Professor Ulisses Vakirtzis
Mary Rangel
Pelo Projeto Político Pedagógico, pela
integração e pelo compromisso
socioeducacional dos que estão assumindo
a escola, todos estarão igualmente
envolvidos com as solicitações do trabalho
educativo. Nesse caso, todos estarão
respondendo e atuando de forma
integrada e conjunta em favor da
aprendizagem, que é propósito
fundamental, comum a todos os setores,
realçado na própria finalidade social da
escola.
O que une, o que dá sentido as
ações de todos os setores e
serviços da escola é a qualidade
do seu trabalho e do seu projeto.
Pode-se afirmar, novamente, que a
aprendizagem, núcleo do
propósito e projeto da escola, é o
compromisso de todos os seus
setores e serviços.
O contexto atual traz a escola e
suas lideranças questões que, para
além dos conteúdos específicos
do currículo, requerem um
trabalho inter e transdisciplinar de
formação/ação educativa. E os
supervisores (...) estimulam e
lideram os estudos e as práticas do
cotidiano escolar.
A Supervisão Escolar pode estimular a
realização de projetos que favoreçam o
processo de ensino-aprendizagem:
 Formação continuada de professores;
 Coordenação conjunto dos conselhos de
classe;
 Coordenação conjunta dos conselhos de
alunos;
 Coordenação de encontros entre professores
e alunos;
 Realização de encontros com pais.
Supervisão – “visão sobre” o
processo de ensino e
aprendizagem.
Não é uma visão hierárquica,
mas uma percepção mais
ampla, mais geral, dos
elementos, fatores e práticas
educativas.
Pode-se (deve-se), confirmar o
princípio de que a “visão ampla”,
a “visão sobre” o processo requer
do supervisor a consciência das
articulações e implicações entre
pedagogia, educação, didática,
informação, conhecimento e
sociedade.
É pelo estudo que o supervisor
compreende
o planejamento,
os objetivos,
os conteúdos,
os métodos,
a avaliação,
a recuperação da aprendizagem
numa sociedade informatizada e
globalizada com seus impasses e desafios.
O planejamento requer informações,
decisões, opções;
Os objetivos remetem ao PPP da escola
e a seus fins e valores essenciais,
associados com seus compromissos com
a cultura, a história, a sociedade;
Os conteúdos deverão ser,
necessariamente, atuais,
conceitualmente corretos e
significativos;
Os métodos são constantemente
atualizados em seus princípios e
práticas pelas pesquisas e pelo
debate acadêmico;
A avaliação consolida, hoje, o sentido
construtivo, emancipatório e
colaborativo;
A recuperação da aprendizagem é,
mais que uma determinação legal,
um compromisso sociopedagógico.
As ações gestoras estarão
comprometidas com a
formação humana em todas
as dimensões da sua
integralidade, envolvendo o
coletivo de todos os
profissionais da educação.
A gestão democrática da educação
necessita assegurar uma educação
comprometida com a sabedoria de
viver junto respeitando as diferenças.
Forma fundamental de relação e
construção humana e social: o
DIÁLOGO
Plano geral de formação de uma instituição escolar:
a) Elaborar o diagnóstico das necessidades
formativas do professorado;
b) Selecionar o constructo teórico ou paradigma
para responder a essas necessidades;
c) Elaborar um projeto geral de formação;
d) Determinar os indicadores que devem produzir
o impacto transformador;
e) Controlar e avaliar os resultados – quantitativos
e qualitativos – da formação;
f) Tomar decisões para mudar ou introduzir novos
elementos formativos.
Novas posturas e perspectivas de
gestão são requeridas, inclusive
para que se compreenda que a
supervisão exerce, também, uma
gestão, que se realiza a favor de
uma qualidade social e
pedagógica da escola e de seu
projeto educativo.
A escola reflexiva é uma
“organização que continuamente
reflete sobre si própria, sua missão
social, sua estrutura, e se
confronta com o desenrolar de
sua atividade, num processo
simultaneamente avaliativo e
formativo.”
