SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 8
ATIVIDADE MODULO II
CURSO: Formação de Gestores para atuação na educação de Jovens e Adultos
Professor Participante: Andrezannatta de Alencar Campos
01. O Projeto Político Pedagógico (PPP) é o documento imprescindível para que uma
instituição de ensino esteja autorizada a funcionar e compartilhar a elaboração é essencial
para uma gestão democrática. Para que serve o PPP?
O projeto político pedagógico (PPP) da escola é criado para ser uma proposta de mudança
que irá nortear todo o ano letivo, uma ferramenta basilar para se traçar rumos para a escola de
uma forma participativa, democrática e emancipatória. Determina de modo preciso as ideias,
condutas e recomendações de atuação para melhor estruturar, metodizar e ressignificar as ações
desenvolvidas no âmbito escolar. Sua grandeza político pedagógica conjectura uma concepção
igualitária, dialógica e ética que abrace vivamente toda a comunidade escolar. Ao fortalecê-lo, o
grupo revela suas vivências, rotinas, hábitos, retratam suas experiências, recuperam, ratificam e
atualizam valores, solidificam seus conhecimentos, valorizam seus planos particulares e grupais,
renovam suas especificidades, criam relações de contato mais fortalecidas e generosas na busca
de novos horizontes, esperanças e reais vantagens. Esta proposta objetiva à ascensão, ao
progresso necessário e pretendido pelo coletivo escolar e comunitário.
O PPP não é um conjunto de planos e projetos de professores, muito menos um
documento que trata das diretrizes pedagógicas da instituição educativa, mas sim
um produto característico que reflete a realidade da escola, colocado em um
contexto mais aberto que a influência e que pode ser por ela influenciado. (Veiga
1998, p.21).
O PPP é uma ferramenta que propositadamente deve auxiliar e socorrer a coletividade
escolar diante das adversidades diárias de uma forma estruturada, inteligente, perspicaz, precisa
e mútua. É a via mais apropriada para reorganizar a escola, dando identidade e significado às
seus quereres e metas. Todo grupo deve focar em um objetivo predeterminado com compromisso
e empenho dentro do contexto educacional, expondo com clareza as falhas para sana-las, as
forças para potencializa-las e as barreiras para ultrapassa-las num processo de construção
constante através de diálogos, atitudes colaborativas e altruístas desenvolvidas na escola. Para
ser autêntico, o PPP precisa ter a cooperação de toda a comunidade educacional, despretensioso
e igualitário. Nesse sentido, fica claro que a gestão democrática, constituída pela direção escolar,
esteja à frente desse processo, liderando todo o conjunto e incentivando a participação
compartilhada e orientada do grupo.
A educação começou a tomar um sentido mais interativo, permitindo a participação de
outras pessoas além das diretamente ligadas a escola, necessária para a efetivação das
mudanças na organização escolar importantes para o seu desenvolvimento, ou pelo menos
deveria ser. De mais a mais, precisaria também contemplar um espaço coeso em concordância
com a proposta da formação humana e não focado em administrações burocráticas e relações de
poder ditadoras e centralizadas. Essa concepção se expandiu a partir da Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional (LDB) nº 9.394, de 1996, em seu artigo 13, Inciso I, ao salientar que
uma das atribuições das instituições escolares é “elaborar e executar sua proposta pedagógica”
(BRASIL, 1996).
As definições apresentadas no próprio nome do documento clarificam as necessidades e
objetivos do Projeto Político Pedagógico na busca da primazia do ensino:
1. Projeto - é uma compilação de recomendações que têm como meta a efetivação de uma ação.
Assim, este movimento tenciona a promoção de uma transformação desejada e necessária para
o futuro baseada nos dilemas presentes;
2 – Político: essa expressão se refere à finalidade social das escolas. Isso significa que essa
instituição de ensino deve ser vista como palco de diálogos, espaço de luta e liberdade na
formação cultural, humana e cidadã dos estudantes e de toda sociedade civil.
3 – Pedagógico: esse termo e definido como sendo um agrupamento de metodologias
empregado na educação para que cada indivíduo se desenvolva em todos os espaços da vida em
sociedade.
O Projeto Político-Pedagógico, ao se constituir em processo democrático de
decisões, preocupa-se em instaurar uma forma de organização do trabalho
pedagógico que supere os conflitos, buscando eliminar as relações competitivas,
corporativas e autoritárias, rompendo com a rotina do mando impessoal e
racionalizado da burocracia que permeia as relações no interior da escola. (VEIGA,
2007, p.13)
Dessa forma, a escola torna-se um ambiente propício à construção diária do conhecimento
e desenvolvimento cognitivo e fraterno dos sujeitos aprendentes, enfatizando suas vivências e
comportamentos que potencializem sua criticidade, criatividade e singularidades, sempre na
perspectiva de se construir um caminho de melhorias para o ensino baseada numa reflexão
analítica, na comunicação entre iguais e na promoção de uma atividade autônoma, democrática e
plural. .
02. Uma das atividades do Gestor Escolar é articular, acompanhar e intervir na elaboração,
execução e avaliação da Proposta Pedagógica, no que concerne a forma como o Gestor
avalia a Proposta Pedagógica. Como ele pode promover a efetiva participação dos
docentes?
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1996, no artigo 13 e 14, inciso I, retrata a
atuação do professor na construção da proposta pedagógica nas agremiações de ensino, isso
quer dizer, uma integral liberdade e ligação deste docente na elaboração do PPP. É
imprescindível que o mesmo domine os conteúdos curriculares, tenha consciência das
características de desenvolvimento dos alunos, estabeleça um clima favorável para a
aprendizagem, demonstre e promova atitudes e comportamentos positivos, utiliza métodos e
procedimentos que promovam o desenvolvimento do pensamento autônomo, trabalhe em equipe,
possua informação atualizada sobre as responsabilidades de sua profissão e tempo para investir
na instituição de forma proativa e dialógica na transformação do contexto no qual os sujeitos
desse processo estão inseridos.
O trabalho docente é organizado pelo currículo, visto que ele estabelece o desempenho da
das práticas educativas na instituição de ensino e determina as maneiras e as conjunturas do
trabalho. Nessa perspectiva, Libâneo, Oliveira e Toschi (2009, p. 306) declaram que os itinerários
e as finalidades que instituem os estabelecimentos de ensino “concretizam-se no currículo da
escola, o qual, por sua vez, é efetivado por meio das atividades de ensino, para atingir resultados
em termos de qualidade cognitiva, operativa e social das aprendizagens”.
A produção do PPP deve ser tracejada em procedimentos sistematizados conferindo voz e
vez a todos os protagonistas da coletividade escolar: gestão, pais, colaboradores (principalmente
o professor) e alunos. Esse estímulo é incumbência, por excelência, do diretor. Não se constrói
um projeto sem uma direção política, um norte, um rumo. Todo projeto pedagógico da escola é
também político, sempre um processo incompleto, uma etapa em direção a um “alvo” que
permanece como horizonte da escola (GADOTTI, 1998, p. 16).
Intermediar, interpor-se, permear, interferir, estar entre...
Esse é o papel do professor na escola. Ao interceder nas várias situações de ensino, o
docente torna-se o elo entre o discente e a aprendizagem, colaborando para o encadeamento e
ordenação das informações para que se converta em conhecimento, provocando o surgimento de
novas aprendizagens sem desconsiderar as experiências dos estudantes. A participação do
professor é extremamente necessária na elaboração de novos saberes e quereres, adaptando-se
a diversidade linguística, cultura e social na promoção de novas oportunidades à frente do
contexto educacional tradicional. Além disso, a descentralização do saber gera uma maior fluidez
deste, onde professor e alunos aprendem juntos, democratizando o espaço escolar com
afetividade e positividade contribuindo para a realização da construção crítica e autônoma do
conhecimento.
Cinco princípios contribuem na prática docente pluridisciplinar: a simplicidade, a lógica, a
esperança, a gentileza e abnegação. Definidos e nomeados, como “a afetividade e a ousadia que
impelem às trocas intersubjetivas, às parcerias” (FAZENDA, 2002, p. 12). Vínculo e cooperação
são qualidades intrínsecas no saber fazer do professor, nessa perspectiva a aprendizagem se faz
no diálogo, dentro e fora do contexto escolar, numa conexão coparticipativa com o mundo, num
emaranhado de sabres e vivências que se consolidam e se relacionam sob o ponto de vista
humano e global.
03. A biblioteca servirá de suporte para a escola, comunidade e alunos, qual a principal
contribuição da integração desta com o Projeto Político Pedagógico?
Dentro da escola, todo o trabalho acontece na intenção de facilitar o progresso intelectual
do aluno revelando as circunstâncias em que se processam o conhecimento. Dessa forma, a
biblioteca escolar favorece a aprendizagem e a circularidade de saberes. Ela está cada vez mais
presente em todas as modalidades de ensino, estruturando e gerindo fontes de informação
didático-pedagógicas, de atualização e de investigação da coletividade que a frequentam. Além
do mais, a incorporação às inovações técnico-científico-informacionais trouxe para escola um
nova olhar, uma renovada percepção da biblioteca como ambiente que promove e desenvolve o
acesso ao conhecimento, o fortalecimento da cultura da leitura e escrita, orientando sobre a
utilização de bens públicos e colaborando para o amadurecimento socioafetivo, como o
sentimento de amizade e solidariedade.
Klebis (2010, p.19) indagando a respeito do que seriam as bibliotecas, chega à conclusão
