SCRUMETES
Uma Comunidade de Prática
Ester Lima de Campos, Paula Nascimento e Ana Luiz Dallora
.: O papel do Scrum Master é cuidar do processo
Scrum Master cuida ....
.: Mas quem cuida do Scrum Master?
.: Mas quem cuida do Scrum Master?
A gente sentiu a necessidade de
ter um ponto de apoio para
compartilhar ideias e aprender
com as experiências de outros
Scrum Masters da empresa.
.: Quem é e como surgiu o grupo Scrumetes?
Nome: Ester
Experiência:
Situação: Scrum Master de diversos projetos,
além de exercer outras atividades na empresa
.: Quem é e como surgiu o grupo Scrumetes?
Nome: Ester
Experiência:
Situação: Scrum Master de um projeto, além de
exercer outras atividades na empresa
Nome: Paula
Experiência:
Situação: Scrum Master de um projeto
.: Quem é e como surgiu o grupo Scrumetes?
Nome: Ester
Experiência:
Situação: Scrum Master de alguns projetos,
além de exercer outras atividades na empresa
Nome: Paula
Experiência:
Situação: Scrum Master de um projeto, além de
exercer outras atividades na empresa
Nome: Ana
Experiência:
Situação: Scrum Master de um projeto
.: Quem é e como surgiu o grupo Scrumetes?
Nome: Ester
Experiência:
Situação: Scrum Master de alguns projetos,
além de exercer outras atividades na empresa
Nome: Paula
Experiência:
Situação: Scrum Master de um projeto, além de
exercer outras atividades na empresa
Nome: Ana
Experiência:
Situação: Scrum Master de um projeto
.: Quem é e como surgiu o grupo Scrumetes?
Nome: Ester
Experiência:
Situação: Scrum Master de alguns projetos,
além de exercer outras atividades na empresa
Nome: Paula
Experiência:
Situação: Scrum Master de um projeto, além de
exercer outras atividades na empresa
Nome: Ana
Experiência:
Situação: Scrum Master de um projeto
A gente precisava de uma
comunidade de prática
.: Por que uma comunidade de prática?
• Deve existir foco em um determinado assunto e, portanto, os participantes devem estar envolvidos e
ter algum conhecimento com o tópico em questão;
• O objetivo é realizar atividades em conjunto, discutir questões, ajudar um ao outro e compartilhar
conhecimento;
• Esses grupos compartilham a prática sobre o assunto, criando um conjunto de recursos composto por
experiências, histórias, ferramentas e formas de lidar com problemas já conhecidos.
• A ideia é compartilhar conhecimento, problemas e soluções para aprender e crescer juntos.
“Comunidades de prática são grupos de pessoas que compartilham um interesse ou uma paixão por algo que
fazem e aprendem a fazer melhor a medida que interagem regularmente.”
Etienne Wenger-Trayner
.: Como as Scrumetes trabalham?
Reuniões quinzenais onde:
• Partilhamos e discutimos os desafios que temos em nossas equipes;
• Testamos técnicas novas antes de repassarmos para nossas equipes;
• Realizamos leituras e discutimos assuntos para aumentar o conhecimento do grupo sobre agilidade;
• Fazemos coaching de quem está iniciando o trabalho como Scrum Master;
• Conhecemos melhor a dinâmica de trabalho das outras equipes da empresa;
• Discutimos questões que envolvem mais de uma equipe;
• Falamos também sobre roupas, sapatos, viagens etc...
.: O que já alcançamos?
• Desenvolver trabalhos de motivação com todas as equipes da empresa;
• Desenvolver, na prática, competências individuais;
• Solucionar problemas de cada equipe;
• Elevar o conhecimento sobre técnicas e conceitos ágeis;
• Formar novos Scrum Masters.
.: Como criar uma comunidade de prática na sua empresa?
• Crie o estímulo para que as pessoas façam reuniões curtas sobre assuntos e/ou problemas
específicos de interesse delas;
• É importante que estas reuniões sejam frequentes, para que os pontos discutidos evoluam;
• O clima da reunião deve ser informal, de descoberta e de colaboração para que as pessoas se
sintam à vontade para colocar suas opiniões e realmente sintam que aquele grupo é um ponto de apoio;
• O ideal é deixar que os temas surjam. Com o tempo as pessoas começarão a trazer novas ideias, novos
problemas, novos conceitos que eles querem discutir;
• A participação não deve ser mandatória e sim voluntária. As pessoas precisam perceber que o grupo
trará benefícios para que elas realmente se envolvam com a ideia.
