raios X



Cone Localizador
   Cone Localizador



                       Painel de de Tempo
                           Controle Controle
A qualidade radiográfica pode ser mantida em
alto nível seguindo-se os procedimentos padronizados:

A padronização do procedimento diagnóstico tem várias
etapas:

 Direcionamento do feixe e posicionamento do filme:
usando acessórios localizadores e prendedores de filme
de acordo com a técnica do paralelismo, a qualidade
diagnóstica será muito melhor e permitirá comparações
entre pacientes;
 Processamento dos filmes: verifique regularmente
a temperatura do revelador e a qualidade dos
produtos químicos, para garantir a manutenção da
qualidade de revelação e a constância do contraste
ao longo do tempo;

Interpretação:    verifique   as     radiografias
sistematicamente para toda e qualquer anomalia e
não apenas aquelas sugeridas em reclamações de
pacientes.
 Treinamento adequado é a melhor solução
para evitar essas repetições. O dentista tem a
obrigação de atualizar seus conhecimentos e
sua proficiência relativos ao uso das radiações
ionizantes no diagnóstico dentário e de
assegurar que sua equipe obtenha o mesmo.
 Contraste    e/ou densidade ótica incorretos:
Causa – tempo de revelação muito curto; solução não preparada
conforme instruções do fabricante; temperatura muito baixa.
Efeito: pequenos detalhes não são detectados.
Superposição :
Causa: angulação incorreta.
Efeito: detecção de cárie quase impossível.
Distorção
Causa: angulação vertical e/ou horizontal errada
Efeito: não é possível avaliar adequadamente a dimensão e a
posição relativa dos detalhes na radiografia.
Exposição
Causa: superexposição ou subexposição
Efeito: radiografia muito escura ou muito clara; contraste ruim.
Erro/Causa: - Este tipo de defeito pode ser causado por erros
no tempo de exposição, escolha incorreta do filme,
processamento incorreto, soluções deterioradas ou vencidas.
 Solução: O processamento radiográfico deve ser
padronizado, utilizar soluções novas, trocar as
soluções nos períodos recomendados pelo fabricante
e usar tabelas de processamento temperatura/tempo,
termômetro e cronômetro.
Erro/Causa: - As imagens radiográficas escuras tem
pequena nitidez nas estruturas      finas e pouca
definição, as   imagens      ficam com    contraste
inadequado para o diagnóstico.

Apresentam ainda dificuldade de interpretação
radiográfica de estruturas com densidade e contraste
muito próximos, como esmalte e dentina por exemplo.
“Fog”
Causa: filme atingido pela radiação secundária de outras exposições,
         Filmes fora do prazo de validade, temperatura alta do
revelador,
         Entrada de luz na câmara escura.
 Efeito: baixo contraste, dificuldade de observar pequenos detalhes .
Prevenção/Solução: - O processamento radiográfico
deve ser executado em local apropriado, vedado à luz,
revelação pelo método temperatura/tempo, soluções
novas e com trocas regulares.
Erro/Causa: - As radiografias com este defeito podem
se apresentar amareladas, com manchas escuras (de
revelador) e claras (de fixador) e dupla exposição no
mesmo filme. O velamento de parte das radiografias
pode ser causado por entrada de luz no local do
processamento.
Prevenção/Solução: - O processamento
radiográfico correto, deve ser executado
de    acordo    com      as    tabelas de
temperatura/tempo; manter o local e os
acessórios de processamento limpos;
gerenciar as trocas das soluções, são
atitudes e procedimentos que diminuem
estes erros na prática diária.
Procedimentos para reduzir a dose de
exposição do paciente:

a) A tomada da radiografia deve ser realizada após o
exame clínico do paciente, pesquisando a existência
de     radiografias    anteriores,     que tornem
desnecessários um novo exame;

b) O tempo de exposição deve ser o menor possível,
evitando a repetição dos exames por meio do uso da
técnica correta de exposição.
c)   As   radiografias devem ser executadas,
preferencialmente com a técnica do paralelismo,
usando posicionadores com suportes para as
películas e dispositivos de direcionamento do
feixe de raios X;

d) Utilizar os EPI’s (avental de chumbo e protetor
de tireóide) visando protegê-los.
O dentista pode verificar facilmente se o campo
de radiação utilizado está de acordo com as normas de
proteção radiológica .