que:
Prédios que buscam reunir o universal...espaços de acúmulo e difusão cultural...
templos do saber que têm no livro um objeto de culto e na leitura uma atividade
sagrada... locais de murmúrio de leitores inquietos... campos em que se cultivam o
silêncio e a ordem... o lugar aprazível da leitura solitária e compenetrada... local de
pesquisa, estudo e convívio para sábios, cultos, eruditos, intelectuais e
acadêmicos... ambientes organizados e assépticos de preservação de livros e
textos... instituições políticas de transformação social... lugares vigiados,
controlados, censurados... espaços em extinção diante das novas tecnologias
digitais... asilo aos leitores encobertos de poeira e semidestruídos pelas traças...
espaços mágicos e misteriosos para crianças... espaços de construção das
relações entre leitores e livros... Talvez as bibliotecas tenham, a um só tempo,
todos esses aspectos e a possibilidade de muitos outros.
A regulamentação em Lei Federal n. 12.244 dispõe sobre a necessidade da existência de
bibliotecas nas escolas do país, declarando que as instituições de ensino públicas e privadas de
todos os sistemas de ensino do país deverão contar com as bibliotecas (BRASIL, 2010). A
biblioteca é um espaço pedagógico de diálogos, igualitário e democrático com um arsenal
bibliográfico disponível para toda comunidade escolar.
Esse ambiente plural e de inclusão promove inúmeras alternativas de aprendizagem e ao
mesmo tempo possibilita o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social dos alunos. Nessa
perspectiva, esse espaço requer uma série de mudanças expressivas na maneira de conhecer a
biblioteca, na sua composição, na sua missão e nas suas conexões com a comunidade escolar
como um todo.
Nessa linha de raciocínio, a biblioteca escolar como espaço de apreensão do
conhecimento, deve está condizente com a realidade da instituição e do seu público e com o
cotidiano de sala de aula, intrincada a Proposta Pedagógica da Escola - PPP. Para Arena (2011)
a biblioteca é extenso espaço de interelações e contato importante pera a escola: um local de
cultura, onde se produz leitura, elaboram-se textos, realizam-se pesquisas diversas por meio de
diferentes recursos. Em outras palavras, um ambiente onde se ensina e se aprende.
04. O professor deve ter o compromisso de contribuir com a transformação da sociedade e
se manter atualizado principalmente, em relação à evolução das práticas pedagógicas e às
novas tendências educacionais, para isso se faz necessário a formação continuada. Diante
desse fato qual o retorno que o professor poderá trazer com o aperfeiçoamento das
práticas pedagógicas?
“A missão da educação para a era planetária é fortalecer as condições de possibilidade da
emergência de uma sociedade-mundo composta por cidadãos protagonistas, consciente e
criticamente comprometidos com a construção de uma civilização planetária” (MORIN, CIURANA,
MOTTA, 2003, p. 98). O professor comprometido com essa missão necessita encontrar um
caminho que o aproxime, entusiasme e forneça o que for preciso para o desenvolvimento desta
tarefa. Ampliando o olhar sobre o itinerário que ele deve seguir, com o apoio da gestão e de todos
que fazem a escola na construção de um Projeto Pedagógico democrático e autônomo o docente
certamente ampliará suas práticas pedagógicas num saber fazer bondoso, solidário e prático que
dê significado a sua metodologia em sala de aula.
Ter hegemonia em sala de aula é ter domínio, essa hierarquia não necessariamente
significa dizer ser abusivo, ditador ou tirânico. É tão somente, como a própria palavra já o diz, é
ter influência, liderança. Isso significa afirmar que para que o professor execute seu trabalho
aliado a PPP é imprescindível que ele se torne autor de suas próprias ações e faça do aluno
também protagonista das suas.
Para formar um homem acomodado, um homem derrotado, é preciso um professor
autoritário. A isso equivale dizer que quando o professor se vê não só diferente,
mas superior ao aluno, tende a apostar na incompetência desse aluno e sob a
alegação da proteção, legar-lhe-á tudo pronto, delegando-lhe apenas a tarefa de
guardar direitinho, sendo que ao constatar que nem isso o aluno consegue,
culpabiliza-o, fortalecendo sua própria pressuposição de que a incompetência é
exclusiva do aluno, em função de atributos pessoais dele. Isso favorece condições
para que o aluno acredite na mentira da sua natural e inteira dependência, além de
assumir em sua identidade a característica de incapacidade (MORIN, CIURANA,
MOTTA, 2003, p. 25).
05. O gestor/a escolar dentro da dimensão pedagógica tem como orientação principal
coordenar a elaboração coletiva da ação educacional e pedagógica da escola, diante disso
quais às temáticas indispensáveis para a agenda de reunião da Equipe Gestora da Escola?
 Organização e coordenação das atividades de planejamento, avaliação e elaboração do
PPP, acompanhando e monitorando a execução dessas ações;
 Assistência pedagógico-didáticas aos professores, no auxilio à organização das situações
de aprendizagem adequadas às necessidades dos alunos;
 Efetivação das atividades de rotina como: reuniões pedagógicas, conselhos de classe,
escolha do livro didático, diagnóstico de aprendizagem, avaliação, seleção e provimento do
material didático necessário às aulas;
 Acompanhamentos da aprendizagem dos estudantes, definindo quais as expectativas de
aprendizagem devem ser atingidos por todas as turmas;
 Divulgação os objetivos da escola e suas metas, acompanhar o desempenho dos
estudantes e divulgar os resultados para toda comunidade escolar;
 Definição do tempo escolar e constituição das turmas;
 Elaboração do calendário escolar e possíveis mudanças ao longo do ano letivo e de
acordo com a necessidade da escola;
 Integração dos estudantes por meio de atividades científicas, lúdicas, esportivas e
associativas;
 Fortalecimento das relações escola-comunidade;
 Formação continuada dos docentes e dos técnico-administrativos.
06. Qual a responsabilidade do gestor na cultura escolar proativa e empreendedora, diante
dessa postura como poderá contribuir para uma gestão democrática?
Gestão eficaz é aquela que envolve toda a comunidade escolar mediando a participação
do grupo em processos de decisão e reflexões sobre o papel da escola e a responsabilidade
educacional de cada membro de modo a agregar valor afetivo as ações orientadas para a
promoção da aprendizagem e formação dos alunos. O diretor é responsável, e todos que fazem
parte da equipe de gestão, pela organização e um direcionamento pedagógico e administrativo da
escola, resultando dessa maneira na formação da cultura e do ambiente escolar sendo agente
mobilizador e estimulante na construção de saberes dentro da instituição de ensino.
Acima de tudo deve proteger o ambiente escolar promovendo ações solidárias, eficientes e
dinâmicas capazes de fazer da escola um espaço proativo, arrojado e autônomo diante dos
problemas cotidianos e sua resolutividade. A gestão que se baseia em preceitos proativos e
empreendedores precisam superar padrões históricos ultrapassados e culturalmente
determinados, sendo necessário estimular a funcionalidade, a imaginação e o empenho,
maiormente, na aplicação de métodos que desenvolva o pensamento crítico e inovador da
equipe.
No dia a dia escolar, a equipe gestora, busca sempre resultados positivos diante das várias
exigências, mas apresenta por vezes uma situação financeira delicada para suprir todas as
demandas que surgem na escola. Dessa forma, atitudes empreendedoras trazem significativas
contribuições, já que a equipe perpassa em muito os limites regimentais da sua função para
viabilizar os resultados que se quer alcançar. Essa dedicação contribui para a formação de um
elo de modo direto ou indireto relativos à proatividade, à renovação, à busca por oportunidades e
à inventividade; sobretudo, sempre respeitando o ordenamento jurídico (SANÁBIO; MAGALDI;
MACHADO, 2017).
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília,
DF, 20 dez. 1996.
BRASIL. LEI Nº 12.244, DE 24 DE MAIO DE 2010. Dispõe sobre a universalização das
bibliotecas nas instituições de ensino do País. Brasília, 2010. Disponível em: Acesso em: 28 set.
de 2019.
FAZENDA, Ivani Catarina A. Dicionário em construção: interdisciplinaridade. São Paulo: Cortez,
2002.
GADOTTI, Moacir. Salto para o Futuro: Construindo a escola cidadã, projeto político-pedagógico/
Secretaria de Educação a Distância. Brasília: Ministério da Educação e do Desporto, SEED,
1998. 96 p. - (Série de Estudos. Educação a Distância, ISSN 1516-2079; v.5)
KLÉBIS, Augusta Boa Sorte Oliveira. Concepção de Gestão Escolar: A perspectiva dos
Documentos Oficiais e dos Programas de Formação Continuada de Diretores de Escola no
Estado de São Paulo - 1990/2009. Disponível em https://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-
Graduacao/Educacao/Dissertacoes/klebis_abso_do_mar.pdf [Consultado em 26/09/2019].
LIBÂNEO, José C., OLIVEIRA, João F. de, TOSCHI, Mirza S. Educação escolar: políticas,
estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2009.
MORIN, Edgar, CIURANA, Emílio-Roger, MOTTA, Raúl Domingo. Educação na era planetária: o
pensamento complexo como Método de aprendizagem no erra e na incerteza humana. São Paulo
– SP: Cortez Editora, 2003.
SANÁBIO, M. T.; MAGALDI, C. A.; MACHADO, C. S. Gestor escolar empreendedor: uma breve
reflexão teórica sobre empreendedorismo e capital social. Revista Pesquisa e Debate em
Educação, v. 6, n. 1, 2017.
VEIGA, Ilma P.A. "Escola, currículo e ensino". Ira: I.P.A. Veiga e M. Helena Cardoso (org.) Escola
fundamental: Currículo e ensino. Campinas, Papirus, 1991.
______, Ilma Passos (0rg.). Projeto Político-Pedagógico da escola: uma construção possível. 23.
ed. Campinas, São Paulo: Papirus, 2007.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

