SlideShare uma empresa Scribd logo
QUINHENTISMO NO 
BRASIL 
Literatura informativa e 
Literatura de catequese 
Juliene Paiva Osias
DESEMBARQUE DE CABRAL 
EM PORTO SEGURO EM 1500 – 
OSCAR PEREIRA DA SILVA (1922)
A MISSÃO 
Em 21 de abril de 1500, o comandante Pedro Álvares Cabral e 
sua esquadra de 13 embarcações visualizaram o litoral sul do atual 
estado da Bahia e desembarcaram no local que foi denominado 
Porto Seguro. 
A missão era expandir o território de Portugal, além de descobrir 
riquezas, como ouro e especiarias. 
O primeiro nome dado à nova terra foi VERA CRUZ, logo 
alterado para PROVÍNCIA SANTA CRUZ.
Por todo o século XVI, entre 1500 e 1601, produziu-se uma literatura 
informativa composta de: 
► relatórios 
► tratados 
► estudos 
► diários, etc. 
DOCUMENTOS DE 
INFORMAÇÃO
OBJETIVOS DA LITERATURA DE INFORMAÇÃO: 
• Descrever a nova terra. 
• Traçar um perfil da 
nova terra para o 
conhecimento da 
metrópole portuguesa.
MANIFESTAÇÕES 
LITERÁRIAS 
Os documentos produzidos durante esse tempo não são 
considerados LITERATURA ARTÍSTICA, e sim 
MANIFESTAÇÕES LITERÁRIAS. 
O 1º documento informativo sobre o Brasil – 
considerado a certidão de nascimento do Brasil – é A 
CARTA, escrita por Pero Vaz de Caminha.
O QUE REVELAM OS 
ESCRITOS 
• Os escritos de informação sobre o Brasil têm caráter 
bastante descritivo. 
• Eles revelam aos europeus os hábitos de vida dos 
indígenas, além da exuberância da terra. 
• Fazem também levantamentos gerais da fauna e da 
flora, dos rios, dos nativos, do mundo tropical. 
• Catalogam animais, vegetação, clima, constituição 
física do povo.
DIVERSAS ÁREAS DO 
CONHECIMENTO 
Os primeiros cronistas nas terras brasileiras passeiam por diversas áreas do 
conhecimento humano: 
► Geografia; 
► Botânica; 
► Zoologia; 
► Etnografia.
CARÁTER CIENTÍFICO 
VERSUS FANTASIA 
Apesar do caráter científico que muitas vezes assumem, 
os textos dos cronistas e dos viajantes estão marcados 
pela presença de fantasia de seus autores, todos eles 
exploradores europeus que filtravam fatos e dados, às 
vezes, acrescentando-lhes elementos mágicos e 
características fantásticas.
O MORALISMO DOS 
CONQUISTADORES 
Observe que a nativa 
retratado no óleo sobre tela 
de Albert Eckhout aparece 
vestida com roupa de gala, ao 
estilo europeu, usando joias 
também europeias. 
O moralismo predominante 
dos conquistadores 
portugueses e da Igreja 
Católica impedia uma visão 
pacífica da nudez nativa. 
MAMELUCA, DE ALBERT 
ECKHOUT (1641)
LITERATURA DE CATEQUESE 
Aos jesuítas, orientados pela 
ideologia da Igreja Católica, 
cabia a conversão dos gentios 
de qualquer maneira, mesmo 
que os padres tivessem que 
aprender a língua tupi, o que 
acabou acontecendo, por 
exemplo, com o padre José de 
Anchieta.
A FONTE DE TODO O 
CONHECIMENTO
A BÍBLIA 
Na literatura de catequese, a 
Bíblia é a fonte de todo o 
conhecimento. 
A literatura dos Jesuítas é 
bem mais realista que a dos 
cronistas e viajantes, pois os 
padres não se iludiam com o 
“novo mundo” e tratavam o 
indígena como pecador.
OS MISSIONÁRIOS DA 
COMPANHIA DE JESUS 
Os missionários da 
Companhia de Jesus 
chegaram ao Brasil em 1549, 
com o primeiro Governador- 
Geral, Tomé de Souza. 
A missão deles era converter 
o gentio ao cristianismo. 
Os jesuítas permaneceram no 
Brasil até 1605.
CATEQUIZANDO OS 
Os jesuítas ensinavam aos 
nativos os hábitos europeus 
(como usar roupas) para 
“moralizá-los” segundo os 
padrões da Igreja Católica. 
Deram especial atenção às 
crianças, por assimilarem 
os ensinamentos mais 
facilmente. 
NATIVOS
ENCENAÇÕES 
Os princípios cristãos católicos foram 
transmitidos pelos jesuítas por meio 
de encenações: 
► Teatralização de cenas bíblicas. 
► Lances dramáticos da vida de 
Jesus. 
► Vida dos santos. 
► Passagens do Velho Testamento 
e do Novo Testamento, etc.
TÉCNICAS DE 
CATEQUESE 
Os jesuítas aderiram ao canto, ao diálogo, às narrativas, 
formas bem populares de encantar o público indígena. 
Aprimoraram-se em ensinar e também em aprender com 
os gentios, aproveitando o aspecto folclórico da cultura 
dos nativos, mantendo o idioma em que era concebido. 
Grande parte dos espetáculos cênicos começavam ou 
terminavam com danças e cânticos típicos, a fim de 
envolver os indígenas.
O PADRE JOSÉ DE 
ANCHIETA
MISSIONÁRIO E POETA 
Anchieta era poeta, 
gramático e catequista. 
Ele chegou a dominar o 
tupi de tal maneira que 
verteu o catecismo, as 
doutrinas cristãs e as obras 
de fé para essa língua. 
De sua obra, constam 
poemas, autos, cartas, 
sermões e uma gramática 
do tupi.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
Ana Paula Brisolar
 