      Finalidade

       Detectar se o aparelho expõe, diretamente ao
feixe primário, regiões desnecessárias para o
diagnóstico, como por exemplo, cristalino, tireóide e
outros.
O procedimento inicial consistiu em juntar
quatro filmes periapicais, formando uma área de 6 x
8 cm2. Em seguida posicione o localizador
perpendicularmente ao plano dos filmes e encoste
sua extremidade, centralizando os filmes no eixo
central do localizador.
      Selecione um tempo de exposição entre 0,2 e
0,5 segundos, exponha e revele os filmes.
      Monte os filmes revelados e meça o diâmetro
da zona enegrecida que corresponde ao campo de
radiação. O campo deve estar centralizado nos
filmes. Deve-se obter um campo de radiação
homogêneo, com diâmetro igual ao diâmetro interno
do localizador; caso contrário, deve-se providenciar
imediatamente o reparo.
O dentista pode realizar uma inspeção visual no seu equipamento
para verificar se existe uma lâmina de alumínio que determina o feixe útil de
radiação. Quando não for possível determinar visualmente a espessura
desta lâmina, o seguinte método pode ser empregado:
determine a camada semi-redutora (HVL) do feixe e utilize a tabela abaixo
para estimar a filtração total

           Para medir a HVL, use uma caneta dosimétrica e exponha-a sob
filtração adicional de 0,1,2 e 3 mm de Al. Plote os pontos em um gráfico e
encontre a espessura que corresponda a 50% da intensidade, medida sem
filtro adicional.




De acordo com a Portaria o valor da camada semi-redutora
do feixe útil não deve ser menor que o valor mostrado na
Tabela para tensão de tubo máxima de operação.
Tabela. Valores mínimos de camadas semi-redutoras em função da
tensão de tubo máxima de operação

              kVp                 CSR (mmAl)
               51                      1,2
               60                      1,3
               70                      1,5
               71                      2,1
               80                      2,3
               90                      2,5
a) As soluções devem ser preparadas e trocadas de
acordo com o tempo de uso e as recomendações de seu
fabricante;
b) O processamento dos filmes deve ser feito em local
apropriado usando termômetro de imersão, cronômetro e
tabela de revelação temperatura/tempo; mantendo a
limpeza adequada dos recipientes e acessórios
utilizados;
c) Não deve ser realizada qualquer inspeção visual
durante o processamento;
d) A proteção e a preservação do meio ambiente
O tempo de revelação utilizado pelos dentistas é muito
pequeno, o que é compensado pelo aumento no tempo de
irradiação, procura-se avaliar a imagem em função do tempo de
irradiação, com as condições de revelação controladas.

       Expor três películas no simulador de mandíbula, selecionando
tempos de exposição na faixa de 0,1 a 0,5 segundos;
       Fazer uma outra radiografia com o tempo de exposição
normalmente empregado no consultório;
       Processar o filme irradiado por último, em condições de rotina
do consultório;
       Revelar as 3 primeiras películas expostas, em uma das
condições de temperatura do revelador da tabela;
Tabela . Condições de revelação padrão



Tempo (min)     Temperatura (º C)
   5.0              18-19
   4.0              20-21
   3.0              22-24
   2.0              26-27
Proteção do Operador e equipe




