Importância do estágio

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UMA ABORDAGEM SOBRE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

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Importância do estágio

  1. 1. A IMPORTÂNCIA DO ESTÁGIOA IMPORTÂNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM CIÊNCIASSUPERVISIONADO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICASBIOLÓGICAS Prof. Gilvan Monteiro São Raimundo do Doca Bezerra-MA
  2. 2. 1-OBJETIVO1-OBJETIVO  Analisar e comparar a visão de um grupo de graduandos do curso em questão sobre a importância do estágio supervisionado na formação do licenciado, partindo do princípio que o saber dos professores não provém de uma única fonte, mas de várias fontes da história de vida e da carreira profissional.
  3. 3. II – PRINCIPAIS INDAGAÇÕESII – PRINCIPAIS INDAGAÇÕES  Como os licenciados mobilizam esses saberes? Ocorrem conflitos, tensões, contradições entre esses saberes? Será que valorizam alguns setores e desvalorizam outros?
  4. 4. III- PRÁTICAS EDUCATIVASIII- PRÁTICAS EDUCATIVAS A observação sistemática das práticas educativas dos educadores sob o ângulo do seu saber fazer, de sua ação em contexto, dos saberes de suas experiências profissionais, leva-nos a interrogar acerca de sua formação. Como os docentes “constroem a sua profissão”?
  5. 5. IV – POR QUE O ES SE FAZIV – POR QUE O ES SE FAZ IMPORTANTE?IMPORTANTE?  Porque revelam suas dificuldades e seu potencial (TARDIF, 2002), gerando transformações na vida desses profissionais, tornando-se um momento na formação que o graduando pode vivenciar experiências , conhecendo melhor sua área de atuação, criando um consenso que o estágio é o eixo central na formação de professores pois é através dele que o profissional conhece os aspectos indispensáveis para a formação da construção da identidade e dos saberes do dia-a-dia (PIMENTA E LIMA, 2004, p.153). De acordo com FRANCISCO e PEREIRA (2004) o estágio surge como um processo fundamental na formação do licenciado, pois é a forma de fazer a transição de aluno para professor “alunos de tantos anos descobre-se no lugar do professor”. Este é um momento da formação em que o graduando pode vivenciar experiências, conhecendo melhor a sua área de atuação.
  6. 6.  Para GUERRA (1995, p. 225) “o estágio supervisionado consiste em teoria e prática tendo em vista uma busca constante da realidade para uma elaboração do programa de trabalho na formação do educador”. Nesse sentido o estágio possibilita ao graduando desenvolver a postura de pesquisador, despertar a observação, ter uma boa reflexão crítica, facilidade de organizar as ações para poder reorientar a prática quando necessário.
  7. 7. V- VOCÊ TEM CERTEZA QUEV- VOCÊ TEM CERTEZA QUE QUER SER PROFESSOR?QUER SER PROFESSOR? Questionamentos necessários:  quais são os saberes que servem de base para o ofício do professor? Quais conhecimentos, saber-fazer, habilidades, competências, são mobilizados diariamente na escola? Qual a natureza desse saber? Trata-se de conhecimento científico? Técnico? Cognitivo? Racionais?
  8. 8. + REFLEXÕES+ REFLEXÕES De acordo com TARDIFF (2002, p. 11) “ o saber não é uma coisa que flutua no espaço: o saber dos professores é um saber deles e está relacionado a pessoa e a identidade dela, como a experiência de vida, com a sua história profissional, com a sua relação com alunos em sala de aula, e com outros atores escolares na escola.”
  9. 9. VI – CONVIVÊNCIAS NOVI – CONVIVÊNCIAS NO TRABALHO DOCENTETRABALHO DOCENTE  “O estágio supervisionado é o primeiro momento para muitos de um real contato com a sala de aula, como professor. É o momento em que podemos testar nossos conhecimentos, nossa prática enquanto futuros professores e entender como a sala de aula funciona. Desse modo, a maneira como é dirigido o estágio nos faz refletir e repensar as práticas.”  “A importância do estágio supervisionado está no fato de que é o momento onde é possível saber se seguiremos na carreira de professor, pois no decorrer do curso, não temos práticas reais que nos mostre como é a realidade em uma sala de aula.” (depoimentos de Janaina, + uma professora).
  10. 10. VII – ALGUMAS RESPOSTASVII – ALGUMAS RESPOSTAS  O professor deve te uma instrução adequada (didática);  Deve ter conhecimento das normas da escola e procurar segui-las;  Conhecer a realidade (local) em que a escola está inserida;  Conhecimento do conteúdo que irá abordar;  Habilidades no trato com os alunos (crianças, adolescentes ou adultos).  Formar, nos anos iniciais, uma prática profissional (rotina de trabalho).
  11. 11. VIII – FUNÇÃO SOCIAL DOVIII – FUNÇÃO SOCIAL DO TRABALHO DOCENTETRABALHO DOCENTE  Construir “saberes-sociais” que, segundo TARDIFF (2002) é “o conjunto dos processos de formação e de aprendizagem elaborados socialmente e destinado a instruir os membros da sociedade com base nesses saberes”.  Tornar os alunos atores de sua aprendizagem, pois ninguém pode aprender no lugar deles, só quando isso acontece é que os saberes do professor ganham sentido.
  12. 12. A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar. Eduardo Galeano
  13. 13. REFERÊNCIASREFERÊNCIAS  FRANCISCO, C. M. e PEREIRA, A.S. Supervisão e Sucesso do desempenho do aluno no estágio, 2004. Disponível em internet. http://www.efdeportes.com/efd69/aluno.htm.     GUERRA, Miriam Darlete Seade. Reflexões sobre um processo vivido em estágio supervisionado: Dos limites às possibilidades, 1995. Disponível em internet. http://www.anped.org.br.     Ministério da Educação – http://portalmec.gov.br     PIMENTA, Selma Garrido e LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2004.     SILVA, Sheila Aparecida Pereira dos Santos. Estágios Curriculares na Formação de Professores de Educação Física: o Ideal, o Real e o Possível. Revista Digital. Buenos Aires, v.10, n.82 p. 3-5, Março, 2005. Disponível em internet. http://www.efdeportes.com.  OLIVEIRA, Marcelo Gomes. Saberes docentes e formação de professores. Rio Grande do Sul. FURG.     TARDIF, Maurice. Saberes docentes & formação profissional. 2ed. São Paulo. Vozes, 2002.   

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