SEMINÁRIO DA DISCIPLINA DE ESTUDOS EM GESTÃO EDUCACIONAL
SEMINÁRIO DA DISCIPLINA DE ESTUDOS EM GESTÃO EDUCACIONALSEMINÁRIO DA DISCIPLINA DE ESTUDOS EM GESTÃO EDUCACIONAL
SEMINÁRIO DA DISCIPLINA DE ESTUDOS EM GESTÃO EDUCACIONAL Maria Isabel Soares Feitosa
 
Gestão democrática
Gestão democráticaGestão democrática
Gestão democráticaeliasdemoch
 
SEMINARIO 2 - A EVOLUÇÃO NOS PROCESSOS EDUCACIONAIS PARA O DIRETOR GESTOR, NA...
SEMINARIO 2 - A EVOLUÇÃO NOS PROCESSOS EDUCACIONAIS PARA O DIRETOR GESTOR, NA...SEMINARIO 2 - A EVOLUÇÃO NOS PROCESSOS EDUCACIONAIS PARA O DIRETOR GESTOR, NA...
SEMINARIO 2 - A EVOLUÇÃO NOS PROCESSOS EDUCACIONAIS PARA O DIRETOR GESTOR, NA...unieubra
 
GestãO DemocráTica
GestãO DemocráTicaGestãO DemocráTica
GestãO DemocráTicaguest0c0b6b
 