Literatura de Informação e Jesuítica
Literatura de Informação e JesuíticaLiteratura de Informação e Jesuítica
Literatura de Informação e Jesuítica
CrisBiagio
 
Quinhentismo (2012)
Quinhentismo (2012)Quinhentismo (2012)
Quinhentismo (2012)
escolavaldirfernandes
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
Andriane Cursino
 
Quinhentismo/ Literatura de informação.
Quinhentismo/ Literatura de informação.Quinhentismo/ Literatura de informação.
Quinhentismo/ Literatura de informação.
AyandraGomes17
 
Literatura de informação
Literatura de informaçãoLiteratura de informação
Literatura de informação
Elizabeth Vicente da Silva
 
1D - Literatura informativa e jesuitica
1D - Literatura informativa e jesuitica1D - Literatura informativa e jesuitica
1D - Literatura informativa e jesuitica
Gabriel Alves
 
Quinhentismo no Brasil 2.0
Quinhentismo no Brasil 2.0Quinhentismo no Brasil 2.0
Quinhentismo no Brasil 2.0
José Ricardo Lima
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
Josi Motta
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
colveromachado
 
Quinhentismo brasileiro
Quinhentismo brasileiroQuinhentismo brasileiro
Quinhentismo brasileiro
Gabriella Lima
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
Izabel Antunes
 
Autores do Quinhentismo
Autores do QuinhentismoAutores do Quinhentismo
Autores do Quinhentismo
Karina Moreira
 
Literatura de informação
Literatura de informaçãoLiteratura de informação
Literatura de informação
Estudante
 
Quinhentismo by trabalho da hora
Quinhentismo by trabalho da horaQuinhentismo by trabalho da hora
Quinhentismo by trabalho da hora
Douglas Maga
 
Literatura jesuítica
Literatura jesuíticaLiteratura jesuítica
Literatura jesuítica
Universidad Nacional de Misiones
 
Cronistas do Descobrimento
Cronistas do DescobrimentoCronistas do Descobrimento
Cronistas do Descobrimento
Laboratório de Informática
 
Quinhentismo
Quinhentismo Quinhentismo
Quinhentismo
Cláudia Heloísa
 
Literatura informativa e jesuitica
Literatura informativa e jesuiticaLiteratura informativa e jesuitica
Literatura informativa e jesuitica
Jonathan Xavier
 
Primeiras manifestações literárias no Brasil (séc. xvi xviii)
Primeiras manifestações literárias no Brasil (séc. xvi   xviii)Primeiras manifestações literárias no Brasil (séc. xvi   xviii)
Primeiras manifestações literárias no Brasil (séc. xvi xviii)
Márcio Hilário
 

Mais procurados (20)

Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
 
Literatura de Informação e Jesuítica
Literatura de Informação e JesuíticaLiteratura de Informação e Jesuítica
Literatura de Informação e Jesuítica
 
Quinhentismo (2012)
Quinhentismo (2012)Quinhentismo (2012)
Quinhentismo (2012)
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
 
Quinhentismo/ Literatura de informação.
Quinhentismo/ Literatura de informação.Quinhentismo/ Literatura de informação.
Quinhentismo/ Literatura de informação.
 