Obrigada!
myscrumhalf.com
teamscrumhalf.com
@scrumhalf_gpe
Ester Lima de Campos
@estercasado
esterlima@gpetec.com.br
Paula Nascimento Aguas
@paulacnascime
Ana Luiza Dallora
ana.dallora@gmail.com

Scrumetes: Uma Comunidade de Prática

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    SCRUMETES Uma Comunidade dePrática Ester Lima de Campos, Paula Nascimento e Ana Luiz Dallora
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    .: O papeldo Scrum Master é cuidar do processo Scrum Master cuida ....
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    .: Mas quemcuida do Scrum Master?
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    .: Mas quemcuida do Scrum Master? A gente sentiu a necessidade de ter um ponto de apoio para compartilhar ideias e aprender com as experiências de outros Scrum Masters da empresa.
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    .: Quem ée como surgiu o grupo Scrumetes? Nome: Ester Experiência: Situação: Scrum Master de diversos projetos, além de exercer outras atividades na empresa
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    .: Quem ée como surgiu o grupo Scrumetes? Nome: Ester Experiência: Situação: Scrum Master de um projeto, além de exercer outras atividades na empresa Nome: Paula Experiência: Situação: Scrum Master de um projeto
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    .: Quem ée como surgiu o grupo Scrumetes? Nome: Ester Experiência: Situação: Scrum Master de alguns projetos, além de exercer outras atividades na empresa Nome: Paula Experiência: Situação: Scrum Master de um projeto, além de exercer outras atividades na empresa Nome: Ana Experiência: Situação: Scrum Master de um projeto
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    .: Quem ée como surgiu o grupo Scrumetes? Nome: Ester Experiência: Situação: Scrum Master de alguns projetos, além de exercer outras atividades na empresa Nome: Paula Experiência: Situação: Scrum Master de um projeto, além de exercer outras atividades na empresa Nome: Ana Experiência: Situação: Scrum Master de um projeto
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    .: Quem ée como surgiu o grupo Scrumetes? Nome: Ester Experiência: Situação: Scrum Master de alguns projetos, além de exercer outras atividades na empresa Nome: Paula Experiência: Situação: Scrum Master de um projeto, além de exercer outras atividades na empresa Nome: Ana Experiência: Situação: Scrum Master de um projeto A gente precisava de uma comunidade de prática
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    .: Por queuma comunidade de prática? • Deve existir foco em um determinado assunto e, portanto, os participantes devem estar envolvidos e ter algum conhecimento com o tópico em questão; • O objetivo é realizar atividades em conjunto, discutir questões, ajudar um ao outro e compartilhar conhecimento; • Esses grupos compartilham a prática sobre o assunto, criando um conjunto de recursos composto por experiências, histórias, ferramentas e formas de lidar com problemas já conhecidos. • A ideia é compartilhar conhecimento, problemas e soluções para aprender e crescer juntos. “Comunidades de prática são grupos de pessoas que compartilham um interesse ou uma paixão por algo que fazem e aprendem a fazer melhor a medida que interagem regularmente.” Etienne Wenger-Trayner
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    .: Como asScrumetes trabalham? Reuniões quinzenais onde: • Partilhamos e discutimos os desafios que temos em nossas equipes; • Testamos técnicas novas antes de repassarmos para nossas equipes; • Realizamos leituras e discutimos assuntos para aumentar o conhecimento do grupo sobre agilidade; • Fazemos coaching de quem está iniciando o trabalho como Scrum Master; • Conhecemos melhor a dinâmica de trabalho das outras equipes da empresa; • Discutimos questões que envolvem mais de uma equipe; • Falamos também sobre roupas, sapatos, viagens etc...
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    .: O quejá alcançamos? • Desenvolver trabalhos de motivação com todas as equipes da empresa; • Desenvolver, na prática, competências individuais; • Solucionar problemas de cada equipe; • Elevar o conhecimento sobre técnicas e conceitos ágeis; • Formar novos Scrum Masters.
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    .: Como criaruma comunidade de prática na sua empresa? • Crie o estímulo para que as pessoas façam reuniões curtas sobre assuntos e/ou problemas específicos de interesse delas; • É importante que estas reuniões sejam frequentes, para que os pontos discutidos evoluam; • O clima da reunião deve ser informal, de descoberta e de colaboração para que as pessoas se sintam à vontade para colocar suas opiniões e realmente sintam que aquele grupo é um ponto de apoio; • O ideal é deixar que os temas surjam. Com o tempo as pessoas começarão a trazer novas ideias, novos problemas, novos conceitos que eles querem discutir; • A participação não deve ser mandatória e sim voluntária. As pessoas precisam perceber que o grupo trará benefícios para que elas realmente se envolvam com a ideia.
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    Obrigada! myscrumhalf.com teamscrumhalf.com @scrumhalf_gpe Ester Lima deCampos @estercasado esterlima@gpetec.com.br Paula Nascimento Aguas @paulacnascime Ana Luiza Dallora ana.dallora@gmail.com