Gestão democrática participativa
Gestão democrática participativaGestão democrática participativa
Gestão democrática participativaUERN
 
O GESTOR ESCOLAR E SUAS COMPETÊNCIAS NA SOCIEDADE ATUAL
O GESTOR ESCOLAR E SUAS COMPETÊNCIAS NA SOCIEDADE ATUALO GESTOR ESCOLAR E SUAS COMPETÊNCIAS NA SOCIEDADE ATUAL
O GESTOR ESCOLAR E SUAS COMPETÊNCIAS NA SOCIEDADE ATUALchristianceapcursos
 
Encontro Teoria Pratica e Conhecimento de Gestao Escolar
Encontro Teoria Pratica e Conhecimento de Gestao EscolarEncontro Teoria Pratica e Conhecimento de Gestao Escolar
Encontro Teoria Pratica e Conhecimento de Gestao EscolarJanete Brito
 
Gestão democrática e a autonomia da escola
Gestão democrática e aautonomia da escolaGestão democrática e aautonomia da escola
Gestão democrática e a autonomia da escolaCEEJA VILHENA
 
Processo de elaboração do Projeto Político Pedagógico de duas escolas no muni...
Processo de elaboração do Projeto Político Pedagógico de duas escolas no muni...Processo de elaboração do Projeto Político Pedagógico de duas escolas no muni...
Processo de elaboração do Projeto Político Pedagógico de duas escolas no muni...Paulinha2011
 
Artigo gestao escolar
Artigo gestao escolarArtigo gestao escolar
Artigo gestao escolarKelly Farias
 
18 jul 2014_aspectos_da_gestao_democratica_nas_atividades_do_coordenador_peda...
18 jul 2014_aspectos_da_gestao_democratica_nas_atividades_do_coordenador_peda...18 jul 2014_aspectos_da_gestao_democratica_nas_atividades_do_coordenador_peda...
18 jul 2014_aspectos_da_gestao_democratica_nas_atividades_do_coordenador_peda...Sandra Menucelli
 
GESTÃO DEMOCRÁTICA: O TRABALHO DOS GESTORES
GESTÃO DEMOCRÁTICA: O TRABALHO DOS GESTORESGESTÃO DEMOCRÁTICA: O TRABALHO DOS GESTORES
GESTÃO DEMOCRÁTICA: O TRABALHO DOS GESTORESAline Zugel
 

Mais procurados (18)

6.proposta curricular
6.proposta curricular6.proposta curricular
6.proposta curricular
 
Cap 3 gestao_democratica
Cap 3 gestao_democraticaCap 3 gestao_democratica
Cap 3 gestao_democratica
 
328 174
328 174328 174
328 174
 
SEMINÁRIO DA DISCIPLINA DE ESTUDOS EM GESTÃO EDUCACIONAL
SEMINÁRIO DA DISCIPLINA DE ESTUDOS EM GESTÃO EDUCACIONALSEMINÁRIO DA DISCIPLINA DE ESTUDOS EM GESTÃO EDUCACIONAL
SEMINÁRIO DA DISCIPLINA DE ESTUDOS EM GESTÃO EDUCACIONAL
 
Gestão democrática
Gestão democráticaGestão democrática
Gestão democrática
 
Gestão democrática
Gestão democráticaGestão democrática
Gestão democrática
 
SEMINARIO 2 - A EVOLUÇÃO NOS PROCESSOS EDUCACIONAIS PARA O DIRETOR GESTOR, NA...
SEMINARIO 2 - A EVOLUÇÃO NOS PROCESSOS EDUCACIONAIS PARA O DIRETOR GESTOR, NA...SEMINARIO 2 - A EVOLUÇÃO NOS PROCESSOS EDUCACIONAIS PARA O DIRETOR GESTOR, NA...
SEMINARIO 2 - A EVOLUÇÃO NOS PROCESSOS EDUCACIONAIS PARA O DIRETOR GESTOR, NA...
 
gestão democrática
gestão democráticagestão democrática
gestão democrática
 
GestãO DemocráTica
GestãO DemocráTicaGestãO DemocráTica
GestãO DemocráTica
 
Slide disciplina gestao (4)
Slide disciplina gestao (4)Slide disciplina gestao (4)
Slide disciplina gestao (4)
 
Gestão democrática participativa
Gestão democrática participativaGestão democrática participativa
Gestão democrática participativa
 
O GESTOR ESCOLAR E SUAS COMPETÊNCIAS NA SOCIEDADE ATUAL
O GESTOR ESCOLAR E SUAS COMPETÊNCIAS NA SOCIEDADE ATUALO GESTOR ESCOLAR E SUAS COMPETÊNCIAS NA SOCIEDADE ATUAL
O GESTOR ESCOLAR E SUAS COMPETÊNCIAS NA SOCIEDADE ATUAL
 
Encontro Teoria Pratica e Conhecimento de Gestao Escolar
Encontro Teoria Pratica e Conhecimento de Gestao EscolarEncontro Teoria Pratica e Conhecimento de Gestao Escolar
Encontro Teoria Pratica e Conhecimento de Gestao Escolar
 
Gestão democrática e a autonomia da escola
Gestão democrática e aautonomia da escolaGestão democrática e aautonomia da escola
Gestão democrática e a autonomia da escola
 
Processo de elaboração do Projeto Político Pedagógico de duas escolas no muni...
Processo de elaboração do Projeto Político Pedagógico de duas escolas no muni...Processo de elaboração do Projeto Político Pedagógico de duas escolas no muni...
Processo de elaboração do Projeto Político Pedagógico de duas escolas no muni...
 
Artigo gestao escolar
Artigo gestao escolarArtigo gestao escolar
Artigo gestao escolar
 
18 jul 2014_aspectos_da_gestao_democratica_nas_atividades_do_coordenador_peda...
18 jul 2014_aspectos_da_gestao_democratica_nas_atividades_do_coordenador_peda...18 jul 2014_aspectos_da_gestao_democratica_nas_atividades_do_coordenador_peda...
18 jul 2014_aspectos_da_gestao_democratica_nas_atividades_do_coordenador_peda...
 