Literatura de informação
Literatura de informaçãoLiteratura de informação
Literatura de informação
 
1D - Literatura informativa e jesuitica
1D - Literatura informativa e jesuitica1D - Literatura informativa e jesuitica
1D - Literatura informativa e jesuitica
 
Quinhentismo no Brasil 2.0
Quinhentismo no Brasil 2.0Quinhentismo no Brasil 2.0
Quinhentismo no Brasil 2.0
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
 
Quinhentismo brasileiro
Quinhentismo brasileiroQuinhentismo brasileiro
Quinhentismo brasileiro
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
 
Autores do Quinhentismo
Autores do QuinhentismoAutores do Quinhentismo
Autores do Quinhentismo
 
Literatura de informação
Literatura de informaçãoLiteratura de informação
Literatura de informação
 
Quinhentismo by trabalho da hora
Quinhentismo by trabalho da horaQuinhentismo by trabalho da hora
Quinhentismo by trabalho da hora
 
Literatura jesuítica
Literatura jesuíticaLiteratura jesuítica
Literatura jesuítica
 
Cronistas do Descobrimento
Cronistas do DescobrimentoCronistas do Descobrimento
Cronistas do Descobrimento
 
Quinhentismo
Quinhentismo Quinhentismo
Quinhentismo
 
Literatura informativa e jesuitica
Literatura informativa e jesuiticaLiteratura informativa e jesuitica
Literatura informativa e jesuitica
 
Primeiras manifestações literárias no Brasil (séc. xvi xviii)
Primeiras manifestações literárias no Brasil (séc. xvi   xviii)Primeiras manifestações literárias no Brasil (séc. xvi   xviii)
Primeiras manifestações literárias no Brasil (séc. xvi xviii)
 

Destaque

Quinhentismo no brasil
Quinhentismo no brasilQuinhentismo no brasil
Quinhentismo no brasil
Andre Guerra
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
FERNANDO ERNO
 
Actividad de aprendizaje 10
Actividad de aprendizaje 10Actividad de aprendizaje 10
Actividad de aprendizaje 10
Pamela Fernandez
 
Revisional de estilos de época 01, quinhentismo
Revisional de estilos de época 01, quinhentismoRevisional de estilos de época 01, quinhentismo
Revisional de estilos de época 01, quinhentismo
ma.no.el.ne.ves
 
Jesuíta no Brasil Colonial
Jesuíta no Brasil ColonialJesuíta no Brasil Colonial
Jesuíta no Brasil Colonial
aridu18
 
Apostila 07 redação completa tema publicidade
Apostila 07 redação completa tema publicidadeApostila 07 redação completa tema publicidade
Apostila 07 redação completa tema publicidade
Katcavenum
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
Walace Cestari
 
Cronologia E CaracteríSticas Dos Movimentos LiteráRios
Cronologia E CaracteríSticas Dos Movimentos LiteráRiosCronologia E CaracteríSticas Dos Movimentos LiteráRios

Destaque (8)

Quinhentismo no brasil
Quinhentismo no brasilQuinhentismo no brasil
Quinhentismo no brasil
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
 
Actividad de aprendizaje 10
Actividad de aprendizaje 10Actividad de aprendizaje 10
Actividad de aprendizaje 10
 
Revisional de estilos de época 01, quinhentismo
Revisional de estilos de época 01, quinhentismoRevisional de estilos de época 01, quinhentismo
Revisional de estilos de época 01, quinhentismo
 
Jesuíta no Brasil Colonial
Jesuíta no Brasil ColonialJesuíta no Brasil Colonial
Jesuíta no Brasil Colonial
 
Apostila 07 redação completa tema publicidade
Apostila 07 redação completa tema publicidadeApostila 07 redação completa tema publicidade
Apostila 07 redação completa tema publicidade
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
 
Cronologia E CaracteríSticas Dos Movimentos LiteráRios
Cronologia E CaracteríSticas Dos Movimentos LiteráRiosCronologia E CaracteríSticas Dos Movimentos LiteráRios
Cronologia E CaracteríSticas Dos Movimentos LiteráRios
 

Semelhante a Quinhentismo no brasil

QUINHENTISMO Português.pptx
QUINHENTISMO Português.pptxQUINHENTISMO Português.pptx
QUINHENTISMO Português.pptx
Gabriel113136
 