       Atitudes incorretas do profissional
Posicionamento correto do profissional no
         momento do disparo
Todo equipamento de raios X para uso
odontológico deve atender uma série de
requisitos da Portaria 453, de 1º de Junho de
1998, do Ministério da Saúde. Segue abaixo
alguns itens que poderão ser verificados pelo
profissional para sua auto avaliação:
a) Como responsável técnico e legal pelo uso dos raios
X no consultório odontológico, você avalia a cada dois
anos os parâmetros físicos de funcionamento dos
mesmos, os acessórios de proteção e o ambiente de
trabalho?
    Sim      Não
b) Existe sinalização adequada em sua clínica?
    Sim      Não
c) O seu avental de borracha plumbífera é equivalente
a 0,5 mm de Chumbo?
    Sim    Não
d) O cabo do disparador de seu equipamento mede no
mínimo 2 metros?
    Sim    Não
e) No momento da emissão dos raios X pelo seu
equipamento ele emite um sinal sonoro ?
    Sim    Não
f) Na obtenção de suas radiografias você usa
posicionador , suporte porta filmes e direcionador dos
raios X?
    Sim    Não
g) Sua câmara de processamento portátil é totalmente
opaca á luz clara?
    Sim     Não
h) Você utiliza no processamento de seu filme
radiográfico termômetro de imersão, cronômetro e
tabelas temperatura/tempo?
    Sim     Não
i) Os líquidos do processamento são trocados
regularmente?
    Sim     Não
Cl. A   Cl. B   Cl. C   Cl. D   Cl. E   Cl. F   Cl. G   Cl. H   Cl. I   Cl. J   Cl. L   Cl. M
No consultório há avental de
chumbo para proteção do
paciente ?

No consultório há protetor de
tireóide para proteção do
paciente ?

É comum utilizar dispositivo
de     alinhamento        ou
posicionador para realizar
radiografias?

O paciente é observado
durante o exame radiográfico
?
Os filmes são revelados
visualmente?
Os filmes são revelados em
caixa portátil de revelação?

Caso positivo, esta caixa
impede totalmente a entrada
de luz externa?

Para revelar os filmes é
utilizado         cronômetro,
termômetro e tabela (tempo e
temperatura)?
É de seu conhecimento que
existe    uma     norma    do
Ministério da Saúde que
regulamenta o uso de aparelho
de raios X no país?

No consultório tem cópia
desta norma (portaria 453 MS
)?
O senhor (a) já fez algum
curso de proteção radiológica
e controle de qualidade em
radiologia oral?


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Gerciane Neves
 

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Controle de qualidade em odontologia