GESTÃO DEMOCRÁTICA: O TRABALHO DOS GESTORES
GESTÃO DEMOCRÁTICA: O TRABALHO DOS GESTORESGESTÃO DEMOCRÁTICA: O TRABALHO DOS GESTORES
GESTÃO DEMOCRÁTICA: O TRABALHO DOS GESTORES
 

Semelhante a Atividade modulo ii respostas

Educação integral otp
Educação integral   otpEducação integral   otp
Educação integral otpJorci Ponce
 
Plano de acao_escola_mundo_de_alice
Plano de acao_escola_mundo_de_alicePlano de acao_escola_mundo_de_alice
Plano de acao_escola_mundo_de_aliceJesica Hencke
 
Gestao inclusiva
Gestao inclusivaGestao inclusiva
Gestao inclusivaborgonha
 
E.m. jornalista alberto torres tra final
E.m. jornalista alberto torres tra finalE.m. jornalista alberto torres tra final
E.m. jornalista alberto torres tra finalEster Resende
 
A Supervisão Escolar na Rede Municipal
A Supervisão Escolar na Rede MunicipalA Supervisão Escolar na Rede Municipal
A Supervisão Escolar na Rede MunicipalUlisses Vakirtzis
 
Modelo de proposta para trabalho pedagógico
Modelo de proposta para trabalho pedagógicoModelo de proposta para trabalho pedagógico
Modelo de proposta para trabalho pedagógicoElicio Lima
 
Políticas pedagógicas curriculares contexto, diretrizes e açõesparte 2
Políticas pedagógicas curriculares  contexto, diretrizes e açõesparte 2Políticas pedagógicas curriculares  contexto, diretrizes e açõesparte 2
Políticas pedagógicas curriculares contexto, diretrizes e açõesparte 2♥Marcinhatinelli♥
 
A importância do projeto político pedagógico no desenvolvimento das ações da ...
A importância do projeto político pedagógico no desenvolvimento das ações da ...A importância do projeto político pedagógico no desenvolvimento das ações da ...
A importância do projeto político pedagógico no desenvolvimento das ações da ...OZILDO1
 
A importância do projeto político pedagógico no desenvolvimento das ações da ...
A importância do projeto político pedagógico no desenvolvimento das ações da ...A importância do projeto político pedagógico no desenvolvimento das ações da ...
A importância do projeto político pedagógico no desenvolvimento das ações da ...OZILDO1
 
Gestão Escolar: enfrentando os desafios cotidianos
Gestão Escolar: enfrentando os desafios cotidianosGestão Escolar: enfrentando os desafios cotidianos
Gestão Escolar: enfrentando os desafios cotidianosUlisses Vakirtzis
 
Gorete exercicio
Gorete exercicioGorete exercicio
Gorete exercicioNaya Vitas
 
1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp1. programa mais educação sp
1. programa mais educação spUlisses Vakirtzis
 
Plano Anual de Ação da Direção Escolar
Plano Anual de Ação da Direção Escolar Plano Anual de Ação da Direção Escolar
Plano Anual de Ação da Direção Escolar LOCIMAR MASSALAI
 
A escola na perspectiva da educ inclusiva
A escola na perspectiva da educ inclusivaA escola na perspectiva da educ inclusiva
A escola na perspectiva da educ inclusivarosania39
 

Semelhante a Atividade modulo ii respostas (20)

Educação integral otp
Educação integral   otpEducação integral   otp
Educação integral otp
 
ppp jmm 2021.pdf
ppp jmm 2021.pdfppp jmm 2021.pdf
ppp jmm 2021.pdf
 
Plano de acao_escola_mundo_de_alice
Plano de acao_escola_mundo_de_alicePlano de acao_escola_mundo_de_alice
Plano de acao_escola_mundo_de_alice
 
Gestao inclusiva
Gestao inclusivaGestao inclusiva
Gestao inclusiva
 
Documento PEDAGOGIA
Documento PEDAGOGIADocumento PEDAGOGIA
Documento PEDAGOGIA
 
ação supervisora
 ação supervisora ação supervisora
ação supervisora
 
E.m. jornalista alberto torres tra final
E.m. jornalista alberto torres tra finalE.m. jornalista alberto torres tra final
E.m. jornalista alberto torres tra final
 
284-979-1-PB.pdf
284-979-1-PB.pdf284-979-1-PB.pdf
284-979-1-PB.pdf
 
A Supervisão Escolar na Rede Municipal
A Supervisão Escolar na Rede MunicipalA Supervisão Escolar na Rede Municipal
A Supervisão Escolar na Rede Municipal
 
Ensaio modulo ii.
Ensaio modulo ii.Ensaio modulo ii.
Ensaio modulo ii.
 
Modelo de proposta para trabalho pedagógico
Modelo de proposta para trabalho pedagógicoModelo de proposta para trabalho pedagógico
Modelo de proposta para trabalho pedagógico
 
Políticas pedagógicas curriculares contexto, diretrizes e açõesparte 2
Políticas pedagógicas curriculares  contexto, diretrizes e açõesparte 2Políticas pedagógicas curriculares  contexto, diretrizes e açõesparte 2
Políticas pedagógicas curriculares contexto, diretrizes e açõesparte 2
 
Aula 2 gestão educacional
Aula 2 gestão educacionalAula 2 gestão educacional
Aula 2 gestão educacional
 
A importância do projeto político pedagógico no desenvolvimento das ações da ...
A importância do projeto político pedagógico no desenvolvimento das ações da ...A importância do projeto político pedagógico no desenvolvimento das ações da ...
A importância do projeto político pedagógico no desenvolvimento das ações da ...
 
A importância do projeto político pedagógico no desenvolvimento das ações da ...
A importância do projeto político pedagógico no desenvolvimento das ações da ...A importância do projeto político pedagógico no desenvolvimento das ações da ...
A importância do projeto político pedagógico no desenvolvimento das ações da ...
 
Gestão Escolar: enfrentando os desafios cotidianos
Gestão Escolar: enfrentando os desafios cotidianosGestão Escolar: enfrentando os desafios cotidianos
Gestão Escolar: enfrentando os desafios cotidianos
 
Gorete exercicio
Gorete exercicioGorete exercicio
Gorete exercicio
 
1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp
 
Plano Anual de Ação da Direção Escolar
Plano Anual de Ação da Direção Escolar Plano Anual de Ação da Direção Escolar
Plano Anual de Ação da Direção Escolar
 
A escola na perspectiva da educ inclusiva
A escola na perspectiva da educ inclusivaA escola na perspectiva da educ inclusiva
A escola na perspectiva da educ inclusiva
 

Mais de André Alencar

Modelo expandido resumo
Modelo expandido    resumoModelo expandido    resumo
Modelo expandido resumoAndré Alencar
 
Trabalho charge simposio geografia - uespi 2014 - dez
Trabalho charge   simposio geografia - uespi 2014 - dezTrabalho charge   simposio geografia - uespi 2014 - dez
Trabalho charge simposio geografia - uespi 2014 - dezAndré Alencar
 
Atividade modulo ii respostas
Atividade modulo ii   respostasAtividade modulo ii   respostas
Atividade modulo ii respostasAndré Alencar
 
A cidade como centro da região
A cidade como centro da regiãoA cidade como centro da região
A cidade como centro da regiãoAndré Alencar
 

Mais de André Alencar (6)

Modelo expandido resumo
Modelo expandido    resumoModelo expandido    resumo
Modelo expandido resumo
 
Trabalho charge simposio geografia - uespi 2014 - dez
Trabalho charge   simposio geografia - uespi 2014 - dezTrabalho charge   simposio geografia - uespi 2014 - dez
Trabalho charge simposio geografia - uespi 2014 - dez
 