Apresentação 1º ano d literatura informativa e jesuítica
Apresentação 1º ano d literatura informativa e jesuíticaApresentação 1º ano d literatura informativa e jesuítica
Apresentação 1º ano d literatura informativa e jesuítica
Gabriel Alves
 
O Quinhentismo
O QuinhentismoO Quinhentismo
O Quinhentismo
hsjval
 
HISTÓRIA DO BRASIL COLONIAL: descobrimento, impactos, conflitos e ciclos econ...
HISTÓRIA DO BRASIL COLONIAL: descobrimento, impactos, conflitos e ciclos econ...HISTÓRIA DO BRASIL COLONIAL: descobrimento, impactos, conflitos e ciclos econ...
HISTÓRIA DO BRASIL COLONIAL: descobrimento, impactos, conflitos e ciclos econ...
Sheila Soarte
 
A descoberta do brasil
A descoberta do brasilA descoberta do brasil
A descoberta do brasil
MauroJardim3
 
INDUMENTÁRIA NO BRASIL
INDUMENTÁRIA NO BRASILINDUMENTÁRIA NO BRASIL
INDUMENTÁRIA NO BRASIL
Odair Tuono
 
Arte no Brasil Colonial
Arte no Brasil ColonialArte no Brasil Colonial
Arte no Brasil Colonial
Andrea Dressler
 
Slide do descobrimento do brasil
Slide do descobrimento do brasilSlide do descobrimento do brasil
Slide do descobrimento do brasil
LAERCIO BORGES
 
quinhentismo no brasil.pptx
quinhentismo no brasil.pptxquinhentismo no brasil.pptx
quinhentismo no brasil.pptx
Maria192272
 
O alargamento do conhecimento do mundo - trabalho
O alargamento do conhecimento do mundo - trabalhoO alargamento do conhecimento do mundo - trabalho
O alargamento do conhecimento do mundo - trabalho
Catarina13
 
2. Quinhentismo no brasil
2. Quinhentismo no brasil2. Quinhentismo no brasil
2. Quinhentismo no brasil
Ivana Mayrink
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
Estampa Cia
 
Origens da literatura brasileira.ppt
Origens da literatura brasileira.pptOrigens da literatura brasileira.ppt
Origens da literatura brasileira.ppt
MichellyMadalena1
 
origens-da-literatura-brasileira 201.ppt
origens-da-literatura-brasileira 201.pptorigens-da-literatura-brasileira 201.ppt
origens-da-literatura-brasileira 201.ppt
MarcosAndr619069
 
Portugueses
PortuguesesPortugueses
Portugueses
Tânia Regina
 
Cap 16 O encontro entre culturas
Cap 16   O encontro entre culturasCap 16   O encontro entre culturas
Cap 16 O encontro entre culturas
vbrizante
 
A Arte EuropéIa No Brasil
A Arte EuropéIa No BrasilA Arte EuropéIa No Brasil
A Arte EuropéIa No Brasil
Auriene
 
A Arte EuropéIa No Brasil
A Arte EuropéIa No BrasilA Arte EuropéIa No Brasil
A Arte EuropéIa No Brasil
Claudiomar Cunha
 
Colonizadores e colonizados em uma terra chamada ....Brasil! T.: 1701
Colonizadores e colonizados em uma terra chamada ....Brasil!  T.: 1701Colonizadores e colonizados em uma terra chamada ....Brasil!  T.: 1701
Colonizadores e colonizados em uma terra chamada ....Brasil! T.: 1701
Tânia Regina
 
Conseq expansao
Conseq expansaoConseq expansao
Conseq expansao
cattonia
 

Semelhante a Quinhentismo no brasil (20)

QUINHENTISMO Português.pptx
QUINHENTISMO Português.pptxQUINHENTISMO Português.pptx
QUINHENTISMO Português.pptx
 
Apresentação 1º ano d literatura informativa e jesuítica
Apresentação 1º ano d literatura informativa e jesuíticaApresentação 1º ano d literatura informativa e jesuítica
Apresentação 1º ano d literatura informativa e jesuítica
 
O Quinhentismo
O QuinhentismoO Quinhentismo
O Quinhentismo
 
HISTÓRIA DO BRASIL COLONIAL: descobrimento, impactos, conflitos e ciclos econ...
HISTÓRIA DO BRASIL COLONIAL: descobrimento, impactos, conflitos e ciclos econ...HISTÓRIA DO BRASIL COLONIAL: descobrimento, impactos, conflitos e ciclos econ...
HISTÓRIA DO BRASIL COLONIAL: descobrimento, impactos, conflitos e ciclos econ...
 