  • 2. Em todos os equipamentos de raios X, o operador pode controlar a quantidade ou a qualidade (capacidade de penetração) da radiação com os controles de kV, mA e tempo de exposição. Se os equipamentos por qualquer motivo não estiverem devidamente calibrados ou funcionando adequadamente, não será possível garantir precisamente a qualidade do feixe de raios X gerados.
  • 3. Tubo de Raios X Tubo de Raios X Cone Localizador Cone Localizador Painel de de Tempo Controle Controle
  • 4. A qualidade radiográfica pode ser mantida em alto nível seguindo-se os procedimentos padronizados: A padronização do procedimento diagnóstico tem várias etapas:  Direcionamento do feixe e posicionamento do filme: usando acessórios localizadores e prendedores de filme de acordo com a técnica do paralelismo, a qualidade diagnóstica será muito melhor e permitirá comparações entre pacientes;
  • 5.  Processamento dos filmes: verifique regularmente a temperatura do revelador e a qualidade dos produtos químicos, para garantir a manutenção da qualidade de revelação e a constância do contraste ao longo do tempo; Interpretação: verifique as radiografias sistematicamente para toda e qualquer anomalia e não apenas aquelas sugeridas em reclamações de pacientes.
  • 6.  Treinamento adequado é a melhor solução para evitar essas repetições. O dentista tem a obrigação de atualizar seus conhecimentos e sua proficiência relativos ao uso das radiações ionizantes no diagnóstico dentário e de assegurar que sua equipe obtenha o mesmo.
  • 7.  Contraste e/ou densidade ótica incorretos: Causa – tempo de revelação muito curto; solução não preparada conforme instruções do fabricante; temperatura muito baixa. Efeito: pequenos detalhes não são detectados.
  • 8. Superposição : Causa: angulação incorreta. Efeito: detecção de cárie quase impossível.
  • 9. Distorção Causa: angulação vertical e/ou horizontal errada Efeito: não é possível avaliar adequadamente a dimensão e a posição relativa dos detalhes na radiografia.
  • 10. Exposição Causa: superexposição ou subexposição Efeito: radiografia muito escura ou muito clara; contraste ruim.
  • 11. Erro/Causa: - Este tipo de defeito pode ser causado por erros no tempo de exposição, escolha incorreta do filme, processamento incorreto, soluções deterioradas ou vencidas.
  • 12.  Solução: O processamento radiográfico deve ser padronizado, utilizar soluções novas, trocar as soluções nos períodos recomendados pelo fabricante e usar tabelas de processamento temperatura/tempo, termômetro e cronômetro.
  • 13. Erro/Causa: - As imagens radiográficas escuras tem pequena nitidez nas estruturas finas e pouca definição, as imagens ficam com contraste inadequado para o diagnóstico. Apresentam ainda dificuldade de interpretação radiográfica de estruturas com densidade e contraste muito próximos, como esmalte e dentina por exemplo.
  • 14. “Fog” Causa: filme atingido pela radiação secundária de outras exposições, Filmes fora do prazo de validade, temperatura alta do revelador, Entrada de luz na câmara escura. Efeito: baixo contraste, dificuldade de observar pequenos detalhes .
  • 15. Prevenção/Solução: - O processamento radiográfico deve ser executado em local apropriado, vedado à luz, revelação pelo método temperatura/tempo, soluções novas e com trocas regulares.
  • 16. Erro/Causa: - As radiografias com este defeito podem se apresentar amareladas, com manchas escuras (de revelador) e claras (de fixador) e dupla exposição no mesmo filme. O velamento de parte das radiografias pode ser causado por entrada de luz no local do processamento.
  • 17. Prevenção/Solução: - O processamento radiográfico correto, deve ser executado de acordo com as tabelas de temperatura/tempo; manter o local e os acessórios de processamento limpos; gerenciar as trocas das soluções, são atitudes e procedimentos que diminuem estes erros na prática diária.
  • 18. Procedimentos para reduzir a dose de exposição do paciente: a) A tomada da radiografia deve ser realizada após o exame clínico do paciente, pesquisando a existência de radiografias anteriores, que tornem desnecessários um novo exame; b) O tempo de exposição deve ser o menor possível, evitando a repetição dos exames por meio do uso da técnica correta de exposição.
  • 19. c) As radiografias devem ser executadas, preferencialmente com a técnica do paralelismo, usando posicionadores com suportes para as películas e dispositivos de direcionamento do feixe de raios X; d) Utilizar os EPI’s (avental de chumbo e protetor de tireóide) visando protegê-los.
  • 20.
  • 21. O dentista pode verificar facilmente se o campo de radiação utilizado está de acordo com as normas de proteção radiológica . Finalidade Detectar se o aparelho expõe, diretamente ao feixe primário, regiões desnecessárias para o diagnóstico, como por exemplo, cristalino, tireóide e outros.