Sociologia ambiental
Sociologia ambientalSociologia ambiental
Sociologia ambiental
 
Atividade modulo iv
Atividade modulo ivAtividade modulo iv
Atividade modulo iv
 
Atividade modulo ii respostas
Atividade modulo ii   respostasAtividade modulo ii   respostas
Atividade modulo ii respostas
 
A cidade como centro da região
A cidade como centro da regiãoA cidade como centro da região
A cidade como centro da região
 

Último

Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfSlides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfpaulafernandes540558
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfHenrique Pontes
 
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxconcelhovdragons
 
ADJETIVO para 8 ano. Ensino funda.mental
ADJETIVO para 8 ano. Ensino funda.mentalADJETIVO para 8 ano. Ensino funda.mental
ADJETIVO para 8 ano. Ensino funda.mentalSilvana Silva
 
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parteDança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira partecoletivoddois
 
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresSociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresaulasgege
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxacaciocarmo1
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfIedaGoethe
 
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASQUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASEdinardo Aguiar
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbyasminlarissa371
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxDeyvidBriel
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptAlineSilvaPotuk
 
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAs Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAlexandreFrana33
 
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasMesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasRicardo Diniz campos
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024GleyceMoreiraXWeslle
 

Último (20)

Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfSlides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
 
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
 
treinamento brigada incendio 2024 no.ppt
treinamento brigada incendio 2024 no.ppttreinamento brigada incendio 2024 no.ppt
treinamento brigada incendio 2024 no.ppt
 
ADJETIVO para 8 ano. Ensino funda.mental
ADJETIVO para 8 ano. Ensino funda.mentalADJETIVO para 8 ano. Ensino funda.mental
ADJETIVO para 8 ano. Ensino funda.mental
 
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parteDança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
 
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresSociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
 
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASQUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
 
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAs Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
 
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasMesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
 