A descoberta do brasil
A descoberta do brasilA descoberta do brasil
A descoberta do brasil
 
INDUMENTÁRIA NO BRASIL
INDUMENTÁRIA NO BRASILINDUMENTÁRIA NO BRASIL
INDUMENTÁRIA NO BRASIL
 
Arte no Brasil Colonial
Arte no Brasil ColonialArte no Brasil Colonial
Arte no Brasil Colonial
 
Slide do descobrimento do brasil
Slide do descobrimento do brasilSlide do descobrimento do brasil
Slide do descobrimento do brasil
 
quinhentismo no brasil.pptx
quinhentismo no brasil.pptxquinhentismo no brasil.pptx
quinhentismo no brasil.pptx
 
O alargamento do conhecimento do mundo - trabalho
O alargamento do conhecimento do mundo - trabalhoO alargamento do conhecimento do mundo - trabalho
O alargamento do conhecimento do mundo - trabalho
 
2. Quinhentismo no brasil
2. Quinhentismo no brasil2. Quinhentismo no brasil
2. Quinhentismo no brasil
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
 
Origens da literatura brasileira.ppt
Origens da literatura brasileira.pptOrigens da literatura brasileira.ppt
Origens da literatura brasileira.ppt
 
origens-da-literatura-brasileira 201.ppt
origens-da-literatura-brasileira 201.pptorigens-da-literatura-brasileira 201.ppt
origens-da-literatura-brasileira 201.ppt
 
Portugueses
PortuguesesPortugueses
Portugueses
 
Cap 16 O encontro entre culturas
Cap 16   O encontro entre culturasCap 16   O encontro entre culturas
Cap 16 O encontro entre culturas
 
A Arte EuropéIa No Brasil
A Arte EuropéIa No BrasilA Arte EuropéIa No Brasil
A Arte EuropéIa No Brasil
 
A Arte EuropéIa No Brasil
A Arte EuropéIa No BrasilA Arte EuropéIa No Brasil
A Arte EuropéIa No Brasil
 
Colonizadores e colonizados em uma terra chamada ....Brasil! T.: 1701
Colonizadores e colonizados em uma terra chamada ....Brasil!  T.: 1701Colonizadores e colonizados em uma terra chamada ....Brasil!  T.: 1701
Colonizadores e colonizados em uma terra chamada ....Brasil! T.: 1701
 
Conseq expansao
Conseq expansaoConseq expansao
Conseq expansao
 

Mais de Miquéias Vitorino

A redação do enem hoje
A redação do enem hojeA redação do enem hoje
A redação do enem hoje
Miquéias Vitorino
 
Relações lexicais e coesão textual
Relações lexicais e coesão textualRelações lexicais e coesão textual
Relações lexicais e coesão textual
Miquéias Vitorino
 
Argumentação em redações do enem
Argumentação em redações do enemArgumentação em redações do enem
Argumentação em redações do enem
Miquéias Vitorino
 
Paráfrase
ParáfraseParáfrase
Paráfrase
Miquéias Vitorino
 
Breve exposição sobre a coesão textual e seus elementos
Breve exposição sobre a coesão textual e seus elementosBreve exposição sobre a coesão textual e seus elementos
Breve exposição sobre a coesão textual e seus elementos
Miquéias Vitorino
 
Melhores Redações da etapa escolar da OLP 2014
Melhores Redações da etapa escolar da OLP 2014Melhores Redações da etapa escolar da OLP 2014
Melhores Redações da etapa escolar da OLP 2014
Miquéias Vitorino
 
Proposta de redação - REPENSAR O PAPEL DO TORCEDOR: LIMITES ENTRE A PAIXÃO E ...
Proposta de redação - REPENSAR O PAPEL DO TORCEDOR: LIMITES ENTRE A PAIXÃO E ...Proposta de redação - REPENSAR O PAPEL DO TORCEDOR: LIMITES ENTRE A PAIXÃO E ...
Proposta de redação - REPENSAR O PAPEL DO TORCEDOR: LIMITES ENTRE A PAIXÃO E ...
Miquéias Vitorino
 
Principais obras e autores do modernismo
Principais obras e autores do modernismoPrincipais obras e autores do modernismo
Principais obras e autores do modernismo
Miquéias Vitorino
 
Modernismo no brasil
Modernismo no brasilModernismo no brasil
Modernismo no brasil
Miquéias Vitorino
 
Modernismo fases
Modernismo fasesModernismo fases
Modernismo fases
Miquéias Vitorino
 