(Isabel Alarcão)
Supervisão e gestão na escola

Supervisão e gestão na escola

  • 1.
  • 2.
    Pelo Projeto PolíticoPedagógico, pela integração e pelo compromisso socioeducacional dos que estão assumindo a escola, todos estarão igualmente envolvidos com as solicitações do trabalho educativo. Nesse caso, todos estarão respondendo e atuando de forma integrada e conjunta em favor da aprendizagem, que é propósito fundamental, comum a todos os setores, realçado na própria finalidade social da escola.
  • 3.
    O que une,o que dá sentido as ações de todos os setores e serviços da escola é a qualidade do seu trabalho e do seu projeto. Pode-se afirmar, novamente, que a aprendizagem, núcleo do propósito e projeto da escola, é o compromisso de todos os seus setores e serviços.
  • 4.
    O contexto atualtraz a escola e suas lideranças questões que, para além dos conteúdos específicos do currículo, requerem um trabalho inter e transdisciplinar de formação/ação educativa. E os supervisores (...) estimulam e lideram os estudos e as práticas do cotidiano escolar.
  • 5.
    A Supervisão Escolarpode estimular a realização de projetos que favoreçam o processo de ensino-aprendizagem:  Formação continuada de professores;  Coordenação conjunto dos conselhos de classe;  Coordenação conjunta dos conselhos de alunos;  Coordenação de encontros entre professores e alunos;  Realização de encontros com pais.
  • 6.
    Supervisão – “visãosobre” o processo de ensino e aprendizagem. Não é uma visão hierárquica, mas uma percepção mais ampla, mais geral, dos elementos, fatores e práticas educativas.
  • 7.
    Pode-se (deve-se), confirmaro princípio de que a “visão ampla”, a “visão sobre” o processo requer do supervisor a consciência das articulações e implicações entre pedagogia, educação, didática, informação, conhecimento e sociedade.
  • 8.
    É pelo estudoque o supervisor compreende o planejamento, os objetivos, os conteúdos, os métodos, a avaliação, a recuperação da aprendizagem numa sociedade informatizada e globalizada com seus impasses e desafios.
  • 9.
    O planejamento requerinformações, decisões, opções; Os objetivos remetem ao PPP da escola e a seus fins e valores essenciais, associados com seus compromissos com a cultura, a história, a sociedade; Os conteúdos deverão ser, necessariamente, atuais, conceitualmente corretos e significativos;
  • 10.
    Os métodos sãoconstantemente atualizados em seus princípios e práticas pelas pesquisas e pelo debate acadêmico; A avaliação consolida, hoje, o sentido construtivo, emancipatório e colaborativo; A recuperação da aprendizagem é, mais que uma determinação legal, um compromisso sociopedagógico.
  • 11.
    As ações gestorasestarão comprometidas com a formação humana em todas as dimensões da sua integralidade, envolvendo o coletivo de todos os profissionais da educação.
  • 12.
    A gestão democráticada educação necessita assegurar uma educação comprometida com a sabedoria de viver junto respeitando as diferenças. Forma fundamental de relação e construção humana e social: o DIÁLOGO
  • 13.
    Plano geral deformação de uma instituição escolar: a) Elaborar o diagnóstico das necessidades formativas do professorado; b) Selecionar o constructo teórico ou paradigma para responder a essas necessidades; c) Elaborar um projeto geral de formação; d) Determinar os indicadores que devem produzir o impacto transformador; e) Controlar e avaliar os resultados – quantitativos e qualitativos – da formação; f) Tomar decisões para mudar ou introduzir novos elementos formativos.
  • 14.
    Novas posturas eperspectivas de gestão são requeridas, inclusive para que se compreenda que a supervisão exerce, também, uma gestão, que se realiza a favor de uma qualidade social e pedagógica da escola e de seu projeto educativo.
  • 15.
    A escola reflexivaé uma “organização que continuamente reflete sobre si própria, sua missão social, sua estrutura, e se confronta com o desenrolar de sua atividade, num processo simultaneamente avaliativo e formativo.” (Isabel Alarcão)