Atividade modulo ii respostas

  • 1. ATIVIDADE MODULO II CURSO: Formação de Gestores para atuação na educação de Jovens e Adultos Professor Participante: Andrezannatta de Alencar Campos 01. O Projeto Político Pedagógico (PPP) é o documento imprescindível para que uma instituição de ensino esteja autorizada a funcionar e compartilhar a elaboração é essencial para uma gestão democrática. Para que serve o PPP? O projeto político pedagógico (PPP) da escola é criado para ser uma proposta de mudança que irá nortear todo o ano letivo, uma ferramenta basilar para se traçar rumos para a escola de uma forma participativa, democrática e emancipatória. Determina de modo preciso as ideias, condutas e recomendações de atuação para melhor estruturar, metodizar e ressignificar as ações desenvolvidas no âmbito escolar. Sua grandeza político pedagógica conjectura uma concepção igualitária, dialógica e ética que abrace vivamente toda a comunidade escolar. Ao fortalecê-lo, o grupo revela suas vivências, rotinas, hábitos, retratam suas experiências, recuperam, ratificam e atualizam valores, solidificam seus conhecimentos, valorizam seus planos particulares e grupais, renovam suas especificidades, criam relações de contato mais fortalecidas e generosas na busca de novos horizontes, esperanças e reais vantagens. Esta proposta objetiva à ascensão, ao progresso necessário e pretendido pelo coletivo escolar e comunitário. O PPP não é um conjunto de planos e projetos de professores, muito menos um documento que trata das diretrizes pedagógicas da instituição educativa, mas sim um produto característico que reflete a realidade da escola, colocado em um contexto mais aberto que a influência e que pode ser por ela influenciado. (Veiga 1998, p.21). O PPP é uma ferramenta que propositadamente deve auxiliar e socorrer a coletividade escolar diante das adversidades diárias de uma forma estruturada, inteligente, perspicaz, precisa e mútua. É a via mais apropriada para reorganizar a escola, dando identidade e significado às seus quereres e metas. Todo grupo deve focar em um objetivo predeterminado com compromisso e empenho dentro do contexto educacional, expondo com clareza as falhas para sana-las, as forças para potencializa-las e as barreiras para ultrapassa-las num processo de construção constante através de diálogos, atitudes colaborativas e altruístas desenvolvidas na escola. Para ser autêntico, o PPP precisa ter a cooperação de toda a comunidade educacional, despretensioso e igualitário. Nesse sentido, fica claro que a gestão democrática, constituída pela direção escolar, esteja à frente desse processo, liderando todo o conjunto e incentivando a participação compartilhada e orientada do grupo. A educação começou a tomar um sentido mais interativo, permitindo a participação de outras pessoas além das diretamente ligadas a escola, necessária para a efetivação das mudanças na organização escolar importantes para o seu desenvolvimento, ou pelo menos
  • 2. deveria ser. De mais a mais, precisaria também contemplar um espaço coeso em concordância com a proposta da formação humana e não focado em administrações burocráticas e relações de poder ditadoras e centralizadas. Essa concepção se expandiu a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nº 9.394, de 1996, em seu artigo 13, Inciso I, ao salientar que uma das atribuições das instituições escolares é “elaborar e executar sua proposta pedagógica” (BRASIL, 1996). As definições apresentadas no próprio nome do documento clarificam as necessidades e objetivos do Projeto Político Pedagógico na busca da primazia do ensino: 1. Projeto - é uma compilação de recomendações que têm como meta a efetivação de uma ação. Assim, este movimento tenciona a promoção de uma transformação desejada e necessária para o futuro baseada nos dilemas presentes; 2 – Político: essa expressão se refere à finalidade social das escolas. Isso significa que essa instituição de ensino deve ser vista como palco de diálogos, espaço de luta e liberdade na formação cultural, humana e cidadã dos estudantes e de toda sociedade civil. 3 – Pedagógico: esse termo e definido como sendo um agrupamento de metodologias empregado na educação para que cada indivíduo se desenvolva em todos os espaços da vida em sociedade. O Projeto Político-Pedagógico, ao se constituir em processo democrático de decisões, preocupa-se em instaurar uma forma de organização do trabalho pedagógico que supere os conflitos, buscando eliminar as relações competitivas, corporativas e autoritárias, rompendo com a rotina do mando impessoal e racionalizado da burocracia que permeia as relações no interior da escola. (VEIGA, 2007, p.13) Dessa forma, a escola torna-se um ambiente propício à construção diária do conhecimento e desenvolvimento cognitivo e fraterno dos sujeitos aprendentes, enfatizando suas vivências e comportamentos que potencializem sua criticidade, criatividade e singularidades, sempre na perspectiva de se construir um caminho de melhorias para o ensino baseada numa reflexão analítica, na comunicação entre iguais e na promoção de uma atividade autônoma, democrática e plural. . 02. Uma das atividades do Gestor Escolar é articular, acompanhar e intervir na elaboração, execução e avaliação da Proposta Pedagógica, no que concerne a forma como o Gestor avalia a Proposta Pedagógica. Como ele pode promover a efetiva participação dos docentes? A Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1996, no artigo 13 e 14, inciso I, retrata a atuação do professor na construção da proposta pedagógica nas agremiações de ensino, isso quer dizer, uma integral liberdade e ligação deste docente na elaboração do PPP. É imprescindível que o mesmo domine os conteúdos curriculares, tenha consciência das características de desenvolvimento dos alunos, estabeleça um clima favorável para a
  • 3. aprendizagem, demonstre e promova atitudes e comportamentos positivos, utiliza métodos e procedimentos que promovam o desenvolvimento do pensamento autônomo, trabalhe em equipe, possua informação atualizada sobre as responsabilidades de sua profissão e tempo para investir na instituição de forma proativa e dialógica na transformação do contexto no qual os sujeitos desse processo estão inseridos. O trabalho docente é organizado pelo currículo, visto que ele estabelece o desempenho da das práticas educativas na instituição de ensino e determina as maneiras e as conjunturas do trabalho. Nessa perspectiva, Libâneo, Oliveira e Toschi (2009, p. 306) declaram que os itinerários e as finalidades que instituem os estabelecimentos de ensino “concretizam-se no currículo da escola, o qual, por sua vez, é efetivado por meio das atividades de ensino, para atingir resultados em termos de qualidade cognitiva, operativa e social das aprendizagens”. A produção do PPP deve ser tracejada em procedimentos sistematizados conferindo voz e vez a todos os protagonistas da coletividade escolar: gestão, pais, colaboradores (principalmente o professor) e alunos. Esse estímulo é incumbência, por excelência, do diretor. Não se constrói um projeto sem uma direção política, um norte, um rumo. Todo projeto pedagógico da escola é também político, sempre um processo incompleto, uma etapa em direção a um “alvo” que permanece como horizonte da escola (GADOTTI, 1998, p. 16). Intermediar, interpor-se, permear, interferir, estar entre... Esse é o papel do professor na escola. Ao interceder nas várias situações de ensino, o docente torna-se o elo entre o discente e a aprendizagem, colaborando para o encadeamento e ordenação das informações para que se converta em conhecimento, provocando o surgimento de novas aprendizagens sem desconsiderar as experiências dos estudantes. A participação do professor é extremamente necessária na elaboração de novos saberes e quereres, adaptando-se a diversidade linguística, cultura e social na promoção de novas oportunidades à frente do contexto educacional tradicional. Além disso, a descentralização do saber gera uma maior fluidez deste, onde professor e alunos aprendem juntos, democratizando o espaço escolar com afetividade e positividade contribuindo para a realização da construção crítica e autônoma do conhecimento. Cinco princípios contribuem na prática docente pluridisciplinar: a simplicidade, a lógica, a esperança, a gentileza e abnegação. Definidos e nomeados, como “a afetividade e a ousadia que impelem às trocas intersubjetivas, às parcerias” (FAZENDA, 2002, p. 12). Vínculo e cooperação são qualidades intrínsecas no saber fazer do professor, nessa perspectiva a aprendizagem se faz no diálogo, dentro e fora do contexto escolar, numa conexão coparticipativa com o mundo, num emaranhado de sabres e vivências que se consolidam e se relacionam sob o ponto de vista humano e global.