Barroco no brasil
Barroco no brasilBarroco no brasil
Barroco no brasil
Miquéias Vitorino
 
Arcadismo no brasil
Arcadismo no brasilArcadismo no brasil
Arcadismo no brasil
Miquéias Vitorino
 
Figuras de linguagem
Figuras de linguagemFiguras de linguagem
Figuras de linguagem
Miquéias Vitorino
 
Arte renascentista
Arte renascentistaArte renascentista
Arte renascentista
Miquéias Vitorino
 
Arcadismo no brasil
Arcadismo no brasilArcadismo no brasil
Arcadismo no brasil
Miquéias Vitorino
 
Arcadismo no brasil
Arcadismo no brasilArcadismo no brasil
Arcadismo no brasil
Miquéias Vitorino
 
Algumas dicas básicas para a redação do enem
Algumas dicas básicas para a redação do enemAlgumas dicas básicas para a redação do enem
Algumas dicas básicas para a redação do enem
Miquéias Vitorino
 
Conceitos básicos em análise semântica
Conceitos básicos em análise semânticaConceitos básicos em análise semântica
Conceitos básicos em análise semântica
Miquéias Vitorino
 
Anáfora, contexto e coesão textual
Anáfora, contexto e coesão textualAnáfora, contexto e coesão textual
Anáfora, contexto e coesão textual
Miquéias Vitorino
 
Barroco no brasil
Barroco no brasilBarroco no brasil
Barroco no brasil
Miquéias Vitorino
 

Mais de Miquéias Vitorino (20)

A redação do enem hoje
A redação do enem hojeA redação do enem hoje
A redação do enem hoje
 
Relações lexicais e coesão textual
Relações lexicais e coesão textualRelações lexicais e coesão textual
Relações lexicais e coesão textual
 
Argumentação em redações do enem
Argumentação em redações do enemArgumentação em redações do enem
Argumentação em redações do enem
 
Paráfrase
ParáfraseParáfrase
Paráfrase
 
Breve exposição sobre a coesão textual e seus elementos
Breve exposição sobre a coesão textual e seus elementosBreve exposição sobre a coesão textual e seus elementos
Breve exposição sobre a coesão textual e seus elementos
 
Melhores Redações da etapa escolar da OLP 2014
Melhores Redações da etapa escolar da OLP 2014Melhores Redações da etapa escolar da OLP 2014
Melhores Redações da etapa escolar da OLP 2014
 
Proposta de redação - REPENSAR O PAPEL DO TORCEDOR: LIMITES ENTRE A PAIXÃO E ...
Proposta de redação - REPENSAR O PAPEL DO TORCEDOR: LIMITES ENTRE A PAIXÃO E ...Proposta de redação - REPENSAR O PAPEL DO TORCEDOR: LIMITES ENTRE A PAIXÃO E ...
Proposta de redação - REPENSAR O PAPEL DO TORCEDOR: LIMITES ENTRE A PAIXÃO E ...
 
Principais obras e autores do modernismo
Principais obras e autores do modernismoPrincipais obras e autores do modernismo
Principais obras e autores do modernismo
 
Modernismo no brasil
Modernismo no brasilModernismo no brasil
Modernismo no brasil
 
Modernismo fases
Modernismo fasesModernismo fases
Modernismo fases
 
Barroco no brasil
Barroco no brasilBarroco no brasil
Barroco no brasil
 
Arcadismo no brasil
Arcadismo no brasilArcadismo no brasil
Arcadismo no brasil
 
Figuras de linguagem
Figuras de linguagemFiguras de linguagem
Figuras de linguagem
 
Arte renascentista
Arte renascentistaArte renascentista
Arte renascentista
 
Arcadismo no brasil
Arcadismo no brasilArcadismo no brasil
Arcadismo no brasil
 
Arcadismo no brasil
Arcadismo no brasilArcadismo no brasil
Arcadismo no brasil
 
Algumas dicas básicas para a redação do enem
Algumas dicas básicas para a redação do enemAlgumas dicas básicas para a redação do enem
Algumas dicas básicas para a redação do enem
 
Conceitos básicos em análise semântica
Conceitos básicos em análise semânticaConceitos básicos em análise semântica
Conceitos básicos em análise semântica
 
Anáfora, contexto e coesão textual
Anáfora, contexto e coesão textualAnáfora, contexto e coesão textual
Anáfora, contexto e coesão textual
 
