O documento discute a percepção da violência no futebol brasileiro, na qual 84,5% da população culpa torcidas organizadas pelos conflitos nos estádios. Apesar disso, o doutor em psicologia social Felipe Tavares Paes Lopes argumenta que essa culpa é exagerada e que a violência no futebol é um problema multifacetado que não se restringe apenas a esses grupos. O texto sugere a necessidade de repensar o papel do torcedor e propõe ações de conscientização social em respeito aos direitos humanos.