  • 4. 03. A biblioteca servirá de suporte para a escola, comunidade e alunos, qual a principal contribuição da integração desta com o Projeto Político Pedagógico? Dentro da escola, todo o trabalho acontece na intenção de facilitar o progresso intelectual do aluno revelando as circunstâncias em que se processam o conhecimento. Dessa forma, a biblioteca escolar favorece a aprendizagem e a circularidade de saberes. Ela está cada vez mais presente em todas as modalidades de ensino, estruturando e gerindo fontes de informação didático-pedagógicas, de atualização e de investigação da coletividade que a frequentam. Além do mais, a incorporação às inovações técnico-científico-informacionais trouxe para escola um nova olhar, uma renovada percepção da biblioteca como ambiente que promove e desenvolve o acesso ao conhecimento, o fortalecimento da cultura da leitura e escrita, orientando sobre a utilização de bens públicos e colaborando para o amadurecimento socioafetivo, como o sentimento de amizade e solidariedade. Klebis (2010, p.19) indagando a respeito do que seriam as bibliotecas, chega à conclusão que: Prédios que buscam reunir o universal...espaços de acúmulo e difusão cultural... templos do saber que têm no livro um objeto de culto e na leitura uma atividade sagrada... locais de murmúrio de leitores inquietos... campos em que se cultivam o silêncio e a ordem... o lugar aprazível da leitura solitária e compenetrada... local de pesquisa, estudo e convívio para sábios, cultos, eruditos, intelectuais e acadêmicos... ambientes organizados e assépticos de preservação de livros e textos... instituições políticas de transformação social... lugares vigiados, controlados, censurados... espaços em extinção diante das novas tecnologias digitais... asilo aos leitores encobertos de poeira e semidestruídos pelas traças... espaços mágicos e misteriosos para crianças... espaços de construção das relações entre leitores e livros... Talvez as bibliotecas tenham, a um só tempo, todos esses aspectos e a possibilidade de muitos outros. A regulamentação em Lei Federal n. 12.244 dispõe sobre a necessidade da existência de bibliotecas nas escolas do país, declarando que as instituições de ensino públicas e privadas de todos os sistemas de ensino do país deverão contar com as bibliotecas (BRASIL, 2010). A biblioteca é um espaço pedagógico de diálogos, igualitário e democrático com um arsenal bibliográfico disponível para toda comunidade escolar. Esse ambiente plural e de inclusão promove inúmeras alternativas de aprendizagem e ao mesmo tempo possibilita o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social dos alunos. Nessa perspectiva, esse espaço requer uma série de mudanças expressivas na maneira de conhecer a biblioteca, na sua composição, na sua missão e nas suas conexões com a comunidade escolar como um todo. Nessa linha de raciocínio, a biblioteca escolar como espaço de apreensão do conhecimento, deve está condizente com a realidade da instituição e do seu público e com o cotidiano de sala de aula, intrincada a Proposta Pedagógica da Escola - PPP. Para Arena (2011) a biblioteca é extenso espaço de interelações e contato importante pera a escola: um local de
  • 5. cultura, onde se produz leitura, elaboram-se textos, realizam-se pesquisas diversas por meio de diferentes recursos. Em outras palavras, um ambiente onde se ensina e se aprende. 04. O professor deve ter o compromisso de contribuir com a transformação da sociedade e se manter atualizado principalmente, em relação à evolução das práticas pedagógicas e às novas tendências educacionais, para isso se faz necessário a formação continuada. Diante desse fato qual o retorno que o professor poderá trazer com o aperfeiçoamento das práticas pedagógicas? “A missão da educação para a era planetária é fortalecer as condições de possibilidade da emergência de uma sociedade-mundo composta por cidadãos protagonistas, consciente e criticamente comprometidos com a construção de uma civilização planetária” (MORIN, CIURANA, MOTTA, 2003, p. 98). O professor comprometido com essa missão necessita encontrar um caminho que o aproxime, entusiasme e forneça o que for preciso para o desenvolvimento desta tarefa. Ampliando o olhar sobre o itinerário que ele deve seguir, com o apoio da gestão e de todos que fazem a escola na construção de um Projeto Pedagógico democrático e autônomo o docente certamente ampliará suas práticas pedagógicas num saber fazer bondoso, solidário e prático que dê significado a sua metodologia em sala de aula. Ter hegemonia em sala de aula é ter domínio, essa hierarquia não necessariamente significa dizer ser abusivo, ditador ou tirânico. É tão somente, como a própria palavra já o diz, é ter influência, liderança. Isso significa afirmar que para que o professor execute seu trabalho aliado a PPP é imprescindível que ele se torne autor de suas próprias ações e faça do aluno também protagonista das suas. Para formar um homem acomodado, um homem derrotado, é preciso um professor autoritário. A isso equivale dizer que quando o professor se vê não só diferente, mas superior ao aluno, tende a apostar na incompetência desse aluno e sob a alegação da proteção, legar-lhe-á tudo pronto, delegando-lhe apenas a tarefa de guardar direitinho, sendo que ao constatar que nem isso o aluno consegue, culpabiliza-o, fortalecendo sua própria pressuposição de que a incompetência é exclusiva do aluno, em função de atributos pessoais dele. Isso favorece condições para que o aluno acredite na mentira da sua natural e inteira dependência, além de assumir em sua identidade a característica de incapacidade (MORIN, CIURANA, MOTTA, 2003, p. 25). 05. O gestor/a escolar dentro da dimensão pedagógica tem como orientação principal coordenar a elaboração coletiva da ação educacional e pedagógica da escola, diante disso quais às temáticas indispensáveis para a agenda de reunião da Equipe Gestora da Escola?  Organização e coordenação das atividades de planejamento, avaliação e elaboração do PPP, acompanhando e monitorando a execução dessas ações;
  • 6.  Assistência pedagógico-didáticas aos professores, no auxilio à organização das situações de aprendizagem adequadas às necessidades dos alunos;  Efetivação das atividades de rotina como: reuniões pedagógicas, conselhos de classe, escolha do livro didático, diagnóstico de aprendizagem, avaliação, seleção e provimento do material didático necessário às aulas;  Acompanhamentos da aprendizagem dos estudantes, definindo quais as expectativas de aprendizagem devem ser atingidos por todas as turmas;  Divulgação os objetivos da escola e suas metas, acompanhar o desempenho dos estudantes e divulgar os resultados para toda comunidade escolar;  Definição do tempo escolar e constituição das turmas;  Elaboração do calendário escolar e possíveis mudanças ao longo do ano letivo e de acordo com a necessidade da escola;  Integração dos estudantes por meio de atividades científicas, lúdicas, esportivas e associativas;  Fortalecimento das relações escola-comunidade;  Formação continuada dos docentes e dos técnico-administrativos. 06. Qual a responsabilidade do gestor na cultura escolar proativa e empreendedora, diante dessa postura como poderá contribuir para uma gestão democrática? Gestão eficaz é aquela que envolve toda a comunidade escolar mediando a participação do grupo em processos de decisão e reflexões sobre o papel da escola e a responsabilidade educacional de cada membro de modo a agregar valor afetivo as ações orientadas para a promoção da aprendizagem e formação dos alunos. O diretor é responsável, e todos que fazem parte da equipe de gestão, pela organização e um direcionamento pedagógico e administrativo da escola, resultando dessa maneira na formação da cultura e do ambiente escolar sendo agente mobilizador e estimulante na construção de saberes dentro da instituição de ensino. Acima de tudo deve proteger o ambiente escolar promovendo ações solidárias, eficientes e dinâmicas capazes de fazer da escola um espaço proativo, arrojado e autônomo diante dos problemas cotidianos e sua resolutividade. A gestão que se baseia em preceitos proativos e empreendedores precisam superar padrões históricos ultrapassados e culturalmente determinados, sendo necessário estimular a funcionalidade, a imaginação e o empenho, maiormente, na aplicação de métodos que desenvolva o pensamento crítico e inovador da equipe. No dia a dia escolar, a equipe gestora, busca sempre resultados positivos diante das várias exigências, mas apresenta por vezes uma situação financeira delicada para suprir todas as demandas que surgem na escola. Dessa forma, atitudes empreendedoras trazem significativas
  • 7. contribuições, já que a equipe perpassa em muito os limites regimentais da sua função para viabilizar os resultados que se quer alcançar. Essa dedicação contribui para a formação de um elo de modo direto ou indireto relativos à proatividade, à renovação, à busca por oportunidades e à inventividade; sobretudo, sempre respeitando o ordenamento jurídico (SANÁBIO; MAGALDI; MACHADO, 2017). REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 20 dez. 1996. BRASIL. LEI Nº 12.244, DE 24 DE MAIO DE 2010. Dispõe sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do País. Brasília, 2010. Disponível em: Acesso em: 28 set. de 2019. FAZENDA, Ivani Catarina A. Dicionário em construção: interdisciplinaridade. São Paulo: Cortez, 2002. GADOTTI, Moacir. Salto para o Futuro: Construindo a escola cidadã, projeto político-pedagógico/ Secretaria de Educação a Distância. Brasília: Ministério da Educação e do Desporto, SEED, 1998. 96 p. - (Série de Estudos. Educação a Distância, ISSN 1516-2079; v.5) KLÉBIS, Augusta Boa Sorte Oliveira. Concepção de Gestão Escolar: A perspectiva dos Documentos Oficiais e dos Programas de Formação Continuada de Diretores de Escola no Estado de São Paulo - 1990/2009. Disponível em https://www.marilia.unesp.br/Home/Pos- Graduacao/Educacao/Dissertacoes/klebis_abso_do_mar.pdf [Consultado em 26/09/2019]. LIBÂNEO, José C., OLIVEIRA, João F. de, TOSCHI, Mirza S. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2009. MORIN, Edgar, CIURANA, Emílio-Roger, MOTTA, Raúl Domingo. Educação na era planetária: o pensamento complexo como Método de aprendizagem no erra e na incerteza humana. São Paulo – SP: Cortez Editora, 2003.
  • 8. SANÁBIO, M. T.; MAGALDI, C. A.; MACHADO, C. S. Gestor escolar empreendedor: uma breve reflexão teórica sobre empreendedorismo e capital social. Revista Pesquisa e Debate em Educação, v. 6, n. 1, 2017. VEIGA, Ilma P.A. "Escola, currículo e ensino". Ira: I.P.A. Veiga e M. Helena Cardoso (org.) Escola fundamental: Currículo e ensino. Campinas, Papirus, 1991. ______, Ilma Passos (0rg.). Projeto Político-Pedagógico da escola: uma construção possível. 23. ed. Campinas, São Paulo: Papirus, 2007.