Barroco no brasil
Barroco no brasilBarroco no brasil
Barroco no brasil
 

Último

Biologia - Jogos da memória genetico.pdf
Biologia - Jogos da memória genetico.pdfBiologia - Jogos da memória genetico.pdf
Biologia - Jogos da memória genetico.pdf
Ana Da Silva Ponce
 
Arundhati Roy - O Deus das Pequenas Coisas - ÍNDIA.pdf
Arundhati Roy - O Deus das Pequenas Coisas - ÍNDIA.pdfArundhati Roy - O Deus das Pequenas Coisas - ÍNDIA.pdf
Arundhati Roy - O Deus das Pequenas Coisas - ÍNDIA.pdf
Ana Da Silva Ponce
 
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdfEJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
Escola Municipal Jesus Cristo
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
AdrianoMontagna1
 
livro da EJA - 2a ETAPA - 4o e 5o ano. para análise do professorpdf
livro da EJA - 2a ETAPA - 4o e 5o ano. para análise do professorpdflivro da EJA - 2a ETAPA - 4o e 5o ano. para análise do professorpdf
livro da EJA - 2a ETAPA - 4o e 5o ano. para análise do professorpdf
Escola Municipal Jesus Cristo
 
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdfEgito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
sthefanydesr
 
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
Escola Municipal Jesus Cristo
 
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slidesSócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
jbellas2
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
NatySousa3
 
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Luana Neres
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
RenanSilva991968
 
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdfCaderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
enpfilosofiaufu
 
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptxApresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
JulianeMelo17
 
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdfiNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
andressacastro36
 
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdfthe_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
CarinaSoto12
 
Química orgânica e as funções organicas.pptx
Química orgânica e as funções organicas.pptxQuímica orgânica e as funções organicas.pptx
Química orgânica e as funções organicas.pptx
KeilianeOliveira3
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 
Unificação da Itália e a formação da Alemanha
Unificação da Itália e a formação da AlemanhaUnificação da Itália e a formação da Alemanha
Unificação da Itália e a formação da Alemanha
Acrópole - História & Educação
 
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdfEspecialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
DanielCastro80471
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 

Último (20)

Biologia - Jogos da memória genetico.pdf
Biologia - Jogos da memória genetico.pdfBiologia - Jogos da memória genetico.pdf
Biologia - Jogos da memória genetico.pdf
 
Arundhati Roy - O Deus das Pequenas Coisas - ÍNDIA.pdf
Arundhati Roy - O Deus das Pequenas Coisas - ÍNDIA.pdfArundhati Roy - O Deus das Pequenas Coisas - ÍNDIA.pdf
Arundhati Roy - O Deus das Pequenas Coisas - ÍNDIA.pdf
 
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdfEJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
 
livro da EJA - 2a ETAPA - 4o e 5o ano. para análise do professorpdf
livro da EJA - 2a ETAPA - 4o e 5o ano. para análise do professorpdflivro da EJA - 2a ETAPA - 4o e 5o ano. para análise do professorpdf
livro da EJA - 2a ETAPA - 4o e 5o ano. para análise do professorpdf
 
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdfEgito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
 
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
 
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slidesSócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
 
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
 
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdfCaderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
 
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptxApresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
 
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdfiNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
 
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdfthe_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
 
Química orgânica e as funções organicas.pptx
Química orgânica e as funções organicas.pptxQuímica orgânica e as funções organicas.pptx
Química orgânica e as funções organicas.pptx
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 
Unificação da Itália e a formação da Alemanha
Unificação da Itália e a formação da AlemanhaUnificação da Itália e a formação da Alemanha
Unificação da Itália e a formação da Alemanha
 
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdfEspecialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 