  • 22. O procedimento inicial consistiu em juntar quatro filmes periapicais, formando uma área de 6 x 8 cm2. Em seguida posicione o localizador perpendicularmente ao plano dos filmes e encoste sua extremidade, centralizando os filmes no eixo central do localizador. Selecione um tempo de exposição entre 0,2 e 0,5 segundos, exponha e revele os filmes. Monte os filmes revelados e meça o diâmetro da zona enegrecida que corresponde ao campo de radiação. O campo deve estar centralizado nos filmes. Deve-se obter um campo de radiação homogêneo, com diâmetro igual ao diâmetro interno do localizador; caso contrário, deve-se providenciar imediatamente o reparo.
  • 23. O dentista pode realizar uma inspeção visual no seu equipamento para verificar se existe uma lâmina de alumínio que determina o feixe útil de radiação. Quando não for possível determinar visualmente a espessura desta lâmina, o seguinte método pode ser empregado: determine a camada semi-redutora (HVL) do feixe e utilize a tabela abaixo para estimar a filtração total Para medir a HVL, use uma caneta dosimétrica e exponha-a sob filtração adicional de 0,1,2 e 3 mm de Al. Plote os pontos em um gráfico e encontre a espessura que corresponda a 50% da intensidade, medida sem filtro adicional. De acordo com a Portaria o valor da camada semi-redutora do feixe útil não deve ser menor que o valor mostrado na Tabela para tensão de tubo máxima de operação.
  • 24. Tabela. Valores mínimos de camadas semi-redutoras em função da tensão de tubo máxima de operação kVp CSR (mmAl) 51 1,2 60 1,3 70 1,5 71 2,1 80 2,3 90 2,5
  • 25.
  • 26. a) As soluções devem ser preparadas e trocadas de acordo com o tempo de uso e as recomendações de seu fabricante; b) O processamento dos filmes deve ser feito em local apropriado usando termômetro de imersão, cronômetro e tabela de revelação temperatura/tempo; mantendo a limpeza adequada dos recipientes e acessórios utilizados; c) Não deve ser realizada qualquer inspeção visual durante o processamento; d) A proteção e a preservação do meio ambiente
  • 27. O tempo de revelação utilizado pelos dentistas é muito pequeno, o que é compensado pelo aumento no tempo de irradiação, procura-se avaliar a imagem em função do tempo de irradiação, com as condições de revelação controladas. Expor três películas no simulador de mandíbula, selecionando tempos de exposição na faixa de 0,1 a 0,5 segundos; Fazer uma outra radiografia com o tempo de exposição normalmente empregado no consultório; Processar o filme irradiado por último, em condições de rotina do consultório; Revelar as 3 primeiras películas expostas, em uma das condições de temperatura do revelador da tabela;
  • 28. Tabela . Condições de revelação padrão Tempo (min) Temperatura (º C) 5.0 18-19 4.0 20-21 3.0 22-24 2.0 26-27
  • 29. Proteção do Operador e equipe Atitudes incorretas do profissional
  • 30. Posicionamento correto do profissional no momento do disparo
  • 31. Todo equipamento de raios X para uso odontológico deve atender uma série de requisitos da Portaria 453, de 1º de Junho de 1998, do Ministério da Saúde. Segue abaixo alguns itens que poderão ser verificados pelo profissional para sua auto avaliação:
  • 32. a) Como responsável técnico e legal pelo uso dos raios X no consultório odontológico, você avalia a cada dois anos os parâmetros físicos de funcionamento dos mesmos, os acessórios de proteção e o ambiente de trabalho? Sim Não b) Existe sinalização adequada em sua clínica? Sim Não
  • 33. c) O seu avental de borracha plumbífera é equivalente a 0,5 mm de Chumbo? Sim Não d) O cabo do disparador de seu equipamento mede no mínimo 2 metros? Sim Não
  • 34. e) No momento da emissão dos raios X pelo seu equipamento ele emite um sinal sonoro ? Sim Não f) Na obtenção de suas radiografias você usa posicionador , suporte porta filmes e direcionador dos raios X? Sim Não
  • 35. g) Sua câmara de processamento portátil é totalmente opaca á luz clara? Sim Não h) Você utiliza no processamento de seu filme radiográfico termômetro de imersão, cronômetro e tabelas temperatura/tempo? Sim Não i) Os líquidos do processamento são trocados regularmente? Sim Não
  • 36. Cl. A Cl. B Cl. C Cl. D Cl. E Cl. F Cl. G Cl. H Cl. I Cl. J Cl. L Cl. M No consultório há avental de chumbo para proteção do paciente ? No consultório há protetor de tireóide para proteção do paciente ? É comum utilizar dispositivo de alinhamento ou posicionador para realizar radiografias? O paciente é observado durante o exame radiográfico ? Os filmes são revelados visualmente? Os filmes são revelados em caixa portátil de revelação? Caso positivo, esta caixa impede totalmente a entrada de luz externa? Para revelar os filmes é utilizado cronômetro, termômetro e tabela (tempo e temperatura)? É de seu conhecimento que existe uma norma do Ministério da Saúde que regulamenta o uso de aparelho de raios X no país? No consultório tem cópia desta norma (portaria 453 MS )? O senhor (a) já fez algum curso de proteção radiológica e controle de qualidade em radiologia oral? Caso negativo, gostaria de fazer ?