1
 Em consequência do avanço tecnológico em que
vivemos, é cada vez menor a diferença entre
produtos concorrentes, eles tornaram-se mais
baratos, mais acessíveis e, principalmente, mais
parecidos.
 Isto nos leva a ampliar a discussão para outra esfera:
Se os produtos são cada vez mais parecidos, o que
diferencia o argumento de vendedores
concorrentes?
2
 Como um pequeno comerciante consegue se
manter no mercado, se na briga por preço o
grande comerciante leva vantagem?
 A resposta é simples: Em um mundo de
commodities, o diferencial está no
atendimento.
 O atendimento é a etapa do processo de
venda mais difícil de ser replicada.
3
 Concorrentes podem construir lojas igualmente
luxuosas ou simples, podem desenvolver formas
mirabolantes de pagamento, podem querer um
sorriso do vendedor e exigir um “obrigado”
automático, mas não conseguem fabricar empatia.

 A receita de um bom atendimento tem muitos
ingredientes, mas invariavelmente passa pelo velho
hábito de “pensar como cliente”.
4
 Esta atitude deveria estar acima dos objectivos de
resultado da empresa: pensando como cliente, o
vendedor se coloca no lugar do consumidor, entende
as necessidades dele e, consequentemente, cria
empatia.
 Cliente bem atendido desenvolve um vínculo
emocional com a empresa e passa a recomendar a
experiência ao seu círculo de conhecimento.
 Os resultados aparecem naturalmente.
5
 Mas o exercício de “pensar como cliente” traz
consigo algumas necessidades primárias.

 Criar empatia ou saber colocar-se no lugar dos
consumidores exige que se reconheça que cada
cliente (ou grupo de clientes) tem perfis, crenças,
valores e necessidades peculiares e que essas
características se manifestam de formas diferentes
em cada empresa com quem o cliente se relaciona.
6
 Ou seja, a percepção de um bom atendimento pelo
cliente cresce na mesma medida em que a empresa
se dispõe a conhecê-lo melhor para entendê-lo.

 É neste momento que a importância de um bom
“entendimento” do cliente equipara-se à
importância de um bom atendimento; que aqueles
gigabytes de informações de transacções comerciais
que os sistemas de vendas armazenam passam a ser
um activo tão importante quanto o próprio cadastro
do cliente.
7
 Juntas, as informações de cadastro e de transacções
dos clientes, quando bem manipuladas e analisadas,
tornam-se uma arma poderosíssima para optimizar
o relacionamento entre uma empresa e seus
consumidores.
8
 Quando os vendedores finalmente “entendem” seus
clientes e reconhecem suas particularidades,
conseguem perceber quais são os produtos mais
afeitos ao perfil de cada um, qual cliente valoriza
cada oferta.
 Entender seus consumidores, portanto, deve ser a
primeira etapa de uma empresa que pretende se
diferenciar pelo atendimento. E, graças às novas
tecnologias e modelos mais modernos de negócios,
colocar este discurso em prática não é tão difícil
quanto o desenvolvimento do primeiro computador.
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Reclamacoes 2

  • 1.
  • 2.
     Em consequênciado avanço tecnológico em que vivemos, é cada vez menor a diferença entre produtos concorrentes, eles tornaram-se mais baratos, mais acessíveis e, principalmente, mais parecidos.  Isto nos leva a ampliar a discussão para outra esfera: Se os produtos são cada vez mais parecidos, o que diferencia o argumento de vendedores concorrentes? 2
  • 3.
     Como umpequeno comerciante consegue se manter no mercado, se na briga por preço o grande comerciante leva vantagem?  A resposta é simples: Em um mundo de commodities, o diferencial está no atendimento.  O atendimento é a etapa do processo de venda mais difícil de ser replicada. 3
  • 4.
     Concorrentes podemconstruir lojas igualmente luxuosas ou simples, podem desenvolver formas mirabolantes de pagamento, podem querer um sorriso do vendedor e exigir um “obrigado” automático, mas não conseguem fabricar empatia.   A receita de um bom atendimento tem muitos ingredientes, mas invariavelmente passa pelo velho hábito de “pensar como cliente”. 4
  • 5.
     Esta atitudedeveria estar acima dos objectivos de resultado da empresa: pensando como cliente, o vendedor se coloca no lugar do consumidor, entende as necessidades dele e, consequentemente, cria empatia.  Cliente bem atendido desenvolve um vínculo emocional com a empresa e passa a recomendar a experiência ao seu círculo de conhecimento.  Os resultados aparecem naturalmente. 5
  • 6.
     Mas oexercício de “pensar como cliente” traz consigo algumas necessidades primárias.   Criar empatia ou saber colocar-se no lugar dos consumidores exige que se reconheça que cada cliente (ou grupo de clientes) tem perfis, crenças, valores e necessidades peculiares e que essas características se manifestam de formas diferentes em cada empresa com quem o cliente se relaciona. 6
  • 7.
     Ou seja,a percepção de um bom atendimento pelo cliente cresce na mesma medida em que a empresa se dispõe a conhecê-lo melhor para entendê-lo.   É neste momento que a importância de um bom “entendimento” do cliente equipara-se à importância de um bom atendimento; que aqueles gigabytes de informações de transacções comerciais que os sistemas de vendas armazenam passam a ser um activo tão importante quanto o próprio cadastro do cliente. 7
  • 8.
     Juntas, asinformações de cadastro e de transacções dos clientes, quando bem manipuladas e analisadas, tornam-se uma arma poderosíssima para optimizar o relacionamento entre uma empresa e seus consumidores. 8
  • 9.
     Quando osvendedores finalmente “entendem” seus clientes e reconhecem suas particularidades, conseguem perceber quais são os produtos mais afeitos ao perfil de cada um, qual cliente valoriza cada oferta.  Entender seus consumidores, portanto, deve ser a primeira etapa de uma empresa que pretende se diferenciar pelo atendimento. E, graças às novas tecnologias e modelos mais modernos de negócios, colocar este discurso em prática não é tão difícil quanto o desenvolvimento do primeiro computador. 9
  • 10.