Quinhentismo no brasil

  • 1. QUINHENTISMO NO BRASIL Literatura informativa e Literatura de catequese Juliene Paiva Osias
  • 2. DESEMBARQUE DE CABRAL EM PORTO SEGURO EM 1500 – OSCAR PEREIRA DA SILVA (1922)
  • 3. A MISSÃO Em 21 de abril de 1500, o comandante Pedro Álvares Cabral e sua esquadra de 13 embarcações visualizaram o litoral sul do atual estado da Bahia e desembarcaram no local que foi denominado Porto Seguro. A missão era expandir o território de Portugal, além de descobrir riquezas, como ouro e especiarias. O primeiro nome dado à nova terra foi VERA CRUZ, logo alterado para PROVÍNCIA SANTA CRUZ.
  • 4. Por todo o século XVI, entre 1500 e 1601, produziu-se uma literatura informativa composta de: ► relatórios ► tratados ► estudos ► diários, etc. DOCUMENTOS DE INFORMAÇÃO
  • 5. OBJETIVOS DA LITERATURA DE INFORMAÇÃO: • Descrever a nova terra. • Traçar um perfil da nova terra para o conhecimento da metrópole portuguesa.
  • 6. MANIFESTAÇÕES LITERÁRIAS Os documentos produzidos durante esse tempo não são considerados LITERATURA ARTÍSTICA, e sim MANIFESTAÇÕES LITERÁRIAS. O 1º documento informativo sobre o Brasil – considerado a certidão de nascimento do Brasil – é A CARTA, escrita por Pero Vaz de Caminha.
  • 7. O QUE REVELAM OS ESCRITOS • Os escritos de informação sobre o Brasil têm caráter bastante descritivo. • Eles revelam aos europeus os hábitos de vida dos indígenas, além da exuberância da terra. • Fazem também levantamentos gerais da fauna e da flora, dos rios, dos nativos, do mundo tropical. • Catalogam animais, vegetação, clima, constituição física do povo.
  • 8. DIVERSAS ÁREAS DO CONHECIMENTO Os primeiros cronistas nas terras brasileiras passeiam por diversas áreas do conhecimento humano: ► Geografia; ► Botânica; ► Zoologia; ► Etnografia.
  • 9. CARÁTER CIENTÍFICO VERSUS FANTASIA Apesar do caráter científico que muitas vezes assumem, os textos dos cronistas e dos viajantes estão marcados pela presença de fantasia de seus autores, todos eles exploradores europeus que filtravam fatos e dados, às vezes, acrescentando-lhes elementos mágicos e características fantásticas.
  • 10. O MORALISMO DOS CONQUISTADORES Observe que a nativa retratado no óleo sobre tela de Albert Eckhout aparece vestida com roupa de gala, ao estilo europeu, usando joias também europeias. O moralismo predominante dos conquistadores portugueses e da Igreja Católica impedia uma visão pacífica da nudez nativa. MAMELUCA, DE ALBERT ECKHOUT (1641)
  • 11. LITERATURA DE CATEQUESE Aos jesuítas, orientados pela ideologia da Igreja Católica, cabia a conversão dos gentios de qualquer maneira, mesmo que os padres tivessem que aprender a língua tupi, o que acabou acontecendo, por exemplo, com o padre José de Anchieta.
  • 12. A FONTE DE TODO O CONHECIMENTO
  • 13. A BÍBLIA Na literatura de catequese, a Bíblia é a fonte de todo o conhecimento. A literatura dos Jesuítas é bem mais realista que a dos cronistas e viajantes, pois os padres não se iludiam com o “novo mundo” e tratavam o indígena como pecador.
  • 14. OS MISSIONÁRIOS DA COMPANHIA DE JESUS Os missionários da Companhia de Jesus chegaram ao Brasil em 1549, com o primeiro Governador- Geral, Tomé de Souza. A missão deles era converter o gentio ao cristianismo. Os jesuítas permaneceram no Brasil até 1605.
  • 15. CATEQUIZANDO OS Os jesuítas ensinavam aos nativos os hábitos europeus (como usar roupas) para “moralizá-los” segundo os padrões da Igreja Católica. Deram especial atenção às crianças, por assimilarem os ensinamentos mais facilmente. NATIVOS
  • 16. ENCENAÇÕES Os princípios cristãos católicos foram transmitidos pelos jesuítas por meio de encenações: ► Teatralização de cenas bíblicas. ► Lances dramáticos da vida de Jesus. ► Vida dos santos. ► Passagens do Velho Testamento e do Novo Testamento, etc.
  • 17. TÉCNICAS DE CATEQUESE Os jesuítas aderiram ao canto, ao diálogo, às narrativas, formas bem populares de encantar o público indígena. Aprimoraram-se em ensinar e também em aprender com os gentios, aproveitando o aspecto folclórico da cultura dos nativos, mantendo o idioma em que era concebido. Grande parte dos espetáculos cênicos começavam ou terminavam com danças e cânticos típicos, a fim de envolver os indígenas.
  • 18. O PADRE JOSÉ DE ANCHIETA
  • 19. MISSIONÁRIO E POETA Anchieta era poeta, gramático e catequista. Ele chegou a dominar o tupi de tal maneira que verteu o catecismo, as doutrinas cristãs e as obras de fé para essa língua. De sua obra, constam poemas, autos, cartas, sermões e uma gramática do tupi.